Última horaChelsea pode ter baixa importante até ao final de 2026
Publicidade

Marco Silva descarta suceder a Jorge Jesus no Al Hilal e define plano para a carreira

Mário Cagica Oliveira · 1 min

Marco Silva Fulham
Foto: Edmilson Monteiro / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

Marco Silva não quer rumar ao Al Hilal para suceder a Jorge Jesus. O técnico português quer continuar a treinar na Europa.

Marco Silva voltou a rejeitar uma abordagem do Al Hilal para suceder a Jorge Jesus. Segundo o jornalista Ben Jacobs, o treinador português voltou a não aceitar uma sondagem do emblema da Arábia Saudita para abandonar o Fulham.

Nesta altura, Marco Silva está determinado em continuar ao mais alto nível na Europa, não estando, no entanto, garantida a sua continuidade no Fulham.

Marco Silva está a cumprir a sua quarta temporada no clube londrino, sendo também o alvo preferencial do Tottenham para render Ange Postecoglou na próxima temporada.

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Quando a bancada tenta jogar: uma reflexão de João Carlos Gameiro, coordenador técnico da Academica Sporting Aurélio Pereira

Passar uma manhã de sábado à beira de um campo de futebol devia ser um exercício simples: ver os miúdos crescerem. O desporto na infância é, ou devia ser, o espaço por excelência para aprender a falhar, a cair, a levantar-se e a decidir sozinho, em frações de segundo. No entanto, quem anda pelos campos de norte a sul do país, sabe que a realidade é outra. O ruído que vem de fora não é de incentivo, é um bombardeamento constante de ordens diretas: "Passa!", "Chuta!", "Dribla!". Esta obsessão cega pelo resultado imediato, disfarçada de apoio paternal, está a matar o que o jogo tem de mais sagrado: a autonomia de quem joga.  Na cabeça do pai que grita, aquela instrução é uma ajuda preciosa. Ele está genuinamente convencido disso. Mas quem está lá dentro percebe o bloqueio imediato que o berro provoca. O jogo é demasiado rápido. No instante em que o miúdo recebe a bola e tenta ler o espaço, se ouve a ordem do pai para mudar o que ia fazer, a jogada já morreu. O prejuízo imediato é a perda da bola, mas o verdadeiro estrago é o que fica para o futuro. Quando a solução vem sempre mastigada de fora, a criança deixa de pensar o jogo; passa apenas a executar ordens. 

João Carlos Gameiro · 4 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.