Última horaEm Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)
Publicidade

Mbemba e revelação do GD Chaves na defesa do ano da Primeira e Segunda Liga Portuguesa

Mário Cagica Oliveira · 2 min

Chancel Mbemba FC Porto
Foto: Carlos Silva / Bola na Rede

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

A Liga Portuguesa continua a distribuir os prémios destinados aos melhores jogadores da última época desportiva. Agora foi a vez de Chancel Mbemba e de Alexsandro.

Chancel Mbemba junta-se a Diogo Costa, Pedro Porro e Pepe nos eleitos para o onze do ano da Liga Portuguesa. Já o defesa Alexsandro junta-se a Ricardo Batista, Vasco Fernandes e Aderllan Santos nos eleitos para a equipa do ano da Segunda Liga Portuguesa.

A eleição, que foi decidida pelos treinadores e capitães da competição, vai dando, para já, larga superioridade ao FC Porto na equipa da Primeira Liga, sendo o clube mais representado, até ao momento, com três jogadores em quatro possíveis.

Chancel Mbemba foi indiscutível nos azuis e brancos, tendo realizado 31 jogos e marcado dois golos pelos azuis e brancos na defensiva azul e branca. O defesa-central mais utilizado pelos dragões na prova e que se assumiu como um pilar na equipa, no seu último ano ao serviço do FC Porto.

Já na Segunda Liga, Alexsandro Ribeiro, do GD Chaves, assume um lugar também no onze do ano. O defesa-central de apenas 22 anos foi contratado no início da última temporada ao Amora FC e encantou os adeptos flavienses com exibições acima da média. O defesa brasileiro atuou em 34 jogos do GD Chaves e marcou três golos.

Sabe mais sobre o Bola na Rede!

O Bola na Rede é um projeto iniciado no dia 28 de outubro de 2010, na Escola Superior de Comunicação Social. Desde então, procuramos dar-te a melhor visão desportiva, nacional e internacional, através de artigos de opinião. 

Somos uma escola dentro do jornalismo desportivo, sendo que as raízes académicas são algo que se mantém até hoje. Grande parte da nossa equipa é composta por estudantes universitários, sendo que contamos também com a expertise de jornalistas conceituados no mundo do desporto.

A 28 de outubro de 2019, decidimos expandir o nosso alcance com a introdução dos programas em direto, através do canal BOLA NA REDE TV, no Youtube. Como intervenientes, temos um painel vasto que conta com treinadores de futebol, scouts e comentadores desportivos, sendo que todos eles nutrem a mesma paixão pelo desporto.

Se quiseres saber mais sobre o projeto, dar uma sugestão ou até enviar a tua candidatura para seres redator, comentador ou moderador, envia-nos um e-mail para [email protected]. Contamos contigo!

Mário Cagica Oliveira

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.