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Mercado a fechar: FC Porto coloca jogador que custou 10 milhões de euros na equipa B

Ricardo João Lopes · 1 min

Francesco Farioli FC Porto
Foto: Diogo Cardoso / Bola na Rede

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Gabriel Veron não vai sair do FC Porto nas últimas horas deste mercado, mas passará a trabalhar com a equipa B.

Gabriel Veron não vai abandonar o FC Porto neste mercado, uma vez que não existem propostas pelo extremo brasileiro. No entanto, segundo o jornal Record, o jogador vai passar a trabalhar na equipa B, estando às ordens de João Brandão, não entrando nos planos de Francesco Farioli.

O atleta está no último ano de contrato e é praticamente impossível que os azuis e brancos consigam reaver o capital investido em Gabriel Veron, que foi comprado ao Palmeiras em 2022/23 por 10 milhões de euros. No FC Porto, o brasileiro não conseguiu cumprir com as expectativas criadas.

Na última época, o extremo dividiu-se entre dois empréstimos: Juventude e Nacional da Madeira. Pelos insulares realizou 13 encontros, com um golo marcado.

Gabriel Veron CD Nacional
Fonte: Pedro Figueira / Bola na Rede
Ricardo João Lopes

Redação Bola na Rede · ver artigos

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«A nós compete-nos olhar para nós. Não é agradável olhar para a classificação. Quem não gostar de olhar, não olhe, e quem não sentir nada pode olhar.» Foi assim, lacónico, que Marco Silva abordou a já histórica sequência do FC Porto, de começar o campeonato com nove vitórias consecutivas. O Benfica está bem e recomenda-se, como ficou patente pela segunda parte feita em Nicósia na quinta-feira passada, mas entra, à condição, a oito pontos dos Dragões, no difícil desafio desta segunda-feira. «Já disse aos jogadores que temos de olhar para nós e ganhar os nossos jogos. A partir do momento em que preparámos a temporada, não previmos estar à frente ou atrás, sabendo que iríamos jogar muitas vezes depois dos nossos adversários, porque, competindo na Liga Europa, sabemos que isso vai acontecer. Não adianta gastar energia naquilo que não controlamos.» E, realmente, o Benfica tem feito a sua parte. Os recordes ofensivos sucedem-se e obrigam às comparações com Jesus e Eriksson, a estatística aproximando a actual equipa de outras, das que conseguiram conciliar nota artística e troféus. E, à boa maneira dos dois referidos, é na crista da onda que Marco Silva aproveita para dar ar do seu perfeccionismo e exigência - ainda mais impressionantes que as dinâmicas de futebol associativo: «Também gosto de sofrer poucos golos. Gosto de incutir nos jogadores a ideia de que não há ninguém que consiga atacar bem sem ter a capacidade de não sofrer golos. Fiquei muito satisfeito com o resultado frente ao Omonia, mas furioso com o golo sofrido. Quando recuamos tantos anos na história de um clube da dimensão do Benfica, que habitualmente é dominador e que teve grandes jogadores com grande capacidade ofensiva, é sinal de que estamos a fazer as coisas bem. Sempre foi meu objetivo que as pessoas sentissem que é o Benfica que está a jogar, independentemente de não sermos perfeitos, porque estamos muito longe disso. Sou o primeiro a dizer que há um caminho muito grande para percorrermos em todos os aspetos daquilo que queremos para o Benfica, mas estou satisfeito com a abertura e a abordagem dos jogadores, que querem sempre melhorar.»

Pedro Cantoneiro · 7 min de leitura
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