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Custódio Castro

52 artigos

Opinião

A tranquilidade depois da tempestade | Sporting

Houve, no século XXI, poucas noites como a de 17 de março para o Sporting. A vitória histórica contra o Bodo/Glimt é, por si só, um dos marcos da temporada dos leões, independentemente do desfecho das competições, de troféus e de restantes resultados. No entanto, a euforia natural, evidente e saudável que resultou de uma das maiores noites europeias da história verde e branca trazia desafios para uma deslocação a Alverca com mais a tirar do que a juntar. Os quilómetros percorridos nos 120 minutos a meio da semana, um eventual relaxamento competitivo ou o foco mais a frente, quer nas seleções nacionais, quer na folga que num calendário como o atual surge como um oásis no meio de um deserto, eram pedras no caminho do Sporting. Tudo pedrinhas muito pequeninas que não se fizeram notar em Alverca, onde a tempestade e o vendaval que se mostraram contra os da Noruega deram lugar a uma aparente tranquilidade. O tempo soalheiro, o calor relativo depois de semanas longas de chuva e a naturalidade dos golos em momentos decisivos permitiram ao Sporting respirar. Por vezes, mais do que as batalhas mais aguardadas, são as réplicas aparentemente inocentes que causam mossa, mas os leões escaparam-se.

Diogo Ribeiro · 6 min de leitura
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Sporting

Após sonho da Champions, acordar para a luta pelo título | Alverca x Sporting 

Uma remontada épica frente à surpresa da Champions, o Bodo/Glimt, e a segunda presença nos quartos de final da prova marcaram a semana do Sporting. Em Alvalade viveu-se uma noite memorável. Mas no futebol tudo passa rápido. É tempo de voltar à Liga. Os leões estão a quatro pontos do FC Porto e recebem o Alverca, uma equipa tranquila na tabela. Depois dos 120 minutos intensos frente aos noruegueses, a prioridade foi recuperar. A equipa deu tudo e o desgaste foi evidente. Rui Borges tem mais um problema. Luís Guilherme lesionou-se antes do jogo europeu e vai parar cerca de dois meses. Ainda assim, o boletim clínico já esteve pior. Além do extremo brasileiro, continuam de fora Ioannidis, Ricardo Mangas, Kochorashvili e Quenda.

Ricardo Conceição · 4 min de leitura
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Sporting

Não houve Bruxa ou Fantasma de Halloween capaz de assustar um Sporting onde todos são Santos

O Sporting está a caminho de, numa altura onde se conjugam os doces do Halloween e do Pão por Deus, chegar ao ponto rebuçado. Se é verdade que falta a eficácia e tranquilidade de resolver o jogo cedo para se poder falar num domínio amplo e sem qualquer risco, também o é que, em todos os outros pontos, há uma supremacia clara a ser criada em solo nacional. Diante do Alverca, tal como já tinha acontecido contra o Moreirense, o Sporting marcou tarde o golo que desbloqueou o jogo. Mesmo assim, à medida que os minutos iam andando e os ponteiros do relógio se mexiam, nunca houve calafrios, receios infundados ou sustos de perda de pontos. Apenas a sensação de que, com tantas vezes na fonte, o cântaro inevitavelmente acabaria por partir.

Diogo Ribeiro · 7 min de leitura
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