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Kevin De Bruyne

156 artigos · último

Campeonato do Mundo

5 jogadores que se podem despedir das grandes competições no Mundial 2026

A 23.ª edição do Campeonato do Mundo FIFA tem início no próximo dia 11 de junho. A competição do mais alto nível em seleções nacionais e a máxima que qualquer jogador almeja participar e idealmente conquistar. De quatro em quatro anos, cada seleção apurada reúne os seus melhores jogadores e parte para o país anfitrião em busca do mítico troféu. Edição após edição do Mundial, assiste-se ao "eterno retorno" em cada país participante: despedem-se alguns jogadores mais veteranos e estreiam-se outros mais novos. A atual geração de futebolistas internacionais, muito rica a nível de qualidade técnica e tática, marca um misto de históricos prestes a retirarem-se e mais jovens ainda a escreverem a sua página no desporto rei. Olhando apenas para os primeiros, existem bastantes jogadores que fruto da idade, o Mundial das Américas 2026 será certamente a sua última presença numa competição de nível mundial em seleções.

Jorge Afonso · 4 min de leitura
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Bundesliga

Wolfsburg e a glória de antigamente

No atual panorama futebolístico, tem surgido um fenómeno, cada vez mais comum e que esta época se tem manifestado de formas surpreendentes. É seguro dizer que a qualidade média aumentou de tal forma que já nenhum clube está a salvo, excepto os tubarões do futebol mundial. Clubes bem estabelecidos, considerados já como “mobília” nas suas respectivas ligas têm ultrapassado momentos de grande aperto para se superiorizarem a rivais que, em outros tempos, não teriam capacidade de bater de igual para igual com estes emblemas. Há exemplos escandalosos de velhas glórias que sucumbiram ao passar dos anos pelos mais variados motivos, sejam eles desportivos sejam económicos.   Em Portugal a lista é extensa e o leitor, com certeza, irá lembrar-se de alguns: Académica, Vitória FC e Boavista. Emblemas com uma massa adepta forte, com estádios que correspondem ao valor do clube, mas que, por uma razão ou por outra, não resistiram e encontram-se a lutar pela sobrevivência. Convém realçar a excelente recuperação da Académica. No estrangeiro, exemplos não faltam. Desde Sevilha, Tottenham e Leicester City, a lista é chocante.

José Vale · 3 min de leitura
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Resto do Mundo

Genk | Um viveiro de talentos na Bélgica

No coração da Bélgica, o KRC Genk tornou-se um verdadeiro símbolo de competência e visão no futebol moderno. Fundado em 1988, o clube cresceu de forma sustentada, apostando desde cedo numa ideia clara, formar jogadores de excelência em vez de os comprar. Longe dos orçamentos milionários dos grandes clubes europeus, o Genk construiu um modelo próprio, baseado no desenvolvimento de talento e na paciência dos seus processos, que o transformou num dos principais viveiros de jogadores da Europa. A criação do KRC Genk Talent Academy foi o ponto de viragem. A estrutura moderna e a filosofia de trabalho centrada no crescimento integral dos jovens permitiram ao clube tornar-se referência na formação. O objetivo nunca foi apenas preparar jogadores tecnicamente, mas formar atletas completos, inteligentes taticamente e emocionalmente maduros. É essa base sólida que explica por que razão tantos nomes de classe mundial começaram a dar os primeiros passos em Genk.

Diego Tamaian · 3 min de leitura
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