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Leandro Barreiro

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Opinião

A dupla Ríos-Barreiro, o mau momento de Pavlidis e a ‘estreia’ de Gonçalo Moreira | Benfica 2-0 Nacional da Madeira

O Benfica obteve uma das vitórias mais tranquilas do ano, depois de bater o Nacional da Madeira por 2-0, com um Estádio da Luz com poucas esperanças em algo mais do que o terceiro lugar a assistir de uma forma tímida. Os encarnados foram superiores ao longo da maioria do encontro, conseguindo retirar mais ilações positivas da primeira parte, do que da segunda. José Mourinho não deu margem, colocou Leandro Barreiro e Amar Dedic diretamente nos onzes iniciais. Já Fredrik Aursnes começou no banco, já que o escandinavo ainda não está a 100%. Se o bósnio fez uma partida q.b., o luxemburguês conseguiu ser um dos destaques. Ao lado de Richard Ríos, formaram um duplo pivot seguro na primeira parte, que venceu uma série de duelos e realizaram desarmes importantes. Numa fase em que o Nacional da Madeira somente conseguia sair em contra-ataque, os dois jogadores não deram espaço a que isto acontecesse, impedindo que os insulares conseguissem passar da linha do meio campo. Esta dupla de médios traz segurança às águias. Pecam na construção, não são exímios no passe, mas noutros capítulos são dos melhores do nosso campeonato.

Ricardo João Lopes · 6 min de leitura
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Opinião

Barrenechea-Ríos ou Aursnes-Barreiro: Qual é a melhor dupla no meio-campo do Benfica?

Se quisermos analisar a época que o Benfica está a realizar, temos de a dividir em duas partes. Há um Benfica pré José Mourinho, e um Benfica pós José Mourinho. Bruno Lage começou a temporada com o desejo em ser campeão nacional, e para isso construiu um plantel à sua imagem. Rui Costa abriu os cordões à bolsa e gastou uma fortuna em contratações. Entre elas, houve uma que saltou logo à vista. Richard Ríos, médio colombiano, veio com o rótulo de estrela, e o seu lugar no meio-campo parecia já estar reservado. Para jogar ao seu lado, o Benfica foi buscar outro médio sul-americano com boas referências, Enzo Barrenechea. Mas aquilo que prometia ser uma dupla de sucesso, viria a coincidir com um período de más exibições no arranque da temporada. O início em falso na Liga dos Campeões, com a derrota caseira frente ao Qarabag, foi a gota de água. Era notório que o meio-campo encarnado não estava a render aquilo que se esperava, ainda mais quando no lado direito do ataque jogava Fredrik Aursnes, um médio que de extremo não tem nada. Pode safar em algumas situações, mas aquele não é mesmo o seu lugar. Bruno Lage foi despedido e José Mourinho pegou na equipa. Era urgente mudar alguma coisa. O Benfica tinha de render mais, muito mais.

Rui Alves Maria · 3 min de leitura
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