Leandro Barreiro falou após a derrota do Benfica frente à Juventus na Champions League. O médio luxemburguês comentou também a possível chegada de Rafa Silva ao Benfica.
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Sem marcar golos é difícil ganhar
Leandro Barreiro falou após a derrota do Benfica frente à Juventus na Champions League. O médio luxemburguês comentou também a possível chegada de Rafa Silva ao Benfica.
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Depois de alcançar a segunda vitória da Champions League, o Benfica visita o Moreirense num jogo a contar para a 14.ª jornada da Liga Portugal. Os pupilos de Mourinho encontram-se em terceiro lugar e procuram voltar a aproximar-se do Sporting - que já venceu esta jornada - na tabela classificativa. O Benfica aparece neste encontro depois de uma das vitórias mais importantes e convincentes da época, após ter garantido um triunfo sólido frente ao Nápoles, na Champions League. Em Moreira de Cónegos, surgem dúvidas no onze encarnado, desde logo, na frente de ataque. Vangelis Pavlidis é candidato a recuperar o lugar no onze, após Franjo Ivanovic ter deixado boa imagem no encontro frente ao conjunto napolitano.
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Não é por estar num bom momento que me posso sentar no sofá e relaxar
Leandro Barreiro projeta Benfica x Nápoles. Águias recebem esta quarta-feira emblema italiano na Champions League.
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Há jogos que não entram para a história pela beleza, nem pelo excesso de inspiração, mas por aquilo que revelam sobre o estado anímico e estrutural de uma equipa. Em Amesterdão, o Benfica não construiu uma exibição para guardar, mas, isso sim, um sinal de vida. E quando se está numa Liga dos Campeões que parece não perdoar um erro, um desvio ou até uma hesitação, o simples ato de respirar fundo e afirmar “estamos vivos” vale mais do que a estética. Ora, o encontro com o Ajax expôs isso de forma quase cruel: dois gigantes, duas camisolas pesadas, a viverem uma realidade que não se veste de glória, mas de sobrevivência. E, no meio dessa atmosfera quase melancólica, o Benfica foi aquele que conseguiu, enfim, juntar a urgência à disciplina. E é precisamente por aqui que começa a explicação de um final de tarde que, mais do que bonito, foi útil.
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É um jogo que marca um virar de página para o Benfica e para o Casa Pia. Do lado da equipa da casa, fecha-se, por fim, o capítulo das eleições aos órgãos sociais. Do lado do Casa Pia, é o primeiro jogo desde o despedimento de João Pereira, um treinador novo e que se mostrou promissor, mas que não resistiu aos maus resultados, fruto também de ter visto a sua equipa despida de uma época para a outra. Dentro de campo, que é onde mais importa, as equipas oscilam. José Mourinho talvez tenha encontrado uma base para conseguir fazer este Benfica jogar à bola: pressão homem a homem e forçar ataques rápidos a partir da recuperação em zona alta. Repare-se, não que o futebol seja uma ciência exata, mas há duas fórmulas mais convenientes para uma equipa grande portuguesa se impôr em contexto nacional e que encaixam no que é o futebol moderno: jogo posicional e pressão alta.