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Lionel Messi

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Campeonato do Mundo

Quando a crença supera a cautela | Inglaterra 1-2 Argentina

A Argentina venceu a Inglaterra por 2-1 e garantiu um lugar na final do Mundial, onde vai defrontar a Espanha. A campeã do mundo demonstrou personalidade, capacidade de sofrimento e uma crença inabalável para superar uma Inglaterra que entrou bem no encontro, mas que voltou a falhar quando a pressão aumentou e acabou sem argumentos perante a frieza argentina. Thomas Tuchel promoveu algumas alterações em relação ao jogo anterior, procurando dar uma nova dinâmica à equipa. Spence entrou para o lugar de O'Reilly, James regressou à lateral e Rogers substituiu Madueke, numa tentativa de ganhar maior capacidade física e velocidade nos corredores, libertando Rogers para aparecer em zonas interiores. Do lado argentino, Scaloni trocou De Paul por Simeone, privilegiando um jogador capaz de oferecer maior profundidade e largura ao ataque.

Miguel Costa · 4 min de leitura
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Campeonato do Mundo

Uma rivalidade eterna que vale um lugar na final | Inglaterra x Argentina

Vinte e quatro anos depois, Inglaterra e Argentina encontram-se novamente numa eliminatória do Campeonato do Mundo, sendo que será pela primeira vez a contar para as meias-finais do mais famoso torneio do mundo. Um confronto entre duas das melhores seleções até ao momento, tanto nos resultados alcançados como no nível futebolístico apresentado. A seleção inglesa apresenta um nível muito alto e consolidado. Em seis jogos venceu cinco (4-2 à Croácia, 2-0 a Panamá, 2-1 à RD Congo, 3-2 ao México e 2-1 à Noruega após prolongamento) e apenas ficou em branco (0-0) no embate frente ao Gana de Carlos Queiroz. A equipa de Thomas Tuchel embora não tenha sempre um domínio enorme sobre o adversário nem uma posse de bola sempre esmagadora, tem um estilo intenso e vertical. Dificulta imenso a mobilidade da seleção adversária através da sua pressão alta, pratica muitas transições quando recupera a bola no seu meio-campo e consegue atacar pelo centro do terreno, mas fá-lo com mais rapidez a partir das alas.

Jorge Afonso · 6 min de leitura
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