Tema

Sevilha

464 artigos

Braga

5 grandes momentos do Braga na Europa

A viagem do Braga na UEFA Europa League 2025/26 chegou ao fim na passada quinta-feira (dia 7 de maio), após a derrota na Alemanha frente ao Friburgo por 1-3 (3-4 na junção das duas mãos). Um desempenho absolutamente notável que fez muitos recordar o percurso dos "Guerreiros do Minho" na mesma competição durante a época 2010/11. Após um terceiro lugar na fase de grupos da UEFA Champions League, a equipa então orientada por Domingos Paciência chegou à final da UEFA Europa League em Dublin, perdendo para o FC Porto de André Villas Boas por 0-1. Qualificar-se para a Europa do futebol e procurar fazer um "brilharete" na mesma, independentemente da competição, já se tornou num padrão e obrigação no ADN do Braga. Além de ter sobrevivido na maioria das vezes () a uma fase de qualificação exigente, já por várias ocasiões o Braga chegou longe nas competições europeias, dando nas vistas e fazendo os adeptos sonhar com algo maior. Além da final da UEFA Europa League de 2010/11, da conquista da Taça Interoto em 2008 e das meias-finais de 2025/26, ficam para a história também os quartos de final da Europa League de 2015/16 e 2021/22.

Jorge Afonso · 9 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

O Sevilha e a situação do ‘treinador bombeiro’: um clube longe do que mostrou ser quando era o ‘dono da Europa League’

Em Sevilha voltou a repetir-se um padrão ao qual nos estamos a acostumar nos últimos anos. Dentro do Sánchez Pizjuán, poucos são os treinadores que resistem e Matías Almeyda seguiu o caminho dos antecessores. Contratado no verão, o argentino trazia a esperança da mudança em Sevilha, mas o problema do clube vai bem além do banco de suplentes. Se fosse ‘só’ isso, a situação não era assim tão grave. O Sevilha parte para o nono treinador em apenas quatro anos, seguindo uma lógica: no começo da época, um técnico com uma ideia positiva, com certo renome, com resultados apresentados nos últimos tempos e um futebol agradável à vista. Foi assim com Julen Lopetegui, com Javier García Pimienta e o já citado Matías Almeyda. Nomes atraentes, longe de serem associados a emblemas com objetivos menores, pelo menos na fase em que aterraram na capital da Andaluzia. Já a meio da temporada, dá-se a mudança repentina, trazendo técnicos com conhecimento da La Liga, que cresceram no ‘barro’ e praticam um futebol menos entusiasmante, mas prático e com resultados, em fases em que o Sevilha necessita de pontos. Em suma, um ‘bombeiro’. José Luis Mendilibar (que até venceu uma Europa League e ganhou o presente (envenenado) de manter-se mais tempo no cargo, Quique Sánchez Flores, Joaquín Caparrós e Luis García Plaza, recentemente apresentado, encaixam neste perfil. O regresso de Jorge Sampaoli e a contratação de Diego Alonso foram ‘devaneios’ da direção desportiva e que não encaixam em nenhum destes registos.

Ricardo João Lopes · 6 min de leitura
Ler a crónica