O Mundial de Crosse que se realizou neste final de semana foi tudo aquilo que prometeu, com drama, emoção e surpresas.

A primeira prova disputada foi a prova das estafetas mistas, onde o Quénia parecia ser o favorito, pelo menos por incluir vários nomes conhecidos na sua equipa, tal como referimos no nosso artigo de antevisão. Anteriormente faláramos também da forte equipa marroquina e de uma formação Etiópia sem nomes sonantes. A verdade é  que os etíopes mais uma vez mostraram que quando trazem atletas do género, existe uma razão para tal e é sempre de desconfiar! Venceram em toda a linha, sempre estiveram na frente e até se viu os quenianos favoritos serem ultrapassados no último percurso pelo Marrocos (fantástica a prova de Arafi no percurso final).

A equipa vencedora da Etiópia foi composta por Kebede Endale, Bone Cheluke, Teddese Lemi e Fantu Worku e foi logo desde essa prova inicial que se ficou com a sensação que o duro percurso – cheio de subidas e descidas bastante acentuadas – favorecia os etíopes, que chegaram com uma larga margem em relação às outras equipas, em 25:49. O Quénia de Manangoi e Kipruto acabaria por ficar com o Bronze.

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O Pedro é um amante de desporto em geral, passando muito do seu tempo observando desportos tão variados, como futebol, ténis, basquetebol ou desportos de combate. É no entanto no Atletismo que tem a sua paixão maior, muito devido ao facto de ser um desporto bastante simples na aparência, mas bastante complexo na busca pela perfeição, sendo que um milésimo de segundo ou um centimetro faz toda a diferença no final. É administador da página Planeta do Atletismo, que tem como principal objectivo dar a conhecer mais do Atletismo Mundial a todos os seus fãs de língua portuguesa e, principalmente, cativar mais adeptos para a modalidade.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.