
Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google
Este fim-de-semana estivemos de passagem na Rússia, onde, como diz o título, reza a lenda que a Mercedes ganha em Sochi. E, apesar de 2020 ser um ano atípico, neste contexto, nada mudou.
A CORRIDA: O RECORDE AINDA NÃO FOI DESTA, LEWIS
Para quem esteve, nas últimas semanas em Itália, habituado a uma (ou mais!) bandeira vermelha, esta corrida até foi bastante tranquila. Porém, não podia faltar o drama da primeira volta, que aciona o primeiro safety car da corrida.
Safety car em pista, após Carlos Sainz (McLaren), numa saída de pista, terminar a sua corrida, e, momentos depois, Lance Stroll (Racing Point) acaba por fazer o mesmo. Mais uma corrida em que ambos os pilotos acabam por desistir, sendo a segunda consecutiva, e os únicos a não terminar a prova.
LAP 1/53
Ouch… #RussianGP 🇷🇺 #F1 @lance_stroll pic.twitter.com/3JrDlgJNQZ
— Formula 1 (@F1) September 27, 2020
Importa referir que esta prova foi marcada por imensas penalizações, estas incluídas para o atual campeão do mundo, Lewis Hamilton (Mercedes), que recebe dez segundos de penalização por infrações feitas antes da corrida. Porém, o piloto britânico recupera da desvantagem e consegue ficar no último lugar do pódio.
Então, se Lewis Hamilton fica em terceiro lugar, foi altura de Valtteri Bottas (Mercedes) aproveitar e, assim sendo, consegue a vitória, seguindo-se Max Verstappen (Red Bull) em segundo lugar.
Para finalizar o top 5, temos Sergio Perez (Racing Point) e Daniel Ricciardo (Renault), que esteve muito bem durante todo o fim-de-semana, e também acabou por ser uma das «vítimas» das penalizações.
Destaque para Charles Leclerc (Ferrari) que, nem se sabe bem como, mas conseguiu um sexto lugar. Já Sebastian Vettel (Ferrari) apenas termina no 13.º posto.
Os restantes pilotos a ganhar pontos foram Esteban Ocon (Renault) que também fez uma corrida excelente; Daniil Kvyat e Pierre Gasly (AlphaTauri) seguem-se em oitavo e nono, com uma estratégia muito pensada por parte da equipa italiana, e Alex Albon (Red Bull Racing), mesmo com a penalização de cinco segundos, ainda consegue o último ponto disponível, numa corrida muito sofrida por parte do tailandês, e também de Lando Norris (McLaren), que não vai além de um 15.º lugar.
CLASSIFICATION: RUSSIAN GRAND PRIX 🏆
Confirmation of the win for @ValtteriBottas – the ninth of his career and his first since Round 1 in Austria in July#RussianGP 🇷🇺 #F1 pic.twitter.com/qDRJPGg4YU
— Formula 1 (@F1) September 27, 2020
Sochi acaba por não ser uma grande surpresa, pois já estamos habituados ao domínio da Mercedes nesta pista. Porém, a grande surpresa é que Sochi acaba por adiar a vitória que permite a Lewis Hamilton bater o recorde de Michael Schumacher. Bem, terá que ficar para Alemanha (ou então não).
Foto de Capa: Mercedes AMG-F1
PILOTO DO DIA
MAX: “To be able to split the Mercedes cars we can be pleased with that.
“I was just trying to do my own race. I’m very happy with second after two DNFs”
#RussianGP 🇷🇺 #F1 pic.twitter.com/WkSaKKRk41
— Formula 1 (@F1) September 27, 2020
Max Verstappen (Red Bull Racing) – Podia escolher Charles Leclerc pelo esforço, ou mesmo Valtteri Bottas pela vitória, mas achei mais sensato escolher Max Verstappen. Apesar do difícil início de corrida, o piloto holandês conseguiu manter-se firme, e lutou pelo segundo lugar, mesmo com um Lewis Hamilton mesmo atrás dele, com vontade de conseguir mais, apesar das penalizações.
Para além disso, é de referir que o piloto da Red Bull tem tido umas corridas difíceis, visto que, tanto em Monza como em Mugello foi obrigado a retirar-se, por isso, foi um bom boost de confiança para Max Verstappen.
DESILUSÃO DO DIA
A moment to forget for Carlos Sainz – as an error of judgement ends his race just seconds into the opening lap 💥#RussianGP 🇷🇺 #F1 pic.twitter.com/OxZcdsvoWC
— Formula 1 (@F1) September 27, 2020
Carlos Sainz (McLaren) – Se escolher um piloto do dia é difícil, imaginem a desilusão. A verdade é que, tanto Carlos Sainz como Alexander Albon me parecem boas escolhas para o título, mas o piloto espanhol acaba por ser a escolha.
Carlos Sainz retira-se logo devido a um toque violento no muro, que na minha ótica, poderia ter sido evitado, como muitos outros pilotos o fizeram. Foi aquele toque que acabou por definir a corrida do piloto espanhol, e sendo que na última corrida também não pontuou, acaba por ser desapontante.












