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WEC 6h Brasil: Os regressos de quem nunca foi embora

Ana Catarina Ventura · 2 min

WEC 6h Brasil: Os regressos de quem nunca foi embora

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Dez anos depois da última corrida no Brasil, a WEC regressou ao circuito José Carlos Pace para entregar um espetáculo de corrida. À geral, foi o Toyota #8 que dominou a corrida e venceu por mais de um minuto de distância. Atrás dele, terminaram os Porsche #6 e #5 por essa mesma ordem. Nos LMGT3, venceu o suspeito do costume na categoria, o Manthey Purerxcing #92. Em segundo terminou o Heart Of Racing Team #27 e a fechar o pódio o United Autosport #95.

De seis horas, escolhemos os momentos que marcaram a corrida de todas as formas.

Confronto até nas box

Saída inseguras das box é um até típico no mundo do desporto motorizado. Desta vez, foi o Peugeot #94 que saiu à frente do Ferrari #51 e quase que se tocavam, podendo provocar um pequeno incidente.

Três juntos pela oitava

Este campeonato tem-nos proporcionados várias lutas desta dinâmica, com mais de dois carros a lutarem por posição em pista. No Brasil, não foi diferente: Ferrari e Posche andaram atrás do Alpine para o conseguir ultrapassar e ganhar posição, proporcionando algo tão bonito de se ver antes da primeira curva.

O pesadelo da AF Corse

Não foi o fim da corrida para o #83, mas o toque dado pelo Proton #99 deixou o carro amarelo da AF Corse parado e apontado para o sentido inverso da marcha, quando não estavam nem a meio da corrida.

Quatro juntinhos por posição

Não é só nos hypercar que a luta por posição com mais de dois carros existe. Os GT3 também têm desses momentos em grande parte da corrida e mostraram isso ao estarem quatro lado a lado. A luta pela quinta posição esteve ao rubro

Rossi a mostrar como se faz

O piloto italiano com mais campeonatos no MotoGP e que dá uma perninha nos carros, mostrou que também tem o kit de unhas ideal para manejar carros de resistência. Terminaram mesmo na quinta posição. A próxima corrida será a 30 de agosto, no Circuito das Américas (COTA).

Ana Catarina Ventura

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