Há muito em jogo quando se confrontam SL Benfica e Sporting CP, o peso de centenas de confrontos (308) que ajudaram à construção do epíteto de Dérbi Eterno: o confronto de gigantes da capital tem a importância cultural inerente aos dois maiores protagonistas desportivos em Portugal, numa história que se construiu sempre paralela e cheia de peripécias à nascença, que deram azo à criação de lendas várias e momentos inesquecíveis.

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Como no futebol o principal ponto de valorização é, e será sempre, o golo, é natural que as principais figuras constituam sempre o leque de avançados em exibição. Peyroteo e Eusébio, os mestres de tiro ao rival (45 e 27, respectivamente) repartem destaque na história como ídolos das multidões e líderes no assalto ao orgulho inimigo. No século XXI, Liedson e Óscar Cardozo (11 e 13) foram os que mais se entusiasmaram nestas ocasiões especiais, gravando o seu nome nos cânticos mais provocatórios das bancadas que se serviram deles como arma de arremesso.

Porém, não é só de nomes icónicos que se constrói a narrativa da rivalidade-mor, existindo espaço para aqueles sem lugar especial no coração dos adeptos para se afirmarem como heróis momentâneos ou, em alguns casos, definindo o momento de glória num dérbi como ponto de partida para um futuro risonho nos seus clubes. Este top servirá para relembrar cinco desses casos curiosos, histórias que mesmo os mais optimistas teriam dificuldades em fantasiar e lances marcantes que assentam invariavelmente no imaginário geral como a prova suprema de que não há jogo como este no Portugal futebolístico.

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