A definição de “melhor” é sempre bastante ambígua e no Desporto há sempre um grande espaço de debate entre amantes das diferentes modalidades. Quando se fala, neste caso, nos cinco melhores jogadores de sempre na NBA, existem nomes que estão presentes em todas as listas, mas outros podem causar uma maior discussão entre diferentes gostos pessoais.
Vários nomes como Tim Duncan ou Larry Bird ficaram no banco, mas sem dúvida que são merecedores de um lugar no top de qualquer outro adepto e apreciador da melhor liga de Basquetebol do mundo. Nesta competição, o que nunca faltou foram jogadores cheios de talento e que marcam o seu espaço entre os que tornaram o Basquetebol um desporto respeitado mundialmente.
As gerações são diferentes, a competição dos jogadores é distinta e existem imensas características que um ou outro aprecia mais. Por isso, de certeza que o top 5 deste artigo de opinião vai causar faísca e divergências em quem o vai ler.
No passado dia 4 de maio, depois de uma semana de testes físicos (onde todos os atletas corresponderam), o SL Benfica regressou aos treinos conjuntos no Seixal. Depois de várias semanas de paragem, os atletas encarnados voltaram a pisar os relvados.
De forma a cumprir as normas impostas pela DGS, o plantel foi dividido em quatro grupos de trabalho (cada um com um horário de treino distinto). Todos os jogadores do SL Benfica realizaram, entretanto, o teste para detetar o covid-19, tendo apenas David Tavares acusado positivo. O jovem médio português irá cumprir a quarentena no centro de estágio do Seixal. Foram inúmeras as mensagens de apoio deixadas nas redes sociais de David Tavares.
O clube encarnado pediu aos jogadores a máxima responsabilidade pelo código de conduta imposto aos jogadores, código esse que tem gerado tanta polémica, de forma a evitar ao máximo o aparecimento de novos casos.
Todo o plantel e staff do SL Benfica irão repetir os testes com alguma regularidade, de forma a garantir a exatidão dos mesmos.
Relativamente aos jogadores, todos voltaram em invejável forma física. O médio brasileiro Gabriel recuperou da lesão que o afetou nos últimos meses, estando agora a 100%. Com a recuperação do brasileiro, todos os jogadores estão à disposição do treinador. Bruno Lage terá que resolver várias “dores de cabeça”.
Leo Kokubo foi o primeiro dos jogadores dos escalões de formação a juntar-se ao plantel principal. O guarda redes japonês esteve, pela primeira vez, ao serviço de Bruno Lage, tendo impressionado. Num curto de espaço de tempo Kokubo deverá receber a companhia do lateral direito João Ferreira, do médio defensivo Rafael Brito, do defesa central Morato, do médio centro Paulo Bernardo, do médio ofensivo Tiago Dantas, do extremo esquerdo Tiago Araújo e do ponta de lança Gonçalo Ramos.
Todos estes jogadores estão inseridos num plano especial, com vista à sua integração no plantel principal. Se realmente o resto da liga se realizar, as equipas terão muitos jogos compactados num curto espaço de tempo. Este tipo de calendarização poderá, naturalmente, causar problemas físicos aos jogadores, daí a inclusão destes jovens nos trabalhos da equipa principal. Todos os atletas mencionados anteriormente deverão também realizar a pré-época da temporada seguinte.
Bruno Lage já veio dizer que a equipa vai treinar arduamente para tentar conquistar o bicampeonato, e parece que a promessa de entrega da equipa está a ser cumprida.
O regresso à competição, se os números de infetados não continuar a crescer de forma drástica, deverá dar-se no dia 4 de junho. Pela frente os encarnados têm dez jornadas e a final da Taça de Portugal frente ao FC Porto.
O local, a data e as horas dos jogos estão ainda a ser estudados, não sendo sequer absolutamente certo o regresso à competição. Muitos jogadores, treinadores e alguns dirigentes já demonstraram o desejo de ver o campeonato por terminado. Teremos de esperar para ver.
Nesta terça-feira de BnR TV recuamos no tempo para recordar o título do SL Benfica em 1993/94. Contamos com as participações de Abel Xavier, Kenedy e Hélder Cristóvão. Um programa recheado de histórias só para ti!
Desde a explicação de Abel Xavier sobre a grande penalidade cometida em 2000, aos comentários de Hélder Cristóvão sobre a “herança” para Bruno Lage, não esquecendo a confirmação de Kenedy sobre um acordo com o Sporting CP, antes do Mundial de 2002.
Com Mário Cagica, João Rodrigues, Marco Ferreira, Abel Xavier, Hélder Cristóvão e Kenedy.
O domínio de uma dada zona geográfica dos clubes que disputam a Primeira Liga 2019/2020 é das mais desequilibradas que já assistimos nos últimos anos. Se existisse um mapa de calor para esta análise, como existe para analisar as performances dos jogadores, o Norte era de longe a zona mais quente. Das 18 formações que compõe a nossa Liga, dez são do Norte, cinco pertencem à zona Sul e as restantes três dividem-se entre o Centro e as Ilhas. Mas este domínio não é de agora, pois este fenómeno sucede há bastante tempo.
A maioria das equipas que costumam formar o principal escalão são originárias do Norte e do Sul do país e ao longo dos anos tem se verificado uma interessante disputa sobre qual das regiões coloca mais formações na Primeira Liga. Vamos então espreitar este panorama que coloca frente a frente a velha rivalidade entre Norte e Sul.
Numa análise global, pode-se dizer que a história se divide em dois períodos de domínio e que desde o início da democracia que o figurino se alterou, se é que pode ser assim entendido. Há que ter em conta, ainda, que o quadro competitivo do principal campeonato sofreu alterações ao longo do tempo, nomeadamente ao nível do sistema de integração dos participantes e do seu alargamento e redução em várias fases.
Viajando até aos meados dos anos 30 do século passado, altura do início da principal prova, a realidade era bem diferente daquela que conhecemos hoje. Tudo começou com apenas oito equipas, em que cinco pertenciam à região de Lisboa e Setúbal, isto é, referentes à zona Sul do país e duas pertenciam à região do Porto, tendo se mantido assim a distribuição durante cinco épocas. Em 1939-40 houve o primeiro alargamento e a partir de 1946-47 estabilizou-se nos 14 participantes durante 25 anos. Ora, a verdade é que durante todo este período, os clubes situados a partir da região de Lisboa para Sul dominavam em comparação com os homólogos nortenhos, pois representavam quase sempre metade ou mais de metade do total de participantes.
Só em finais dos anos 60 é que esta disputa entre Norte e Sul começou a equilibrar, mas foi apenas uma pequena ameaça, pois as formações do Sul continuaram a liderar em representatividade até 1977. Aí, já com novo alargamento para 16 equipas começaram a verificar-se os primeiros sinais de mudança e na época 1977-78 registou-se um empate no número de formações para cada lado, mantendo-se este cenário de equilíbrio durante as quatro épocas seguintes.
O SC Braga representa atualmente a segunda maior força da zona Norte do país Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Sentia-se uma ascensão dos clubes do Norte e a ultrapassagem dá-se finalmente na época 1982-83, onde, pela primeira vez, se superiorizaram aos do Sul em representatividade, ou seja, contando com aqueles a partir do distrito do Porto para Norte. Entre alargamentos e reduções no número de equipas no campeonato ao longo dos anos, a verdade é que não mais se alterou o domínio da zona Norte que se estende até aos dias de hoje. Ao mesmo tempo que esta região foi ganhando representatividade, com pequenas quebras pelo meio, a região contrária foi perdendo representantes em relação ao período em que dominava e nunca mais conseguiu passar para a frente nesta interessante disputa histórica.
A segunda metade da década de 70 representa, então, uma mudança de paradigma e serve como delimitador do domínio entre cada uma das regiões. Por exemplo, o CF “Os Belenenses” é o quarto clube com mais presenças na história da Liga Portuguesa e o Vitória SC ocupa essa mesma posição em relação ao número de jogos. Seguem-se Vitória FC, SC Braga e Boavista FC, que compõe os principais clubes das duas regiões extra grandes. O legado de todos eles é enorme e nesta mini disputa a cinco, os do Restelo começaram por sobressair até 1963. Logo a seguir, os sadinos passaram para o controlo até 1974. A partir de 1975 dá-se a tal inversão e os nortenhos passam a dominar, mais através dos axadrezados numa primeira fase e através do SC Braga numa fase mais recente.
Mesmo em relação ao número total de títulos, e apesar de os clubes do Sul vencerem de goleada, pois a maioria deles estão distribuídos entre os três grandes e SL Benfica e Sporting CP juntos superam o FC Porto, o caso muda de figura se analisarmos o antes e o depois do célebre 25 de Abril.
A partir daí entramos claramente numa nova fase do futebol português, onde o eixo de poder muda de direção. Basta dizer que, antes deste período, os clubes do Norte tinham arrecadado 14 títulos no total e que, depois, arrecadaram 80. Pelo contrário, os clubes do Sul mantêm um registo mais equilibrado, tendo vencido 69, isto é, menos nove títulos do que aqueles que venceram antes de 1974.
A história deu então uma viragem a Norte e mesmo se olharmos para a atual classificação do campeonato, até à última paragem, verificamos que sete das 10 formações nortenhas se encontram no top 10 da tabela.
Em princípio, e, ao que tudo a FIA nos indica, se toda esta situação que estamos a viver melhorar, o Campeonato de Fórmula 1 apenas irá começar em julho, sendo o Grande Prémio da Áustria o primeiro do ano.
No entanto, nesta terça-feira, a modalidade trouxe-nos uma notícia de última hora, que muitos não estavam à espera: A relação cortada entre a Ferrari e Sebastian Vettel, sendo que o alemão já exprimiu o seu desejo de sair da scuderia italiana no final da época de 2020.
Agora, sim, podemos dizer que a «silly season» começou mesmo antes de começar a «real season».
Quatro vezes campeão pela Red Bull, e a correr desde 2015 pela equipa italiana, Sebastian Vettel deixa, assim, o lugar à disposição, bem como muitos rumores e especulações para os fãs, que, tal como eu, vão tentar adivinhar quem serão os possíveis candidatos ao lugar deixado pelo alemão.
No entanto, acredito que este não seja o fim da carreira do piloto alemão. Seja qual for a decisão que ele tenha tomado, penso que qualquer equipa terá a sorte de ter um piloto tão completo como ele.
Em 2004, os Green Bay Packers eram liderados pelo quarterback Brett Favre, o seu capitão, três vezes MVP do campeonato e que levara a equipa a dois Super Bowls – em 1996 e 1997, tendo vencido o primeiro frente aos New England Patriots.
Brett Favre era o líder do franchise, um jogador que várias vezes colocara a equipa às costas levando-a à vitória – e outras vezes sendo a razão da derrota – e havia sido a chave para a sua recuperação quando esta passou por momentos complicados na década de 80, tendo falhado os playoffs durante onze anos consecutivos.
O seu forte braço e competitividade extrema sempre foram o seu cartão de visita. Era respeitado e não havia dúvidas que iria continuar a ser o líder da equipa durante longos anos.
Nesse ano de 2004, Favre vinha de uma excelente época a nível individual – 16 jogos enquanto titular, 64% de eficácia de passe, 4088 jardas, 30 touchdowns e 17 intercetações – e a equipa ganhara a sua divisão com dez vitórias e seis derrotas, tendo, no entanto, sido eliminada nos playoffs por Minnesota. Apesar de um passado com algumas lesões, o mítico número “4” não mostrava sinais de abrandar.
Foi por isso com muita admiração que os adeptos dos Packers viram Roger Goodell anunciar Aaron Rodgers com a 24.ª escolha do Draft de 2005. Rodgers era um jovem em ascensão e com carimbo de craque.
Apesar de um início complicado na sua carreira universitária – recebeu muito pouco interesse por parte de Universidades de DI, a primeira divisão universitária – decidiu alinhar por Butte Community College de forma a mostrar o seu potencial e atingir a tão desejada DI. Assim o fez e passado um ano transferir-se-ia para a University of California, Berkeley.
Em Berkeley, teve dois anos de muita qualidade e em 2005 declarou-se como elegível para o Draft com muitas expetativas. Dadas as suas características e o que tinha atingido no panorama universitário, eram vários os analistas – e o próprio Rodgers – que o projetavam como a escolha número um, que pertencia aos San Francisco 49ers, a equipa que apoiara durante a sua infância. Contudo, tudo correu de forma diferente e o seu destino acabou por ser o Wisconsin e os Packers.
Nesse momento começou a relação complicada entre os dois quarterbacks. Rodgers era visto como o futuro de Green Bay e precisava de tempo de jogo para amadurecer, mas Favre não tinha quaisquer intenções de abdicar da sua posição enquanto titular.
Já dizia o ditado “bom filho a casa torna”. Com foco no desenvolvimento dos talentos da Academia, assumido pelo presidente Frederico Varandas, as idas ao mercado devem ser pensadas e cirúrgicas. Destacamos jogadores que passaram por Alvalade e cujos regressos na próxima época, além de desejados, não seriam impossíveis.
Cancelado o campeonato de Andebol1 e terminada, então, a época, chegou a altura de arrumar a casa e preparar a próxima época. O SL Benfica tem sido um dos clubes mais ativos neste sentido e vamos tentar perceber o que o clube da Luz tem andado a fazer.
Começamos por analisar a época que terminou. Esta era, para muitos, a época decisiva para Carlos Resende, já que era a última do seu contrato e que os resultados nas épocas anteriores não estavam a ser positivos. Deste modo, durante o verão passado ocorreram várias mudanças no plantel, saindo jogadores que não conseguiram assumir um lugar na equipa, por várias razões, e que se encontravam a mais no plantel. De destacar a saída de Hugo Figueira (GR), em final de carreira, e de Alexandre Cavalcanti (LE), jovem promessa que partiu para França. As contratações foram interessantes, com destaque para René Toft Hansen (P) e para Petar Djordjic (LE).
Apesar de todas estas mudanças, a época não corria de feição internamente: na entrada para a Fase Final a equipa estava a cinco pontos do primeiro lugar (10 na Fase Regular) e o título era uma miragem; na Taça de Portugal eliminou o ABC nos dezasseis-avos de final e ia defrontar o Passos Manuel nos oitavos. Internacionalmente, a história era outra. O Benfica conseguiu apurar-se para a Fase de Grupos da Taça EHF, superando o RK Dubrava e o RK Nexe na fase de qualificação. E a verdade é que esta participação estava a ser um sucesso. Tendo calhado no grupo com o MT Melsungen (sétimo classificado na Liga Alemã), o Bjerringbro-Silkeborg (quarto classificado da Liga Dinamarquesa) e com o KPR Gwardia Opole (quinto classificado da Liga Polaca), o Benfica estava em primeiro com quatro vitórias em outros tantos jogos e apenas a uma vitória da qualificação para os Quartos de Final da Taça EHF, quando ainda faltavam dois jogos para a Fase de Grupos terminar.
Este possível sucesso na Europa e a ainda possível conquista da Taça Portugal poderia ter mudado o destino de Carlos Resende, mas a verdade é que há dias foi anunciado que este não continuaria no comando do SL Benfica. Muitos, como eu, achavam que o histórico do Andebol Português iria conseguir voltar a guiar os “encarnados” ao título, mas o projeto falhou completamente, tendo apenas conquistado uma Taça de Portugal e uma Supertaça em três épocas.
Será certamente um SL Benfica diferente do que se vê nesta foto que se vai deslocar ao Pavilhão João Rocha na próxima época Fonte: Bola na Rede
A equipa do SL Benfica continua com graves problemas, em comparação, principalmente, com o FC Porto. Começamos, então, pelo posto de treinador, onde muitas notícias apontam que o treinador adjunto da Hungria, Chema Rodríguez, vá ser o eleito para suceder a Carlos Resende. Enquanto jogador, teve uma carreira de sucesso, passando pelo Atlético Valladolid, Ciudade Real e Veszprém, sendo que foi Campeão do Mundo em 2005 com a seleção Espanhola. Em 2017, mudou-se para França para jogar no Saran, clube da Segunda Divisão Francesa, onde se espera que termine a carreira este ano. Apesar da carreira de sucesso, tem pouca experiência enquanto treinador. É uma aposta arriscada, mas que segue a tendência dos rivais em contratar treinadores estrangeiros, o que pode vir a mudar o paradigma para os lados da Luz.
Em termos de saídas, o guarda-redes Borko Ristovski vai voltar ao Vardar, clube que enfrenta graves problemas financeiros. Provável também será a saída dos seguintes jogadores: Davide Carvalho (PD), Fábio Vidrago (PE), Ricardo Pesqueira (P), Nuno Grilo (LE) e Carlos Molina (LE). Os nomes mais sonantes são os de Fábio Vidrago, internacional português, Ricardo Pesqueira, pivôt que fez parte da equipa do ABC campeã com Carlos Resende, e Carlos Molina, especialista defensivo contratado o verão passado. Em relação a contratações, vários nomes têm sido apontados ao Benfica: Lazar Kukic (C) (Ciudad de Logrono), Mahmadou Keita (PE) (Ivry), Matic Suholeznik (P) (Dunkerque), Ole Rahmel (PD) (THW Kiel) e Lovro Jotic (LE) (Eurofarm Pelister). Estes são os nomes que têm sido avançados pela imprensa, mas Mahmadou Keita e Matic Suholeznik já confirmaram a sua mudança nas redes sociais e pelo seu clube, respetivamente.
Estes nomes demonstram que está mesmo a surgir uma mudança de visão e estratégia no SL Benfica e que a aposta agora vai ser para vencer imediatamente. Apesar das contratações estarem a ser “cirúrgicas” e em posições que ficaram desfalcadas com as saídas anunciadas anteriormente, está a surgir uma aposta nos jogadores estrangeiros, o que pode ser decisivo para ombrear com o FC Porto e com o Sporting CP, já que estes conseguiram nos últimos anos garantir os melhores jogadores, quer nacionais, quer internacionais.
O SL Benfica não é Campeão Nacional de Andebol há dez anos e algo tem de mudar, porque o que tem sido feito não tem resultado. Ao que parece, o investimento no FC Porto vai continuar, já que os resultados têm sido excelentes e históricos. Mas é a altura perfeita para tentar igualar ou superar o Sporting CP. Já no ano passado surgiram alguns problemas na construção do plantel dos “leões”, devido à falta de investimento, e no próximo ano tudo indica que Luís Frade rume a Barcelona, coincidindo com o último ano de Thierry Anti à frente do clube.
O clube da Luz está, finalmente, a tentar aproximar-se dos seus principais rivais. A próxima época será uma oportunidade perfeita para diminuir distâncias. Será que Chema Rodriguez, os reforços que tudo indica que vão surgir e, principalmente, a estrutura serão capazes de aproveitar essa oportunidade?
O presente século mostrou-nos um Arsenal de duas faces. Uma primeira década gloriosa, e uma segunda, desastrosa. É de destacar o feito dos Invencíveis de 2004, que conquistaram a Liga Inglesa após 26 vitórias e 12 empates, com o melhor ataque e melhor defesa da prova.
Na última década, os gunners fizeram da Taça de Inglaterra uma prova “fetiche”, tal como da Supertaça, vencendo por três vezes cada uma. Os campeonatos nacionais é que têm fugido ao clube londrino. A deficiente gestão financeira da administração do Arsenal traduz-se em muitos milhões e poucos resultados. Se compararmos a dimensão qualitativa do ataque e da defesa atuais, é díspar. Mas, se formos a ver, foi sempre assim.
Desta forma, apresento aquele que é, na minha opinião, o onze do século deste grande clube, montado em 4-2-3-1, super ofensivo e talhado para o futebol espetáculo.
Ao longo da história do futebol português, foram muitos os jogadores brasileiros, muitos dos quais internacionais, a fazer história no nosso campeonato e nos respectivos clubes. Foi muito difícil escolher os onze melhores, mas farei aqui um onze dos melhores brasileiros que jogaram no futebol português.