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Hóquei em Patins: Sortes diferentes para os clubes portugueses na Europa

Foram sete as equipas portuguesas que estiveram em grande destaque nos grandes palcos do Hóquei em Patins Europeu, entre Liga Europeia e WS Europe Cup (a antiga Taça CERS). Tivemos um dia de muitos altos e baixos. Muito resumidamente podemos contar com três vitórias, um empate e três derrotas – uma ditou mesmo o afastamento de uma das equipas em competição.

Temos ainda seis formações portuguesas nas provas europeias e todas elas com excelentes chances de chegar às respetivas Final Four e assim esperamos que o nosso Hóquei em Patins esteja bem representado na fase decisiva das competições. Enquanto não chega “essa tal fase final”, olhemos para aquilo que se passou neste dia nos jogos das equipas lusas.

CÀNDID BALLART DISSE “NÃO” AO EMPATE LEONINO

Uma vitória levava o Sporting CP direto para a Final Four da Liga Europeia, mas os destinos do jogo assim não o quiseram. Agora as contas neste grupo estão mais do que abertas para, pelo menos, três equipas ainda pensarem em estar nos melhores quatro da Europa: Sporting CP, Reus Deportiu e Amatori Wasken Lodi.

Os leões entraram mal na partida e a primeira parte foi toda dos espanhóis do Reus. Dois remates, ou bombas mesmo face à violência do remate, exteriores foram fundamentais para dois golos dos catalães. Depois o terceiro coube num canto da baliza de Girão, após uma falha inacreditável por parte da defensiva verde e branca.

O segundo tempo foi todo para o Sporting, mas a eficácia estava muito abaixo do normal, tal como nos primeiros 25 minutos, muito graças aos postes e também a Càndid Ballart, guarda-redes do Reus. Dois golos de Gonzalo Romero foram insuficientes para anular a vantagem espanhola.

Gozalo Romero ainda deu vida aos leões, mas acabou por ser insuficiente
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

No final do jogo, o marcador mostrava 2-3 e o Reus Deportiu ocupa agora a 2.º posição do grupo. Depois da vitória do Amatori Wasken Lodi, os leões ocupam agora o terceiro lugar do grupo com os mesmos sete pontos do que o Reus Deportiu… uma péssima notícia para quem era líder à entrada para esta jornada.

UM JOGO QUE VALEU PARA O SUSTO, MAS TAMBÉM MAIS LIDERANÇA

Mais um jogo entre portugueses e espanhóis, porém, desta vez, foi disputado na cidade Invicta. O FC Porto queria vencer o segundo classificado, CE Noia, e ficar ainda mais líderes deste Grupo B. Os azuis e brancos começaram muito bem a partida ao alcançarem uma vantagem de dois golos, mas a equipa catalã não baixou os braços e surpreendeu.

O CE Noia conseguiu empatar em três minutos, gelando o Dragão Arena. Mas apareceu, três minutos depois, Rafa para desfazer o empate. No fim, para sentenciar a partida, foi Gonçalo Alves a conseguir fazer o 4-2 na conversão de um penalti. Ainda houve confusão nestes minutos finais entre Marti Zapater, guarda-redes do CE Noia, e Gonçalo Alves, mas tudo foi resolvido.

Os portistas são líderes do Grupo B com nove pontos, mas dois do que o segundo classificado, o CE Noia. O HRC Monza com a vitória nesta quarta jornada passa também a somar os mesmos pontos que os catalães do CE Noia (sete pontos) e a luta pelos Quartos de Final da Liga Europeia neste grupo também promete dar que falar.

SL Benfica 119-111 FC Porto: Vitória encarnada após nova dose de duplo prolongamento

A CRÓNICA: BENFICA ACORDA TARDE, MAS NÃO TARDE DEMAIS

Segundo jogo do dia, segunda meia final da Taça Hugo dos Santos e segunda partida com direito a dois prolongamentos. O SL Benfica defrontou o FC Porto para decidir qual destas equipas iria marcar encontro com a UD Oliveirense na final, a ser disputada amanhã. Os encarnados, que se viram em desvantagem durante quase todo o encontro, levaram a melhor sobre os dragões.

O FC Porto entrou muito bem no jogo, a condicionar de forma excelente o ataque do SL Benfica e a transformar a solidez defensiva em eficácia ofensiva. Os encarnados pareciam desconcentrados e surpreendidos pelo forte arranque portista, e a vantagem dos azuis e brancos rapidamente chegou à casa das dezenas, por onde foi ficando até ao intervalo.

Na segunda metade da partida, nova adversidade para as águias, com o internacional português Betinho Gomes a ter de sair (de maca) do jogo, após queda aparatosa que não deixou ninguém no pavilhão indiferente. No entanto, a grande pausa que o jogo sofreu parece ter prejudicado o FC Porto, que controlava a partida até ao momento e que nunca mais pareceu a mesma após a paragem. O SL Benfica foi mantendo-se no jogo ao longo da segunda parte, e nos últimos minutos foi mesmo capaz de empatar a partida, obrigando a mais um prolongamento nesta tarde/noite de basquetebol.

No prolongamento, entrou melhor o SL Benfica, que parecia mais motivado para a fase derradeira do jogo. Apesar disso, soube sempre reagir bem o FC Porto, e os dragões forçaram, novamente, os encarnados a correr atrás do resultado, com o empate a surgir já nos derradeiros segundos deste prolongamento, forçando o segundo.

Tal como no primeiro, também no segundo prolongamento o SL Benfica voltou a entrar mais forte, ao concretizar alguns triplos importantes. Porém, desta feita o FC Porto não foi capaz de reagir e após 50 minutos de um grande jogo, a vitória acabou por cair para o lado das águias, 119-111.

 

A FIGURA

Fonte: FIBA Europe Cup

Anthony Ireland – O base do Benfica realizou um jogo quase perfeito. Com 30 pontos, dez assistências e sete ressaltos, o jogador encarnado encheu o campo e nos últimos minutos carregou a equipa às costas na busca da vitória, que muitas vezes pareceu perdida. No prolongamento, manteve a consistência e foi fundamental para a eventual vitória do Benfica.

O FORA DE JOGO

Fonte: FIBA Europe Cup

Lesão de Betinho Gomes – A brutalidade da queda do jogador do Benfica não deixou ninguém indiferente, seja no pavilhão ou em casa. Betinho Gomes foi assistido no court durante largos minutos e saiu de maca diretamente para o hospital. No entanto, a chuva de aplausos que recebeu, tanto dos adeptos do Benfica como do Porto, foi nota positiva no meio da tragédia.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

O Benfica apresentou-se num sistema perto de um 1x3x1, com o base Ireland a controlar o ataque, José Silva, Betinho e Hallman a esticar o jogo e Coleman como poste. Foi clara a aposta do Benfica no tiro exterior, tentando através da velocidade e técnica tirar proveito da maior estatura da equipa portista.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Anthony Ireland (9)

José Silva (7)

Betinho Gomes (5)

Arnette Hallman (8)

Eric Coleman (7)

SUBS UTILIZADOS

Rafael Lisboa (4)

Anthony Hilliard (5)

Fábio Lima (6)

Damian Hollis (6)

Gary McGhee (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

O forte início do FC Porto a muito se deveu à sua estratégia inicial. A defender à zona, num sistema 2×3, os dragões criaram enormes dificuldades ao ataque do Benfica, o que permitiu ao seu ataque funcionar de modo muito mais descomplicado e fluido.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Brad Tinsley (8)

Francisco Amarante (5)

Kayel Locke (7)

Preston Purifoy (7)

Sasa Borovnjak (7)

SUBS UTILIZADOS

Pedro Pinto (6)

Vladyslav Voytso (5)

João Soares (4)

Will Sheehey (6)

Miguel Queiroz (6)

Foto de Capa: SL Benfica – Modalidades

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Zé Luís e a transferência iminente

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Foi durante esta semana que um pombo correio proveniente da zona norte de Londres trouxe junto à sua pata uma mensagem para os dirigentes do FC Porto. O Tottenham Hotspur FC, depois de pescar Gedson Fernandes ao grande rival dos azuis e brancos, SL Benfica, viu na cidade do Porto uma opção válida para o seu ataque. Trata-se de Zé Luís, nome bastante falado nos últimos dias pela comunicação social como o próximo reforço dos londrinos.

Sabendo que José Mourinho é o atual treinador dos Spurs, apelidados assim por muitos adeptos, não é de estranhar que o interesse no cabo-verdiano de 28 anos seja real. Contudo, para alguns adeptos do FC Porto, a notícia torna-se uma surpresa, uma vez que Zé Luís ainda não se afirmou nos dragões. Tendo em conta que o ponta-de-lança nem sequer tem feito parte do onze inicial, os portistas questionam o porquê de uma equipa vice-campeã da última edição da Liga dos Campeões querer contar com o jogador em questão.

Foi a lesão de Harry Kane que levantou toda a cogitação em torno de Zé Luís
Fonte: Tottenham Hotspur FC

Contudo, o Tottenham Hotspur FC e, mais precisamente, o seu presidente Daniel Levy são conhecidos por não gostarem de abrir os cordões à bolsa. Ora, se Gedson Fernandes trocou o emblema português pelo britânico a título de empréstimo com opção de compra não obrigatória, está vista qual é a posição do clube em relação a este mercado – reforçar a equipa com o menor orçamento possível.

Como é do conhecimento geral, Harry Kane está neste momento lesionado e só voltará aos relvados, muito provavelmente, bem perto do final desta época desportiva. Olhando para o plantel do Tottenham Hotspur FC, percebe-se que não existe qualquer solução para o centro do ataque. Assim sendo, Zé Luís, que conta com oito golos em 20 jogos pelo FC Porto, seria a opção ideal para ser substituto de Harry Kane, tendo em conta as condições impostas pelo clube. Fala-se de que o FC Porto pensa na venda definitiva ou no empréstimo com opção de compra obrigatória, com um valor a rondar os 20 milhões de euros.

Foto de capa: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Antevisão Liverpool FC x Manchester United FC: Poderá o United travar o imparável Liverpool?


CLÁSSICO EM ANFIELD A ALTA ROTAÇÃO

Anfield Road prepara-se para receber aquele que é considerado um dos maiores clássicos do futebol inglês. Liverpool FC e Manchester United FC defrontam-se na vigésima terceira ronda da Premier League e cada um apresenta formas bem distintas nesta competição. Os Reds ainda imbatíveis no campeonato, querem dar continuidade à sua invencibilidade.

A última vez que o Liverpool cedeu pontos nesta competição foi precisamente contra o Manchester United, em pleno Old Trafford, empatando a uma bola. Já os Red Devils continuam muito instáveis e irregulares e não demonstram conseguir entrar na luta por um lugar de acesso à Champions League. No entanto, é nestes duelos que vem ao de cima o melhor do conjunto de Ole Gunnar Solskjaer, e por isso pode-se esperar um jogo muito intenso, e onde os homens da casa já sabem que não podem facilitar contra os seus rivais.

Mais de 3.5 golos neste grande jogo da Premier vale 2.45€ por cada euro apostado. Uma aposta que priveligia o espectáculo da Premier League na BET.PT!

O histórico entre as duas equipas demonstra um ligeiro ascendente do Manchester United nos últimos cinco anos, que venceu em Anfield em 14/15 e 15/16, e nas duas épocas seguintes empataram ambos os jogos a zero. O Liverpool quebrou a malapata na época passada vencendo por 3-1. 

COMO JOGARÁ O LIVERPOOL?

O conjunto orientado por Jurgen Klopp vai alinhar no habitual 4-3-3, com muitas dinâmicas ofensivas e exercendo sempre pressão sobre o portador da bola. Apresentará algumas mudanças no meio campo fruto das lesões de Fabinho e Keita que obrigarão Klopp a manter a aposta em Chamberlain, ou até mesmo lançar Adam Lallana. Fabinho e Joel Matip regressam à equipa após recuperarem das respectivas lesões. Não há muito a descodificar desta equipa, o pior mesmo é saber pará-la.

JOGADOR A TER EM CONTA 

Fonte: Premier League

Roberto Firmino – Qualquer um dos três jogadores da frente do Liverpool merecem ser destaque por aquilo que produzem enquanto equipa. Para este jogo destaco Roberto Firmino, que pode desbloquear um jogo que se antevenha mais fechado. Firmino destaca-se não só pelos golos que marca mas também por aquilo que oferece à equipa e pode ser a chave que a equipa necessita para desbloquear este jogo. 

XI PROVÁVEL

4-3-3 – Alison, Robertson, Van Dijk, Joe Gomez, Alexander Arnold, Henderson, Wijnaldum, Oxlade-Chamberlain, Salah, Firmino e Sadio Mané

 

COMO JOGARÁ O MANCHESTER UNITED?

Quanto ao Manchester United, é em tudo diferente no que à regularidade do Liverpool diz respeito. Têm-se mostrado ao longo da época uma equipa muito passiva, vivendo quase sempre à base dos lances individuais. Curiosamente as melhores exibições da equipa são contra os seus rivais, conquistando vitórias nos redutos de Chelsea e Manchester City, por exemplo.

Vem numa sequência de duas vitórias consecutivas, nunca tendo conseguido alcançar mais que esse número de vitórias no campeonato, este é o jogo ideal para isso acontecer. 

JOGADOR A TER EM CONTA

Fonte: Premier League

Marcus Rashford – O jovem avançado do Manchester United anda de pé quente esta época e tem sido o abono de família dos Red Devils, nos últimos cinco jogos para o campeonato marcou três golos, naquela que está a ser a época mais produtiva do jovem avançado inglês. Apesar de estar em dúvida para o jogo é expectável que jogue e, assim sendo, torna-se uma das maiores ameaças para as redes do Liverpool.

XI PROVÁVEL

4-2-3-1 – De Gea, Wan-Bissaka, Lindelof, Maguire, Brandon Williams, Fred, Matic, Mata, A. Pereira, Rashford e A. Martial

Foto de Capa: Premier League

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Sporting CP 88-93 UD Oliveirense: Campeão Nacional prevalece em jogo após dois prolongamentos

A CRÓNICA: JOGO MORNO COM FINAL EMOCIONANTE

No Pavilhão Multiusos de Sines, o Sporting CP e a UD Oliveirense defrontaram-se na primeira meia final da Taça Hugo dos Santos, com a equipa de Oliveira de Azeméis a levar a melhor num jogo que apenas terminou após dois prolongamentos.

O início do encontro prometia com ambas as equipas a entrarem em campo com uma intensidade digna de jogo grande e a eliminar. No entanto, com o passar dos minutos, essa mesma intensidade transformou-se em ineficácia e até alguma desorganização ofensiva. O jogo chegaria mesmo ao intervalo com o resultado de 29-33 favorável à UD Oliveirense, resultado que revela bem a dificuldade de ambas as equipas no setor ofensivo.

Na segunda parte, o jogo melhorou com ambas as equipas a melhorar na eficácia de lançamento e com isso o jogo a crescer em qualidade. No entanto, nenhuma das equipas conseguia estabelecer domínio no jogo e com cestos de ambos os lados a partida foi correndo para o final com as equipas muito próximas. Perto do fim do tempo regulamentar, parecia ser o Sporting CP quem ia sair vitorioso, com a equipa a melhorar imenso da linha de três pontos nos últimos minutos. Porém, mérito para a UD Oliveirense que soube manter a cabeça fria e empatou o jogo a 70, forçando o prolongamento.

No prolongamento manteve-se o equilíbrio, com cada posse de bola a ser jogada como se o jogo dela dependesse, algo que era visível nas intensas lutas pelos ressaltos. Apesar da vontade e da luta, os primeiros cinco minutos extra não foram suficientes para desempatar o jogo. No final, e após mais cinco minutos de partida onde já se jogava mais com o coração do que com a cabeça, foi a equipa da UD Oliveirense a conseguir a vitória. Muito mérito para os bicampeões nacionais, mas também algumas culpas para o Sporting CP, que nos últimos segundos perde um ressalto defensivo, o adversário falha os dois lançamentos livres, e com sete segundos para jogar com desvantagem de apenas três pontos, perde a posse de bola e a chance de forçar mais um prolongamento.

 

A FIGURA

Fonte: FPB

Dois prolongamentos – Apesar da fraca primeira parte, a parte final do jogo esteve recheada de emoção, e os dois prolongamentos ajudaram imenso neste capítulo. Num jogo a eliminar e com ambas as equipas a deixaram tudo no court, os dois prolongamentos ajudaram a que um jogo inicialmente morno se tornasse num bom espetáculo, com resultado equilibrado, alterações de marcador e incertezas no vencedor até ao último segundo.

O FORA DE JOGO

Fonte: FPB

Primeira Parte – Embora o emocionante final, é possível que o jogo tenha perdido telespectadores durante os primeiros 20 minutos. Quando se esperava um início forte, com as duas equipas a procurar superiorizar-se, o que se viu foi nervosismo, desorganização e uma falta de eficácia ofensiva que não se espera destes dois conjuntos.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

A equipa leonina abordou este jogo com uma estratégia algo conservadora, apostando muito no aspeto físico do jogo, e com o ataque a procurar forçar trocas que colocassem os jogadores do Sporting em superioridade de estatura perto do cesto. Fora isto, o jogo dos leões prendeu-se muito à qualidade individual dos seus jogadores, ficando claro que esta equipa ainda tem que evoluir coletivamente.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Ventura (5)

Travante Williams (8)

James Ellisor (8)

Abdul-Malik Abu (8)

João Fernandes (6)

SUBS UTILIZADOS

Francisco Amiel (4)

Pedro Catarino (5)

Ty Toney (7)

Diogo Araújo (3)

Cláudio Fonseca (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – UD OLIVEIRENSE

A Oliveirense entrou no jogo a querer surpreender o Sporting, entrado em campo com dois bases, revelando uma atitude mais ousada do que a dos leões. Com naturalidade, o jogo exterior revelou-se a grande arma da equipa treinada por Norberto Alves.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Corey Sanders (5)

José Barbosa (6)

Duda Sanadze (7)

John Fields (8)

Shonn Miller (8)

SUBS UTILIZADOS

André Bessa (5)

João Balseiro (8)

João Grosso (5)

João Guerreiro (6)

Marc-Eddy Norelia (6)

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Diogo Teixeira

SS Lazio | Teremos mais um candidato ao título?

O campeonato italiano tem sido nos últimos anos, como todos sabemos, um dos mais “aborrecidos” da Europa. Isto não se deve ao estilo de jogo que reconhecemos como característico de Itália, mas à hegemonia da Juventus FC que conquistou os últimos oito campeonatos, muitos deles sem grande dificuldade.

Tudo indicava que esta seria mais uma aborrecida edição da Serie A, com uma Juventus muito mais forte que as restantes equipas, ainda para mais com Cristiano Ronaldo, sempre à procura de bater recordes no “novo” país. No entanto a bola começou a rolar e rapidamente se desenganaram todos os que pensavam desta maneira. É verdade que a Juventus começou bem, como de resto sempre faz, mas agora não se limitou a olhar para trás para ver quem lá vinha.

A concorrência está mais forte do que nunca e há mais dois adversários a ter em conta na corrida pelo título. Um deles é o Inter, que vê em Lukaku a sua maior e melhor contratação de verão. O outro é a Lazio, uma das grandes equipas de Itália que nos últimos anos andou desaparecida pelos lugares que em nada correspondem à grandeza do clube.

Falando de um passando recente, é interessante recordar que nas últimas quatro temporadas ficaram duas vezes em oitavo lugar, uma delas no ano passado. Curiosamente acabaram por “salvar” a época conquistando a Taça de Itália, mas não deixa de ser um registo pouco convincente para o clube que acabou o campeonato com apenas 56 golos marcados. Hoje, com menos 19 partidas disputadas. levam já 46, o que nos leva a crer que foi a nível ofensivo que a equipa mais evoluiu.

Como já foi referido, estamos perante uma época muito risonha para os Bianocelesti. Pelo menos no que às provas internas diz respeito, uma vez que na fase de grupos da Liga Europa conquistaram apenas seis pontos em seis jogos, ficando assim em terceiro lugar atrás do Celtic, da Escócia, e do surpreendente CFR Cluj, da Roménia.

Já no campeonato a situação é bastante promissora. Encontram-se agora no terceiro posto, com menos três pontos do que a líder Juventus e menos um que a turma azul de Milão. Ainda sobre estatísticas é de referir que são o segundo melhor ataque da competição, atrás da Atalanta, e a segunda melhor defesa (a par da Juventus), apenas atrás do Inter. Em relação à diferença de golos aparecem destacadíssimos na liderança, com 28 positivos.

Na Taça a caminhada tem pouca história, uma vez que realizaram apenas um jogo a contar para os oitavos de final, onde golearam por 4-0 o Cremonese, equipa do segundo escalão do futebol italiano. O sorteio ditou que nos quartos de final defrontariam o Nápoles, equipa que, apesar de não estar a atravessar o seu melhor momento, é sempre merecedora de respeito e cautelas.

Fonte: SS Lazio

Por fim não podemos nunca esquecer-nos da grande conquista da Supertaça que se disputou no passado dia 22 de dezembro, quando a Lazio bateu a Juventus por 3-1, conquistando um troféu que certamente ficará marcado como um dos mais importantes da história. A este triunfo soma-se o facto de 15 dias antes o embate contra a mesma equipa ter ditado o mesmo resultado favorável para a turma de Simone Inzaghi, que está assim a realizar um ótimo trabalho no comando técnico da equipa que se encontra a jogar o seu melhor futebol, algo não visto nas últimas temporadas.

Todo este futebol personalizado e com princípios bem definidos trouxe ao conjunto do centro de Itália uma grande regularidade. Isso faz com que no campeonato tenham, em 19 partidas, 14 vitórias, três empates e apenas duas derrotas.

A equipa organiza-se quase sempre num 3-5-2, alicerçado num 11 inicial que pouco varia de jogo para jogo. O dono da baliza é Strakosha, que tem à sua frente três centrais: Luiz Felipe, Radu e Acerbi. À frente aparecem os três homens que filtram todo o jogo: Milinkovic-Savic, Lucas Leiva e Luis Alberto. Lazzari e Lulic fazem todo o corredor e surgem no apoio a Correa e à grande arma da equipa e melhor marcador do campeonato, Ciro Immobile, que conta já com 23 golos na sua conta pessoal.

Ainda que não esteja a ser perfeita devido ao fracasso europeu, é facilmente percetível que a época da Lazio está a ser muito acima das expetativas iniciais. Os Laziales, adeptos do clube, estarão certamente entusiasmados e ansiosos com o que a equipa ainda tem para lhes oferecer. Nós, enquanto adeptos, podemos assistir a um futebol que nos enche as medidas. Os votos são de muito sucesso e de continuação de bom trabalho. Só assim o campeonato italiano voltará a ganhar vida e a suscitar as maiores emoções, como fazia há uns bons anos atrás.

Foto de Capa: Lazio

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Estoril Praia SAD 1-0 Académica OAF: Golo ao cair do pano anima manhã aborrecida no Coimbra da Mota

A CRÓNICA: JOGO “SONOLENTO” DE MANHÃ COM GOLO AOS 90 QUE AJUDOU A ACORDAR

Começou cedo o espetáculo no Estádio António Coimbra da Mota. Eram 11 da manhã quando o apito de Iancu Vasilica soou. Estoril Praia SAD e Académica OAF entravam em campo. Apenas dois pontos separavam a equipa canarinha (11º lugar) e a formação de Coimbra (7º lugar).

O jogo começou morno. As oportunidades foram escassas e o futebol praticado não foi o melhor. As duas equipas encaixaram taticamente uma na outra e só aos 17 minutos apareceu o primeiro lance de perigo.

Os poucos desequilíbrios surgiram sobretudo das alas direitas das equipas com Barnes Osei, do lado dos estudantes, e Rafael Barbosa, dos estorilistas, a serem os elementos chave de cada conjunto.

Na segunda parte, o Estoril entrou mais forte, mas só ia causando perigo de longa distância. Roberto e Bragança ainda dispuseram de boas oportunidades para mexer no marcador, mas Mika evitou o golo.

A Académica OAF não dispôs de grandes oportunidades na segunda parte. O único lance de perigo terminou com um corte do central do Estoril Marcos Valente, que tirou autenticamente o “pão da boca” a Djousse.

O encaixe tático permaneceu até aos instantes finais quando, num lance de insistência, Roberto cruzou a bola para o centro da área onde apareceu André Franco a desviar para o fundo das redes. Um final animado para um jogo maioritariamente morno.

Com a vitória o Estoril chega aos 25 pontos e está provisoriamente no 7º lugar. Já a Académica é ultrapassada precisamente pelos canarinhos e desce provisoriamente ao 8º lugar, com os mesmos 24 pontos da jornada anterior.

 

A FIGURA

Fonte: Estoril Praia SAD

André Franco – O jovem avançado português entrou a 5 minutos do fim, mas ainda foi a tempo de resolver a partida. Boa substituição por parte de Pedro Duarte.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Estoril Praia SAD

Primeira Parte muito morna – A primeira parte do jogo não ajudou a manter acordado os adeptos, que cedo acordaram para assistir à partida. O jogo não foi propriamente mal jogado, mas o encaixe tático de ambas as equipas impediu que existissem mais oportunidades de golo.

 

ANÁLISE TÁTICA – ESTORIL PRAIA SAD 

A equipa agora comandada por Pedro Duarte alinhou num 4-3-3 híbrido, com Rafael Barbosa à direita, mas em constantes mudanças posicionais. Tembeng fez de número 6, enquanto Daniel Bragança jogou mais subido no terreno. Foi um jogo desinspirado por parte do jovem médio português.

As constantes trocas posicionais entre Rafael Barbosa (que jogou à esquerda, à direita e a número 10), Juninho e Miguel Crespo foram das poucas dinâmicas que conseguiram causar alguns desequilíbrios na defensiva da Briosa. O Estoril sentiu muitas dificuldades para ligar o jogo e sair a jogar a partir de trás.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Daniel Ferreira (5)

Joãozinho (5)

Lucas Áfrico (6)

Marcos Valente (6)

João Diogo (5)

Tembeng (6)

Daniel Bragança (5)

Rafael Barbosa (7)

Juninho (5)

Miguel Crespo (5)

Roberto (6)

SUBS UTILIZADOS

Chiquino (6)

Rodrigues (5)

André Franco (8)

 

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICA OAF

À semelhança da equipa canarinha, os comandados de João Carlos Pereira aprestaram-se em campo como uma formação de 4-3-3. Os “estudantes” procuraram a profundidade com Donald Djousse, mas a bola chegou poucas vezes ao camaronês. O perigo do lado da briosa surgiu sobretudo fruto da velocidade de Barnes Osei, mas o extremo ganês foi perdendo gás na segunda parte.

A Académica sentiu muitas dificuldades para fazer chegar a bola ao último terço. Com a entrada de Filipe Chaby, os “capas negras” conseguiram ter mais posse de bola, mas esta nunca se refletiu em oportunidades de golo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Mika (5)

Moura (6)

Silvério (5)

Arghus (6)

Mike (6)

João Mendes (4)

Dias (5)

Marcos Gonçalves (5)

Traquina (4)

Barnes Osei (7)

Djousse (5)

SUBS UTILIZADOS

Filipe Chaby (5)

Leandro Silva (3)

Daniel Costa (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Académica OAF

Não foi possível fazer nenhuma pergunta ao treinador da Académica OAF, João Carlos Pereira.

Estoril Praia SAD

BnR: O Estoril levava já seis jogos consecutivos a sofrer golos, hoje conseguiu manter a baliza a zeros. Como é que analisa a exibição defensiva da sua equipa?

Pedro Duarte: Os maus resultados trazem sempre ansiedade. Desde a semana passada que tentamos passar uma mensagem positiva à equipa e trazer ideia novas. Hoje conseguimos dar o passo positivo de ganhar e demos ainda esse passo positivo, muito bem analisado, de não sofrer golos.

Foto de Capa: Liga Portugal

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Bate leve… Levezinho

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O passado alegra-me. Ao relembrar memórias e vivências, sou dominado por uma nostalgia no sentido mais lato que esta conhece. O simples ato de pensar ou de reconstruir momentos que teimam em não desaparecer dada a magia que lhes está confinada edifica, na minha expressão, um sorriso genuíno, estimulado por conversas, olhares ou gestos que me encheram a alma e a adornaram com o índice de felicidade calculado em safiras e diamantes, na imponência que os distingue.

E fico livre, solto como uma borboleta na primavera que a cerca. Leve como uma pena sob os mandamentos da lei da gravidade, mas com a força de quem renuncia às suas escrituras. E lá vai ela, descendo suave e delicadamente as diversas camadas aéreas, emanando despreocupação. E eu, à sua semelhança e em jeito de imitação, desenho o meu trilho rumo ao fim que espera qualquer mortal, com a elegância característica de uma pena e com o medo de não mais sentir aqueles insetos imaginários preencherem o meu espaço cerebral.

E, no meu pensamento, emerge Liedson. O Levezinho. Literalmente. O primeiro ponta de lança que despontou o esboço raso dos meus lábios. A magnum opus futebolística capaz de colorir a primeira fase da minha infância e pintá-la em tons de verde e branco, sem qualquer tipo de espaço para outra cor.

O matador leonino deixou saudades em Alvalade
Fonte: UEFA

Aconselho a pausa na leitura. Restabeleçam o fôlego e a concentração. O paralelismo feito com uma pena é descabido? Em jeito metafórico, o que se lhe poderia atribuir? Uma pessoa que, na gíria, “foge ao fisco”?  Alguém que consegue sobrelevar-se a qualquer barreira, muro ou obstáculo? A pessoa que, diante do inimigo, prevê o movimento seguinte? O único indivíduo capaz de, no seio de tempestade, possuir o discernimento necessário para contorná-la? Talvez, um misto de todas estas possibilidades…

Os seus contemporâneos demonstraram afeto imediato. Qualquer adepto, do croquete ao rissol, aquando de um tento apontado, festejava e esbracejava como de um feito inédito se tratasse. A indiferença e a neutralidade não coabitavam em Alvalade. Cabeça, tronco, membros inferiores, apêndice, cóccix, o que interessava? Era golo do Liédson e isso bastava!

Transportem o campo da imaginação para dia ou noite de derby: se um golo de qualquer jogador banal já exultava e estremecia as bancadas do convento, deduzam o tremor causado pela transposição da bola para lá do guarde-redes (Quim, Moretto ou Moreira, ele adorava-os e sentia carinho pelos três, de igual forma). (Palavra de apreço, também, ao Luisão, ao Alcides e ao Anderson, centrais que alegraram os meus olhos durante alguns pares de 90 minutos pelas fissuras defensivas, que tão esbeltas eram!). E lá manifestava o seu festejo, de mão em riste e a voltear a orelha direita, num pedido autónomo dirigido às bancadas, de modo a que os adeptos bradassem os cânticos ao ritmo da sua batuta (a do golo, está claro).

E, alicerçado no meu desabafo inicial, digo: “antigamente” (desculpem-me a utilização da expressão com algum caruncho), a minha preocupação não reservava qualquer espaço, por diminuto que fosse, ao articular do discurso e posterior argumentação face à temática da instabilidade, divisão e cisão, capítulo (relembrem-me!). Limitava-me, apenas, a observar a suspensão da pena e a primavera da borboleta verde.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Rally Dakar: Americanos ao rubro

Terminou a competição mais longa e dura do todo o terreno mundial. A prova teve lugar na Arábia Saudita, após ter passado por África, Europa e América do Sul. A 42.ª edição deu mais uma mudança drástica na localização do Rally Dakar. Entre a primeira edição, em 1979, até 2007, o roteiro era traçado entre a Europa e a África. A prova acabou por ser cancelada no ano de 2008 e, no ano seguinte, foi transferida para a América do Sul, onde se manteve até 2019. Este ano, o Médio Oriente acolheu a caravana.

A prova foi composta por 12 etapas, teve mais de 7,9 mil km percorridos, ao longo de um terreno desértico. Iniciou-se em Jidá e terminou em Al-Qiddiya, na região da capital, Riade.

Os pilotos foram desafiados pelas paisagens variadas da Arábia Saudita que proporcionou momentos de adrenalina, felicidade, surpresa e alguma tristeza. O maior Rally Raid do mundo escreveu um novo capitulo nos misteriosos desertos que tornaram esta prova tão “acidentada”. Mais uma vez, estivemos perante um Rally Dakar com um grau de dificuldade enormíssimo, não fosse esta uma prova que testa os limites do Homem e das máquinas.

Pudemos observar grandes pilotos que, mais uma vez, demonstraram o seu potencial, a sua resiliência e a sua vontade de vencer. Uma prova intensa para o contentamento dos amantes de desportos motorizados por um lado, uma prova demasiado complexa e perigosa para os mais prudentes.

Fomos presenteados com algumas novidades na competição, sendo importante realçar a estreia de um dos pilotos mais talentosos de todos os tempos, Fernando Alonso (Toyota). Na décima etapa, o piloto não ganhou para o susto, ao capotar nas dunas, mas não sofreu ferimentos e prosseguiu o seu caminho. Na oitava etapa, o seu tempo foi de 03h52m27s, tendo sido a sua melhor prestação. Acabou a competição em 13.º lugar.

Portugal 35-25 Suécia: Entrada na Main Round com a mão direita

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A CRÓNICA: VITÓRIA SENSACIONAL DA SELEÇÃO PORTUGUESA FRENTE AOS VICE-CAMPEÕES EUROPEUS

A jogar a primeira partida do main round na Suécia, diante dos suecos, Portugal não se deixou intimidar e foi com bravura e determinação que os pupilos comandados por Paulo Pereira entraram em campo para defrontar a anfitriã do Grupo II.

Após uma entrada a todo gás, a meio da primeira parte a equipa lusa já vencia por dois golos, 9-7.

Com Alfredo Quintana, Rui Silva, João Ferraz e Fábio Magalhães em destaque, a seleção portuguesa ia fazendo moça em terras suecas, e à passagem do minuto 24 já vencia por quatro golos de diferença. Vantagem que se poderia ter mantido até ao período de descanso, não fosse Daymaro Salina desperdiçar a última oportunidade do primeiro tempo.

Na segunda metade, Portugal não tirou o pé do acelerador e à imagem do que fez nos primeiros 30 minutos continuou com uma eficácia ofensiva notável (70%).

Os suecos começaram a ficar impacientes e acabaram por pagar bem caro as precipitações no ataque e a falta de acerto defensivo. A jogar pela certa, a formação portuguesa foi cavando, paulatinamente, uma grande diferença no marcador e, a meio do segundo tempo, já vencia por sete golos.

Daí até final, ainda houve tempo para Humberto Gomes brilhar na baliza, parando um livre de sete metros e um remate do pivô adversário, contribuindo para que Portugal dilatasse ainda mais o resultado no marcador, para uma diferença que chegou a ser de 11 golos.

A FIGURA

Fonte: FAP

Alfredo Quintana – O guardião português voltou a estar em grande plano no Europeu, com defesas decisivas nas derradeiras alturas do encontro. Com 38% de eficácia, Quintana foi o principal responsável desta diferença no marcador.

O FORA DE JOGO

Fonte: Handbollslandslaget

Suécia – O conjunto sueco mostrou estar muito aquém do seu melhor nível, a jogar em casa, diante da sua massa adepta, esperava-se muito mais desta formação repleta de grandes talentos.

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Foi no eixo defensivo que Portugal venceu o jogo. Depois de utilizar o sistema 6×0 durante a primeira parte do encontro, Paulo Pereira optou por empregar um 3×3 no início do segundo tempo. Opção que veio a dar frutos logo nos instantes seguintes, com os lusos a descolarem no marcador.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Alfredo Quintana (9)

Diogo Branquinho (7)

Fábio Magalhães (8)

Rui Silva (8)

João Ferraz (7)

Pedro Portela (6)

Alexis Borges (6)

SUBS UTILIZADOS

Humberto Gomes (6)

Miguel Martins (6)

Daymaro Salina (7)

Alexandre Cavalcanti (5)

António Areia (6)

Fábio Vidrago (5)

Luís Frade (6)

Tiago Rocha (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SUÉCIA

Com um 6×0 muito passivo durante toda a partida, os suecos não podiam esperar outro desfecho. Ao contrário do que seria expectável, a formação anfitriã mostrou-se pouco recetiva a sair ao contacto e quando saía era de forma precipitada, culminando muitas vezes em exclusões de dois minutos.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Appelgren (6)

Gottfridsson (5)

Ekdahl Du Rietz (4)

A.Nilsson (5)

Nielsen (6)

Tollbring (5)

Arnesson (5)

SUBS UTILIZADOS

Jeppsson (5)

Henningsson (5)

Thurin (5)

Nilsson (6)

Darj (5)

Pettersson (6)

Chrintz (5)

Pellas (5)

Palicka (6)

Foto de Capa: FAP

Artigo revisto por Diogo Teixeira