As equipas portuguesas na UEFA Futsal Champions League, Sporting CP e SL Benfica, estão já de olho na Elite Round, mas ainda há uma fase para ser ultrapassada – a Main Round. Na Eslovénia e na Bélgica, as duas formações têm o mesmo objetivo: passar em primeiro lugar para ser cabeça de série do sorteio da fase seguinte.
O Bola na Rede preparou uma antevisão àquilo que leões e águias podem encontrar nos seus respetivos grupos e quais serão as dificuldades para ambos nesta fase algo prematura da competição. Curiosamente, as equipas lusas vão encontrar os campeões nacionais dos respetivos países, sendo que o Benfica também tem esse título de campeão nacional e o Sporting tem o seu estatuto – conquistado o ano passado – de campeão europeu, em Almaty.
NA ESLOVÉNIA COMEÇA A CAMINHADA DO CAMPEÃO EUROPEU
O Sporting CP irá iniciar a defesa do seu título, na Eslovénia, perante três equipas campeãs pelos seus respetivos países, a saber: a equipa da casa, o KMN Dobovec, o oponente representante da Sérvia, o KMF Ekonomac Kragujevac, e a equipa campeã nacional da Bósnia, o Mostar SG HP Investing, num grupo que coloca três equipas balcânicas em rota de colisão com os leões.
Com o título de campeões da Europa, os leões querem defender bem este estatuto conquistado o ano passado pela primeira vez Fonte: Sporting CP – Modalidades
Tendo em conta o patamar competitivo leonino, a valia dos adversários e o facto de se apurarem para a fase seguinte os três primeiros classificados de cada grupo creio que esta fase será apenas uma mera formalidade. Pese embora a importância de terminar esta fase no primeiro lugar, dado que evita o confronto com os líderes dos outros grupos, evitando assim os adversários teoricamente mais fortes na ronda de Elite.
Como já referi anteriormente, o Sporting tem este ano o privilégio e a responsabilidade de carregar o estatuto de campeão europeu, pelo que todas as equipas partem para os jogos contra a formação lisboeta com a motivação adicional de tentar “bater o pé” ao atual campeão continental.
Algumas caras novas – Taynan, Bernardo Paçó e Pauleta – podem ajudar a revalidar este título europeu, começando já nesta fase Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Algo que não deve mexer com a cabeça dos jogadores verde e brancos, habituados a ser um dos “alvos a abater” no campeonato português, tendo atualmente um plantel muito forte, ao nível do estatuto que enverga nesta temporada 2019/20.
Após as primeiras sete jornadas da Primeira Liga, e agora que vamos ter uma nova pré-época (um mês de paragem é ridículo), eis que temos já muito sumo para irmos bebendo lentamente até que o final do mês de Outubro chegue, o mais rapidamente possível.
Assim sendo, aqui ficam algumas conclusões que podem já ser retiradas pelos 18 clubes do nosso Campeonato.
FC Famalicão – Já tudo ou quase tudo foi dito sobre o Fama. Equipa cheia de qualidade. Treinador a surpreender. Pérez é óptimo. Lameiras e Fábio Martins driblam as dificuldades. O meio campo seguro e com bola. Líderes! E tudo isto sem um ponta de lança que marque golos. Enganei-me… há lá um. Mas ainda é suplente… não sei muito bem porquê.
SL Benfica – Este Benfica nem parece o mesmo do ano passado. Bruno Lage não parece o mesmo do ano passado. Lage tem uma tara chamada “TARAbt”. RDT faz os adeptos lembrar Ferreira, mas é, acredito, o melhor ponta de lança da equipa. Seferovic não é assim tão bom. André Almeida breve vê um dos putos Tomás passar-lhe a perna.
FC Porto – Estiveram quase enterrados, mas Conceição e os homens do norte voltaram a mostrar do que são feitos. Que grande guarda-redes foram buscar. Pepe e Marcano para já chegam, mas cuidado. Telles é de outro nível. Uribe não é nada mau. Nakajima afinal, conta Zé Luís, cabeceia melhor que remata e Marega ainda não é o que foi. E apostar a sério na juventude?
Vitória SC – O Vitória tem um excelente plantel e um óptimo treinador. Tapsoba não se aguenta muito tempo em Guimarães. Lucas dá a classe que faltava. Davidson breve dá um salto ainda maior. Rochinha como nunca o vimos. Bonatinni, Bruno Duarte ou Guedes? Algum será o avançado que parece faltar aos vimaranenses?
Sporting CP – Silas fará ‘milagres’ que Leonel Pontes não conseguiu? O balneário estará perdido? Coates voltará a ser o que já foi? Jesé será um ‘flop’ emprestado? E o Fernando? Alguém sabe dele? Bruno Fernandes e mais dez (de novo)? Será Luiz Phellype a solução? Tantas questões e nenhuma conclusão.
Boavista FC – Ainda não perdeu. Grande concistência defensiva. Sem vedetas. Sem um ponta de lança goleador. Sem médios muito criativos ou centrais muito bons. Sem, sem, sem, mas com um colectivo que faz lembrar o Boavistão… pelo menos na entrega. Ah, sim.. que belo defesa esquerdo. E aquele menino do meio campo defensivo?
Esta é a classificação da Primeira Liga, sete jornadas após o começo da época Fonte: Liga Portugal
CD Santa Clara – Uma equipa com tudo para ter mais uma época calma. Sabe defender, com bons jogadores cá atrás. E lá na frente? Guilherme e Tiago Santana quando começarão a brilhar? Onde está o Lincoln de quem se falou tão bem?
Rio Ave FC –Taremi tem feito falta mas já aí vem. Bruno Moreira é daqueles que por onde passa marca. Nuno Santos a um nível superior. Filipe Augusto até sabe jogar e bem. Diego Lopes abaixo do esperado. Uma defesa ainda em cosntrução?
CD Tondela – Ora surpreende, ora decepciona. Denilson é jogador. Rubio não é mau. Falta o melhor Xavier e o melhor Murillo. E, já agora, uma defesa mais compacta, se faz favor, que o Cláudio Ramos merece.
CS Marítimo – Não é um Marítimo europeu. Bons avançados, mas uma equipa que joga pouquinho. Não falta matéria prima. Mas que falta algo, lá isso falta. Nuno Manta Santos não deveria ser um treinador mais ofensivo?
SC Braga – Os irmãos Horta dão uma bela colheita. Galeno cada vez mais titular. Paulinho já marca. A defesa treme em demasia. E Sá Pinto também. Falta algo nesta equipa. Parece-me o Braga menos forte dos últimos tempos.
Moreirense FC – Uma dupla de centrais de homens de barba rija. Um meio campo onde falta um criativo. Ponta de lança não abunda. Nené será suficiente? Bilel e Luther têm tudo para brilhar. Uma época tranquila, antevejo.
Vitória FC – Como pode uma equipa empatar tantos jogos a zero? Que grande consistência tanto defensiva como ofensiva. Quase não se sofre e quase não se marca. Eber Bessa não devia ser sempre titular? Há por aí algum avançado?
Gil Vicente FC – Kraev e Lourency voltem rápido a ser os jogadores das primeiras jornadas se faz favor. Bom conjunto. Ruben Fernandes não deveria ser sempre defesa central? E um ponta de lança? Haverá por aqueles lados? Para já não o encontro.
Belenenses SAD – Mudou o treinador e mudaram algumas das caras. Kofi capaz do melhor e do pior. Robinho será a nova coqueluche? Para quando um onze inicial estável e consistente? Isto de mudar de treinador não faz milagres. Ou será que sim?
Portimonense SC – Jackson já não é o que era. Marlos será o que dizem que pode ser? Tabata emigrou? Ansiosos por Paulinho. Talvez Folha devesse, em alguns jogos, jogar mais fechado: para o pontinho.
FC Paços de Ferreira – Acredito muito em Pepa mas acreditará ele nesta equipa? Vejo alguma falta de qualidade. Fará renascer Whelton? Ou Douglas será mesmo um tanque? Pedrinho assumirá a batuta? É preciso o melhor Paços na capital do móvel para que a equipa consiga uma época minimamente tranquila.
CD Aves – Inácio não deve ficar muito mais tempo. Muito jogador novo numa equipa que não passa a mediania. Excepção a Mohamedi: este tem classe. Uma época que será complicada. A caminho da Segunda?
Miguel Pisco é praticante de Judo. Após ter participado nos Mundiais da modalidade em Tóquio, o judoca de 22 anos aceitou o desafio do Bola na Rede, e falou da sua ainda curta carreira e da experiência em terras nipónicas, abordou os desafios futuros, e, ainda, deu a sua opinião sobre o atual estado do Judo em Portugal.
-Carreira como Judoca-
Bola na Rede [BnR]: Há quantos anos é que estás ligado ao Judo?
Miguel Pisco [MP]: Comecei a fazer Judo quando tinha quatro anos, e já conto com 18 de prática.
BnR: Como surgiu o gosto pelo Judo? E tens algum ídolo em que te inspires para ser melhor nesta modalidade a cada dia que passa?
MP: Desde o início e logo na primeira aula, gostei e nunca mais larguei, sendo que é o que mais gosto de fazer. Quanto à questão dos ídolos, confesso que não tenho nenhum, mas reconheço em vários atletas algumas características que admiro. Além disso, alguns colegas e amigos de treino têm percursos singulares e respeito-os muito, além de que ajuda estar rodeado dessas pessoas.
BnR: Como atleta, competes na categoria -60kg. Para quem não entende nada de Judo, será que podes explicar quantas categorias existem? E como é definida qual a categoria em que cada judoca irá competir?
MP: No Judo, existem sete categorias masculinas (-60kg, -66kg, -73kg, -81kg, -90kg, -100kg e +100kg) e sete femininas (-48kg, -52kg, -57kg, -63kg, -70kg, -78kg e +78kg). Regra geral, cada atleta tem um corpo que naturalmente tende para se encaixar numa certa categoria. O que pode ainda acontecer é o/a judoca estar em duas categorias, e aí acaba por escolher aquela que prefere. Mas todos acabam por adaptar o seu corpo à categoria em que competem.
Miguel Pisco pratica Judo desde os quatro anos de idade Fonte: Arquivo pessoal do entrevistado
BnR: Começaste a participar em Campeonatos Nacionais em 2010. És capaz de dizer exatamente onde decorreu a primeira prova em que competiste e em que lugar terminaste?
MP: Sim, recordo-me perfeitamente a competição onde fiz a minha estreia. O meu primeiro campeonato nacional foi o Nacional de Juvenis. Competi na categoria -46kg, a prova até me correu bem, e consegui terminar em 2.º lugar. Quanto ao sítio onde decorreu o campeonato, já é mais difícil, pois já foi há uns bons anos (momento de riso).
BnR: Tornaste-te atleta internacional no mesmo ano. Quando sentiste a necessidade de começar a competir internacionalmente? E lembras-te qual foi a tua primeira prova fora de Portugal?
MP: A partir do momento em que lutei num Campeonato Nacional e fiquei em segundo, senti a necessidade de ter um desafio maior. Queria sair de Portugal e ver como era lá fora, como seriam os adversários, as competições, tudo. Lembro-me perfeitamente, fui a Granada, no mesmo ano do Nacional, acabei por perder no primeiro combate e fui eliminado. Essa experiência marcou-me muito, pois percebi que o atleta que era nessa altura não chegava para ser bem-sucedido fora do nosso país. E isso é muito importante para um atleta, ser competitivo e encontrar desafios, e depois preparar para os superar.
Num dia em que o Decatlo e o Heptatlo terminaram com dois novos campeões mundiais, foi, ainda assim, nos 400 metros que a maior surpresa se deu. Sim, sabia-se que Naser poderia bater Miller-Uibo. Não, nada faria prever que o pudesse fazer com a terceira melhor marca da História! A prova de 400 metros foi um hino ao Atletismo, com cinco grandes recordes pessoais, todos abaixo dos 50 segundos.
Os Portugueses
Patrícia Mamona conseguiu o apuramento para a final do Triplo Fonte: FPA
Portugal teve quatro atletas em competição no sétimo dia do evento, com a participação de três (Patrícia Mamona, Susana Costa e Evelise Veiga) no Triplo feminino e um (Francisco Belo) no Peso masculino.
As primeiras a entrar em ação foram as atletas do Triplo, Patrícia Mamona conseguiu o apuramento para a final de sábado, com um primeiro salto de 14.21 metros. A marca não era suficiente para a qualificação direta (14.30), mas a atleta portuguesa conseguiu mesmo o apuramento, sendo a 10.ª a saltar mais longe na tarde de Doha. Já no que diz respeito a Susana Costa e Evelise Veiga, a sorte não foi a mesma. Evelise Veiga (18.ª marca entre as presentes), a fazer um melhor de 13.89 metros e Susana Costa a fazer um melhor de 13.77 metros (20.ª).
No final, Patrícia Mamona afirmou que sentiu “um pequeno estalo no joelho” durante a competição, mas que não sentia quaisquer dores e que “foi só um susto”. Sabia que na final tinha “que dar tudo”, pois o nível no Triplo “está muito alto”. Evelise Veiga não deixou esconder as suas emoções e afirmou estar “desgostosa”, porque não conseguiu “mostrar o melhor” de si, mas que tem que estar orgulhosa da época que fez. Já Susana Costa reconheceu que foi uma “época de verão atribulada”, que “pensava que o que tinha treinado chegaria”, mas que “sabia que não estava a 100% e que nestas competições é necessário estar a 200%”.
Mais tarde, foi a vez de Francisco Belo entrar em competição no Peso, tendo um resultado abaixo das suas expectativas, com um melhor lançamento a 19.52 metros, sendo 32.º na classificação geral. No final, o atleta não quis apontar desculpas, confirmou que teve um problema físico que o deixou em observação por 24 horas, uma gastroenterite, mas disse também que isso não é desculpa e que “todos os atletas têm pequenos problemas”. Disse que arriscou hoje porque “sabia que o nível seria elevadíssimo e teria sempre que fazer a marca de qualificação direta para passar”. Belo diz que agora é tempo de começar a pensar nas “competições do próximo ano”, um ano de Mundiais de Pista Coberta, Jogos Olímpicos e Europeus (por ordem temporal, não por ordem de importância).
O momento mais aguardado da noite era a final feminina dos 400 metros, com o grande duelo em perspetiva entre Shaunae Miller-Uibo (BAH), a campeã olímpica e líder mundial do ano, e Salwa Eid Naser (BRN), a atleta que… só perdia com Miller-Uibo. Naser, que nasceu na Nigéria, mas que compete pelo Bahrein, arrancou muito forte e, por momentos, 80% dos que assistiam, no estádio ou na televisão, terão pensado que ela pagaria a fatura na parte final, mas…não! Aguentando-se bastante forte à saída da curva, sabia que Miller-Uibo iria forçar na reta da meta, mas continuou forte e terminou nuns inacreditáveis 48.14 segundos, a 3.ª melhor marca da História (as primeiras duas são de Marita Koch e Jarmila Kratochvílová…), recorde asiático e o tempo mais rápido do mundo desde 1985! No final, a atleta nem queria acreditar no que os resultados mostravam, mas é mesmo verdade e ela é a nova campeã mundial com uma marca do outro mundo. Do outro mundo foram também os resultados, no geral. Cinco mulheres baixaram dos 50 segundos, todas com recorde pessoal, mas o grande destaque – além de Naser, claro – tem de ser Shaunae Miller-Uibo que, em 48.37 segundos sobe para a 5.ª mais rápida da História! Ainda que bata também o recorde da América Central e da América do Norte, apenas leva para casa uma medalha de Prata.
Já para a Prata voou Shericka Jackson (JAM) em 49.47 segundos, repetindo a medalha que tinha alcançado em Pequim, aqui com um novo recorde pessoal. No 4.º e no 5.º lugar, duas norte-americanas – escusado será dizer que também com recorde pessoal – Wadeline Jonathas (USA) e Phyllis Francis (USA) – que até era a campeã mundial em título – correram em 49.60 e 49.61, respetivamente. Será, muito provavelmente, a prova dos campeonatos e Naser, aos 21 anos, pode muito bem sair de Doha como a nova coqueluche do Atletismo mundial.
Novos e surpreendentes campeões mundiais nas provas combinadas. No final da noite de ontem, Kevin Mayer (FRA) e Nafi Thiam (BEL) pareciam bem lançados para renovarem os seus títulos (não eram líderes, mas algumas das suas provas fortes eram hoje). No Decatlo, Mayer, mais uma vez, teve azar em grandes campeonatos e depois dos três nulos no Comprimento dos Europeus do ano passado, agora, em Doha, lesionou-se e já não conseguiu fazer a Vara (o atleta diz que passou por problemas no tendão de aquiles nas últimas semanas). O Ouro foi assim disputado até ao último momento, indo para o atleta que venceu nos 800 metros finais, Niklas Kaul (GER), com 8691 pontos, um novo máximo de carreira aos 21 anos, depois do título mundial júnior há 3 anos.
Aos 21 anos, no topo do mundo! Fonte: IAAF
A Prata foi para Maicel Uibo (EST), que lutou como pôde nos 800 metros finais para alcançar o 2.º lugar com um novo recorde pessoal (8604 pontos), saindo dos Campeonatos com a mesma medalha que a sua esposa, Shaunae Miller-Uibo! Uibo tinha sido Bronze nos Indoor de Birmingham e aqui sobe uma posição. Por último, com a medalha de Bronze nestes Campeonatos, ainda não é desta que Damian Warner (CAN), que fez 8529 pontos, chega ao Ouro. O canadiano tem agora três medalhas em Mundiais ao ar livre e uma em pista coberta, além de um Bronze olímpico.
Já no Heptatlo, Katarina Johnson-Thompson (GBR) fez muito melhor do que Thiam no Comprimento (6.77/6.40) e não esteve tão distante como se esperava no Dardo (43.93/48.04), pelo que quando entrou na prova final de 800 metros já se sabia que só um cataclismo impediria o seu título mundial, uma vez que KJT tinha um recorde pessoal 8 segundos melhor do que Thiam nessa distância. Aí, a britânica não desiludiu. Correu em 2:07.26 e não só se sagrou campeã mundial, como bateu o recorde nacional britânico da grande Jessica Ennis-Hill (GBR), totalizando um máximo de 6981 pontos, ao conquistar 4 das 7 provas nestes Campeonatos. Recorde-se que depois de ter sido 6.ª no Rio e 5.ª nos Mundiais de Londres, muitas críticas se fizeram ouvir relativamente à sua capacidade competitiva. Pois aí está a resposta de Johnson-Thompson… depois do título em pista coberta, este é o primeiro título mundial ao ar livre para a atleta britânica. No segundo lugar, a Prata foi para Nafi Thiam (BEL), que com 6677 pontos, teve a sua primeira grande derrota da carreira para a britânica, sendo que o Bronze foi para Verena Preiner (AUT) que fechou o Heptatlo com 6560 pontos, próxima do seu recorde pessoal, na sua primeira grande medalha da carreira.
Depois de muitas críticas, KJT caiu, levantou-se e está no topo do mundo Fonte: IAAF
A primeira final da noite foi a do Lançamento do Peso feminina. Lijiao Gong (CHI) – que já havia sido a campeã em Londres – começou bem, esteve sempre na frente do concurso, com todos os lançamento acima dos 19 metros e renovou mesmo o título, com um melhor lançamento a 19.55 metros no 4.º ensaio.
Depois de Londres, Lijiao Gong também vence em Doha Fonte: IAAF
Daniel Thomas-Dodd (JAM) ainda assustou no último ensaio, mas ficou a 8 centímetros (com 19.47), garantindo, ainda assim, a primeira medalha da Jamaica na história do evento. O terceiro lugar do pódio foi para Christina Schwanitz (GER), que lançou a 19.17 metros no 5.º ensaio, garantindo todo o pódio acima dos 19 metros.
Sporting CP e LASK Linz tiveram sortes diferentes na estreia desta edição da Liga Europa. Os austríacos venceram e os leões perderam, por isso, era expectável que ambas as equipas olhassem para esta partida de modo diferente. Os leões queriam ter um resultado mais animador em casa para ganhar os primeiros pontos na Europa e os austríacos queriam manter a forma da primeira jornada e continuarem líderes do Grupo D.
Começou muito melhor o jogo a equipa austríaca e logo nos primeiros segundos da partida conseguiram criar muito perigo na baliza dos leões. Aos 35 segundos, ainda havia pessoas a procurar o seu lugar no estádio, houve dupla oportunidade para o LASK Linz marcar, mas ao Sporting valeu o guarda-redes brasileiro Renan Ribeiro. Foi um aviso dos austríacos que colocava em sentido os verdes e brancos.
Aos 11 minutos, não houve nenhuma oportunidade de perigo, mas sim uma bonita homenagem nas bancadas do Estádio de Alvalade. Um estádio todo de pé a aplaudir, durante um minuto, dando força a Rui Jordão, antigo jogador do Sporting dos anos 80, que está a passar por problemas de saúde. Os sportinguistas não deixaram de mostrar o seu carinho a “um dos seus” e a quem muito deu ao clube de Alvalade.
Os avisos foram dados desde muito cedo, mas também foi madrugador o golo na partida. Aos 16 minutos, um mau passe de Mathieu, depois a chegar a Marko Raguz. O austríaco fez um bom trabalho sob Doumbia e com um remate de pé esquerdo fuzilou Renan Ribeiro. Um grande golo por parte do jogador formado nas escolas do LASK Linz. Estava inaugurado o marcador em Alvalade a favor dos austríacos, que se mostravam bem e dominadores na partida. Este foi o segundo golo que o Sporting sofreu de equipas austríacas – o primeiro foi em 1968, com o Rapid Wien.
O LASK Linz baixou muito o ritmo que tinha tido nos minutos iniciais, mas mantinha-se muito organizado no seu meio campo. Já o Sporting tinha muitas dificuldades em construir jogo a partir do seu meio campo, como as equipas de Silas costumam jogar. E, por isso, estávamos perante uma partida muito jogada a meio campo sem muita história para contar.
Foi mesmo assim – sem mais história – que a partida foi para o intervalo e as duas formações recolheram ao balneário com vantagem para o LASK Linz. Os austríacos tiveram um grande domínio inicial e acabaram por relaxar na partida, oferecendo o destino do jogo aos leões. Porém, o Sporting sentiu as dificuldades, nesta primeira parte, em construir as suas jogadas. Esperávamos que os verdes e brancos no segundo tempo fossem mais inspirados para reverter este resultado.
Após o intervalo, entrou Luciano Vietto e o Sporting passou a jogar em 4-4-2, com Miguel Luís a ser adaptado a lateral esquerdo primeiro, passando depois para o lado direito. Era a consciencialização de Silas de que a táctica que usou no início do jogo não foi uma boa opção e, talvez, um dos motivos pela desorganização da sua equipa.
O LASK Linz voltou a entrar muito melhor na partida novamente e com muito mais perigo. E só não marcou novo golo em Alvalade porque estava tudo bem na equipa austríaco, exceto a finalização… E ainda bem para o Sporting.
A supremacia, ainda que contida, continuava do lado da equipa de Valérien Ismael, mas a verdade é que aos 59 minutos o Sporting repõe a igualdade no marcador. Depois de um cruzamento de Bruno Fernandes pela direita, Luiz Phellype cabeceia para dentro da baliza ao primeiro poste. Estava então reposta a igualdade no marcador.
Passados quatro minutos, Bruno Fernandes aparece com espaço na grande área. O médio rematou cruzado e não é que marcou mesmo o segundo? O Sporting esteve uns valentes minutos bastante apagado, mas o primeiro golo surgido de um lance isolado deu um outro ânimo à equipa.
O capitão do Sporting, Bruno Fernandes, marcou o golo que deu a reviravolta ao jogo Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Os austríacos tentaram contrariar a desvantagem no marcador e, aos 69 minutos, surge novamente uma grande oportunidade para o LASK Linz. Pela direita, Wiesinger descobre espaço na área do Sporting e faz o passe para Klauss. Valeu, mais uma vez, Renan Ribeiro que agarrou a bola, não à primeira, mas à segunda vez.
A partir daqui, o LASK Linz voltou a carregar e o Sporting só conseguia agitar um pouco o jogo através de rasgos individuais. Aos 78′, Renan nega novamente o golo à equipa visitante depois de um remate forte de Goinginger, ainda fora da área no corredor central.
Foi uma segunda parte mais positiva para o Sporting, mas, ainda assim, sem muito brio. O LASK Linz ainda ameaçou a baliza dos leões, mas a sorte sorriu à equipa da casa que, depois desse lance, conseguiu um contra-ataque perigoso.
Nos instantes finais, Bruno Fernandes faz um passe para Luiz Phellype no sentido da baliza adversária, mas Schlager não facilitou e defendeu, impedindo assim o 3-1. Acabou então o jogo com o resultado de 2-1, no qual o Sporting levou a melhor depois de uma segunda parte em que foi bastante eficaz, tendo em conta as oportunidades que teve.
ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:
Sporting CP – Renan Ribeiro (GR), Coates, Luís Neto (Luciano Vietto, 45′), Mathieu, Doumbia, Wendel (Eduardo, 57′), Bruno Fernandes, Acuña (Borja, 73′), Miguel Luís, Bolasie e Luiz Phellype
LASK Linz – Alexander Schlager (GR), Petar Filipovic, Philipp Wiesinger, Gernot Trauner, Marvin Potzmann (Rene Renner, 73′), James Holland, Peter Michorl, Reinhold Ranftl, Dominik Frieser (Sabitzer, 80′), Thomas Goiginger e Marko Raguz (Klauss, 55′)
Regresso das fases de grupos europeias ao D. Afonso Henriques. O Vitória SC recebe em Guimarães um dos semi-finalistas do ano passado, o Eintracht Frankfurt, um clube com uma boa equipa, de uma liga bastante competitiva e com três conhecidos portugueses – e dos portugueses – no seu plantel: André Silva, Gonçalo Paciência e Bas Dost.
Ivo Vieira entra no seu habitual 4-3-3 móvel, com um dos elementos do meio-campo a atuar mais perto do ponta de lança, transformando a equipa num 4-2-3-1 quando em situação de ataque. O técnico dos alemães, Adi Hutter, joga num 4-2-3-1 mais assumido em campo, com André Silva e Gonçalo Paciência, os dois mais avançados, a revezarem-se entre as posições 9 e 10.
O jogo começou dividido e aos dois minutos, André Silva já falhava um golo cantado para a sua equipa, depois um erro na saída de bola do lateral Sacko. Poha, logo a seguir, rematou à figura de Ronnow, o substituto do lesionado Kevin Trapp, que só deve voltar em Janeiro.
A toada continuava a mesma, mas conseguia-se perceber que ambas as equipas queriam jogar subidas no terreno, pelo que tentaram por diversas vezes entrar na profundidade do adversário. Aos 16 minutos, primeira grande para o Vitória SC, com Leo Bonatini a alvejar o poste, num autêntico “penalty em movimento”.
N’Dicka, o melhor em campo e autor do único golo da partida Fonte: Eintracht Frankfurt
A partir desta altura, o Vitória SC tornou-se mais dominador no jogo, mas na sequência de um canto batido por Sow, aos 35 minutos, N’dicka cabeceou no coração da área, fazendo o 0-1 para o Eintracht Frankfurt. Resultado injusto para os vimaranenses, pelo que estavam a demonstrar em campo, com um bom futebol.
A equipa da casa sentiu o golo, apesar de até ter criado duas ocasiões, ténues, através de cruzamentos para a área. Ao intervalo 0-1 no marcador, resultado que não reflectia aquilo que se tinha passado em campo na primeira parte.
Os primeiros 15 minutos da segunda parte começaram novamente com o Vitória SC em bom nível, quase sempre pelas alas, a criar perigo através de cruzamentos, com a defesa do Eintracht Frankfurt a responder sempre bem. O tempo avançava e continuava tudo na mesma, com a defesa de betão alemã a negar toda e qualquer aproximação minhota à sua baliza.
Aos 73 e 75 minutos, duas enormes oportunidades para o Eintracht Frankfurt. Primeiro, na sequência de um canto, Miguel Silva faz uma espectacular defesa a negar o golo à boca da baliza, enquanto Kostic, logo a seguir, cabeceou ao poste. Sorte para o Vitória SC, que continuava na luta por um bom resultado.
Até final do jogo, o resultado não se alterou mais e o Eintracht Frankfurt viu a sua coesão defensiva sair por cima, apesar de ter tido simultaneamente as melhores oportunidades de golo, em contra-ataques “venenosos”. Vida difícil, como se antecipava, para os minhotos na Liga Europa.
ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:
Vitória SC – Miguel Silva, Sacko (Rochinha, 64’), Pedro Henrique, Tapsoba, Florent, Mikel Agu, Poha, Lucas Evangelista, Marcus Edwards, Léo Bonatini (Bruno Duarte, 65’) e Davidson (André Pereira, 77’).
Feyenoord Rotterdam e FC Porto mediram forças hoje, no Estádio De Kuip, num jogo a contar para a segunda jornada da fase de grupos da Liga Europa. A equipa portuguesa chegou a esta partida com três pontos, fruto da vitória na jornada inaugural por 2-1 frente ao BSC Young Boys. Já os holandeses, ainda não tinham pontos e pretendiam, em casa, mudar isso… e foi o que aconteceu.
No último duelo entre as duas equipas, em 1993/1994, foram os azuis e brancos a serem felizes, mas hoje a história foi outra, numa partida que nem sempre foi bem jogada.
Com os treinadores a conhecerem-se bem, por terem sido colegas de equipa na SS Lazio, a partida começou equilibrada e sem que houvesse surpresa nos onze apresentados. A equipa da casa entrou mais a medo, mas desde cedo soube contornar isso e, em vários momentos, conseguiu assumir as rédeas da partida. Já o FC Porto, seja enguiço ou não, falhou sucessivamente sem explicação, apesar de ter começado melhor.
O primeiro lance de perigo surgiu da equipa de Sérgio Conceição, numa jogada de laboratório, que fez tremer os adeptos da casa. Na marcação de um livre, Alex Telles serviu Nakajima que, sem oposição, rematou em arco, com a bola a passar muito perto da baliza de Vermeer, aos oito minutos.
Do lado do Feyenoord, com o decorrer do jogo, começou a mostrar maior consistência e, com sucesso, conseguiu anular o meio-campo portista. Aos 24′ surgiu a primeira jogada de perigo, também na sequência de um lance de bola parada. Depois de um canto sem qualquer ameaça, a bola sobrou para Japs que, da meia lua, rematou por cima da baliza. Três minutos depois, foi a vez de Larsson testar os reflexos de Marchesín, que fechou bem a baliza azul e branca.
Numa primeira parte pautada pela falta de oportunidades, foi ao FC Porto que pertenceu a situação mais flagrante de golo, aos 37 minutos. Na sequência de um pontapé de canto, Pepe cabeceou para uma defesa monstruosa de Vermeer, que com a mão direita afastou a bola, não permitindo a recarga de Nakajima.
Uma situação que acordou a equipa da casa, perto do intervalo, que podia ter chegado ao golo, foi um lance em que Marcano ao tentar desviar a bola da baliza quase fez autogolo, numa jogada protagonizada por Karsdorp, aos 42 minutos.
O jogo chegou ao intervalo sem golos e sem muitos lances de perigo.
Otávio ainda atirou à trave mas a baliza holandesa manteve-se inviolada Fonte: Feyenoord Rotterdam
Na segunda parte a história foi outra, o tempo de descanso fez bem aos homens da casa que chegaram do balneário a todo o gás e com vontade de mudar o rumo da partida… e assim foi.
Aos 49 minutos o Feyenoord inaugurou o marcador através de Toornstra. A jogada começou nos pés de Larsson que, recebendo a bola da direita, passou por Manafá e fez o primeiro remate, que Marchesín defendeu. A bola regressou ao avançado, que depois de mais uma tentativa de remate e de um ressalto, viu a bola chegar até Toornstra, que rematou cruzado para o primeiro golo do jogo.
Com o golo sofrido, o FC Porto ficou atarantado e sem reação e quem aproveitou foram os holandeses que não tiraram o pé do acelerador. Aos 54 minutos foi novamente o guarda-redes portista a evitar o pior, ao defender os remates de Berghuis e Toornstra.
Depois de se recompor da desvantagem, a equipa de Sérgio Conceição, correu atrás do prejuízo. À passagem da hora de jogo teve uma boa oportunidade de golo através de Otávio que rematou à barra, depois de mais uma jogada de laboratório, desta vez assistido por Uribe.
Na resposta, a equipa holandesa atirou também a bola à barra, num remate de Berghuis, aos 64′. No minuto seguinte, novo sobressalto para os azuis e brancos, com Larsson a surgir sozinho e a rematar forte, com a bola a sair pelas malhas laterais.
Com o jogo repartido, e com as oportunidades a sucederem, foi a vez do FC Porto voltar a estar perto do empate. Soares surge isolado e assiste Marega, mas o maliano falhou escandalosamente, aos 69′. Cinco minutos depois, novamente a bola na barra, desta vez através de Luis Díaz. O colombiano recebeu a bola e com um remate forte atirou à barra da baliza de Vermeer.
E como quem não marca sofre, foi isso mesmo que aconteceu em Roterdão. Depois da equipa portuguesa desperdiçar algumas boas oportunidades de golo, foram os holandeses a ampliar a vantagem, com a defesa portista a ficar muito mal na fotografia. Karsdorp, sem oposição, avançou no terreno e só com Marchesín pela frente fez o gosto ao pé, aos 80 minutos.
Até ao final do encontro, e apesar dos treinadores terem mexido na equipa, o resultado não sofreu alterações. Com este desfecho, todas as equipas do grupo C têm três pontos.
ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:
FEYENOORD ROTTERDAM: Vermeer; Karsdorp (Geertruida, 85′), Botteghin, Edgar Ié e Haps; Tapia, Toornstra e Fer; Berghuis, Sinisterra (Narsingh, 83′), Larsson (Senesi, 83′)
FC PORTO: Marchesín; Manafá, Pepe, Marcano e Alex Telles; Otávio, Uribe, Danilo (Fábio Silva, 81′) e Nakajima (Luis Díaz, 53′); Zé Luís (Soares, 63′), Marega
O favoritismo foi atribuído desde cedo à equipa bracarense, por parte do treinador Ján Kozák, no entanto, a sua equipa com a vitória de 4-2 sobre o Besiktas JK era líder à entrada para a segunda jornada. O SC Braga tinha derrotado por 1-0 a equipa do Wolverhampton Wanderers FC, em pleno Molineux.
O campeão da Eslováquia não estava na Pedreira para facilitar, tendo como principal arma o contra-ataque. A turma de Braga desde cedo que percebeu isso e procurou controlar o jogo.
O Braga, durante a primeira metade, esteve quase sempre no terreno do Slovan, os 60% de posse de bola foram uma imagem do que se passou. Somente aos dez minutos, tivemos a oportunidade de ver uma acção digna de perigo, com João Palhinha a rematar ao lado, depois de um lançamento lateral na direita, a bola a pingar na área do Slovan e o jogador bracarense a não conseguir dar a melhor resposta.
Aos 19 minutos, o jogador Holman deu um toque subtil de calcanhar e quase que surpreendia o guardião Eduardo, que deu uma palmada na bola, evitando um golo da equipa visitante.
Aos 24 minutos, foi a vez de Paulinho cabecear com algum perigo, após um cruzamento da esquerda de André Horta.
Com 31 minutos de jogo, finalmente aparece o primeiro golo do encontro. Medvedév cometeu uma falta sobre André Horta, este acabou por bater o livre na esquerda, a bola foi em direção a Bruno Viana, que acabou por dar uma “paulada” na bola que só viu o fundo das redes.
No último minuto da compensação, Bruno Viana cometeu grande penalidade sobre Sporar. O jogador esloveno bateu com força para a direita de Eduardo, este acabou por defender, mas na recarga o avançado do Slovan não perdoou e restabeleceu a igualdade.
O avançado Sporar marcou na recarga a Eduardo Fonte: UEFA Europa League
Na segunda parte, os Gverreiros do Minho vieram desinspirados, com a posse de bola habitual, mas com pouca organização ofensiva. Sem criar oportunidades e sem rematar à baliza, avizinhava-se uma segunda metade bastante complicada.
Até que aos 63 minutos, um fogacho de magia de Galeno, com um remate em jeito na quina esquerda da área, colocou os bracarenses novamente na frente. Parecia que a equipa se encaminhava para mais um triunfo europeu, visto que os eslovacos pouco ameaçavam.
Com as saídas dos irmãos Horta, a equipa perdeu alguma irreverência, visto que André tinha sido, até esta fase, um dos mais inconformados com o resultado.
Paulinho e Galeno lá na frente criavam oportunidades, mas nunca com o devido sucesso. Precisava-se de um ritmo mais rápido para a equipa chegar ao terceiro golo e, não havendo isso, estavam sujeitos a sofrer o empate.
Pois bem, foi isso que acabou por acontecer! Com uma combinação boa na direita, a bola a ir rasteira na grande área e Bruno Viana a introduzir a bola na própria baliza. Esteve no melhor e no pior da equipa, o central dos Gverreiros.
Logo após o golo sofrido, Sá Pinto mexeu na equipa, colocando Rui Fonte para tentar marcar o golo da vitória. Foi tarde, já que o empate se manteve até ao final.
No grupo K, o Braga lidera com quatro pontos, os mesmos que o segundo lugar, de Slovan de Bratislava. Em terceiro aparece o Wolverhampton, com três pontos, após ter ganho no dia de hoje por 1-0 na Turquia, frente ao último classificado Besiktas, que tem zero pontos.
ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES:
SC BRAGA: Eduardo, Nuno Sequeira, Pablo, Bruno Viana, Ricardo Esgaio, Fransergio (Sub. Rui Fonte, 88′), João Palhinha, André Horta (Sub. João Novais, 70′), Ricardo Horta (Sub. Trincão, 70′); Paulinho e Galeno.
SLOVAN BRATISLAVA: Dominik Greif, Artem Sukhotsky (Sub. Erik Daniel, 80′), Vernon De Marco, Myenty Abena, Jurij Medvedev; Kenan Bajric, Joeri de Kamps (Sub. Marin Ljubicic, 68′), David Holman (Sub. Dejan Drazic, 68′), Moha, Ibrahim Rabiu, Andraz Sporar.
Domingos André Ribeiro Almeida, atualmente conhecido como uma das jovens promessas do Vitória SC, devido à confiança depositada no jovem por Ivo Vieira ao subir o médio da equipa B até à equipa principal. No entanto, não é apenas desde aí que o jogador é conhecido.
O nome do atleta já anda de “boca em boca” desde 2006, quando o início de carreira do jovem promessa começou. Desde então, com apenas nove anos, assinou contrato profissional com o clube da cidade berço, começando por representar os juniores E no escalão sub-11. Desde 2009 até à atualidade, o médio já conta com presença na equipa sub-19.
De salientar que o atleta cumpria este serviço com apenas 14 anos de idade, embora a passagem tenha sido especialmente curta na equipa B e, finalmente, escalou até à equipa principal. Em 2015, também realizou a sua primeira internacionalização pela Seleção Nacional Portuguesa no escalão sub-15, na qual realizou jogos até 2018 pelos sub-19. Infelizmente, o médio ofensivo não permaneceu nas escolhas do selecionador no presente ano, apesar das provas dadas que demonstram o quanto ele é capaz e merecedor de uma oportunidade.
A 28 de Março, o jovem médio chegou a acordo com a SAD do Vitória Sport Club para a extensão/renovação do seu contrato. Com todo este percurso descrito em cima, o vínculo com o clube vimaranense foi prolongado até 2022, apresentando uma cláusula de rescisão de 20 milhões de euros. André Almeida está a viver uma das melhores fases da sua carreira e, muito provavelmente, a fase que o irá lançar em termos futebolísticos.
Já são inúmeros os comentários de adeptos – não só vitorianos – a descrever as capacidades do médio português de 19 anos e a exaltar aquilo que faz em campo. Na presente época 2019/2020, o jogador já conta com quatro jogos para a qualificação da Liga Europa, três jogos na Liga Portuguesa (nos quais apresenta um golo no jogo contra o Rio Ave FC) e dois jogos para a Alllianz Cup 2019/2020.
O médio ofensivo é um exemplo de garra e de amor ao clube vimaranense, sedento por vencer e deixar tudo de si em campo. Uma mais valia para Ivo Vieira e para o seu plantel, a precisar de tempo de jogo para demonstrar aquilo que é capaz de fazer. É caso para dizer que André Almeida é um jogador feito de Vitória, esperemos que as odes estejam a seu favor no futuro e que se faça jus às suas capacidades.
A temporada 2019/2020 será, mais uma vez, histórica para o ecletismo do Sporting Clube de Portugal. Esta época ficará marcada pelo regresso do Basquetebol ao reino do leão, 24 anos depois, uma modalidade na qual há tradição no clube de Alvalade.
No palmarés do Sporting Clube de Portugal, constam vários títulos no basquetebol nacional: oito campeonatos nacionais, cinco Taças de Portugal, dois campeonatos da 2.ª divisão e um do 3.º escalão da modalidade.
Para liderar a nova equipa dos leões foi contratado Luís Magalhães, um treinador muito experiente e titulado, tendo liderado várias equipas à conquista de títulos. No seu currículo conta com cinco Ligas Portuguesas, quatro Taças de Portugal, uma Taça da Liga, seis Supertaças, um campeonato nacional e ainda, quatro Taças dos Campeões Africanos e uma Taça das Nações Africanas.
O plantel do Sporting construído para vencer e conquistar títulos, conta com um elenco de atletas experientes e com qualidade. Nesta pré-época os leões disputaram cinco jogos de preparação, somando quatro vitórias – Ovarense por duas ocasiões, Imortal e Galitos – e uma derrota, perante os espanhóis do Iberostar Palma.
O Sporting venceu o Troféu Stromp, no Pavilhão João Rocha, por 74-64, diante da Ovarense Fonte: Sporting CP
O Sporting inicia a temporada oficialmente no dia 5 de outubro, fora de portas, deslocando-se ao pavilhão do Terceira Basket. Que seja um início, dessa longa caminhada, com uma vitória na luta pelo título nacional.
Assim, que seja um regresso repleto de vitórias, contando com a experiência da equipa técnica e com a qualidade dos atletas. Que com Esforço, Dedicação e Devoção, poderão lutar pela Glória de conquistar a vitória em cada jogo, numa modalidade na qual o Sporting tem uma longa história.