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Keizerball visto à lupa: O sucesso tático na vitória leonina

Foi no passado dia 3 de abril, que os Leões carimbaram a passagem à final da Taça de Portugal, vencendo o eterno rival SL Benfica por uma bola a zero, graças ao fantástico golo de Bruno Fernandes. O suficiente para carimbar o passaporte para a final, após a derrota por 2-1 na primeira mão, o Sporting CP irá encontrar agora o FC Porto na final, no dia 25 de maio.

Marcel Keizer voltou a surpreender, já Bruno Lage sobrevalorizou o Sporting CP. O jogo não foi de todo bem jogado, mas foi interessante e a vitória do Sporting CP acaba por ser justa. Bruno Lage analisou no final da partida, dizendo que a sua equipa foi a melhor no conjunto das duas mãos, mas não é verdade que o tenha sido. E a culpa é do próprio como já referi anteriormente. O Benfica não se demonstrou preparado para anular as dinâmicas e o sistema tático apresentado pelo Sporting CP. O SL Benfica foi sempre uma equipa lenta, sem ideias – sobretudo com a lesão de Gabriel – e o Sporting CP esteve sempre superior durante os 90 minutos. Existe demérito do SL Benfica, sem dúvida, mas por sua vez existe um mérito enorme por parte do Sporting CP. A equipa sabia ao que ia, lutou e foi recompensada.

Marcel Keizer voltou a apresentar a sua ideia de jogo já utilizada diante do SC Braga, onde venceu por 3-0. Voltou a apresentar o seu 3x4x3 com Borja, Coates e Mathieu no eixo defensivo, deixando as alas para Bruno Gaspar e Marcos Acuña. No miolo jogaram Wendel e Gudelj, deixando Luiz Phellype na frente, apoiado por Raphinha e Bruno Fernandes – como é possível ver na imagem em anexo.

Fonte: InStat

Na primeira fase de construção, o Sporting CP apresentou três centrais, permitindo a Gudelj e Wendel pisar terrenos mais centrais e subidos no terreno. Com isto, Bruno Fernandes e Raphinha procuram terrenos mais interiores, tentando jogar entrelinhas, deixando Bruno Gaspar e Marcos Acuña com a largura e profundidade nos flancos.  No entanto, o SL Benfica só pressionava com dois homens, ficando sempre em inferioridade numérica, nunca conseguindo assim fazer frente ao processo ofensivo da equipa leonina.

Fonte: InStat

A entrada em campo dos leões foi vincada pelos duelos ganhos, ganhando até algumas bolas no seu meio-campo ofensivo, permitindo criar perigo de várias formas, inclusive ganhar alguns lances de bolas paradas. Se em outros dérbis a linha de pressão leonina era num bloco mais baixo, o início da partida demonstrou um Sporting CP com as garras de fora, sem medo de pressionar e a pressionar alto no terreno, dificultando as ações dos encarnados. Esta agressividade permitiu desde cedo ao Sporting CP recuperar bolas e instalar-se no meio-campo defensivo do SL Benfica. O SL Benfica demonstrava claras dificuldades em sair, quer em posse, quer em contra-ataque.

Fonte: InStat

Futebol Feminino: A crescer também se faz história

O futebol feminino tem crescido a olhos vistos em Portugal. Muito longe da realidade vivida no futebol masculino, o futebol praticado por mulheres tem vindo aos poucos e poucos a fazer história e impor a sua presença.

A entrada de Sporting CP e SC Braga, e mais recentemente do SL Benfica foi crucial para este crescimento. Para além do profissionalismo, estas equipas vieram trazer visibilidade e competitividade à liga feminina. Criaram equipas de raiz, desde a equipa A até aos escalões de formação. E ofereceram a estas jogadoras as mesmas condições que as equipas masculinas têm, o que proporcionou o regresso de várias jogadoras internacionais portuguesas que jogavam no estrangeiro. Ana Borges, Carole Costa ou Laura Luís são alguns dos muitos exemplos.

Atualmente a liga feminina já conseguiu atrair para Portugal jogadoras cujos países são exemplos para o futebol feminino, acolhendo actualmente internacionais brasileiras, norte americanas ou suecas.

O derby entre o Sporting CP e o SL Benfica teve 15.204 pessoas a assistir e foi um exemplo de fair play
Fonte: Sporting CP

A nível de seleção, Portugal tem feito história a cada passo que dá. Em 2017 participou pela primeira vez num Europeu de Futebol; em 2018 alcançou um inédito terceiro lugar na Algarve Cup e em 2019 entrou para o ranking das 30 de melhores seleções do mundo. A nível de formação, a geração de sub-17 alcançou pela segunda vez na história uma fase final do campeonato europeu da categoria, ao eliminar a seleção francesa, atual primeira classificada do ranking FIFA.

Apesar de ainda estarmos distantes da realidade vivida por outros países europeus como a Espanha ou Itália, Portugal está a caminhar a passos largos para um futuro risonho. Prova disso foi o novo recorde de assistência num estádio… 15.204 foi o número de adeptos que esteve no passado dia 30 de março, a assistir ao derby entre o Sporting CP e o SL Benfica. Um número histórico, naquele que foi o primeiro encontro de sempre destas duas equipas.

Com a subida do SL Benfica ao escalão principal na próxima época é esperado que números como estes se voltem a repetir. A expetativa é que Portugal continue a fazer história, tanto a nível de clubes como a nível de seleção, para que um dia seja o nosso país um modelo a seguir.

 

Foto de Capa: FPF

Westbrook, O Monstro dos Triplos-Duplos

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Ora bem, ter uma média de triplo-duplo por jogo numa temporada da NBA já parece normal – e é, mas não para todos. Para Russel Westbrook, é um acontecimento bastante habitual, até porque já é a terceira época consecutiva em que ele o consegue fazer.

Esta temporada regular, Westbrook está a ter uma média de 23 pontos, 11.1 ressaltos e 10.5 assistências. Como se não chegasse, ainda tem dois roubos de bola por jogo.

Vejo muitos críticos, jornalistas e comentadores televisivos norte-americanos a não darem o devido mérito a Russel Westbrook pelos recordes individuais que conquista. Ele faz com que pareça fácil terminar uma época com média de triplo-duplo. Esta temporada, acabou 31 jogos com triplo-duplo. Muitos jogadores não acabam a carreira deles com 31 triplo-duplos.

É óbvio que, apesar deste recorde fenomenal, tem alguns pontos fracos. Primeiramente, não se trata de um atirador eficaz, visto que tem uma percentagem de lançamentos de campo de 43% e 29% de 3 pontos. Para além disso, o lançamento livre também não está propriamente bom, nem sequer razoável.

Mas nem os melhores de todos os tempos são perfeitos. Todos os jogadores que passaram pela NBA ou nela jogam têm pontos fracos. Até mesmo Michael Jordan, que muitos, ou a maioria, clamam como sendo o melhor de todos os tempos, tem pontos fracos ou menos fortes. Enquanto base, nunca foi um playmaker, com uma média de carreira de aproximadamente cinco assistências por jogo. Também não foi um atirador de três pontos de confiança. LeBron James, da mesma forma que Westbrook, também não apresenta uma percentagem de carreira muito agradável de lançamentos livres e, em termos de lançamentos de três pontos, não é muito melhor do que Jordan.

Até os melhores de sempre têm pontos menos fortes

Fonte: NBA

Deste modo, apreciem mais o jogo de Russel Westbrook, a sua entrega, a sua raça, o seu poder de explosão e a sua energia, porque, quando a carreira dele acabar, ele vai ser lembrado como um dos melhores de sempre e como o único jogador que teve três épocas consecutivas com média de triplo-duplos.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: NBA

SL Benfica 3-1 UD Oliveirense: Benfica superior confirma apuramento

No único jogo dos quartos-de-final onde não era possível definir, à posteriori, quem seguiria para a Final-Four, Benfica e Oliveirense proporcionaram um encontro equilibrado, mas uma bela segunda parte das águias definiu a sua passagem. Juntam-se a Barcelona, Sporting e Porto nas meias-finais da principal competição europeia de clubes de hóquei em patins.

A partida arrancou de forma bastante intensa e dinâmica, tendo sido o Benfica quem esteve mais perto de marcar, mas nem Valter Neves ou Diogo Rafael conseguiram concretizar. 

No seu registo habitual, a Oliveirense procurava construir jogo com calma, mas não rejeitava uma oportunidade para sair rápido para o contra-ataque e foi quase dessa forma que a União chegou ao golo. Transição de três para dois e Barroso, servido por Torra, esteve perto de empatar a eliminatória. 

Com o passar dos minutos, o encontro tornou-se equilibrado, com as equipas muito encaixadas, sendo que mais rapidez em combinações rápidas ou em lances de contra-ataque eram raras. Porém, jogados nove minutos, na sequência de uma bela iniciativa individual, Diogo Rafael obrigou Puigbí a uma boa intervenção e, pouco depois, foi Pedro Henriques a negar o golo a Jorge Silva. Volvidos alguns instantes, Lucas Ordoñez viu um cartão azul após uma falta sobre Jorge Silva. Marc Torra assumiu a marcação do livre-direto, mas Pedro Henriques, com duas enormes defesas, negou o golo ao antigo colega de equipa no Benfica e no Reus Deportiu.

Em situação de superioridade numérica, a Oliveirense tentou encostar as águias à sua baliza, mas nunca conseguiu criar uma real chance de golo. Passados alguns segundos após o final do powerplay, os encarnados poderiam ter disposto de um contra-ataque perigoso de dois para um, mas Casanovas apostou na stickada de meia distância e Puigbí respondeu com uma boa intervenção. Segundos depois, Ordoñez ficou perto de marcar, mas não conseguiu dar o melhor seguimento a um passe de Nicolia. 

Num jogo de muita paciência, Benfica e Oliveirense trocavam períodos de posse, mas sem conseguirem construir oportunidades para marcar. Não estava a ser nada fácil entrar em numa das defesas de qualquer um dos conjuntos. 

Já com pouco mais de um minuto para se jogar, a partida abriu um pouco e quase surgiram os golos. Primeiro, foi Bargalló a causar um calafrio aos adeptos benfiquistas e, momentos depois, foi Adroher a proporcionar a Puigbí uma defesa com a máscara.

Terminada a primeira parte, o marcador continuava sem golos, resultado que era o reflexo de uns vinte e cinco minutos iniciais muito equilibrados e com poucas oportunidades claras que, quando ocorreram, Pedro Henriques e Xavier Puigbí trataram de resolver. 

Nicolia não fez um grande jogo a nível atacante, mas foi muito importante a defender
Fonte: SL Benfica

A segunda metade começou da melhor maneira para o Benfica, pois, logo aos onze segundos, no seguimento de um lance de insistência de Diogo Rafael, Valter Neves fez o 1-0.

O golo mexeu com o jogo, pois a Oliveirense ficou a perder por 4-2 no total da eliminatória. No entanto, apesar da reação da União, os encarnados estavam a conseguir fechar bem os caminhos para a sua baliza. Assim, até foi o Benfica que esteve quase a fazer o segundo. Todavia, Nicolia não foi capaz de concluir da melhor maneira um belo passe de Valter Neves. Pouco depois, Ordoñez abriu o livro e, falhada uma segunda finta, o esférico sobrou para o capitão das águias, que stickou de primeira ao poste. Passados alguns segundos, Ordoñez teve espaço para fazer uso da sua forte stickada, mas Puigbí negou o tento ao argentino com a cotoveleira direita. 

Na frente da eliminatória por dois golos, o Benfica melhorou o seu desempenho, impedindo a União de ter a bola e tendo criado algumas oportunidades para finalizar. Porém, após vários minutos mais recuada em pista, a Oliveirense chegou ao empate de forma fortuita. Lance de contra-ataque de três para dois e, após um corte deficitário de Diogo Rafael, o esférico sobrou para Jorge Silva, que, oportunista como é, não falhou e restabeleceu a igualdade. No entanto, pouco depois, o conjunto benfiquista construiu uma rápida transição de dois para um e Diogo Rafael, assistido por Ordoñez, apontou o 2-1. A vantagem na eliminatória estava reposta. Passados alguns instantes, Diogo Rafael quase fez o terceiro, mas enrolou a “redondinha” ao lado do poste esquerdo da baliza de Puigbí.

A rápida resposta das águias ao golo da Oliveirense mexeu com os jogadores da União, que, apesar da vontade, não estavam a conseguir reorganizar-se e dar a volta à situação. O único lance mais perigoso do conjunto visitante nesta fase surgiu a cerca de oito minutos para o fim, mas Jorge Silva não conseguiu bater Pedro Henriques. 

Sem conseguir esboçar uma reação clara e eficiente, o Benfica controlava o jogo, não deixando de procurar um golo que lhe desse maior tranquilidade, tapando qualquer espaço para a sua baliza. Exemplo disso foi um grande corte de Valter Neves a uma stickada de Marc Torra que, se tivesse passado, seria bastante perigosa. 

Com cerca de quatro minutos para se jogar, surgiu o caso do encontro, visto que a União viu-lhe ser negado um golo. A repetição da transmissão televisiva não é totalmente esclarecedora, sendo que a bola parece tocar no pulso direito de Nicolia antes de entrar. Pouco depois, Jorge Silva e Vierinha viram um cartão azul. 

A faltarem pouco mais de dois minutos para fim, Ordoñez dispôs de uma grande oportunidade para “matar” a eliminatória, mas não conseguiu concluir um passe açucarado de Nicolia. 

Em cima da marca dos 49 minutos, Renato Garrido apostou tudo e retirou Puigbí de campo. Ricardo Barreiros foi o único jogador da União que ficou perto de marcar, mas Pedro Henriques travou a tentativa do capitão da Oliveirense. A cinco segundos do términus, Adroher finalizou uma jogada de Ordoñez e confirmou a vitória do Benfica. Na sequência do golo, Jorge Silva viu um cartão vermelho após insultar o árbitro Filippo Fronte. 

Concluído o encontro, o Benfica venceu a Oliveirense por 3-1, 6-3 no total da eliminatória. Diferença que se ajusta, tendo em conta a superior segunda parte que os encarnados realizaram. Foi a fase da partida onde foram quase sempre melhores e construíram várias chances para concretizar. Em conjunto com este bom desempenho ofensivo, esteve uma boa organização e entre-ajuda defensiva, sendo mesmo possível dizer que os jogadores benfiquistas deram o “peito às balas” e, antes de o esférico chegar à baliza, teria de passar por eles. Valter Neves e Nicolia são só alguns exemplos de atletas que demonstraram essa atitude. 

Nos restantes jogos dos quartos-de-final, o Barcelona recebeu e goleou o Noia por 7-0, o Sporting bateu o Amatori Lodi por 8-2 e o Porto derrotou o Forte dei Marmi por 3-2.

O emparelhamento das meias-finais da Final-Four da Liga Europeia, que se vai realizar entre os dias 11 e 12 de maio em locar por anunciar, é o seguinte:

FC Barcelona-FC Porto;

Sporting CP-SL Benfica.

EQUIPAS

SL Benfica: 1-Pedro Henriques (GR),2-Valter Neves (CAP.), 3-Albert Casanovas, 4-Diogo Rafael e 9-Jordi Adroher; Jogaram ainda: 5-Carlos Nicolia, 9-Lucas Ordoñez e 74-Vieirinha; Banco: 10-Marco Barros e 44-Miguel Rocha.

UD Oliveirense: 88-Xavier Puigbí (GR), 6-Xavier Barroso, 8-Marc Torra, 9-Jordi Bargalló e 15-Jorge Silva; Jogaram ainda: 7-Pedro Moreira, 77-Ricardo Barreiros (CAP.) e 84-Emanuel Garcia; Banco: 26-Domingos Pinho e 74-Pablo Cancela.

FC Barcelona 2-0 Club Atlético de Madrid: Barça triunfa e está com uma mão no título.

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A luta pelo título espanhol ficou decidida hoje. FC Barcelona e Atlético de Madrid defrontara-se no Camp Nou. Com apenas cinco pontos a separarem as duas equipas, este foi um duelo de decisões. O Barcelona tentou aumentar a distância pontual e, do outro lado, o Atlético quis vencer para poder sonhar, ainda, com a conquista do título. Ambos os técnicos fizeram alterações naquele que foi um jogo muito bem disputado.

A primeira parte começou com um ritmo forte. A equipa da casa foi, desde o apito inicial, aquela que quis sempre mais chegar à frente e tentar controlar o jogo. Com uma pressão alta e capaz de desorientar o Atlético, o Barça conseguiu desconforto na saída de bola da equipa adversária durante os primeiros minutos. No entanto, a primeira oportunidade do jogo pertenceu mesmo aos Colchoneros. Ao minuto nove, Diego Costa saltou mais alto e cabeceou por cima da baliza de Ter Stegen.

A resposta do Barça surgiu ao minuto 14, quando Messi desmarcou Jordi Alba com um passe perfeito. O defesa espanhol, só com o guarda-redes pela frente, atirou ao poste direito da baliza do Atlético de Madrid. Depois do susto, o Atlético equilibrou mais o jogo e a posse de bola, mas foi sempre o Barcelona que tentou sair com mais perigo. Ainda antes de uma nova oportunidade de perigo para os catalães, Griezmann, com o seu pé mais fraco, rematou para uma defesa fácil de Ter Stegen. Seis minutos depois, Phillipe Coutinho, só com Oblak no caminho, não conseguiu fazer o gosto ao pé.

À passagem da meia hora surgiu uma grande contrariedade para a equipa visitante. Diego Costa, que tinha regressado ao onze, foi expulso com cartão vermelho. O avançado do Atlético recebeu ordem de expulsão depois de vários protestos contra o árbitro da partida. Ao ver-se com menos um, o Atlético baixou um pouco mais as linhas e tentou organizar melhor o seu processo defensivo. Antes do final da primeira parte, duas oportunidades para o Barça desfazer o nulo: primeiro, Messi, com um remate à figura, defendido pelo guardião esloveno; depois, Coutinho, já nos descontos, cabeceou para uma nova grande defesa de Jan Oblak.

Fonte: Atlético de Madrid

A segunda parte começou tal como a primeira acabou. O Barcelona aproveitou o facto de estar a jogar com mais uma unidade em campo e pressionou, desde o início, em busca do golo. A primeira oportunidade foi para Messi – aquele que tentou sempre levar a equipa para a frente-, com um remate forte à baliza. Jan Oblak defendeu e evitou novamente o golo. O Atlético tentava sair em contra-ataque, mas a jogar com menos um foi sempre muito difícil. Ao minuto 62, Oblak voltou a negar o golo a Luís Suarez, depois de um ataque rápido conduzido por Messi. Na jogada seguinte, Messi voltou a tentar, mas a baliza manteve-se impenetrável devido ao senhor esloveno.

Nesta altura era só o Barça que atacava e, ao minuto 68, a grande figura da partida voltou a brilhar entre os postes da baliza do Atlético. Oblak fez duas defesas gigantes seguidas. Primeiro, ao remate de Messi, e na recarga defendeu o tiro de Malcom, que tinha entrado a meio da segunda parte. A resposta do Atlético surgiu aos 74’, numa bola parada. A grande oportunidade dos Colchoneros foi desperdiçado por Giménez, que cabeceou por cima. A bola não passou longe das redes da baliza do Barcelona.

Quando tudo indicava que o empate seria o resultado final, Luís Suarez marcou o golo que o Barça tanta ansiava. Ao minuto 84, o avançado uruguaio rematou forte de fora de área e bateu Oblak. O nulo estava desfeito. Dois minutos depois, foi Messi que fez o gosto ao pé e sentenciou o jogo. Numa jogada confusa, o pequeno mas grande jogador arranjou espaço e atirou para o fundo da baliza.

Uma vitória sofrida, mas merecida por parte do Barcelona. A expulsão de Diego Costa ditou a partida e, com este triunfo, o Barcelona está mais perto de revalidar o título de campeão espanhol. Passam agora a ser 11 pontos a separar as duas equipas.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES

FC Barcelona- Ter Stegen; Sergi Roberto (85’ Nélson Semedo); Piqué; Lenglet; Jordi Alba; Rakitic; Busquets; Arthur (63’ Malcom); Coutinho (80’ Alena) ; Luís Suarez; Messi

Club Atlético de Madrid- Oblak; Arias (31’ Correa); Giménez; Diego Godín; Filipe Luís (58´Morata); Koke; Saúl; Rodrigo Hernández (88’ Juanfran); Thomas Partey; Diego Costa; Griezmann

Aposta em Taarabt

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Bruno Lage, em poucas semanas de trabalho como técnico principal do SL Benfica, já tinha feito muitas coisas inesperadas, mas nada fazia esperar a aposta do jovem treinador em Taarabt. Se bem se lembram, o médio marroquino chegou ao plantel do Benfica com o objetivo de relançar uma carreira que, se de início era bastante promissora, quando chegou estava manchada pelo seu passado.

O jogador tinha tido problemas disciplinares nos clubes por onde tinha passado anteriormente, mostrava pouca forma física, isto é, peso a mais, e tinha chegado ao clube da luz sem uma grande justificação dada por quem deveria, em tempos, ter dado. A verdade é que dois pontos que Tarrabt tinha a seu favor eram a sua qualidade, que poderia estar apenas “escondida” e que já tinha sido demonstrada – principalmente no AC Milan -, e a polivalência de posições, que aumentaria as opções ao técnico encarnado.

O médio chegou e nada se viu. Nunca foi chamado ao plantel principal. Na equipa B, teve momentos. E foi nos empréstimos que em melhor plano esteve. Mostrava que tinha ainda alguma sabedoria futebolística e que, quem sabe, treinando, com tempo poderia chegar a relançar a sua carreira ao mais alto nível.

Taarabt saltou do banco sempre para ajudar os colegas a procurar um resultado positivo
Fonte: SL Benfica

Bruno Lage, como já mostrou muitas vezes, conta com todos os jogadores que estão no plantel. Já apostou em muitos jovens do Seixal e levou, até ao momento, dois deles a titulares regulares no plantel principal da Luz. Contudo, se perguntarmos a qualquer adepto do Benfica se acreditaria, no início do ano, que iria ver o médio marroquino a estrear-se no plantel principal, todos diriam que não. Um “não” muito errado, pois Bruno Lage surpreendeu tudo e todos e convocou o jogador para a receção ao Tondela, última partida a contar para a Liga NOS. Tanto convocou como apostou na entrada do jogador numa altura em que o Benfica precisava de chegar ao tão desejado golo.

E o que é que se viu? Viu-se um bom jogador. Um jogador que, não enchendo as medidas, acabou por cumprir na mesma aquilo que era pedido. O seu físico está em dia e o grande porte fez a diferença em alguns duelos com os adversários. Mostrou técnica e rapidez nas decisões, mostrou vontade. Algo em que muitos adeptos tinham dúvidas era nas atuais intenções de Taarabt ao servir ainda as cores encarnadas. E, se a escolha de Bruno Lage foi correspondida, a aposta continuou e voltamos a ver o jogador nos convocados para a deslocação a Alvalade para a Taça de Portugal. Um jogo onde o marroquino entrou nos últimos minutos, na tentativa desesperada em chegar ao tão desejado golo.

Será que vamos ver o médio mais vezes? Será que a aposta é acertada? Será que há tempo de o fazer renascer? Será que, agora que Gabriel está lesionado, pode ser uma boa opção? Muitas questões se colocam agora que Bruno Lage decidiu trazer Taarabt para a equipa principal e só o próprio Bruno Lage pode responder a todas elas.

Artigo revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Bola na Rede

FC Bayern München 5-0 BVB Dortmund: Gigante da Baviera afunda Submarino amarelo

Arrasador! O FC Bayern Munique recebeu e venceu o Borussia Dortmund por 5-0 e ultrapassou os rivais no topo da classificação. Na primeira parte assistiu-se a um autêntico massacre da formação de Niko Kovač, enquanto na etapa complementar o jogo acalmou e as duas equipas pouco ou nada procuraram o golo.

Os bávaros assumiram desde cedo o controlo da partida, com Lewandowski a mostrar-se preponderante na ligação do meio-campo com o ataque. A condução do esférico por parte de Thiago e Müller conjugada com a disponibilidade do polaco iam aproximando o Bayern da baliza contrária.

Contudo, a primeira grande oportunidade de golo do encontro pertenceu ao Dortmund, aos sete minutos: grande envolvimento ofensivo dos homens de Lucien Favre, com a bola a terminar no poste direito de Neuer, após remate de Dahoud.

Quando o relógio passava o minuto 10, o conjunto da casa adiantou-se no marcador: canto batido na esquerda por Thiago, Hummels saltou mais alto que Piszczek e Diallo e cabeceou para o fundo das redes. O central alemão fazia o 1-0 frente ao seu antigo clube.

A festa do Bayern de Munique na Allianz Arena começou logo aos 10 minutos
Fonte: FC Bayern Munique

Aos 17 minutos, o Bayern ampliou a vantagem para 2-0, numa altura em que parecia correr tudo mal à equipa do Dortmund: Zagadou falhou um passe numa zona proibida, Bürki estava fora da baliza e Lewandowski não desperdiçou a oferta e atirou a contar. O avançado de 30 anos alcançava a marca dos 200 golos na Bundesliga.

O domínio do “Gigante da Baviera” era total e o cenário ia ficando cada vez mais negro para os visitantes. Após mais duas chances de golo claras, em que Bürki deu o corpo às balas nos cabeceamentos de Hummels e Müller, o Bayern duplicou a contagem em cima do intervalo.

Aos 41 minutos, à entrada da área, Javi Martínez disparou rasteiro e fez o 3-0. Dois minutos depois, na sequência de um contra-ataque mortífero, Gnabry fez, de cabeça, o quarto golo bávaro da tarde e fechou os números da primeira parte.

Os bávaros recolhiam aos balneários após uma primeira parte avassaladora
Fonte: FC Bayern Munique

No segundo tempo, o ritmo do desafio abrandou e praticamente não houve balizas durante 45 minutos. Porém, no último minuto do encontro, o inevitável Robert Lewandowski apareceu no sítio certo à hora certa e estabeleceu o resultado final em 5-0.

O Bayern passou assim para o primeiro lugar da Bundesliga, com 64 pontos, ao passo que o Dortmund se mantém com os mesmos 63. O “Submarino Amarelo” voltou a não ser feliz no Der Klassiker e pode muito bem ter complicado o combate ao heptacampeonato dos rivais de Munique.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

FC Bayern München: Neuer, Kimmich, Süle, Hummels, Alaba; Martínez (Goretzka, 77’), Thiago, Müller (Sanches, 80’), Gnabry, Coman (Ribéry, 68’); Lewandowski.

BV Borussia Dortmund: Bürki, Piszczek (Wolf, 69’), Akanji, Zagadou (Weigl, 46’), Diallo; Witsel, Delaney, Dahoud (Götze, 62’), Sancho, Larsen; Reus.

Futsal leonino: depois da glória nacional, falta a glória europeia

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O passado fim-de-semana preencheu mais uma página histórica no ecletismo leonino: a formação de futsal do Sporting, comandada na quadra pelo técnico Nuno Dias, venceu o eterno rival SL Benfica, conseguindo levar para as vitrines do museu do clube a 7ª Taça de Portugal nesta modalidade. No total de títulos, o futsal leonino tem até ao momento 15 Campeonatos Nacionais, sete Taças de Portugal, oito Supertaças e duas Taças da Liga. Respeito.

A final-eight da Taça desta edição 2018-19 foi disputado no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Os sportinguistas do Norte – tal como eu – corresponderam à chamada do clube do coração e compareceram massivamente no pavilhão, ajudando a pintar as bancadas com as cores verdes e brancas, e criando uma atmosfera de puro sportinguismo, de esforço, de devoção, de dedicação e de glória. Bravo!

O Sporting CP conquistou a sétima Taça de Portugal da sua história
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

A final contra o SL Benfica foi imprópria para cardíacos. Não entrámos bem no jogo, estivemos bastante desconcentrados no processo defensivo. Não importa aqui destacar quem esteve menos bem, pois o clima é de festa. Mas alertar estes leões para maior concentração nos próximos encontros contra equipas de topo do futsal Nacional e Internacional não fez mal a ninguém. E o seguro, como se sabe, morreu de velho.

É que, apesar deste trajeto de glória que o Sporting apresenta a nível nacional, ainda terá de provar aquilo que vale a nível internacional. Disputará, no último fim-de-semana deste mês, a final-four da UEFA Futsal Champions League no Almaty Arena no Casaquistão. Os finalistas são, além da formação portuguesa, as equipas espanholas do Inter Movistar, do Barcelona e da equipa casaque que joga em casa, o Kairat Almaty FC. O primeiro adversário dos Leões nesta competição, esperemos que não seja o último, é a equipa do Inter Movistar. Ali estará a oportunidade para, à semelhança daquilo que estes Leões têm feito em terras portuguesas, voltar a repetir o mesmo êxito desta vez fora do retângulo luso. Vamos leões!

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Carlos Silva/BnR

CD Cova da Piedade 2-1 Académico Viseu FC: Piedade respira na tabela

Duelo de aflitos em Almada para a 28.ª jornada da Segunda Liga, com o Cova da Piedade a levar a melhor sobre o Académico de Viseu, formação que tinha os mesmos 31 pontos dos locais e partilhava o primeiro lugar de salvação na tabela.

Vindos de resultados distintos, ambos os treinadores realizaram alterações aos onzes iniciais. Miguel Leal, depois de perder por 3-1 contra o Famalicão, tirou Rafael Amorim, Diarra e Sami para dar lugar a Willyan, Pedro Coronas e André Carvalhas. Já João Gabriel, vindo de um triunfo por 1-0 contra o Varzim, lançou André Baumer e João Victor de início, preterindo de João Pica e Fernando Ferreira.

O Cova da Piedade foi aproveitando o fator-casa para abrir o jogo no meio-campo do Académico de Viseu, mas sentiu grandes dificuldades ao longo do primeiro tempo para criar perigo à baliza defendida por Ricardo Janota e muito por causa dos centrais viseenses, que fizeram a cabeça em água a Rodrigo Martins e Stanley, com um remate cruzado do avançado nigeriano aos 10 minutos a ser uma das poucas vezes que o Piedade visou a baliza contrária.

Do lado dos viseenses não se jogava melhor, com o ataque do Académico a pouco conseguir fazer para assustar os locais. Barry, um dos mais inconformados, tentou por duas vezes de fora da área, mas o guarda-redes Moreira controlou ambos os lances.

Com muitas faltas, poucas combinações de perigo de parte a parte e passes longos sem destino, o primeiro tempo deixou a desejar em termos de futebol, com os atacantes do Piedade a terem pouca criatividade na altura de entrar na área e não fazer valer a maior posse de bola no meio-campo adversário, enquanto o Académico pouco incómodo criavam à defesa local.

Num jogo com tantas dificuldades de parte a parte em finalizar, acabou por ser um central a inaugurar o marcador, com um cruzamento na direita de Hugo Firmino a sobrar para o brasileiro Willyan que, ao segundo poste, encostou para o primeiro golo do encontro, a dez minutos do intervalo.

O Académico de Viseu precisava de correr atrás do prejuízo, mas continuou bastante fraco ofensivamente no resto da primeira parte, indo para as cabines com uma justa desvantagem por 1-0.

O triunfo do Cova da Piedade foi muito festejado pelos locais
Fonte: Bola na Rede

No segundo tempo o Académico de Viseu entrou mais atrevido, rondando a grande área adversária e a pressionar o Cova da Piedade. Porém, acabou por ser sol de pouca dura, porque o Piedade solidificou-se defensivamente e mostrou-se furtivo no contra-ataque, aproveitando o espaço dado pela subida dos laterais do Académico para explorar a velocidade de Stanley e a criatividade de Hugo Firmino.

O Cova da Piedade começava a fazer por merecer o segundo golo e Sori Mané, num livre frontal, deixou o aviso num remate que acabou segurado por Janota. João Gabriel tentou dar alguma vida à ofensiva dos viriatos com a entrada de N’Sor, mas continuavam a ser os locais a criar perigo perante uma defesa que tremia no contra-ataque.

Aos 69 minutos, Willyan lançou Cele nas costas da defesa e o sul-africano, já perto da linha de fundo, bateu Ricardo Janota, fazendo o mais confortável 2-0.

O Académico estava em maus lençóis, mas podia ter reduzido a desvantagem logo no minuto seguinte, com Willyan a deixar a bola cair nas suas costas, sobrou para João Victor, mas o avançado brasileiro rematou torto.

Continuava o Viseu a correr atrás do prejuízo e as 74 minutos foi Moreira a salvar o Piedade, com um cruzamento na direita que ia direitinho para o desvio ao segundo poste, mas o veterano guarda-redes deu uma palmada na bola e evitou um golo certo.

O Cova da Piedade ia resistindo às investidas adversárias, mas um golo de Kwane N’Sor a dois minutos dos 90’ fez adivinhar um período de descontos animado. Certo é que o Académico de Viseu quase conseguiu sair com pontos da Margem Sul, com Paná, já no último dos seis minutos de desconto, a atirar ao poste. Na sequência do canto, o cabeceamento de Baumer foi defendido por Moreira, com o árbitro a confirmar o triunfo do Piedade poucos segundos depois.

Com esta derrota, o Académico fica em dificuldades na tabela classificativa, podendo cair abaixo da linha de água em caso de vitória do Varzim, enquanto o Cova da Piedade respira de alívio, estando a quatro pontos dos lugares de despromoção.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

CD Cova da Piedade: J. Moreira, P.  Coronas, Allef (R. Amorim, 54’), Wilyan, Evaldo, Hugo Firmino, T. Cele, Sori Mané, A. Carvalhas (B. Diarra, 72’), R. Martins (Sami, 65’), A. Stanley

Académico de Viseu FC: R. Janota, T. Almeida, A. Baumer, K. Medina, N. Lenho, Luisinho (B. Loureiro, 83’), D. Santos, Paná, J. Mário, J. Victor (Gabriel, 72’), L. Barry (K. N’Sor, 64’)

O Galo de Barcelos vai mesmo voltar a cantar

Fundado a 3 de maio de 1924 por um grupo de jovens que regularmente se reunia num banco de um largo para jogar à bola. Por ali se encontrar o Teatro Gil Vicente e por partilharem do mesmo amor, resolveram então fundar um novo clube na cidade de Barcelos – o Gil Vicente Foot-Ball Barcelense. Isto foi há 94 anos atrás, mas vejamos por onde e como anda o clube agora.

São 6h48 da manhã e o sol já surgiu em Barcelos. É uma manhã húmida, cheia de orvalho e o galo canta pela primeira vez em muito tempo. O galo ou, como quem diz, o Gil Vicente FC que vai mesmo regressar à Primeira Liga.

Sim, é verdade. O clube barcelense vai mesmo voltar ao primeiro escalão do futebol português. Mas desengane-se quem acha que a história é tão bonita como a de um amanhecer durante a primavera. Até bem pelo contrário!

O Gil Vicente joga atualmente na Serie A do Campeonato de Portugal, mas a verdade é que a cabeça dos jogadores já deve estar bem longe do mesmo. Mais porque não seja pelo facto de, desde o início, a equipa ter sido privada de pontuar devido à até então possível, mas agora já confirmada, subida de divisão. A subida à Primeira Liga já garantida para a época 2019/2020 veio na sequência dos desenvolvimentos no “Caso Mateus”.

Para os mais esquecidos, o Caso Mateus remonta a agosto de 2006, quando o Gil Vicente FC foi despromovido administrativamente à Segunda Liga depois de ter utilizado Mateus, um jogador angolano que estava impedido de jogar por ter estatuto de amador na época anterior ao serviço do Lixa.

Mais de uma década após esta decisão, a Federação Portuguesa de Futebol, curiosamente a mesma que condenou o clube há uns anos atrás, deu razão ao clube gilista, ordenando a subida de divisão para a próxima época. Até lá, a equipa vai somando vitórias insossas que não lhe dá pontos por ser a chamada “época de transição”.

O Gil Vicente não somou nenhum ponto dos jogos disputados esta época
Fonte: Gil Vicente FC

Mas como bem disse há pouco, a manhã não é assim tão agradável como aparenta ser e o cantar do galo parece que tem incomodado mesmo alguns vizinhos… O desconforto dos clubes em zona de despromoção na presente temporada é legitimo perante o panorama que se verifica. Para que a subida do Gil Vicente aconteça, três clubes terão de ser despromovidos à Segunda Liga ao invés de dois.

Naturalmente que o balão de oxigénio dos clubes de menor dimensão tem sido menor esta época devido a esta alteração, mas também não é menos verdade que o Gil Vicente não tem a menor culpa de toda a resolução do processo e da forma como foi conduzido ao longo dos anos. Aliás, não percebo é como que só após tanto tempo é que se recua numa decisão final que afetou drasticamente a vida de um clube.

Pedro Proença proferiu algumas palavras que me deixaram surpresa. Após uma reunião do G15, elogiou “a forma como a FPF colocou fim a um processo que se arrasta há mais de uma década”. Sim, mas esperem lá: se não me engano, esta não é a mesma entidade que começou e, inclusive, deixou arrastar todo este processo durante 13 anos? Se calhar o galo na Cidade de Futebol canta mais tarde. Deve ter sido por isso…

 

Foto de Capa: Gil Vicente FC