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E tudo o mercado levou no Stade Louis II

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Da semifinal da Liga dos Campeões para a zona de despromoção da Ligue 1. Do primeiro lugar para o 18º. Tudo isto no espaço de dois anos. Se o AS Monaco mostrou em 2016/2017 que era possível quebrar a hegemonia do PSG na liga francesa, em 2018/2019 está a mostrar o que acontece quando um plantel jovem é vítima da sua própria política de transferências.

Hoje, todas as notícias apontam para o despedimento iminente de Leonardo Jardim. O ex-treinador do Sporting CP, a cargo dos monegascos desde 2014, vê-se na pior situação desde que está no clube. O talento que o levou à conquista do título francês há duas épocas e a uma prestação respeitável na última campanha partiu em debandada. Enquanto alguns jogadores sempre pareceram destinados para outros palcos, houve atletas cujas vendas podiam – e deviam – ter sido evitadas. Começa-se a questionar a verdadeira influência que Leonardo Jardim tem sobre a equipa e as contratações que faz.

Um exemplo de uma venda danosa para o clube do principado foi a de Fabinho, neste verão, ao Liverpool FC. Atualmente confinado ao banco dos reds, o trinco brasileiro era uma peça crucial do AS Monaco na época passada. Um dínamo do meio campo que permitia equilibrar um plantel desfalcado. Mascarava o menor ímpeto ofensivo provocado pela saída de Kylian Mbappé e Bernardo Silva. A equipa marcava menos, como seria de esperar, mas Fabinho mantinha a organização defensiva, logo a falta de golos não era tão sentida. Agora, sem Fabinho, sem Mbappé, sem Bernardo e também sem Lemar, não há golos que valham nem coesão que disfarce a sua falta.

Fonte: Liverpool FC

O problema não se cinge apenas às saídas; também passa pelas entradas. Para o lugar no médio defensivo canarinho chegou Pelé, vindo do Rio Ave FC, a troco de 10 milhões. Um jogador que se conseguiu mostrar no Paços de Ferreira, mas que nunca entrou na equipa principal do SL Benfica. Com 26 anos, pouco levar a crer que uma recuperação do AS Monaco poderá passar pela sua inclusão regular no XI inicial.

O clube pretende continuar na sua senda de aposta nos jovens, e para isso trouxe Yuri Tielemans (ex-RSC Anderlecht), Benjamin Henrichs (ex-Bayer Leverkusen) e Yuri Golovin (ex-CSKA de Moscovo). Mas o AS Monaco não está a lançar jovens na primeira equipa. Está a atirá-los para o XI inicial. A falta de talento e as más prestações dos mais experientes, como Falcão, criaram esta situação. Enquanto Mbappé, Lemar e Bernardo tiveram tempo para se adaptar e entrar no sistema de Leonardo Jardim, estes jovens encontram-se perante uma equipa em transição, cujas exigências são maiores devido ao sucesso das últimas duas épocas. Isto não permite um desenvolvimento equilibrado dos jogadores nem uma mudança do estilo de jogo da equipa, com o treinador incapaz de se cingir a um único XI inicial ou sequer a uma única formação, continuando a saltitar entre o 4-3-3 e o 4-4-2.

Fonte: AS Monaco

Já é a segunda vez nesta época que o Bola na Rede aborda o mau início de época dos monegascos. No entanto, o otimismo mostrado no último texto parece agora inconcebível. Não houve melhoria dos resutados e a potencialização dos jovens não está a ocorrer. A natureza reservada do treinador não lhe está a fazer favores nenhuns e só dá a ideia de que já não é ele quem comanda os destinos do clube.

Agora, com Leonardo Jardim com um pé fora de Mónaco, e Thierry Henry e Arsene Wenger como favoritos para o sucederem, fica uma questão: será que o problema está no técnico? Ou será que é um caso de uma política de transferências com sérias lacunas que, mediante circunstâncias criadas pelo próprio clube, estão agora a ser expostas?

 

Foto de capa: AS Mónaco

Força da Tática: Os lobos de Nuno rumam ao topo da cadeia alimentar

Hoje, no mais competitivo dos campeonatos europeus, Premier League, salta a vista a estranha classificação do Manchester United FC, o equilíbrio no topo com um trio de líderes e o sexto lugar do modesto AFC Bournemouth.

Outro exercício que não podemos deixar de fazer, quando olhamos para a tabela, é procurar a classificação dos clubes recentemente promovidos e aí encontramos uma boa surpresa. Aliás, mais do que uma “boa surpresa”, é a confirmação da qualidade do Wolverhampton Wanderers FC que dominou o EFL Championship na última época. Um domínio com reflexos este ano, onde as equipas que também subiram, Fulham FC no décimo sétimo e Cardiff City FC no vigésimo lugar, têm entre elas menos de metade dos pontos do Wolves.

O que explica a excelente prestação da equipa mais portuguesa de Inglaterra? Que formação é esta, comandada por Nuno Espírito Santo (NES), que Pep Guardiola e José Mourinho não conseguiram derrotar?

Equipa e Formação

NES continua com o 3-4-3 que o levou ao topo do Championship na última época. Uma formação que com as entradas de Rui Patrício, João Moutinho, Raúl Jiménez e Jonny viu a sua qualidade aumentar.

Na primeira linha, está um dos segredos mais … mal-escondidos da boa campanha dos Wolves: Estabilidade. Conor Coady, Ryan Bennett e Willy Boly jogaram todos os minutos da Premier League até agora. Aliás, é uma estabilidade com esteroides, já que a dupla de médios que joga na frente desta linha de três homens, Rúben Neves e João Moutinho, esteve presente nos oito jogos disputados. Só não podemos dizer que são totalistas porque Moutinho foi substituído aos 80 minutos em Old Trafford.

Rui Patricio; Boly; Coady; Bennett; Jonny; Doherty; Moutinho; Neves; Jota; Jiménez; Hélder Costa.

Construção: Uma história que começa na linha de três

Fonte: TSN

Sempre que possível o Wolverhampton procura usar o seu trio de centrais para iniciar a construção desde o seu meio campo defensivo. Circulando a bola entre eles, procuram abrir espaços na estrutura adversária, beneficiado da largura dada pelos alas laterais Jonny e Doherty.

O jogador chave neste primeiro momento é Conor Coady. Apresenta uma qualidade de passe de média e longa distância fora do comum para um defesa central, beneficiado do seu passado como médio defensivo. Estas qualidades, são potencializadas ao máximo por NES, na forma como o treinador português usa Coady para variar o centro do jogo, com os seus passes diagonais.

A perder em Old Trafford? No Pressure.

via GIPHY fonte: TSN

Vemos muitos centrais a tentar fazer este tipo de passe, mas muitas vezes acabam por trazer mais prejuízo à equipa do benefício. Situações onde o passe do central torna difícil o controlo da bola por quem recebe, ou onde esse mesmo passe é feito demasiado em balão, dando tempo ao adversário para rodar e ajustar o bloco, não acontecem com Coady.

Nesta matriz comparativa vemos como Coady não fica nada a perder para nomes mais conhecidos. Na realidade inglesa, Stones e Van Dijk realizam passes mais curtos em comparação com Coady, mas o central dos Wolves não vê a % de passes completos cair significativamente, apesar do risco maior desses passes. Depois se compararmos com Bonucci, na minha opinião o central mais forte no capítulo do passe a nível mundial, Coady pode ficar orgulhoso.

Fonte: Squawka

Ao lado de Coady, Boly e Bennett. Centrais que não apresentam a qualidade de passe do Capitão, mas que permitem aos Wolfes circular a bola ao longo da sua linha defensiva com tranquilidade e confiança.

Boly, está a ser uma das grandes surpresas. Apesar da sua brutal e imponente estatura física, a bola não é um elemento estranho para o francês. Se tiver espaço na sua frente, para invadir o meio campo adversário, Boly avança sem receio. Esta confiança e habilidade para ter a bola nos pés, é chave na fase de construção, uma vez que permite a criação de situações de superioridade numérica dentro do meio campo adversário.

Depois de invadir o meio campo adversário e criar essas situações de superioridade, vemos Boly a procurar Jota (Entre linhas) ou Jonny, que ataca o espaço nas costas da linha defensiva adversária, beneficiado do movimento do próprio Jota.

via GIPHY fonte: TSN

Meio campo: Não conseguem lidar com os Tugas

Depois de na última época NES ter convencido Rúben Neves a vestir a camisola dos Wolves, neste Verão trouxe para o Molineux Stadium, outro português: João Moutinho. Criou assim não só uma dupla forte para aquilo que é o presente da equipa, mas as condições perfeitas para Rúben Neves emergir como: o homem mais desejado de Inglaterra.

O sucesso dos Wolfes nos confrontos com Manchester City FC e Manchester United FC, dificilmente era possível sem a presença de Moutinho. O Internacional Português garante à equipa estabilidade na fase defensiva, mas é a forma como decide nos momentos de transição que salta a vista.

Aqui vemos um exemplo, frente ao Manchester City, onde Moutinho agride o adversário através do passe, no momento de transição, penalizado o erro do adversário. Moutinho têm sido fundamental na forma como a equipa executa a estratégia que NES traz para cada jogo e como gere os momentos do jogo.

via GIPHY fonte: Sky Sports

Ruben Neves e Moutinho, oferecem (à semelhança da já mencionada linha defensiva) grande estabilidade em posse. São fundamentais na ligação aos jogadores que atuam nos corredores, também usando o passe de média e longa distância, e na forma como se envolvem com esses jogadores, cirando vários triângulos junto aos corredores para penetrar no último terço.

Como é exemplo esta bela combinação, a um toque, que permite ao ala lateral uma situação interessante no último terço. Boly avança sem medo e realiza o passe vertical para Jota, que ao baixar joga no apoio frontal de Rúben Neves, com o ex-Porto (de primeira) a isolar Jonny.

via GIPHY fonte: TSN

Linha Ofensiva: Um Mexicano que sai de Portugal, mas Portugal não sai de perto dele

Na frente NES têm apostado em Diogo Jota sobre a esquerda, Hélder Costa sobre a direita e Jiménez na posição de ponta de lança. Apesar de esses serem os nomes em que o treinador têm apostado neste inicio de temporada, também Adama Traoré, Léo Bonatini e Ivan Cavaleiro surgem como opções ofensivas interessantes.

Jiménez é a definição de mobilidade, que permite à equipa a criação de situações de superioridade numérica em várias zonas do campo e/ou abrir espaços para Jota e Hélder Costa demonstrarem a sua qualidade individual. Em baixo, vemos os toques que Jiménez teve na bola no confronto frente ao Southampton FC. É mobilidade no seu nível máximo.

Fonte: WhoScored

Jota “casa” muito bem com Jiménez, e faz muitas vezes os movimentos opostos a Jiménez, aproveitando o espaço no corredor central, criados pela mobilidade do mexicano. É nas zonas centrais que Jota é mais decisivo, ao contrário de Hélder Costa, pela sua capacidade de resistência à pressão que lhe permite atua dentro de estruturas mais compactas onde existe menos espaço e é necessário decidir mais rápido.

Hélder Costa, assim como Ivan, é mais forte partindo do corredor lateral. Uma situação recorrente é a bola ser trabalhada do lado esquerdo, para depois, com recurso à proximidade de Ruben Neves, explorar situações de 1vs1 de Hélder Costa contra o adversário.

via GIPHY fonte: BBC

Falar também de Adama Traoré, que pode ser um jogador fundamental no futuro próximo. Faz-me lembrar um running back da NFL, pelo seu trabalho de pés e a forma como ultrapassa os adversários.

 

Foto de Capa: Wolverhampton Wanderers FC

À vontade mas não à vontadinha

Às vezes, paro para pensar numa certa questão: como é que um treinador de uma equipa grande consegue implementar uma mentalidade de vitória numa equipa, sem submeter esta a uma excessiva pressão? Creio que existem vários factores que podem levar a isso e que essa situação se verificou na época passada na luta pelo título.

Do lado azul e branco, uma das principais causas do insucesso de Lopetegui, José Peseiro e Nuno Espírito Santo (principalmente do último) foi a falta de mentalidade vencedora que foi ficando cada vez mais patente ao longo do tempo. A falta daquela que ficou celebremente chamada de ‘mentalidade à Porto’, com aquela raça, aquela vontade de vencer que carregava uma equipa às costas.

A meu ver, esta falta de mentalidade vencedora foi particularmente evidente na era Nuno Espírito Santo, em que, apesar deste conhecer bem a casa e ter um discurso e uma postura correctos, faltava-lhe aquele ADN vencedor. O rosto de satisfação dos jogadores após o empate na Luz, fazendo com que a equipa azul e branca deixasse de depender apenas de si própria para ser campeã, ficou-me particularmente na memória. Na altura, fiquei a pensar para mim próprio: ‘Gostaria de saber o que é que antigas glórias do FC Porto têm a dizer daquela atitude’.

Por exemplo, era público que quando o FC Porto não ganhava um jogo, o Jorge Costa desatava a dar murros e pontapés nos cacifos do balneário. Era essa sede de vitória que faz com que muitos o vejam como o melhor capitão da história do clube, à frente de nomes como João Pinto e Fernando Gomes.

Com a chegada de Sérgio Conceição ao comando técnico dos azuis e brancos, a coisa começou a mudar. O treinador, que jogou no FC Porto entre 1996 e 1998 e também na segunda metade da época 2003/2004, mostrou desde o início a convicção de que iria ser campeão nacional. Se, por um lado, isto acrescentava mais pressão adicional aos jogadores (para além do facto de estarem quatro anos sem ser campeões, algo inédito na era Pinto da Costa); por outro lado, Sérgio Conceição conseguiu injectar-lhes aquela mentalidade, aquela vontade de vencer característica do clube, que se tinha vindo a perder ao longo dos anos.

Sérgio Conceição tem conseguido recuperar a mentalidade vencedora azul e branca
Fonte: FC Porto

Para além do mais, a forte mentalidade do plantel azul e branco foi capaz de suportar a elevada pressão que se sentia no balneário. Nas quatro linhas, isso reflectiu-se numa equipa que, apesar de não jogar um futebol particularmente deslumbrante ou atractivo, mostrava uma atitude agressiva e dominadora sobre o adversário.

Já do lado do Sport Lisboa e Benfica, a situação é bem diferente e convenço-me cada vez mais que tem vindo a piorar ao longo dos últimos anos. O treinador Rui Vitória é conhecido pela sua postura e personalidade serena e ponderada, mesmo após as derrotas e o próprio já explicou isso.

Rui Vitória já declarou publicamente várias vezes que a morte dos seus pais num acidente de viação no dia 21 de Setembro de 2002 o fez encarar a vida de outra forma, que essa fase desagradável da sua vida o fez enfrentar as adversidades com serenidade e tranquilidade. Para ele, a derrota num jogo ou a perda de um título não é nada comparado com essa situação que já atravessou.

Na verdade, essa forma de encarar os maus resultados e as situações de maior tensão já foi determinante na equipa. No seu primeiro ano ao serviço do Benfica, após a derrota caseira com o Sporting que colocava os encarnados a oito pontos da liderança, e no início do processo dos vouchers, a forma como ele encarou toda essa situação permitiu-lhe unir a equipa de uma tal forma em que conseguiram dar a volta por cima a tudo.

O problema é que, no médio prazo, a forma leviana com que Rui Vitória encara os maus resultados foi originando um sentimento de comodismo no balneário. Os jogadores mostram-se conformados com uma derrota com aquela mentalidade: ‘Ainda há mais campeonato.’ Não há um murro na mesa, não há um grito de revolta, não há uma voz de comando que proclame alto e a bom som: ‘Isto não pode ser assim.’

A meu ver, esta situação é assustadora para um clube como o Benfica, visto que está a destruir a mentalidade vencedora que se tinha construído ao longo dos últimos anos. Por outro lado, o FC Porto tem vindo a recuperar aos poucos o seu ADN de outros tempos.

 

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

“Aimar, cadê de você? Eu vim aqui só p’ra te ver”

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«Saudades! Sim… talvez… e por que não?…

Se o sonho foi tão alto e forte

Que pensara vê-lo até à morte

Deslumbrar-me de luz o coração!»

Tudo isto é saudade de ti!

Por vezes, e quem diz por vezes diz sempre, faz falta um maestro, um verdadeiro número 10, um alguém majestoso dentro e fora de campo. A saudade é tanta que estava capaz de te escrever um poema.

Pablito, que falta nos fazes. A nós Benfica, está claro, mas não só – que falta fazes a este pobre futebol. Já não sei se sei o que é apaixonar-me por um jogo ou um jogador. Ah que isto é quase uma carta de amor.

Gosto bastante de apelar à memória, como já devem ter reparado, e o que eu gostava mesmo, era que as palestras de Rui Vitória fossem sempre mostrar ao plantel vídeos do Aimar a jogar. O sorriso no rosto, a entrega, o jogo majestático, o carinho pela bola e o amor pelo jogo. É isso que nos faz falta.

Só desejava que todos tivessem como ídolo aquele pequeno 10. Até porque todos sabemos que o Aimar é o ídolo do melhor jogador do mundo! Talvez isso tenha alguma influência. Afinal, não podemos idolatrar quem trata a bola com carinho, se formos umas pequenas bestas com tijolos no lugar dos pés. (Nada contra essas pessoas. Eu adoro o Pablito e tenho dois tijolos no lugar dos pés. Mas também não me dedico ao jogo, pelo menos literalmente)

Julgo que é indiscutível a necessidade que sentimos de ver um Senhor a jogar à bola. Todos queremos na nossa equipa aquele que dentro e fora de campo é um senhor, um cavalheiro, mas, infelizmente, cada vez encontramos menos jogadores desses por essa Europa fora.

Aimar, para todos, é sinónimo de saudade
Fonte: SL Benfica

Eu necessito de um Senhor desses de volta. Sinto falta de me apaixonar em 90 minutos, de suspirar a cada toque na bola. Claro que, mesmo que houvesse, agora, esse jogador, tal não significaria uma qualidade excecional dos outros 10 companheiros. No entanto, se todos se declarassem ao esférico, se todos sentissem o amor por ele, como o Pablo sentia, com certeza seriamos mais felizes.

Se tivesse uma máquina do tempo e pudesse trazer algo de volta do passado esse número 10 mágico e apaixonante seria a minha primeira escolha, sem sequer pensar duas vezes. Sei que já lá vai o tempo de Aimar e desse equipa com que ele jogou, mas dava tudo para voltar a ver alguém com tanto amor ao jogo a jogar de águia ao peito.

Pablo Aimar nunca foi o que poderia ser sido (imagine-se que todo aquele historial de lesões não existia…) e, ainda assim, encantava Messi e Maradona. É possível não ficar apaixonado quando até dois dos melhores jogadores que alguma vez pisaram um relvado ficam? Não.

Desejo, com todas as minhas forças, um 10 como foi o El Mago. Desejo de novo um 10 que com os pés faz declarações de amor à bola, que sorri por lhe poder tocar e que irradia felicidade pelo simples facto de jogar o jogo que ama. Que se todos tivessemos um jogador assim, o futebol seria (ainda) mais bonito do que é.

Tudo isto são saudades e todos os dias procuro por ti, ou por um alguém assim, Pablito.

Foto de Capa: SL Benfica

CUL 18/19 – AEISEL 2-2 AEFCM: Tudo empatado num belo jogo de início de época

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No jogo de abertura da 1.ª Divisão de Futebol 11 do CUL 18/19, a AEISEL e AEFCM empataram a dois golos. Após garantir a subida na época anterior, a AEFCM fazia a sua estreia na principal divisão do futebol masculino lisboeta, frente à AEISEL que procurava entrar com o pé direito na nova época.

Num jogo bastante mexido para um inicio de campeonato, a equipa estreante foi a primeira a faturar, por Diogo Cunha, num lance com alguma sorte à mistura, uma vez que a bola defendida pelo guardião dos “Engenheiros de Chelas” bateu na cabeça do número 10 dos “Médicos”, e entrou na baliza. O ISEL foi atrás do prejuízo, e marcou por duas vezes consecutivas, mas o génio de Diogo Cunha veio ao de cima, num belo livre frontal batido fez o empate com que se chegou ao descanso. No segundo tempo, a equipa do ISEL teve três excelentes ocasiões para voltar para a frente do marcador, contudo o guarda-redes da FCM, Rúben Margaço, disse “presente” e manteve tudo igual até ao apito final do árbitro. Terminou assim empatado o encontro inaugural da prova!

Onzes iniciais:

AEISEL: Miguel Cabral, Miguel Nunes, Diogo Alvito, Ruben Rodrigues, Carlos Pereira (C), João Honório, João Pedro, João Marianito, Marcos Antunes, Diogo Lima, Tiago Vermelho

AEFCM: Rúben Margaço, Ricardo Guimarães, André Guerreiro, Pedro Moules, João Caldeira, Francisco Melo, Miguel Veríssimo, Diogo Cunha, Bernardo Fernandes, Nelson Meneses (C), Gonçalo Carvalho

Flash Interview BnR:

Jogo completo:

Foto de Capa: Bola na Rede

Artigo escrito por Francisco Correia e Guilherme Costa

Olheiro BnR – Carlos Mané

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Carlos Mané é um dos regressos ao Sporting na presente temporada 2018/19. O jovem formado na Academia de Alcochete regressou aos relvados com a listada verde e branca, após 15 meses afastado por lesão.

O extremo leonino alinhou os primeiros minutos, na vitória frente ao Marítimo por 2-0, tendo entrado já no final da partida. Na passada quinta-feira, Carlos Mané estreou-se a titular no onze do Sporting, numa difícil vitória frente ao Worskla Poltava, a contar para a segunda jornada do grupo E da Liga Europa. Um regresso muito saudado pelos sportinguistas!

O jovem leão tinha estado ao serviço dos alemães do VFB Estugarda, onde na temporada de 2016/17 disputou 20 jogos e marcou seis golos. Mané viveu um verdadeiro calvário de lesões, que obrigaram a uma longa paragem, primeiro no joelho direito e depois na coxa direita. O regresso do extremo leonino regista-se cerca de 15 meses depois, tendo jogado a última partida em abril de 2017, com a camisola do Estugarda diante do Dynamo Dresden.

Carlos Mané enfrentou uma larga paragem
Fonte: Sporting CP

Carlos Mané será assim mais uma opção para as faixas do Sporting. Um extremo que tem na velocidade uma das suas principais armas, tecnicamente forte no um contra um com os defesas adversários, qualidade no último passe e nos cruzamentos, e além disso com forte sentido de baliza, com os seus movimentos das faixas para a zona central do terreno.

O extremo português chegou ao Sporting, para representar as camadas jovens, na temporada de 2001/2002. Carlos Mané já realizou na equipa principal do Sporting 89 jogos e marcou 14 golos, sendo que venceu uma Taça de Portugal, uma Supertaça e sagrou-se campeão nacional de juniores.

Assim, que Carlos Mané, após ter dobrado o cabo das tormentas, tenha um futuro risonho com a listada verde e branca. O extremo formado no Sporting é mais uma opção no plantel leonino, que poderá contribuir com golos, assistências, boas exibições, sendo mais um para ajudar a equipa a atingir a glória das vitórias e dos títulos.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira

Depois do clássico, temos de falar

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Foi em 2014 a última vitória do Benfica, na Luz, frente ao grande rival FC Porto, mas no passado domingo, a história escreveu-se de maneira diferente e atualizou estes dados. O golo solitário de Seferovic deu a vantagem mínima aos encarnados para vencerem o primeiro clássico da temporada. Foram necessários oito jogos (casa e fora) para que as águias superassem novamente os dragões, sendo esta a primeira vez que Rui Vitória o consegue fazer na sua carreira. Para o treinador português, foram necessários 20 jogos – sete empates e 12 derrotas em toda a sua carreira – para vencer os azuis e brancos.

De tudo isto – das estatísticas, do jogo em si e do que virá depois – há muita coisa que se pode concluir.

No primeiro ponto, quebrou-se o enguiço quanto ao Benfica de Rui Vitória não conseguir vencer contra o FC Porto. Esta vitória demonstra que o treinador é capaz de o fazer, superiorizando-se aos dragões ao longo de todo o jogo e conseguindo conter as investidas mais perigosas do rival depois da expulsão aos 82 minutos da partida.

Muito embora o jogo tenha sido fraco no que toca a futebol propriamente dito – houve poucos remates, muitas faltas, poucos lances de perigo -, o Benfica foi superior (em qualidade e em golos) e Rui Vitória encheu-se de orgulho com tal feito inédito na sua carreira. Poderá isto ajudar a que o timoneiro de Alverca perca a insegurança quando orienta a equipa em partidas desta envergadura, nomeadamente contra os grandes clubes em Portugal.

Noutro lado da moeda, fica então a ideia do fraco futebol deste clássico que nos faz perguntar se a qualidade dos clubes portugueses – mesmo os ‘grandes’ – não está em declínio, de há uns anos para cá, em tempos de descida da Liga no ranking da UEFA que provocou cortes nas vagas europeias da Primeira Liga Portuguesa. Além disso, o que se espera do Benfica nesta fase é mais do que aquilo que se demonstrou em campo. Se um FC Porto frágil e desamparado esteve na Luz no passado domingo, a obrigação dos encarnados, a jogar o que têm jogado (melhor do que aquilo que se viu no último jogo), era a de ganhar a partida por uma vantagem mais confortável!

O golo surgiu aos 62 minutos pelo pé de Seferovic, depois de assistência de Pizzi
Fonte: SL Benfica

Outro ponto que se tem de tocar é o seguinte: o Benfica acaba um jogo com 10 elementos há três partidas consecutivas. Algo parece estar mal. Ainda por cima, todos centrais enquanto Luisão se reformou e Jardel está a recuperar de lesão. Conti e Lema foram expulsos contra o GD Chaves e FC Porto, respetivamente, e Rúben Dias contra o AEK, em Atenas. Resta assim este último para a Primeira Liga e os dois primeiros para a Liga dos Campeões, caso Jardel não regresse de lesão no recomeço da competição. Se a expulsão de Lema é duvidosa, as de Rúben Dias e Conti não o são, pelo que terá de haver uma análise interna a esta imprudência defensiva.

Por fim, a consequência positiva da vitória do clássico – além do facto de ter vencido o rival do Norte – é a liderança partilhada com o SC Braga, não deixando fugir a equipa minhota para a liderança isolada (beneficiando também do empate dos bracarenses frente ao Rio Ave), fugindo a dragões e leões (tirando partido da derrota por 4-2 do Sporting CP em Portimão) e a vila condenses (que estão a três pontos do lugar cimeiro, na quarta posição).

Agora vem uma nova paragem para as competições das seleções nacionais, recomeçando a época de clubes com a terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, que opõe AFC Ajax e Benfica em Amesterdão na luta pelas duas vagas que dão acesso à fase seguinte. No regresso à Primeira Liga, o Benfica desloca-se ao Restelo para enfrentar o Belenenses SAD.

Saudações Benfiquistas!

 

Foto de Capa: SL Benfica

 

 

SL Benfica x FC Porto: Em castelhano nos teríamos entendido

O FC Porto perdeu na deslocação ao Estádio da Luz. Uma derrota na casa de um rival direto tem tanto de insuportável para um adepto como de normal. Ou assim seria não fosse já um hábito os Dragões saírem, invariavelmente, do lado vermelho da Segunda Circular com resultados positivos. Se os adeptos estão bem ou mal-habituados dependerá sempre do ponto de vista.

Foi um jogo quezilento, quase sempre mal jogado e no qual os duelos físicos se sobrepuseram ao recorte técnico. A bola passou mais tempo no ar do que no chão e ainda deve estar dorida de tão maltratada que foi. Ainda assim, pese embora uma grande penalidade que, na minha opinião, ficou por assinalar a favor dos portistas (falta de Rúben Dias sobre Marega), o Benfica foi superior e acaba por ser um justo vencedor da partida. Muito mais por demérito do FC Porto do que propriamente por uma exibição de gala encarnada.

No Reino do Dragão importa refletir e perceber o que correu mal. Os problemas do FC Porto vão muito para além do jogo de Domingo. Exceção feita à jornada inaugural do campeonato (vitória sobre o Chaves por 5-0), os comandados de Sérgio Conceição têm somado exibições não mais dos que sofríveis.

A equipa que venceu, na anterior temporada, o campeonato nacional, não difere muito, é certo, da que tem alinhado no começo da presente época. Isto em termos dos nomes que figuram atrás das camisolas porque no que ao jogo jogado as semelhanças são impercetíveis. Herrera é uma sombra de si próprio, Marega (como de certa forma era expectável) já não marca diferenças, Maxi confirma a falta de fôlego para estas andanças, Brahimi, embora inconformado, não anda inspirado e a lista poderia continuar por mais algumas linhas. Coletivamente, o FC Porto de Sérgio Conceição nunca foi um hino ao futebol (pelo menos na dimensão mais técnica desta expressão) e, verdade seja dita, o treinador nunca quis que assim fosse.

As despesas do futebol mais fantasista e rendilhado eram entregues exclusivamente a Brahimi e o sucesso da equipa estava alicerçado numa potência física invejável, no ganho invariável dos tais duelos físicos, numa rápida, agressiva e eficiente reação à perda de bola e numa incessante e eficaz procura da profundidade. Só assim se explica que um jogador com clamorosas deficiências técnicas como Marega tenha assumido, por via dos seus notáveis atributos físicos, um papel preponderante no FC Porto campeão nacional. Ora, muito dificilmente se repetiria tal cenário. Os adversários já conhecem este futebol, já conhecem Marega e os seus movimentos e vão neutralizando as suas investidas. O maliano não é dotado de inteligência tática ou técnica para debelar estas dificuldades e a tendência será sempre para se reaproximar do jogador mais desastrado e trapalhão (nunca deixou de o ser) que chegou ao FC Porto há uns anos.

Tem sido escassa a utilização de Óliver Torres na presente temporada
Fonte: FC Porto

Assim, começa a parecer evidente que algo tem que mudar. Sou um grande fã de Sérgio Conceição e um acérrimo apoiante da sua chegada ao FC Porto. Não me considero um tal de “pseudo” adepto e julgo ter alguma legitimidade para criticar. Crítica essa sempre construtiva e baseada naquilo que vou assistindo dentro de campo e enviesada, provavelmente, pelo gosto por um estilo de futebol diferente. Começa a causar-me algum desconforto a escassa utilização de dois jogadores.

Esta é uma crítica e súplica que fazia quando a equipa ganhava e, portanto, parece me legítimo que a enuncie num momento de perda exibicional, já que a nível de resultados, a realidade é substancialmente melhor do que o que a imprensa quer fazer parecer. Falo de Óliver Torres e Jesús Corona. O caso do espanhol é aquele que me causa mais estranheza. Uma equipa como o FC Porto não pode dar-se ao luxo de desperdiçar tanta qualidade. Óliver perdeu (na minha opinião injustamente) o lugar na equipa depois da derrota com o Besiktas no início da última época e não mais o recuperou. Eu não vejo, é certo, o jogador a treinar, mas a qualidade que evidencia de cada vez que pisa o relvado de um campo de futebol torna incompreensível que seja constantemente preterido do onze. Julgo que os 20 minutos a que teve direito na receção ao Galatasaray foram suficientemente esclarecedores e elucidativos. E poderia ter sido uma peça fundamental no Domingo para colocar alguma serenidade no jogo e permitir ao FC Porto uma melhor gestão da posse de bola.

Em vez disso, a opção recaiu mais uma vez em Sérgio Oliveira e, a páginas tantas, o FC Porto dispunha-se no relvado da Luz com um meio campo composto por Herrera, Sérgio e Danilo e demonstrava gritantes dificuldades em tirar a bola da pressão e suster a agressividade do meio campo do Benfica. Ainda em relação a Óliver, parece-me importante contrariar o argumento, tantas vezes utilizado para justificar a sua falta de utilização, que se prende com a suposta dificuldade do espanhol no momento defensivo. É falso. Óliver é talentoso, mas operário, e compensa a falta de robustez física com uma inteligente ocupação dos espaços e com uma capacidade de desarme invulgar para um jogador tão tecnicista. E depois, é um dos melhores jogadores do nosso campeonato a esconder e transmitir a bola. Um prodígio.

Corona realizou uma exibição sublime frente ao Galatasaray
Fonte: FC Porto

O segundo jogador a que me referi no presente artigo, Jesús Corona, é outro estranho caso. É, para mim, o jogador mais desconcertante do futebol português e, não fosse a sua inconsistência exibicional, estou em crer que a sua escassa utilização não seria sequer um tema. Acredito, até, que já nem andaria por Portugal mas sim pelos mais importantes campeonatos da Europa. No entanto, e ainda assim, acredito que deve ser uma aposta mais constante e que essa inconsistência só deixará de ser uma realidade quando lhe for dada a confiança necessária e o espaço para errar. Se o jogador sabe que se não estiver ao seu melhor num jogo já não vai “calçar” no jogo seguinte, a probabilidade e o medo de errar, aumentarão exponencialmente.

A isto acresce que Tecatito protagonizou uma exibição de encher o olho no jogo da Liga dos Campeões (frente ao Galatasaray) e que merecia uma oportunidade no onze que iniciou o jogo no Estádio da Luz. No entanto, foi apenas lançado no fim do jogo, numa posição que não é a sua e num contexto tremendamente adverso.
Em suma, faltou calma, qualidade de passe, fantasia e inspiração ao FC Porto no clássico e acredito que Óliver e Corona poderiam ter sido a solução. Sérgio Conceição é um treinador competente e saberá, melhor do que ninguém, aquilo que é melhor para a equipa, no entanto, se me é permitido deixar uma humilde sugestão, talvez seja a hora de trocar, em certas ocasiões, o bombo pelo violino para melhorar a harmonia da orquestra. Em castelhano (ou hispânico) talvez nos tivéssemos entendido.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Jorge Neves

O Fim-de-semana Verde e Branco

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Mais uma semana, mais um resumo. O destaque maior vai para os tripletes do Ténis de Mesa masculino e Râguebi feminino! Realçar ainda, entre vários, os triunfos do Andebol para o Campeonato Nacional e EHF Champions League, o apuramento do Futsal masculino para a Ronda de Elite da UEFA Futsal Champions League e a estreia autoritária das Leoas do Voleibol no Campeonato Nacional da II Divisão. No pólo negativo surgem o Hóquei em Patins, o Voleibol masculino e o Andebol em Cadeira de Rodas pelas derrotas nas respectivas Supertaças e o Futebol masculino pela segunda derrota no Campeonato Nacional, não aproveitando assim o empate do SC Braga e o confronto entre SL Benfica e FC Porto. Eis o resumo, o mais completo possível:

Andebol | Semana de dupla vitória para os Bicampeões Nacionais! A primeira após uma reviravolta épica diante do SL Benfica (24-23), em que a turma leonina foi para o intervalo a perder 10-14 e oito minutos do terminus da partida perdia por 18-21. O Sporting CP está no segundo lugar com 18 pontos, menos um que o rival encarnado, mas também menos um encontro disputado. Valentin Ghionea foi o melhor marcador dos verde e brancos com oito remates certeiros. Seguiu-se a deslocação à Turquia para defrontar o Besiktas Mogaz HT, adversário que a turma orientada por Hugo Canela derrotou por 27-33 (15-18), numa partida controlada pela formação lusa que chegou a deter uma vantagem de oito golos (21-29 e 22-30). Os Leões estão agora no topo do Grupo C da EHF Champions League em igualdade pontual (seis pontos) com Silkeborg e Tatran Presov. Vem aí nova semana de duplo confronto, ambos fora de portas: Quarta-Feira, 10 de Outubro, diante do ADA Maia/ISMAI pelas 21 horas e Sábado, 13 de Outubro, perante os eslovacos do Tatran Presov pelas 17 horas lusas.

Andebol em Cadeira de Rodas | Os Leões foram derrotados na Supertaça ACR6 diante da APD Leiria por 21-6.

Futebol masculino | Vitória na Ucrânia diante do Vorskla Poltava por 1-2 na segunda jornada do Grupo E da Liga Europa e derrota por 4-2 frente ao Portimonense na sétima jornada do Campeonato Nacional.

Futebol de Praia masculino | O Sporting CP terminou a Alanya Cup no segundo lugar após os seguintes resultados:

Sporting CP 3-6 BSC Lokomotiv Moscow

Alanya BS 2-5 Sporting CP

Sporting CP 4-3 Levante UD

Futsal feminino | As Leoas estrearam-se no Pavilhão João Rocha com um triunfo por 7-0 diante da AR Venda da Luísa na segunda jornada da primeira fase do Campeonato Nacional. Débora Queiroz (2), Cátia Morgado, Débora Lavrador, Matilde Ferreira, Cristiana Oliveira e Margarida Silva foram as autoras dos golos. Segue-se a deslocação ao reduto do CR Golpilheira, estando a partida marcada para as 18h30 de Sábado, 13 de Outubro, no Pavilhão Desportivo Municipal da Golpilheira.

Futsal masculino | Dois triunfos e uma derrota é o saldo dos Tricampeões Nacionais no Grupo 4 da Fase Principal da UEFA Futsal Champions League. A formação orientada por Nuno Dias venceu o Lida por 3-2 e o Feniks por 5-0, tendo perdido na jornada intermédia diante do Kairat Almaty por 1-2. Os Leões transitam assim à Ronda de Elite, sabendo desde já que serão um dos anfitriões, com o Pavilhão João Rocha a receber pela segunda época consecutiva um grupo da Ronda de Elite da prova europeia de clubes. Segue-se a recepção ao CRC Quinta dos Lombos pelas 21h30 de 12 de Outubro, Sexta-Feira, no Pavilhão João Rocha.

Futsal masculino apura-se para a Ronda de Elite da UEFA Futsal Champions League
Fonte: Sporting CP

Hóquei em Patins | Os Campeões Nacionais perderam diante do FC Porto por 1-4 na Supertaça António Livramento numa partida onde a formação azul e branca se revelou mais astuta. Segue-se o arranque do Campeonato Nacional com o Sporting CP a receber o SL Benfica no dia 14 de Outubro, Domingo, pelas 15 horas no Pavilhão João Rocha.

Râguebi feminino | As Bicampeãs Nacionais conquistaram a Supertaça depois das vitórias frente ao GDS Cascais/ER Galiza por 31-0 na meia-final e diante do AEESA Coimbra por 37-0 na final da prova. Está assim conquistado o primeiro triplete do Râguebi feminino do Sporting Clube de Portugal!

Ténis de Mesa masculino | Os Tricampeões Nacionais venceram a ADC Ponta do Pargo por 3-0 na Supertaça José Manuel Amaro. Aruna Quadri e Diogo Carvalho levaram a melhor sobre Énio Mendes e Saheed Idowu, respectivamente, por 3-1, enquanto que na última partida Bode Abiodun não cedeu qualquer set diante de Vítor Amorim. Este é assim o 10.º troféu nacional consecutivo conquistado pelos Leões (quatro Supertaças, três Taças de Portugal e três Campeonatos Nacionais), ou seja, este é o terceiro Triplete consecutivo conquistado pelos comandado de Chen Shi Chao. Segue-se a segunda jornada do Grupo A da Table Tennis Champions League, com a turma verde e branca a receber os checos do TTC Ostrava no Pavilhão João Rocha pelas 18 horas de 11 de Outubro, Quinta-Feira.

Voleibol feminino | As Leoas bateram o GDC Gueifães por 3-0 na sua estreia no Pavilhão João Rocha, que foi em simultâneo a estreia da turma de Alvalade na II Divisão Nacional. A formação leonina acusou ligeiramente a ansiedade da estreia no segundo escalão, contudo cedo virou o primeiro set a seu favor, mantendo o controlo do mesmo até ao fim (25-19); no segundo set a formação orientada por Rui Pedro Costa demonstrou uma clara superioridade diante da formação maiata, fechando o parcial em 25-8; o terceiro e último set foi o mais equilibrado com a formação recém-despromovida do primeiro para o segundo escalão a conseguir andar sempre no encalce do resultado, contudo o Sporting CP viria a levar novamente a melhor, desta feita por 25-21. Segue-se jornada dupla, com recepções ao GC Santo Tirso e SC Espinho nos dias 13 e 14 de Outubro, respectivamente.

Voleibol masculino | Os Campeões Nacionais perderam a Supertaça para o rival SL Benfica por 0-3 (22-25; 25-27; 34-36). Já no arranque do Campeonato Nacional, a formação orientada por Hugo Silva venceu o SC Espinho por 1-3 (29-31; 26-24; 20-25; 20-25). Segue-se jornada dupla, com a turma de Alvalade a deslocar-se ao Pavilhão do Castêlo da Maia GC no Sábado, 13 de Outubro, pelas 17 horas e a receber o recém-promovido Famalicense AC no Domingo, 14 de Outubro, pelas 18 horas no Pavilhão João Rocha.

Foto de Capa: Sporting CP

A equipa de Futebol Internacional elegeu o seu Bola de Ouro

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A equipa do Futebol Internacional juntou-se e aproveitando o anúncio dos 30 nomeados, para o prémio Ballon d’Or, da revista France Football, decidiu eleger o seu favorito, entre os nomeados escolhidos pela prestigiada revista francesa.

Tal como acontece no prémio Ballon d’Or, foi levada a cabo uma eleição para eleger o vencedor do prémio, aos olhos dos redatores do Futebol Internacional. Esta votação partilha o método de eleição do Ballon d’Or , eleição feita por jornalistas e apaixonados do futebol.

A lista dos 30 nomeados é:

Sergio Agüero (ARG / Manchester City)

Alisson (BRE / Liverpool)

Gareth Bale (GAL / Real Madrid)

Karim Benzema (FRA / Real Madrid)

Edinson Cavani (URU / PSG)

Thibaut Courtois (BEL / Chelsea)

Cristiano Ronaldo (POR / Juventus )

Kevin De Bruyne (BEL / Manchester City)

Roberto Firmino (BRE / Liverpool)

Diego Godin (URU / Atlético Madrid)

Antoine Griezmann (FRA / Atlético Madrid)

Eden Hazard (BEL / Chelsea)

Isco (ESP / Real Madrid)

Harry Kane (ANG / Tottenham)

N’Golo Kanté (FRA / Chelsea)

Hugo Lloris (FRA / Tottenham)

Mario Mandzukic (CRO / Juventus )

Sadio Mané (SEN / Liverpool)

Marcelo (BRE / Real Madrid)

Kylian Mbappé (FRA / PSG)

Lionel Messi (ARG / FC Barcelone)

Luka Modric (CRO / Real Madrid)

Neymar (BRE / PSG)

Jan Oblak (SLO / Atlético Madrid)

Paul Pogba (FRA / Manchester United)

Ivan Rakitic (CRO / FC Barcelona)

Mohamed Salah (EGY / Liverpool)

Sergio Ramos (ESP / Real Madrid)

Luis Suarez (URU / FC Barcelona)

Raphaël Varane (FRA / Real Madrid)

Da lista de 30 nomeados, 10 redatores votaram em três jogadores, atribuindo a pontuação de cinco pontos ao melhor jogador, na sua opinião, três pontos ao segundo melhor e um ponto ao terceiro melhor, distribuindo um total de 90 pontos.