Início Site Página 10863

As 5 alternativas a Veríssimo | SL Benfica

0

As 5 alternativas para a defensiva encarnada: exequíveis ou utópicas? 

A lesão grave contraída pelo internacional brasileiro obriga os encarnados a repensar o futuro do seu eixo defensivo e a procurar soluções que garantam a permanência da ultra competência evidenciada pelos titulares de serviço em 2021. As 5 alternativas

Além do supracitado, Nicólas Otamendi e Jan Vertonghen impõem-se naturalmente, mas é preciso pensar mais além. Com a idade dos dois, a sua sucessão tem que ser discussão urgente para os responsáveis encarnados. As 5 alternativas

Estes têm a oportunidade de analisar de perto, diariamente, as qualidades de Morato, Tomás Araújo, António Silva, Pedro Álvaro ou Pedro Ganchas (e Branimir Kalaica, eternamente esquecido num limbo competitivo).

As 5 alternativas a Lucas Veríssimo.
Terminou a temporada para Lucas Veríssimo, que está a contas com uma rotura de ligamentos
Fonte: Carlos Siva/ Bola na Rede

Por esta perspectiva poderíamos até considerar desnecessária a ida ao mercado para rejuvenescer o setor, dado o talento diferenciado disponível e o próprio historial do clube como seguro de vida. Depois de Rúben Dias, o Seixal prepara-se para lançar nova estrela para a ribalta do futebol europeu, caso se dê prioridade ao leque de talento disponível.

Se a intenção for o recrutamento de talento estrangeiro, surge o caso Lindelof como abonador de nova aposta certeira e tentaremos então discernir cinco nomes que poderiam ser analisados mediante variados prismas. As 5 alternativas

Há quem apoie um empréstimo de um elemento mais experiente que garanta rendimento imediato, sem necessidade de grande fase de adaptação e que venha apenas cumprir os seis meses até final da temporada. As 5 alternativas

Outros, mais precavidos, preferem nova aposta na juventude, assegurando elemento que participe na reformulação do plantel para os anos vindouros. Daremos, então, atenção às duas preferências e lançaremos para a mesa de debate nomes de origens díspares e de contextos competitivos opostos, introduzindo uns mais conhecidos e outros ainda na obscuridade mediática – e em mercados em que o SL Benfica deveria estar mais atento.

Antevisão GP Catar: Hamilton em forma “vinga” derrota na secretaria

0

A ANTEVISÃO: HAMILTON, A LUZ MAIS BRILHANTE NA NOITE INAUGURAL DE LOSAIL

A Fórmula 1 chegava ao Catar pela primeira vez na história “embalada” por mais um capítulo emocionante na luta entre Lewis Hamilton (Mercedes) e Max Verstappen (Red Bull) pelo campeonato de 2021.

O GP do Brasil, ganho por Hamilton após mais uma luta titânica com Verstappen, só ficou completamente “fechado” ontem, sexta-feira, quando a FIA decidiu não existir argumento suficiente para revisão do incidente entre os dois pilotos e que impediu, na altura, Hamilton de passar para a frente da corrida.

Fechada mais uma das muitas notas de rodapé desta frenética temporada de F1, e após um curto frenesim depois de rumores da compra da McLaren por parte da Audi (que a primeira entretanto desmentiu), as atenções centravam-se, então, no circuito de Losail. Um traçado bem conhecido dos fãs de motociclismo, mas uma estreia absoluta no calendário dos mais rápidos monolugares de quatro rodas.

Com mais de cinco quilómetros de extensão, uma longa recta da meta com uso de DRS e pelo menos três zonas de travagem forte, o GP do Catar tem tudo para proporcionar mais uma corrida de alta fricção. Especialmente se a qualificação ditasse a proximidade entre os dois grandes rivais do campeonato.

A primeira fase de qualificação não trouxe surpresas, com os dois Haas, os dois Alfa Romeo e Nicholas Latifi (Williams) a abandonar cedo.

Já a segunda sessão do Q2 eliminou três candidatos ao pódio: Sergio Pérez (Red Bull), Charles Leclerc (Ferrari) e Daniel Ricciardo (McLaren) ficaram pelo caminho juntamente com Lance Stroll (Aston Martin) e o “senhor Sábado” George Russell (Williams), enquanto Hamilton, Valtteri Bottas (Mercedes), Verstappen e Carlos Sainz (Ferrari) passaram à última fase de qualificação nos pneus médios – uma possível vantagem estratégica para a corrida de domingo.

Nos momentos iniciais do Q3, o trio do costume bateu-se de igual para igual, com Hamilton a superar-se a Bottas e ao rival Verstappen por dois décimos de segundo. Nas voltas finais decisivas, Hamilton foi o primeiro a cruzar a meta com uma volta de 1:20.827 e em boa hora o fez: um furo após excursão ao corrector da pista fez Pierre Gasly (AlphaTauri) parar na recta da meta, trazendo um fim precoce às voltas rápidas de Verstappen e Bottas que seguiam atrás e, assim, não conseguiram melhorar os seus tempos.

“Pole”, então, para Lewis Hamilton, que segue em busca do recorde de títulos na F1. Atrás de si, o líder do campeonato Max Verstappen e o seu colega de equipa Valtteri Bottas. Este último, conseguindo uma boa aproximação à primeira curva, pode ter uma palavra a dizer na discussão pelo segundo lugar e ajudar Hamilton a encurtar terreno para Verstappen na luta pelo título, a diferença neste momento cifrada nos 14 pontos.

Uma corrida para acompanhar em directo amanhã pelas 14:00 de Portugal Continental e que, com apenas três Grandes Prémios por disputar, se pode revelar decisiva nas contas de um campeonato que, independentemente do desfecho final, assume já um estatuto lendário na história da modalidade.

Foto de Capa: Formula 1

Football Manager 2022 | As 5 “pechinchas” a ter em atenção

0

Depois de semanas de grande expectativa, o Football Manager 2022 está, finalmente, aí. Por esta altura, a maioria dos leitores já terá começado o seu primeiro “save”, mas de certeza que muitos plantéis ainda estão por fechar.

Muitas vezes, o entusiasmo para reforçar a equipa não é proporcional ao orçamento disponibilizado pela direção. Por isso, um bom jogador de Football Manager tem de estar sempre atento às “pechinchas” que o jogo esconde. Jogadores que não têm um custo exorbitante, mas que podem ser aquela contratação que faltava.

WWE Survivor Series: Combates marcados e previsões

0

Com o ano de 2021 a aproximar-se do fim, a WWE irá realizar já no próximo dia 21 de novembro o tradiconal Survivor Series, a partir do Barclays Center em Brooklyn, Nova Iorque.

O Survivor Series é o segundo pay-per-view anual mais antigo da WWE, atrás apenas da WrestleMania.

Embora a edição inicial tenha sido construída com base em combates de eliminação entre equipas de cinco lutadores, o evento tem sofrido alterações nos últimos anos, focando-se, para além do modelo original, nos confrontos entre as estrelas individuais do RAW e do SmackDown.

O duelo entre o Campeão da WWE Big E e o Campeão Universal Roman Reigns será o combate cabeça de cartaz, numa noite em que Becky Lynch e Charlotte Flair irão estar frente a frente para determinar de uma vez por todas qual é a campeã feminina superior.

Quem irá terminar vitorioso nesta guerra pela supremacia entre RAW e SmackDown? Descubra com esta prévia da edição de 2021 do clássico de novembro da WWE.

 

Artigo redigido por Diogo Vieira

Foto de capa: WWE

FC Porto x CD Feirense: A festa da taça está de volta

0

ANTEVISÃO: UM JOGO DE OPORTUNIDADES

O futebol a nível está de volta, após mais uma paragem para os compromissos das seleções, que mais valia não ter existido para a desgraça que foi. FC Porto

Mas, bem, a conversa agora é outra e neste final de semana, fim de semana vamos ter a festa do futebol no seu estado mais puro, ora não estivéssemos a falar da festa que é a Taça de Portugal.

O FC PORTO RECEBE UM DOS CANDIDATOS À SUBIDA NA SEGUNDA LIGA MAS PARTE COMO CLARO FAVORITO. IRÁ O CD FEIRENSE TER A CAPACIDADE DE MARCAR NO DRAGÃO? APOSTA COM A BWIN!

Relativamente ao FC Porto, os dragões vão defrontar o CD Feirense, emblema que atua, nos dias de hoje, na 2º liga, sendo que é um dos vários candidatos a subir de divisão. Deste modo, apesar de ser um clube de uma liga inferior, atendendo ao seu momento de forma, não se avizinha uma partida facilitada para os portistas. Por isso, todo o cuidado é pouco e será necessário encarar este desafio com toda a concentração e seriedade que merece.

Ainda para mais, quando será expectável que Sérgio Conceição rode um pouco a equipa e conceda algumas oportunidades a alguns jogadores menos utilizados. Algo, que poderá trazer um pouco à memória a eliminação dos Açores. Assim, espera-se que a equipa corresponda ao que se espera dela e que a festa da Taça continue pelos lados do Dragão.

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Será o 22.º jogo em que portistas e fogaceiros se irão defrontar;
  2. No primeiro ano de Sérgio Conceição, a única contratação do FC Porto foi ao CD Feirense, sendo que a escolha recaiu em Vaná;
  3. O último encontro entre as duas formações foi no ano de 2019, altura em que a equipa visitante desceu até á 2.º liga;
  4. O árbitro da partida será Hugo Miguel;
  5. Foi contra CD Feirense, que em 2018, o FC Porto garantiu o primeiro campeonato, na era Sérgio Conceição;
  6. Os fogaceiros apenas venceram por uma vez os portistas em toda a sua história;
  7. Em 21 partidas, já ocorreram 68 golos em todos os encontros;
  8. A última derrota do CD Feirense aconteceu há pouco mais de um mês, contra o CF Estrela da Amadora, onde atua o filho mais velho de Sérgio Conceição;
  9. Após o enfrentar o FC Porto, o CD Feirense, a contar para a 2.º liga, vai defrontar… o FC Porto B;
  10. Kerwin Vargas, avançado colombiano, de 19 anos, do emblema da feira, tem sido um dos principais destaques desta temporada;

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Pepê (FC Porto) – Todos os meios de comunicação social apontam à sua titularidade no jogo de amanhã e Pepê será um dos principais jogadores ao qual vou dedicar a minha atenção.

O extremo brasileiro chegou este verão ao FC Porto como uma das grandes aquisições realizadas pelo emblema azul e branco, mas até ao momento ter tido pouco protagonismo, estando-se a adaptar a uma nova realidade. Além disso, tem estado na sombra do grande jogador da época, até ao momento, Luis Diaz, pelo que é perfeitamente normal o seu atual papel.

Porém, amanhã, terá uma oportunidade para mostrar todo o seu futebol, sendo que as suas principais armas são o drible, a capacidade de jogar em espaços curtos e a sua ligação com o golo. Por conseguinte, Pepê também parece ser um atleta comprometido com a equipa, algo que Sérgio Conceição aprecia e espera-se que seja o natural sucessor de Luis Diaz, mas isso apenas se verificará com minutos.

Fábio Espinho (CD Feirense) – A escolha em Fábio Espinho recai em muito pela sua experiência de jogo e ao mais alto nível. Com uma carreira já longa e consagrada no futebol português, o médio tem liderado o meio-campo forasteiro a uma caminhada até agora positiva no segundo escalão.

Dono de uma boa capacidade técnica e de drible, o atleta alia a esses aspetos a sua sabedoria no futebol, que poderá ser crucial na batalha de amanhã. Por outro lado, com 36 anos, algo cada vez mais comum no futebol, Fábio Espinho espelha na perfeição o tão famoso ditado popular, que “velhos são os trapos”.

XI PROVAVÉIS

FC Porto: Marchesin, Manafá, Fábio Cardoso, Marcano, Zaidu, Grujic, Sérgio Oliveira, Pepê, Corona, Toni Martinez e Danny Loader

Treinador: Sérgio Conceição

CD Feirense: Bruno Brígido, Diga, Ícaro Silva, Zé Ricardo, Bruno, Washingtom, Fábio Espinho, Samuel Teles, Tiago Dias, Petkov e Vargas;

Treinador: Rui Ferreira

 

RESULTADO PROVÁVEL: FC PORTO 3-0 CD FEIRIENSE

Liverpool x Arsenal | “Gunners” procuram ultrapassagem surpreendente em Anfield

0

Liga Inglesa, Jornada 12: sábado, 17h30, 20 de novembro de 2021

ANTEVISÃO: NÃO PERDER DE VISTA O TOPO DA TABELA

O mítico Anfield Road prepara-se para receber um escaldante desafio entre Liverpool FC e Arsenal FC, precisamente aquele que será o jogo de cartaz da 12ª jornada da Liga Inglesa.

DUELO HISTÓRICO EM INGLATERRA! TEREMOS UM JOGO COM MUITOS GOLOS NESTE CLÁSSICO? A ODD PARA 2,5 GOLOS É DE APROVEITAR! APOSTA COM A BWIN!

Separados apenas por dois pontos, os Reds seguem na quarta posição com 22 pontos (a quatro do líder Chelsea FC), enquanto os Gunners aparecem logo atrás (20 pontos) e com a ambição de protagonizar uma surpreendente ultrapassagem no reduto de um dos maiores rivais diretos da História.

Apesar da curta diferença na tabela classificativa, é possível descodificar uma forte disparidade do nível sucesso na hora de rematar à baliza contrária. O Arsenal, mesmo embalado por um bom momento, tem apenas 13 golos marcados em 11 jogos. Já o Liverpool tem os mesmos números, mas de forma invertida… São 31 golos em apenas 11 jornadas!

A equipa orientada por Jürgen Klopp vem de uma derrota no campeonato (a primeira da época) e enfrenta uma crescente onda de lesões, que pode ser aproveitada pela maior estabilidade coletiva do conjunto liderado por Mikel Arteta. Quem levará a melhor?

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Depois das goleadas nos redutos do Watford FC e do Manchester United FC (ambas por 5-0), o Liverpool perdeu terreno na Liga Inglesa ao empatar 2-2 com o Brighton & Hove Albion FC e ao perder por 3-2 diante do West Ham Unted FC.
  2. Apesar de ter entrado em falso no campeonato (com três derrotas nas primeiras três jornadas), o Arsenal já não perde desde agosto, tendo somado apenas dois empates no mês de outubro.
  3. Jürgen Klopp e Mikel Arteta defrontaram-se apenas nos últimos cinco duelos entre as duas equipas, contabilizando-se dois triunfos do técnico alemão, dois empates (um dos quais numa final que culminaria num troféu para o Arsenal) e uma vitória do treinador espanhol.
  4. Antes do triunfo por 2-1 em julho de 2020, com Mikel Arteta ao leme, os Gunners já não venciam o Liverpool desde abril de 2015 (na altura com uma goleada caseira por 4-1).
  5. Jürgen Klopp já defrontou os londrinos por 20 vezes na sua carreira, somando nove triunfos, sete empates e quatro derrotas(três das quais quando ainda orientava o BVB Dortmund).
  6. Num histórico de 233 confrontos entre as duas equipas, os Reds venceram 90 partidas, os Gunners triunfaram em 79 duelos e registaram-se ainda 64 empates.
  7. A jogar em casa, o Liverpool venceu 60 jogos, empatou 26 e perdeu em 27 ocasiões.
  8. O último triunfo do Arsenal em Anfield aconteceu em setembro de 2012, com uma vitória por duas bolas a zero e com a particularidade de Mikel Arteta ter alinhado nesse jogo pela formação visitante.
  9. Liverpool e Arsenal defrontaram-se à 12ª jornada do campeonato por três ocasiões e experimentaram os três resultados possíveis: empate a quatro bolas em 1928, triunfo dos Reds por 2-1 em 1936 e vitória dos londrinos por 3-0 em 2006.
  10. Tendo por base os plantéis atuais dos dois emblemas ingleses, Roberto Firmino destaca-se como o melhor marcador nestes duelos, levando já oito golos apontados ao Arsenal.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Mohamed Salah (Liverpool FC) – Apesar de não ter feito qualquer golo nos últimos três jogos, o avançado egípcio tem protagonizado um excelente arranque de temporada a todos os níveis, levando já sete assistências e 15 golos em 15 jogos. Só esta época já se destacou ao ponto de marcar consecutivamente em 10 jogos, algumas das vezes com direito a assistências, bis ou hat-trick. Será que vai conseguir reencontrar o caminho dos golos diante do Arsenal?

 

Pierre-Emerick Aubameyang (Arsenal FC) – Com menos de metade dos golos de Salah, aparece o goleador do Arsenal com sete tentos certeiros em 11 jogos. Não marcou nos últimos dois duelos, mas já foi decisivo por várias vezes neste início da época, ajudando a sua equipa a conquistar mais pontos. Aliás, Aubameyang soma mais golos do que todos os outros avançados em conjunto (Lacazette, Pepé e Saka). Ainda assim, há que ter em conta também a gritante evolução do jovem Emile Smith-Rowe, com cinco golos.

 

XI’S PROVÁVEIS

Liverpool FC: Alisson; Kostas Tsimikas, Virgil van Dijk, Joël Matip, Trent Alexander-Arnold; Thiago Alcântara, Fabinho, Alex Oxlade-Chamberlain; Sadio Mané, Diogo Jota, Mohamed Salah

Treinador: Jürgen Klopp:

“Corrida pelo título? É um pouco cedo para isso. Mas para nos mantermos lá em cima, todos nós sabemos que precisamos estar à frente do Arsenal, para permanecer dentro e perto do topo da liga. Precisamos de resultados e a verdade é que não tivemos bons resultados o suficiente nas últimas semanas.”

 

Arsenal FC: Aaron Ramsdale; Nuno Tavares, Gabriel Magalhães, Benjamin White, Takehiro Tomiyasu; Emile Smith Rowe, Albert Sambi Lokonga, Thomas Partey, Bukayo Saka; Alexandre Lacazette, Pierre-Emerick Aubameyang

Treinador: Mikel Arteta:

“Ir jogar a Anfield é sempre um grande teste. A coesão e energia criada em torno daquele campo é algo muito especial. Por isso, temos que estar no nosso melhor nível, seja fisicamente, emocionalmente e taticamente. Temos que acreditar que podemos vencê-los.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: LIVERPOOL FC 1-1 ARSENAL FC

Ralf Rangnick | Quem é o professor do futebol alemão?

Desde que Ole Gunnar Solskjaer tomou as rédeas do Manchester United FC, em novembro de 2018, raramente conseguiu ser consensual. Em quase três anos, não venceu nenhum título e a sua equipa pareceu sempre uns furos abaixo ora de Manchester City FC, ora de Liverpool FC.

Esta temporada as coisas não têm sido diferentes e nem o regresso de Cristiano Ronaldo parece ter revigorado o clube. Nas últimas semanas acumulam-se as notícias sobre a saída do treinador norueguês e vai aumentado a lista de candidatos ao seu lugar.

Um dos nomes mais recentes a surgir é o de Ralf Rangnick. Mas afinal quem é este alemão, que fica longe do mediatismo de outros candidatos – Conte, Zidane, Luís Enrique e, mais recentemente, Brendan Rodgers – ao banco de Old Trafford?

SL Benfica 4-1 FC Paços de Ferreira: Um golaço para acordar

A CRÓNICA: UM GOLAÇO QUE ORIGINOU O ALAVANQUE DO BANCO

Numa reviravolta no Estádio da Luz, o SL Benfica venceu o FC Paços de Ferreira por 4-1, num jogo que deu golos para todos os gostos. Um golaço

A primeira parte acabou por se revelar pobre e sem golos. Vimos um SL Benfica a criar ocasiões suficientes para marcar frente a um FC Paços de Ferreira que também não se limitou exclusivamente a defender.

Aos 17 minutos, o primeiro grande desequilíbrio foi criado. Darwin Núñez consegue isolar-se, mas o guardião Vecič evitou o primeiro do encontro. Pouco tempo depois, a fórmula repetiu-se, mas desta vez foi Rafa que esbarrou no poste. Um golaço

A resposta pacense não tardou. Aos 24 minutos, Lucas Silva aproveitou uma bola perdida perto da grande área e rematou forte. A bola passou a centímetros do poste direito de Helton Leite. Um golaço

O jogo começou a ficar inquietante para os jogadores e era a equipa de Jorge Simão que começava a beneficiar disso. Um golaço

Na segunda parte, foi o FC Paços de Ferreira que entrou a sorrir. Aos 52 minutos, Nuno Santos fez o primeiro do encontro. Corte incompleto de Vertonghen e no meio da grande área o jogador apenas teve de rematar para o fundo das redes

O SL Benfica reagiu com algumas substituições e com a alteração do sistema tático, mas o caminho do golo não aparecia. Destaque para os 65 e 73 minutos com uma dupla oportunidade falhada por Darwin. Um golaço

Mas o empate acabou por surgir da melhor forma. Um grande golo de Grimaldo levantou as bancadas da Luz como se tratasse do golo da vitória. Livre cobrado de forma exímia pelo lateral encarnado e estava feito o empate.

A equipa pacense deixou de reagir e a reviravolta acabou por surgir aos 81 minutos na cabeça de Seferovic.

Já só dava SL Benfica, e, de forma fácil, a equipa de Jorge Jesus chegou ao terceiro e quarto golo por Rafa e Everton, carimbando a passagem aos oitavos de final da Taça de Portugal. Um golaço

 

A FIGURA

Um golaço de Grimaldo e inspiração de Seferovic marcam remontada encarnada
Haris Seferovic foi fulcral com um golo e uma assistência
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

Haris Seferovic – A escolha do ponta-de-lança encarnado como figura deste encontro prende-se por dois fatores: o golo que deu a vitória à equipa do SL Benfica e a coesão e ligação ofensiva que trouxe ao jogo. Um regresso de sonho para o avançado suíço.

O FORA DE JOGO

Nemanja Radonjic
O sérvio saiu lesionado do encontro
Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede

Nemanja Radonjic – Jogo muito pobre para um lateral que, teoricamente, deveria assumir grande parte das investidas ofensivas do SL Benfica.

Desta forma, a profundidade das laterais defensivas encarnadas foram quase sempre pela esquerda e ala direita acabou por mostrar uma quebra ao longo do encontro.

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A equipa de Jorge Jesus apresentou-se num 3-4-3, em que era visível uma maior dinâmica e ataques pela esquerda com Grimaldo a oferecer profundidade e Everton a puxar para espaços interiores.

Pela direita, víamos Rafa e Darwin a buscar a profundidade, com o uruguaio a vir buscar jogo fora da área e no corredor direito. Nemanja assumia a lateral direita quase como um extremo puro e André Almeida aparecia como terceiro central do lado direito para apoiar algumas lacunas defensivas. Antes do final da primeira parte, vimos uma equipa impaciente e a errar passes.

A segunda parte acabou por dar continuidade ao final da primeira, e , depois da desatenção defensiva que culminou no golo sofrido, o sistema tático passou para um 4-2-3-1, colmatado com a saída de André Almeida e entrada de Pizzi.

Destaque para a substituição de Taarabt por Gedson, o que permitiu uma maior circulação de bola e ligação de jogo, que era algo que faltava à equipa. Seferovic entrou e beneficiou disso.

Com a passagem garantida, equipa tranquilizou e cresceu no domínio do jogo, sendo que os espaços para a criação de jogadas de perigo aumentaram.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Helton Leite (6)

Grimaldo (7)

Morato (6)

Vertonghen (4)

André Almeida (5)

Nemanja (3)

Weigl (5)

Gedson Fernandes (4)

Rafa (6)

Everton (6)

Darwin (3)

SUBS UTILIZADOS

Pizzi (5)

Taarabt (6)

Lázaro (4)

Seferovic (7)

Gonçalo Ramos (-)

ANÁLISE TÁTICA – FC PAÇOS DE FERREIRA

A equipa de Jorge Simão apresentou-se num 4-3-3, sem uma postura muito defensiva, mas com uma coesão que procurou tardar o golo do SL Benfica ao máximo.

Viu-se a procura do erro do adversário para conseguir transições, principalmente na fase final da primeira parte quando o SL Benfica apresentou um maior nervosismo. Também foi uma equipa que soube aproveitar o jogo pouco ligado do adversário.

No entanto, o feitiço virou-se após as substituições operadas por Jorge Jesus. O SL Benfica conseguiu um empate através de um lance de bola parada e a partir daí a equipa perdeu o equilíbrio todo e abriu espaços.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Vekič (5)

Fernando Fonseca (4)

Flávio Ramos (6)

Maracás (5)

Antunes (6)

Rui Pires (5)

Luiz Carlos (6)

Nuno Santos (7)

Juan Delgado (4)

Lucas Silva (6)

João Pedro (5)

SUBS UTILIZADOS

Abbas Ibrahim (4)

Uilton Silva (4)

Hélder Ferreira (-)

Denilson Jr. (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

SL Benfica

Não foi possível colocar questões ao treinador do SL Benfica, Jorge Jesus.

Um golaço

FC Paços de Ferreira

Não foi possível colocar questões ao treinador do FC Paços de Ferreira, Jorge Simão.

Casa Pia AC 3-1 SC Farense: Gansos Voam para os Oitavos da Taça

CRÓNICA: FARENSE NÃO DESITIU, MAS A MELHOR EQUIPA VENCEU

Num duelo a contar para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal, o Casa Pia recebeu o SC Farense, estando ambas as equipas invictas nos últimos nove jogos que haviam disputado.

O Casa Pia começou por cima, precisando apenas de um minuto para desferir o primeiro remate perigoso, e de seis para marcar – Jota Silva, que faturou pelo sétimo jogo consecutivo, isolou-se à entrada da área e desferiu um tiro colocado que desfez o nulo.

O Farense começou depois a controlar a posse de bola, mas tal não se refletiu em oportunidades de golo. Já o Casa Pia estava confortável no jogo, tendo à passagem da meia hora criado muito perigo por intermédio de Godwin, mas o guardião Ricardo não permitiu o segundo golo (que acabaria por chegar).

Após um contra-ataque perfeito que envolveu apenas três passes, Jota isolou Godwin que, mais uma vez, perdeu o duelo com Ricardo. No entanto, no consequente canto, Zolotic fez o 2-0 com um cabeceamento indefensável.

Os algarvios ainda assustaram antes do intervalo, através de um cruzamento que passou à boca da baliza, e o Casa Pia fez o mesmo após um passe de Jota para João Vieira que, isolado, permitiu outra defesa de Ricardo.

O início da segunda parte foi como o da primeira – com o Casa Pia por cima. Este domínio dos gansos não se traduziu, no entanto, em golos.

Assim, os leões de Faro começaram a aproximar-se da baliza de Lucas Paes e fizeram (finalmente) o seu primeiro remate à baliza por intermédio do recém-entrado Baldé aos 58 minutos.

Pouco depois, Pedro Henrique desperdiçou uma excelente oportunidade, mas não voltou a fazer o mesmo ao minuto 66, marcando após um excelente cruzamento de Henrique.

O Casa Pia não se coibia de atacar, mas Pedro Henrique voltou a causar calafrios nos gansos após um remate na grande área, que foi defendido por um atento Lucas Paes.

Já nos descontos, e após uma expulsão de Loide, o Casa Pia terminou o jogo da melhor maneira: livre direto para Derick Poloni, que o cobrou de forma exímia, estabelecendo assim o resultado final.

 

A FIGURA


Jota – O avançado do Casa Pia foi sempre figura mais durante o tempo em que esteve em campo, tanto na produção para o coletivo como na finalização, Jota brindou os adeptos com uma exibição de luxo, somando mais um golo na sua conta pessoal.

 

O FORA DE JOGO


Madi Queta – O avançado da equipa do Farense fez uma primeira parte muito apagada, onde acabou por não conseguir exprimir toda a sua qualidade técnica. Ao intervalo, o treinador Fernando Pires acabou por promover a sua retirada do campo.

 

ANÁLISE TÁTICA – CASA PIA AC

Os comandados de Filipe Martins apresentaram-se no habitual 3-4-3. Com um tridente ofensivo composto do Jota, João Vieira e Goodwin, a velocidade e o sentido da baliza esteve sempre bem presente na manobra da equipa. Com o sucesso da pressão defensiva, o conjunto do Casa Pia esteve sempre muito confortável sem posse de bola, apostando as suas fichas, essencialmente, em transições rápidas na busca da velocidade dos homens da frente.

No capítulo defensivo, a equipa do Casa Pia foi sempre muito pressionante na saída de bola do Farense, com uma sintonia quase perfeita entres alas e médios, recuperando muitas bolas ainda no meio-campo ofensivo.

Na segunda parte, a equipa baixou os níveis de intensidade tanto defensivos como ofensivos, mantendo as transições rápidas como uma das suas melhores armas para chegar à baliza.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Lucas Paes (6)

Leonardo Lelo (7)

Ângelo Neto (6)

Vasco Fernandes (6)

John Kelechi (6)

Zolotic (7)

Afonso Taira (7)

João Vieira (6)

Lucas Soares (7)

Saviour Godwin (5)

Jota Silva (8)

SUBS UTILIZADOS

Banjaqui (7)

Rodrigo Galo (6)

Camilo Triana (6)

Leandro Sanca (6)

Derick Poloni (7)

ANÁLISE TÁTICA – SC FARENSE

A equipa de Fernando Pires apresentou-se igualmente num 3-4-3, com algumas alterações no onze inicial em relação ao último jogo. O conjunto algarvio encontrou algumas dificuldades em conseguir passar a pressão alta do Casa Pia. Já no meio-campo ofensivo, a equipa do Farense teve sempre muitas dificuldades de ligar com os seus jogadores mais avançados.

No momento defensivo, apesar de uma linha de cinco jogadores bastante compacta, a reação à perda não foi a melhor, e permitiu por diversas vezes que através de transições rápidas e poucos passes a equipa de Filipe Martins chegasse perto do golo.

No intervalo, o técnico Fernando Pires promoveu algumas alterações e a equipa entrou com outra cara para o segundo tempo. Uma maior posse de bola e maior facilidade de ligar no último terço voltara, a colocar o Farense na discussão do jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo (6)

Robson (6)

Madi (5)

Mayambela (6)

Isidoro (5)

Henrique (7)

Falcão (6)

Loide (5)

Mica (6)

Mancha (6)

Pedro Henrique (6)

SUBS UTILIZADOS

Baldé (7)

Bruno Paz (6)

Cristian (6)

Bura (6)

Bandarra (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Casa Pia AC

BnR: Depois de uma primeira parte onde a equipa pareceu sempre mais confortável sem bola, procurando através do sucesso da pressão criar situações de contra-ataque, pergunto-lhe se na segunda parte, a queda de intensidade se deveu a cansaço ou opção técnica?

Filipe Martins: Esta equipa foi construída para ter bola, mas não podemos esconder que temos jogadores fortes na transição. No entanto, sabíamos que para condicionar o jogo do Farense, tínhamos de ser muito agressivos na primeira fase de construção deles. Aliado a essa pressão, tivemos essa possibilidade de sairmos em transições,onde se acabou por notar a paragem que o Godwin teve de seis, sete semanas, e hoje pagou um pouco a fatura da pressão alta que fizemos.

Eu gosto de ter bola, acho que a nossa equipa é melhor com bola, no entanto essas transições acontecem naturalmente com o jogo, por estratégia não o gosto de fazer a não ser que estejamos com um resultado mais confortável.

Com 1-0, se estivermos lá atrás é porque não estamos a conseguir fazer o nosso jogo, ter bola, porque isso é uma das grandes virtudes e a primeira parte foi muito boa nesse aspeto.

Acabámos agora um pouco nesse registo, mas sentimos mais dificuldade quando não temos bola, apesar de muitas das vezes já aconteceu o adversário estar em cima de nós e nós acabamos por marcar nesses momentos de transição. Mas volto a frisar, não tem nada a ver com as estratégias, tem mais a ver sim com o próprio momento do jogo.

 

SC Farense

BnR: Fez duas substituições ao intervalo, com as entradas de Baldé e de Bruno Paz para os lugares de Madi Queta e de Isidoro; pergunto-lhe o que pretendia trazer de novo ao jogo com essas substituições, e se estas tiveram o efeito que era desejado?

Fernando Pires: Acima de tudo dar profundidade e velocidade na ala esquerda. O Isidoro era um jogador que na altura já tinha cartão amarelo, que vem de uma paragem com algum tempo, e com o Bruno Paz queria dar mais variação ao jogo, nós fomos muitos previsíveis e demasiado diretos na primeira parte.

Precisávamos de mais poder físico na zona central do terreno e acabámos por ser um pouco mais incisivos, em termos de ataque, e ter mais profundidade. Era o que nós pretendíamos para depois tirar partido da finalização na zona central.

Julgo que a espaços o conseguimos fazer e obtivemos um golo, numa dessas situações em que tivemos mais profundidade.

Na segunda parte estivemos mais perto do 2-2 do que o Casa Pia do 3-1, que acaba por ser uma grande execução, mas a história do jogo podia ter sido outra.

ACCS e Ricardinho: Que futuro? | Futsal

0

Ao longo destes últimos dias, no período após o Campeonato do Mundo, ficámos com uma triste (como é natural, quando se perde uma referência como Ricardinho na seleção) notícia, de que o mítico capitão da Seleção Nacional se despediu das quadras enquanto membro da equipa nacional.

Qual será o futuro de Ricardinho e do ACSS?

Ricardinho continua e prolonga a sua carreira enquanto jogador profissional, mantendo a sua ligação contratual aos franceses do ACCS, atuais campeões nacionais e garantindo no campo o acesso à Liga dos Campeões de Futsal, onde integraram o grupo do Sporting CP na ronda principal, mas entretanto despromovidos para o segundo escalão por alegadas irregularidades financeiras.

Ora, esta situação provocou uma autêntica debandada de algumas das principais figuras do projeto ambicioso do emblema gaulês, no entanto, o mágico continua ligado contratualmente ao ACCS até 2024 e irá assim cumprir a segunda temporada ao serviço deste emblema parisiense.

Parece irónico e até algo engraçado, caso não fosse por decisão administrativa, ver um jogador com a qualidade de Ricardo Braga, um dos melhores praticantes da História, a atuar no segundo escalão em França, mas é um cenário que se vai verificar nesta próxima temporada, em que o ACCS vai naturalmente e facilmente voltar ao escalão principal para, em 2022/23, tentar recuperar o título de campeão francês, e aí o mago lusitano já será uma das principais caras e figuras, assim como este ano na Liga dos Campeões, a tentar levar o seu clube até a final four da Competição Continental.

Não vai ser nada fácil, até porque contam no seu grupo com o Kairat Almaty, do Cazaquistão, antigo campeão europeu e um crónico candidato a vencer esta Liga dos Campeões, e o Tyumen da Rússia, vice-campeão nacional em 2020/21 mas sempre uma equipa forte, com o fator casa a seu favor nesta próxima fase, sem esquecer o Viten Orsha, da Bielorrússia.

Basicamente, o papel do astro português nesta época que decorre, na minha perspetiva, resume-se à participação na Ronda de Elite da Champions, sendo que no campeonato não é necessário tanta qualidade para garantir a subida de divisão, até porque a equipa já mostrou que consegue ser muito competitiva mesmo sem a sua principal figura na Ronda Principal, onde fez a vida negra ao campeão europeu em título, Sporting CP.

O projeto do ACCS sofreu um duro revés, mas para a próxima época já estarão de regresso à Elite francesa e prontos a discutir o título nacional.

Contam com jogadores de inquestionável qualidade (Thiago Bolinha, El Mesrar, Bilal Bakkali, Careca) para além dos jogadores franceses já com créditos firmados (Souheil Mouhoudine, Mammadou Touré, grande promessa do futsal gaulês, com apenas 20 anos, e que deu nas vistas no encontro com os Leões, ao apontar dois golos, dando a certeza que ainda vamos ouvir falar muito no nome deste menino francês).

Basicamente, o prazo do projeto do emblema parisiense foi forçosamente alargado e deve ter sido dada a garantia ao (ainda) internacional português de que o sonho de conquistar o título europeu ainda se mantém presente e que pelo menos em 2024 serão dadas as condições necessárias para tentar alcançar esse objetivo. Caso contrário, não faria muito sentido a continuidade neste projeto, no meu entender.

Foto de Capa: ACCS Futsal