O 4x3x3 sempre foi um clássico no FC Porto ao longo destes últimos anos. Passando por Jesualdo Ferreira, André Villas-Boas, Vitor Pereira e até Julen Lopetegui, o 4x3x3 é um sistema de eleição para a maioria dos treinadores que passam pelo Dragão.
Entretanto, desde Nuno Espírito Santo, atual treinador do Tottenham Hotspur FC, que o 4x3x3 deixou de ser o sistema central dos azuis e brancos. O 4x4x2 passou a ser o sistema primário, com uma dupla de ataque que hoje, pelo patamar que atingiram, seria de ouro – Diogo Jota (Liverpool FC) e André Silva (RB Leipzig).
Com a chegada de Sérgio Conceição ao comando do FC Porto, o 4x4x2 afirmou-se, de vez, como o principal sistema dos dragões em detrimento do 4x3x3, que tanto marcou o livro de memórias da equipa nos últimos anos.
Formaram-se duplas de ataque que marcaram, duplos pivôs que se complementaram perfeitamente, enfim, uma equipa inicial do FC Porto, sem ser em 4x4x2, é “impensável”.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Voltar às origens do 4x3x3?
No entanto, face às soluções que o plantel azul e branco apresenta atualmente, voltar ao sistema de 4x3x3 não seria a melhor forma de potenciar, ao máximo, a qualidade da equipa?
Digo isto porque Uribe, Sérgio Oliveira e Vitinha, hoje, têm de ser indiscutíveis. E, para os três jogarem, o sistema de 4x4x2 não seria o mais adequado. É sabido de antemão que, o duplo pivô, é algo indispensável para Sérgio Conceição, mas creio que é altura do treinador adaptar as suas ideias face aos jogadores que tem.
Relativamente à dupla de ataque, creio que Taremi garante golo e estabilidade ofensiva suficiente – atualmente é muito superior a Toni Martinez e Evanilson, dá garantias “sozinho”.
Mudaria muita coisa na concepção de Sérgio Conceição? Sim, muitas coisas teriam de mudar. A pressão com dois atacantes na frente é diferente de uma pressão com dois jogadores, e, com três jogadores no meio campo, a mesma coisa.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Algumas dinâmicas teriam de mudar, claramente. Poderia ser algo arriscado alterar de “sistema base” a esta altura da época ? Sim, poderia. Contudo, repito, face aos jogadores que os dragões têm hoje em dia, creio que a equipa alçava para um nível superior com esta mudança tática.
Mais jogadores de qualidade dentro de campo, maior posse de bola, estabilidade na consistência defensiva e grande fulgor ofensivo: o FC Porto em 4x3x3 potencializa uma categoria diferente.
15 minutos à FC Bayern que se mostraram fatais para o SL Benfica
Uma hora e uma dezena de minutos de resistência portuguesa. 15 minutos à FC Bayern, de absoluta compressão por rolo alemão. Meia dezena de minutos de resignação e conformismo de ambas as partes.
Tripartindo os 90 minutos regulamentares disputados entre SL Benfica e FC Bayern na passada quarta-feira é, de forma resumida, isto que se obtém. Perante a hétero-proclamada “melhor equipa do mundo”, a galhardia encarnada não foi suficiente para conseguir mais do que uma aparente vitória moral.
Aparente por não (poder) existir vitória moral alguma num clube que construiu a sua história com pergaminhos de vitória factual. E aparente por não ser tão linear assim que uma derrota consumada com quatro golos sem resposta possa gozar de tal estatuto.
Não obstante, não se pode atingir o patamar de aguda obtusidade em que se olha o resultado cegamente e se dá por inútil qualquer análise ao que de bom foi feito em campo pelas águias.
A comunhão entre adeptos e jogadores parece ter sido fortalecida pela boa exibição até aos 70` Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede
Assim, o que se extrai de positivo do embate com os germânicos? De entre a miríade de possíveis respostas, talvez a que mais se soergue seja a coragem que a turma de Jorge Jesus demonstrou, patente na propensão ofensiva que – não sendo de grande volume – se superiorizou ao expectável a priori. Em certos momentos do jogo, pode dizer-se que os encarnados portugueses olharam os encarnados alemães nos olhos.
Todavia, o que se ganha com uma coragem que, no imediato, não deu frutos? É difícil prever, mas a coragem – por mais infrutífera – pode ser um vetor de moralização e de união do grupo muito grande.
No fundo, “raça, crer, ambição” deixa de ser apenas um slogan de ordem aleatória e passa a ser uma sequência ordeira: a raça no campo leva ao crer na equipa que leva à ambição no clube.
A primeira parte da sequência já se nota, pelo seu reflexo na crença demonstrada pelos adeptos na comunhão com a equipa nos finais da partida e nas Todas-Importantes redes sociais. Esta motivação que parece permear o clube dentro e fora do campo pode vir a ser fulcral para a conquista dos principais objetivos.
O atual Campeão Mundial da AEW e da AAA, conhecido como “TheCleaner” ou “The Best Bout Machine”, Kenny Omega tem criado um culto de combates fenomenais ao longo da sua carreira. Veja aqui os 9 melhores combates de Kenny Omega.
Ganhou essa fama no Japão e deu-lhe continuidade na AEW, portanto os combates desta lista são, com a exceção de um, exclusivamente da empresa americana e da New Japan Pro-Wrestling (NJPW).
HORA DO SEGUNDO EPISÓDIO DO PODCAST “PAPO DE BOLA” SOBRE
A ATUALIDADE DO FUTEBOL SUL-AMERICANO!
Depois do segundo episódio do podcast “Lei do Mercado”, dedicado às últimas notícias, rumores e transferências, estreamos o segundo episódio do Papo de Bola, o teu espaço para ouvires as últimas novidades sobre o futebol sul-americano.
Nesta semana, o César Mayrinck recebe o comentador do Bola na Rede e treinador de futebol Fellipe Andrade e ambos discutem a disputa entre o Galo e o Flamengo pelo Brasileirão, as chances do Palmeiras nesta temporada e ainda há espaço para tocar na evolução do Colo Colo na época.
Fica com a segunda edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.
O FC Porto recebeu e venceu o SL Benfica por 4-3, num jogo de duas caras. No final, foi a cara dos da casa a apresentar um sorriso. Desta forma, os Dragões mantêm a liderança, a invencibilidade, o melhor ataque, a melhor defesa e o melhor marcador. Por seu turno, as Águias registam três derrotas em sequência e saem desta sétima jornada a 12 pontos do primeiro posto da fase regular. Vamos às incidências do jogo.
Início demolidor dos Dragões, com três golos nos primeiros cinco minutos da partida e com um duplo denominador comum: Gonçalo Alves e Carlo Di Benedetto. Logo aos 50 segundos de jogo, um remate de longa distância do português sobejou na área para o francês, que atirou a contar. Já dentro dos quatro minutos, Gonçalo Alves conduziu a bola e ofereceu o bis a Di Benedetto.
Cerca de um minuto volvido e 3-0 para os azuis-e-brancos. Na área portista, uma queda de Gonçalo Pinto deixou Diogo Rafael a protestar, pedindo grande penalidade para as Águias. Além de não ver o pedido acedido, o capitão dos encarnados viu também o cartão azul, o que levou Gonçalo Alves para a marca que conhece tão bem.
O “77” dos da casa fez uso do Doutoramento em Livres Diretos que aparenta possuir e colocou a vantagem caseira num 3-0 tenebroso. Seguiram-se largos minutos de maior acalmia e o resultado acomodou-se no placar. A cadência das oportunidades decaiu de tal forma que só a seis minutos do intervalo voltou a haver lance digno de reportagem.
No caso, a grande penalidade desperdiçada por Diogo Rafael – e defendida por Malián -, na sequência de falta cometida por Telmo Pinto sobre Lucas Ordóñez. O som da buzina a sinalizar o recolher aos balneários viria a ser o momento de maior impacto no segundo tempo após a penalidade desperdiçada pelo “4” dos forasteiros. Quando ressoou então a dita buzina, o FC Porto levava mais três golos (3-0) e mais três faltas (9-6) do que o SL Benfica.
Além de período de descanso, o intervalo foi também um espelho. Assim, os primeiros cinco minutos do segundo tempo foram (quase) iguais aos primeiros cinco minutos da segunda metade. Golos prematuros, um jogador a bisar… mas com ligeiras e importantes diferenças. A principal diferença? Os golos, desta feita, foram dois, a equipa que os registou foi o SL Benfica e o jogador que bisou foi Carlos Nicolía.
Uma falta de Telmo Pinto sobre o ex-FC Porto Poka elevou o total portista para dez e colocou o argentino das Águias na marca de livre direto. O remate seco e bem colocado do “5” benfiquista resultou no golo da redução para 3-1. Poucos minutos mais tarde, receita similar. Falta azul-e-branca, cartão azul (Di Benedetto foi o admoestado).
De novo Nicolía na bola parada, cara a cara com Malián, e de novo remate seco e bem colocado. 3-2 e partida relançada. Mais relançada ficou com o golo do empate. Antes ainda de se terem disputado duas mãos cheias de minutos na segunda parte, Ordóñez desfeiteou a defensiva portista com um bom slalom e rematou com êxito. Regozijavam as Águias quando Di Benedetto se recordou que havia trazido o seu chapéu.
O “19” do FC Porto decidiu ir buscá-lo e mostrou à Dragão Arena o seu truque do chapéu (ou “hat-trick”, como dizem os ingleses). Não foi um truque espetacular – o francês voltou a aproveitar as “sobras” de uma bola perdida na área –, mas foi eficaz, uma vez que colocou os azuis-e-brancos de novo em vantagem, quando a segunda parte transpunha o seu equador.
Até à buzina final, Gonçalo Alves ainda viria a desperdiçar o livre direto correspondente à 10ª falta do SL Benfica. O 4-3 manteve-se abnegadamente até final e o fogo do Dragão continua a queimar adversário atrás de adversário.
A FIGURA
#FCPortoHóquei ⏱ 38′ GOOOOOLOOOOOO de Carlo di Benedetto!
Carlo Di Benedetto: Matador como é seu apanágio, o francês aproveitou três finalizações de nível não muito elevado de execução e registou um sempre apetecível “hat-trick”, que adquire ainda mais sabor num Clássico. Além dos golos, trabalhou bastante e foi sempre um elemento “chato” para a defensiva benfiquista. Mais exibições como esta e podem começar a chamar-lhe “Príncipe Di”.
Primeira Parte do SL Benfica: a parca e paupérrima exibição dos encarnados nos 25 minutos iniciais (e, em particular, nos cinco primeiros) permitiu que o FC Porto se colocasse cedo na frente do marcador e com uma vantagem que viria a revelar-se inultrapassável. Num jogo deste perfil, nenhum dos conjuntos pode dar minutos de vantagem ao conjunto adversário – muito menos dar toda uma parte de avanço.
ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO
As transições ofensivas dos homens de Ricardo Ares eram – e são – letais. A vantagem dilatada precocemente alcançada permitiu uma gestão de posse mais prolongada dos Dragões no primeiro tempo, o que, por consequência, limitou os momentos de transição para o ataque dos azuis-e-brancos. No entanto, quando aconteciam, causavam danos. O segundo golo portista é exemplar nesse sentido: falta assinalada, bola recolocada em jogo rapidamente, transição vertiginosa e mortífera.
No segundo tempo, sobretudo nos 15 minutos finais (já com o marcador a registar um empate a três), as transições ofensivas portistas regressaram a uma frequência elevada. Em ataque posicional, os visitados circulavam bastante a bola – sobretudo pelo exterior do bloco adversário -, fazendo uma gestão da posse que em tudo coincidia com o que se espera de uma equipa que alcança cedo uma vantagem “confortável”.
A defender, os azuis-e-brancos apostavam ora num 2-2, ora num 1-2-1, ora num 1-3, sendo o sistema o menos importante e adquirindo relevância superior a mobilidade dos defensores e a capacidade de permutas de posição dos mesmos.
CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES
Xavi Malián (7)
Xavi Barroso (6)
Telmo Pinto (5)
Gonçalo Alves (8)
Carlo Di Benedetto (9)
SUPLENTES
Rafa (6)
Reinaldo García (6)
Ezequiel Mena (6)
Carlos Ramos (-)
Tiago Rodrigues (-)
ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA
A dificuldade demonstrada pela turma de Nuno Resende em penetrar o bloco adversário, mesmo com a presença de homens de área como Ordóñez ou Pablo Álvarez obrigou as Águias a circular a bola por fora e apostar, talvez mais vezes do que desejado e certamente mais vezes do que desejável, nos remates de meia e longa distância.
No momento de defender em posição, os encarnados variavam entre um 2-2 (em quadrado) e um 1-2-1 (em losango). Este último sistema era adotado muito graças à forte capacidade que Di Benedetto tem para jogar nas imediações da área, funcionando como “homem-alvo”.
Ainda assim, quando a marcação ao francês era eficiente, o bloco dos visitantes conseguia mesmo obrigar os azuis-e-brancos a jogar por fora e procurar soluções alternativas.
Dia 9 de novembro de 2021 é uma data que todos aqueles que adoram a sensação de treinar uma equipa de Futebol, num jogo de simulação, têm na cabeça. O lançamento do Football Manager 2022 é aguardado com expetativa e muitos dos jogadores já esperam para poderem começar a treinar a sua equipa lançando-se no sucesso.
Antes de se iniciar qualquer carreira é preciso primeiro escolher qual a equipa a treinar e por quais objetivos se pretende lutar.
Muitos preferem acordar um clube “adormecido”, outros objetivos mais fáceis com projetos milionários, mas nesta lista irão constar os dez melhores desafios para o FM22, com objetivos que nem passam pela luta da manutenção, nem por um trabalho fácil onde rapidamente se conquista tudo.
A CRÓNICA: PARTIDA QUE VALEU PELOS PRIMEIROS DEZ MINUTOS
O SC Braga partiu para esta jornada na segunda posição do grupo com três pontos, mais dois do que o PFC Ludogorets, que apenas tinha somando um empate na primeira jornada. Ludogorets
E se se pedia à equipa que entrasse forte, melhor não podia ter sido, visto que Ricardo Horta fez o primeiro e único golo da partida logo aos sete minutos. Isto veio dar uma vantagem confortável aos guerreiros do Minho que desta forma controlaram o jogo de uma outra forma, muito mais confortável e tranquila.
Até ao intervalo não existiram mais oportunidades de golo, num jogo que pode ser caracterizado pela lentidão e pelo excessivo número de faltas.
Para a segunda parte esperava-se um pouco mais de emoção, com a equipa da casa a procurar o empate mas isso não aconteceu. Os búlgaros nunca foram perigosos e não conseguiram qualquer oportunidade de golo, estando mais perto de sofrer o 0-2 do que de conseguir o empate.
A verdade é que o SC Braga foi algo displicente à frente da baliza e por isso não conseguiu aumentar a vantagem, levando apenas a vantagem mínima num jogo que foi muito mal jogado, analisando aquilo que se passou dentro das quatro linhas.
Ainda assim, seis pontos para os portugueses, que ficam bem encaminhados para conseguir a passagem à próxima fase da Liga Europa. O PFC Ludogorets mantém-se com um ponto e ocupa por isso o último lugar do grupo. Ludogorets
Ricardo Horta – Num jogo manifestamente fraco de todos os elementos que estiveram dentro das quatro linhas, destaca-se o homem que fez a diferença. Ricardo Horta fez o golo que, bem ou mal deu os três pontos à equipa lusa e por isso é ele a figura desta partida.
O FORA DE JOGO
Bernard Tekpetey se transferiu para o Ludogorets Razgrad (BUL) e não é mais jogador do Schalke.
Bernard Tekpetey – Nenhum elemento do Ludogorets esteve particularmente feliz no jogo de hoje, e numa partida em que se pediam golos à equipa temos de destacar pela negativa o homem que deveria ser uma das principais ameaças à baliza adversária. Nem por uma vez conseguiu ser perigoso, e por isso o ganês merece este destaque pela negativa
ANÁLISE TÁTICA – PFC LUDOGORETS
A turma de Stanislav Genchev apresentou-se no típico 4-2-3-1 com a linha defensiva constituída por Ikoko na direita, Pinas na esquerda e Josue e Verdon no centro. Mais à frente uma linha de dois médios defensivos, Badji e Claude Gonçalves, com o primeiro sempre um pouco mais recuado e o segundo mais próximo do médio ofensivo, Yankov. Nas alas jogram Tekpetey pela direita e Despodov pela esquerda, no apoio ao ponta de lança Sotiriou. Ludogorets
A equipa do Ludogorets nunca fugiu muito deste desenho e talvez por isso se tenha revelado sempre um pouco previsível e com pouca capacidade para criar reais situações de perigo.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Kahlina (6)
Ikoko (6)
Josue Sá (6)
Verdon (6)
Pinas (7)
Badji (5)
Claude Gonçalves (5)
Yankov (5)
Tekpetey (5)
Sotiriou (5)
Despodov (5)
SUBS UTILIZADOS
Plastun (5)
Manu (5)
Tchibota (5)
Santana (5)
Mitkov (-)
ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA
Carlos Carvalhal apostou num 4-3-3 com uma linha de quatro muito forte na defesa. Fabiano e Sequeira jogaram como laterais e Paulo Oliveira e Diogo Leite no eixo. Mais à frente Al Musrati jogou como número seis e contou com o apoio de Castro e Iuri Medeiros, ambos com muita capacidade tanto de defender como de aparecer perto das zonas de finalização, embora Iuri Medeiros sempre com outro perfume.
Na frente Ricardo Horta, Galeno e Abel Ruíz, com o espanhol a ser o evidente ponta de lança e com os dois alas a irem permutando de lado na tentativa de confundir a defesa contrária. Ludogorets
A ideia da equipa portuguesa passou por ser muito competente na defesa e depois, tanto em contra ataque como em ataque organizado, contar com a qualidade e inspiração tanto de André Horta como de Galeno, que facilmente podem sacar um coelho da cartola, seja diretamente para a baliza ou para assistir os colegas de equipa.
Estreia de Gonçalo Esteves frente ao CF Os Belenenses
A terceira eliminatória da Taça de Portugal é aquela em que os clubes da primeira divisão aparecem pela primeira vez na temporada. Como normalmente encontram formações de escalão menor, é quando testam jogadores menos utilizados, nomeadamente jovens com potencial para serem futuros titulares. Este jogo marcou a estreia de Gonçalo Esteves na vitória do Sporting CP frente ao CF os Belenenses. Estreia de Gonçalo Esteves
Gonçalo Esteves fez uma exibição sem grandes momentos de destaque, mas com pormenores que deixaram água na boca aos espetadores mais atentos. Não comprometeu defensivamente e demonstrou qualidades e características que já havia denunciado na pré-temporada. O ala de apenas 17 anos jogou por 64 minutos, e fez uma primeira parte que agradou ao mundo leonino. a estreia de Gonçalo Esteves
Aquilo que se destacou mais no jogo do jovem atleta foi a variabilidade de soluções ofensivas que oferece. Gonçalo Esteves não percorreu apenas zonas exteriores do campo, ocupando por algumas vezes a zona central do terreno, com e sem bola.
Demonstrou, também, uma grande capacidade de fazer o campo todo, estando constantemente presente no momento ofensivo e defensivo da equipa. Precisa de melhorar o seu ritmo ao mais alto nível, razão essa pela qual Rúben Amorim o deve ter tirado ao fim dos 20 minutos da segunda parte. Acima de tudo, acho que atrevimento e maturidade são dois termos perfeitos para caracterizar a sua exibição. a estreia de Gonçalo Esteves
Gonçalo Esteves é o substituto natural de Pedro Porro. Compreendo que seja um jogador ainda em idade de júnior, e que poderá necessitar de algum tempo de jogo em escalões menores, mas tem tudo aquilo que Rúben Amorim pede para a posição de ala direito: um poder de explosão impressionante, qualidade técnica notável e é forte fisicamente para a idade que tem. Protege bem a bola quando é necessário e, se melhorar o seu jogo posicional, pode-se tornar num caso sério e ameaçar a titularidade.
Gonçalo Esteves já demonstrou que, num curto espaço de tempo, pode ultrapassar Ricardo Esgaio na corrida à titularidade a ala direito. É superior em todos aspetos essenciais à posição, sendo que Esgaio ganha apenas na experiência que tem na Primeira Liga, assim como na versatilidade tática e na fiabilidade que demonstra em campo, mesmo sem encantar. a estreia de Gonçalo Esteves
O desaproveitamento de uns, o aproveitamento de outros
Dou todo o mérito ao scouting do Sporting CP por ter ido buscar Gonçalo Esteves. Parece-me que é uma contratação acertada, a pensar no futuro leonino e seguindo a ideia da aposta na formação. Porém, não deixa de me espantar como é que o FC Porto deixou sair um jogador deste calibre. Resta esperar que tenham sido eles os enganados, e que Gonçalo vingue mais (pelo menos, em Portugal) do que o irmão Tomás, atual jogador da equipa B da cidade invicta. a estreia de Gonçalo Esteves
Manter Pedro Porro e Gonçalo Esteves nas próximas temporadas é garantia de qualidade na ala direita. Apesar de achar difícil a permanência do espanhol por muito mais tempo, devido à sua visível qualidade, seria o ideal para atacar as várias competições da época. Ainda assim, o jovem lateral mostra sinais muito positivos e demonstra ser um jogador para apostar num futuro que parece estar bem presente. Estreia de Gonçalo Esteves
Talento, potencial e resultados. O calendário de ciclismo de estrada 2021 foi pródigo na emancipação de inúmeras promessas, que explodiram – em proporções e contextos diferentes – em alguns dos cenários mais simbólicos da modalidade.
A seguinte constelação de estrelas in making pretende enumerar uma parte bem específica de jovens talentos. As regras são muito simples: resultados notáveis durante a época, limite de idade cifrada nos 25 anos e um registo de crescimento acentuado, principalmente pela consistência apresentada, comparativamente com anos anteriores no World Tour.
Obviamente, a faixa dos selecionados compreende ciclistas em diferentes níveis dentro do estatuto de revelação. Ciclismo
Evitando spoilers desagradáveis, vale a pena conferir a lista, sobretudo pela influência que se espera que muitos destes nomes tenham para 2022, seja como líderes, gregários ou portadores do famoso free pass para exibirem as suas capacidades.
O terceiro encontro do SC Braga na fase de grupos da Liga Europa vai levar a equipa de Carlos Carvalhal à Bulgária, para defrontar o PFC Ludogorets.
O Braga era, à partida, a equipa mais forte deste grupo, e quer começar a confirmar esse estatuto. O Estrela Vermelha segue em primeiro no grupo, com duas vitórias em dois jogos (seis pontos). O Braga tem três pontos, graças à vitória na segunda jornada, na receção ao FC Midtjylland, que soma apenas um ponto, assim como o adversário dos arsenalistas nesta ronda, o Ludogorets.
Os comandados de Carlos Carvalhal têm agora uma dupla jornada com os búlgaros. Daqui a duas semanas, as duas equipas voltam a enfrentar-se, desta vez em Portugal. Este confronto a dobrar pode assumir particular importância para as contas finais. Cabe ao Braga tentar aproveitá-lo para somar os pontos de que precisa.
Note-se que o primeiro posto oferece a passagem direta aos oitavos de final da prova, enquanto o segundo assegura os 16 avos de final e o terceiro a passagem aos 16 avos de final da Liga Conferência Europa.
10 DADOS RÁPIDOS
Em 2017/2018, o Braga e o Ludogorets também estiveram juntos na fase de grupos da Liga Europa. Em Braga, os arsenalistas perderam 2-0. Na Bulgária, deu empate (1-1).
Nessa fase de grupos de 2017/2018, os dois que se apuraram para a fase seguinte foram precisamente o Braga e o Ludogorets. O Braga passou em primeiro.
O Ludogorets disputou todas as fases de grupos da Liga Europa desde essa edição de 2017.
O Ludogorets lidera a Liga Búlgara com 24 pontos em nove jogos: ganhou oito vezes e só perdeu uma.
O plantel do Ludogorets está avaliado em 37,65 milhões de euros pelo Transfermarkt. O do Braga está avaliado em 119,15 milhões.
Há 18 estrangeiros no plantel do Ludogorets.
Marcelinho, Wanderson e Cicinho são brasileiros que se naturalizaram búlgaros.
Dois dos estrangeiros do plantel são portugueses: Josué Sá, defesa central que atuou no Vitória SC entre 2011 e 2018; e Claude Gonçalves, médio que em Portugal representou o CD Tondela e, nos últimos dois anos, o Gil Vicente FC.
Há mais um jogador da formação búlgara que já passou pelo nosso país. O médio defensivo Show esteve no Belenenses SAD e, na última época, no Boavista FC.
12 jogadores do plantel do Ludogorets são internacionais pelas suas seleções.
Kiril Despodov (PFC Ludogorets)– O jogador com valor de mercado mais elevado do Ludogorets é búlgaro. Kiril Despodov, extremo direito, foi adquirido este ano por 2 milhões de euros ao Cagliari Calcio – metade do valor que o clube italiano havia desembolsado por ele em janeiro de 2019. Leva seis golos esta temporada.
Fonte: UEFA Europa League
Ricardo Horta (SC Braga) – É claramente o nome em destaque neste momento nos minhotos. Tem cinco golos apontados esta época. É uma ameaça constante para a baliza contrária, pela espontaneidade e qualidade de remate. Percorre várias zonas do ataque durante o jogo, neste sistema de Carlos Carvalhal.
“Os jogadores são familiares e nós fizemos a nossa análise ao opositor. Sabemos que eles mudam a constituição da equipa com regularidade. No futebol moderno, é algo feito por várias equipas. Quero que todos os jogadores completem esta tarefa.”
SC Braga: Matheus, Yan Couto, Tormena, Diogo Leite, Sequeira, Al Musrati, Castro, Iuri Medeiros, Galeno, Ricardo Horta, Abel Ruiz
Treinador:Carlos Carvalhal
“Queremos dar sequência ao que temos vindo a fazer. Se estivermos mais perto do nosso nível, estaremos mais perto de vencer. Olhamos só para a vitória, com toda a determinação, num país onde nunca vencemos.”
PREVISÃO DE RESULTADO: PFC LUDOGORETS 0-1 SC BRAGA