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Lei do Mercado #2: Díaz, Dembélé, Salah, Rudiger ou Adeyemi

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LEI DO MERCADO, AS ÚLTIMAS DOS RUMORES E MOVIMENTAÇÕES!

As últimas transferências e rumores de quem entra e de quem sai estão todas num só sítio: na Lei do Mercado.

Todas as semanas o nosso comentador e especialista em análise do mercado de transferências, Luís Pinto Coelho, deixa-te com os principais rumores e confirmações das movimentações a nível nacional e internacional.

Nesta primeira semana, o Luís Pinto Coelho conversa com o nosso moderador João Filipe Brandão sobre as últimas atualizações, com especial destaque para alguns nomes como os de Luis Díaz, Dembélé, Salah, Rudiger e Karim Adeyemi.

Fica com a segunda edição deste podcast, que está disponível no Spotify, bem como em todas as plataformas habituais.

2.º PROGRAMA – LEI DO MERCADO

SL Benfica | 11 “made in Seixal” que tem ganho destaque

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Serão estes as próximas joias do SL Benfica?

A temporada de 2020/2021 foi particularmente frustrante para grande parte dos jogadores das camadas jovens dos respetivos clubes, incluindo os que alinham pelo SL Benfica.

Devido à pandemia, muitos jogadores ficaram mais de um ano sem competir, estagnando o seu crescimento enquanto atletas.

No Seixal não foi exceção e, salvo os jogadores que jogaram pela equipa de sub-23, muitos jogadores só puderam regressar ao ativo em maio deste ano, demonstrando muita “fome de bola”.

Neste artigo, falarei de onze jogadores que têm começado a ganhar destaque na formação do SL Benfica.

SL Benfica 0-4 FC Bayern München: Efeito dominó na Luz

A CRÓNICA: O PIOR FOI O 1º GOLO

O SL Benfica recebeu e foi derrotado por 4-0 frente ao FC Bayern München, no jogo a contar para a Liga dos Campeões.

Numa primeira parte eufórica mais sem golos, vimos um Bayern a mostrar ao que vinha, mas com um SL Benfica a não tremer e a responder à qualidade alemã.

Logo aos cinco minutos, Leroy Sané rematou cruzado de pé esquerdo, mas a bola foi para fora. Aos 29 minutos, foi Coman colocou à prova Vlachodimos. Entre as oportunidades criadas pela equipa alemã, apareceu Darwin Nuñez para quase fazer explodir o estádio da Luz. Grande trabalho individual do uruguaio para uma grande defesa de Neuer.

Já depois da entrada de Diogo Gonçalves, gritou-se golo para o lado dos Bávaros, mas Lewandowski não usou os utensílios que o tornam num dos grandes goleadores do futebol mundial. Mão na bola e o 0-0 manteve-se até ao intervalo.

Na segunda parte, o sonho da Luz acabou por cair por terra. Antes do primeiro golo dos Bávaros, Pavard tirou tinta ao poste e Thomas Müller marcou irregularmente. Aos 55 minutos, Diogo Gonçalves esteve muito perto de fazer o primeiro num lance individual, mas Neuer voltou a mostrar porque é um dos melhores do mundo. Sucediam-se as oportunidades, mas o ditado costuma dizer “quem não marca sofre”…

Aos 70 minutos, Leroy Sané marcou de livre direto e a partir daí foi um efeito dominó de golos. Everton Cebolinha fez um auto-golo, Robert Lewandowski marcou a contar e Sané acabou por bisar. Estavam misturados os ingredientes para um 4-0 muito inglório.

 

A FIGURA
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Leroy Sané – Não podemos dizer que tenha sido o melhor jogo da carreira de Leroy Sané, mas foi sem dúvida o melhor em campo esta noite. A atuar numa zona mais central, foi o responsável por conduzir todo o ataque dos Bávaros na zona central e fez o mais importante: o primeiro golo que desbloqueou o resto do jogo.

O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Encarnados após o 1.º golo – Foi claramente uma equipa diferente até Leroy Sané marcar o primeiro golo de livre. Pensava-se que o SL Benfica conseguisse um empate ou até mesmo uma vitória, mas depois os encarnados desorganizaram-se completamente.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

A equipa de Jorge Jesus apresentou-se num 3-4-3 com um trio móvel composto por Rafa, Yaremchuck e Darwin Nuñez (em momento de pressão ofensiva) e num 3-5-2 com Rafa a aparecer como terceiro elemento da zona intermediária (em momento de 1.ª fase de construção)

O modelo de jogo do SL Benfica baseou-se muito nas transições ofensivas, com uma equipa muito agressiva, mas em que Rafa não era tanto o homem que buscava a profundidade. Darwin e Yaremchuck eram os dois homens que procuravam furar mais entre os centrais. Na segunda parte e principalmente depois do primeiro golo sofrido, vimos problemas em parar a circulação de bola do Bayern. O setor defensivo também ficou bastante destabilizado.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Vlachodimos (7)

Otamendi (6)

Lucas Veríssimo (6)

Vertonghen (6)

Grimaldo (5)

André Almeida (5)

Weigl (6)

João Mário (5)

Rafa (6)

Darwin (7)

Yaremchuck (6)

SUBS UTILIZADOS

Diogo Gonçalves (7)

Everton  (2)

Taarabt (-)

Gonçalo Ramos (-)

Pizzi (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MUNCHEN

Os Bávaros apresentaram-se num 4-2-3-1, com Müller muito no apoio a Lewandoski e a encostar na ala e com Leroy Sané no meio. Coman foi uma novidade no onze inicial e ocupou a outra ala. O modelo de jogo baseou-se em jogadas rápidas, com Coman a aparecer como um dos homens mais fortes no um para um. Sané aparecia a conduzir o jogo pela zona central. Em termos defensivos, mostraram uma grande agressividade defensiva, pese embora não deixassem de ser surpreendidos por algumas jogadas do SL Benfica.

Depois do primeiro golo, a ansiedade tornou-se numa tranquilidade e as jogadas começaram a sair de olhos fechados. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Neuer (8)

Hernández (5)

Upamecano (7)

Süle (7)

Pavard (4)

Kimmich (6)

Sabitzer (6)

Müller (7)

Leroy Sané (8)

Coman (7)

Lewandowski (5)

SUBS UTILIZADOS

Gnabry (7)

Stanisic (-)

Musiala (-)

Tolisso (-)

Richards (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Não foi possível colocar questões ao treinador do SL Benfica, Jorge Jesus, e ao treinador adjunto do FC Bayern Munchen, Benjamin Gluck.

SL Benfica 4-0 FC Bayern Munchen (Sub-19): Outro tubarão abatido

A CRÓNICA: O PERIGO NÃO ASSUSTA ESTES JOVENS

Os tubarões são animais que, pela ferocidade, assustam. Quem lhes tenta dar a mão corre o risco de ficar sem o braço. O risco inerente à missão de os abater fica, por isso, à responsabilidade dos mais experientes.

Os meninos do SL Benfica não se intimidaram com a ambiciosa e arriscada tarefa. Hoje mesmo, no Benfica Campus, em jogo a contar para a 3.ª jornada do grupo E da UEFA Youth League, encarregaram-se de derrubar um desses seres perigosos, o FC Bayern Munique.

A experiência que as águias traziam do jogo anterior para a competição europeia das jovens promessas, em que dizimaram o FC Barcelona por 4-0, já servira para afiar os anzóis. Era hora de partir à pesca.

Aos quatro minutos de jogo, já Pedro Santos dava o primeiro passo para que a missão fosse cumprida com sucesso. Uma combinação sobre a esquerda liberou Rafael Rodrigues para tirar o cruzamento que o extremo viria a transformar em golo.

A bola andou longe das balizas até à meia-hora. Aí, o Benfica, por Cher Ndour, após mais uma bela jogada de corredor, desta vez no lado direito, e Diego Moreira, carimbou mais dois golos, denotando um aproveitamento quase total das oportunidades por parte dos encarnados.

O Benfica continuou a gerir o jogo de maneira concordante com as suas intenções. Ainda que os bávaros fossem tendo algum espaço para atacar, não conseguiam ser expeditos na hora do remate.

Entrado na segunda parte, João Neves é que não precisou de licença de tiro. Matou no peito e, pela quarta vez, o Seixal festejou.

Com esta vitória, o Benfica passa a somar seis pontos na UEFA Youth League. As águias reforçaram o segundo lugar e aproximam-se da liderança, beneficiando do empate a zero entre FC Barcelona e FK Dínamo Kiev no outro jogo do grupo.

 

A FIGURA

Martim Neto – Toda uma mistura de malabarismos, visão de jogo e capacidade de pressão. Tão simples como eficaz.

O FORA DE JOGO

Behar Neziri foi incapaz de se adaptar ao que o rodeava e posicionar-se de modo a ser uma solução válida de passe. A sua incapacidade de ligar o jogo refletiu-se na incapacidade de o Bayern chegar ao ataque de forma límpida.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Em função da estratégia de Luís Castro para o jogo, a escolha do sistema recaiu sobre o 4-3-3. Cher Ndour e Martim Neto aproximaram-se dos laterais, Rafael Rodrigues e João Tomé, e dos extremos, Diego Moreira e Pedro Santos, para criarem situações vantajosas de terceiro homem nas faixas.

Ao perceber a dificuldade do Bayern na defesa dos corredores laterais, o Benfica impôs por lá a sua lei. O envolvimento de Rafael Rodrigues, do lado esquerdo, e de João Tomé, pela direita, foram fulcrais. Foi daí que nasceram os dois primeiros golos.

A organização defensiva foi estabelecida em 4-4-2. Desta forma, Martim Neto estava mais perto da zona de pressão da linha recuada alemã, sendo bem auxiliado por Cher Ndour. Nuno Félix garantia as compensações.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Samuel Soares (4)

João Tomé (6)

Tomás Araújo (6)

António Silva (6)

Rafael Rodrigues (8)

Nuno Félix (6)

Martim Neto (8)

Cher Ndour (5)

Pedro Santos (6)

Diego Moreira (7)

João Resende (4)

SUBS UTILIZADOS

Luís Semedo (5)

João Neves (6)

Franculino Djú (5)

Diogo Spencer (5)

Rodrigo Matos (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BAYERN MUNCHEN

O Bayern mostrou bastantes dificuldades na ligação da primeira com a segunda fase de construção. Apesar dos bávaros terem qualidade técnica nos jogadores do setor mais recuado, nomeadamente nos pés do central Justin Janitzek e do médio defensivo Luca Denk, os médios que apareceram entre linhas no 4-3-3 do treinador Danny Galm, Behar Neziri e Kenan Yildiz, não corresponderam.

Ao atacar, os extremos Benjamin Dibrani e Grant-Leon Mamedova jogaram bem abertos, tendo por objetivo libertar outros colegas no espaço interior. Tal nunca se verificou, prejudicando estes dois jogadores.

Estrategicamente, com o posicionamento dos extremos em fase defensiva, os bávaros libertaram os corredores laterais. O convite feito ao jogo exterior dos encarnados tinha inerente a confiança nos jogadores do corredor central para a resolução defensiva dos lances, o que não se sucedeu.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Tom Hulsmann (3)

Mamin Sanyang (5)

David Herold (4)

Justin Janitzek (6)

Pepe Brekner (4)

Luca Denk (6)

Behar Neziri (3)

Kenan Yildiz (4)

Benjamin Dibrani (4)

Grant-Leon Mamedova (4)

Samuel Unsold (5)

SUBS UTILIZADOS

Younes Aitamer (5)

David Jonathans (6)

Barry Hepburn (6)

Marcel Wenig (5)

Nick Salihamidzic (5)

Quanto valerá Manafá? | FC Porto

FC Porto do bola na rede

Quanto valerá Manafá?

Renascimento de Manafá?

Na passada sexta-feira, o FC Porto de Sérgio Conceição foi a Massamá dar uma demonstração de seriedade ao Sintrense, equipa que milita duas divisões abaixo dos “dragões”.

Esta abordagem do timoneiro portista não é nova: o passado recente mostra que, goste-se mais ou menos de algumas decisões de Conceição, as suas equipas prezam pela competitividade em eliminatórias teoricamente fáceis. Vila Real, Canelas ou Lusitano de Évora são alguns exemplos de equipas que se viram trucidadas pelo respeito azul e branco.

Não é, contudo, na vitória coletiva do FC Porto que este artigo se debruça, mas sim numa vitória individual… Que pode ser mais ou menos temporária. Púnhamos, agora, nomes nas peças e falemos de Wilson Manafá.

O facto de nunca ter conquistado os adeptos portistas sempre foi contrastante com a confiança que Manafá foi merecendo da parte do treinador.

Dizer-se que Conceição já não confia no ex-Portimonense é demasiado redutor, parecer-me. Ainda assim, é puramente óbvio que, pelo menos para já, o treinador dá prioridade a outras opções (quer para defesa-direito, quer para defesa-esquerdo). Quanto valerá Manafá?

Manafá jogou bem contra o Sintrense: foi empreendedor nos momentos em que tinha de apoiar o ataque, rápido a recuperar e seguro a defender, mas parece-me que há algo que os 90 minutos jogados na Taça podem transmitir ao jogador: a perda de estatuto.

Quanto valerá Manafá? atleta do porto
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

É mesmo isso: Manafá já não tem o mesmo estatuto que tivera no FC Porto. Treinar bem já não é suficiente para manter o lugar no onze.

Neste momento, Manafá tem de treinar melhor que os outros, esperar a sua oportunidade e responder melhor do que Corona, Zaidu, João Mário e/ou Wendell em contexto de jogo. São já algumas barreiras que o jogador tem de ultrapassar para voltar a sentir-se feliz, creio eu.

Enquanto escrevo estas linhas, reflito um pouco sobre o que vai na cabeça do clube (não da equipa, mas do clube). Manafá é um ativo do FC Porto que, alegadamente, terá sido alvo de abordagens do Spartak de Moscovo que rondariam os 15 milhões de euros.

Ora…

A ser verdade esse interesse de Rui Vitória e, mais do que isso, a ser verdade a proposta… Quanto valerá Manafá?

É que, para um FC Porto que praticamente não vendeu neste defeso, ter 15 milhões de euros no banco só porque sim, é um verdadeiro luxo. Quanto valerá Manafá?

Quanto valerá Manafá, se vale mais do que 15 milhões? E, se Manafá vale mais do que 15 milhões, quanto valerão João Mário e Corona?

É que Corona acaba contrato na próxima época…

Quanto valerá Manafá?

SL Benfica 3-1 SC Braga: Excelente jogo decidido nos detalhes

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SL Benfica 3-1 SC Braga, na modalidade futsal para o artigo do bola na rede

SL Benfica 3-1 SC Braga
A CRÓNICA: JOGO INTENSO, MAS VITÓRIA JUSTA PARA OS ENCARNADOS

Neste jogo, em que havia a curiosidade de ver como o SC Braga reagia no seu primeiro jogo grande da época após o reforço e o grande investimento feito nesta nova temporada, com a contratação de jogadores de inegável qualidade.

Muitos dos quais de regresso a uma casa que bem conhecem, casos do pivot Elisandro, Fábio Cecílio, Vítor Hugo( guarda-redes português, pois há na equipa bracarense um jogador brasileiro, de campo, com o mesmo nome) e seria também o caso de Tiago Brito, caso pudesse jogar no dia de hoje.

Ambas as equipas somaram uma vitória e uma derrota nas duas jornadas já realizadas, procurando agora a segunda vitória e a escalada na tabela. A melhor entrada na partida coube ao SL Benfica, apesar de algum perigo criado pelo seu adversário, com o primeiro golo na partida, bem cedo no encontro, através de um contra-ataque bem finalizado por Robinho. SL Benfica 3-1 SC Braga

Nos minutos que se seguiram viu-se claramente uma equipa do SL Benfica ainda a consolidar processos, algo normal visto que o treinador espanhol Pulpis apenas iniciou o seu trajeto em Portugal nesta temporada e não teve a maioria dos jogadores à sua disposição, presentes no Campeonato do Mundo que terminou no início deste mês, mas mesmo assim o ascendente do encontro pertenceu aos encarnados.

De notar que também o Braga sofreu do mesmo “mal”, embora em menor número. Continuava a ótima exibição do guarda-redes arsenalista Leandro, com muitas defesas de grau do dificuldade médio/elevado, mas nos segundos finais nada conseguiu fazer perante o remate de Jacaré, após solicitação com a mão de Diego Roncaglio.

Culpas para a defesa forasteira na maneira como falhou a marcação ao jogador brasileiro e permitiu o seu golo de forma aparentemente fácil.

A vantagem encarnada ao intervalo era assim de dois golos, podendo ser já uma vantagem importante e quiçá decisiva mas ainda faltava a segunda parte, ou seja 20 minutos em que tudo pode acontecer e mudar.

Uma das máximas deste desporto é que tudo está em aberto até ao último segundo e tudo muda num segundo e o jogo, aparentemente controlado pelo Benfica, reabriu completamente com o tento dos bracarenses, após uma perda de bola de Silvestre, finalizado por Serginho.

A segunda parte decorreu normalmente, com muita animação e intensidade, até que nos minutos finais o Benfica aproveitou o guarda-redes avançado do Braga e marcou o terceiro golo, através de uma recuperação de bola e um contra-ataque finalizado pelo jogador russo Chishkala.

Com este tento, o encontro ficou praticamente sentenciado e não houve mais nada de relevante a apontar, sendo de assinalar a enorme competitividade que existe na nossa liga este ano, dado que ainda não tinha abordado este tema, e tenho a convicção que este ano as surpresas vão ser muito mais frequentes e os  candidatos irão perder bastantes pontos em terrenos teoricamente mais acessíveis.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos SIlva / Bola na Rede

Robinho – Incrível o que este jogador ainda joga com esta idade, quase 39 anos mas claramente o motor do Benfica. Fez o primeiro golo da tarde e participou em todo o processo  quer defensivo quer ofensivo da formação encarnada.

 

O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pola – Ainda se está a adaptar à sua nova equipa, é um facto, mas esperava mais do experiente (33 anos) jogador espanhol. SL Benfica 3-1 SC Braga

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Pulpis apostou sempre no 3×1, isto é, jogo com pivot fixo no ataque, posição ocupada por Fits e por Jacaré. O tempo de trabalho com a formação completa é muito reduzido mas hoje o Benfica realizou um jogo positivo e uma vitória justa.

 

5 INICIAL E PONTUAÇÕES 

Diego Roncaglio (7)

Nilson (7)

Silvestre Ferreira (7)

Afonso Jesus (7)

Fits (8)

SUBS UTILIZADOS

Rómulo (7)

Rafael Hemni (7)

Robinho (8)

Ivan Chishkala (7)

Jacaré (8)

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

Bruno Guimarães apostou no mesmo sistema tático do seu homólogo, cabendo esse papel de referência ofensiva a Elisandro, recém naturalizado Georgiano, mesmo a tempo do Euro 2022. Também precisa de mais algum tempo de treino para impor os seus métodos de trabalho, não que  tenha sido contratado para esta temporada, mas a equipa tem muitos reforços e o processo demora a consolidar. SL Benfica 3-1 SC Braga

 

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Leandro Costa (8)

Vítor Hugo (6)

Pola (5)

Serginho (7)

Elisandro (6)

SUBS UTILIZADOS

Vítor Hugo (7)

Fábio Cecílio (6)

Ricardo Lopes (6)

Márcio Reis (6)

Tiago Correia (6)

Rúben Santos (6)

Bruno Soares (6)

Allan Guilherme (6)

Fonte: SL Benfica Modalidades

SL Benfica 3-1 SC Braga

Recuperámos o nosso pote de golos. E agora?

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Recuperámos o nosso pote de golos, artigo sobre Pedro Gonçalves do Sporting no Bola na rede

Recuperámos o nosso pote de golos. E agora?

Desde há uns meses que temos visto o Sporting a ganhar jogos pelas margens mínimas. Ainda que a equipa tenha produzido o suficiente para, em muitos desses jogos, ganhar por vantagens confortáveis, a bola teimava em não entrar. Umas vezes por não haver quem tenha o remate fácil para a baliza, outras por infelicidade ou menor facilidade em definir e concretizar. Recuperámos o nosso pote 

Tudo isso tem sido justificado com um único argumento. A falta de Pedro Gonçalves para concretizar o jogo ofensivo criado pela equipa leonina. E é inegável que “Pote” é o jogador com maior facilidade em finalizar, tanto pelo número de golos apontados na época passada, como pelo início da presente época, interrompida apenas por uma lesão que para muitos era apenas fingida, mas que afinal o privou de jogar várias partidas, e privou a equipa leonina dos golos que ele poderia ter marcado. Seriam muitos com certeza. Recuperámos o nosso pote

Agora que ele voltou, com certeza estaremos sempre mais perto de marcar golos, pelo que esse problema estará solucionado. No entanto, cria-se agora um novo, principalmente para o treinador Ruben Amorim.

O regresso de Pedro Gonçalves obriga o treinador leonino a retirar da equipa um habitual titular. E tendo Sarabia vindo para jogar, e por empregar também ele muita qualidade ao jogo ofensivo do Sporting, terá que ser Nuno Santos a sair, ou pelo menos a deslocar-se da sua posição habitual. Recuperámos o nosso pote 

Digo isto, para já porque gosto de Nuno Santos, pela sua qualidade, rapidez, e raça, e depois por considerar que ainda faz a posição de lateral esquerdo melhor que Ruben Vinagre. No fundo, o Nuno faz-me lembrar um pouco Marcos Acuña por todas as características acima descritas, sendo este também uma adaptação de um extremo a lateral. Recuperámos o nosso pote 

Sporting Pedro Gonçalves e Nuno Santos para bater um livre
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Rúben Vinagre por Pedro Gonçalves?

Ou seja, se eu fosse o Ruben Amorim, tirava Vinagre para poder entrar Pedro Gonçalves, atrasando Nuno Santos para a lateral. Mas isto não encerra as decisões a tomar para a colocação de todas as peças. O treinador terá ainda que decidir se mantem Sarabia na direita, colocando “Pote” à esquerda, ou se desloca Sarabia para a esquerda, entrado o Pedro para a direita. Para mim, e tendo em conta o rendimento apresentando pelo português à direita, deslocaria o espanhol para a esquerda. Mas ainda assim, e por estarmos a falar de dois jogadores de enorme qualidade, esta questão poderá nem ser um “pormaior” uma vez que “Pote” remata bem com os dois pés, e com os dois em campo, podem até fazer uma frente de ataque mais móvel que troquem constantemente de lado durante o jogo.

Com um ataque composto por Pedro Gonçalves, Sarabia, e Paulinho, podemos tirar ainda mais vantagens das deslocações de Paulinho atrás para receber bola e entregar ao meio-campo, abrindo espaço aos outros dois para aparecer com movimentos de rotura através de diagonais e a surgirem na frente da baliza para concretizar. Ou seja, várias vezes durante o jogo veremos um 3-4-3 a transformar-se rapidamente num 3-5-2, e o logo depois retorne ao sistema anterior. Recuperámos o nosso pote

Falta perceber agora, na prática, se estes jogadores funcionam e dão equilíbrio à equipa, uma vez que Pote e Sarabia terão que ajudar também os seus laterais em momentos defensivos, e é só nesse momento que eu ainda tenho dúvidas se este conjunto de jogadores funcionará em pleno. Porque apesar de termos o incansável Palhinha a limpar e a tentar equilibrar não chega para tudo. Recuperámos o nosso pote

E só estou a colocar a hipótese deste tridente na frente porque sei que Ruben Amorim não prescinde de Paulinho, porque acho que o melhor seria ainda “TT” num dos extremos, colocando Sarabia (que na selecção espanhola jogou várias vezes como avançado centro) ou Pote no meio. Perderíamos jogo aéreo, mas penso que teríamos uma equipa mais equilibrada. E mesmo com Paulinho não marcamos muitos golos de cabeça, pelo menos em ataque continuado.

Recuperámos o nosso pote, aka Pedro Gonçalves a driblar um adversário
Fonte: Isabel Silva / Bola na Rede

Trocando Paulinho por TT, perderíamos, no entanto, capacidade de segurar bola no jogo mais direto, o que poderia também ser uma desvantagem em alguns momentos do jogo. Mas por isso é que é o Ruben a decidir e não eu, felizmente.

Conseguimos assim perceber que, mediante os jogadores que entrem, conseguimos encontrar novas soluções e criar novas dificuldades. Ou seja, conforme o adversário e os problemas que o mesmo nos coloque, teremos de escolher os jogadores que mais soluções e menos problemas nos trazem. Por isso é que o plantel não tem só 11. No entanto uma coisa é certa, nos onze tem que estar Pote. Recuperámos o nosso pote 

 

Recuperámos o nosso pote

Newcastle United FC | 5 candidatos para o lugar de treinador

O futuro, não muito distante, poderá ser muito risonho para os Magpies, mas o presente está muito complicado. Decorridas oito jornadas, são apenas três os pontos somados pelo Newcastle United FC, nesta temporada.

A ocupar o penúltimo lugar, a entrada do novo grupo de investimentos saudita pode salvar o clube de uma época desastrosa e ainda tornar este uma potência mundial.

Certamente que nos próximos anos não faltará dinheiro no St. James Park, assim como entradas e saídas do plantel. Além da época terrível, Steve Bruce nunca seria o treinador escolhido para liderar este novo projeto.

Juntando o útil, isto é, razões para despedimento, ao agradável, querer contratar um treinador melhor, a revolução no Newcastle United FC começa no banco e com tempo para atacar o mercado de inverno.

SL Benfica x FC Bayern Munique | David contra Golias na Luz

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Liga dos Campeões, 3.ª Jornada, Fase de Grupos: quarta-feira, 20h00, 20 de outubro de 2021

ANTEVISÃO: SL BENFICA EUROPEU CONTRA COLOSSO BÁVARO

O SL Benfica recebe o FC Bayern Munique na terceira jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões.

NOVO JOGO GRANDE EUROPEU NA LUZ: TEREMOS AMBAS AS EQUIPAS A MARCAR E O SL BENFICA A VENCER O JOGO? A ODD NÃO TE VAI DEIXAR INDIFERENTE! APOSTA COM A BWIN!

Depois do desaire no último jogo do campeonato e da prestação menos positiva frente ao CD Trofense, os encarnados vão ter a árdua tarefa de tentar parar a invencibilidade do colosso alemão, naquele que é o jogo mais aguardado pelos amantes do desporto rei.

O fator “casa” pode muito bem ajudar nesta difícil tarefa, mas é certo que as águias muito dificilmente conseguirão fazer uma exibição como aquela que fizeram frente ao FC Barcelona.

No entanto, os adeptos benfiquistas já viram muitos impossíveis acontecer. Será que este vai ser mais um?

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. O SL Benfica nunca venceu o FC Bayern Munique.
  2. Nos oito encontros a contar para a UEFA Champions League, os encarnados conseguiram três empates e foram derrotados cinco vezes.
  3. Nesses confrontos, as águias têm um saldo de golos bastante negativo: cinco golos marcados contra 19 sofridos.
  4. A última vez que as duas equipas se defrontaram foi em 2018/19, na fase de grupos, e os alemães saíram vencedores nos dois jogos: na primeira jornada venceram por 2-0 e na quinta jornada ganharam por 5-1.
  5. No que diz respeito ao grupo desta época podemos dizer que se vão defrontar as duas melhores equipas até ao momento. Os encarnados têm quatro pontos (uma vitória e um empate), já os bávaros têm seis pontos (duas vitórias).
  6. As águias marcaram, até ao momento, três golos e não sofreram nenhum. Os alemães marcaram oito golos e também não contam com nenhum golo sofrido.
  7. No que concerne aos respetivos campeonatos, o panorama é um pouco diferente. O SL Benfica, em oito jogos, conta com sete vitórias e uma derrota. O FC Bayern Munique, nos oito jogos, venceu seis, empatou um e perdeu outro.
  8. A nível de golos a diferença é notória. As águias marcaram 19 e sofreram cinco. Os bávaros marcaram 29 e sofreram oito.
  9. O jogo vai ser arbitrado por Ovidiu Hategan. Esta é a quarta vez que o romeno vai arbitrar o SL Benfica e é caso para dizer que, até ao momento, Ovidiu passou por todos os resultados possíveis, uma vez que, nos três jogos por ele dirigidos, os encarnados venceram um, perderam outro e empataram outro.

10. Para este jogo, Jorge Jesus tem cinco baixas: Gedson, Gil Dias, Rodrigo Pinho, Seferovic e Lázaro. Julian Nagelsmann não pode contar com Alphonso Davies e Leon Goretzka.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Darwin tem tido um arranque de época fulgurante ao serviço do SL Benfica
Darwin tem tido um arranque de época fulgurante ao serviço do SL Benfica
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Darwin Núñez (SL Benfica) – Apesar de muitos não concordarem com a titularidade do uruguaio, para mim, a melhor dupla de ataque do SL Benfica é Darwin – Yaremchuk. No jogo frente ao FC Barcelona, Darwin foi dono e senhor do ataque.

Marcou dois golos e não deu descanso nenhum à defesa catalã. Neste jogo, o adversário é diferente, mas espera-se que o avançado dificulte o jogo aos bávaros. Até ao momento, em oito jogos conta com seis golos, mas esta sede de golo não vai ficar por aqui. Quem sabe se a próxima vítima não será mesmo o FC Bayern Munique.

 

Robert Lewandowski (FC Bayern Munique) – O que dizer de Lewandowski? É, talvez, o jogador mais perigoso dos alemães. Com uma finalização assustadora, um posicionamento excelente e uma técnica digna dos melhores do mundo, o polaco vai ser, sem dúvida nenhuma, uma ameaça constante para os encarnados.

Há golos para todos os gostos e ninguém se esquece daqueles cinco tentos certeiros em nove minutos. Esta época conta com 15 golos em 11 jogos. Um registo fantástico que vai, certamente, fazer soar os alarmes na defesa encarnada.

 

XI’S PROVÁVEIS

SL Benfica: Vlachodimos, Vertonghen, Otamendi, Lucas Veríssimo, Diogo Gonçalves, Weigl, João Mário, Grimaldo, Rafa, Yaremchuk e Darwin.

Treinador: Jorge Jesus

“Não vai ser um jogo de 0-0. Tenho quase a certeza absoluta de que o FC Bayern de Munique faz golos. Ainda não houve um jogo em que não os fizesse. Mas a minha equipa tem de ter capacidade técnica, tática e psicológica para conviver com isso, no jogo às vezes vai estar por baixo. Respeitamos o FC Bayern Munique. Não vamos para o jogo a pensar que podemos ser goleados. Acreditamos na nossa capacidade. Vamos para o jogo a pensar que podemos ganhar, e depois vemos o que o jogo dita.”

 

FC Bayern Munique: Neuer, Suele, Upamecano, Lucas Hernández, Stanišić, Kimmich, Sabitzer, Gnabry, Thomas Müller, Sané e Robert Lewandowski.

Treinador: Julian Nagelsmann

“O SL Benfica é uma equipa de topo de Portugal, que tem alguns jogadores importantes. Gosta de ter a posse de bola e é uma equipa com muitas soluções. Acho que o SL Benfica não tem medo de nós. Respeitam-nos, porque temos qualidade, tal como nós os respeitamos. Não vamos ficar paralisados de medo num estádio esgotado. Queremos os três pontos e temos um bom ponto partida.”

PREVISÃO DE RESULTADO: SL BENFICA 1– 4 FC BAYERN MUNIQUE

Milwaukee Bucks 127-104 Brooklyn Nets: Campeões entram a ganhar

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Milwaukee Bucks na modaidade NBA, artigo do bola na rede

A CRÓNICA: BUCKS COM ENTRADA COM O PÉ DIREITO E COM ANÉIS DE CAMPEÕES

As grandes emoções do melhor basquetebol do mundo estão de volta, com os campeões Milwaukee Bucks a serem os anfitriões do primeiro encontro da temporada.

O conjunto de Milwaukee teve pela frente os Brooklyn Nets, que para além de um sério candidato ao título, procurava vingar a eliminação, da temporada passada, nos playoffs.

Um início de jogo com muita vontade de parte a parte, marcou o equilíbrio no marcador nos primeiros minutos. Mas a equipa dos Bucks mostrava-se determinada em fugir no resultado, e gradualmente ia aumentando a intensidade. Se defensivamente a equipa ia conseguindo parar as investidas individuais de Kevin Durant e James Harden, no ataque a partilha de bola imperava com Giannis Antetokounmpo, Khris Middleton e Pat Connaughton como rostos do momento.

Na entrada para o segundo período, os comandados de Steve Nash corriam atrás de uma desvantagem de 12 pontos, depois de ainda no primeiro período terem iniciado uma recuperação de 19 pontos de diferença. Já com vários elementos do banco em campo, Patty Mills iam liderando o coletivo de Brooklyn na aproximação no marcador.

Com a reentrada de alguns elementos em campo a equipa voltou a quebrar, e a barreira psicológica dos dez pontos tornava-se muito difícil de ulrapassar.

Ao intervalo, e já com uma margem diferencial inferior a dez pontos, destacavam-se já os 18 pontos e nove ressaltos de Antetokounmpo, e os 15 pontos de Patty Mills.

No regresso dos balneários, os comandados de Mike Budenholzer voltaram a mandar no encontro, não permitindo a aproximação dos Nets. O Bucks foram sempre donos do ritmo da partida, demonstrando sempre um grande equilíbrio emocional aliado a uma grande organização em todos os momentos do jogo.

O quarto período chegava, e era o tudo ou nada para a equipa dos Nets que, nos primeiros minutos, foi resistindo na disputa pelo jogo. Mas a falta de soluções ofensivas e a incapacidade de parar a investidas de Giannis Antetokounmpo deitaram tudo a perder, com o conjunto de Milwaukee a vencer confortavelmente o encontro.

A ausência de Kyrie Irving e a fraca contribuição de James Harden na parte final do encontro, fez-se sentir na exibição dos Nets, que necessita de estar na máxima força para puder levar de vencido estes Bucks.

 

A FIGURA

Giannis Antetokounmpo – Para além de anel na mão, o grego volta a entrar a todo o gás em mais uma época da NBA, com 32 pontos, 14 ressaltos e sete assistências, encheu o campo e comandou os Bucks ao primeiro triunfo da temporada.

O FORA DE JOGO

Steve Nash – O técnico do conjunto dos Nets, ao longo da partida, não foi muito feliz na forma como geriu a rotação, retirando por vezes alguns jogadores em fases boas dos mesmos. O que provocou algumas quebras em momentos positivos da equipa.

 

ANÁLISE TÁTICA – MILWAUKEE BUCKS

A equipa de Mike Budenholzer foi sempre um conjunto muito lúcido no ataque, procurando as vantagens interiores de Giannis, mas sempre com um sentido de partilha de bola muito bom. Em situações de dois contra um na bola, o lado contrário esteve sempre muito participativo, havendo sempre muito espaço para os atiradores armarem o lançamento.

Defensivamente, os Bucks conseguiram ir parando as iniciativas individuais das referências dos Nets, não só pelo excelente trabalho coletivo mas também muito pela capacidade individual que o plantel tem.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Jrue Holiday (7)

Grayson Allen (7)

Giannis Antetoukonmpo (9)

Khris Middleton (8)

Brook Lopez (7)

JOGOU AINDA

Pat Connaugthon (7)

George Hill (6)

Antetokounmpo (6)

Jordan Nwora (7)

Mamukelashvili (6)

Justin Robinson (6)

Kalaitzakis (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – BROOKLYN NETS

O conjunto de Steve Nash foi sempre uma equipa muito previsível ofensivamente, fazendo-se, essencialmente, valer pelo talento individual de Durant e Harden. Revelando alguma escassez de soluções ofensivas.

No momento defensivo, a equipa teve muita dificuldade em parar a equipa dos Bucks com Giannis em campo, sendo que os melhores momentos do coletivo foram quando o mesmo não se encontrava dentro das quatro linhas.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kevin Durant (8)

James Harden (7)

Blake Griffin (6)

Joe Harris (6)

Nic Claxton (6)

JOGARAM AINDA

Patty Mills (7)

Paul Millsap (6)

Lamarcus Aldridge (6)

Jevon Carter (6)

James Johnson (6)

Deandre Bembry (6)

Cam Thomas (6)

Bruce Brown (6)

Foto de capa: Milwaukee Bucks