Bem-vindos, de novo, ao COTA (Circuito das Américas). Após uma pequena paragem em 2020, devido ao COVID, a Fórmula 1 está de volta com o Grande Prémio dos EUA, em Austin, no Texas.
E foi este sábado que Max Verstappen conquistou a sua 12.ª pole position da carreira, onde bateu o heptacampeão Lewis Hamilton (Mercedes) por apenas dois décimos. Sim, viu bem, dois décimos.
Mas, antes disso, comecemos então pela carga de penalizações que teremos que analisar durante este fim-de-semana. Fernando Alonso (Alpine), George Russell (Williams) e Sebastian Vettel (Aston Martin) irão começar do fundo da grelha de partida devido à alteração de componentes nas respetivas unidades motrizes. Valtteri Bottas (Mercedes) tem uma penalização de cinco lugares, devido a uma nova ICE.
Sendo uma Qualificação geral marcada pelos inúmeros tempos eliminados pelos limites de pista, a primeira sessão de qualificação determinou os últimos cinco lugares para Lance Stroll (Aston Martin), Nicholas Latifi (Williams), Kimi Raikkonen (Alfa Romeo), e os Haas de Mick Schumacher e Nikita Mazepin, que, porventura, beneficiarão das penalizações descritas acima.
Na Q2, saída dos pilotos que irão cumprir com as penalizações. Sebastian Vettel (12.º lugar), Fernando Alonso (14.º lugar) e George Russell (DNF). Esteban Ocon consegue o 11.º posto e Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo) ocupa o 13.º melhor tempo da segunda sessão de qualificação.
A terceira sessão de qualificação ditou, como já mencionado, a pole position de Max Verstappen (Red Bull). Do outro lado da box, Sergio Pérez faz o terceiro melhor tempo da sessão.
Valtteri Bottas faz o quarto melhor tempo, mas irá partir apenas de nono, pelo que, assim, beneficiam Charles Leclerc (Ferrari), Carlos Sainz (Ferrari), Daniel Ricciardo (McLaren), Lando Norris (McLaren), e Pierre Gasly (AlphaTauri). Yuki Tsunoda termina o top 10.
Concluindo, a luta entre os Red Bull e a Mercedes continuam, e com apenas dois pontos de distância entre Max Verstappen e Lewis Hamilton, podemos dizer que isto está a aquecer, e bem.
Com tantas penalizações, e se tudo correr sem grandes circunstâncias de corrida, COTA parece ter tudo para proporcionar uma corrida com muitas lutas e ultrapassagens, e, claro está, perceber quem é que fica no topo da tabela no campeonato de pilotos.
Desde cedo que o Moreirense FC mostrou que não vinha a Alvalade para baixar a cabeça e mostrar serventia. Depois de duas grandes oportunidades em que Paulinho esteve perto de faturar, Adán é chamado ao serviço aos 10 minutos para defender aquele que era o lance mais perigoso da partida até então. Abdu Conté abriu “via verde” pelo lado esquerdo e, sem aviso, cruzou para Rafael Martins que estava já à entrada da área.
Nota, já nos minutos iniciais, para a dificuldade de Nuno Santos em estancar as investidas pelo lado oposto. O jogo ia mostrando que era preciso uma “aspirina” para esta grande dor de cabeça chamada “Rodrigo Conceição”. E se é para falar em cabeça, Coates tem de ser chamado ao barulho. Depois de um canto batido por Sarabia, o capitão do Sporting sobe nas alturas e marca o primeiro tento da noite aos 16 minutos.
Depois de se ver a vencer, a equipa dos leões foi, como é hábito, tirando o pé do acelerador mas sempre a controlar o jogo e mantendo o adversário distante da sua área. Do outro lado, manteve-se um Moreirense que, apesar de ferido desde cedo, ia pressionando de forma intensa nos momentos sem bola. No fundo, mostrando que as 14 escadinhas da tabela classificativa não espelham, de todo, o jogo praticado pelos cónegos. Mas com o aproximar do intervalo, o Moreirense foi perdendo gás e baixando as linhas. Isso permitiu que jogadores como Daniel Bragança, por exemplo, fossem crescendo mais no terreno. Ainda assim, o resultado manteve-se intacto até ao apito para o regresso aos balneários.
Os leões entraram para a segunda parte à procura do segundo golo. Novamente duas oportunidades flagrantes desperdiçadas por Paulinho. Do outro lado, o Moreirense mantinha-se sólido no seu jogo, ao mesmo tempo que ia dando avisos de que o 1-0 para os leões era curto. Por entre sustos provocados pelos cónegos e entre investidas leoninas, o Sporting foi segurando o resultado até ao final do duelo.
sporting cp
A FIGURA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Coates – Sr. Capitão do Sporting e Sr. dono das alturas. O central é um líder e uma peça fundamental para as aspirações leoninas. O Sporting não é o mesmo sem Coates e tivemos a prova disso mesmo esta época. Resolve em terrenos recuados, resolve quando é chamado a lances de bola parada. Um gigante na equipa verde e branca.
O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Paulinho – Ninguém que veja o futebol para além dos golos pode dizer que Paulinho é um jogador banal. Não é. Nem de perto, nem de longe. Mas de facto avançado de clube como o Sporting tem de ser mais “cabeça fria” nos momentos de finalização. É um jogador essencial na ligação do jogo e na transição ofensiva, mas continuam a faltar golos e esclarecimento nos momentos chave.
sporting cp
ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP
Rúben Amorim move duas peças no onze inicial em relação ao duelo com os turcos. Entraram Nuno Santos (que esteve como ala esquerdo) e Daniel Bragança. Saíram então Feddal e Matheus Nunes para as contas deste onze. Sporting CP
O Sporting ia mostrando algumas dificuldades em controlar as investidas do adversário pelos corredores. Várias falhas de Nuno Santos e de Pedro Porro nesses mesmos setores. Ao mesmo tempo, e até aos 40 minutos de jogo, os leões iam mostrando também dificuldades no corredor central nos momentos em que não detinha a posse de bola.
Na segunda parte, o Sporting ia controlando o jogo, mas sem a segurança de um resultado mais folgado. A meio do segundo tempo, Amorim coloca Matheus Nunes para a saída de Sarabia. Isto de forma a segurar um pouco mais o meio-campo. Com Bragança mais descaído na esquerda, Matheus Nunes entra de forma a complementar mais o lado direito no ataque e, por outro lado, fechando mais a defender para não deixar Palhinha tão exposto na transição defensiva.
11 INICIAIS E PONTUAÇÕES
Adán (7)
Matheus Reis (7)
Coates (8)
Palhinha (6)
Nuno Santos (5)
Sarabia (7)
Paulinho (5)
Pedro Porro (5)
Gonçalo Inácio (6)
Pedro Gonçalves (5)
Daniel Bragança (6)
SUBS UTILIZADOS
Matheus Nunes (5)
Tiago Tomás (-)
Ugarte (-)
Esgaio (-)
ANÁLISE TÁTICA – MOREIRENSE FC
João Henriques traz três novidades em relação ao jogo da Taça de Portugal. Entraram Kewin, Steven Vitória e Felipe Pires para os lugares de Miguel Oliveira, Artur Jorge e Yan Matheus. Sporting CP
O Moreirense quis replicar o sistema tático dos leões e isso valeu-lhe algumas oportunidades de perigo. Tanto pela esquerda como pela direita. De um lado, Filipe Pires ia conseguindo desequilibrar. Do outro, Rodrigo Conceição ia também prestando contas.
Na segunda parte, João Henriques não foi promovendo grandes alterações. Apenas para refrescar primeiro os dois extremos e depois a última linha de ataque. No minutos finais, o técnico apostou num 4-4-2 a dar tudo para chegar ao empate. Sporting CP
11 INICIAIS E PONTUAÇÕES
Kewin Silva (7)
Rodrigo Conceição (7)
Rosic (6)
Abdu Conté (7)
Fábio Pacheco (5)
Walterson (5)
Ibrahima (5)
Pires (7)
Steven Vitória (6)
Franco (5)
Rafael Martins (5)
SUBS UTILIZADOS
Yan Matheus (5)
Derik Lacerda (5)
André Luís (-)
Filipe Soares (-)
Matheus Silva (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Sporting CP
Não foi possível colocar questões ao treinador do Sporting CP, Rúben Amorim.
Moreirense FC
Não foi possível colocar questões ao treinador do Moreirense FC, João Henriques.
A CRÓNICA: REAL SC DESENHA RESULTADO NA PRIMEIRA PARTE
No Complexo Desportivo do Real SC, a equipa da casa recebeu o Vitória FC, duelo este a contar para a sexta jornada do Grupo B da Liga 3. A equipa visitante situava-se, até ao momento, no 3º lugar atrás do UD Leiria e do SC Torreense. Já a equipa da casa encontrava-se também nos lugares cimeiros, no quinta lugar do Campeonato.
De notar que o treinador do Vitória FC, António Pereira, fez algumas alterações relativamente ao jogo do passado domingo, a contar para a 3º eliminatória da Taça de Portugal, jogo este que o Vitória FC saiu derrotado, por 0-2, contra o FC Vizela. Já o treinador da equipa visitante, Luís Loureiro, efetuou seis alterações face ao onze inicial que saiu derrotado perante o UD Vilafranquense (3-2 após prolongamento), também a contar para 3º eliminatória da Taça de Portugal.
Na primeira parte, logo aos 4 minutos de jogo, Ballack cai à entrada de área, com uma entrada de carrinho por parte do defesa-central François, e o árbitro assinala grande penalidade a favor da equipa de Queluz. Gustavo Moura foi chamado a marcar, o guarda-redes do Vitória FC, João Valido, adivinhou o lado, mas não conseguiu chegar à bola para impedir o primeiro golo do jogo. O Vitória FC tentava reentrar no jogo, mas não conseguia construir jogadas perigosas contra a baliza do Real SC. O guarda-redes da equipa visitante, João Valido, impediu algumas ocasiões de golo da equipa de Queluz, porém, o Real SC conseguiu chegar mesmo ao segundo golo, por intermédio de um cruzamento de Tiago Morgado que Fábio Pala soube aproveitar, empurrando a bola para dentro da baliza sadina, aos 27 minutos.
Os sadinos procuravam assumir o controlo do jogo e cada vez mais transparecia que a equipa podia chegar ao golo. E assim foi. Aos 45 minutos, ao cair da primeira parte, Varela cai dentro de área, após falta de Clayton, e o árbitro assinala para a marca de grande penalidade. Bruno Ventura, “á panenka”, converte a grande penalidade e o Vitória FC chega ao golo. O Vitória FC deixava assim tudo em aberto para a segunda parte do desafio com este golo.
Na segunda parte, os sadinos entraram a todo o gás em busca de um golo, que igualava o encontro. Aos 50 minutos, Mendy tem uma grande ocasião de golo, travada pelo guarda-redes, João Godinho. Os sadinos geriam bem a posse de bola, controlavam as ações do jogo, porém, não conseguiam transpor a muralha do Real SC e entrar na grande área da equipa da casa.
O Vitória FC tentou, mas não conseguiu chegar ao golo do empate, quiçá ao golo da vitória. A equipa do Real SC sobe assim ao segundo lugar da Liga 3, enquanto o Vitória FC desce ao 5º lugar.
A FIGURA
João Godinho é o mais recente reforço do Real SC.
Na última época, o guardião de 36 anos vestiu a camisola do CD Mafra. pic.twitter.com/pCW5gKoOue
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 29, 2021
João Godinho – Um jogo em que o protagonista esteve dentro de uma das redes no Complexo Desportivo do Real SC. O guarda-redes da equipa da casa acabou por ser fundamental ao longo da 2ª parte para segurar o resultado final.
O FORA DE JOGO
📢 𝘼𝙙𝙞𝙫𝙞𝙣𝙝𝙖 𝙦𝙪𝙚𝙢 𝙫𝙤𝙡𝙩𝙤𝙪! 🇸🇳 🇳🇬 ⚽
ℹ️ O Vitória Futebol Clube SAD chegou a acordo com Adama François, defesa central Senegalês de 30 anos.
➡️ Bem vindo de volta François! 💪🙏
Pelo Vitória, por Setúbal! 💚🐬 pic.twitter.com/oC5w1fThNh
— Vitória Futebol Clube – Oficial (@oficialvfc) October 16, 2020
François – Não foi o melhor jogo para o defesa do Vitória FC mostrar as suas capacidades. François esteve envolvido no lance que deu a grande penalidade, aos 4 minutos, que mudou totalmente o rumo de jogo a favor do Real SC.
ANÁLISE TÁTICA – REAL SC
A equipa comandada por Luís Loureiro entrou com um sistema de 3x5x2, com Amadú Baldé a aparecer como terceiro médio de ligação à dupla de ataque composta por Gustavo Moura e Ballack. O estilo de jogo baseou-se muito nas transições ofensivas, exceto no momento após o primeiro golo em que a equipa conseguiu ter controlo total do jogo. A agressividade ofensiva, defensiva e o papel do guarda-redes João Godinho também se revelaram fundamentais.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
João Godinho (7)
Clayton Sampaio (4)
Hugo Ventosa (5)
Paulinho (5)
Fábio Pala (7)
Rúben Marques (6)
Tiago Morgado (7)
Rodrigo Moitas (6)
Amadu Baldé (5)
Ballack (6)
Gustavo Moura (6)
SUBS UTILIZADOS
Horácio Jau (5)
Tiago Nunes (-)
Kennedy (-)
ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA FC
António Pereira apostou num sistema de 4x3x3 com um médio ofensivo, Bruno Ventura, a juntar-se ao tridente ofensivo na pressão contra a defesa do Real SC. Com o golo logo ao inicio do jogo, o Vitória FC perdeu o rumo do jogo, no entanto, na segunda parte conseguiu ter a posse de bola e o controle de jogo. Com a entrada de Mendy os sadinos melhoraram, mas não traduziram as ocasiões em golo.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
João Valido (7)
Mano (5)
Bruno Bernardo (5)
François (4)
Nuno Pinto (7)
Pedrosa (5)
Robson (6)
Bruno Ventura (5)
Kamo Kamo (5)
Varela (6)
Rodrigo Pereira (6)
SUBS UTILIZADOS
Mendy (7)
Murilo (6)
Bruno Luz (6)
Gonçalo Batista (-)
Daniel Martins (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Real SC
BnR: Boa noite, mister. O Real faturou dois golos através de duas bolas paradas. Sente que também um jogo deste tipo se resolve nestes pequenos, grandes, detalhes? E isso é um mérito que se tem de dar, com certeza, à equipa do Real.
Luís Loureiro: “Com certeza. Hoje em dia, cada vez mais no futebol moderno os jogos resolvem-se nestes pequenos grandes detalhes. Treinamos este tipo de jogadas e aproveitamos ao máximo este tipo de ocasiões que surgem ao longo do jogo”.
Vitória FC
Não foi possível colocar questões ao treinador do Vitória FC, António Pereira.
Rescaldo da opinião de Felipe Ribeiro e João Castro.
O Estádio João Cardoso vestiu-se de gala para receber o encontro entre CD Tondela e FC Porto, com o ambiente no recinto a regressar ao que se verificava na receção aos “grandes” em tempos pré-pandemia.
Num começo a todo o gás, os homens da casa não podiam ter pedido melhor início de jogo: logo aos quatro minutos, Salvador Agra cobrou um livre lateral e Neto Borges desviou subtilmente, abrindo as hostilidades. Surpresa precoce em Tondela.
Os portistas puxaram prontamente o controlo do jogo para si, galvanizados por um apoio constante dos adeptos nortenhos que viajaram até ao Estádio João Cardoso. Em troca, a equipa ofereceu o golo do empate, ao minuto 20.
Uma grande incursão de João Mário pela direita (algo habitual ao longo de todo o jogo) levou o lateral português à linha final, cruzando para um desvio falhado de Evanilson e, consequentemente, uma sobra aproveitada por Taremi. Estava reposto o empate na Beira Alta.
Aos 28 minutos, uma má saída de bola por parte de Eduardo Quaresma “entregou o ouro ao bandido”, com Taremi a isolar-se e a ser rasteirado por Undabarrena, o que provocou a expulsão do médio espanhol dos beirões.
Em superioridade numérica, o Porto começou a dominar (ainda mais) a posse de bola, com o Tondela remetido às saídas rápidas de Murillo e Agra. Na sequência de mais um livre à entrada da área tondelense, Trigueira largou o remate de Uribe e, na emenda, Taremi bisou na partida e duplicou a vantagem dos “dragões”. Reviravolta a poucos minutos do intervalo.
Já na segunda parte, os lances de verdadeiro perigo tardaram em aparecer em Tondela. Foi necessário esperar até aos 70 minutos para que as balizas tivessem ação por perto, mas o lance em que Marcano acaba por introduzir a bola na baliza de Trigueira foi invalidado por fora de jogo.
O ponto final na partida veio ao minuto 79, com Fábio Vieira a descobrir Taremi que só teve que encostar para completar o hattrick. O Porto materializava finalmente a superioridade que demonstrou nesta segunda parte.
Os “dragões” venceram assim o Tondela na Beira Alta, num jogo que começou da pior forma mas que acabou por, paulatinamente, ir sorrindo aos homens da “Cidade Invicta”.
A FIGURA
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Mehdi Taremi – Os três golos do craque iraniano não deixam margem para dúvidas sobre quem foi a figura desta partida. A habitual frieza em frente à baliza esteve em evidência e mostrou o instinto matador que tão bem conhecemos. Notável exibição em Tondela.
O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Eduardo Quaresma – Colocou em cheque toda a equipa do Tondela no lance em que perdeu a bola de forma infantil e do qual resultou a expulsão de Undabarrena. Para além disso, esteve sempre muito inseguro nas suas ações e perdeu várias bolas na saída a jogar.
ANÁLISE TÁTICA – CD TONDELA
O habitual 4-3-3 do Tondela foi desmanchado pouco antes da meia hora de jogo, fruto da expulsão de Undabarrena. A partir daí em 4-4-1, os homens de Pako Ayestarán tentaram valer-se da velocidade de Murillo e de Agra para surpreender a defesa adversária, com Dadashov como referência ofensiva.
A defender, Tiago Almeida foi constantemente posto à prova por Luis Díaz, assim como João Mário incomodou Neto Borges do outro lado. Ao centro, Sagnan e Quaresma vacilaram em alguns momentos.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Pedro Trigueira (5)
Tiago Almeida (4)
Sagnan (5)
Eduardo Quaresma (4)
Neto Borges (5)
Pedro Augusto (5)
Undabarrena (-)
João Pedro (6)
Jhon Murillo (6)
Salvador Agra (6)
Dadashov (6)
SUBS UTILIZADOS
Bebeto (5)
Manu Hernando (5)
Khacef (-)
Rafael Barbosa (-)
ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO
Sérgio Conceição manteve-se fiel ao 4-4-2, mas na frente foi Evanilson a fazer companhia a Taremi. No centro do terreno, Vítor Ferreira comandou a “sala de máquinas”, protegido por Uribe. Já nas alas, João Mário aproveitou bem as incursões de Otávio pelo meio para se projetar na direita, enquanto Luis Díaz era quem mais fazia mexer à esquerda.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Diogo Costa (6)
João Mário (6)
Pepe (5)
Marcano (6)
Zaidu (5)
Otávio (6)
Matheus Uribe (6)
Vítor Ferreira (6)
Luis Díaz (7)
Evanilson (5)
Mehdi Taremi (8)
SUBS UTILIZADOS
Corona (5)
Sérgio Oliveira (5)
Fábio Vieira (6)
Francisco Conceição (-)
Pêpê (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
CD Tondela
BnR: Na altura da expulsão decidiu manter dois médios apenas, em vez de tirar alguém da frente e reforçar o centro. Sente que isto acabou por dar demasiado espaço ao FC Porto por dentro?
Pako Ayestarán: Para pôr alguém ali, só com dez, tens que passar para outro esquema tático. Quando a “toalha é curta”, não podes tapar o corpo todo, e foi isso que aconteceu com menos um jogador. Acho que o 4-4-1 foi a melhor opção e resultou defensivamente na segunda parte, mas tinha esperança de que numa saída rápida iríamos criar mais perigo.
FC Porto
BnR: O Otávio apareceu muitas vezes por dentro, como habitual, e isso permitiu subidas constantes ao João Mário, pela direita. Já na esquerda, o Luis Díaz está sempre mais encostado ao corredor. O que é que esta variante tática oferece à equipa?
Sérgio Conceição: O que nós queremos é que haja sempre gente com capacidade para ocupar o espaço. São dinâmicas trabalhadas e que permitem ao João projetar-se e ao Zaidu ficar mais posicional. Hoje, por muitas vezes, chegou a aparecer o Taremi na ala e o Luis Díaz no meio, e isso é importante para não dar referências posicionais ao adversário.
As portas do Estádio de S. Miguel voltaram a abrir para o duelo entre CD Santa Clara e o FC Famalicão, para a 9ª. Jornada da Primeira Liga. Apesar de ser uma partida importante para as motivações são distintas. Por um lado a equipa açoriana procura a reafirmação no campeonato, após a mudança de treinador, por outro a equipa do Norte procura os três pontos para servir de bomba de oxigénio uma vez que se encontram no fundo da tabela classificativa. Espera-se um jogo bem disputado e intenso.
Soa o apito inicial e rolava a bola. Temos um Famalicão a tentar sair mas o Santa Clara aproveitaria o espaço para criar as linhas de passe e chegar até à baliza de Júnior, mas a pecar na falta de finalização. A facilidade que a equipa açoriana encontrava entre as linhas de passe, viria a comprovar-se logo aos 8 minutos de jogo quando, através de um passe de Lincoln, Allano fica 1 para 1 com o guarda redes mas acaba por rematar por cima da baliza perdendo, assim, uma oportunidade de ouro. Outra oportunidade viria aos 20 minutos de partida mas a bola teima em não entrar e bate na trave.
Ainda assim, o Santa Clara continuaria a manter-se por cima na partida, com um Famalicão a não conseguir se destacar e aparecer na partida acabando por perder a bola muitas vezes. Na reta final da primeira parte, a equipa de Ivo Vieira, tentava aproveitar mais as oportunidades e acabaria por quebrar um pouco a superioridade dos bravos açorianos. Acabaria por conseguir o que parecia impossível, aos 44 minutos, através dum canto, Banza marcaria de cabeça deixando Marco Pereira sem reação e a sua equipa em vantagem.
A Segunda parte trouxe um Famalicão com mais velocidade e agressividade. Uma falta de Tassano, contra Marcos Paulo, acabaria por ver cartão vermelho e, por consequência, acabaria expulso, aos 51 minutos. O Famalicão aproveita o momento e faz o segundo golo da partida através de Banza, que bisa, ao marcar penálti.
Após a expulsão a intensidade da partida diminuiu e acabou por ficar muito dividido e sem grandes oportunidades e algo faltoso, acabando por causar muitas paragens e quebrando o ritmo. Se pensávamos que ia ficar por aí estávamos enganados. Algumas faltas e obrigaram o árbitro a expulsar vários membros das duas equipas entre eles: Júlio Romão e Banza.
Um final de jogo algo caricato, com alguma confusão à mistura e reduzido a 19 jogadores, dá o oxigénio necessário ao Famalicão para subir mais um pouco na tabela classificativa.
Banza – Do céu ao inferno. O Avançado gaulês facturou bisou, novamente, no campeonato e foi o mais inconformado sua equipa na frente de ataque. A expulsão foi uma mancha numa exibição (quase) imaculada.
O FORA DE JOGO
Fonte: CD Santa Clara
Ricardinho – O criativo português tem pormenores de craque. Tem magia nas botas e parecia estar embalado para uma boa exibição, depois dos primeiros minutos de jogo. Acabaria por se eclipsar da partida.
ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA
O CD Santa Clara alinhou-se num esquema tático de 4-2-1-3. Uma linha de quatro clássica com Rafa e Mansur a procurarem oferecer profundidade no jogo ofensivo. Morita e Anderson a atual no miolo do terreno com o japonês a ter maior liberdade de movimentos e o brasileiro mais fixo na posição de médio defensivo.
Na frente, Nuno Campos optou por uma frente de ataque bastante móvel, em constante mutação posicional. Jean Patric assumiu o lugar de homem mais adiantado da equipa, deambulando pelas alas e trocando com Ricardinho e Allano.
ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES
Marco Pereira (5)
Rafael Ramos (4)
João Afonso (3)
Mansur (6)
Allano (4)
Anderson Carvalho (Júlio Romão 74’) (4)
Lincoln (Keyta 74’) (5)
Tassano (4)
Morita (4)
Jean Patric (Cryzan 68’) (3)
Ricardinho (Boateng 54’) (4)
SUBS UTILIZADOS
Cryzan (Jean Patric 68’) (2)
Boateng (Ricardinho 54’) (2)
Keyta (Lincoln 74’) (3)
Julio Romão (Anderson Carvalho 74’) (3)
ANÁLISE TÁTICA – FC FAMALICÃO
O Famalicão alinho-se com o esquema tático 4-2-3-1. Tal como a equipa da casa, a equipa de Vila nova de Famalicão fez alinhar uma defensiva alicerçada num esquema de quatro clássico. Diogo Figueiras deu maior profundidade ao jogo, enquanto que Marin, lateral espanhol, fixou-se na posição.
No miolo do terreno defensivo, Pickel e Pêpê Rodrigues. O suíço procurou trazer equilíbrio posicional ao jogo, apoiando a defesa em organização defensiva. Pêpê assumiu uma posição fundamental na fase de construção do jogo da sua equipa.
Heribertoe Marcos Paulo atiraram pelas alas, procurando diagonais para o coração da pequena área. Atrás do ponta de lança jogou Ivan Jaime, criativo da equipa e na frente surgiu o possante Banza.
ONZE INICIAL E PONTUAÇÕES
Júnior (5)
Alex Nascimento (Riccieli 66’) (4)
Adrián Marín (3)
Pickel (4)
Marcos Paulo (Bruno Rodrigues 71’) (3)
Iván Jaime ( Herman de La Fuente 90+1’)(4)
Banza (5)
Penetra (3)
Pêpê (3)
Figueiras (3)
Heri (David Tavares 73’) (4)
SUBS UTILIZADOS
Riccieli (Alex Nascimento 66’) (3)
Bruno Rodrigues (Marcos Paulo 71’) (3)
David Tavares (Heriberto 73’) (3)
Herman de La Fuente (Ivan Jaime 90+1’)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
CD SANTA CLARA
BnR: Após esta derrota, como encara esta partida do CD Santa Clara?
Nuno Campos: Há dois jogos distintos no próprio jogo. Tivemos 35 minutos muito bons. As ideias novas que temos ja se começaram a ver. Se marcássemos na primeira parte, o jogo iria ser diferente e ia mexer emocionalmente com o Famalicão. No entanto, tivemos iniciativa do jogo mesmo com menos jogadores. A expulsão e o segundo golo causaram um grande impacto. Tio entanto, os jogadores tiveram um bom empenho, estamos tristes pelo resultado mas estamos a construir algo pelo futuro.
FC FAMALICÃO
BnR: Segunda parte o Famalicão entrou diferente, mais agressivo o que mudou ao intervalo para motivar a sua equipa?
Ivo Vieira: Aproveitamos a vantagem que conseguimos com a situação de bola parada antes do intervalo. Tivemos de ter muita concentração no jogo. O CD Santa Clara é uma equipa com capacidades muito boas, é uma equipa que tende em crescer e é um adversário difícil. Os jogadores tinham de ter a alma em campo. E tivemos como objetivo procurar segundo golo, ser consistentes na segunda parte.
A CRÓNICA: QUATRO MINUTOS INICIAIS RESOLVEM 90 MINUTOS EM PINA MANIQUE
Provindo de uma sequência ativa de cinco jogos sem perder, o Casa Pia AC recebeu, hoje, o GD Chaves para a nona jornada da Segunda Liga.
Não tardou muito até o Casa Pia AC marcar o primeiro. Quatro minutos, para ser exato. Depois de uma bela arrancada de João Vieira pela faixa direita, o avançado Jota desmarcou-se, recebeu a bola e rematou forte para o 1-0. Poste e entra, sem deixar quaisquer hipóteses.
Até ao fim da primeira parte, o Casa Pia AC foi claramente a equipa dominante, dificultando muitíssimo a saída de bola dos transmontanos. Desta forma, foram raras as vezes que o Chaves chegou ao último terço.
Mudança de parte, mudança de jogo. Ao que parece, o GD Chaves conseguiu-se libertar das garras do adversário, subir as linhas e acreditar cada vez mais no empate, enquanto o Casa Pia AC entrou algo adormecido.
Contudo, o jogo acalmou e manteve-se num ritmo equilibrado até aos minutos finais, salvo um ou outro momento ofensivo de ambas as partes. Apesar de tudo, o Chaves falhou na tarefa de pontuar e os “gansos” seguraram mais três pontos. Ao que parece, os transmontanos esqueceram-se da “chave” certa em “casa” e saem derrotados do Estádio Pina Manique.
A FIGURA
Fonte: Zito Delgado / Bola na Rede
Jota – Num jogo onde não abundaram as oportunidades de perigo, o destaque vai para o homem que marcou o golo ao minuto quatro e que acabou por ser o mais inconformado da equipa caseira. As principais jogadas de perigo do Casa Pia AC foram quase todas por intermédio de Jota e por isso, o jogador de 22 anos merece o destaque positivo nesta partida.
O FORA DE JOGO
Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede
João Teixeira – Honestamente, esperava-se mais do número 10 do GD Chaves. Um jogador com um passado no SL Benfica e com características interessantes na criação e distribuição de jogo. Podia ter estado bem melhor e ser, porventura, a derradeira “chave” para um desfecho de jogo distinto.
ANÁLISE TÁTICA – CASA PIA AC
O Casa Pia AC apresentou-se num 3-5-2, num sistema com três defesas algo diferente do que normalmente atua. Zach Muscat, Vasco Fernandes e Zolotic formaram a linha de centrais, com Derick Poloni e Leonardo Lelo a percorrerem toda a linha lateral, o primeiro pela esquerda e o segundo pela direita. No meio campo, jogou Taira como médio mais defensivo, enquanto que Neto e Vitó foram os dois criativos com maior liberdade de movimentos. Na frente, os dois homens responsáveis por fazer golos: João Vieira mais descaído sobre o lado direito e Jota sobre o lado esquerdo, numa constante permuta entre a posição de avançado e a de ala-esquerdo.
No momento defensivo, a equipa organizou-se num 5-4-1, que por vezes se tornava num 5-3-2, consoante a posição onde Jota se encontrava, mais uma vez entre o meio e a esquerda.
A atacar é de notar a variedade de sucies que a equipa apresentou. Muitas das vezes era Vitó a juntar-se ao lado direito do ataque, fazendo uma espécie de 3-4-3 onde os laterais tinham grande preponderância com as subidas no terreno, criando várias dificuldades à defesa contrária.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Ricardo Batista (6)
Zolotic (6)
Vasco Fernandes (7)
Zach (6)
Leonardo Lelo (6)
Neto (7)
Taira (6)
Vitó (6)
Derick Poloni (6)
João Vieira (7)
Jota (8)
SUBS UTILIZADOS
Sanca (5)
Camilo (6)
Nuno Borges (5)
Galo (5)
ANÁLISE TÁTICA – GD CHAVES
A equipa do GD Chaves apresentou-se no típico 4-3-3, com a linha mais recuada a ser composta por João Correia na direita, Bruno Langa na esquerda e Alexsandro e Nuno Coelho no eixo. Mais à frente, na segunda linha apareceu Kevin Pina como médio mais defensivo, que contou com a companhia de Guima e João Teixeira, com o número dez a assumir uma grande preponderância na ligação entre meio campo e o ataque. Na frente outra linha de três, com Adriano pela extrema direita, Batxi pela extrema esquerda e Platiny como ponta de lança.
A equipa flaviense fugia a este esquema tático na hora de defender, quando João Teixeira se juntava mais a Platiny e Guima e Kevin se aproximavam no meio campo, formando um 4-4-1-1.
Para a segunda parte a equipa do Minho, promoveu uma alteração que lhe permitiu subir a zona de pressão e por isso ter mais bola. Saiu Kevin, o número seis, e entrou João Mendes, fazendo descer João Teixeira no terreno.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Paulo Vítor (5)
Bruno Langa (5)
Nuno Coelho (5)
Alexsandro (5)
João Correia (5)
João Teixeira (4)
Guima (6)
Kevin Pina (4)
Batxi (6)
Platiny (5)
Adriano (5)
SUBS UTILIZADOS
João Mendes (6)
Paulinho (4)
Wellington (5)
Patrick (5)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
Casa Pia AC
BnR: O resultado acabou por se fazer nos primeiros cinco minutos depois de uma entrada muito afirmativa do Casa Pia AC. Jota era dado como segundo avançado e tanto apareceu nessa posição mais perto de João Vieira como muitas vezes se juntou à lateral esquerda à minha dos médios, tendo o golo surgido de uma desmarcação que acabou mais perto do lado direito. Acredita que o sucesso da equipa essencialmente na primeira parte tem a ver com a dificuldade da equipa do GD Chaves em decifrar a posição que o Jota ocupou ?
Filipe Martins: Acabou por se traduzir no momento-chave. Foi uma situação estratégica, também por falta de opções para aquela posição, mas quisemos ter dois extremos assimétricos. Tendo ali o Vitó que ainda para mais, tem pé contrário e que por isso, poderia tirar partido dos movimentos de rotura do Jota de fora para dentro nas costas do João Vieira. Acaba por ser o João a fazer o passe para o golo, mas estava identificado aquele momento. Sabemos que principalmente do lado direito, o GD Chaves projetava muito e haveria algum espaço entre o Nuno Coelho e o João Correia e acabámos por ser felizes nesse momento.
GD Chaves
BnR: Na primeira parte, o Chaves não se conseguiu afirmar, mas no início do segundo tempo houve uma clara melhoria e inclusive foi superior em vários momentos com uma maior posse de bola. Pergunto-lhe se a entrada de João Mendes ao intervalo foi para a equipa conseguir pressionar mais alto, ter mais bola e subir as linhas, conseguindo mais oportunidades de golo e chegar ao empate?
Vitor Campelos: Fiz agora o treino 105 com o Chaves e só em dois deles é que tive os jogadores todos. O João lesionou-se contra o FC Felgueiras 1932 e ainda não tinha jogado nenhum minuto, e foi por isso que o colocamos apenas na segunda parte. Ainda assim nunca nos escudamos no facto de termos jogadores indisponíveis, e por isso os 11 jogadores que eu meto são os melhores do mundo no momento.
Rescaldo da opinião de Guilherme Rodrigues e Diogo Reis.
Domingo de manhã e “jogo de bola” entre duas das equipas com melhores resultados na Segunda Liga. No no fim de semana anterior, Rio Ave FC e FC Penafiel tinham garantido a passagem à próxima eliminatória da Taça de Portugal, mas com diferentes níveis de brilhantismo.
Era evidente o favorito para o jogo no Municipal 25 de abril. O Rio Ave (muito representado nas bancadas de Penafiel), depois de uma incrível goleada ao primodivisionário Boavista FC, aparecia muito motivado no Vale do Sousa, uma vez que, em caso de vitória, lideraria a Segunda Liga à condição.
Apesar de bem-intencionado, o Penafiel foi muito “macio” logo aos cinco minutos. Balanceados para a frente, os durienses permitiram que uma reposição de bola do guardião vila-condense Jhonatan abrisse caminho para um remate colocadíssimo de Joca, que pôs o Rio Ave FC na frente do resultado, ainda enquanto o jogo não tinha uma tendência clara.
Nos momentos que se seguiram à desvantagem, o FC Penafiel foi tentando reagir com bola, mas sempre se sentiu que o 2-0 estivesse sempre mais perto do que do 1-1. A qualidade individual da linha defensiva do Rio Ave foi sempre fazendo a diferença e, mais do que isso, sempre que passava para o meio-campo ofensivo era mais empreendedor do que o adversário.
A eficácia vila-condense foi fundamental para a construção da vantagem, mas não se podia fingir que o Rio Ave não era uma equipa muito mais madura em campo (pelo menos até cerca dos 25/30 minutos). Na segunda metade da primeira parte, o FC Penafiel melhorou e conseguiu incomodar Jhonatan. Com Zé Valente aos comandos no meio-campo, Ruca conseguiu, aos 27 minutos, ganhar espaço na esquerda e um desvio subtil de Roberto, à ponta-de-lança, obrigou Jhonatan a defesa atenta.
Esse lance galvanizou os durienses que conseguiram partir para uma exibição mais fluída até ao intervalo. Cabia aos comandados de Pedro Ribeiro assumirem as despesas do jogo, até porque as soluções no banco não eram muitas (dadas as ausências, o FC Penafiel só conseguiu convocar seis suplentes) e urgia a necessidade de marcar.
No fundo, em campo, percebia-se a superioridade do Rio Ave FC na qualidade individual, percebia-se que o FC Penafiel tinha condições para discutir o resultado, mas também se percebia que um eventual segundo golo dos jogadores de Luís Freire mataria o jogo (Pedro Ribeiro ficaria muito limitado na capacidade de resposta).
O intervalo chegou e, apesar de uma eventual superioridade “estatística” do FC Penafiel, a vantagem do Rio Ave justificava-se. Tendo-se apanhado a vencer cedo, os vila-condenses foram conseguindo, sem grandes problemas, controlar o jogo. Cabia a Pedro Ribeiro a palavra para a segunda parte.
Ainda que sem alterações, o Penafiel apareceu um pouco mais seguro de si próprio na segunda parte. O experiente ponta-de-lança Roberto começou a ser mais solicitado por Feliz e por Robinho. Ainda muito cedo na segunda parte, sentia-se que o Rio Ave começava a perder o controlo do jogo.
Foram correndo os primeiros 15 minutos da segunda parte e, ainda que não conseguisse assediar a baliza adversária, assistia-se, isso sim, a um assédio do FC Penafiel à área do Rio Ave com constantes aproximações. Aproximava-se o momento de os treinadores mexerem com o jogo. Havia alguma expectativa para se perceber se seria Pedro Ribeiro a tentar aproveitar o momento para juntar um avançado a Roberto ou se Luís Freire optaria por colocar mais um médio, para ter mais bola. O que parecia certo é que um treinador responderia ao outro.
Foi Pedro Ribeiro a dar sinais à equipa de que ainda era possível lutar pelo jogo. O extremo Feliz deu lugar ao ponta-de-lança Ronaldo Tavares e o Penafiel passou a ter dois “tanques” na frente para aproveitar um jogo mais direto da equipa. Aos 67 minutos, sentiu-se verdadeiramente que podia ter chegado para a equipa da casa. Depois de um cruzamento da direita, Roberto foi ao segunda andar e, numa grande execução de cabeça, obrigou Jhonatan a grande defesa.
Já depois de Luís Freire ter refrescado a frente de ataque, Pedro Ribeiro apostou tudo e foi recompensado. Edi Semedo foi lançado para o lugar de Vitinha (estreia competente), Robinho recuou para lateral e foi precisamente de um cruzamento da direita que surgiu a igualdade, com uma finalização “à ponta-de-lança” de Roberto, que coroou uma exibição de bom nível e de muito trabalho.
Faltavam sensivelmente 15 minutos para o final da partida e tudo podia acontecer. Depois de uma primeira parte muito competente, era justo dizer que o Rio Ave se pôs a jeito na segunda parte e que, muito também por mérito de Pedro Ribeiro, o FC Penafiel mereceu o empate. Pouco tempo depois do golo, um susto enorme para os durienses com um atraso muito arriscado de Ruca que obrigou Caio Secco a resolver com dificuldade.
Os últimos minutos foram jogados muito mais com o coração do que com a cabeça. Apesar de terem feito acreditar o Municipal 25 de abril até ao fim na conquista dos três pontos, os durienses não foram capazes de chegar a uma vantagem que, pelo que fizeram na segunda parte, mereciam. Na verdade, um pouco “à italiana”, quem esteve mais perto de marcar foi o Rio Ave. Já na compensação, Yakubu Aziz não conseguiu finalizar da melhor forma um cruzamento muito bem medido de Gabrielzinho. Seria um lance em que a qualidade individual faria a diferença, mas seria, igualmente um castigo pesadíssimo para quem demonstrou mais qualidade coletiva durante mais tempo.
Roberto – Quem sabe não esquece e Roberto mostrou que ainda sabe. Com um passado ligado à Primeira Liga, o ponta-de-lança conseguiu juntar qualidade à capacidade de trabalho e coroou uma boa exibição com um golo pleno de oportunidade.
O FORA DE JOGO
Luís Freire perto de regressar ao ativo.
Segundo o jornal ‘A Bola’, o Rio Ave pretende o treinador de 35 anos para assumir o comando técnico na próxima época.
Luís Freire levou o CD Nacional à Primeira Liga na temporada 2019/20. pic.twitter.com/0y0Lv0A1i7
— Diário de Transferências (@DTransferencias) June 2, 2021
Luís Freire – Se a primeira parte esteve controlada, o treinador do Rio Ave não conseguiu responder à adversidade na segunda etapa e viu o Penafiel ser constantemente mais ofensivo do que a sua equipa.
ANÁLISE TÁTICA – FC PENAFIEL
Privado dos laterais habitualmente titulares, Pedro Ribeiro protegeu-se e, em vez de aparecer no habitual 3-4-3, o Penafiel apresentou-se em 4-3-3. Capela, habitual defesa central, foi trinco e conseguiu “varrer” muito do jogo ofensivo do Rio Ave, o que permitiu a Zé Valente fazer uma boa exibição. A equipa foi sempre muito solidária.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Caio Secco (6)
Vitinha (6)
Lucas (5)
Silvério (6)
Ruca (6)
Zé Valente (6)
Capela (7)
Amorim (6)
Roberto (7)
Feliz (5)
Robinho (6)
SUBS UTILIZADOS
Leandro (-)
Ronaldo Tavares (7)
Edi Semedo (6)
Pedro Prazeres (-)
ANÁLISE TÁTICA – RIO AVE FC
Montado no habitual 4-4-2, com Zé Manuel a aparecer nas costas de Pedro Mendes. Guga e Vítor Gomes tentaram dominar a luta de meio-campo, mas Vítor Gomes não esteve ao nível a que já conseguiu estar esta época. Costinha e Amaral deram profundidade ao Rio Ave, mas os extremos (Joca aparecia mais por dentro e Gabrielzinho procurava mais a largura) também não estiveram num dia particularmente inspirado, não contando com o golaço de Joca.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Jhonatan (6)
Costinha (5)
Aderllan (6)
Hugo Gomes (5)
Pedro Amaral (5)
Joca (6)
Guga (6)
Vítor Gomes (5)
Gabrielzinho (5)
Zé Manuel (5)
Pedro Mendes (4)
SUBS UTILIZADOS
Yakubu Aziz (4)
Fábio Ronaldo (-)
BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA
FC Penafiel
BnR: Com tantas limitações (apenas 6 jogadores no banco), deu-lhe algum “gozo especial” discutir o jogo como conseguiu discutir, num empate que, a cair para o Penafiel teria, para mim, “dedo de treinador”?
Pedro Ribeiro: O treinador só está bem quando a equipa ganha. Os clubes, as equipas e os treinadores não vivem de vitórias morais. Não nos sentimos inferiores a ninguém. Estou com a azia normal de quem não ganhou, porque merecemos. O Rio Ave é uma equipa I Liga: eu estranhei e toda a gente estranhou a descida do Rio Ave, mas não é o facto de não termos 20 jogadores na ficha de jogo que nos faz sentir inferiores. Nós costumamos dizer que não somos 11, nem 17 nem 20. Somos todos. Com todo o respeito pelo Rio Ave, nós não fomos melhores, fomos muito melhores.
Rio Ave FC
BnR: Se sentiu, na segunda parte, que estava a perder o controlo do jogo, não lhe passou pela cabeça tentar “unir” mais o meio-campo com a entrada do Rúben Gonçalves?
Luís Freire: O jogo defensivamente esteve controlado e foi um jogo muito equilibrado. Se nós tínhamos bola, o Penafiel criava perigo em contra-ataque e o oposto também acontecia, mas o Penafiel teve mais bola. As equipas foram tendo ascendente em momentos diferentes do jogo. Nunca quis abdicar de tentar ganhar o jogo. Os jogos na II Liga fora são sempre complicados, para qualquer equipa que jogue fora.
Primeira Liga, 9.ª jornada: sábado, 18h, 23 de outubro de 2021
ANTEVISÃO: DRAGÕES CONTRA BEIRÕES
Fechada a semana europeia, o FC Porto foca-se novamente as suas atenções no campeonato, onde vai viajar até ao centro do país para enfrentar o CD Tondela.
Apesar dos Beirões não terem tido um início de época tranquilo, os últimos encontros tem sido favoráveis, pelo que defrontar a formação de Paco Ayestarán nunca é fácil e certamente tentaram vender cara a derrota.
Por outro lado, os azuis e brancos parecem ter estabilizado a nível de resultados, sendo que após o desaire com o Liverpool FC só sabem vencer e a nível exibicional também parecem estar a subir de performance.
Deste modo, a confiança está em alta, porém nunca poderá de ser de forma excessiva, pois basta um resultado menos positivo para os fantasmas do passado voltarem.
Além disso, os pupilos de Sérgio Conceição ainda se encontram a um ponto da liderança, após terem encurtado distâncias na última jornada, por isso concentração e rigor exigem-se à equipa da invicta. Assim, os dados estão lançados e o CD Tondela, com três vitórias consecutivas, não podiam ter melhor altura para receber o FC Porto.
10 DADOS RÁPIDOS
Paco Ayestarán, treinador do CD Tondela, tenta vencer o FC Porto pela primeira vez ainda;
Wendell é baixa confirmada do lados dos dragões, após lesão no recente jogo com o AC Milan;
A única vitória dos beirões frente ao FC Porto foi em 2016, que ficou célere pelo presidente portista ter dito na altura que os azuis e brancos “bateram no fundo”;
Em 13 encontros entre as duas formações, o registo é claramente favorável para os vice campeões, uma vez que registam 11 vitórias;
Para a Primeira Liga, desde que Sérgio Conceição é técnico do emblema da Invicta que só sabe ganhar aos tondelenses;
Uma vitória colocará os azuis e brancos na liderança provisória do campeonato;
O CD Tondela encontra-se na sua melhor fase da temporada com quatro vitórias consecutivas;
Marega é o jogador com mais golos em partidas que opuseram os dois emblemas, tendo marcado por cinco vezes;
Rafael Barbosa é o jogador do plantel dos beirões que mais vezes conseguiu fazer mexer as redes do FC Porto;
Jhon Murillo (CD Tondela) – O jovem venezuelano chegou em tenra idade para Portugal, pela porta do SL Benfica, mas tem sido na cidade beirã que tem encontrado o espaço ideal para demonstrar toda a sua qualidade.
Murillo atua preferencialmente pelas alas, zona do terreno onde pode usufruir da sua explosividade e qualidade técnica para desequilibrar com facilidade, provocando calafrios nas defesas contrárias.
Desta forma, o FC Porto terá de estar muito atento à sua capacidade de desequilíbrio, pois qualquer desatenção pode originar transições rápidas, a favor dos beirões, que podem ser mortíferas.
Atualmente, com 10 jogos já realizados esta temporada, o atacante já conta com dois golos e três assistências, o que diz bem da sua influência no atual momento de forma dos tondelenses.
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede
Uribe (FC Porto) – O médio colombiano chegou ao Dragão proveniente do futebol mexicano e inicialmente foi alvo de alguma desconfiança por parte dos adeptos. Além disso, era indicado como um médio com mais preponderância ofensiva do que defensiva, devido à sua relação com o golo.
Porém, tem sido essencialmente pelas suas competências defensivas, que Matheus Uribe tem solidificado a sua importância na formação portista. A verdade é que por mais que Sérgio Conceição altere a dupla a atuar no miolo azul e branco, uma das posições é para o futebolista colombiano.
Importantíssimo, nas dobras e nos equilíbrios defensivos, algo que executa devido à sua cultura tática e enorme disponibilidade física que coloca em cada confronto, o médio também expõe toda a sua qualidade com bola.
Por este modo, é um dos atuais imprescindíveis do onze do FC Porto, que no meio de tantas opções, bem diz da sua qualidade.
XI’S PROVÁVEIS
FC Porto: Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Pepe, Zaidu, Uribe, Sérgio Oliveira, Vitinha, Luis Díaz, Taremi e Evanilson
Treinador: Sérgio Conceição
“O chip tem de estar sempre em alerta para estarmos focados na preparação dos jogos, independentemente da competição. Temos de ter coragem e ambição. Os ingredientes são os mesmos”.
CD Tondela: Pedro Trigueira, Tiago Almeida, Sagnan, Eduardo Quaresma, Neto Borges, Iker, Pedro Augusto, João Pedro, Murillo, Dadashov e Salvador Agra
Treinador: Paco Ayestarán
“Queremos sempre mais. A equipa retomou, estamos num nivel melhor, não só pelos resultados, mas também pelo jogo. Tivemos jogos anteriores em que o resultado podia ter sido melhor. Estamos num bom momento, mas o passado não serve, tudo depende do rendimento que tivermos este sábado”.
Primeira Liga, Jornada 9: Sporting CP X Moreirense FC – Sábado, 20h30, 23 de outubro de 2021
ANTEVISÃO: MOREIRENSE FC TENTA FAZER O QUE AINDA NÃO FOI FEITO, VENCER O SPORTING CP EM ALVALADE
Os leões recebem o Moreirense, naquele que é o primeiro de quatro jogos consecutivos em Alvalade. Para começar com o pé direito, os comandados de Rúben Amorim querem começar com uma vitória. Do outro lado, a formação de Moreira de Cónegos já admitiu que não fez mais de 300 quilómetros apenas para passear e promete dar luta ao campeão nacional.
Após a goleada fora de portas frente ao Besiktas JK, por quatro bolas a uma, os leões viram agora as forças para o campeonato. Até ao momento, os leões têm sabido mudar bem o chip, visto que têm duas vitórias para o campeonato após dois jogos europeus. Contudo, o Moreirense será novo teste de grau elevado para os leões. Não obstante, os da casa só pensam na vitória, para continuarem nos lugares cimeiros do campeonato.
Os nortenhos chegam à capital com objetivos diferentes. Perto dos lugares de descida, o Moreirense sabe que está perante uma das partidas mais difíceis do campeonato e, apesar de querer dar luta, estou certo de que não saíram tristes de Alvalade se o jogo acabar empatado.
Apenas Bruno Tabata não é opção para Rúben Amorim, enquanto, do lado do Moreirense, João Henriques teve a tarefa de escolher a convocatória mais complicada, visto que tem Frimpong, Pablo Santos, Paulinho e Galego como indisponíveis.
10 DADOS RÁPIDOS
O Moreirense nunca venceu em Alvalade.
Este será o 26.º jogo entre as duas equipas.
Sporting e Moreirense já marcaram 70 golos em jogos entre ambos.
Maior vitória caseira leonina frente ao Moreirense foi em 2016/17, por 3-0.
O resultado que mais se verifica nos jogos entre Sporting CP x Moreirense FC é o 1-0.
Última vitória do Moreirense contra o Sporting foi em 2012.
Em Alvalade e contra o Moreirense, os leões venceram por 11 ocasiões e empataram duas.
Nos últimos 11 jogos fora, o Moreirense apenas venceu uma vez nos 90 minutos.
Contra o Moreirense, o Sporting já não perde pontos em casa desde 2014.
A contar para o campeonato, o Sporting só sofreu um golo em Alvalade
JOGADORES A TER EM CONTA
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Paulinho – Estou confiante que aquele golo frente ao Besiktas foi um pontapé de raiva e de alívio. Chutou todo o azar, o mau olhado e as críticas para o lado. Espero que de agora em diante seja dado a Paulinho o valor que ele merece. Sempre foi bom com e sem bola; faltavam os golos, mas acredito que agora virão em força.
Felipe Pires – Vai ser uma seta apontada à baliza de Adán. O avançado brasileiro alia um bom poder de explosão à capacidade de finalização. É rápido, forte em transições e pode ser letal se lhe derem espaço. Será fulcral neste tipo de jogo e poderá criar muitas dores de cabeça à defensiva leonina.
XI’S PROVÁVEIS
Sporting CP (3-4-3) – Antonio Adán; Gonçalo Inácio, Coates, Feddal; Porro, Palhinha, Matheus Nunes, Rúben Vinagre; Pablo Sarabia, Pote e Paulinho.
Treinador: Rúben Amorim
“O Moreirense é uma equipa muito bem trabalhada, que não tem responsabilidades neste jogo. Pode jogar em 3-4-3 e igualar o nosso esquema. Não sabemos ao certo como se vai apresentar. Mas o nosso foco é muito na nossa equipa. O Moreirense tem jogadores rápidos e isso é sempre perigoso quando não se joga com responsabilidades. Vimos de um jogo da Liga dos Campeões, com uma vitória, e agora temos de mudar o ‘chip’.”
Moreirense FC (5-3-2) – Mateus Pasinato; Rodrigo Conceição, Lazar Rosic, Steven Vitória, Artur Jorge, Abdu Conté; Sori Mané, Filipe Soares, Fábio Pacheco; Felipe Pires e Rafael Martins.
Treinador: João Henriques
“É mais um jogo difícil. Vamos defrontar o campeão nacional em título, uma equipa forte, em casa mais forte ainda se torna. Independentemente do grau de dificuldade, estão três pontos em disputa. Somos uma equipa competitiva e queremos discutir esses pontos.”
PREVISÃO DO RESULTADO: SPORTING CP 2-0 MOREIRENSE FC
FC Barcelona e Real Madrid CF irão disputar no próximo domingo o 183.º jogo entre si para a Liga Espanhola e, como em muitos outros aspetos da atualidade, o equilíbrio é palavra de ordem no maior clássico desportivo espanhol. E neste ano não é excepção, pelo menos a avaliar pelas odds das apostas da Betano para este jogo, com o Barcelona cotado a 2.55 e o Real Madrid não muito longe, a 2.25. Um “El Clásico” para acompanhar e apostar ao vivo com o LiveStream da Betano.pt.
Nos 182 jogos disputados até agora para a La Liga, a vitória sorriu por 75 vezes aos merengues contra 72 jogos ganhos pelos culés.
Nos jogos em Camp Nou, onde se irá realizar esta partida, os catalães venceram mais de metade dos jogos disputados para a Liga, batendo os rivais em 55 ocasiões, contra 21 derrotas frente ao clube de Madrid.
Curiosamente, o ciclo de três partidas vencidas pelo Real Madrid nos últimos três jogos já não acontecia desde a temporada 11/12, quando o Barcelona de Guardiola venceu três encontros consecutivos (um para a Supertaça, outro para a Liga e um para a Taça do Rei).
Na presente temporada, ambas as equipas estão longe do estrelato e da luta a dois no campeonato. O Barça de Koeman tem desiludido a toda a linha, com derrotas humilhantes a nível nacional e até europeu.
Já o Real Madrid de Ancelotti perdeu de forma história frente ao FK Sheriff, da Moldávia, para a Champions mas, para o campeonato, está nos lugares cimeiros da classificação.
Posto isto, e aproveitando esta fase menos fulgurante dos dois históricos emblemas mundiais, é hora de apresentar um onze que, à semelhança do que se passa atualmente, teria dificuldades em fazer, pelo menos, um brilharete a nível europeu.