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SL Benfica 3-2 Sporting CP: A Supertaça é vermelha e branca!

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A CRÓNICA: TROFÉU DECIDIDO NOS DETALHES E NA “NEGRA” SEGUE PARA A LUZ

Santo Tirso foi o local escolhido para realizar um dos troféus mais importantes da época. A Supertaça de voleibol masculino foi disputada entre SL Benfica e Sporting CP. Sendo duas das equipas nacionais mais poderosas do campeonato, esperava-se um duelo bastante equilibrado.

O primeiro set fez jus ao que se esperava deste encontro. Com o Sporting CP a jogar no erro das águias e o SL Benfica a aproveitar o potente remate de André Aleixo, o set inicial esteve equilibrado até ao último ponto. A maior margem diferencial foi apenas de três pontos, com os leões a saírem por cima e, mesmo com os comandados de Marcel Matz a tentarem emendar os erros e o nervosismo, foi o Sporting CP a levar vencer o primeiro parcial por 23-25.

Jogos entre duas equipas semelhantes e de alto nível são, maior parte das vezes, disputados no erro do adversário. Esta frase pode ser o resumo daquilo que foi este encontro, mesmo indo apenas a meio do segundo set.  Com alguns erros a apoderarem-se do coletivo sportinguista já perto do final do set, foi o SL Benfica a aproveitar para fechar o parcial com vitória por 25-21 e empatando o agregado.

Não era possível distinguir qual a equipa que entrava melhor em cada set. Mais uma vez, tudo estava a ser decidido ao mais pequeno pormenor. A equipa que se deixasse apoderar pelo mínimo nervosismo poderia mesmo deitar tudo a perder. No terceiro set, foram os erros que voltaram a contar. Com Hugo Gaspar a preencher cada vez mais a folha de pontos, fechou-se o parcial de 25-23 favorável ao SL Benfica, com um erro no serviço por parte de Tiago Barth que deu o último ponto às águias.

No quarto set, acabou por ser o SL Benfica a entrar melhor na quadra. Era percetível alguma descoordenação entre os comandados de Gerson Martins, que rapidamente remediavam nos ataques à rede. Já a turma da Luz continuava focada no remate e nos blocos para concretizar, o que permitiu distanciar-se no marcador. Com o aproximar de um eventual final do set, as águias começaram a vacilar e foi o Sporting CP a aproveitar cada erro. Na verdade, parecia nunca mais acabar com um ponto para cada equipa à vez, mas foi o Sporting CP a vencer o parcial por 30-32. Vinha a “negra”.

O Sporting CP entrou muito pressionante naquele que seria o último set, mas tudo ia parar ao detalhe. Contudo, com os remates potentes de Hugo Gaspar, o SL Benfica foi o primeiro a chegar aos oitos pontos e à troca de campo. As águias estiveram a jogar no limite da quadra nos serviços e a tentar de tudo para parar as ofensivas leoninas à rede. E, no último lance, os jogadores do Sporting CP baralharam-se debaixo da rede e, assim, foi o SL Benfica a vencer por 15-12 na “negra” e a levar a Supertaça de Voleibol masculina para a Luz.

A FIGURA
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Hugo Gaspar – No voleibol, Hugo Gaspar é o sinónimo de “ser como o Vinho do Porto”. É dos jogadores com mais experiência dentro da formação benfiquista e foi dono e senhor do duelo. Sempre ativo e responsivo, foi o ponto mais forte das águias. Nota também para André Aleixo.

O FORA DE JOGO
Fonte: Carlos Silva/Bola Na Rede

Erros do Sporting CP – Foi o fator fulcral para o Sporting CP ter saído como vencido da Supertaça. Mesmo tentado colmatar os erros cometidos ao longo da partida, toda ela se decidiu no pormenor. Os leões poderiam ter saído de Santo Tirso mais felizes, não fosse o nervosismo e pressão que levaram às falhas.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Marcel Matz manteve uma formação praticamente constante na quadra ao longo do encontro. Com o ponto da equipa a residir nos remates de Hugo Gaspar e André Lopes, o SL Benfica aproveitou muito para jogar no erro do Sporting CP.

7 INICIAL E PONTUAÇÕES

Raphael Oliveira (7)

Peter Wohlfahrstatter (7)

Ivo Casas (7)

Hugo Gaspar (9)

Tiago Violas (6)

André Aleixo (8)

Marc Honoré (6)

SUBS UTILIZADOS

André Lopes (6)

Bernardo Westermann (6)

Pablo Machado (6)

Aaro Nikula (5)

Lucas Santos (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Gerson Martins apostou maioritariamente na mesma formação durante todo o dérbi. Com as debilidades a advirem dos erros do coletivo leonino, o seu ponto forte foi os blocos e a capacidade de remate

7 INICIAL E PONTUAÇÕES

Victor Pereira (7)

Tiago Pereira (6)

Paulo Silva (7)

Thiago Gelinski (6)

Robinson Dvoranen (7)

Tiago Barth (6)

João Fidalgo (6)

SUBS UTILIZADOS

Frederico Santos (6)

Thomas Powell (5)

Joaquin Gallego (5)

Kelton Tavares (5)

FC Porto 2-1 FC Paços de Ferreira: Dragões de cara lavada

A CRÓNICA: «CASTORES» SEM RESPOSTA PARA DOMÍNIO PORTISTA

O FC Porto recebeu o FC Paços de Ferreira e venceu por 2-1, numa partida marcada pelo controlo portista e pela impotência do meio campo pacense.

Após a derrota pesada diante o Liverpool FC era imperativo o FC Porto vencer e, essencialmente, mostrar uma faceta diferente da que havia mostrado a meio da semana. Esta tal faceta diferente foi transportada para dentro de campo, e apenas o resultado – pela margem miníma – não traduz a boa exibição azul e branca.

O desagrado de Sérgio Conceição perante a exibição pobre na Champions League foi evidente, e perspetivava mudanças no 11. Assim foi: entrou Vitinha, Francisco Conceição, Wendell, Pepe (recuperado de lesão), João Mário e Evanilson. Ou seja, seis alterações, cerca de meia equipa! Do lado do Paços de Ferreira destaque para o regresso de Eustáquio.

O começo não podia ter sido mais danoso para a equipa da casa. Depois de uma boa entrada na partida – mais posse, mais oportunidades de perigo – o FC Porto sofreu um golo após uma perda de bola que deixou por duas vezes os jogadores do Paços de Ferreira em excelente posição para marcar. Primeiro, Diogo Costa defendeu o remate de Lucas Silva, mas depois, e já sem ninguém na baliza, Nuno Santos aproveitou para inaugurar o marcador. Balde de água fria no Dragão, 0-1 para o FC Paços de Ferreira.

Depois do golo, a resposta azul e branca foi como se esperava: rápida, forte e afirmativa. O FC Paços de Ferreira encolheu, baixou as linhas e limitou-se a defender, enquanto o FC Porto – guiado pelas conduções de Francisco Conceição e pela variabilidade de recursos de Taremi – ia aproveitando para assustar os «castores».

Os minutos iam passando, e os sustos não passavam disso, de meros susto. Isto é, até ao minuto 44, quando Luiz Díaz aproveitou uma sobra da defesa forasteira para empurrar para o empate. 1-1 na ida para os balneários, com a sensação de um FC Porto por cima do jogo e sempre mais perto da baliza de André Ferreira.

Início da segunda parte, mesmos protagonistas, e a toada do jogo a não se alterar. A equipa da casa trouxe a determinação do final do primeiro tempo e voltou a sorrir, sem antes fazer a baliza pacense tremer. Evanilson num canto mandou ao poste, e no minuto seguinte Wendell – também após um pontapé de canto – estreou-se a marcar com um golaço de levantar o estádio. FC Porto a fazer justiça no marcador e a colocar-se na frente pela primeira vez: 2-1.

Até final os dragões controlaram a partida com e sem bola – inclusive obtiveram chances para ampliar o marcador – sofreram, mas podem, de cara lavada, respirar de alívio com os três pontos na mão.

A FIGURA
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mehdi Taremi – Não marcou, nem executou uma assistência sequer, mas o papel do avançado alterou-se e não desiludiu. Impressionante a variabilidade de recursos que apresenta e a forma como aparece entrelinhas para ligar o último terço portista. Destaque também para a boa exibição (mais uma) de Luis Díaz e de Wendell.

 

O FORA DE JOGO
Fonte: FC Paços de Ferreira

Stephen Eustáquio – Jorge Simão, na verdade, podia ser o fora de jogo porque, no fundo, é ele o principal responsável pela má exibição do internacional canadiano. O médio esteve desaparecido do jogo, raras vezes teve oportunidade de construir jogo, pausar e fazer a equipa pacense ‘andar para a frente’. Ainda assim, de sublinhar que a culpa é mais do processo coletivo do que necessariamente do jogador em si.

 

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Muitas novidades, e um sistema ligeiramente diferente. A equipa orientada por Sérgio Conceição alinhou num 4-4-2, que na prática se desmembrava num 4-2-3-1. A presença de Taremi no meio campo acabou inclusive por ser a maior surpresa da noite, com o iraniano a funcionar como o terceiro médio e o principal jogador a ligar o meio campo com o ataque.

O ponta de lança revelou ser determinante nestas ações pela forma como apresenta variabilidade de recursos, quer de costas, quer de frente.

Outro jogador que também apresentou uma nuance diferente no jogo do FC Porto foi Francisco Conceição. Jogou, assim como Otávio, entrelinhas e em posições mais interiores, no entanto, desde cedo se notou que com bola trás coisas diferentes ao jogo. A sua irreverência e facilidade no 1×1 colocou a defensiva pacense em sentinela.

Perto do fim, o FC Porto alterou a estrutura para um 4-3-3 denunciado com três peças no meio campo e Taremi a servir como referência no ataque portista.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diogo Costa (6)

João Mário (6)

Pepe (6)

Marcano (6)

Wendell (8)

Matheus Uribe (6)

Vitinha (8)

Luis Díaz (8)

Francisco Conceição (7)

Evanilson (6)

Mehdi Taremi (8)

SUBS UTILIZADOS

Pepê (6)

Sérgio Oliveira (6)

Toni Martinez (-)

Wilson Manafá (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – FC PAÇOS DE FERREIRA

A equipa orientada por Jorge Simão alinhou no seu habitual 4-3-3, que acabou por se transformar num 4-4-2 (pela quantidade de tempo que o FC Paços de Ferreira jogava em organização defensiva) com um dos médios interiores (Nuno Santos) a exercer pressão na primeira fase de construção azul e branca.

Compactos a defender e cínicos no contra golpe, o FC Paços de Ferreira demonstrou um posicionamento exímio dentro de campo. Desde a defesa até à zona de ataque, a equipa forasteira raramente perdia a noção posicional dentro de campo. Ainda assim, faltou alguma capacidade de gerir a bola – mesmo com Eustáquio dentro de campo – sendo que tal se tenha revelado fulcral para a falta de criação de oportunidades ao longo de todo o jogo.

Após o 2-1 Jorge Simão poucas soluções apresentou para sair do Dragão com outro resultado.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

André Ferreira (7)

Uilton (4)

Marco Baixinho (6)

Maracás (6)

Antunes (6)

Luiz Carlos (5)

Eustáquio (4)

Nuno Santos (7)

Hélder Ferreira (5)

Lucas Silva (6)

Deni Jr. (5)

SUBS UTILIZADOS

Abbas Ibrahim (-)

Matchoi Djaló (5)

Juan Delgado (6)

João Pedro (6)

 

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Porto

BnR: Boa noite mister, gostaria de lhe perguntar sobre o papel de Mehdi Taremi no jogo de hoje, ele que atuou praticamente como um terceiro médio e foi o homem que invariavelmente ligou o meio campo ao ataque, e se considera que isso acabou por ser um dos fatores chave para criar superioridade perante um Paços de Ferreira tão fechado e com linhas tão juntas.

Sérgio Conceição: «Sim sim, é uma observação interessante porque foi exatamente isso que se passou, quisemos no Mehdi que pisasse outro espaço, não dando referência aquilo que era o corredor central do Paços. Tivemos também a permuta entre o Luis Díaz no corredor esquerdo, muitas vezes o Wendell por dentro, o Francisco largo e João Mário por dentro. Independentemente de ser o lateral, o ala, o médio ofensivo ou o avançado, o importante é a ocupação do espaço, não só para quem tem bola para ter essa solução constante, mas também na perda da bola e para estarmos preparados na reação e acho que estivemos muito bem nesse sentido».

 

FC Paços de Ferreira

BnR: Boa noite mister, falou na antevisão que iria ser ambicioso e tentar dominar o jogo. Mas pergunto-lhe, sente que com um meio campo com jogadores das características do Eustáquio ou Luiz Carlos, o FC Paços de Ferreira não podia apresentar outras soluções em jogo posicional ofensivo?

Jorge Simão: «Eu acho que temos um meio campo que, é como digo, nós somos uma equipa que gosta de ter a bola, que gosta muito de ter a possibilidade de organizar o nosso jogo e de ligar-mos os setores e de chegarmos com envolvência ao último terço com situações para fazer golo. E quando não a conseguimos ter, não por demérito nosso, mas principalmente por mérito do FC Porto. E quando não conseguimos ter a bola como gostamos, falta-nos quase o ar para respirar, porque os nossos médios não são médios de combate, essas não são as nossas características, não é a nossa identidade. Quando eu disse na antevisão que gostava de ter momentos, tivemos na segunda parte, na primeira foi muito mais difícil».

SL Benfica | Voltaram as noites europeias. Voltará o Glorioso europeu?

A vitória por 3-0 ante o FC Barcelona veio acicatar a discussão sobre o que falta para que o SL Benfica volte, de forma consistente, a brilhar na Europa.

Apesar da noite de gala no Estádio da Luz, naturalmente é pretendido que “brilhar na Europa” seja algo mais do que vencer um jogo – ainda que frente a um rival histórico que sempre colocou imensas dificuldades aos encarnados.

Já em modo campanha, Rui Costa tocou neste sensível ponto e reiterou o desejo de ver de novo o SL Benfica numa final europeia. Ainda que a vaguidade desta expressão – uma “final europeia” pode ser a final da Liga Conferência – dê margem de manobra a quem a remete, os sócios e adeptos do clube entendem por tal que a vontade é estar na final da Liga dos Campeões pela primeira vez desde que a prova assim é designada.

E a vontade é muito importante, mas não chega. É preciso mais, muito mais para alcançar tal desiderato. Primeiro, mas não necessariamente mais importante, é imperativo ter individualidades de craveira europeia e, se possível, com experiência na alta-roda do futebol do Velho Continente. O plantel atual – e em particular o onze que iniciou a partida – já conta com algumas figuras próximas do protótipo desejado.

Todavia, é preciso ir gradualmente “limpando” o excesso e aumentando a qualidade do plantel. Para o fazer, talvez faça sentido colocar por fim em prática a tão apregoada e tão pouco materializada aposta na formação.

Não haverá no clube encarnado capacidade, jamais, para contratar os melhores do mundo. Poderá, no entanto, usufruir de alguns dos melhores jovens do mundo, tendo-os em casa (ou tal se tem narrado).

De seguida e ato contínuo, será preciso que os grandes jogadores formem um grande grupo e que o grande grupo forme uma grande equipa. Terá que existir no seio do grupo união, raça, crer e ambição. E até uma certa arrogância e preponderância de quem sabe – mais do que acredita – que vai ser feliz.

SL Benfica
As águias seguem imbatíveis esta temporada, com apenas um empate em nove jogos
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No entanto, e acima de tudo, terá que haver um SL Benfica com mentalidade “à Benfica”. O “chip” tem de ser alterado e tem que estar programado para conquistas à imagem do passado glorioso do clube. E essa retornada mentalidade deverá permear o clube de “alto a baixo” – do presidente ao adepto mais desconectado.

Todavia, para que regresse tal mentalidade há algo de fundamental que terá que ocorrer: a exigência dentro (e fora) do clube tem que subir. O descontentamento positivo (porque “ser descontente é ser homem”, já dizia Fernando Pessoa) tem que ser uma constante. Nada que não o melhor pode ser suficiente. E, claro, isso inclui a vitória sobre o FC Barcelona.

Por mais importante, por mais emotiva, por mais rara, esta vitória não pode ser suficiente. É preciso mais. É exigido mais. É preciso exigir mais. E apoiar ainda mais do que se exige. Aí, talvez, com todos os fatores conjugados, se possa voltar a brilhar na Europa. Aí, talvez, se possa voltar a falar… do Glorioso.

FC Vizela 1-1 CD Santa Clara: Golo tardio evita derrota vizelense

A CRÓNICA: QUANDO TUDO PARECIA DECIDIDO, APARECEU CASSIANO

Em jogo a contar para a oitava jornada da Primeira Liga Portuguesa, o FC Vizela recebeu no seu reduto os açoreanos do CD Santa Clara. À entrada para esta jornada, ambas as equipas se encontravam na metade inferior da tabela, sendo que a equipa da casa tinha sete pontos, mais dois do que os visitantes.

Num jogo entre duas equipas que gostam de praticar um futebol atrativo, virado para o ataque, não se registaram quaisquer oportunidades de golo dignas desse nome até aos vinte minutos de jogo, altura em que o Vizela se viu obrigado a substituir Zohi por Kiko, devido a lesão. Até ao intervalo, destaque apenas para um livre de Lincoln, muito perto da área vizelense, que esbarrou na muralha que era a barreira da equipa da casa, que já se encontrava muito perto da baliza defendida por Charles.

A primeira grande situação de perigo apareceu ao minuto 59. Grande passe de Morita, a desmarcar Luiz Phellype do lado esquerdo do ataque, mas este remata à malha lateral da baliza vizelense. O Santa Clara voltou a ameaçar de forma mais perigosa ao minuto 71, quando Jean Patric apareceu sozinho e atirou ao lado.

Já havia ameaçado dois minutos antes e desta vez não perdoou. Passe de Morita, já no chão depois de ser carregado, e Jean Patric aproveitou uma distração do Vizela para se isolar e atirou a contar para o golo inaugural da partida, já dentro dos últimos 15 minutos.

A equipa da casa não baixou os braços e partiu em busca do golo do empate, e quase o conseguiu ao minuto 85. Cruzamento de Samu e o pequeno Kiko a ganhar no ar entre os defesas adversários e cabeceou ao lado da baliza de Marco.

Já depois do minuto 90, o Vizela teve aquela que parecia a oportunidade de ouro para empatar a partida. Contra-ataque rápido do Vizela, a bola vai ter com Mendez que remata contra um adversário, a bola sobra para Kiko, que serve Guzzo para um remate ao lado da baliza adversária.

O Vizela continuou a correr atrás do prejuízo e praticamente no último lance do jogo vai chegar finalmente ao golo do empate. Canto para a equipa vizelense, batido à maneira curta para Koffi, que coloca ao segundo poste para Guzzo, este desvia para o centro da área, onde aparece o decisivo Cassiano a fazer o tão ansiado golo, para euforia dos adeptos vizelenses, que apareceram em massa no estádio.

O Vizela chega assim aos oito pontos, enquanto o Santa Clara fica com seis.

 

A FIGURA

Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Cassiano – A sua entrada galvanizou completamente a bancada e foi ele quem acabou por mudar o jogo. Não teve grandes oportunidades para marcar, mas bastou uma oportunidade para colocar a bola dentro da baliza. Decisivo.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Mansur – Não esteve particularmente bem, tanto ofensivamente como defensivamente. Abdicou de subir no terreno em grande parte do encontro, mas mesmo quando Kiko ou Nuno Moreira foram para cima, mostrou-se fraco no 1×1 defensivo.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC VIZELA

O Vizela apresentou-se no 4-3-3 habitual, com Samu com mais liberdade do que Marcos Paulo e Claudemir no meio-campo. Alvaro Pacheco repetiu o 11 do último jogo, mas foi obrigado a mexer ainda dentro da primeira meia hora, lançando Kiko por Zohi.

Numa primeira fase de construção, o Vizela primou por sair apoiado pelos centrais, com os laterais não muito projetados a serem solução. Nenhum dos médios fazia uma linha de 3 para sair a jogar, mas ambos os médios mais recuados apareciam numa fase posterior a dar linha de passe, quer aos centrais, quer aos laterais.

Num segundo momento, o Vizela tentou servir Schetinne na profundidade ou encontrar Samu entre linhas, que sempre que foi encontrado em zonas interiores teve espaço para se virar para o jogo e fazer mossa.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Charles (6)

Bruno Wilson (5)

Ivanildo (6)

Kiki (6)

Koffi (5)

Marcos Paulo (6)

Claudemir (6)

Samu (7)

Nuno Moreira (6)

Schettine (5)

Zohi (3)

SUBS UTILIZADOS

Kiko (7)

Cassiano (9)

Mendez (6)

Guzzo (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD SANTA CLARA

O Santa Clara também utilizou o esquema habitual, o 4-3-3, com apenas Rafael Ramos a entrar para o lugar de Sagna, em relação ao jogo frente ao Braga.

Os açoreanos tentaram apostar numa saída a três, sendo Mansur o homem que fazia de central à esquerda, dando liberdade a Rafael para se projetar na direita. O Vizela foi pressionando bem e anulou muitas tentativas de saída do Santa Clara com quatro homens muito altos no terreno.

Morita foi muito requisitado numa segunda fase, para construir e pensar o jogo da equipa. Rui Costa sempre em roturas entre o central e o lateral e Luiz Phellype normalmente em apoio. Lincoln como segundo avançado e Allano muito encostado ao corredor.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marco (6)

Villanueva (5)

Tassano (5)

Mansur (4)

Rafael Ramos (6)

Anderson (6)

Morita (7)

Lincoln (6)

Allano (5)

Luiz Phellype (5)

Rui Costa (5)

SUBS UTILIZADOS

Crysan (6)

Jean (8)

Paulo Henrique (-)

Nene (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

FC Vizela

BnR: “O Vizela conquista novamente pontos depois do minuto 90 e novamente por um jogador que entrou no decorrer do encontro. Acha que estes golos tardios são o espelho do acreditar e do espírito de entre-ajuda que o grupo tem?”

Álvaro Pacheco: “Claramente que sim, nós temos um lema que é Vizela é assim e luta até ao fim e guiamo-nos sempre por isso. Tentamos dar sempre um espetáculo a quem nos assiste e vamos continuar assim. Os jogadores que entraram deram tudo o que tinham e ajudaram-nos muito, como têm ajudado sempre. Somos uma família e vamos lutar sempre juntos até ao fim.”

BnR: “Um grande jogo hoje do Samu, que parecia estar em todo lado. Vimos algumas vezes os jogadores do Vizela a mudarem de posição dentro do campo, com especial relevância para o caso do lado esquerdo, onde o Kiki se projetava e o Samu pegava no jogo mais atrás. Acha que esta adaptabilidade dos jogadores do Vizela de irem mudando de sítio dentro do campo, mas os comportamentos continuarem muito similares é uma arma forte para baralhar a defesa adversária e tirar partido disso?”

Álvaro Pacheco: “Isso tem muito a ver com a qualidade dos jogadores e do conhecimento que têm uns dos outros e do próprio jogo. Temos os processos bem assimilados e os jogadores sabem os espaços que têm que procurar. Criamos dificuldades ao adversário e fico muito satisfeito com isso”.

 

CD Santa Clara

BnR: “Hoje inverteram-se os papeis e foi o Santa Clara que esteve a vencer até ao último suspiro, mas acabou por empatar. O Jean Patric e o Cryzan entraram muito bem na partida e o Santa Clara cresceu significativamente com eles em campo, tendo até a oportunidade de fazer mais golos. Apesar do resultado, ficou satisfeito com a resposta dos jogadores que saíram do banco e com o que eles trouxeram à equipa?”

Daniel Ramos: “Muito satisfeito com eles. Entraram e mexeram com o jogo e era esse o nosso objetivo. Como disse e bem, fizemos o golo e depois poderíamos ter ampliado a vantagem, mas não o conseguimos. Trouxeram frescura e estou muito contente com a entrada deles”

FC Arouca x Sporting CP | Arouquenses procuram pôr um fim ao histórico negativo

8ª jornada da Primeira Liga: Sábado, 20:30, 1 de outubro de 2021

ANTEVISÃO: O 3º MELHOR ATAQUE CONTRA A 3ª PIOR DEFESA

Vindos de mais uma derrota na Liga dos Campeões, os comandados de Rúben Amorim têm agora os olhos postos no jogo referente à oitava jornada do campeonato. Estão frente a frente o 3º e o 15º classificados. O Sporting CP venceu o último encontro do campeonato em casa frente ao CS Marítimo por uma bola a zero, já o FC Arouca perdeu por 2-1 em Moreira de Cónegos.

O Sporting procura a 3ª vitória consecutiva. Será que consegue?

O Arouca soma uma vitória, dois empates e quatro derrotas, duas delas frente aos grandes FC Porto e SL Benfica. Na última jornada, na derrota frente ao Moreirense “fez um excelente jogo e não mereceu o resultado” como referiu Amorim na antevisão ao jogo. A formação de Armando Evangelista quer reagir ao resultado passado já contra o Sporting onde a pressão está toda do outro lado. Para além de ser um jogo que qualquer jogador gosta de disputar, é ainda uma oportunidade para pôr um fim ao registo negativo que a equipa do distrito de Aveiro tem no frente a frente com os verdes e brancos.

O Sporting vai fazer tudo pelos três pontos, pois continua com uma desvantagem de quatro pontos para o líder Benfica que atravessa uma ótima fase. A formação de Amorim já é a melhor defesa do campeonato à imagem da época passada e isso é sem sombra de dúvidas um bom indicativo. Quem não sofre está sempre mais perto de vencer.

Os leões são o 3º melhor ataque da prova até ao momento, só atrás de Benfica e Porto. O Arouca tem a 3ª pior defesa da competição, só não superam a do Moreirense e a do Santa Clara. A equipa de Armando Evangelista tem também uma curiosidade, em todas as sete jornadas já completadas chegou ao final do primeiro tempo a perder. É um dado que certamente procuram contrariar, mas que os visitantes vão procurar explorar.

EM DEZ JOGOS FRENTE AO AROUCA, O SPORTING SOFREU GOLOS EM METADE. DESCOBRE COMO ESTÁ A ODD PARA GOLOS E APOSTA COM A BWIN!

 

 

10 DADOS RÁPIDOS

1. O Sporting CP no frente a frente com o FC Arouca regista apenas vitórias.

2. Como treinadores, Rúben Amorim nunca defrontou o FC Arouca e Armando Evangelista nunca defrontou o Sporting CP, ambos em jogos oficiais.

3. Em dez jogos contra o FC Arouca, o Sporting CP sofreu golos em metade deles. Duas vezes em casa e três fora.

4. Os resultados mais comuns em casa do FC Arouca são o 1-2 e o 0-1, tendo ambos ocorrido duas vezes.

5. No total de confrontos o Sporting CP soma 24 golos marcados. O FC Arouca leva 5 tiros certeiros.

6. O Sporting venceu o FC Arouca duas vezes por 5-1, nas épocas 13/14 e 15/16, tendo esse sido o resultado mais expressivo em embates entre os dois clubes.

7. A maior vitória do Sporting CP em casa do FC Arouca foi um 1-3 na época 14/15.

8. O resultado mais comum em Alvalade entre estas duas equipas, a contar para a primeira liga, e que se repetiu por duas vezes, é o 2-1 a favor do clube leonino.

9. O jogador do Sporting CP com mais golos marcados em duelos entre estas duas equipas é Fredy Montero com quatro golos, ele que representa atualmente os Seattle Sounders na Major League Soccer (MLS).

10. Do lado do FC Arouca, Bruno Amaro que já pendurou as botas, é o melhor marcador, com dois golos, dos arouquenses frente ao Sporting CP.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

André Silva🇧🇷 marcou pelo segundo jogo consecutivo ao serviço do FC Arouca. pic.twitter.com/74W9EZoJ6H

— Diário de Transferências (@DTransferencias) April 11, 2021

André Silva (FC Arouca) – O avançado brasileiro é quase totalista de minutos. O único encontro em que não jogou até ao fim foi contra o SL Benfica. Leva dois golos e uma assistência. É a principal referência do ataque dos arouquenses.

 

Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Pedro Porro (Sporting CP) – Há cinco jogos que o Sporting CP não pode contar com Pedro Gonçalves. Nesses cinco jogos os leões marcaram um total de quatro golos, tendo sido dois deles apontados pelo espanhol. Foram ambos da marca de 11 metros, mas a verdade é que o jovem lateral de 22 anos tem sido, à imagem da época passada, uma das unidades mais fortes do ataque verde e branco.

 

XI’S PROVÁVEIS

FC Arouca (4-2-3-1): Fernando Castro; Thales, João Basso, Abdoulaye Ba, Matheus Quaresma; Leandro Silva, Pedro Moreira; André Bukia, Pité, Arsénio Nunes; André Silva

Treinador: Armando Evangelista

“Quem pensa que o Sporting está mais débil ou menos confiante por ter vencido os últimos jogos nos últimos minutos está a ‘pôr-se a jeito’ para sofrer com a valia desta equipa. A época passada, foi com um percurso muito idêntico que foram campeões nacionais.”

 

Sporting CP (3-4-3): Adán; Neto, Coates, Feddal; Vinagre, Palhinha, Matheus Nunes, Porro; Nuno Santos, Paulinho e Sarabia.

Treinador: Rúben Amorim

“A ausência do Pedro Gonçalves não explica a falta de golos. Há fases assim, mas temos de melhorar. Temos de ter capacidade frente à baliza, até porque criamos oportunidades, mas temos de fazer golos, até para ter mais segurança. Defendemos bem, mesmo sendo uma equipa ofensiva, mas temos de melhorar para fazer mais golos”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: CF AROUCA 0-2 SPORTING CP

CF Estrela 1-0 Leixões SC: Vitória tardia, mas justa

A CRÓNICA: QUANDO DOMINA O EQUILÍBRIO, APARECE PAULINHO PARA RESOLVER

O CF Estrela e o Leixões SC mediram forças num embate a contar para a sétima jornada da Segunda Liga Portuguesa. Os da casa, montados num 4-3-3, com Traoré a atuar como médio defensivo, tiveram um início bastante equilibrado e “quente”, contrastando com o tempo que se fazia sentir na Reboleira.

Logo nos primeiros 5 minutos de jogo, duas excelentes ocasiões de golo, uma para cada lado, que obrigaram ambos os guarda-redes a sujar o equipamento. Com o decorrer do jogo, o Estrela foi tendo mais posse de bola e foi assumindo as despesas do jogo, contudo, também não criava grandes oportunidades de golo.

Perto do minuto 20, o ritmo da partida diminui. Ambas as equipas procuraram pausar mais o jogo e as sucessivas faltas no meio-campo não ajudaram a uma dinâmica mais interessante.

Só já perto do intervalo voltámos a ter sensação de golo na Reboleira. Canto para o CF Estrela e, no coração da área, um leve desvio de Traoré que por pouco não alterou o marcador.

Passados 45 minutos chegou o descanso, numa primeira parte que se fez valer pelos bons primeiros dez minutos e pelo bom ambiente vivido nas bancadas, quer pela claque da casa, quer pelos adeptos que se deslocaram de Matosinhos.

Findado o descanso, a segunda parte começou com uma oportunidade de golo, tal como a primeira. Diogo Pinto isolou Paulinho, que tocou para Diogo Salomão e este, não fosse um jogador do Leixões a bloquear o remate, teria feito o 1-0.

O Estrela entrou para o segundo tempo com a corda toda e um par de minutos depois, teve nova ocasião de golo. Diogo Pinto apareceu na área, tirou o guarda-redes da frente e, quase já sem ângulo, rematou para fora. Bom recomeço de jogo por parte dos “Tricolor”.

Após um bom começo do Estrela, verificou-se o mesmo da primeira parte. O Leixões procurou meter gelo no jogo, ter mais bola e, aos poucos, ir subindo linhas. No entanto, isso não impediu o Estrela de ter o melhor momento do jogo, até então. De um alivio do Leixões após um canto, a bola sobrou para Sérgio Conceição que, de primeira, atirou forte e colocado para a defesa da manhã, feita por Bernardeau.

A toada do jogo continuou mais ou menos a mesma, com a equipa da casa a ser superior e os forasteiros a conseguirem algumas saídas em contra-ataque, que normalmente terminavam sem perigo.

No entanto, ao minuto 89, depois de um belo momento individual de Paulinho, o Estrela viria a colocar-se em vantagem. Belo remate de fora de área do avançado que colocou a bola encostada ao poste esquerdo, sem hipóteses.

Até ao fim o Leixões ainda tentou forçar, mas não conseguiu chegar-se perto da baliza de Gonçalo Tabuaço e a equipa da Reboleira acabou mesmo por levar os três pontos.

 

A FIGURA

Paulinho – Durante 88 minutos não foi, nem de perto, o melhor jogador em campo. Pode até dizer-se que este estava a ser um jogo para esquecer para o avançado do CF Estrela mas a verdade é que, aos 89 minutos, quando teve uma oportunidade, Paulinho assumiu a responsabilidade e colocou a bola no fundo das redes com um remate de belo efeito. Bernardeu, que até então estava a fazer uma grande partida, não teve qualquer hipótese.

 

O FORA DE JOGO

Últimos 15 minuto da primeira parte – Num jogo que começou com tantas oportunidades e tão dinâmico, esperava-se que este fosse o mote para toda a partida. Ainda assim, isso não aconteceu e ambas as equipas, devido ao excessivo número de faltas, perderam intensidade e o jogo tornou-se muito parado. A intensidade viria a ser recuperada no início da segunda parte, mas na retina fica um duelo que nem sempre foi bem jogado.

 

ANÁLISE TÁTICA – CF ESTRELA

A equipa de Ricardo Chéu alinhou num 4-3-3. Com Traoré a alinhar como médio mais recuado (quando supostamente iria atuar como terceiro central, visto que se previa que o Estrela atuasse num 3-4-3-), os da casa apresentaram-se com três médios e três avançados, sendo que Diogo Salomão e Madson estavam mais preocupados com o jogo interior e entrelinhas. A profundidade e largura eram dadas pelos defesas laterais, Sérgio Conceição e Afonso Figueiredo, que muitas vezes apareceram em boa posição para cruzar para a área, onde maioritariamente aparecia Paulinho.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Gonçalo Tabuaço (7)

Sérgio Conceição (7)

André Duarte (6)

Anthony Correia (6)

Afonso Figueiredo (6)

Mamadou Traoré (6)

Diogo Pinto (7)

Chapi (6)

Diogo Salomão (5)

Paulinho (7)

Madson (6)

SUBS UTILIZADOS

Tipote (6)

Miguel Rosa (6)

Reko (-)

Miranda (-)

Matheus Dantas (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – LEIXÕES SC

Os comandados de José Mota, em momento defensivo, organizavam-se num 4-1-4-1, com Ben Hassana assumir a posição de médio defensivo, enquanto que Diogo Leitão se juntava a Nduwarugira, deixando Wendel sozinho lá na frente. No momento ofensivo, ambos os extremos explodiam na frente e Diogo Lietão assumia a posiçao de número dez, chegando-se mais perto do avançado e aparecendo em zonas de finalização. Lá atrás, a linha defensiva sempre se mostrou muito forte e coesa, excetuando no golo sofrido, onde se mostraram algo permeáveis.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Beunardeau (8)

Coronas (6)

Léo Bolgado (6)

Gustavo França (6)

Luisinho (6)

Ben Hassan (7)

Nduwarugira (6)

Diogo Leitão (5)

Kiki (5)

Wendel (6)

Jefferson Encada (6)

SUBS UTILIZADOS

Sapara (6)

Ayine (6)

João Oliveira (6)

Yuri (-)

Moribamba (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CF Estrela

BnR: Com dois laterais com muita qualidade (Afonso Figueiredo e Sérgio Conceição) que poderiam jogar numa primeira liga, que garantem bem a largura e a profundidade e aparecem bem a cruzar, é por essa razão que na primeira parte o Estrela apostou muito no cruzamento e se é isso que podemos esperar nessa equipa.

Ricardo Chéu: É verdade que utilizamos muito os cruzamentos. Não temos só esse recurso, queremos criar mais dinâmicas, mas isso demora e tem de ser consolidado no treino. Acho até que podíamos ter tirado mais proveito dessas situações porque forçámos e ficámos sempre no mesmo corredor. Disse-lhes ao intervalo que tínhamos de tirar a bola da zona de pressão, atrair de um lado e procurar espaço do lado contrário, e foi isso que nos faltou na primeira parte. É importante ter critério a fazer as coisas, na primeira parte faltou-nos isso.

 

Leixões SC

BnR: Num momento do jogo em que o Leixões procurava reagir à boa entrada do Estrela na segunda parte, promoveu duas substituições, a saída do Diogo Leitão e do Kiki, para as entradas do Sapara e do Ayine. O que procurou com as substituições? Foi só para refrescar ou também foi para resolver os problemas na finalização que falou anteriormente?

José Mota: Também. Todos sabemos que o Sapara é o nosso melhor marcador que trabalha muito bem em espaços curtos e que consegue tirar um coelho da cartola. Portanto foi isso que pretendíamos, um jogador que tem consciência com bola e que leve a bola para a frente. Depois, o Ayine é um jogador mais agressivo em termos ofensivos, transporta melhor e desta forma tínhamos melhores condições para atacar. No entanto pecamos na finalização e quem não marca sofre.

FC Porto vs FC Paços de Ferreira: Dragões de orgulho ferido recebem castores

Primeira Liga, 8.ª jornada: sábado, 18:00, 2 de outubro de 2021
ANTEVISÃO: SERÁ A BONANÇA APÓS A TEMPESTADE?

Após uma semana para esquecer, o FC Porto prepara agora a receção ao FC Paços de Ferreira, no Estádio do Dragão. Sem tempo para lamentações ou lamber as feridas que o Liverpool FC causou na passada terça-feira, Sérgio Conceição e os jogadores só podem pensar agora numa coisa, na vitória.

O FC PORTO TEM MOSTRADO VEIA GOLEADORA NO CAMPEONATO E, COM AMBAS AS EQUIPAS A MARCAR E MAIS DE 3,5 GOLOS NO JOGO, PODERÁS TER UM ÓTIMO RETORNO COM A BWIN!

O FC Porto parte para esta jornada no 2º lugar, em igualdade pontual com o Sporting CP, sendo que se encontra a 4 pontos do líder invicto, SL Benfica. Deste modo, só a vitória interessa e só nisso se pode esperar após a partida.

Por sua vez, os pacenses querem também dar um pontapé na crise e voltar às vitórias, após 3 empates seguidos e assim consolidar a sua posição na classificação da liga.

10 DADOS RÁPIDOS
  1. Pepe e Otávio não recuperaram das suas lesões, pelo que são baixas confirmadas para as opções de Sérgio Conceição;
  2. Os castores não se ficam atrás, uma vez que, atualmente, enfrentam uma grande assolação de lesões no seio do seu plantel;
  3. Os azuis e brancos procuram neste sábado conseguirem a sua melhor performance no campeonato, atingindo, então, a sua 3.ª vitória consecutiva;
  4. Apesar da pouca utilização esta época, este vai ser o primeiro encontro para a Primeira Liga do FC Paços de Ferreira sem o goleador Douglas Tanque;
  5. A equipa da capital do móvel já não vence nenhum jogo oficial desde agosto, tendo somado, até então, 3 empates e uma derrota;
  6. Os dragões só perderam uma vez com Sérgio Conceição frente ao FC Paços de Ferreira, mas não tem qualquer adversidade no Dragão;
  7. No primeiro ano de Sérgio Conceição, os portistas massacraram o seu adversário por uns esclarecedores 6-1, sendo um resultado mais desnivelado conhecido entre os dois emblemas;
  8. O acarinhado avançado sul-africano Benni McCarthy, é o jogador com mais golos em desafios que envolvem as duas equipas, tendo marcado 7 contra os pacenses;
  9. Jesús Corona é o atual jogador com mais partidas pelo FC Porto contra o FC Paços de Ferreira, tendo atuado já 12 vezes;
  10. Sérgio Oliveira terá certamente uma partida especial, pois foi através das suas exibições na capital do móvel que permitiram o seu regresso ao FC Porto;

 JOGADORES A TER EM CONTA

FC Porto FC Paços de Ferreira
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Taremi (FC Porto) – Numa época que os dragões tem tido muitos altos e baixos, o avançado iraniano tem sido dos jogadores mais regulares a nível exibicional por parte dos portistas. Peça fundamental no onze de Sérgio Conceição, Taremi tem uma capacidade de conseguir ligar bem o jogo, de vir buscar jogo e de chegar ainda a zonas de finalização com facilidade. Apesar de pecar um pouco na eficácia, não é certamente por ele que a equipa tem vacilado em algumas partidas.

Luiz Carlos (FC Paços de Ferreira) – Podíamos falar aqui de outros elementos do plantel de Jorge Simão, como Eustáquio, mas o veterano médio dos castores é uma espécie de Pepe para a formação da capital do móvel.

Na sua segunda passagem por Paços de Ferreira – Luiz Carlos fez parte da maravilhosa equipa de 2013 – passado tantos anos, a idade não parece passar por ele. Já que impõe com facilidade grande ritmo de jogo e capacidade de pressão, além de ser um autêntico calibrador do meio-campo pacense.

Claramente, que vai ser através do experiente médio que Jorge Simão tentará controlar todas as operações e ofensivas dos azuis e brancos.

XI’S PROVAVEIS

FC Porto: Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Marcano, Wendell, Uribe, Grujic, Fábio Vieira, Corona, Luis Díaz e Taremi

Treinador: Sérgio Conceição

“O FC Porto está habituado a ganhar. Liverpool há bem pouco tempo perdeu por 7-2 contra uma equipa média, Aston Villa, da Liga inglesa. Há resultados e jogos. Não queríamos que acontecesse. Estamos focados no Paços”

FC Paços de Ferreira: André Ferreira, Jorge Silva, Baixinho, Maracás, Antunes, Eustáquio, Luis Carlos, Diaby, Nuno Santos, Denílson e Lucas Silva

Treinador: Jorge Simão

“Temos de ser obviamente extremamente rigorosos nos nossos comportamentos defensivos e ofensivos em todas as fases do jogo. Gostava que conseguíssemos ter os nossos momentos de superioridade, que pudéssemos jogar e ter a bola, sabendo que não será possível fazer em todo o tempo, porque as forças são diferentes e seria ousado não perceber isso”

PREVISÃO DE RESULTADO: FC PORTO 2-0 FC PAÇOS DE FERREIRA

FC Famalicão 1-2 Vitória SC: Foi servida remontada “à Conquistador”

A CRÓNICA: DÉRBI MINHOTO COM SABOR A REVIRAVOLTA FOI SERVIDO PELO CHEF EDWARDS 

É também considerado um dérbi do Minho. À oitava ronda da Primeira Liga, FC Famalicão e Vitória SC encontraram-se no Estádio Municipal 22 de Junho para um grande duelo entre equipas que não começaram o campeonato da forma que, certamente, ambicionavam. Um ponto, igualmente, a destacar sobre este encontro está relacionado com a equipa de arbitragem que, à exceção do quarto árbitro (David Silva), foi composta por árbitros de nacionalidade francesa.

Quem entrou melhor neste duelo foi o FC Famalicão. Desde início a aplicar pressão nos vimaranenses, a equipa da casa não precisou de muito tempo até inaugurar o marcador. Simón Banza levou de vencida no duelo com o defesa do Vitória SC, já dentro de área, e restou-lhe apenas, inserir a bola no fundo da baliza de Bruno Varela, ao virar para o quinto minuto do jogo.

A primeira grande jogada de perigo do Vitória SC surgiu pouco antes dos dez minutos, depois de uma perdida de bola em “zona proibida” por parte dos famalicenses, onde Marcus Edwards bem tentou assistir Estupiñan, mas Luiz Júnior cresceu no meio dos postes.

Com o jogo a virar em prol dos conquistadores, o empate veio ao de cima. Tiago Silva bateu o pontapé livre à entrada da área e Estupiñan redimiu-se, cabeceando totalmente sozinho entre a defesa famalicense. Estava feito o empate aos 34 minutos.

Se a primeira parte começou favorável ao FC Famalicão, a segunda já foi do deleite do Vitoria SC. Foram necessários pouco mais de dez minutos para Marcus Edwards para colocar os conquistadores em vantagem no Estádio Municipal 22 de Junho.

O restante decorrer do jogo demonstrou “as águas a mudar” pois, no seguimento das alterações elaboradas pelos técnicos de ambas as formações, foi o FC Famalicão que pareceu beneficiar das suas substituições, passando a pressionar muito mais os vimaranenses. Parecia o presságio do que se viria a suceder, com Charles Pickel a rematar para o fundo da baliza de Bruno Varela a apenas cinco minutos do fim do tempo regulamentar, mas o árbitro Thomas Leonard, depois de consultar o vídeo-arbitro, anulou o golo por posição irregular.

Terminou, desta forma, o dérbi minhoto, com direito a remontada e vitória do Vitória SC por 2-1 sobre o FC Famalicão.

 

A FIGURA

Fonte: Sebastião Rôxo / Bola na Rede

Marcus Edwards (Vitória SC) – Jogar com Marcus Edwrads é saber que se tem na equipa um elemento-chave para a construção de jogo e critério no último terço do terreno. Foi o homem que deu a vitória aos conquistadores, com o todo o mérito da sua exibição (principalmente na segunda metade).

Nota também para Heriberto Tavares, do lado do Famalicão, que veio mudar completamente o rumo do jogo e os minutos da sua exibição culminaram no segundo golo da equipa caseira, que acabou invalidado. As substituições de Ivo Vieira pareceram as mais acertadas, mudando algo do ritmo do jogo, mas a entrada de Heriberto foi fulcral para a construção de jogo famalicense.

 

O FORA DE JOGO

Falaye Sacko (Vitória SC) – Acabou substituído ao intervalo, mas a sua presença no terreno de jogo durante a primeira parte já fazia adivinhar esse mesmo cenário. Foi pouco consistente e esteve também algo desaparecido no decorrer dos 45 minutos em que alinhou.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC FAMALICÃO

Com Alexandre Penetra de fora deste encontro depois de ter sido advertido com cartão vermelho no último encontro do FC Famalicão, Ivo Vieira viu-se obrigado a modificar a sua equipa para este duelo frente ao Vitória SC.

Apostou no mesmo 4-2-3-1, mas as novidades entraram no terreno. Luiz Júnior voltou a assumir a guarda dos postes, rendendo a ausência de Dalberson. Na defesa, Batubinsika entrou para colmatar a lacuna, continuando Alex Nascimento, Marín e Figueiras a compor o restante setor.

David Tavares foi chamado à titularidade, junto a Ivo Rodrigues e Iván Jaime na frente do meio-campo, com Pêpê e Charles Pickel a garantirem a primeira linha do setor. Na frente restava Simon Banza, o ponta de lança já habitual do Famalicão.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Luiz Júnior (6)

Adrián Marin (5)

Batubinsika (5)

Alex Nascimento (5)

Diogo Figueiras (5)

Pêpê (6)

Charles Pickel (5)

Iván Jaime (6)

David Tavares (5)

Ivo Rodrigues (5)

Simon Banza (6) 

SUBS UTILIZADOS

Marcos Paulo (6)

Bruno Rodrigues (6)

Heriberto Tavares (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

À semelhança de Ivo Vieira, Pepa também elaborou algumas alterações ao seu onze inicial, comparativamente ao último encontro do Vitória SC, apesar de manter o 4-3-3.

Bruno Varela voltou à baliza dos conquistadores, no lugar de Trmal. Destaca-se a inserção de Handel no meio-campo vimaranense, rendendo Alfa Semedo, e a entrada de Rochinha a titular.

A dinâmica de jogo do Vitória SC permaneceu a mesma que Pepa sempre apresentou, com Marcus Edwards e Rochinha nas alas e André André na primeira linha do meio-campo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bruno Varela (6)

Falaye Sacko (4)

Borevkovic (6)

Abdul Mumin (5)

Rafa Soares (5)

André André (5)

Handel (6)

Tiago Silva (6)

Marcus Edwards (7)

Rochinha (6)

Oscar Estupinan (6) 

SUBS UTILIZADOS 

João Ferreira (5)

Ricardo Quaresma (6)

Alfa Semedo (5)

André Almeida (6)

Nicolas Janvier (5)

A nova fornada de Alcochete | Sporting CP

Tendo em conta que o plantel do Sporting é “curto”, com o intuito de “dar uma oportunidade” aos jogadores da academia de brilharem na equipa principal. Também poderá a vir a ser necessário devido a algum imprevisto (venda ou lesão) ou que seja mesmo necessário chamar ou apostar num jovem, aliado a outras circunstâncias: é preciso que o mesmo tenha qualidade… felizmente, para os lados de Alcochete qualidade não falta.

Mesmo que este grupo de jogadores não esteja preparado para a competitividade que é necessária ter para jogar em alto nível, acredito que num futuro próximo estes jogadores poderão a estar a dar nas vistas nos maiores palcos de Portugal, vestindo a camisola verde e branca.

CD Cova da Piedade 0-2 Sporting CP B: Leão mais forte em duelo ‘vermelho’

A CRÓNICA: JOGO COM DUAS EXPULSÕES PENDEU PARA OS VERDES E BRANCOS, QUE TIVERAM UM GRANDE DÁRIO ESSUGO

CD Cova da Piedade e Sporting CP B deram o pontapé de saída na quinta jornada da Liga 3 (Zona Sul), esta tarde, no Estádio das Seixas, na Malveira.

E foi o Sporting B que entrou mais forte no jogo e que acabou por chegar com naturalidade ao primeiro golo. Aos nove minutos, boa arrancada de Dário Essugo na meia-direita, servindo Tiago Rodrigues na ala. Depois, um excelente cruzamento para Geny Catamo, que encostou para dentro da baliza. Mas, apesar do golo, o Sporting não abrandou.

A mobilidade dos homens da frente estava a causar todo o tipo de problemas à defesa do Cova da Piedade, que ia tendo problemas para segurar os leões. A equipa de Filipe Çelikkaya foi criando algumas ocasiões para ampliar a vantagem. Até que o jogo se complicou aos 39 minutos. Edu Pinheiro foi admoestado com o segundo cartão amarelo depois de uma falta a meio-campo e o técnico da equipa da casa, Hugo Martins, não esperou pelo intervalo para mexer e dar mais cariz ofensivo à sua equipa. Caetano saiu e entrou Kalunga para a ala direita. Perspetivava-se uma segunda parte diferente.

E o Cova da Piedade fez pela vida no início do segundo tempo. Assumindo mais a bola, a equipa da casa foi ganhando alguns lances perigosos, com destaque para Kalunga, com dois remates perigosos, um por cima e outro que passou junto ao poste. Mas, à semelhança da primeira parte, a equipa que estava por cima sofreu um revés. Aos 64 minutos, Tiago Batista impediu uma saída do Sporting para o ataque e também viu o segundo cartão amarelo. E aos 69 minutos, novo golo do Sporting.

Pressão alta do Cova da Piedade, muito bem superada por Dário Essugo com nova arrancada. O médio deixou para Gonçalo Esteves na direita e o lateral fletiu para dentro e rematou, rasteiro e colocado, para o fundo da baliza. O Cova da Piedade foi tentando e teve uma oportunidade para reduzir (opôs-se bem o guarda-redes André Paulo), mas o Sporting acabou por vencer um jogo em que dominou a primeira meia hora, teve mais dificuldades em inferioridade numérica, mas acabou por aproveitar novo período de igualdade ppara ampliar a vantagem e carimbar os três pontos.

 

A FIGURA

Dário Essugo (Sporting CP B) – Ao ver este jogo, percebe-se claramente porque é que Rúben Amorim deu a estreia a Dário Essugo na equipa principal tão cedo. O médio sai da pressão com uma facilidade enorme e a sua influência nos dois golos leoninos foi bem visível.

 

O FORA DE JOGO

Tiago Batista (CD Cova da Piedade) – O Cova da Piedade estava em superioridade numérica e por cima no jogo, a ameaçar a vantagem mínima do Sporting B. Por isso, a expulsão de Tiago Batista, num lance em que o médio chega atrasado e impede a saída do adversário para o ataque, era de evitar na perspetiva da equipa. O facto de o 0-2 ter surgido pouco tempo depois acentuou a importância da expulsão no jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA – CD COVA DA PIEDADE

A formação orientada por Hugo Martins apresentou-se para este jogo num 4x3x3, com a linha defensiva a ter Celsinho como lateral-direito e Kalifa como lateral-esquerdo (Sandro Silva e Fábio Santos eram os centrais). Pedro Pinto funcionou como médio-defensivo, Tiago Batista e Caetano jogavam como médios interiores. Hélio Vaz atacou pela direita, Rui Batalha pela esquerda e Diogo David jogou na posição mais avançada do terreno. Depois da expulsão de Edu Pinheiro, Hugo Martins tirou Caetano e colocou Kalunga, passando para um 4x4x2 (Kalunga foi para a ala direita e Hélio Vaz juntou-se a Diogo David numa dupla de avançados). Ao intervalo, Hugo Martins voltou a reformular. João Gomes entrou para um trio de centrais a e o CD Cova da Piedade alinhou num 3x4x3.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Sandro (5)

Celsinho (5)

Sandro Silva (5)

Fábio Santos (5)

Kalifa (4)

Pedro Pinto (5)

Tiago Batista (3)

Caetano (4)

Hélio Vaz (5)

Rui Batalha (4)

Diogo David (4)

SUBS UTILIZADOS

Kalunga (5)

João Gomes (5)

Zacarias (4)

Arcanjo (4)

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP B

O conjunto de Filipe Çelikkaya veio a jogo num sistema tático de 4x4x2. Gonçalo Esteves, João Goulart, José Marsà e Gonçalo Costa formaram o quarteto defensivo, Dário Essugo e Edu Pinheiro alinharam à frente da defesa, com Vando Félix na ala direita e Diogo Brás na esquerda. Geny Catamo (muita mobilidade) e Tiago Rodrigues eram os homens mais adiantados da equipa. Depois da expulsão de Edu Pinheiro, o Sporting reformulou para um 4x4x1, com Geny Catamo a juntar-se a Dário Essugo no meio-campo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

André Paulo (5)

Gonçalo Esteves (6)

João Goulart (6)

José Marsà (6)

Gonçalo Costa (6)

Dário Essugo (8)

Edu Pinheiro (4)

Vando Félix (5)

Diogo Brás (6)

Geny Catamo (6)

Tiago Rodrigues (5)

SUBS UTILIZADOS

Miguel Menino (5)

Benny (5)

Hevertton (5)

Chico Lamba (-)

Youssef Chermiti (-)