Início Site Página 10963

Portugal x Alemanha | Teste de fogo para dois candidatos

Euro 2020, Jornada 2 do Grupo F: sábado, 17h00, 19 de junho de 2020
ANTEVISÃO: MUITO EM JOGO E PRESSÃO DO LADO ALEMÃO

Portugal e Alemanha medem forças este sábado, em Munique, para protagonizar um dos jogos cabeça de cartaz desta segunda jornada do EURO 2020. Num jogo que se prevê equilibrado, a pressão encontra-se mais acentuada do lado dos alemães, visto que não entraram propriamente com o pé direito, depois da derrota por uma bola a zero frente à França, outro candidato à conquista final.

DIA DE DECISÕES EM MUNIQUE. PODERÁ PORTUGAL ULTRAPASSAR UM REGISTO TÃO NEGATIVO EM SOLO ALEMÃO? DEVES SABER A RESPOSTA, POR ISSO, PODES APOSTAR EM BET.PT!

Do outro lado encontra-se uma seleção portuguesa motivada, depois da vitória de 3-0 diante da Hungria, e da chuva de golos que aconteceu nos últimos momentos do jogo. A seleção das quinas, em caso de vitória, garante já a passagem à próxima fase, sendo esse também um fator importante para o jogo, pois pode dar a Portugal um conforto extra para o jogo final do grupo diante da seleção gaulesa.

Numa competição tão curta, todos os pontos são fundamentais para garantir a qualificação. A Alemanha tem algo a provar, depois do desaire no primeiro jogo, não querendo deixar as contas para a última jornada. Por outro lado, Portugal pretende deixar já tudo arrumado para não serem surpreendidos na última jornada. Quem levará a melhor neste duelo de gigantes do futebol europeu.

 

10 DADOS RÁPIDOS
  1. Portugal não vence a Alemanha há 21 anos, desde a goleada por 3-0 no Euro 2000, com três golos apontados por Sérgio Conceição.
  2. O último embate entre as duas seleções aconteceu em 2014, no Brasil, e acabou por resultar em goleada por 4-0 para a seleção alemã.
  3. Ambas as seleções apenas tiveram uma derrota na fase de qualificação: Portugal frente à Ucrânia por 2-1 e a Alemanha por 4-2 frente a Holanda.
  4. Os 18 jogos entre as duas seleções resultaram em três vitorias para Portugal, cinco empates e dez vitórias para a Alemanha.
  5. Portugal perdeu as últimas quatro partidas frente à seleção alemã
  6. Será a quinta vez que Portugal e Alemanha se encontram em Europeus (1984, 2000, 2008, 2012)
  7. Cristiano Ronaldo nunca marcou à Alemanha.
  8. Portugal apenas venceu uma vez a Alemanha em solo alemão: em 1985, por 1-0 com um golo de Carlos Manuel.
  9. Do último jogo entre as duas seleções, em 2014, resistem 11 jogadores: Neuer, Ginter, Hummels, Kroos e Muller do lado alemão e Patrício, Pepe, Moutinho, Ronaldo, William Carvalho e Rafa do lado português.
  10. As únicas duas vezes que Portugal ganhou o primeiro jogo da fase de grupos, passou em primeiro do grupo.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Cristiano Ronaldo – Do lado português existem muitas referências, mas a estrela maior é Cristiano. Com dois golos na estreia de Portugal no EURO 2020, CR7 tornou-se no melhor marcador de sempre em Europeus, com onze golos, ultrapassando Platini, e no único a participar em cinco fases finais de campeonatos da Europa. Embora já sem o fulgor de outros tempos, Cristiano continua a ser um goleador do melhor que existe a nível mundial. Pela seleção nacional a motivação é redobrada e, normalmente, dá um ar da sua graça.

Joshua Kimmich – Numa primeira partida onde a Alemanha pouco ou nenhum perigo criou à seleção gaulesa, Kimmich foi quem mais deu nas vistas. Mesmo estando a jogar fora da sua posição natural (médio centro ou defensivo), sendo encostado ao corredor direito, à frente da linha de três defesas alemã, o internacional alemão não se inibe de assumir o jogo e pode mesmo desequilibrar com movimentos mais interiores, caindo Muller mais no corredor para dar liberdade a Kimmich de se aventurar e mostrar toda a sua qualidade no meio-campo, principalmente na vertente ofensiva.

 

XI´S PROVÁVEIS

Portugal: Patrício, Nelson Semedo; Pepe; Rúben Dias; Guerreiro; Danilo; William; Bruno Fernandes; Bernardo Silva; Diogo Jota; Cristiano Ronaldo

Treinador: Fernando Santos

“Neste momento, nenhuma equipa do mundo acha que vai jogar contra Portugal e vai ter uma tarefa fácil. Mas daí a dizermos que Portugal é muito melhor que a Alemanha… A Alemanha é uma equipa fantástica, em termos individuais e coletivos: dominadora, que gosta de ter bola, tipo rolo compressor. Mas não temos medo nenhum, serão duas grandes equipas a defrontarem-se. Temos de ser muito fortes em todos os momentos do jogo.”

Alemanha: Neuer; Ginter; Hummels; Rüdiger; Kimmich; Gündogan; Kroos; Gosens; Müller; Sané; Werner

Treinador: Joachim Löw

“Todos sabem que temos que melhorar. Contra a França, defendemos bem. Mas não é um segredo que temos que treinar a finalização. Trabalhamos nisso e precisamos marcar mais golos. Estamos otimistas, mas sabemos que a pressão aumenta depois de uma derrota.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: PORTUGAL 1-0 ALEMANHA

 

Antevisão de Francisco Silva, redator BnR

Super Rugby Trans-Tasman: Blues quebram jejum de 18 anos | Rugby

0

Blues e Highlanders disputaram, em Auckland, a final do Super Rugby Trans-Tasman. Os Blues venceram por 23-15, e, por consequência, puseram termo a um jejum de títulos que perdurava há 18 anos na franquia da ilha norte.

Sob o olhar de 36 mil espetadores, os Blues, nos primeiros quarenta minutos, dominaram o jogo por completo, quer em termos territoriais, quer no que à posse diz respeito. Por um lado, o pack avançado dos Blues conseguiu colocar muita pressão nos rucks dos Landers, garantindo múltiplos turnovers. Por outro lado, a estratégia dos chasers no jogo ao pé revelou-se profícua, na medida em que não deu espaço aos Highlanders para contra-atacar ou jogar largo (a franquia de Dunedin não quebrou a linha da vantagem em nenhuma ocasião).

Os Highlanders limitaram-se a defender, sendo que só chegaram aos 22 metros dos Blues por uma vez nos 40’ iniciais. Tal foi sinónimo de pouca bola para a linha de três quartos. Ainda assim, Mitch Hunt teve pouca iniciativa, tal como o próprio Josh Ioane, que, numa fase inicial, tentou aproximar-se dos canais mais próximos do ponto de contacto para assumir o controlo do jogo da sua equipa. Contudo, a agressividade da line speed dos Blues forçou os Highlanders a recorrer mais ao jogo ao pé e a ter pouco espaço para usar a largura do campo.

Já na segunda parte, os Blues tiveram uma abordagem diferente, sobretudo com bola, cometendo muitos erros de handling e de gestão de jogo. A verdade é que os Highlanders aproveitaram a indisciplina dos Blues para se colocarem dois pontos à frente do Blues no jogo, num momento em que a equipa de Leon McDonald foi colocada sob forte pressão nos seus 22 metros.

Com o resultado em 13-15 a favor dos Highlanders a pouco mais de dez minutos do final, os Blues tiveram de correr atrás do prejuízo e tudo começou num fantástico pontapé de Harry Plummer que recolocou os Blues na frente. Passado pouco tempo, Blake Gibson fez o ensaio da vitória, antecedido de mais um counter ruck fantástico dos Blues em plenos 22 metros dos Highlanders.

Não foi um jogo espetacular, mas foi um embate à imagem de Hoskins Sotutu. O terceira linha dos Blues foi, na minha opinião, a figura, não só do jogo, como também do domínio que os avançados da sua equipa exerceram sobre os Highlanders. Um jogador tremendamente físico, quer sem bola, ao colocar pressão nos rucks adversários, quer com a oval em seu poder, mostrando-se sempre agressivo no ataque à linha da vantagem.

Não obstante a qualidade do jogo tenha deixado algo a desejar, os Blues foram justos vencedores, uma vez que dominaram em todos os capítulos que dizem respeito ao jogo nos avançados e foram a equipa que mais ocasiões de ensaios criou.

Foto de capa: The Blues (Blues Rugby Team)

Inglaterra 0-0 Escócia: Ideias, alguém tem?

A CRÓNICA: E QUANDO SE ESPERAVA REEDIÇÃO DE ’96… HOUVE DE 1872!

O confronto futebolístico mais antigo do planeta e uma rivalidade de 900 anos prometia mais um encontro escaldante entre Inglaterra e Escócia, o 116.º entre as duas selecções. O primeiro, em 1872, acabou num arrebatador 0-0 – desajustado para a época.

Esperava-se mais para o encontro de hoje, e a ‘Tartan Army’ invadiu Londres confiante em espectáculo de outro calibre: foram noticiados aproximadamente 25 mil escoceses nos arredores de Wembley e, dentro do recinto, eram 2500. Audíveis, sobretudo, aquando do hino rival que também é o seu – o God Save The Queen, hino oficial dos integrantes do Reino Unido, é substituído em eventos desportivos pelo Flower of Scotland, que também mereceu, naturalmente, assobios dos adeptos da casa.

Estavam criadas as condições para um grande jogo de futebol, 25 anos depois do último na fase final duma grande competição continental. Lembrando Gascoigne e o seu momento de génio, Phil Foden entrava de cabelo platinado para acalentar esperanças em repetir exibição idêntica da Inglaterra, dando continuidade aos bons apontamentos frente à Croácia e que lhe deram estatuto de estrela da equipa.

Depois do empate entre Croatas e Checos, umas horas antes, a equipa dos Três Leões sabia que uma vitória os qualificava automaticamente para a próxima fase. Aos escoceses, derrotados na primeira jornada, importava sobretudo pontuar e continuar a sonhar com o terceiro lugar.

Esperava-se então, acima de tudo, efervescência. Confrontos físicos, muita disputa na intermediária, prudência de parte a parte – o que se confirmou, quando no primeiro lance da partida Dykes faz tombar Luke Shaw em disputa aérea. McGinn, jogador do Aston Villa, puxou para si os pergaminhos de principal agitador emocional, sendo acalmado pelo árbitro espanhol, Lahoz, que lhe mostrou o amarelo aos 16’.

Perigo junto das balizas era raro, apesar dos intervenientes do lado da Inglaterra: com Mount, Sterling e Kane, além de Foden, teve que ser Stones a avisar primeiro os escoceses, que subiu lá acima para cabecear ao poste. A resposta do lado contrário demorou até á meia-hora, quando Tierney conquistou a ala esquerda e cruzou, em balão, para o segundo-poste e onde aguardava O’Donnel, que obrigou Pickford a grande estirada com remate cruzado.

Se em oportunidades se fixava o empate, como no jogo, na posse de bola era goleada inglesa – 65 para 35% – ainda que se traduzisse em domínio inconsequente, posse de bola inofensiva e várias tentativas falhadas de penetrar no bloco rival; Á Escócia cabia esperar e tentar manietar a criatividade inglesa: o duelo Gilmour-Mason Mount, numa marcação cerrada á moda antiga, foi um dos principais destaques táticos da primeira metade.

No segundo tempo, continuaram as ideias inglesas a esbarrar na má vontade escocesa. A toada morna que caracterizou a maior parte do encontro só foi interrompida em raras ocasiões, como aquela em que Dykes vê o golo ser negado em cima da linha por James (61’) – aliás, o equilibrio nas aproximações á baliza foi tanto que, a dez minutos do fim, a Escócia tinha mais remates que Inglaterra: 10 para 9.

A entrada de Grealish ou Rashford pouco acrescentaram, a Inglaterra não mostrou argumentos para merecer os três pontos e o empate final acaba por ser justo. A situação agrada aos dois lados, que confiam numa última jornada em grande estilo para garantir a passagem á fase a eliminar, que seria uma estreia para a Escócia.

 

A FIGURA

Grant Hanley – Central á antiga: alto, robusto e com mais apetência para os duelos individuais que o contacto com a bola – características que o tornaram no jogador ideal para as circunstâncias desta partida, pela envolvência humana e pelas condições meteorológicas. Manietou Harry Kane como pôde, foi a âncora que segurou McTominay e Tierney a seu lado e assegurou a notável eficácia defensiva dos escoceses.

Liderou a grande resistência ao cerco montado pelos artistas ingleses e esteve irrepreensível em todos os momentos: sempre ciente das próprias limitações. A 10 minutos do fim, o lance chave do encontro – quando, no limite, evitou Rashford de se isolar e ficar frente a frente com Marshall. Limpinho!

O FORA DE JOGO

Gareth Southgate – Se demorar jogo e meio a estrear Grealish é, por si só, mau sinal, o que dizer quando a sua entrada representa o sacrifício de… Phil Foden? A impossibilidade de coexistência das principais estrelas de Inglaterra – ideia traduzida sobretudo pelo duplo pivot conservador que manteve na totalidade dos dois jogos – impossibilitou sonhar com outros desfechos.

Se a troca de laterais era bom augúrio para este encontro e sustentada por justificação lógica, a efectividade dessa mudança não foi visível no rectângulo de jogo. Luke Shaw e Reece James raramente foram opções na exploração da linha de fundo, estando mais preocupados com a prudência posicional e a participação na circulação de bola em terrenos mais interiores. Não satisfeito pelo sacrifício de Foden, aos 60’, ainda retirou Harry Kane um quarto de hora depois: sem a referência em campo, extinguia-se definitivamente o esclarecimento da Inglaterra no último terço.

 

ANÁLISE TÁTICA – INGLATERRA

Na Inglaterra, manteve-se o 4-2-3-1 apresentado frente á Croácia, com o duplo pivot Rice-Philips no comando das operações. Walker e Trippier deram lugar a Reece James e Luke Shaw, mas não se notaram diferenças no comportamento posicional, sendo a largura ofensiva proporcionada pelos três criativos.

Mason Mount ocupava a meia esquerda  para receber de frente para o jogo, sempre controlado por Billy Gilmour; Sterling, mais vagabundo, tentava explorar – muitas vezes com perigo, sim – o espaço entre McTominay e Hanley na zona central; Foden, partindo da direita, procurava criar perigo recorrendo à canhota. O bloco baixo do lado contrário foi onde esbarraram as pretensões da Inglaterra, demasiado previsiveis e sem recursos táticos suficientes para desmontar a organização de Steve Clarke.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pickford (5)

Reece James (5)

Stones (6)

Mings (6)

Luke Shaw (5)

Rice (5)

Kalvin Philips (6)

Foden (5)

Mount (6)

Sterling (5)

Kane (5)

SUBS UTILIZADOS

Grealish (5)

Rashford (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ESCÓCIA

Alinhou o 3-5-2 habitual, com quatro alterações que deram outra dimensão tática á equipa: McTominay e Tierney começaram como centrais, assegurando outro tacto nos momentos de posse e outras condições em manter a bola em seu controlo; Billy Gilmour encarregou-se impecavelmente de Mount, McGinn e McGregor foram as “formigas de trabalho” da intermediária; O’Donnel e Robertson não tiveram problemas em avançar pelas zonas laterais, juntando-se muitas vezes ás diagonais de Adams, que jogava no apoio ao gigante Dykes, elemento responsável por segurar o esférico e ganhar terreno (e tempo) essenciais á estratégia do conjunto.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Marshall (7)

McTominay (5)

Hanley (7)

Tierney (7)

O’Donnel (6)

McGinn (6)

Gilmour (7)

McGregor (6)

Robertson (6)

Adams (6)

Dykes (5)

SUBS UTILIZADOS

Stuart Armstrong (5)

Nisbet (-)

Mudam-se as peças, mas muda-se o jogo? | FC Porto

0

O FC Porto de Sérgio Conceição sempre teve uma imagem de marca que o distinguiu das outras equipas que já vimos atuar de azul e branco. Os tempos do início do século XXI com o típico 4-3-3, a explosividade nas alas e a posse de bola deram lugar a uma equipa também vertiginosa, mas com base no jogo direto e na profundidade. E quem era o elemento que melhor oferecia essas capacidades? Moussa Marega.

Infelizmente para a ideologia imposta por Sérgio Conceição, o avançado maliano é agora uma carta fora do baralho. Assinou a custo zero pelo Al-Hilal SFC e não vai voltar a vestir as cores azuis e brancas já na época 2021/2022.

Para muitos adeptos portistas, a saída do jogador é um mal menor, mas em termos estratégicos e modelo de jogo pode significar uma mudança extrema para a equipa. Não é preciso ser um espectador muito atento para perceber que o jogo do FC Porto na era de Sérgio Conceição tinha como um dos pilares base as características de Marega e aquilo que poderia oferecer ao jogo.

A verdade é que, na primeira época, e em jogos teoricamente mais complicados, a presença do número 11 era claramente vantajosa. Já a partir da segunda época e nos jogos com equipas de bloco baixo, tornava-se uma presença que, na minha opinião, era totalmente desnecessária. E é por isso que mudar a forma de encarar o jogo não é propriamente um prejuízo para o próximo FC Porto que se avizinha.

FC Porto
Marega é a peça ausente que vai mudar o jogo portista. Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Existem até dois dados que me dão confiança que a mudança do estilo de jogo portista pode ser facilmente implementada. O primeiro é que, quando Sérgio Conceição entrou no FC Porto em 2017/2018, Marega não foi logo a primeira opção, até porque a dupla de pré-época que fazia estragos era composta por Tiquinho Soares e Aboubakar.

Marega apenas pegou destaca depois da entrada triunfante frente ao GD Estoril-Praia quando Soares se lesionou. Logo, o que podemos concluir, é que o modelo de jogo inicialmente formatado não era da procura do jogo direto e da profundidade do maliano. Via-se aliás um misto de um jogo vertiginoso e tecnicamente evoluído.

O segundo é que, no final da época passada, Marega perdeu a titularidade para Toni Martínez e a dupla do avançado espanhol com Taremi acabou por se tornar um sucesso. A forma de jogar era claramente diferente e muito mais baseada na bola no pé e combinações na zona ofensiva.

A única questão aqui passa por mentalizar de forma definitiva que nem no banco se vai ter um jogador como Marega para, caso Sérgio Conceição precisasse de uma moleta, lançar. Muito se tem falado de possíveis substitutos com características idênticas ao avançado do Al-Hilal SFC, mas isso não me parece a melhor solução, até porque é raro encontrar jogadores iguais ou muito parecidos. Zé Luis, Waris e Fernando Andrade são três exemplos disso.

Desta forma, é caso para dizer que se mudam as peças e o jogo também vai ter de mudar. Já se viu alguns traços dessa mudança no final da época passada, e, se bem conhecemos Sérgio Conceição, conseguimos ver o FC Porto a jogar outro tipo de futebol com intervenientes que oferecem outras coisas ao jogo. Até porque não havia Maregas no FC Nantes, no Vitória SC e no SC Braga… Dá claramente que pensar!

Croácia 1-1 República Checa: Mais vale uma Cróacia na mão do que a Chéquia a voar

A CRÓNICA: CHECOS FELIZES, CROATAS FRUSTRADOS MAS COM HIPOTÉSES

República Checa e Croácia defrontaram-se num dos encontros mais aguardados do dia. Os checos um pouco mais aliviados, fruto da vitória na primeira jornada frente à Escócia, enfretaram uma Croácia visivelmente pressionada pela urgente necessidade de obter uma vitória.

Por conta de jogar mais livre de pressão, ou não, a verdade é que foi a República Checa a entrar melhor na partida e a criar as ocasiões mais perigosas. Os primeiros 15 minutos foram interessantes, mas mostraram acima de tudo a cautela das duas equipas em sair para o ataque. Timidamente, a República Checa foi conseguindo chegar à baliza croata. Foi numa dessas incursões que surgiu o lance que provavelmente toda a gente irá falar nesta tarde. Naquilo que parecia uma jogada normal de disputa de bola no ar, o VAR viu uma falta de Lovren sobre Schick que o árbitro confirmou. Schick o artilheiro checo nesta competição aproveitou a oportunidade para inaugurar o marcador e aumentar a sua contagem de golos nesta competição. Já são três, o que fazem do avançado do Bayer 04 Leverkusen o melhor marcador da competição nesta altura.

As indicações dadas pela Cróacia após o golo sofrido foram boas e demonstraram alguma reação positiva à adversidade. O intervalo veio reforçar esta ideia com um golo logo aos 47 minutos de Perišić que restaurou a igualdade no encontro. Ainda assim, este era um resultado que continuava a agradar mais à República Checa do que à Cróacia. E esse foi a tónica do resto da segunda parte com uma Croácia desesperada à procura da vitória e uma República Checa mais na expectativa e agradada com as circunstâncias do jogo.

A Croácia de 2018 já era e esta é apenas uma sombra dessa mesma equipa. Ainda assim, os croatas mantêm claras aspirações a chegar aos oitavos de final com este empate. Os checos metem desde já um pé na próxima fase.

 

A FIGURA


Ivan Perisic- Foi dos jogadores mais incoformados por parte da Croácia e confirmou as expectaticas que recaem sobre ele, é o melhor jogador croata da atualidade. Foi o motor do ataque à baliza checa em toda a partida e no que depender dele a Croácia teria saido hoje de Glasgow com uma vitória na mão. Com o golo de hoje igualou Eduardo da Silva como o terceiro melhor marcador da Croácia.

 

O FORA DE JOGO


Ante Rebic- Jogo desinspirado do avançado do AC Milan. A seleção da Croácia atravessa uma crise geracional e depende do talento dos jogadores que ainda estão numa idade ativa para conseguir alcançar bons resultados. Rebic esteve num dia não e até teve nos pés a oportunidade de establecer a igualdade logo após o golo da República Checa, mas falhou. Ficou logo no balneário ao intervalo.

ANÁLISE TÁTICA – CROÁCIA

O selecionador da Croácia decidiu operar algumas mudanças tentando dar um pendor mais ofensiva à equipa. Para o esquema de 4-2-3-1, o meio campo ficou povoado apenas por Modric e Kovacic. Entrou Brekalo para dar um maior apoio no ataque a Rebic e a Kramaric. A ideia parecia ser boa, mas na prática poucos efeitos surtiu. Tanto foi que Zlatko Dalic decido logo ao intervalo mudar o ataque tirando Rebic e Brekalo, mantendo-se apenas Kramaric.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Livakovic (6)

Vrsaljko (7)

Dejan Lovren (6)

Vida (7)

Gvardiol (7)

Luka Modric (7)

Kovacic (6)

Ivan Perisic (8)

Kramaric (7)

Brekalo (6)

Ante Rebic (5)

SUBS UTILIZADOS

Petkovic (6)

Ivanusec(6)

Vlasic(7)

Brozovic (6)

ANÁLISE TÁTICA – REPÚBLICA CHECA

Semelhante à Croácia a República Checa entrou em campo num esquema de 4-2-3-1.  Schick já provou estar num grande momento de forma e é à volta dele que a equipa se monta no ataque. A República Checa é uma seleção inferior à Cróacia, mas demonstrou que um bom coletivo muitas vezes faz a diferença. Uma excelente primeira parte com uma entrada na segunda parte mais desastrosa, provavelmente surpreendidos pelas trocas no ataque por parte da Cróacia tão cedo em jogo.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

 Vlacik (6)

Coufal (7)

Kalas (6)

Celustka(6)

Boril (6)

Holes (6)

Soucek(7)

Masopust (6)

Darida(7)

Jankto(6)

Patrik Shick (7)

SUBS UTILIZADOS

Hlozek(6)

Kral(6)

Sevcik(6)

Krmencik(6)

Barak(6)

Argentina x Uruguai | Duelo “celeste” aquece Grupo A

Copa América, Jornada 2 do Grupo A: sábado, 1h00, 19 de junho de 2021
ANTEVISÃO: ARGENTINA APADRINHA ESTREIA DO URUGUAI

Depois do empate a uma bola frente ao Chile, na primeira jornada, a Argentina vai em busca dos três pontos diante do Uruguai, seleção que ainda não se estreou na atual edição da Copa América.

Num confronto entre duas seleções que têm a vitória final em vista, os argentinos vão continuar a tentar provar que esta geração pode ajudar Lionel Messi a vencer o seu primeiro título a nível sénior com a “Albiceleste”.

AS DUAS NAÇÕES QUE MAIS TRIUNFARAM NA COPA AMÉRICA ENCONTRAM-SE E QUEM SAIRÁ A SORRIR DO CONFRONTO DO GRUPO A? SE A RESPOSTA ESTÁ NA “PONTA DA LÍNGUA”, APOSTA JÁ EM BET.PT!

Já os uruguaios, estreiam-se na competição logo com um “teste de fogo”, mas o poderoso ataque da seleção “Celeste” vai querer causar estragos no adversário, ao passo que as “torres” no centro da defesa adivinham-se como intransponíveis.

Num encontro que pode cair para qualquer lado, o vencedor será decidido nos detalhes e tendo por base o coletivo, uma vez que a qualidade individual dos intervenientes, de parte a parte, é de nível muito elevado.

 

10 DADOS RÁPIDOS

1. Nos últimos cinco jogos entre as duas seleções, a Argentina venceu dois, o Uruguai um e registaram-se ainda dois empates.

2. A Argentina não perde desde 2019, altura em que foi derrotada pelo Brasil nas meias-finais da anterior edição da Copa América.

3. Contudo, a seleção “Albiceleste” só venceu um dos quatro jogos disputados em 2021.

4. O Uruguai só venceu dois dos últimos seis jogos que disputou.

5. A seleção “Celeste” ainda não venceu em 2021 (dois empates).

6. No histórico total de confrontos entre as duas seleções (205 jogos), a Argentina venceu 87, o Uruguai ganhou por 65 vezes e empataram em 53 ocasiões.

7. Do total de jogos, apenas 48 foram de cariz oficial.

8. Os jogos entre Argentina e Uruguai são propensos a golos de ambas as partes, sendo o 1-1 e o 2-1 (a favor dos argentinos) os resultados mais comuns.

9. O Uruguai já venceu a Copa América por 15 vezes, enquanto a Argentina conquistou o troféu em 14 ocasiões.

10. Os dois países são, respetivamente, os que mais vezes ganharam a maior prova de seleções da América do Sul.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Lionel Messi (Argentina) – Não fosse o capitão da seleção argentina e o jogo diante do Chile poderia ter terminado em derrota. Uma vez mais, um momento de magia de Messi deu em golo da “Albiceleste”. Frente ao Uruguai, espera-se que, como sempre, um dos melhores jogadores da história assuma as rédeas da partida.

Luis Suarez (Uruguai) – O goleador uruguaio chega a esta Copa América depois ter vencido a Liga Espanhola ao serviço do Club Atlético de Madrid. Um das figuras de proa da equipa de Diego Simeone, será muito importante para uma campanha de sucesso da seleção “Celeste” no torneio, com ambições reais de chegar longe.

 

XI’S PROVÁVEIS

Argentina: Emiliano Martínez; Gonzalo Montiel; Lucas Martínez; Nicolás Otamendi; Nicolás Tagliafico; Leandro Paredes; Giovani Lo Celso; Rodrigo De Paul; Nicolás González; Lautaro Martínez; Lionel Messi.

Treinador: Lionel Scaloni

“O Uruguai é uma das melhores seleções do mundo, vai ser um jogo muito difícil.”

Uruguai: Fernando Muslera; Giovanni González; Diego Godín; José María Giménez; Martin Cáceres; Matías Viña; Federico Valverde; Rodrigo Bentancur; Matías Vecino; Edinson Cavani; Luis Suárez.

Treinador: Oscar Tabárez

“Vamos ter em conta Messi, como nos jogos anteriores, mas sem marcação individual.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: ARGENTINA 1-1 URUGUAI

Suécia 1-0 Eslováquia: Penálti de Forsberg dá vitória aos suecos

A CRÓNICA: OS SUECOS AUMENTARAM A VELOCIDADE NA SEGUNDA PARTE E COLHERAM OS FRUTOS

Em São Petersburgo, assistíamos ao jogo entre a Suécia e Eslováquia, a contar para o Grupo E do Campeonato da Europa. Os eslovacos vinham de uma vitória importante contra a Polónia, enquanto os suecos alcançaram um empate contra a seleção mais forte do grupo, na teoria, a Espanha. Um dado curioso, à partida para o jogo, a seleção eslovaca nunca havia vencido a Suécia.

A seleção sueca começou a partida por cima, com mais posse de bola no meio-campo da Eslováquia. Até aos 25 minutos, a Suécia detinha maior percentagem de posse de bola, mas isso não era traduzido em oportunidades. Muitos passes curtos e, quando tentavam fazer um passe mais arriscado, acabava por sair asneira. A Eslováquia estava em crescendo no jogo e acabou por dominar a fase final da primeira parte, com boa troca de bola no meio-campo sueco. Mas não passava disso. A primeira metade foi a uma velocidade, ambas as equipas em contenção e a não quererem arriscar, sem oportunidades de golo e remates escassos.

Na segunda parte, as equipas tentaram acelerar um pouco mais o jogo, de forma a criar mais chances de golo. Aos 58 minutos, Hamsik bateu um livre indireto que acabou na cabeça de Kucka, para boa defesa de Olsen, mas acabou por ser marcado fora de jogo. Logo no minuto seguinte, do outro lado, um cruzamento da direita de Larsson, direitinho para a cabeça de Ludwig Augustinsson, para uma enorme intervenção de Dubravka.

Estava mais animado o jogo. As equipas colocavam uma maior intensidade e os adeptos também sentiam isso. Alexander Isak que, na primeira parte, esteve apagado, fazia duas intervenções de relevo, com dois remates a demonstrarem as suas intenções.

A Suécia mexia na equipa, com a saída de Berg, que esteve muito aquém do que era esperado, e de Olsson, que acabou por inibir-se um pouco após o cartão amarelo da primeira parte. Entradas de Claesson e Quaison, ambos utilizados na primeira partida, como suplentes utilizados. Aos 67 minutos, um cabeceamento de Isak a sair ligeiramente por cima do travessão da baliza eslovaca. Aos 72 minutos, tentou novamente, através de uma grande incursão pela esquerda, partiu para o meio e desferiu um remate que levava fogo em direção da baliza, apenas parado pelas luvas de Dubravka.

Aos 76 minutos, Isak faz um passe a isolar Quaison, que acaba no chão derrubado por Dubravka, sendo assinalada grande penalidade. Forsberg andava desaparecido do jogo, mas assumiu a responsabilidade, que cumpriu na perfeição, com a bola a acabar no canto inferior direito da baliza eslovaca, estava desfeita a igualdade.

Até ao final, a equipa sueca procurou controlar a vantagem, sem grandes investidas no ataque. A Eslováquia ainda tentava, mas sem sempre fulgor. Duda ficou muito desamparado na segunda parte e pouco conseguiu fazer. Kolscelník foi dos mais irreverentes em campo, mas nunca conseguiu passar pela defesa da Suécia. Na parte final do jogo, a Eslováquia ainda apertou para chegar ao empate, com pontapés de canto a levarem o perigo à área sueca, mas acabaram por fracassar sempre na finalização.

Vitória que se ajusta, a Suécia passa para o primeiro lugar do grupo com quatro pontos. A irreverência de Isak foi determinante para o desfecho da partida.

 

A FIGURA

Alexander Isak – Se na primeira parte o futebolista de 21 anos, a atuar na Real Sociedad, esteve algo incapaz e sem ideias, na segunda metade foi totalmente diferente. Fez uma série de boas investidas no último terço do terreno e foi um perigo à solta para a defesa eslovaca, que teve muitas dificuldades em saber lidar com ele. Os lances mais perigosos foram dele, e o bom passe para Quaison, fez Dubravka cometer falta e conceder penálti para a Suécia.

O FORA DE JOGO

Marcus Berg – Esteve muito apagado durante todo o jogo e não procurou o espaço como o seu colega Isak. O estilo de jogo adotado pela sua equipa também não lhe favorecia e acabou por ser penalizado. Com a entrada de Quaison, a equipa ganhou outra alma.

 

ANÁLISE TÁTICA – SUÉCIA

A formação sueca alinhou num expectável 4-4-2, com Berg e Isak a serem os elementos mais adiantados no terreno. Não houve alterações no onze inicial, relativamente ao jogo passado, contra a Espanha. Forsberg na esquerda e Larsson na direita, esperavam obter mais espaço para brilhar, visto que foi uma tarefa difícil no jogo contra a seleção espanhola. Isak foi a peça chave da equipa.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Robin Olsen (6)

Mikael Lustig (6)

Victor Lindelof (6)

Marcus Danielsson (6)

Ludwig Augustinsson (6)

Sebastian Larsson(C) (6)

Albin Ekdal (6)

Kristoffer Olsson (5)

Emil Forsberg (6)

Marcus Berg (5)

Alexander Isak (7)

 SUBS UTILIZADOS

Robin Quaison (6)

Viktor Claesson (5)

Gustav Svensson (-)

Pierre Bengtsson (-)

Emil Krafth (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – ESLOVÁQUIA

Os eslovacos apresentaram-se num 4-2-3-1. Marek Hamsik a ser o homem referência desta equipa, a jogar na posição 10, atrás do homem mais adiantado, Duda. Relativamente a alterações no onze, Štefan Tarkovič, fez duas mexidas, com as entradas de Martin Koscelník e Patrik Hrosovsky na equipa inicial, substituindo Lukas Haraslin e Jakub Hromada. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Martin Dubravka (6)

Peter Pekarik (5)

Lubomír Satka (6)

Milan Skriniar (6)

Tomás Hubocan (6)

Patrik Hrosovsky (5)

Juraj Kucka (6)

Martin Koscelník (6)

(C) Marek Hamsik (6)

Robert Mak (6)

Ondrej Duda (6)

SUBS UTILIZADOS

Lukás Haraslín (5)

Lászlo Bénes (5)

Vladimír Weiss (5)

David Hancko (-)

Michal Duris (-)

SL Benfica | 5 razões para o fracasso da época

0

A época de 2020/2021 não foi das melhores para o SL Benfica, bem pelo contrário. Depois do avultado investimento, era expectável que as águias obtivessem resultados bastante positivos, mas nada disso aconteceu.

Primeiro, falharam o acesso à UEFA Champions League, depois perderam a Supertaça Cândido de Oliveira e de seguida a Taça da Liga. Para além disso, a participação na UEFA Europa League também ficou pelo caminho e, para terminar, perderam a Taça de Portugal.

Taças e competições internacionais à parte, o panorama na Primeira Liga também foi um dos piores dos últimos anos. Os encarnados terminaram a época em terceiro lugar e, para um clube como o SL Benfica, um terceiro lugar não chega, bem pelo contrário.

Tal como disse Sven-Göran Eriksson “O segundo lugar não existe. Se não vencermos com o SL Benfica é um fracasso”, e a verdade é que esta época foi um autêntico fracasso. Decidi. então, eleger cinco razões que justificam esse péssimo desempenho.

AFC Norte: Comprar, manter ou vender stock? | NFL

0

Espero que esteja tudo bem desse lado. Hoje, estamos aqui para investir (ou não) no “mercado da bolsa” da NFL.

Com base nos acontecimentos da época passada e desta pré-temporada, principalmente na free agency devido à incerteza dos jogadores que são escolhidos no Draft, darei a minha opinião em relação ao futuro de todas as equipas para saberem em quem devem investir o vosso tempo.

Irei: “comprar” se achar que esta equipa irá melhorar em relação ao ano passado ou se está numa fase ascendente no ciclo da NFL; “manter” se achar que será uma época muito semelhante à anterior ou se tiver algumas desconfianças em certos aspetos; “vender” se achar que a época será abaixo das expectativas ou se estiverem na fase descendente do franchise.

Mesmo assim, aconselho a acompanharem todos os acontecimentos da liga, pois a magia da NFL é haver motivos para acompanhar quase todos os jogos, e jogadores espetaculares em todas as equipas.

No artigo de hoje falaremos da AFC Norte, uma das divisões mais competitivas da liga, e que no ano passado levou três equipas aos playoffs. Após anos de domínio dos Steelers e dos Ravens poderemos estar a assistir a um novo ciclo de dominância.

Foto de capa: Baltimore Ravens

Os 5 melhores momentos de Sergio Ramos no Real Madrid CF

Sergio Ramos Garcia, nasceu a trinta de março de 1986, em Sevilha, cidade que o viu a dar os primeiros passos como jogador de futebol. Porém, foi em Madrid, cidade para a qual se mudou com apenas 19 anos, que encontrou a sua casa e onde venceu praticamente tudo o que havia para ganhar no futebol.

Ramos é, indubitavelmente, ostentador de um dos palmarés mais invejáveis do mundo, tanto a nível de clubes como ao serviço da sua seleção. Só ao serviço do Real Madrid CF venceu, cinco campeonatos espanhóis, duas Taças do Rei, quatro Supertaças de Espanha, quatro Ligas dos Campeões, três Supertaças Europeias e quatro Campeonatos do Mundo de Clubes.

Dezasseis épocas e vinte e dois títulos depois de ter chegado aos merengues, o central espanhol vai abandonar o clube que o viu tornar-se num dos melhores e mais regulares defesas da sua geração e, para muitos, um dos melhores da história do desporto rei.

Em jeito de homenagem, seguem os cinco melhores momentos de Sergio Ramos no Real Madrid.