Mais uma semana e mais um nome apontado ao meio-campo do SL Benfica. Desta vez, a imprensa portuguesa e francesa avançam que é Steven Nzonzi quem poderá ser reforço de Jorge Jesus para a próxima temporada.
Nomes como Al Musrati, Basic, Gérson, Ugarte e agora Nzonzi já foram ou são ainda possibilidades em cima da mesa para reforçar o setor mais débil dos encarnados, as posições ‘6’ e ‘8’.
O médio da AS Roma esteve emprestado ao Stade Rennais FC desde janeiro de 2020 e disputou 46 jogos pelo emblema francês. Prestes a regressar à capital italiana e ainda com um ano de contrato por cumprir, José Mourinho já fez saber que não conta com o médio para os seus planos.
Nzonzi tem 32 anos, 1,96m e um valor de mercado a rondar os oito milhões de euros, segundo o transfermarkt.pt. A sua posição mais capaz é a de médio-defensivo, mas atua também mais à frente na posição de ‘8’.
Com uma estatura física invejável, uma experiência como poucos – passou por clubes como Sevilla FC, AS Roma e Galatasaray SK – e uma capacidade de “choque” em falta no plantel da Luz, é inegável que o francês seria uma mais valia no plantel encarnado. A questão dos adeptos do SL Benfica prende-se nos valores que o seu clube está disposto a dar por um jogador que festeja o 33º aniversário em dezembro e que aufere um salário na ordem dos três milhões de euros líquidos por ano.
Steven Nzonzi marcou um golo e fez uma assistência pelo Stade Rennais FC na temporada 2020/2021. Fonte: Stade Rennais FC
Com Julian Weigl no plantel, Nzonzi não teria muito espaço de manobra no onze de Jorge Jesus, mas caso o alemão se transfira para outro clube, o francês assumiria de imediato a posição deixada em aberto. Reforçar ainda que Florentino regressa do seu empréstimo ao AS Monaco e vai entrar nos planos do técnico português, pelo menos na pré-temporada.
Mas quais são as principais diferenças entre Nzonzi e Weigl? Para começar, o alemão é um jogador relativamente novo, mais “apetecível” no mercado e com evolução desportiva e financeira. Além disso, o ex-Borussia Dortmund traz mais presença e ajuda ao setor defensivo, algo que Nzonzi não apresenta.
Ainda, Weigl tem um timing de antecipação e desarme muito mais apurado do que o francês. Em sentido contrário, o jogador da AS Roma é dono e senhor do jogo aéreo e faz valer o seu 1,96m para “limpar” tudo o que for lances pelo ar na zona do meio-campo ou em bolas paradas. Acrescentar que Nzonzi é mais ofensivo do que Weigl e por isso maior parte dos seus passes são destinados para o meio-campo ofensivo.
Nos últimos dias tinha sido noticiado o possível interesse do Stade Rennais FC em assegurar o médio francês a título definitivo, mas a qualificação para a Conference League e o elevado encargo salarial “deitaram por terra” esse interesse.
O SL Benfica tem agora uma boa oportunidade para avançar para a sua contratação até pelo bom relacionamento que os dirigentes encarnados têm com José Mourinho e com Tiago Pinto, atual diretor desportivo do emblema giallorossi.
Com a abertura do mercado de verão, muito se tem falado na possibilidade de João Moutinho regressar ao FC Porto. Não é a primeira vez, que, por estas alturas, o seu nome é associado ao clube onde foi feliz de 2010 a 2013, e apesar do jogador já ter admitido que um dia adoraria voltar, tal nunca aconteceu. No seio dos adeptos a ânsia torna-se cada vez maior, o mar azul, mal pode esperar por voltar a ver o internacional português a destilar magia no relvado do Dragão.
João Moutinho, atualmente com 34 anos, vai entrar no último ano de contrato com o Wolverhampton Wanderers e, nesta fase, o futuro é uma incógnita. As notícias apontam que os “Wolves” não colocam qualquer entrave na saída do jogador e Moutinho está disposto a baixar o salário, vendo com bons olhos o regresso à invicta. Tudo indica que a bola está do lado do FC Porto e de Sérgio Conceição no que toca a levar o negócio a bom porto.
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
O camisola oito da seleção nacional, apesar da idade, continua a ser dos médios com mais classe e qualidade no toque de bola. É, sem sombra para dúvidas, um centro campista completo, um box to box, com uma visão de jogo fora de série. Seja em tarefas defensivas ou em missões ofensivas, a equipa sabe que pode contar com ele e os adversários que se cuidem, é que a qualquer momento, pode ser desenhado um lance de génio com destino à baliza.
Numa altura em que o interesse em Sérgio Oliveira tem vindo a crescer, parece estar aqui o substituto ideal para colmatar essa perda no xadrez de Sérgio Conceição.
Na última temporada, João Moutinho contou com 33 jogos realizados, nos quais apontou um golo, e esse mesmo, valeu-lhe o prémio de golo do ano do clube.
No Dragão deixou um legado de impor respeito, conta com três Campeonatos Nacionais, uma Taça de Portugal, três Supertaças de Portugal e uma Liga Europa. Com um palmarés destes qual é o adepto portista que não anseia por mais páginas de glória, neste grande livro de sucessos?
“Uma única forma de entender o Futebol” é o mote para a candidatura ibérica ao Mundial de 2030. E, de facto, falar de futebol é também falar de Portugal e Espanha. O sucesso de ambos os países parece ser o porta-estandarte para uma parceria que tem tudo para dar certo. São alguns os fatores que nos levam acreditar que teremos por perto a festa do Futebol num dos seus expoentes máximos. Ora vejamos.
Portugal e Espanha, como se dá conta no vídeo promocional, têm partilhado algum protagonismo no que a fortes figuras do futebol diz respeito. Villa, Futre, Figo, Luis Enrique e Fernando Santos deram voz a este desejo, mas certamente que outras estrelas ibéricas vão ter um peso fundamental para que o Mundial 2030 venha para a Península.
Se a estes rostos juntarmos as conquistas, a receita parece estar consumada. Campeões da Europa em 2008, 2012 e 2016 e o campeão do Mundo de 2010, os países ibéricos venceram quatro das últimas seis grandes competições a nível de seleções. Belo cartão de visita.
O sucesso dentro de campo transpõe-se também para fora de jogo. Portugal e Espanha têm sido casa de eventos como finais de Liga dos Campeões, e no caso de Portugal recordamos bem a Liga da Nações e, também, não tão bem, o Euro 2004. A nível de condições e infraestruturas, assim como capacidade organizativa, os irmãos ibéricos parecem na frente em comparação com outras candidaturas já conhecidas.
🤝 España y Portugal sellan el compromiso para optar a la organización del Mundial 2030.
“Nuestro éxito será el éxito de FIFA”, ha afirmado Luis Rubiales ante la presencia en Madrid de los Jefes de Estado y de Gobierno de ambas naciones.
Se em 2022 o Mundial vai ser no Catar, na Ásia, em 2026 vai ser jogado no México, Estados Unidos da América e Canadá, ou seja, na América. Isto leva-nos a perspetivar que um possível regresso do Campeonato do Mundo à Europa poderá ser bem visto pela FIFA.
Na corrida com Portugal podem estar alguns países africanos: Egipto, Argélia, Marrocos ou Camarões. Apesar de ser algo que ainda não está muito bem definido, pode ser uma candidatura forte e que ganha alento depois do sucesso do Mundial de 2010. Apesar de tudo, e por todas as valências, a candidatura ibérica parece-me mais robusta.
A primeira candidatura europeia foi feita por Bulgária, Grécia, Roménia e Sérvia, numa organização a quatro e que poderá ser a mais difícil concorrente. Na procura de reforçar também a capacidade dos quatro países a nível de recursos, esta candidatura europeia é uma opção forte, com uma história muito vincada.
Uruguai, Argentina, Chile e Paraguai é a candidatura das “Américas”, mas que, tendo em conta o local do Mundial de 2026, não me parece uma opção que possa ombrear com Portugal e Espanha. Por fim, o organizador do Mundial de 2002, a Coreia do Sul, apesar de não apresentar ainda uma proposta, procura parcerias para estabelecer o mundial na Ásia em 2030.
A CRÓNICA: PORSCHE DEITA TUDO A PERDER APÓS INFRACÇÃO TÉCNICA
À partida para o primeiro E-Prix do fim de semana em Puebla, México, os líderes do campeonato viam-se atirados para a segunda metade da grelha após mais uma sessão de qualificação animada e imprevisível.
Pascal Wehrlein (Porsche) batia Oliver Rowland (Nissan) e Jake Dennis (BMW) por meros 99 milésimos de segundo, somando assim a sua primeira “Super Pole” desta temporada e mais quatro pontos para a contabilidade do campeonato.
O arranque via Wehrlein manter a liderança, enquanto Rowland caía de 2.º para 14.º e Nick Cassidy (Envision) trazia para pista o “Safety Car” após um embate forte com o muro. Boas partidas para os dois Jaguar de Sam Bird e Mitch Evans, e ainda para António Félix da Costa (DS Techeetah), todos eles subindo mais de três posições cada.
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) June 19, 2021
Recomeço de corrida tranquilo para Wehrlein, que aproveita para activar cedo o seu primeiro “Attack Mode”, com os BMW de Maxi Günther e Dennis nesta altura a fechar os lugares do pódio.
Ao perfil particularmente longo e por isso pouco convidativo da zona de ataque da pista de Puebla, juntava-se um pelotão ainda compacto e parcas oportunidades de utilização da velocidade de ponta adicional por ser um traçado relativamente técnico. Isto levava Günther, Edoardo Mortara (Venturi) e René Rast (Audi), todos no Top 10, a esperar pela passagem do primeiro terço da corrida para activar a injecção de energia suplementar.
Durante este período, dificuldades para Félix da Costa e Nyck de Vries (Mercedes), com o português a falhar a sua primeira activação por centímetros e perdendo posições no processo, e o holandês a cair para 18.º após ser abalroado pelo Envision conduzido pelo então líder do campeonato Robin Frijns (que seria penalizado).
Problemas para o colega de equipa de Félix da Costa, Jean-Éric Vergne, à entrada da segunda metade da corrida, levando um “encosto” de Alexander Sims (Mahindra) logo após a activação do seu “Attack Mode” e descendo às boxes com danos terminais no seu DS Techeetah. Wehrlein ia seguindo em primeiro, ainda mais confortável após a segunda passagem, mais uma vez antecipada, pela zona de ataque.
Novo acidente a 18 minutos do final e novamente na mesma secção da pista, desta feita com Bird a sofrer contacto forte por parte de Alex Lynn (Mahindra), que alarga em demasia a trajectória e empurra Bird para o muro. Abandono para o britânico da Jaguar e de novo o Safety Car conduzido pelo português Bruno Correia entrava em pista.
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) June 19, 2021
Segundo recomeço tranquilo para a grande maioria dos pilotos e com 12 minutos de corrida por disputar. Wehrlein ia solidificando a vantagem na frente da corrida, colocando perto de dois segundos de distância entre si e o BMW de Dennis, enquanto Félix da Costa utilizava o seu costumeiro “Fan Boost” para ultrapassar o antigo colega de equipa Sims e subir a 8.º.
Pouco depois, potencial balde de água fria para Wehrlein, com a chegada da informação de uma investigação aos dois Porsche e aos dois Nissan por uma infracção técnica.
A abrir os últimos cinco minutos de corrida, grande ultrapassagem de Mortara a Günther pelo segundo lugar, enquanto os últimos “Attack Modes” (de Dennis e Evans) iam sendo activados.
Günther mostrava dificuldades, defendendo-se dos ataques de Félix da Costa e Dennis, e Rowland entrava nas boxes para abandonar e colocar fim numa corrida muito atribulada. Já perto do final, Lucas di Grassi, que ia fazendo até então uma corrida muito segura mas à margem dos holofotes, passa Mortara para subir, agora ele, ao 2.º posto, e Rast aproveita o convite e passa também Mortara logo de seguida.
Ainda antes do fim da corrida, acidente para Günther que o atira para fora dos lugares pontuáveis e horror para Wehrlein, o primeiro a ver a bandeira de xadrez!
Desqualificação por infracção técnica para os dois carros da Porsche e da Nissan. Um volte-face dramático com consequências nefastas para Wehrlein, que havia dominado a corrida de princípio ao fim, mas felizes para o veterano Lucas di Grassi, que volta a vencer após mais de uma época de jejum.
Júbilo também para o seu colega de equipa René Rast, que junta ao degrau intermédio do pódio a volta mais rápida da corrida, e para o chefe de equipa Allan McNish, que vê a Audi conseguir um 1-2 em mais um E-Prix de atrito e resultado imprevisível.
— ABB FIA Formula E World Championship (@FIAFormulaE) June 19, 2021
A primeira corrida de Puebla deixa Robin Frijns ainda no comando do campeonato de pilotos com 62 pontos, agora seguido de perto por António Félix da Costa, com 60 – quatro pontos apenas separam o Top 5!
Igualmente competitivo está o campeonato de construtores, que a Mercedes lidera com 113 pontos, mas agora muito pressionada pela Jaguar (107) e a DS Techeetah (106). A juntar a tudo isto, di Grassi torna-se assim o sétimo vencedor diferente em oito corridas disputadas nesta sétima temporada da Fórmula E, confirmando a imprevisibilidade desta ainda jovem modalidade do desporto automóvel.
Estão lançados, portanto, os ingredientes para um segundo E-Prix igualmente emocionante no traçado de Puebla, que tem início marcado para as 22 horas de Domingo (Portugal continental).
A CRÓNICA: POSSE DE BOLA NÃO PODE SER TUDO PARA A SELEÇÃO ESPANHOLA
A última partida do dia oferecia-nos um Espanha – Polónia, jogo da segunda jornada do Grupo E, disputado em Sevilha, no Olímpico de la Cartuja. Em 10 encontros entre as duas seleções, a Espanha levava a melhor com oito triunfos e apenas uma derrota.
Ambas as equipas começaram mal o Campeonato da Europa, a Espanha não foi além de um empate com a Suécia (0-0), enquanto a Polónia foi derrotada pela seleção eslovaca (1-2).
A Espanha começou por cima no jogo, a encostar a Polónia atrás, através de várias investidas pelas alas. O lado direito foi o mais explorado, com Gerard Moreno e Marcos Llorente muito ligados ao ataque.
Aos 25 minutos, jogada na direita de Gerard Moreno, que puxa para dentro e de pé esquerdo cruzava para Álvaro Morata encostar para dentro das redes de Szczesny. O árbitro italiano Daniele Orsato ainda foi confirmar no vídeo-árbitro, mas estava desfeita a igualdade. Morata marcava o seu 4.º golo em Campeonatos da Europa, o seu primeiro nesta edição.
Aos 33 minutos, Dani Olmo numa incursão rápida pelo meio, acaba por ser travado em falta pelo central Glik, mesmo à entrada da área polaca. Gerard Moreno assumiu o livre frontal e por muito pouco que não era o segundo, com a bola a passar ligeiramente ao lado do poste esquerdo.
A resposta da Polónia era dada de imediato, passados dois minutos. Lewandowski cruzava na direita e Swiderski aparecia na pequena área, atirando um pouco por cima do guardião Unai Simón. Era o momento mais perigoso da Polónia.
A fechar a primeira parte, aos 42 minutos, Karol Swiderski aproveitava o espaço aberto pela defesa da Espanha e atirava de longe, com a bola a embater com estrondo no poste esquerdo de Simón. Na recarga, Lewandowski não conseguia aproveitar, com um remate defensável para Simón afastar para canto. Moreno ainda teve uma boa oportunidade para finalizar uma jogada proveniente do flanco esquerdo, mas desviou às malhas laterais.
Uma primeira parte com domínio da Espanha até ao momento do golo de Morata. Depois disso, a Polónia respondeu e até teve duas ou trÊs oportunidades flagrantes que não conseguiu concretizar.
Aos 54 minutos, Robert Lewandowski empatava a partida, ao conseguir superiorizar-se a Laporte, com um grande cabeceamento. O cruzamento foi feito na direita, por intermédio de Kamil Jozwiak, e levava as medidas corretas para o avançado do Bayern finalizar na perfeição e empatar a partida.
Aos 56 minutos, Moder pisava Gerard Moreno e era assinalada grande penalidade. O próprio Moreno assumiu a conversão do penálti e atirou ao poste. Esta falha dos espanhóis animou os polacos e causava muito nervosismo para a “La Roja”.
Os comandados de Luís Enrique bem tentavam, mas não estava fácil ultrapassar a muralha defensiva da Polónia. Glik comandava as operações na defesa. Com 73 minutos decorridos, Llorente cruza na direita para a cabeça de Ferrán Torres, mas este a atirar ao lado. O avançado de 21 anos do Manchester City tinha espaço para fazer melhor. A seis minutos do fim, confusão na área polaca, após um cruzamento de Jordi Alba, o guardião da Polónia a conseguir fazer a mancha ao remate de Morata, com a bola a sobrar para Ferrán Torres que atirava por cima.
A Espanha conseguia construir jogo, mas o último passe raramente era bom. A defesa da Polónia esteve sempre muito sólida e tinha de haver mais engenho no último terço do terreno por parte dos espanhóis. Saía do banco Oyarzabal, para o lugar de Morata, quando faltavam apenas quatro minutos para o fim. Era a última tentativa de Luís Enrique, de refrescar as unidades no ataque.
Até ao apito final, a Espanha tentava bombear a bola para a área polaca, mas sempre com pouco critério. Era mais coração e menos cabeça. Os polacos tiveram sempre firmes na defesa e apostaram num jogo direto que acabou por resultar. Se tivessem sido mais eficazes, até poderiam ter vencido a partida. Os 70% de posse de bola dos espanhóis não se revelaram em golos e, parece mesmo, que faltam ideias na frente de ataque. Morata acabou por calar alguns críticos com um golo, mas pouco mais conseguiu fazer. Moreno até esteve bem na primeira parte, mas na segunda metade caiu de rendimento. Do banco não saíram ideias novas.
Este ponto fica a saber a pouco para a Espanha, mas é importante para as aspirações dos polacos. A seleção espanhola continua a desiludir e a revelar vários problemas no último terço do terreno, com várias falhas na finalização e no último passe.
A FIGURA
⏰ RESULT ⏰
🇪🇸🆚🇵🇱 Spain and Poland share the points in Seville
⚽️ Morata scores his 20th goal for La Roja
👏 Lewandowski heads Poland level
🚫 Gerard Moreno hits post with penalty
Robert Lewandowski – O comandante das operações acabou por marcar o golo do empate e ajudou a criar os lances mais perigosos da Polónia. Correu e ajudou muito no processo defensivo, notando-se que queria fazer mais. O ponto conquistado permite manter as esperanças de passagem à próxima fase.
O FORA DE JOGO
Merecimos más. Vamos a seguir luchando, todos juntos.
Comenzando con el partido del sábado contra Polonia.
¡Vamos España! 🇪🇸⚽️💪🏼#EURO2020pic.twitter.com/N76vZlTig0
Dani Olmo – Esteve muito aquém do expectável. Fez algumas incursões pela esquerda na primeira parte, mas faltou a sua magia nos pés. Foi o primeiro a sair da seleção espanhola, para dar lugar a Ferrán Torres, aos 61 minutos.
ANÁLISE TÁTICA – ESPANHA
A seleção espanhola alinhou num 4-3-3. Relativamente ao último jogo, Luís Enrique proporcionava a saída de Ferrán Torres para a entrada de Gerard Moreno no onze. A dupla de ataque parecia que ia resultar na primeira parte, mas depressa se percebeu que faltavam ideias. Um jogo marcado pelos 70% de posse de bola, que não se traduziram em nada. Muitos passes, pouca eficácia.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Unai Simón (6)
Marcos Llorente (7)
Pau Torres (6)
Aymeric Laporte (6)
Jordi Alba(C) (7)
Rodri Hernández (6)
Koke (6)
Pedri González (6)
Gerard Moreno (6)
Álvaro Morata (6)
Dani Olmo (5)
SUBS UTILIZADOS
Ferrán Torres (5)
Fabián Ruiz (5)
Pablo Sarabia (-)
Mikel Oyarzabal (-)
ANÁLISE TÁTICA – POLÓNIA
A disposição tática da Polónia foi assente num 3-4-2-1, com Lewandowski a ser o homem-alvo na frente. Paulo Sousa apresentou algumas alterações, com três saídas, Rybus, Krychowiak (expulso no jogo anteriore) e Linetty não constaram no onze inicial, para as entradas de Swiderski, Puchacz e Jakub Moder.
Karol Swiderski foi dos mais inconformados, e teve as melhores chances de golo na primeira parte para a equipa polaca. A equipa teve sempre as suas linhas muito unidas e compactas, apostando no pragmatismo e num estilo de jogo com passes diretos.
A CRÓNICA: OBJETIVIDADE OFENSIVA GARANTE VITÓRIA DEMOLIDORA
No encontro da segunda jornada do grupo F do Euro 2020, que opôs duas seleções candidatas a vencer o troféu, a Alemanha saiu vitoriosa, conseguindo conquistar os seus primeiros pontos na presente edição da competição. A partida foi disputada em solo alemão, no estádio Allianz Arena, e ampliou a desvantagem histórica de Portugal frente à “Mannschaft”, seleção que não vence desde 2000.
A Alemanha entrou de forma dominadora, e logo ao quinto minuto de jogo, Gosens bateu Rui Patrício, mas o golo acabou por ser anulado com recurso ao vídeo árbitro. Contra a corrente de jogo, ao minuto 15, num contra-ataque exemplar, Bernardo Silva descobriu Jota no interior da área adversária, que assistiu Cristiano Ronaldo para inaugurar o marcador perante uma baliza deserta.
Mesmo em desvantagem no marcador Alemanha continuou a controlar a partida, e ao minuto 35, a seleção que jogou em casa chegou ao empate. O ala esquerdo Gosens rematou cruzado, e após o esférico embater em Rúben Dias, acabou no fundo das redes portuguesas. Quatro minutos depois, a “Mannschaft” concretizou a reviravolta no marcador, novamente através de um autogolo, desta vez por intermédio de Raphaël Guerreiro.
Na entrada para o segundo tempo, Portugal entrou com mais intensidade, à procura de equilibrar a partida, mas foi mesmo a Alemanha a ampliar a vantagem no marcador ao minuto 50. Gosens apareceu sozinho sobre o lado esquerdo do seu ataque, e assistiu Havertz para o terceiro golo germânico.
À passagem da hora de jogo, Kimmich assistiu Gosens para o quatro a um no marcador, com o resultado a adquirir proporções de goleada. Ao minuto 67, a “Seleção das Quinas” diminuiu a desvantagem para dois golos, por intermédio de Diogo Jota, com assistência do capitão Cristiano Ronaldo, num lance de bola parada. Já dentro dos 15 minutos finais, Renato Sanches tentou marcar “à lei da bomba”, mas a bola acabou por embater com estrondo no poste direito da baliza defendida por Neuer.
Apesar da insistência de Portugal, o resultado manteve-se em quatro bolas a duas até ao final do encontro, com a vitória a sorrir à seleção germânica. Com este resultado, a “Seleção das Quinas” ocupa a terceira posição do grupo F, com três pontos conquistados. O terceiro e último jogo da fase de grupos será no próximo dia 23, frente à campeã do mundo França.
Robin Gosens – Foi da sua autoria o remate cruzado que desviou em Rúben Dias e empatou a partida, e esteve também envolvido na jogada do golo da reviralvolta. Foi dos seus pés que saiu a assistência para o golo de Havertz, e apontou o quarto golo da “Mannschaft” de cabeça.
O ala esquerdo da seleção germânica realizou uma exibição absolutamente incrível, apesar de ter jogado apenas cerca de 60 minutos. Esteve exemplar, não só pela participação em todos os golos da sua equipa, mas também pela forma como desequilibrou a defensiva portuguesa.
Nélson Semedo – O lateral direito português realizou uma exibição infeliz, devido às muitas fragilidades defensivas que demonstrou, principalmente na cobertura a Gosens. Semedo também não foi capaz de apoiar devidamente os movimentos ofensivos da “Seleção das Quinas”, estando sempre muito condicionado pelas ações defensivas adversárias. É de realçar que três dos quatro golos germânicos surgiram diretamente do seu corredor.
ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL
A “Seleção das Quinas” apresentou-se num esquema tático de 4-2-3-1, com Fernando Santos a repetir o “onze” inicial que alcançou a vitória frente à Hungria. No momento defensivo, esta formação alterava-se para 4-4-2, co Bruno Fernandes a subir no terreno para apoiar Cristiano Ronaldo.
Na defesa, Rúben Dias e Pepe foram ocuparam o corredor central, acompanhados por Nélson Semedo e Guerreiro nas laterais. No miolo do terreno, William Carvalho e Danilo Pereira formaram um “duplo pivot”, com Bruno Fernandes a atuar como médio mais ofensivo. Os extremos, Bernardo Silva sobre a direita, e Jota a atuar a partir da ala esquerda, conferiam apoio a Ronaldo através dos seus movimentos para zonas interiores do terreno.
Preferencialmente, Portugal procurava atacar através de contra-ataques rápidos, não só para aproveitar a mobilidade e objetividade da frente de ataque, mas também para explorar os erros no posicionamento defensivo da “Mannschaft”. Na segunda parte, devido à desvantagem no marcador, a seleção portuguesa subiu as suas linhas, tendo de criar jogadas de ataque organizado.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Rui Patrício (6)
Nélson Semedo (4)
Pepe (6)
Rúben Dias (6)
Raphaël Guerreiro (5)
Danilo Pereira (6)
William Carvalho (5)
Bernardo Silva (5)
Bruno Fernandes (5)
Diogo Jota (6)
Cristiano Ronaldo (7)
SUBS UTILIZADOS
Renato Sanches (6)
Rafa Silva (5)
João Moutinho (6)
André Silva (-)
ANÁLISE TÁTICA – ALEMANHA
A “Mannschaft”, orientada pelo experiente técnico Joachim Löw alinhou num 3-4-2-1, repetindo também o “onze” titular utilizado frente à seleção gaulesa. A defesa foi formada por Ginter, sobre a direita, Hummels como central do corredor central, e Rüdiger descaído para a esquerda.
Na linha de meio-campo, Kroos e Gündoğan formaram a dupla de médios centro, apoiados por Kimmich, que atuou a partir do lado direito do terreno de jogo. Na ala esquerda, Gosens realizou todo o corredor, com liberdade nas incursões ofensivas devido à linha composta por três defesas centrais.
A frente de ataque conferiu bastante mobilidade, sem nenhum ponta de lança de referência. Gnabry preferencialmente colocava-se no corredor central, realizando trocas constantes com os dois homens no apoio, Müller e Havertz. Devido à sua capacidade em gerir a posse de bola, e também ao recuo das linhas defensivas portuguesas, a Alemanha atacou maioritariamente através de movimentos organizados.
A CRÓNICA: A HUNGRIA OBRIGOU A FRANÇA A ARRUMAR A FIOLA NO SACO
O Puskás Arena, em Budapeste, voltou a encher, desta feita para um encontro entre duas seleções em situações bem distintas. A jogar mais uma vez em casa, a Hungria vinha de uma derrota na primeira jornada do EURO 2020 frente a Portugal (0-3). No entanto, a França vinha motivada depois de uma vitória diante da Alemanha (0-1) na cidade de Munique.
Antes do apito inicial, o favoritismo dos gauleses foi sempre inegável, mas a Hungria tentou aproveitar a pouca pressão que tinham. Depois de uma fase de atrevimento húngaro, os franceses puxaram pelas rédeas da partida, mas, apesar das boas oportunidades, não conseguiram abrir o marcador.
Pelo contrário, quando já todos estavam a pensar no nulo ao intervalo, aconteceu o impensável. Depois de uma série de erros da defesa francesa, Attila Fiola ganhou a frente a Benjamin Pavard e a Raphael Varane e só parou para festejar com os adeptos nas bancadas. A Hungria saiu para os balneários a vencer por 1-0.
Depois da festa, a realidade bateu de frente com os sonhos dos húngaros. Aos 66 minutos, Antoine Griezmann recebeu a bola que veio de um corte da defesa da Hungria e empatou o encontro. Contudo, quando muitos achavam que era o início da reviravolta, o resultado não sofreu alterações até aos últimos apitos do árbitro.
No final do jogo, o 1-1 foi o resultado que se fixou no placard. Quem assistiu apenas à festa dos húngaros, acharia que o resultado era um erro da produção, mas a surpresa e a exibição da Hungria mereceram uma festa dos adeptos, que têm a oportunidade de ver a seleção a jogar ao vivo numa fase final de uma competição como o EURO.
Péter Gulácsi – Não foi uma tarde onde foi chamado para intervir muitas vezes, mas quando foi preciso, esteve lá. No golo da França, foi traído pela má ação do defesa húngaro, mas foi a voz de comando e uma das figuras da Hungria no resultado histórico que conseguiram em Budapeste.
Setor defensivo da seleção francesa – Claramente o setor mais exposto à estratégia húngara. No golo de Fiola, Benjamin Pavard e, principalmente Raphael Varane, falharam num lance onde, na maior parte das vezes, são imperiais. Durante algumas partes da partida, a Hungria aproveitou as brechas nas costas da defesa francesa e criou perigo e fez soar alarmes no adversário.
ANÁLISE TÁTICA – HUNGRIA
Sendo a seleção teoricamente mais fraca do Grupo F, ninguém esperava que a Hungria desse luta. No entanto, esse mesmo sentimento ajudou a que os húngaros conseguissem fazer a chamada “gracinha” aos campeões do mundo. O selecionador apostou no mesmo sistema tático que utilizou frente a Portugal – 3-5-2. A única alteração no 11 titular foi a entrada de Loic Négo para o lugar de Gergő Lovrencsics.
Durante a partida, a Hungria surpreendeu com passes em profundidade para tentar encontrar a velocidade de Ádám Szalai – até sair por lesão. De alguns desses lances, surgiram bolas paradas que tentaram criar perigo na área francesa ou até cartões para, desde logo, condicionar a linha defensiva adversária.
Apesar de conseguir chegar ao último terço do campo, quase todo o jogo foi passado a defender. Depois do golo a fechar a primeira parte, a única tarefa era a de tentar travar a França. O talento individual do adversário tirou a vitória dos húngaros, mas a equipa da casa ainda conseguiu levar um ponto para tentar o apuramento para a próxima fase.
11 INICIAL E PONTUAÇÕES
Péter Gulácsi (8)
Endre Botka (6)
Willi Orbán (6)
Attila Szalai (6)
Attila Fiola (7)
András Schafer (6)
Ádam Nagy (6)
László Kleinheisler (7)
Loic Négo (5)
Ádám Szalai (6)
Roland Sallai (7)
SUBS UTILIZADOS
Nemanja Nikolics (5)
Tamás Cseri (5)
Gergő Lovrencsics (-)
ANÁLISE TÁTICA – FRANÇA
À semelhança de Marco Rossi, Didier Deschamps também manteve a mesma tática em relação à primeira partida na competição. Com Lucas Hernández no banco de suplentes, Lucas Digne foi a novidade no habitual 4-3-3 da seleção francesa. O tridente médio e ofensivo, depois de algumas ocasiões falhadas, perdeu o brilho e desiludiu perante uma defesa de menor nível.
Depois do golo contra a corrente do domínio francês, Deschamps mexeu sem medos. Ao retirar o médio Adrien Rabiot para colocar Ousmane Dembelé, notou-se prontamente uma reação dos gauleses. Contudo, esta não foi mesmo a tarde da seleção francesa, pois muitas das variadas estrelas mostraram que também são humanos e podem errar.
A ANTEVISÃO: É MAIS UMA BATALHA ENTRE «TOUROS» E «FLECHAS PRATEADAS»
Bem-vindos a mais um Grande Prémio. A Ronda 7 será disputada no Circuito Paul Ricard, em França, circuito este que já não se corria desde 2019, visto que o ano atípico de 2020 impediu que o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 voltasse a terras gaulesas.
Desta feita, Max Verstappen (Red Bull) é o homem que chega à pole position, conquistando, assim, a sua quinta pole position da carreira, com uma volta de 1.29.990. A seu lado, partirá Lewis Hamilton (Mercedes) e, para finalizar o pódio, Valtteri Bottas (Mercedes) assume o terceiro posto.
Com uma Q1 marcada pela bandeira vermelha de Yuki Tsunoda (AlphaTauri), o japonês nem teve tempo de marcar tempo, e assim, começará no último posto da grelha. Mesmo no final, a bandeira vermelha de Mick Schumacher (Haas) impediu Lance Stroll (Aston Martin) de completar a volta, pelo que o piloto alemão «conquista» a sua primeira passagem à Q2, mas sem sucesso de lhe fazer justiça.
Assim, cinco equipas deixam cinco pilotos por passar à Q2, sendo estas a Williams (Latifi); Alfa Romeo (Raikkonen); Haas (Mazepin); Aston Martin (Stroll) e AlphaTauri (Tsunoda).
Na Q2, foi a vez de Esteban Ocon (Alpine), Sebastian Vettel (Aston Martin), Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo) e George Russell (Williams) de ficar pela segunda sessão de qualificação, numa sessão marcada por, lá está, a presença «fantasma» de Mick Schumacher (Haas) na tabela.
Por fim, tivemos uma Q3 marcada pelo regresso de Daniel Ricciardo (McLaren), ele que não tinha assegurado essa passagem em Baku, mas apenas consegue o décimo lugar.
No que toca ao resto da grelha, Sergio Pérez assegura o quarto lugar, com Carlos Sainz (Ferrari) a sair atrás do mexicano. Pierre Gasly (AlphaTauri) faz uma volta digna de um sexto lugar, e Charles Leclerc (Ferrari) encontra-se em sétimo lugar. Concluindo, Lando Norris (McLaren) garante o oitavo posto, e Fernando Alonso sairá atrás do piloto britânico, no nono lugar da grelha.
Poderá constar-se um domínio da Mercedes em Paul Ricard, visto que a equipa alemã venceu as duas últimas corridas desde o seu regresso no calendário em 2018. Porém, este ano, é Max Verstappen quem detém a pole, e após o sucedido em Baku, o piloto holandês tem fome de vencer, e poderá alimentar a luta entre os «touros» e as «flechas prateadas».
No entanto, para além disto, há um fator importante a ter em conta, que é a vasta possibilidade de chuva no horário da corrida. Se assim for, tudo poderá mudar, tudo dependerá da estratégia das equipas, e, seja dito, que vença a melhor.
A equipa de voleibol masculino do SL Benfica sagrou-se bicampeã nacional nesta temporada de 2020/2021 e, sendo a modalidade melhor gerida dos encarnados, já começou a preparar a próxima época, tendo já várias mexidas anunciadas, para além do facto de já terem anunciado a participação na Champions na próxima época.
Nos últimos anos, uma das questões que os benfiquistas que acompanham a modalidade mais têm colocado é quando é que a equipa ia ser renovada, visto que o plantel era maioritariamente constituído por jogadores com mais de 35 anos. No entanto, apesar da idade avançada, estes continuavam a estar entre os melhores a nível nacional nas respetivas posições.
O voleibol é um dos desportos coletivos onde há uma maior longevidade, visto que se trata de uma modalidade que não envolve confronto físico. Para além disso, é um desporto onde a criação de dinâmicas e rotinas é um fator fundamental para definir o sucesso de uma equipa, o que significa que uma súbita revolução no plantel iria quebrar fortemente essas dinâmicas.
Agindo de forma atempada e assertiva, o voleibol do SL Benfica tem conseguido fazer uma renovação gradual do plantel, segurando ao máximo a estrutura-base da equipa. E nesse sentido, creio que as mexidas já anunciadas no plantel foram muito bem feitas.
Na posição de distribuidor, a saída de Nuno Pinheiro foi a primeira a ser anunciada. O jogador de 36 anos fez carreira ao mais alto nível em países como a Itália, Bélgica e França. No entanto, nunca teve a influência que se esperava na Luz, muito por “culpa” de se cruzar com um Tiago Violas no auge da sua carreira.
Tiago Violas esteve em bom plano ao serviço do SL Benfica Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede
Para o seu lugar seria contratado Bernardo Westermann ao Uberlândia, um distribuidor brasileiro de 23 anos, internacional sub-21 pela Canarinha. Será claramente uma aposta para a rotação da equipa, podendo mostrar mais capacidades no serviço e no bloco, aspetos onde Tiago Violas não é tão forte.
Na posição de zona 4 seria anunciada a saída de Afonso Guerreiro. O internacional português nunca passou do estatuto de jogador de rotação nas águias e será substituído pelo brasileiro Paolo Natan. Este ponta de 23 anos chega da equipa francesa do Tours, tendo já competido na Champions. Dos reforços anunciados, é, a meu entender, aquele que aparenta ter maior margem de progressão.
Na posição de central, o jovem Miguel Sonfrónio foi emprestado ao Leixões, de modo a evoluir como jogador e ganhar experiência na Primeira Divisão. Para o seu lugar veio o também brasileiro Lucas França. Trata-se de um regresso a Portugal, visto que este central de 24 anos e 2,09m de altura representou o Castelo da Maia em 18/19, tendo também já trabalhado com Marcel Matz no Volei Canoas.
Théo Lopes está de saída do SL Benfica Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede
Na posição de oposto, a saída de Théo Lopes acaba por ser a que terá mais peso na equipa. Apesar de ter realizado uma época irregular, o internacional brasileiro foi decisivo na conquista dos últimos dois campeonatos, sendo daqueles jogadores que se galvanizava nos grandes jogos.
Para o seu lugar seria contratado o internacional finlandês Aaro Nikula. Vindo do VaLePa Sastamala, este oposto de 22 anos sobressai pela sua altura (2,12m), sendo que também já competiu na Champions.
Portanto, sem perder as pedras basilares da equipa, o voleibol do SL Benfica contratou quatro jogadores entre os 22-24 anos, de modo a começar a preparar a sucessão de alguns dos jogadores de idade mais avançada. Com estas mexidas, a espinha dorsal da equipa não será muito afetada e os encarnados têm tudo para partir como favorito para a nova época.
Ainda faltam cerca de duas semanas para a reabertura do mercado de transferências, mas os rumores começaram assim que a época desportiva terminou. Normalmente, os clubes portugueses não costumam sair do mesmo registo. Optam pelo mercado nacional, mais barato, ou aventuram-se pelo mercado sul-americano, onde há sempre jogadores muito talentosos e promissores. No entanto, existe também imenso talento escondido em países com menos tradição no futebol, nomeadamente na Ásia. Porque não olhar para os mercados emergentes?
Deixo aqui uma lista com cinco possíveis reforços para o Sporting CP, de posições variadas, desde a defesa até ao ataque, sendo que qualquer um deles possui um valor de mercado acessível para a realidade do clube leonino e que poderiam ser mais-valias para a equipa de Rúben Amorim.