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Gonçalo Inácio: o futuro central do futebol português | Sporting CP

Gonçalo Inácio conquistou a titularidade na equipa principal do Sporting Clube de Portugal, sendo um dos jovens em evidência. O jogador, que é formado na Academia de Alcochete, tem contrato válido até 2025, com uma cláusula de rescisão fixada nos 45 milhões.

O jovem central soma, na presente temporada, 18 jogos, nos quais apontou dois golos e fez duas assistências. Gonçalo Inácio marcou o golo da vitória leonina na última partida do campeonato, diante do Vitória SC, por 1-0. O defesa-central estabeleceu-se enquanto titular do líder do campeonato, nos últimos seis jogos.

Ao nível das seleções jovens, Inácio soma 12 internacionalizações, entre os escalões sub-17 e Sub-19. É, na verdade, uma profunda injustiça que tenha ficado de fora da última convocatória de Rui Jorge para os Sub-21, avaliando o rendimento desportivo do jovem leonino.

O jovem defesa central é aposta regular de Rúben Amorim
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Gonçalo Inácio destaca-se por ser um defesa-central com uma enorme qualidade de passe, sendo, por isso, fundamental na primeira fase de construção. Como é canhoto, tem alinhado como central pela direita no esquema de 3-4-3 de Rúben Amorim, podendo, então, estar em qualquer uma das posições. O número 52 dos leões tem bom sentido de posicionamento e é forte nos duelos aéreos e no um contra um defensivo.

O Sporting tem assim, em Gonçalo Inácio, um jogador de enorme talento e potencial e que tem pela frente, caso continue a ser aposta, uma enorme margem de progressão para poder evoluir e vir a ser um grande defesa-central do futebol português. Inácio pode, num futuro a médio prazo, fazer parte das convocatórias do selecionador nacional para a Seleção “A”.

Gonçalo Inácio, com apenas 19 anos, já ajudou o Sporting CP a conquistar a Taça da Liga, sob a liderança de Ruben Amorim. Este jovem irá continuar a crescer e evoluir, jogo a jogo, com Esforço, Dedicação e Devoção, para atingir a Glória dos títulos.

#ondevaiumvãotodos

Artigo revisto por Mariana Plácido

Viseu 2001 0-3 SC Braga: Viseenses continuam em queda livre

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A CRÓNICA: BRACARENSES FORAM MAIS OBJETIVOS E ORGANIZADOS

Num dos capítulos finais da fase regular da I Divisão de Futsal, os dois clubes que ocupam os dois últimos lugares de acesso ao Play-off defrontavam-se em dois momentos diferentes da época. O anfitrião, Viseu 2001, encontra-se no pior momento com seis derrotas nos últimos sete jogos para o campeonato, depois de ter sido a surpresa no início da competição. Já o visitante, SC Braga, vinha de quatro vitórias consecutivas.

O duelo começou com a equipa da casa por cima na partida a exercer pressão alta sobre os arsenalistas. O Viseu 2001 não deixou praticamente o adversário sair do seu meio campo defensivo nos primeiros minutos da partida. O SC Braga só conseguia atacar, com bolas longas, lançadas pelo guarda-redes ou de um elementos de campo mais recuados.

Apesar do domínio inicial, os anfitriões não conseguiram criar grandes ocasiões de perigo. Exceção aos lances em que Otanha obrigou Vítor Hugo a uma defesa apertada e, pouco depois, na sequência da jogada, o jogador brasileiro atirou à barra.

O SC Braga conseguiu equilibrar nos dez minutos finais do primeiro tempo, acabando mesmo com maior ascendente. Houve boas chances para tanto uma como outra equipa finalizar. Destaque para os guarda-redes das duas equipas que impediram que houvesse golos até ao intervalo.

A segunda parte começou praticamente com o golo do Braga. Aos dois minutos, numa jogada de insistência do ataque bracarense, Miguel Ângelo conseguiu arranjar espaço perante a muralha viseense e rematar de fora da área para o fundo da baliza de Bruno Felipe que poderia ter feito. De salientar que o remate entrou junto ao poste mais próximo do guarda-redes brasileiro.

O Viseu 2001 pegou nas rédeas da partida, mas era raro criar desequilíbrios. Já o Braga conseguia ter o espaço que queria no contra-ataque e aproveitou-o. A 12 minutos do fim do jogo, Samuel Costa conduziu a bola até à entrada da área e viu Lachaga a desviar para a baliza. No minuto seguinte, nova transição rápida, com Bolt a aproveitar o espaço livre para fazer o 0-3.

A equipa da casa ainda usou o 5×4, mas a boa organização do Braga e Vítor Hugo, com defesa importantes, evitaram até o golo de honra, que seria justo, para os anfitriões.

 

A FIGURA

Vítor Hugo – O veterano guarda-redes manteve a baliza inviolável. Apesar de ter também beneficiado da boa organização defensiva da equipa, o guarda-redes teve várias defesas e antecipações importantes durante a partida.

O FORA DE JOGO

Desorganização da defesa viseense – Mesmo no período de maior domínio do Viseu 2001 no jogo, a equipa nunca pareceu estar muito segura. Os bracarenses tiveram espaço para conseguir definir as jogadas. Pode ser falta de confiança, mas sofrer dois golos, em contra-ataque, no espaço de um minuto, quando estava a tentava reentrar no jogo, é grave.

 

ANÁLISE TÁTICA – VISEU 2001

Paulo Fernandes tentou surpreender o adversário com uma pressão alta, que deixava adversário sempre longe da sua baliza. Sem grandes desequilíbrios no ataque, usaram a meia distância como principal arma para atacar a baliza de Vítor Hugo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bruno Felipe (6)

Peixoto (7)

Kiko (5)

Lukinhas (6)

Rafa Stocker (5)

SUBS UTILIZADOS

Russo (5)

Lucas Amparo (7)

Daniel Ramos (5)

Matheus Jorge (5)

Lucas Otanha (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

Bruno Guimarães começou por explorar os passes longos e as transições rápidas, perante a pressão alta viseense. Com o passar dos minutos, a equipa bracarense equilibrou e conseguiu criar desequilíbrios no ataque, ao aproximar-se da baliza adversária.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Vítor Hugo (9)

Vítor Hugo Silva (7)

Miguel Ângelo (7)

Tiago Correia (6)

 Sérgio Costa (8)

SUBS UTILIZADOS

Nicholas Lachaga (8)

Foto De Capa: Pedro Filipe Silva / Bola Na Rede

Top 5 de emprestados que prometem trazer dores de cabeça | FC Porto

Com mais de metade da época cumprida, há jogadores emprestados pelo FC Porto que aproveitaram bem a sua colocação noutros clubes para poderem regressar ao Dragão com novos e melhores argumentos na luta pela afirmação no plantel.

Atualmente o clube tem oito jogadores emprestados, e entre eles destaca-se obviamente o nome do ex-capitão e internacional português Danilo Pereira. A título de empréstimo no PSG, o médio não entra nesta lista pela simples razão de que os franceses detêm uma cláusula de compra obrigatória, tornando impossível o seu regresso. Numa situação idêntica encontra-se Chidozie, jogador que integra os quadros do Boavista e que já foi tornada pública a aquisição do seu passe por inteiro pelos axadrezados.

Posto isto seguem aqui cinco nomes que, aproveitaram a estadia fora do dragão da melhor forma, podendo lutar por um lugar na próxima época.

AJ Fonte do Bastardo 0-3 SL Benfica: Uma vitória para fechar o Campeonato

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A AJ Fonte do Bastardo entrou fervorosa no primeiro set, mas os erros começaram a aparecer. O bloco do SL Benfica foi fundamental na recuperação de pontos das águias, principalmente através de Marc Honoré. A ansiedade tomou conta da formação açoriana enquanto a equipa da Luz se foi acalmando e entrando em jogo. As falhas no serviço foram um dos grandes fatores para o resultado que se apresentou no final do primeiro set: 19-25, vencia o SL Benfica. Neste set, a calma e serenidade prevaleceu.

No segundo set daquela que foi a segunda partida da final do Campeonato de Voleibol voltaram a prevalecer os erros na ação de serviço da AJ Fonte do Bastardo. Com nove erros, nove foram os pontos que deram a ganhar para a formação benfiquista. No entanto, tudo parecia correr bem ao SL Benfica. As águias falharam praticamente metade dos serviços que os açorianos falharam e a eficácia no ataque por parte dos jogadores de Marcel Matz foram a chave da resolução do segundo set. à entrada para o terceiro, lia-se um 17-25 favorável às águias.

O treinador João Coelho mexeu bastante na equipa que estava disposta na quadra à entrada para o terceiro set. O andamento do jogo não estava a correr bem para a AJ Fonte do Bastardo e o técnico sentiu a necessidade de fazer alterações. Foi um set bastante mais renhido do que os dois primeiros, tendo sido uma “director’s cut” daquilo que foram os minutos iniciais do encontro.

A ansiedade e a pressão foram abraçando as duas equipas, mas principalmente os açorianos. E foi este ponto fraco da AJ Fonte de Bastardo que fechou o terceiro set: uma falha no serviço de Pereira deu a vitória ao SL Benfica no set por 20-25 e fechou o jogo num 3-0 limpo a favor das águias que, em caso de vitória no próximo encontro frente à formação dos Açores, podem ser consideradas campeãs nacionais.

 

A FIGURA

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ataque do SL Benfica – Estiveram exímios na concretização. Com blocos resistentes e pontaria bastante afinada, os jogadores do SL Benfica deram o tudo por tudo para fechar rapidamente cada set até chegarem à vitória.

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Erros no serviço da AJ Fonte do Bastardo – Custou sets e a vitória. A taxa de erro da AJ Fonte do Bastardo nos serviços foi avassaladora e o custou pontos suficientes para saírem derrotados do segundo encontro da final.

 

ANÁLISE TÁTICA – AJ FONTE DO BASTARDO

 A equipa de João Coelho demonstrou bastantes erros na ação de serviço ao longo do encontro e foi um fator flagrante daquilo que se sucedeu. Podiam ter sido muito mais felizes caso a taxa de falha não fosse tão elevada. Gabriel Santos esteve com nota mais no ataque no primeiro set, tendo sido dos elementos mais destacados da equipa açoriana.

 FORMAÇÃO E PONTUAÇÕES

Jesus (6)

Velásquez (6)

Silva (6)

Gonçalves (6)

Santos (7)

Spencer (4)

Cunha (6)

Neves (6)

Gómez (5)

Pereira (5)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA 

Mais uma vez, a equipa de Marcel Matz sobrepôs-se no jogo relativamente à AJ Fonte do Bastardo, principalmente a nível de blocos e sendo bastante regular na ação de serviço. Foram os pontos mais fortes no ataque das águias que acabaram por facilitar o jogo e a vitória.

 FORMAÇÃO E PONTUAÇÕES

Honoré (7)

Lopes (7)

Lopes (7)

Aleixo (6)

Violas (6)

Wohlfahrtstatter (7)

Oliveira (6)

Arsenal FC x Liverpool FC: Um encurtar de distâncias de dois adormecidos

Liga Inglesa, Jornada 30: sábado, 20h00, 3 de abril de 2021

ANTEVISÃO: UM CLÁSSICO PARA REDESCOBRIR A BOA FORMA

Neste sábado o estádio Emirates será palco do jogo mais aguardado da jornada: o embate entre o Arsenal FC e o Liverpool FC. Ambas as equipas ainda andam em busca do melhor rendimento e tem deixado a desejar com os resultados e as suas exibições defensivas.

OS REDS QUEREM DAR CONTINUIDADE ÀS VITÓRIAS, MAS OS GUNNERS NÃO QUEREM DEIXAR ESCAPAR MAIS PONTOS RUMO À EUROPA. QUEM FICA COM A VITÓRIA NESTE DUELO? APOSTA JÁ EM BET.PT!

O atual campeão inglês continua sem contar com Van Dijk, Matip, Joe Gomez e Henderson por lesão, mas promete continuar com um futebol ofensivo centrado em Salah e Mané, sendo que pode voltar a contar com Firmino que regressa após lesão. Já a equipa de Londres tem o plantel todo à disposição e espera obter a vitória para se aproximar do Liverpool FC que se encontra a quatro pontos dos Gunners.

Este será o jogo da jornada e é aguardado com entusiasmo para se ver duas equipas ofensivas a enfrentarem-se e ao mesmo tempo a tomarem as rédeas para não sofrerem mais golos. As duas equipas estão separadas por apenas quatro pontos. Veremos quem sairá vencedor deste embate entre duas das maiores equipas inglesas que se encontram adormecidas e perdulárias em resultados.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Vai ser o encontro 190 entre estas duas equipas para a Liga Inglesa;
  2. Arsenal FC vem de um empate fora contra o West Ham United FC;
  3. Nos últimos cinco jogos do Liverpool FC, para a liga, estes só ganharam dois e ambos fora de portas;
  4. O Liverpool FC neste momento é a quinta equipa com mais golos marcados na Liga Inglesa com 48 golos;
  5. O Arsenal FC é apenas a nona, com 40 golos;
  6. A equipa de Liverpool tem uma média de golos de 1.66 nesta época na Liga Inglesa;
  7. A equipa londrina por sua vez tem uma média de golos de 1.38;
  8. Nos últimos 189 jogos entre estas duas equipas para a liga, o Liverpool FC tem uma percentagem de vitórias de 38%, contrastando com os 34% do Arsenal FC;
  9. Mohamed Salah é o melhor marcador do Liverpool FC esta época na Liga Inglesa com 17 golos marcados;
  10. Alexandre Lacazette é no lado do Arsenal FC o melhor artilheiro na liga.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Martin Odegaard (Arsenal FC) – O jovem norueguês promete trazer problemas à defesa do Liverpool FC com a sua facilidade para criar jogo e oportunidades. É um dos jogadores em destaque esta época na equipa de Londres e desde que chegou à equipa, no mercado de inverno, ainda só falhou um jogo, sendo que também já tem dois golos apontados, um deles na Liga Europa. Apesar do Arsenal contar com nomes como Aubameyang e Lacazette, é em Odegaard que se têm centrado algumas expetativas. Neste momento é um dos indiscutíveis de Mikel Arteta e promete trazer dificuldades no meio campo, criando várias oportunidades de golo.

 

Mohamed Salah (Liverpool FC) – Já leva 17 golos em 28 jogos na Liga Inglesa esta época, colocando-o no topo dos melhores marcadores da liga esta época. Pouco há para escrever sobre Salah e a sua relação com os golos, pois este já mais que mostrou que essa relação é íntima e muito dificilmente pode ser colocada em causa. O egípcio vai ser um osso duro de roer para os defesas do Arsenal e estes terão de estar super precavidos para qualquer obra de arte que saia da genialidade de Mohamed Salah.

 

XI´S PROVÁVEIS

Arsenal FC: Bernd Leno, Héctor Bellerin, David Luiz, Gabriel, Kieran Tierney, Thomas Partey, Granit Xhaka, Martin Odegaard, Willian, Aubameyang, Alexandre Lacazette.

Treinador: Mikel Arteta: “Eles são, senão os melhores, a segunda melhor equipe em todos as áreas que nós, treinadores, temos de analisar. Mas isto é futebol, a bola tem de estar na baliza e a ação final tem de dar uma ocasião para vencer um jogo de futebol. Então tens algumas particularidades que ditam a qualidade da tua equipa.”

 

Liverpool FC: Alisson Becker, Andrew Robertson, Nathaniel Phillips, Ozan Kabak, Alexander-Arnold, Fabinho, Thiago Alcântara, Wiljnaldum, Mohamed Salah, Sádio Mané, Diogo Jota.

Treinador: Jürgen Klopp:

“O Arsenal tem qualidade, se virmos o plantel, tem bastante potencial, muita qualidade já, e tem também muita experiência e muita juventude, tem uma equipa emocionante para ser sincero. Mas a Liga Inglesa é uma liga difícil e se não estás no máximo és castigado.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: Arsenal FC 1-1 Liverpool FC

Julian Weigl | Uma nova vida no miolo encarnado

Poucos são os jogadores que saem da Bundesliga para jogar em Portugal, mas há dois anos um médio alemão custou nada mais nada menos do que 20 milhões de euros aos cofres do SL Benfica. Julian Weigl aterrou em Lisboa com rótulo de craque devido ao clube anterior, Borussia Dortmund, e à escola alemã que trazia na bagagem. O montante pago pelo clube da Luz fazia antever uma chegada em grande para controlar o meio-campo e substituir Ljubomir Fejsa, que já se encontrava numa fase descendente da sua carreira.

Depois de 171 jogos pelo BVB Dortmund, Weigl decidiu deixar o seu país e rumar à primeira experiência no estrangeiro. Pelos encarnados, o médio já disputou 56 jogos e marcou dois golos. Ainda que os seus primeiros tempos em Portugal não tenham sido os mais espetaculares que já se viu do alemão, devido ao contexto em que encontrou a equipa – Weigl entrou na fase mais negativa de Bruno Lage depois da derrota no Estádio do Dragão – e também pela adaptação normal que um jogador tem de fazer a um país totalmente diferente do seu.

Já esta época, com Jorge Jesus no comando, Julian Weigl tem vindo a jogar aquilo que realmente demonstrou ao serviço do BVB Dortmund. Grande eficácia no passe, excecional visão de jogo e uma perceção dos lances fora do normal são alguns dos atributos que fazem do médio alemão umas das principais figuras da Primeira Liga.

Julian Weigl assumiu a posição 6 do miolo encarnado
Julian Weigl assumiu, em definitivo, a posição 6 do miolo encarnado
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No entanto, poucas têm sidas as ocasiões de jogar ao serviço da seleção do seu país devido à fraca visibilidade europeia do SL Benfica e ao esquema tático que Joachim Löw implementa na equipa.

Avaliado em 20 milhões de euros pelo Transfermakt, Julian Weigl atingiu o seu pico de valorização na época 2017/2018, quando alcançou os 30 milhões ao serviço do BVB Dortmund, então treinado por Peter Bosz e mais tarde por Peter Stoger.

Aos 25 anos e ainda por conquistar o seu primeiro troféu ao serviço do SL Benfica, o médio alemão tem uma Taça da Alemanha, uma Supertaça alemã e cinco internacionalizações no seu currículo.

Oklahoma City Thunder | O Trovão que passou a Faísca

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Se há uma franchise da NBA que se importa mais com o futuro do que o presente são os Oklahoma City Thunder. Há 10 anos, os OKC Thunder perderam na final da Conferência Oeste, frente aos Dallas Mavericks. Atualmente, os OKC ocupam o antepenúltimo lugar da mesma Conferência. Que grande diferença!

Eram uma das equipas mais promissoras da NBA, com Kevin Durant, James Harden e Russell Westbrook – estes três jogadores já conquistaram o prémio de jogador mais valioso da Liga (MVP). Muitos ainda se perguntam “Como é que aquela equipa nunca conquistou o campeonato?”

Atualmente, na equipa de Oklahoma, os principais jogadores são Shai Gilgeous-Alexander, que é um futuro All-Star, mas que está lesionado gravemente, Luguentz Dort, um dos melhores defesas da Liga no futuro e Al-Horford, um veterano que tem um contrato máximo que não vai jogar até ao final da época devido à decisão da direção de querer jogar apenas com jovens jogadores.

Shai Gilgeous-Alexander, apesar de ser um jovem jogador, com apenas 22 anos, é um nome que vai ser muito falado daqui a uns anos. O canadiano entrou na NBA pelas mãos dos Los Angeles Clippers. Teve uma passagem discreta na única época em que jogou pelos Clippers. Atualmente, é a estrela dos Thunder e estava a fazer os melhores números da sua curta carreira até à lesão: 23.7 pontos por jogo, 5.9 assistências por jogo, 4.7 ressaltos por jogo e uma eficácia de 0.508% no lançamento.

Luguentz Dort foi uma das grandes surpresas na última época. O basquetebolista canadiano de 21 anos esteve presente no Draft de 2019, mas não foi um dos 60 jogadores escolhidos. Porém, assinou pelos Thunder num contrato two-way: pode jogar tanto pela equipa principal como na secundária, que está na G-League, durante 45 dias, no máximo. Dort surpreendeu os fãs devido ao posicionamento defensivo.

Numa era em que muitos jogadores são melhores a atacar do que a defender, Dort mostra que é diferente do habitual e que merecia ter sido escolhido no Draft. Notou-se imenso quando, na primeira ronda dos playoffs da época transata, defendeu intensivamente James Harden, um dos melhores marcadores da liga. Além disso, os dois principais nomes dos mais jovens são bons amigos.

Desde que se soube da gravidade da lesão de Shai, que a direção decidiu apostar apenas em jogadores jovens. Uma decisão que prejudicou o Al-Horford, o jogador mais experiente da equipa, que assim não vai jogar mais até ao final da época, mas vai continuar a treinar com o restante plantel. Vamos ver se a decisão não prejudicará o futuro clube do poste de 34 anos.

Há uma decisão da direção dos Thunder que criou várias divergências na NBA. A equipa de Oklahoma tem muitos draft picks. Atualmente, os Thunder detêm 34 picks até 2027, 17 das quais de primeira ronda e 17 de segunda ronda. Se souberem escolher bem os jogadores e se tiverem sorte nos próximos Drafts, a equipa de Thunder poderá ter uma dinastia daqui a uns anos. No entanto, se não correr bem, os fãs dos OKC podem passar por vários anos complicados.

Antes da mudança para Oklahoma City, os Thunder eram os Seattle SuperSonics, uma equipa que conquistou o campeonato de 1979. Os fãs dos Thunder ainda não viram a sua equipa festejar um título, quem sabe no futuro? Mas, nos próximos anos, há uma garantia: vamos ouvir várias vezes o nome desta equipa nos próximos Drafts da NBA.

Foto De Capa: OKC Thunder

 

 

Tribuna VIP: A Identidade dos Campeões

TRIBUNA VIP é um espaço do BnR dedicado à opinião de cronistas de referência para escreverem sobre os diversos temas da atualidade desportiva.
Acredito que já tenha ouvido falar da reestruturação da Liga dos Campeões, que se prevê chegar em 2024, mas a verdade é que devemos estar todos satisfeitos porque dentro de campo, os verdadeiros campeões continuam a deliciar-nos com a sua… identidade.

A identidade de Sérgio Conceição ficou bem vincada na última eliminatória com a Juventus. A forma como organizou a pressão ofensiva da equipa no Dragão e chegou aos dois golos, a forma como se organizou defensivamente em Turim para conseguir um apuramento, uniu-se à determinação de uma equipa que queria fazer história.

Uma equipa liderada por Pepe e Sérgio Oliveira, dois homens com caminhos diferentes: o “jovem” central de 38 anos contrariou todos os estigmas da idade num jogador de futebol com uma exibição imperial em Turim. Já Sérgio Oliveira, fez os dois golos da segunda mão e tem mostrado que este sim, é o seu momento de brilhar, e não aquela fase em que tinha 17 anos e uma cláusula de 30 milhões. Felizmente, alguém lhe deu tempo para provar o talento que tem.

Mas esta identidade de luta dos Sérgios e do Pepe também é a mesma do Thomas. Sim, o Tuchel, esse homem que fez milagres em Paris e que parece ter de provar todos os dias o seu excelente trabalho. Em menos de dois meses, transfigurou o Chelsea e eliminou Diego Simeone que, curiosamente, também mostrou de que é feito a sua… identidade.

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Não me vou cansar de usar a palavra IDENTIDADE neste texto, porque foi isso que campeões como Haaland, Zidane e Klopp mostraram nestes oitavos de final. Haaland fez quatro golos dos cinco do Dortmund marcados ao Sevilha e continua imparável. Zidane e Klopp conseguiram passar a mensagem certa às suas equipas que têm tido uma época de altos e baixos.

É o que se pede nesta fase a eliminar da Liga dos Campeões: uma identidade que junte eficácia, atitude, compromisso e paixão. Assistimos a isso tudo no duelo entre o PSG e o Barcelona. Parisienses melhores em Barcelona, catalães melhores em Paris. No final, decidiu Mbappé, mas Messi também soltou a sua magia.

Termino com aqueles que são, na minha opinião, os grandes favoritos à vitória: Bayern de Flick e Manchester City de Guardiola. Por mais anos que passem, o Bayern prova que é o melhor clube do mundo. Chegaram SEMPRE aos Quartos de final desde 2009 e são quem melhor personifica o título desta crónica. Um clube que não inventa desculpas.

Até podemos dizer que tinha o adversário teoricamente mais fácil, mas quando chega a primeira mão, o Bayern só tinha 5(!) suplentes e antes da partida, Hansi Flick disse o seguinte: “Temos vários jogadores que vão ficar de fora, isso acontece sempre numa temporada. Nas outras equipas também acontece e por isso, eu só tenho de olhar neste momento para as coisas positivas”. As coisas positivas apareceram na goleada por 4-1 em Roma. Uma declaração que explica a identidade vencedora deste clube. Zero desculpas.

Já o City de Guardiola, esmagou por completo o Mönchengladbach e a melhor imagem da tal identidade é quando marca o 1-0 na primeira mão e grita com Gabriel Jesus para o corrigir taticamente. Perfeccionismo puro do catalão. Pep Guardiola é o treinador que mudou o futebol há mais de 10 anos e nesta eliminatória, mostrou que está em constante evolução. Rúben Dias, João Cancelo e Bernardo Silva agradecem.

Nos quartos de final vamos ter duas reedições de finais: a de Lisboa entre Bayern e PSG, e a de 2018 entre Real Madrid e Liverpool. O City de Guardiola volta à Alemanha para defrontar o Dortmund e o FC Porto vai defrontar o Chelsea. Cá estaremos para dar força e alimentar o sonho dos Dragões.

Nota final: por falar em identidade de campeões, a nossa seleção de Andebol continua a mostrar que nada é impossível. As mensagens que Paulo Jorge Pereira passa sempre que fala deviam ser ouvidas por todos. Muitos parabéns a todos os jogadores e equipa técnica… e vamos continuar a ser malucos!

Artigo de opinião de Pedro Afonso
jornalista ELEVEN


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FC Porto 32-29 Aalborg: Vitória preciosa, mas agridoce

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A CRÓNICA: CONSISTÊNCIA DEFENSIVA FOI A CHAVE DA VITÓRIA

Uma época depois de ter tido a sua participação nos oitavos-de-final da EHF Champions League impedida devido à pandemia de COVID-19, o FC Porto voltou hoje a ter a oportunidade de continuar a sua boa prestação na principal competição europeia. O adversário foi o Aalborg, campeão dinamarquês, que se classificou em quarto lugar do Grupo B.

Este jogo da primeira mão realizou-se no Dragão Arena. Foi a equipa da casa a abrir o marcador através do alemão Djibril Mbengue. O FC Porto entrou muito bem defensivamente, obrigando a equipa dinamarquesa a trabalhar muito o ataque antes de conseguir ter condições para finalizar. No outro lado do campo, a equipa portuguesa foi conseguindo encontrar espaço para finalizar de forma simples. Esta melhor entrada em jogo da equipa azul e branca permitiu construir uma vantagem de três golos logo aos dez minutos de jogo. Com o decorrer do jogo a equipa de Magnus Andersson começou a ter mais dificuldades ofensivas, mas a boa prestação defensiva foi suficiente para construir uma vantagem de cinco golos. Nos últimos dez minutos ambas as equipas apostaram no 7×6 e o FC Porto terminou o primeiro tempo a vencer 18-14.

A fragilidades ofensivas sentidas pelo FC Porto, momentaneamente, durante a primeira parte acentuaram-se no recomeço da partida, tendo a equipa portuguesa marcado apenas três golos nos primeiros dez minutos, o que permitiu ao Aalborg diminuir a desvantagem, chegando a empatar a partida. A situação apenas não foi mais complicada devido às intervenções de Mitrevski, que foram adiando as aproximações da equipa dinamarquesa. No entanto, os comandados de Magnus Andersson continuaram bem defensivamente, o que permitiu aproveitar os contra-ataques para voltar a aumentar a vantagem. As dificuldades em organização ofensiva mantiveram-se, o que deixou o Aalborg sempre dentro da partida. Estas dificuldades relacionaram-se, também, com a boa prestação do guarda-redes do Aalborg, Simon Gade, que a oito minutos do final da partida tinha uma eficácia de defesas de 50% (!) na segunda parte. Nos últimos cinco minutos a equipa dinamarquesa apostou mais uma vez no 7×6 para tentar diminuir a desvantagem que, entretanto, voltou a ser de quatro golos. Para os últimos ataques o FC Porto também aproveitou a arma da superioridade numérica para facilitar as situações de finalização. Finalizada a partida, o FC Porto conseguiu vencer o encontro e leva uma vantagem de três golos para a segunda mão (32-29).

Esta foi uma vitória importante para a equipa portuguesa, mas que poderia ter sido mais bem conseguida caso não fossem as imensas dificuldades em organização ofensiva que o FC Porto teve durante a segunda parte. A segunda mão, na Dinamarca, irá realizar-se dia 7 de abril e a equipa terá de estar ao seu melhor nível para ultrapassar este adversário, missão essa que não parece ser impossível.

A FIGURA

Henrik Mollgaard – O experiente dinamarquês, que já passou pelo colosso PSG, foi a principal arma ofensiva da primeira linha da equipa dinamarquesa (sete golos e duas assistências, 88% de eficácia) e uma das âncoras da equipa em termos defensivos (dois blocks). Aos 36 anos voltou a mostrar ao andebol europeu a sua qualidade e classe, causando imensas dificuldades ao FC Porto.

O FORA DE JOGO

Prestação ofensiva do FC Porto na segunda parte – O FC Porto terminou a primeira parte a vencer por quatro golos e tudo fazia antever que a equipa iria conseguir ter uma segunda parte tranquila e com relativa facilidade controlar o jogo e o resultado. No entanto, as dificuldades ofensivas da equipa na segunda parte foram imensas (diminuiu a eficácia de 82% para 48%), conseguindo finalizar muito poucas jogadas através da sua organização ofensiva, tendo aproveitado muitos contra-ataques, ataques rápidos e ressaltos para marcar os seus preciosos golos.

ANÁLISE TÁTICA FC PORTO

A organização defensiva da equipa portuguesa foi a base para a vitória no jogo de hoje. Foi uma exibição muito consistente a este nível durante toda a partida, o que levou a que o Aalborg tivesse de trabalhar muito para encontrar situações de finalização. Em termos ofensivos, a história é outra. Durante a primeira parte, a equipa ir encontrando situações de finalização (eficácia de 82%), mas no segundo tempo as dificuldades foram imensas em organização ofensiva (eficácia de 48%), tendo conseguido marcar principalmente através de ataques rápidos e de contra-ataques. Na fase final da partida a utilização do 7×6 foi decisiva para superar tais dificuldades.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Nikola Mitrevski (6)

Diogo Branquinho (8)

André Gomes (5)

Rui Silva (8)

Djibril Mbengue (9)

António Areia (8)

Victo Iturriza (6)

SUPLENTES UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Marton Szekely (6)

Manuel Spath (-)

Miguel Martins (5)

Daymaro Salina (8)

Ivan Sliskovic (4)

Diogo Silva (6)

Fábio Magalhães (9)

ANÁLISE TÁTICA AALBORG

Na primeira parte, a equipa dinamarquesa teve algumas dificuldades ofensivas, cometendo imensas faltas técnicas e dependendo demasiado das individualidades. Na segunda parte, conseguiu melhor um pouco a performance ofensiva, mas o que permitiu realmente a aproximação ao FC Porto foi a prestação defensiva no segundo tempo, que causou imensas dificuldades à primeira linha da equipa portuguesa. A organização defensiva variou entre o 6×0 e uma organização mais avançada, como o 3x2x1. Em termos ofensivos, a equipa também apostou diversas vezes no 7×6 e com relativo sucesso.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Mikael Aggefors (4)

Henrik Mollgaard (9)

Sebastian Barthold (7)

Eskild Henneberg (5)

Lukas Sandell (8)

Mark Marcher (8)

Jonas Samuelsson (4) 

SUPLENTES UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Simon Gade (5)

Felix Claar (8)

Nikolaj Christensen (6)

Magnus Jensen (8)

Mads Christiansen (6)

Foto de Capa: EHF Champions League

Abril, um mês decisivo para os Dragões | FC Porto

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O FC Porto depara-se, pela terceira vez consecutiva nesta época, com um mês de Abril preenchido e intenso, coberto de jogos. Desde Dezembro de 2020, mês que contou com oito jogos cumpridos pelos Dragões, o plantel portista não sabe o que é ter quatro semanas serenas, sem uma carga elevada de jogos: em Janeiro realizaram sete jogos, no mês sequente, Fevereiro, atingiram os oito jogos e, somente no mês de Março, tiveram algum descanso, com cinco jogos efetuados.

Após duas semanas de interrupção, sem qualquer tipo de competição, devido à paragem para cumprimento dos jogos de seleções, o FC Porto volta então a confrontar-se com um mês recheado de jogos, que podem ser decisivos e determinantes no que diz respeito à permanência na luta pelos títulos e objetivos traçados pelo clube no início da temporada. Estas duas semanas de “descanso” permitiram ao conjunto azul e branco um tempo extra para o trabalho de campo, algo que tem sido escasso nesta época, mesmo com a ausência dos habituais titulares, que se encontram a representar as suas respetivas seleções.

O guarda-redes Diogo Costa foi um dos jogadores a representar o país na paragem para seleções. Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No entanto, é tempo de voltar a “pisar no acelerador” para arrostar o mês árduo que aí vem, que tem início já este sábado, 3 de Abril, com os Dragões a receberem em casa o conjunto açoriano do CD Santa Clara, a contar para a 25.ª quinta jornada da Primeira Liga – um jogo difícil contra um adversário que se encontra no sétimo lugar.

Seguidamente, apenas quatro dias depois, defronta o Chelsea FC na primeira mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, que, devido a restrições pela covid-19, terá lugar no estádio Sánchez Pizjuán, em Sevilha, tornando-se ainda mais penoso para o conjunto azul e branco, que tem de se deslocar a um lugar mais distante daquele que se perspetivava. Logo após o confronto europeu, a 10 de Abril, os dragões têm uma deslocação ao terreno do Tondela, a contar para a 26.ª jornada do campeonato e, três dias depois, a 13 de Abril, voltam a enfrentar o Chelsea, em Sevilha, na segunda mão dos 1/4 de final da Liga dos Campeões, encontro decisivo para a passagem às meias-finais da respetiva competição.

Com pouco espaço ao descanso, a jogar praticamente de três em três dias, os atuais campeões nacionais, quatro dias após a eliminatória da Liga dos Campeões, a 17 de Abril, têm mais uma viagem de avião, só que desta vez com destino ao arquipélago da Madeira, onde enfrentam um “desconhecido” Nacional, com um novo treinador, que pode apresentar insólitas dificuldades, desconhecidas até então pelo conjunto azul e branco.

O FC Porto conta com mais dois jogos em Abril, ainda sem data fixa, em casa com o Vitória SC, o atual sexto da Primeira Liga, a 20 ou 21 de Abril, e uma deslocação a Moreira de Cónegos, no fim de semana de 25 e 26 de Abril, num duelo com o Moreirense, atual oitavo classificado do campeonato. Caso o FC Porto ultrapasse o Chelsea FC nos 1/4 de final da Liga dos Campeões, o calendário irá sofrer uma alteração, tendo em vista que o jogo da primeira mão das meias finais da Liga dos Campeões tem data marcada para 27 e 28 de Abril. O FC Porto, em caso de passagem às meias-finais, defrontará o vencedor do jogo entre o Real Madrid CF e o Liverpool FC.

Projeta-se um mês desafiador, mas também se idealiza um mês de vitórias para os dragões, que entram para vencer em qualquer desafio que se deparam. Para isso, é necessário que todos os jogadores do plantel estejam na máxima vontade de querer ganhar, mesmo que por vezes o cansaço prevaleça, o coletivo deve estar na sua máxima força. Este calendário de jogos tem sido uma infração contra a condição física dos jogadores que não têm o devido tempo de recuperação após jogos de altíssima intensidade e consequente desgaste físico. Sabendo de antemão que esta é uma época atípica devido à pandemia da Covid-19, as medidas tomadas pela Liga Portugal, mesmo que questionáveis, são percetíveis. Contudo, este tipo de calendarização, não se deve voltar a repetir, pelo bem dos jogadores e do futebol de qualidade.

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão