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O 11 combinado entre SC Braga e Sporting CP

Sporting Clube de Portugal e SC Braga marcam presença na final da 14ª edição da Taça da Liga. As duas equipas venceram pelo mesmo resultado (2-1) e eliminaram o FC Porto e o SL Benfica, respetivamente.

Apesar de o Sporting CP ter conseguido, até à data, maior número de presenças como finalista (cinco), contra apenas duas dos minhotos, as duas equipas partilham o mesmo número de troféus conquistados: dois. O Sporting CP, que ganhou em anos consecutivos (2017/18 e 2018/19), pretende recuperar agora o troféu perdido precisamente para o SC Braga, que, por sua vez, quer defender o título conquistado na temporada transata, sendo que o primeiro foi na época de 2012/13, com José Peseiro no comando.

LEÕES E MINHOTOS NUMA FINAL QUE VAI DITAR O SEGUNDO TROFÉU PARA RÚBEN AMORIM OU CARLOS CARVALHAL. QUEM VENCERÁ? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Foi precisamente com Rúben Amorim – o primeiro treinador a chegar à final da prova em épocas consecutivas por clubes diferentes – ao leme que o SC Braga foi o vencedor da edição passada. Agora, pretende fazer história ao juntar-se a Sporting CP e SL Benfica como os únicos a conseguirem vencer consecutivamente a competição. Já no Sporting CP, é preciso recuar até 2009/2010 para ver uma vitória no tempo regulamentar – em jogos a contar para a competição – diante o SC Braga, onde o treinador leonino era Carlos Carvalhal. Com a história bem presente e com os papéis dos treinadores agora invertidos, será uma final seguramente especial.

Neste artigo, vamos procurar uma simbiose entre as duas equipas e formar aquele que poderá ser o melhor onze possível tendo em conta os jogadores à disposição.

Podcast BnR T2/EP3: O 11 combinado entre SC Braga e Sporting CP

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Estamos a postos para mais um Podcast do Bola na Rede. Desta vez, falamos sobre a final da Taça da Liga, fazendo um onze combinado entre jogadores dos dois finalistas, Sporting CP e SC Braga. Um exercício que queremos fazer contigo. O João Filipe Brandão está na moderação e os comentários são do Pedro Pinto Diniz, Rui Cipriano Duarte e Tiago Macedo Silva. Vem daí connosco.

Se queres saber os escolhidos, então ouve o novo episódio do Podcast BnR.

Podes ouvi-lo no Spotify, Anchor, Breaker, Google Podcasts, Apple Podcasts, Overcast, Pocket Casts e Radio Public.

Artigo revisto por Mariana Plácido 

Borussia VfL Monchengladbach 4-2 BVB Dortmund: Golos, reviravoltas e…uma ultrapassagem

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A CRÓNICA: 45 MINUTOS ELETRIZANTES

No duelo que marcou a abertura da segunda volta da Bundesliga, o Borussia VfL Monchengladbach derrotou o BVB Dortmund por 4-2, algo que valeu a ultrapassagem na tabela classificação e o regresso ao top-4 da Bundesliga, ainda que temporariamente. Mas vamos primeiro ao filme do jogo!

Bem… Que primeira parte sensacional! A equipa da casa dominou nos primeiros 10 minutos e, se é verdade que o golo de Nauhaus aos 47 segundos foi anulado por falta na jogada, o mesmo não se pode dizer do cabeceamento de Elvedi ao minuto 11’ (após livre cobrado por Hofmann) que, após ter sido confirmado pelo VAR, ia premiando a única equipa a criar perigo.

Mas tudo mudou num ápice! O Dortmund começou a acordar e não tardou em mexer com o marcador. Sensivelmente a meio do primeiro tempo, Sancho combinou bem com Haaland e o norueguês restabeleceu a igualdade. Ajanki e Emre Can estiveram perto de fazer a reviravolta na sequência de um pontapé de canto, mas seria uma nova combinação entre Sancho e Haaland na grande área (após uma bela jogada coletiva) a inverter o resultado, novamente num remate do ponta de lança ao minuto 28’.

Marco Rose não deixou que Edin Terzic festejasse durante muito tempo e rapidamente viu a sua equipa chegar ao empate, novamente através do central Elvedi, que aproveitou uma defesa incompleta de Bürki ao livre cobrado por Stindl. Os auri-negros estiveram por cima nos últimos dez minutos da primeira parte, mas nem Hummels, nem Sancho, conseguiram desfazer a igualdade.

Não aproveitou a equipa visitante, aproveitaria a formação da casa na segunda parte. Logo a abrir, Bensebaini recolocou a equipa de Monchengladbach na frente do marcador, com um remate cruzado a surpreender todos os oponentes – um momento que viria a ser chave para toda a “cortina” do segundo tempo. O Dortmund não conseguiu ter a mesma capacidade de reação que tinha apresentado na primeira metade do encontro e só conseguiu criar perigo ao minuto 75’, num remate do português Raphaël Guerreiro. Logo após esse lance, o recém-entrado Marcus Thuram cabeceou para o fundo das redes e sentenciou todas as dúvidas.

Com este resultado, o Borussia Monchengladbach não só passou a somar 31 pontos no quarto lugar (contra os 29 do BVB Dortmund logo atrás), como voltou a derrotar o conjunto de Dortmund quase meia dúzia de anos depois – a última vitória tinha sido em abril de 2015 (3-1), desde aí, 12 jogos, 12 triunfos dos auri-negros.

 

A FIGURA

Jadon Sancho – Não ganhou, não marcou, mas nem por isso deixou de se destacar. O jovem inglês carregou a equipa às costas na primeira parte de uma forma sensacional.  Desequilibrou, desmarcou, isolou, assistiu e brilhou. Jadon Sancho revelou ser brilhante na leitura das jogadas que originaram os golos do Dortmund. No primeiro, soube combinar com Haaland nas costas da defensiva contrária. No segundo, o próprio quebrou a defesa a iniciar o passe, a recebê-lo dentro e ainda a oferecer o bis a Haaland. Na segunda parte, os auri-negros não estiveram no seu melhor, mas mesmo assim Jadon Sancho foi o maior quebra-cabeças da equipa de Edin Terzic.

 

O FORA DE JOGO

Marco Reus – Longe das prestações a que habituou todos os amantes do futebol, Marco Reus não esteve ao melhor nível e passou despercebido em grande parte dos lances de maior perigo por parte do Dortmund. E se até se podia dizer que na primeira parte houve quem se destacasse mais nas transições ofensivas da equipa, certo é que, no segundo tempo, o extremo de 31 anos não se conseguiu impor nas dinâmicas ofensivas da equipa e voltou a passar ao lado da estratégia que o emblema de Dortmund trazia para o segundo tempo. Não foi de estranhar o facto de ter sido a primeira substituição de Edin Terzic, algo a que não reagiu bem. Melhores dias virão, certamente.

 

ANÁLISE TÁTICA – BORUSSIA MONCHENGLADBACH

Em relação à equipa que derrotou o Werder Bremen na jornada de encerramento da primeira volta, Marco Rose optou por fazer três mudanças no onze (uma em cada setor): Bensebaini rendeu Wendt, Zakaria substitui Herrmann e Stindl entrou para o lugar de Hannes Wolf.

Inicialmente alinhado num 4-4-2, a formação da casa dominou quando quis, marcou e rapidamente mudou de estratégia, passando para um 3-4-1-2, com uma linha de três construída pelos dois centrais e por Zakaria (inicialmente como médio direito) e uma frente de ataque com Stindl a jogar atrás de Hofmann e Pléa. A pressão ofensiva perspicaz deu frutos nessa reta inicial, mas a mudança de sistema tático não pareceu favorecer o Borussia Monchengladbach que, após sofrer o 1-2, voltou à estrutura-base. No segundo tempo, o trunfo esteve em marcar primeiro e controlar largos períodos do encontro na sequência de nova vantagem no encontro. As substituições no ataque permitiram refrescar a equipa para novas transições, que levaram algum desconforto a Bürki.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Yann Sommer (6)

Ramy Bensebaini (7)

Nico Elvedi (8)

Matthias Ginter (6)

Stefan Lainer (6)

Florian Neuhaus (7)

Christoph Kramer (6)

Jonas Hofmann (7)

Denis Zakaria (6)

Alassane Pléa (5)

Lars Stindl (7)

SUBS UTILIZADOS

Marcus Thuram (7)

Breel Embolo (6)

Hannes Wolf (5)

Patrick Herrmann (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – BVB DORTMUND

Edin Terzic decidiu mudar duas peças após a derrota no reduto do Bayer 04 Leverkusen, colocando Mateu Morey no lugar de Thomas Meunier e ainda Emre Can a render Thomas Delaney.

Num 4-2-3-1, o duplo pivot constituído por Bellingham e Emre Can foi determinante para as recuperações de bola que originaram grande parte dos lances de perigo. No entanto, nos primeiros dez minutos, revelaram ser um autêntico corredor aberto ao ataque contrário, algo que foi imediatamente corrigido. Mesmo após sofrer os golos, a formação de Edin Terzic revelou ter uma enorme capacidade de reação, criando boas dinâmicas ofensivas e diversas linhas de passe algo inesperadas para o adversário. Tais características não foram replicadas na segunda parte de forma expressiva e permitiram ao adversário controlar alguns períodos do jogo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Roman Bürki (5)

Raphaël Guerreiro (6)

Mats Hummels (6)

Manuel Akanji (6)

Mateu Morey (5)

Emre Can (7)

Jude Bellingham (7)

Julian Brandt (6)

Marco Reus (5)

Jadon Sancho (8)

Erling Haaland (8)

SUBS UTILIZADOS

Giovanni Reyna (5)

Youssoufa Moukoko (6)

Steffen Tigges (-)

 

 

Estará Marega de malas feitas para a Turquia ou vem a renovação?

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Moussa Marega, nestes últimos dias, tem despertado o interesse do Fenerbahçe. O maliano tarda em renovar contrato com o FC Porto, que expira em julho deste ano, e segundo a imprensa do país, o emblema turco pretende avançar para uma contratação a custo zero.

Entre as várias informações divulgadas pelos turcos, a mais curiosa aponta para a vontade do próprio jogador mudar de país depois de já se ter afirmado ao serviço do FC Porto.

O avançado está a cumprir a quinta temporada de azul e branco e na presente época, soma nove golos em 23 jogos. Porém, quem segue atentamente os jogos dos portistas, sabe que Marega tem vindo a decair de forma. Atualmente, é raro o ver fazer os seus típicos arranques em velocidade que destabilizavam as defesas adversárias, demonstra fragilidades a segurar a bola de costas para os defesas e perde oportunidades flagrantes de golo. Não nos tem presenteado com o fulgor de outras épocas.

Marega tem vindo a cair de forma e estará perto da saída
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No esquema tático orquestrado por Sérgio Conceição, será uma grande baixa, uma vez que o treinador tem a equipa montada e preparada para explorar os atributos do maliano. Contudo, tendo em conta o fraco rendimento, a sua idade (completa 30 anos em abril) e o facto de ainda não ter renovado o vínculo, o clube deveria aproveitar este interesse e tentar lucrar com o seu passe, se não, será mais um a despedir-se do Dragão sem qualquer verba associada.

O valor de mercado de Moussa Marega tem vindo a diminuir e a tendência é continuar nesse caminho, tendo isso em conta, arrecadar algum é sempre melhor que nenhum no mês de julho, isto porque, é muito provável que o avançado deixe de envergar a camisola dos campeões nacionais e procure novos desafios.

A direção portista, neste caso não deveria perder tempo em apostar na renovação e permanência do jogador no plantel, mas sim, concentrar os esforços em vender enquanto é tempo no presente mercado de inverno. De Dragão ao peito, Moussa Marega venceu dois campeonatos, uma Taça de Portugal e uma Supertaça de Portugal.

Olheiro BnR | Paulo Bernardo

Paulo Guilherme Gonçalves Bernardo nasceu no dia 24 de Janeiro de 2002, na cidade de Almada. Paulo Bernardo tornar-se-ia jogador do SL Benfica a partir dos oito anos de idade, ainda no futebol de sete.

Paulo Bernardo viria a passar por todos os escalões de formação, sagrando-se campeão nacional de iniciados em 16/17 e campeão nacional de juvenis em 18/19. Na época 2019/2020, como júnior de primeiro ano, foi aposta sobretudo na equipa de sub-23, tendo-se também estreado pela equipa B.

Já em Agosto de 2020, Paulo Bernardo fez parte da equipa de juniores que disputou a Final 8 da UEFA Youth League, mas falharia a final contra o Real Madrid devido a castigo. Nesta temporada, tem sido um dos principais jogadores da equipa B, tanto com Renato Paiva, como com Nelson Veríssimo, tendo já feito 15 jogos na Segunda Liga e marcado três golos. Paulo Bernardo também tem percurso nas camadas jovens da Seleção Nacional, tendo disputado o Europeu de sub-17 em 2019.

Paulo Bernardo é um médio bastante completo, podendo tanto jogar na posição de oito, como a número 10 no apoio ao ponta-de-lança. É um jogador que demonstra uma inteligência e maturidade tática acima da média para a sua idade. No momento defensivo, é um jogador agressivo e pressionante na saída de bola da equipa adversária, demonstrando uma boa capacidade de recuperação.

No entanto, é no momento ofensivo onde o médio mais se destaca. Paulo Bernardo demonstra grande qualidade na receção e no controlo de bola, e uma grande capacidade de tomada de decisão. É um médio que gosta de aparecer entre linhas para desequilibrar através do passe e tem capacidade finalizadora, seja através da chegada à área ou da meia-distância.

Paulo Bernardo adaptou-se rapidamente às exigências e ao contexto da equipa B na Segunda Liga, fruto da sua maturidade. E tendo em conta as carências da equipa principal no meio-campo, já tem havido adeptos a reclamar pela sua chamada à mesma. Na minha opinião, Paulo Bernardo deve continuar a evoluir na equipa B de forma contínua, de modo a não estagnar e a ser lançado de forma prematura, face a maus exemplos de outros jogadores da formação lançados recentemente.

Suíça 29-33 Portugal: A uma vitória da história

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A CRÓNICA: AGORA É VENCER A FRANÇA

Portugal e a Suíça encontraram-se na segunda jornada do Main Round com objetivos diferentes. Portugal procurava a primeira vitória neste grupo, sendo que este era um jogo decisivo para a equipa manter viva a esperança de se qualificar para os Quartos de Final. Já a Suíça procurava a segunda vitória nesta fase e continuar a boa prestação neste Mundial. De relembrar que a Suíça não estava qualificada para a competição, tendo sido convidada para o lugar deixado pelos EUA, que teve de abandonar a competição mesmo antes desta começar devido aos casos de covid-19 na equipa.

Os “Heróis do Mar” entraram a vencer por 0-2 nesta partida decisiva, mas pouco depois dos cinco minutos a Suíça conseguiu empatar a partida a três golos, numa altura em que Portugal estava com dificuldades ofensivas (quatro minutos sem marcar golo). Andy Schmid, a principal arma da Suíça, causou imensas dificuldades à organização defensiva portuguesa, conquistando e marcando vários livres de sete metros. Muitos dos golos da Suíça surgiam dessa forma e também da ligação com o pivot, que Portugal teve, mais uma vez, grandes dificuldades em defender.

Por outro lado, a organização ofensiva portuguesa também “viveu” muito da ligação entre o central Miguel Martins e do pivot Victor Iturriza. Nenhuma das equipas conseguia impedir os ataques adversários e aos quinze minutos o resultado era 9-9. No entanto, a dez minutos do final do primeiro tempo os comandados de Paulo Pereira conseguiram recuperar a vantagem de dois golos, a qual ainda conseguiram aumentar para três, mas nos últimos minutos a Suíça apostou no 7×6 e conseguiu reduzir a diferença para dois golos. O resultado ao intervalo era 15-17.

O pivot suíço, Andy Schmid, causou imensas dificuldades a Portugal
Fonte: IHF Handball

A segunda parte começou com o mesmo ritmo da primeira e Portugal conseguiu logo no recomeço da partida aumentar a vantagem para quatro golos. Durante toda a segunda parte a Suíça jogou com o 7×6, tendo, por algumas vezes, reduzido a vantagem para apenas um golo, mas Portugal manteve-se sempre concentrado na partida e nunca perdeu o controlo da mesma, conseguindo ainda descansar alguns jogadores importantes como o André Gomes, Miguel Martins e Alfredo Quintana. O jogo terminou com uma importante vitória de Portugal, com o resultado a ser 29-33.

Este resultado coloca Portugal a uma vitória dos Quartos de Final. A próxima e última jornada é com a poderosa França no domingo, dia 24, às 19:30. De relembrar que Portugal venceu as últimas duas partidas contra a França. Esperemos, então, que não haja duas sem três.

 

A FIGURA

Miguel Martins – Jogou pouco mais de quinze minutos, mas o seu impacto durante esse período foi brutal. Marcou três golos (100% eficácia) e assistiu outros seis, numa altura em que Portugal não conseguia controlar a dinâmica ofensiva adversária, sendo que todos os ataques foram decisivos.

O FORA DE JOGO

 

Nikola Portner – O que é, para muitos, a segunda figura da Suíça, defendeu apenas sete remates (21% de eficácia) e esteve longe do nível que a sua equipa precisava.

 

ANÁLISE TÁTICA – SUÍÇA

Uma equipa comandada em termos ofensivos por Andy Schimd, que esteve em grande forma. A Suíça procurou encurtar a distância através de 7×6 e conseguiu sempre encontrar soluções para finalizar as suas jogadas. Em termos defensivos, não conseguiu parar a organização ofensiva portuguesa e isso impediu a equipa de passar para a frente do marcador.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Nikola Portner (5)

Andy Schmid (9)

Cedrie Tynowski (5)

Alen Milosevic (9)

Michal Svajlen (4)

Samuel Rothlisberger (8)

Lenny Rubin (7)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Marvin Lier (8)

Roman Sidorowicz (6)

Nicolas Raemy (8)

Jonas Schelker (4)

Nik Tominek (-)

Maximilian Gerbl (-)

Samuel Zehnder (6)

Aurel Bringolf (-)

Philiip Novak (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Mais um jogo em que Portugal teve imensa dificuldades em controlar o pivot adversário, o que culminou em vários livres de sete metros e algumas exclusões. A organização defensiva não conseguiu, também, controlar o 7×6 suíço e isso tornou o jogo um pouco menos tranquilo. Em termos ofensivos, este foi uma das melhores partidas a este nível, com 33 golos, e sem necessidade de recorrer ao 7×6, conseguindo sempre encontrar soluções para finalizar.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Alfredo Quintana (4)

Diogo Branquinho (9)

André Gomes (7)

Miguel Martins (10)

Fábio Magalhães (8)

António Areia (8)

Daymaro Salina (9)

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Humberto Gomes (6)

Alexandre Cavalcanti (-)

Rui Silva (9)

João Ferraz (8)

Belone Moreira (6)

Pedro Portela (5)

Alexis Borges (6)

Victor Iturriza (7)

Gilberto Duarte (6)

As 5 equipas mais desapontantes do primeiro mês da temporada | NBA

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Embora algumas equipas, neste primeiro mês da época, estejam a superar expectativas, outras estão a surpreender pelos passos atrás que estão a dar. A NBA é uma liga de sequências, por isso estes inícios turbulentos não são o que propriamente definem cada formação, ainda para mais com ainda vários meses de competição pela frente.

No entanto, apesar de ainda poderem dar a volta à sua situação, os maus desempenhos de algumas equipas acabam por ser preocupantes e terão impacto negativo nas suas classificações finais. Disto isto, um mês após o início da temporada de 2020/2021, estas são as cinco equipas mais desapontantes da NBA até ao momento, sem qualquer ordem específica.

Foto de capa: Denver Nuggets

Artigo redigido por Pedro Martins de Oliveira

Hugues Fabrice Zango, o engenheiro que ultrapassou o professor

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Uma vez mais, os Saltos, e o Triplo em particular, dão a receita para o que se quer do ano atlético. Em 2020, a pista coberta ficou marcada pelos recordes mundiais do sueco Mondo Duplantis na Vara e pelo recorde mundial indoor da venezuelana Yulimar Rojas no Triplo Salto. Este ano, é no masculino que o Triplo Salto tem já um novo recordista mundial em pista coberta e ele vem de um país nada tradicional nestas andanças!

Quando o código que designa a nacionalidade no grafismo televisivo nos mostra “BUR”, não há quem não pense duas vezes. Burundi? Burkina Faso? Com a chegada de Hugues Fabrice Zango, já poucos motivos existirão para essas letrinhas não serem automaticamente associadas com o Burkina Faso. O tal Zango que, em Doha, por quatro (!) centímetros, “roubou” a medalha de Bronze a Pedro Pablo Pichardo voltou a fazer das suas e assume-se já como um dos grandes favoritos à conquista de qualquer medalha nos Jogos de Tóquio (caso estes aconteçam este ano…).

Se no Qatar – e já lá vão mais de 14 meses – o atleta bateu o recorde africano, com os seus 17.66 metros; em 2020, em pista coberta, já tinha batido um novo recorde pessoal, ao saltar 17.77 metros. No entanto, agora, em Aubiére, entrou num patamar completamente diferente ao ultrapassar a mítica barreira dos 18 metros, chegando aos 18 metros e 7 centímetros.

Mas atenção a tudo o que isto significa!
  • Nunca um atleta havia ultrapassado os 18 metros em pista coberta.
  • O recorde aumenta 15 centímetros (!) face à anterior melhor marca de sempre em pista coberta. A marca pertencia ao francês Teddy Tamgho, desde 2011.
  • Zango entra no restrito clube dos 18 metros. O clube é restrito a 7 e ele sobe a sexto de sempre, os outros apenas o fizeram ao ar livre.

Veja-se a lista com as melhores marcas dos sete atletas que fazem parte do restrito clube:

O recorde de Jonathan Edwards nunca pareceu tão em perigo de cair. Da lista dos sete atletas que mais saltaram na história, quatro deles estão no ativo e um dado curioso estatístico abaixo no que diz respeito à idade dos atletas:

Idade com que Jonathan Edward chegou aos 18.29 metros » 29 anos

Idade dos atletas do “clube dos 18” no ativo:

O ESTUDANTE QUE JÁ “BATEU” O SEU TREINADOR

Há varias curiosidades sobre o novo recordista mundial de pista coberta que merecem destaque, mas talvez uma das invulgares é o facto de ter batido um recorde mundial que pertencia ao seu atual técnico, o francês Teddy Tamgho. Tamgho era uma das maiores promessas do Triplo. Foi campeão mundial em Moscovo (2013), já depois de ter sido campeão mundial em pista coberta em Doha (2010), dois anos depois de um título mundial junior, em Bydgoszcz, onde chegara já aos 17.33 metros, acabado de fazer 19 anos. Infelizmente, sucessivas lesões graves colocaram-no fora de combate bem cedo, tendo ainda procurado restabelecer-se com Ivan Pedroso, com pouco sucesso. Agora que Tamgho começou a sua carreira como treinador, viu já um dos seu pupilos retirar-lhe o seu recorde, facto que apenas o deverá encher de orguho.

Durante o seu percurso, Zango não descurou, no entanto, o seu futuro e outras áreas da sua vida. Enquanto treina e vive perto de Lille, continua os seus estudos em Engenharia Eletrotécnica, mas isso não parece atrasar os seus sonhos atléticos. Antes pelo contrário. Depois do enorme salto do fim de semana passado, já deixou claro que os objetivos mudaram: “antes queria ir aos Jogos para alcançar uma medalha…mas agora quero vou lá para conquistar o Ouro”!

Foto de Capa: World Athletics

O que é feito dos vice-campeões do mundo de sub-20 em 2011? Parte 2 de 2

Depois dos primeiros dez nomes lançados no artigo anterior, falta saber por onde anda a restante comitiva lusa que participou no Mundial Sub-20 em 2011. Nesta segunda parte encontramos jogadores que acabaram por triunfar, além de atletas que passaram pela sombra de uma carreira. Encontramos também um campeão europeu e um vencedor da Liga das Nações.

Neste artigo ficamos também a conhecer o que é feito dos marcadores portugueses da final, que tiveram carreiras bastantes distintas. No fim, no rescaldo dos dois artigos, qual foi para ti a maior surpresa e a maior desilusão?

Vitória SC 3-1 CD Nacional: Chuva de golos com direito a trivela!

A CRÓNICA: A CAMBALHOTA NO MARCADOR

O jogo que outrora seria adiado devido a surtos de covid-19 em ambas as equipas afetadas, mas é numa quinta-feira chuvosa que o Vitória SC e o CD Nacional finalmente medem forças relativas à 12º jornada no Estádio Dom Afonso Henriques.

Um quarto de hora de partida, marca Gorre com um remate forte para a tentativa de defesa completamente miserável de Bruno Varela.

O Vitória SC está a ser condenado das suas próprias atitudes em campo, no entanto, não desiste do combate e reúne forças para estrear a baliza de Daniel Guimarães. Ricardo Quaresma prende a bola aos seus pés e finta a defesa da formação madeirense, conseguindo levantar a bola e o mestre das trivelas ainda mostra como se faz, entrando de modo mágico nas suas redes da equipa adversária. O marcador tinha chegado ao empate na primeira parte. Um golo que deixa a desejar os adeptos nas bancadas para as celebrações fogosas do tão conhecidos vimaranenses.

Ambas as equipas não desistiram e os perigos continuaram a chegar na noite chuvosa em Guimarães. Aos 26’ da primeira parte, Camacho consegue passar por toda a frente vitoriana tentando alcançar o segundo golo da equipa do CD Nacional, mas Bruno Varela impede o sonho do médio português.

Ainda na primeira parte, Pedrão vê uma nova oportunidade quando a bola é batida do lance assinalado e tenta cabecear para golo, mas a bola sai ao lado da baliza da formação da casa.

O árbitro Gonçalo Correia dá por terminada a primeira parte do Estádio do Rei.

A segunda parte inicia com a partida empatada, mas as equipas vêm decididas em mudar o marcador a todo o custo. O Vitória SC é quem mais vê as oportunidades surgirem e começa a aproveitar o espaço cedido pelo meio-campo da formação visitante. Aos 50’ sucede-se a cambalhota no marcador, Oscar Estupinan está de volta, desejoso de deixar a sua marca na partida, assim o alcança mal vê uma pequena oportunidade aproveitando-a e colocando pela primeira vez a formação vitoriana em vantagem no marcador.

A intensidade de jogo não perdoa e os golos igualmente, Marcus Edwards aproveita o espaço e é de forma magnífica que aos 61’ a bola segue num arco traiçoeiro que deixa os restantes elementos perplexos com a forma como o inglês deixa a bola a morrer nos fundos das redes de Daniel Guimarães.

A partida segue ainda com alguns perigos do CD Nacional para tentar alcançar o segundo golo, mas Bruno Varela não permite a entrada de golos de forma alguma. O Vitória SC consegue desta forma a primeira vitória no ano de 2021, no entanto, o jogo ainda em atraso não permite efetuar as contas para as cinco primeiras classificações da tabela classificativa na Primeira Liga Portuguesa.

 

A FIGURA

 

Bruno Varela – Apesar do erro cometido no primeiro golo, o guarda-redes da formação vitoriana foi alvo de inúmeras tentativas que ansiavam um pequeno erro por parte do jogador português, mas Bruno Varela não deixou de nenhuma maneira que isso condicionasse a equipa de forma alguma. Com defesas extraordinárias, a baliza tornou-se menor quando comparada com a qualidade das intervenções do jovem português.

 

O FORA DE JOGO

Defesa do CD Nacional – Condicionaram de forma inexplicável a formação madeirense. Prejudicados por erros individuais, que facilitaram a entrada do Vitória SC em espaços abertos que foram cruciais para os dois golos sofridos na segunda parte.

 

ANÁLISE TÁTICA – VITÓRIA SC

O técnico português João Henriques continua a optar pelas mesmas escolhas no onze inicial. Desta vez, surpreende com a presença do jogador colombiano, Estupiñán, enquanto avançado na formação vitoriana, contando no lado esquerdo com a presença de Edwards e no lado direito com Ricardo Quarema a assegurar a frente da equipa do rei.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Bruno Varela (9)

Jorginho F. (6)

Mumin (5)

Sacko (5)

Mensah (4)

Pepelu (6)

André André (5)

André Almeida (5)

Edwards (6)

Quaresma (8)

Estupiñán (7)

SUBS UTILIZADOS

Rochinha (5)

Ouatarra (5)

Miguel Luís (6)

Bruno Duarte (-)

Wakaso (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD NACIONAL

Relativamente à equipa das ilhas, o técnico Luís Freire já opta por fazer algumas mudanças comparativamente ao último jogo da equipa madeirense frente ao Moreirense FC. O guarda redes volta a ser Daniel Guimarães, depois de dois jogos afastado da equipa. Francisco Freitas dá lugar a Kalindi, enquanto que Micael dá o seu lugar a Camacho no meio-campo da formação. Na frente de ataque, Riascos permanece no onze inicial, formando dupla de avançados com o ex-Vitória SC, Francisco Ramos.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Guimarães (4)

Kal (5)

Pedrão (6)

Azouni (5)

Camacho (6)

Gorré (8)

João Vigário (4)

Kalindi (5)

Borges (5)

Francisco Ramos (4)

Riascos (6)

SUBS UTILIZADOS

Witi (4)

RocheKoziello (5)

Freitas (-)

 

BNR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD Nacional

BnR: O CD Nacional esteve na frente do marcador durante alguns minutos na primeira parte, o que acha que faltou ao conjunto hoje frente ao Vitória SC para alcançar um resultado melhor?

Luís Freire: O CD Nacional criou as melhores oportunidades, esteve várias vezes perto de fazer o 3-2 na segunda parte. Tivemos muitas oportunidades, talvez até fomos superiores nesse patamar, mas foi um azar que a equipa teve. O que faltou foi a bola entrar, mas iremos continuar a trabalhar e a progredir nesse caminho.

Vitória SC

BnR: Wakaso volta a jogar depois da lesão complicada que foi alvo nos últimos meses, considera o médio uma peça fundamental neste modelo de jogo atual do Vitória SC?

João Henriques: Estando nos convocados passa sempre a ser sempre uma opção. Não precisa de justificar nada para ninguém, porque todos os conhecemos e sabemos daquilo que é capaz. É claro que é uma peça importante na equipa e iremos fazer os possíveis para agora ganhar nível competitivo e iremos continuar a insistir para melhor depois desta lesão. Mas sim, Wakaso é uma peça importante neste momento.