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Os 5 jovens jogadores internacionais a seguir em 2021

Todos os anos, o mundo vê surgir uma nova fornada de jovens craques. Uns já com o rótulo de estrela colado há algum tempo, mas outros, são uma prenda surpresa para os clubes. É sempre uma tarefa ingrata tentar prever qual vai ser o desenvolvimento do atleta. No entanto, ao mesmo tempo, é desafiante perceber se as nossas apostas se vão concretizar ou nos envergonhar.

Neste artigo viajamos até à Argentina, Holanda, Dinamarca, Alemanha e Escócia para colocar a lupa nestes cinco jovens jogadores. São todos muito jovens, mas com credenciais bastas para começarem a jogar entre os graúdos. Alguns até já se estrearam e estabeleceram-se como titulares nas respetivas equipas.

Universo Paralelo: E se Luka Doncic terminasse a carreira agora?

Perguntaram-me se achava que Luka Doncic merecia um lugar no Hall of Fame, caso se retirasse agora.

A minha resposta imediata foi que não, ainda não fez o suficiente com os Mavericks para o justificar. Mas depois relembraram-me que o Naismith Basketball Hall of Fame, não é apenas para jogadores da NBA. E que apesar da esmagadora maioria ter jogador na National Basketball Association, existem seis atletas que nunca jogaram na liga norte-americana, mas conseguiram o seu lugar no panteão da modalidade por tudo o que fizeram na Europa

Luka Doncic é a nova joia da coroa da NBA. Depois de ter sido escolhido em terceiro lugar no Draft de 2018 pelos Atlanta Hawks – e imediatamente trocado por Trae Young, escolhido na 5ª posição pelos Dallas Mavericks – o jovem esloveno assumiu-se como o líder da equipa, uma das caras da NBA, e como o futuro da liga.

No entanto, antes de chegar aos Estados Unidos, o jovem base esloveno já possuía uma carreira profissional em Espanha, recheada de troféus e prémios individuais.

Em 2015, com apenas 16 anos, estreou-se na equipa profissional do Real Madrid, e a partir desse momento foi-se tornando uma das suas peças fundamentais. Nos três anos que se seguiram venceu uma EuroLeague – na qual foi MVP, MVP da Final4 e esteve no cinco ideal – foi duas vezes jovem revelação, venceu três campeonatos espanhóis, MVP da Liga ACB, jogador jovem do ano por duas ocasiões, tudo enquanto conseguia médias de 14 pontos, 5 ressaltos e 5 assistências.

Em apenas três épocas, Luka Doncic conseguiu demonstrar todo o seu talento, de tal forma que foi eleito para a equipa da década 2010-2020 da EuroLeague.

A juntar a todos estas distinções, desde que chegou à NBA, Doncic elevou o seu nível a patamares ainda mais altos, e em duas épocas com os Mavericks foi eleito Rookie do Ano, esteve na All-NBA First Team, e ainda foi nomeado para o seu primeiro jogo All-Star.

São poucos os atletas que se podem gabar de ter um currículo tão extenso com apenas 21 anos, mas Luka não fica por aqui. Para além das conquistas ao nível de clubes, também com a seleção eslovena o base se destaca. Em 2017, e apesar de uma lesão, venceu o Campeonato da Europa, sendo eleito para o melhor cinco do torneio.

Olhando para todos os troféus e recordes, Doncic tem uma candidatura muito forte ao Hall of Fame. Mas será que já lá chegou? Diria que não.

Os seis atletas presentes nesse panteão do basquetebol, mas que nunca jogaram na NBA, venceram múltiplas EuroLeagues, foram grandes marcadores de pontos, e destacaram-se com as suas seleções nacionais em vários Jogos Olímpicos.

Apesar de estar perto, Luka precisa de se afirmar ainda mais no panorama da NBA. Se a sua carreira se desenvolver como todos pensamos, então não existem grandes dúvidas que chegará ao Hall of Fame. Mas para já, ainda é muito cedo para o colocar nesse patamar.

Foto de capa: Dallas Mavericks

Investir no futuro: Pedro Porro, Pedro “Pote” Gonçalves e Bruno Tabata

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Com o decorrer da época, Pedro Porro, Bruno Tabata e Pedro Gonçalves são os jogadores contratados que, efetivamente, podem dar um retorno desportivo e financeiro ao clube: . Antes de mais, devo dizer que os reforços desta época estão a surpreender pela positiva: nos anos passados, a maioria dos reforços não singraram com a camisola verde e branca, mas esta tendência inverteu-se este ano através da entrada de jogadores com muita qualidade que estão a contribuir para o aparente sucesso desportivo do Sporting CP.

No entanto, na época em que os jogadores contratados se estão a adaptar melhor ao clube, o Sporting CP, por motivos financeiros, não conseguiu garantir a totalidade de vários passes e necessitou de recorrer a alguns empréstimos. Assim, tanto Pedro Gonçalves como Pedro Porro e até Bruno Tabata são jogadores que o clube devia priorizar no que toca ao investimento do dinheiro no futebol.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Estes três são jogadores que, além de serem mais valias desportivas, se podem tornar em mais valias financeiras. São muito importantes para o desenvolvimento do clube de Alvalade. Pedro Gonçalves é o melhor marcador do campeonato, Pedro Porro aparenta ser um dos melhores laterais direitos que vi jogar no clube e Bruno Tabata está a começar a afirmar-se na equipa como um jogador que pode resolver jogos através dos desequilíbrios que cria.

O Sporting CP, apesar de possuir 100% do passe de Bruno Tabata e de Pedro Gonçalves (de acordo com o comunicado do SCP à CMVM), numa futura venda tem de dar 90% do valor de Bruno Tabata ao Portimonense SC e 50% do valor de Pedro Gonçalves ao FC Famalicão. Nesse mesmo relatório informa que o Sporting CP pode reduzir os 90% da futura venda de Tabata para 50% mas, mesmo assim, o clube devia procurar baixar esse valor em ambos os jogadores.

Em relação ao caso de Pedro Porro, que vem emprestado do Manchester City FC, o clube possui opção de compra que consta ser por volta dos oito milhões de euros, valor que está muito abaixo daquilo que o lateral pode vir a valer no futuro se continuar a mostrar-se ao nível que nos tem habituado.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Penso que uma parte do futuro do Sporting CP em termos desportivos e financeiros está nestes jogadores pelo que, se possível, deve-se fazer um esforço para garantir maiores percentagens de venda futura e, no caso de Porro, garantir o passe do jogador em definitivo. É claro que estamos a falar de quantias elevadas de dinheiro, mas, neste caso, seria dinheiro investido em jogadores com provas dadas pelo clube que seriam um risco muito menor.

Muito sinceramente, considero que o caso mais difícil de resolver dentro dos três que abordei seja o de Pedro Porro, visto que quem está do outro lado é o Manchester City FC que, certamente, pretende que o jogador volte, mas, nesse momento, o Sporting CP tem de garantir os seus interesses e pedir dinheiro para não ativar a cláusula de compra, conseguindo algum lucro com o jogador que, ao fim dos dois anos de empréstimo, já terá dado bastante retorno desportivo!

São três casos para a atual direção pensar e resolver… quanto mais cedo melhor porque com o passar do tempo e com o desenvolvimento dos jogadores, os clubes que detêm poder sobre esses mesmos jogadores vão começar a pedir mais para os libertar e, com um Sporting CP que até aparece num artigo do prestigiado jornal espanhol ‘Marca’, o preço dos jogadores de Alvalade vai aumentar! Frederico Varandas tem de aproveitar…

FC Porto x Moreirense FC | 5 dados estatísticos para o encontro

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À 12.ª jornada da Primeira Liga Portuguesa jogar-se-á o 25.º duelo entre FC Porto e Moreirense FC numa fase em que uma vitória de um dos lados pode levar a uma eventual subida de posição na tabela classificativa.

OS CÓNEGOS SÓ VENCERAM UMA VEZ OS AZUIS E BRANCOS PARA A LIGA E NO DRAGÃO NUNCA O FIZERAM. HAVERÁ SURPRESA OU CONTINUIDADE PORTISTA VITORIOSA? APOSTA JÁ EM BET.PT!

Neste momento, o FC Porto ocupa o terceiro lugar do campeonato com 25 pontos, menos quatro que que o Sporting CP e menos dois que o SL Benfica.  O Moreirense FC ocupa o oitavo lugar e, caso vença, pode empatar com o sexto classificado, FC Paços de Ferreira. Contudo, a estatística está do lado da equipa da casa, mas o futebol não é feito de estatísticas.

O Moreirense FC tem apenas duas vitórias ao FC Porto na sua história nos 24 jogos em que as duas equipas se encontraram. O FC Porto, por sua vez, ganhou 17 vezes, restando os cinco empates que se deram entre ambos. Pepe, Marcano, Mbaye falharão jogo por lesão, Otávio por castigo e Mbemba ainda é dúvida para a partida. Do lado do Moreirense FC, Lacerda, Pedro Amador, Pedro Nuno, Sori Mané, Matheus Silva e André Luís estarão de fora da partida.

A entrevista de Pinto da Costa no seu 83.º aniversário

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No seu 83º aniversário (a 28 de dezembro), Jorge Nuno Pinto da Costa concedeu uma entrevista ao jornal O JOGO. Ainda que tenha sido uma conversa algo curta, Pinto da Costa, no seu estilo de sempre, deixou promessas em relação ao plantel e lançou ainda fortes críticas ao executivo de António Costa.

Num aniversário especial, com a conquista da Supertaça dias antes, Pinto da Costa aproveitou para realçar o papel de Sérgio Conceição e também do plantel, destacando estes por, mesmo após tantos jogos, conseguirem “jogar assim e mostrar que sentem a camisola”. Naquele que foi o seu 63.º troféu, e o primeiro desde a morte de Reinaldo Teles, o presidente não esqueceu o mítico dirigente e seu próximo amigo: “E festejei-a também com Reinaldo Teles, que estava ali ao meu lado”.

Aproveitou também para mandar uma farpa para a comunicação social, que “coloca os nossos rivais sempre como uma equipa imbatível e nos apresenta como acompanhantes da festa dos outros”. Mas, apesar disso, espera que a época acabe, como “muitas vezes”, com o FC Porto a festejar.

Em relação às outras equipas a disputar o campeonato, Pinto da Costa confessa não ver as suas partidas sem ser contra os dragões, acrescentando que “pelo que tenho visto e pelos resultados, penso que sim, que somos a melhor equipa”.

O outro grande tema a ser falado nesta entrevista foi, como não poderia deixar de ser, a pandemia. Pinto da Costa lançou palavras muito fortes em relação à falta de público nos estádios, apelidando a decisão de “lamentável, incompreensível e estúpido”. Como já havia afirmado no passado, o presidente reiterou que se há público nas “touradas, congressos, festas políticas e espetáculos”, com alguns em espaços fechados, não faz sentido não haver nos jogos de futebol ao ar livre.

Acusou ainda o Governo de não considerar “importante o que vários clubes fazem por Portugal com as suas vitórias internacionais”. Para além de não permitir público nos estádios, o executivo não se apresentou, como é costume, na Supertaça do passado dia 23. António Costa estava em isolamento, mas o presidente do FC Porto não viu razão nenhuma para justificar a ausência do “Sr. ministro da tutela e o Sr. secretário de Estado do Desporto”.

As consequências deste fecho contínuo do público nos palcos do futebol podem ser fatais, segundo Pinto da Costa. Ao FC Porto, para já, causou um prejuízo de 29 milhões de euros, mas o presidente fala de um outro problema menos palpável: o afastamento dos mais novos da modalidade. “Está a afastar os jovens do futebol, como adeptos e praticantes”.

Ainda assim, mesmo com as quebras de receitas sentidas nesta época, Pinto da Costa assegura uma coisa: “Dos jogadores que formam o núcleo base da equipa, posso afirmar que não sairá ninguém em janeiro”. Em termos de chegadas, também não prevê nenhuma novidade, por acreditar que o plantel atual dá todas as garantias necessárias ao clube.

O FC Porto aproveitou ainda o aniversário da sua maior lenda para realizar a cerimónia de entrega da Supertaça ao Museu do clube.

Artigo revisto por Mariana Plácido

Sporting CP 2-0 SC Braga: Mais um passo firme na luta pelo sonho verde e branco

A CRÓNICA: SPORTING CP INICIA 2021 COM UMA VITÓRIA IMPORTANTE

Começar 2021 com um jogo entre dois candidatos ao título é bom. Mas se juntarmos isso uma vitória, é espetacular. Apenas um dos Sportings podia vencer, e foi o Sporting Clube de Portugal que levou a melhor em Alvalade, com um triunfo por 2-0. Pedro Gonçalves e Matheus Nunes fizeram os golos que deram mais três pontos ao líder da Primeira Liga, que continua em grande na luta pelo título.

A expetativa de se assistir a um jogo bastante emotivo confirmou-se, mal se ouviu o apito inicial. Os dois lados entraram com vontade de assumir o controlo da partida, evidenciando uma mentalidade ofensiva e sem receio de arriscar na busca pelo golo inaugural. O único aspeto negativo a referir nos primeiros minutos foi mesmo o relvado de Alvalade, que não estava nas melhores condições para um duelo deste calibre.

O Sporting CP começou a ter maior iniciativa, construindo lances de perigo, mas os comandados por Carlos Carvalhal conseguiram condicionar a saída de bola dos leões. Isto obrigou, muitas das vezes, a jogar na profundidade para tentar abrir espaços na defesa minhota. Embora faltassem verdadeiras oportunidades de golo, o jogo estava a prosseguir de forma bastante interessante.

Provavelmente, Ricardo Horta viu aquilo que eu estava a escrever e não tardou em criar a primeira ocasião de perigo. Um delicioso passe de Fransérgio isolou o extremo português, que tentou picar por cima de Adán, mas o guardião evitou o golo com uma bela defesa, aos 32 minutos. Tudo isto acabou por motivar o SC Braga, já que, quatro minutos depois, voltou a estar muito perto de marcar na sequência de um pontapé de canto. No entanto, o último remate de Ricardo Horta foi direto para fora.

Era a melhor fase da equipa visitante, sem dúvidas. Ali Elmusrati (39′) atirou ao poste, depois de uma jogada bem trabalhada do lado esquerdo por Galeno, onde o ligeiro toque de Adán fez toda a diferença para manter o nulo no marcador ao intervalo.

O início do segundo tempo podia ter sido em grande para o SC Braga, pois Paulinho ainda colocou a bola dentro das redes da baliza de Adán. Contudo, o VAR anulou o golo por fora de jogo do avançado. O aviso estava dado – o Sporting CP tinha de se focar rapidamente no jogo para evitar um dissabor a começar o ano…

O “suspeito” do costume sentiu em demasia esse lance do adversário e apareceu para fazer a diferença. Aos 54’, Nuno Mendes cruza para Nuno Santos tocar para o coração da área, onde Pedro Gonçalves remata para o fundo das redes de Matheus, naquele que foi o 11.º golo do “Pote de Ouro” leonino. A resposta ao golo sofrido surgiu aos 63 minutos, novamente pelos pés de Ricardo Horta. O jogador recebeu um cruzamento atrasado de Esgaio e ficou em excelente posição para marcar, mas viu, outra vez, Adán a parar a sua intenção, com uma grandiosa defesa.

Nesta fase do jogo, quem estava por cima era, claramente, a formação do Minho, mas o mais letal seria Matheus Nunes, que fez o seu primeiro golo na Primeira Liga ao minuto 78. Excelente jogada de Sporar, que dispara para uma defesa apertada de Matheus Magalhães. Mas é, então, o outro Matheus que surge repentinamente para colocar a diferença em dois golos no marcador.

O 2-0 deitou por terra qualquer intenção bracarense em alcançar o empate e sentenciou as dúvidas que pudessem existir em relação ao vencedor final. Os últimos minutos do encontro passaram a correr e o árbitro deu por terminado um jogo intenso. Mesmo estando em muitos momentos da partida sob pressão, o certo é que o Sporting CP soube esperar pelos momentos ideais para chegar a uma vitória que pode ter uma elevada importância para o sonho de todos os sportinguistas em conquistar o título de campeão.

 

A FIGURA

António Adán – Costuma-se dizer que o melhor ataque é a defesa. Ter um guarda-redes com elevada experiência, como é o caso de Adán, acaba por fazer a diferença nos jogos em que a defesa leonina está sob forte ameaça. O guardião espanhol teve duas defesas soberbas a remates de Ricardo Horta que tiveram peso no desfecho final do jogo.

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Paulinho – Há jogadores que, mesmo estando sobre forte pressão, não vacilam nas alturas cruciais. O caso de Paulinho é diferente. Tendo sido muito falado como possível reforço do Sporting CP, a expetativa para ver aquilo que o número 20 bracarense faria em Alvalade era um dos pontos chave para o jogo da 12.ª jornada. O certo é que o avançado não teve o protagonismo de outros encontros – esteve muito escondido durante os 90 minutos e não conseguiu criar espaços na defesa leonina.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Entrar no novo ano no topo da classificação era motivo mais do que suficiente para o Sporting CP ir em busca de mais uma vitória. O treinador leonino Rúben Amorim fez atuar praticamente o melhor onze no seu já bem trabalhado 3-5-2, com Nuno Santos a ser novamente titular. A turma de Alvalade tinha um teste exigente na defesa pela liderança na Primeira Liga.

No primeiro tempo, o conjunto verde e branco até foi tendo maior iniciativa ofensiva. Mas a estratégia preparada por Carlos Carvalhal estava a dificultar a criação de momentos de perigo junto da baliza de Matheus. Os últimos 15 minutos da primeira parte viram uma inversão de papéis, já que o SC Braga esteve perto de marcar – valeu Adán para impedir o golo em dois lances.

Antes de chegar ao 1-0, o Sporting ainda teve um sobressalto com o golo de Paulinho, que foi anulado pelo VAR. A equipa despertou e foi em busca do golo que desse a vantagem. Por fim, aos 54’, ele surgiu por intermédio de Pedro Gonçalves. Dando agora a iniciativa ao adversário, os homens de Amorim souberam esperar pelo momento certo para fazer o 2-0 e acabar com as dúvidas quanto ao desfecho final.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

António Adán (8)

Nuno Mendes (5)

Luís Neto (5)

Sebastián Coates (5)

Zouhair Feddal (5)

Pedro Porro (7)

João Palhinha (5)

João Mário (6)

Pedro Gonçalves (5)

Nuno Santos (5)

Tiago Tomás (5)

SUBS UTILIZADOS

Andraz Sporar (5)

 Bruno Tabata (5)

Matheus Nunes (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

A cinco pontos do líder leonino, os Gverreiros do Minho queriam começar 2021 da melhor maneira – com um triunfo sobre o Sporting CP, para reduzir distâncias. Assim sendo, Carlos Carvalhal alinhou, logo ao início, as melhores peças no onze inicial, com o já habitual 4-3-3, no qual o regresso do extremo Galeno foi a grande novidade, relegando Iuri Medeiros para o banco de suplentes.

O triunfo retumbante no Bessa serviu de mote para uma entrada sem receio do líder. Com um sistema muito móvel na frente de ataque, o conjunto minhoto conseguiu travar eficazmente durante toda a primeira parte as ofensivas leoninas, com uma pressão sobre o portador da bola logo na primeira fase de construção. Antes do descanso, Ricardo Horta (por duas vezes) e Ali Elmusrati poderiam ter dado a vantagem nos últimos 15 minutos do primeiro tempo, naquele que foi o melhor momento da equipa visitante.

O início da segunda parte até poderia ter sido grandiosa com o golo de Paulinho, só que VAR anulou o tento do avançado. Como diz a lei de Murphy, “Qualquer coisa que possa correr mal correrá mal, no pior momento possível”, e foi exatamente isso que se verificou com o golo de Pedro Gonçalves. A partir desse momento, viu-se um SC Braga mais sem estrutura, à procura do empate. Porém, acabou por sofrer o 2-0, o que acabou com a réstia de esperança em conseguir trazer pontos de Alvalade.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Matheus Magalhães (5)

Ricardo Esgaio (5)

Rolando (5)

Raul Silva (5)

Nuno Sequeira (5)

Ali Elmusrati (5)

João Novais (5)

Fransérgio (5)

Galeno (6)

Ricardo Horta (6)

Paulinho (4)

SUBS UTILIZADOS

Iuri Medeiros (5)

Guilherme Schettine (-)

 

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Sporting CP

BnR: Face ao último jogo frente ao B-SAD, no qual o Sporting CP, sobretudo na primeira parte, teve bastantes dificuldades com as bolas nas costas da defesa, hoje vimos uma equipa mais coesa nesse momento. Isso foi um aspeto que trabalhou com os seus jogadores durante a semana de preparação para o jogo contra o SC Braga?

Rúben Amorim: Obviamente que isso foi um aspeto que trabalhamos, após o jogo no Jamor, e ainda temos de melhorar. Contra uma equipa que faz movimentos quando o Ricardo (Horta) entra e o Paulinho vem buscar, ou o Fransérgio entra e o Ricardo vem buscar entrelinhas, é algo que tivemos em atenção e estivemos bem. Depois, tenho jogadores que, para além do treino, dos vídeos que a equipa técnica mostra, ainda pedem mais vídeos para ver. São grandes profissionais. O Feddal recuperou a tempo. Caso contrário, teria jogado o (Gonçalo) Inácio, que é um jogador experiente, habituado a defrontar grandes avançados na Liga espanhola e dá muita experiência à equipa. Agora melhoraram, porque treinamos e chamamos à atenção, além de serem bons jogadores.

SC Braga

Não foi possível colocar pergunta ao treinador do SC Braga, Carlos Carvalhal.

Artigo revisto

Fórmula 1 | E agora, Alex Albon?

Numa temporada cheia de recordes e temas para se discutir na comunidade da Fórmula 1, um dos mais debatidos foi o lugar de Alexander Albon na Red Bull. A resposta chegou já após o final da temporada, com a confirmação de Sergio Pérez na equipa e de Albon como piloto de reserva e desenvolvimento.

Tendo sido uma decisão recebida de forma positiva por quase todos os fãs, tal não seria assim no final da temporada passada. Por isso, convém compreender como chegamos aqui e o que será feito da carreira de Albon, após este revés.

O inicio da carreira de Albon na Fórmula 1 foi logo carregado de improviso. Com a bomba da saída de Daniel Ricciardo para a Renault, a Red Bull viu-se obrigada a improvisar. Pierre Gasly, apenas com uma época completa ao serviço da Toro Rosso, na qual conseguiu vários resultados muito positivos, foi promovido para a equipa principal, substituindo Ricciardo. Brendon Hartley não convenceu durante a temporada e perdeu também o seu lugar, obrigando a equipa italiana a escolher uma equipa totalmente nova. Entre os mais variados rumores e suposições, até António Félix da Costa viu o seu nome associado. Contudo, a equipa foi buscar Daniil Kvyat, que, após um “ano sabático” como piloto de testes da Ferrari, pareceu merecer de novo a confiança da família Red Bull.

Fonte: Fórmula 1

Ainda assim, ficava a faltar alguém e não parecia haver mais pilotos da Red Bull disponíveis… a não ser que se recorresse a um ex-piloto jovem do programa. Nem de propósito, um desses pilotos tinha terminado em terceiro lugar no campeonato de Fórmula 2, atrás dos também promovidos George Russel e Lando Norris. Esse piloto era Alexander Albon, que rapidamente terminou o seu contrato com a Nissan E-Dams da Fórmula E, com quem iria correr em 2019.

Estava resolvido o problema da Red Bull, para já. Apesar de não ser tão rápido como Kvyat nas primeiras corridas, Albon começou a adaptar-se e a desafiar o russo. Ao mesmo tempo, Pierre Gasly mostrava uma grande dificuldade de adaptação ao RB15, e os resultados teimavam em não aparecer, com qualificações muito longe de Verstappen e falta de confiança para atacar os adversários em pista. Apesar de se mostrar publicamente sempre do lado do piloto, a Red Bull acabou por ceder e, após o Grande Prémio da Hungria, desceu Gasly para a Toro Rosso e promoveu Albon, que tinha apenas meia temporada de experiência para a Red Bull.

Logo na primeira corrida na equipa-mãe, Albon mostrava muito mais velocidade e agressividade do que Pierre Gasly. E assim foi durante várias corridas, incluindo o quase pódio do Grande Prémio do Brasil, que lhe foi retirado após uma manobra um pouco ambiciosa de Lewis Hamilton.

Após esta meia temporada na Red Bull, a opinião era geral: a decisão acertada era manter Albon, que, durante o inverno, teria tempo de se habituar ainda melhor ao carro. Apesar de ninguém esperar que estivesse próximo de Max Verstappen, pelo menos poderia ajudar em termos estratégicos e ser um bom segundo piloto.

Chegamos a 2020. Nos testes de pré-temporada, algo se passa com o RB16. Parece ser um carro muito instável na traseira, o que afeta mais Albon do que Verstappen, sendo que o tailandês chegou a bater forte após perder a traseira. A Red Bull não admitiu problemas, mas era quase óbvio que este não era um carro fácil de conduzir.

No Grande Prémio da Áustria, onde começou a temporada, Albon parecia começar a temporada como terminou a anterior. Qualificou-se em quarto, seguiu em terceiro durante a maioria da corrida e, após uma espetacular estratégia da Red Bull, parecia o favorito à vitória. No entanto, mais uma vez, Lewis Hamilton dá-lhe um toque e atira-o para a gravilha.

Fonte: Red Bull Racing

Apesar disto, todos gostaram do que viram de Albon e acreditaram ser o necessário para vingar. Dito isto, muito raramente voltou a atingir este nível de execução. Os pontos iam surgindo, aqui e ali, mas, numa temporada em que deveria ter pelo menos o quarto lugar garantido, após a catástrofe da Ferrari, era pedido muito mais a Albon. Particularmente na Qualificação. Muitas vezes, as corridas dele não pareciam demasiado más, porque víamos ultrapassagens fabulosas. Contudo, aquelas ultrapassagens nem deviam estar a acontecer, caso ele estivesse a fazer um bom trabalho na qualificação.

Sempre que os carros que não fossem Red Bull ou Mercedes chegavam ao pódio, por obrigação não deviam ser eles a aproveitar, mas sim Albon. No entanto, não estava. Quando Max Verstappen precisava de cobertura estratégica para tentar forçar a mão da Mercedes, estava sozinho, porque Albon estava no pelotão a perder tempo frente a carros bastante mais lentos do que o dele.

Para que se tenha a noção da temporada de Albon, a melhor corrida dele foi a última, em Abu Dhabi. Terminou na quarta posição, enquanto o colega de equipa venceu. Contudo, a grande diferença foi que desta feita estava próximo do top 3. Albon esteve constantemente a pressionar Lewis Hamilton, de forma a retirar opções estratégicas à Mercedes e a permitir que Max Verstappen vencesse de forma mais confortável. Se Albon tivesse feito isto toda a temporada, teria valido mais do que ambos os pódios que conseguiu.

Durante as nossas análises das corridas, a presença de Albon como a desilusão foi uma constante. Mas não é por o acharmos um mau piloto – muito pelo contrário. É facilmente merecedor de um lugar na Fórmula 1, e é pena que não o vá ter em 2021. Uma possibilidade que, para mim, teria sido ideal era a sua presença na Alpha Tauri, ao lado de Pierre Gasly, para servir como um género de tira-teimas. No entanto, o lugar ficou preenchido por Yuki Tsunoda.

Uma descida para a Alpha Tauri poderia também ter um efeito como teve em Pierre Gasly, que, em 2020, foi um dos pilotos do ano, com performances fabulosas e, inclusive, uma vitória em Monza. Foi uma prova de que aquele piloto na Red Bull não estava no seu melhor, o que “deixa no ar” a desconfiança (quase certeza) de que algo tem de mudar na Red Bull.

O carro é obviamente construído para render consoante as características de Max Verstappen, o que é normal em muitas equipas. O piloto principal tem prioridade – acontecia com Schumacher, com Alonso, com Senna, a lista continua. No entanto, a equipa tem de ter o cuidado de construir um carro que não tenda demasiado para um só lado, porque corre o risco de não ter ali um segundo piloto quando precisa dele, como muitas vezes aconteceu nesta temporada e na passada.

A entrada de Sergio Pérez na Red Bull será uma injeção de muita necessária experiência na equipa, o que poderá anular estes problemas de adaptação. Contudo, para Alexander Albon, o futuro é um grande ponto de interrogação. Sebastian Buemi foi também piloto de testes da Red Bull durante vários anos, após sair da Toro Rosso. Hoje, corre em várias categorias, sendo um dos principais pilotos da Fórmula E.

Acredito que Alexander Albon seguirá o mesmo caminho de Buemi ou de outros, como Jean Éric Vergne ou António Félix da Costa. Há mais carreira para além da Fórmula 1 e mais equipas para lá da Red Bull. Albon é jovem e é muito talentoso, mas, para aproveitar isso, tem de sair debaixo da asa da Red Bull, mostrar o que realmente vale e, quem sabe, talvez uma porta se volte a abrir.

Foto de Capa: Red Bull Racing

Artigo revisto

CD Santa Clara x SL Benfica | 5 dados a reter antes do confronto nos Açores

CD Santa Clara e SL Benfica defrontam-se nos Açores, no terceiro dia de 2021, com destaque para o número 12. 12.ª jornada da Primeira Liga 2020/2021, 12.º confronto direto e, claro, ausência do 12.º jogador no Estádio de São Miguel.

Quando os relógios continentais baterem as 17 horas e os relógios açorianos as 16, Hélder Malheiro vai fazer soar o apito inicial. Desse momento em diante, CD Santa Clara e SL Benfica vão ter pouco mais de 90 minutos para colocar à prova o novo ano e começar a dar às respetivas massas adeptas um travo do que aí vem, em 2021.

OS AÇOREANOS SÓ VENCERAM UMA VEZ AS ÁGUIAS NA LIGA. SERÁ QUE VÃO SURPREENDER TUDO NOVAMENTE? SE SABES A RESPOSTA, APOSTA JÁ EM BET.PT!

Ambas precisam de aproveitar a primeira partida do novo ano para sacudir as más indicações da parte final de 2020. O CD Santa Clara vem de duas derrotas a fechar o ano velho, sem ter marcado em ambas (4-0, na receção ao Vitória SC, e 1-0, na visita a Moreira de Cónegos), e o SL Benfica perdeu o primeiro troféu oficial disputado desde o regresso de Jorge Jesus para o rival FC Porto, por 2-0.

Como tal, ambas as formações necessitam de vencer. As estatísticas valem o que valem, mas as cinco que se seguem podem revelar-se importantes na antevisão de um encontro de máxima importância.

NBA | Showtime em Brooklyn

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Por um lado, o início da época da NBA reanimou a nossa memória da «bolha» criada em Julho, com a progressão das boas exibições dos Phoenix Suns, ou até mesmo da irregularidade bizarra dos Clippers. Mas por outro, também ressuscitou a nossa memória das “estrelas esquecidas” que pairavam no estaleiro, ou, simplesmente, não jogavam há muito tempo.

Numa só equipa, vimos o regresso de “super estrelas”. Falo, obviamente, dos Brooklyn Nets. Do lado dos Warriors, esta possibilidade foi rejeitada, ao passo que o sortilégio alheio parece novamente afetar a temporada da equipa de Steve Kerr.

De sublinhar que referenciei estas duas equipas sem qualquer aleatoriedade. Nets e Warriors enfrentaram-se no encontro inaugural da temporada e a verdade é que tal foi preconizado como o jogo dos regressos. É certo que Stephen Curry seria um retorno muito antecipado. Contudo, perceber como funcionaria esta equipa dos Nets com Kevin Durant e Kyrie Irving seria a “montra” e o principal foco deste regresso da NBA.

Foto de capa: NBA

Os 5 melhores golos leoninos | Sporting CP x SC Braga

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O Sporting CP, atual líder do campeonato, recebe, este sábado, a formação do SC Braga, em partida a contar para a 12ª jornada da Liga NOS.

Os Leões partem para este confronto, depois de quatro vitórias consecutivas – as duas últimas na Liga, depois do polémico empate em Famalicão. Os homens de Carlos Carvalhal, por sua vez, já levam cinco triunfos seguidos, tendo derrotado Rio Ave FC e Boavista FC, nas últimas duas jornadas.

UM GRANDE JOGO EM PERSPETIVA PARA COMEÇAR 2021 DA MELHOR FORMA! EM QUEM VAIS APOSTAR? SEGUE JÁ PARA A BET.PT!

O confronto entre as duas equipas é claramente favorável ao Sporting CP, com 91 vitórias dos Leões, 35 do clube minhoto e 23 empates. O melhor marcador do confronto é o sportinguista Manuel Fernandes, que balançou as redes 23 vezes, em 26 partidas. Manuel Vasques (19) e Rui Jordão (16), também eles ex-jogadores do Sporting CP, completam o pódio dos goleadores.

Em antevisão ao jogo de sábado, que marca o reencontro de João Palhinha com a equipa à qual esteve emprestado nas duas últimas épocas, além do treinador Rúben Amorim, trago-vos alguns dos melhores golos marcados pela equipa leonina frente ao emblema arsenalista, num confronto que tem brindado os adeptos com grandes espetáculos de futebol na Liga Portuguesa.