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SL Benfica 2-1 Portimonense SC: Primeira parte de “nota artística” encarnada, segunda para esquecer

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A CRÓNICA: TRIUNFO NÃO ABAFA EXIBIÇÃO CINZENTA

Depois da derrota na Supertaça, o SL Benfica queria dar uma boa resposta na despedida de 2020, e isso até aconteceu com uma vitória por 2-1 frente ao “lanterna vermelha”, o Portimonense SC.

O triunfo não abafa um exibição de duas faces: um primeiro tempo com a tal “nota artística”, algo que o técnico Jorge Jesus gosta de sempre evidenciar, mas uma segunda parte péssima em que teve de defender a vantagem mínima no tempo de compensação. Um fechar de ano de certa maneira positivo, embora a performance das águias tem de ser claramente diferente em 2021.

O desaire em Aveiro tinha feito mossa em toda a equipa encarnada e nada como reagir com um triunfo convincente para fechar o ano em beleza: os comandados de Jorge Jesus entraram determinados no jogo, a tentar desde o apito inicial criar perigo à baliza de Samuel Portugal.

A forte pressão do Benfica estava a ter o sucesso desejado, já que os visitantes não estavam a conseguir ter bola. Foi sem surpresa que o Benfica abriu o marcador aos 14’: Weigl recupera a bola a meio-campo e passa a Taarabt. O médio marroquino deixa para Rafa combinar com Darwin, que só teve de finalizar um belo lance de ataque.

Até ao momento, o Portimonense não estava a conseguir fazer uma jogada com “cabeça, tronco e membros”, e tinha de ser de meia distância que os visitantes poderiam causar algum perigo ao Benfica: Luquinha tentou ameaçar Vlachodimos num remate de longe aos 19 minutos, mas saiu fácil para o guardião.

A acutilância benfiquista ia semeando o pânico na defesa algarvia, e Rafa acabou por dilatar a vantagem caseira ao minuto 23, com um remate já dentro de área numa espécie de penálti em movimento.

Tal como aconteceu na partida de Aveiro, Grimaldo voltou a estar perto de festejar um golo após a marcação de um livre direto aos 36’, contudo o guarda-redes Samuel tinha outras pretensões e fez uma grande defesa.

A resposta dos algarvios apareceu também num livre direto ao minuto 42 de Lucas Possignolo, só que a bola foi às malhas laterais. Esse foi mesmo o último lance da primeira parte que terminou com uma vantagem justa para o Benfica.

Insatisfeito com a exibição da sua equipa na primeira parte, Paulo Sérgio fez uma dupla substituição: Anderson Oliveira e Beto foram lançados para o reinício da partida. O Portimonense entrou com a intenção de mostrar uma imagem diferente daquela apresentada nos primeiros 45 minutos.

De facto, isso até aconteceu com o conjunto visitante a jogar com maior intensidade e a pressionar o Benfica logo na sua primeira fase de construção, só que, no momento da tomada de decisão, nem sempre isso estava a acontecer.

A primeira ocasião de perigo na segunda parte para o Benfica apareceu aos 56’, em que Darwin quis desviar tanto a bola do guardião e atirou em cheio no poste, após uma recuperação de Taarabt no último terço do campo.

A equipa encarnada abdicou de ir em busca de mais golos, e deu a iniciativa de jogo aos visitantes que, dentro das suas possibilidades, ia procurando levar perigo à baliza de Vlachodimos. No minuto 71, Anzai tirou o cruzamento no lado esquerdo para Júlio César assistir Luquinha, que rematou a rasar o poste.

O tempo corria e o Benfica já estava à espera que o jogo acabasse, só que o Portimonense não baixou os braços e foi recompensado: aos 90+2’, Beto respondeu com um bom cabeceamento a um cruzamento do lado direito de Moufi e reduziu a diferença no marcador, com a bola a bater antes em Gilberto.

Os algarvios ainda foram à procura de alcançar o empate, mas o certo é que o conjunto encarnado conseguiu atingir o principal objetivo que era vencer. Em relação à exibição, essa deixou muito a desejar e espera-se (muitas) melhorias na forma de jogar para os lados da Luz quando chegar o novo ano.

 

A FIGURA

SL Benfica
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Primeira parte do SL Benfica – Depois de um desaire que abalou toda a equipa e veio pôr em causa a qualidade exibicional, o Benfica precisava de vencer e convencer os seus adeptos. A mensagem foi bem captada pelos jogadores que entraram a todo o gás na partida frente ao Portimonense, e chegaram sem grandes dificuldades à vantagem. A fazer rolar a bola com grande qualidade, as águias podiam muito bem ter marcado mais golos na primeira parte e fechar logo o encontro. A segunda parte foi uma conversa totalmente à parte…

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Fali Candé – Foi a única mudança no onze inicial visitante, contudo essa aposta correu mal: o lateral de 22 anos teve dificuldades em estancar a dinâmica ofensiva da asa esquerda encarnada. Foi sem surpresa que ficou no balneário ao intervalo, e, na segunda parte, o Portimonense jogou muito melhor e causou perigo pelo seu lado esquerdo.

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Depois de perder a Supertaça, o Benfica queria vencer para calar os críticos e ainda ficar novamente a dois pontos do líder. Jorge Jesus apresentou o seu habitual 4-4-2, com o onze inicial a ser exatamente o mesmo que começou a partida frente ao FC Porto.

As águias entraram motivadas para o jogo, a pressionar fortemente a defesa contrária e era uma questão de tempo até se assistir ao primeiro golo: Darwin inaugurou o marcador na Luz aos 14’ e deu início a um resultado volumoso na Luz. Rafa Silva ampliou a vantagem, naquela que estava a ser até então uma boa exibição coletiva, algo que já não se via há algum tempo.

O segundo tempo trouxe um SL Benfica a jogar mais na expetativa e a dar a iniciativa ao Portimonense, o que veio contradizer as boas indicações dos primeiros 45 minutos. O golo sofrido perto do fim lançou algum pânico na defesa encarnada, mas o importante foi conseguido. Apesar do triunfo, foi mais uma exibição que não deixa os adeptos satisfeitos certamente…

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas Vlachodimos (5)

Gilberto (4)

Nicolás Otamendi (5)

Jan Vertonghen (6)

Grimaldo (6)

Julian Weigl (5)

Adel Taarabt (6)

Rafa (7)

Everton (5)

Luca Waldschmidt (5)

Darwin Núñez (5)

SUBS UTILIZADOS

Pedrinho (4)

 Franco Cervi (5)

Nuno Tavares (5)

Ferro (-)

Samaris (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTIMONENSE SC

Numa situação bastante delicada, o Portimonense apresentou-se na Luz com o objetivo de tentar causar uma surpresa. O treinador Paulo Sérgio utilizou o seu típico 4-4-3 com apenas uma alteração face à última partida: Fali Candé rendeu Anderson Oliveira no onze inicial.

A entrada avassaladora do SL Benfica dificultou ainda mais a tarefa dos visitantes, que sofreram o primeiro golo antes dos primeiros 15 minutos. A equipa de Portimão não conseguiu reagir ao tento sofrido e voltaria a sofrer aos 23 minutos, o que complicou ainda mais a missão de tentar levar pontos para o Algarve. Os últimos minutos do primeiro tempo ainda mostraram um Portimonense com vontade de voltar à discussão do resultado, mas sem grande sucesso.

No início da segunda parte, Anderson Oliveira e Beto foram lançados para dar maior poder de ataque. A mensagem passada por Paulo Sérgio teve o efeito desejado, já que o Portimonense conseguiu encostar o Benfica em busca de um golo que ajudasse a voltar à discussão, só que faltou maior assertividade no momento de tomar a decisão mais correta.

Beto ainda ajudou a reduzir a diferença no marcador (cabeceou contra Gilberto, que fez autogolo) perto do final da partida e toda a equipa ainda sonhou em chegar ao empate, o que não aconteceu. Fica a sensação de que se os algarvios tivessem demonstrado a mesma garra e determinação desde o apito inicial, poderiam muito bem ter levado pontos da Luz.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Samuel Portugal (6)

Fahd Moufi (6)

Maurício Antônio (5)

Lucas Possignolo (6)

Fali Candé (3)

Willyan Rocha (5)

Luquinha (5)

Dener (5)

Koki Anzai (5)

Aylton Boa Morte (5)

Fabrício (4)

SUBS UTILIZADOS

Anderson Oliveira (5)

Beto (6)

Júlio César (5)

Ricardo Vaz Té (-)

Henrique (-)

NBA | Ja Morant: Época de afirmação?

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Com a segunda escolha do Draft da NBA de 2019, os Memphis Grizzlies escolheram Ja Morant, um base vindo de Murray State University, uma pequena universidade de Division 1.

O jovem Morant passou dois anos no circuito da NCAA, onde foi o principal dínamo da equipa, alinhando em 65 jogos e terminando com médias de 19 pontos, 6 ressaltos e 8 assistências. Médias muito boas, mas a grande valia deste base é que parece estar constantemente ligado à corrente elétrica.

Depois de uma época que culminou com o prémio de Rookie do Ano, tendo levado os Grizzlies ao play-in game onde a equipa acabou derrotada pelos Portland Trail Blazers – apesar dos seus 35 pontos – Ja Morant entrou para esta época como uma das estrelas em ascensão e com a pressão de ter de carregar um franchise que agora é seu.

O jovem de 21 anos não se amedrontou, e entrou com tudo este ano, mostrando que se continuar a evoluir desta forma, pode ser um dos bases de elite da liga norte-americana num futuro próximo.

Nos seus dois primeiros jogos, frente aos San Antonio Spurs e Atlanta Hawks, Morant conseguiu 44 e 28 pontos, respetivamente, mas já durante os jogos de pré-época mostrara uma compostura diferente da que viramos a época transata.

Morant é um base que partilha algumas semelhanças com Russell Westbrook ou um Derrick Rose jovem: bases extremamente atléticos, com uma capacidade de impulsão tremenda, e que dominam através do seu atleticismo. A tendência é que jogadores deste género se tornem dínamos ofensivos, mas que tenham alguma dificuldade em organizar o jogo coletivo através do passe.

Nestes primeiros jogos da época, vimos um Ja Morant a assumir o papel de motor no ataque, mas também de maestro, ao organizar os movimentos da sua equipa com uma confiança e calma acrescidas. O seu próximo será conseguir melhorar as suas médias de lançamento exterior e aumentar a sua intensidade defensiva, de forma a que, quando Jaren Jackson Jr. regressar de lesão, consiga colocar os Grizzlies na luta pelo play-in tournament e, quem sabe, nos playoffs.

É verdade que a amostra de jogos esta época ainda é curta para se retirarem grandes ilações, e depois da lesão sofrida no jogo frente aos Brooklyn Nets será preciso esperar que o jovem base não fique muito tempo fora de campo, mas não há grandes dúvidas de que se continuar a evoluir desta forma, Ja Morant tem todas as características para ser uma verdadeira estrela na NBA.

Foto de Capa: Memphis Grizzlies

Vitória SC X FC Porto | 5 dados estatísticos para o último jogo de 2020

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Depois do jogo da Supertaça, onde o FC Porto saiu vitorioso, é altura de voltar a colocar os focos no campeonato e na caminhada, ainda longa, para a conquista do bicampeonato. Segue-se assim, a jornada 11 com a receção ao Vitória SC, a última do ano 2020.

Prevê-se um jogo complicado para ambas as partes, apesar do favoritismo os dragões têm vindo a “suar” para conseguir arrancar pontos aos vitorianos, que, depois de um início de temporada atribulado, começaram a subir de rendimento dentro das quatro linhas desde a chegada de João Henriques à cidade berço.

NA CIDADE BERÇO, OS CONQUISTADORES QUEM MANTER O SEU CASTELO COESO E OS DRAGÕES QUEREM ASSALTÁ-LO. QUEM VAI SAIR VENCEDOR? APOSTA JÁ EM BET.PT!

Para este encontro, Sérgio Conceição, que conta com a equipa na máxima força, com apenas Mbemba em dúvida, deve entrar com um 4-4-2 com Marchesin na baliza; Zaidu, Pepe, D. Leite, Manafá; Luis Díaz, Sérgio Oliveira, Uribe, Corona; Taremi, Marega.

Já João Henriques, deve entrar no encontro em um clássico 4-3-3 com Varela na baliza; Sacko, Fernandes, Mumin, Sílvio; Pepelu, Almeida, André André; Quaresma, Rochina, Estupinan.

THW Kiel 36-35 Telekom Veszprém: Um jogo para a história

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A CRÓNICA: NÃO HÁ PALAVRAS PARA ESTE JOGO, O MELHOR É (RE)VER

A época passada foi interrompida ainda antes de se encontrar um vencedor da EHF Champions League e, deste modo, os primeiros dois classificados dos grupos A e B foram convidados a participar na final four referente à época passada. Na segunda meia final do dia, THW Kiel e o Veszprém defrontaram-se por um lugar na final contra o Barcelona. Esta foi a quarta vez que ambas as equipas se encontram nas meias finais da competição.

O jogo não começou da melhor forma para ambas as equipas, sendo que entraram em campo com alguma dificuldade no momento ofensivo e os guarda redes, Niklas Landin e Rodrigo Corrales, mostraram ao que vinham, com intervenções de enorme qualidade. A equipa húngara tentou encontrar soluções com dois pivots, mas os golos das duas equipas surgiam principalmente através de contra-ataques e ataques rápidos, penalizando os erros técnicos. Da parte do Veszprém estes erros sucediam-se e, juntamente com os problemas das exclusões, isso levou a que o Kiel assumisse a frente do marcador. A equipa alemã foi controlando os ritmos do jogo a seu belo prazer e quando David Davis pediu o segundo time-out da partida aos 21 minutos a vantagem já tinha aos cinco golos (15-10). Vuko Borozan foi a principal arma ofensiva do Veszprém e foi a partir dele que a equipa húngara conseguiu reduzir a diferença, que chegou a ser de sete golos, para cinco ao intervalo (18-13).

Nos minutos iniciais do segundo tempo a diferença no marcador manteve-se, até que, com um parcial de 0-4 em apenas quatro minutos, o Veszprém reduziu a desvantagem para dois golos (22-20) e a vinte minutos do fim da partida estava de novo na luta. Filipe Jicha parou o jogo, conseguiu controlar o momentum adversário por alguns momentos, mas pouco depois a equipa húngara voltou a aproximar-se, desta vez com um parcial de 0-7 (!). Foram mais de oito minutos em que o Kiel não conseguiu marcar um único golo. Novo time-out do ex-jogador do Kiel a menos de dez minutos do final da partida para tentar recuperar a vantagem que se tinha transformado numa desvantagem de quatro golos (24-28) e, para espanto de todos, nos cinco minutos que se seguiram a sua equipa conseguiu um parcial de 5-0, retornando para a frente do marcador. Desta vez foi o Veszprém que ficou mais de sete minutos sem concretizar. Até ao final da partida o Kiel teve as melhores oportunidades para vencer, uma enorme defesa de Rodrigo Corrales nos últimos momentos impediu que tal acontecesse, mas o resultado terminou empatado a 29 e, portanto, houve direito a mais dez minutos deste enorme espetáculo.

Muitas vezes considera-se que é a equipa com o momentum a iniciar o prolongamento que acaba a vencer a partida. Nesta partida, com as mudanças no marcador, era complicado perceber que equipa seria: o Kiel que tinha desperdiçado uma vantagem que chegou a ser de sete golos, mas que conseguiu recuperar de uma desvantagem de quatro, acabando por não conseguir vencer nos momentos finais, ou o Veszprém que lutou contra uma desvantagem de sete golos e desperdiçou uma vantagem de quatro? Foi a equipa húngara a primeira a marcar no tempo extra. Pouco depois, o especialista defensivo do Kiel, Wiencek, foi expulso com vermelho direto e nos últimos momentos da primeira parte do prolongamento Borozan marcou mais um golo, elevando a vantagem para dois golos (32-34). O momentum parecia, então, estar do lado do Veszprém. Mas o Kiel tinha outros planos e entrou melhor na segunda parte, conseguiu um parcial de 4-1 e acabou por vencer este jogo frenético (36-35).

Esta será a terceira final entre Kiel e Barcelona, tendo ambas as equipas uma vitória neste confronto. O Barcelona será o favorito, principalmente pela questão física, mas já vimos que pouco interessa a teoria. Esta meia final foi tudo o que os fãs adoram no Andebol: ritmo, paixão, incerteza no resultado até ao último momento. Este é daqueles que vai ficar na memória dos fãs para sempre.

A FIGURA

Niklas Ekberg (THW Kiel) – Sete golos (100%) e duas assistências. O experiente sueco foi decisivo, marcando os últimos dois golos do Kiel na partida e fazendo o bloco no último remate do Veszprém na partida. Também não tremeu da linha dos sete metros. Absolutamente decisivo.

O FORA DE JOGO

Petar Nenadic (Telekom Veszprém) – O central marcou apenas dois dos seus seis remates e acumulou dois erros técnicos, ajudando à fraca prestação ofensiva da equipa em certos momentos da partida.

ANÁLISE TÁTICA THW KIEL

Foi uma performance defensiva sublime por parte da equipa alemã. Quer em 6×0, 5×1 ou 4×2 conseguiu sempre causar inúmeras dificuldades ao Veszprém no momento ofensivo. De realçar a excelente prestação de Duvnjak como defesa mais adiantado, tendo até feita uma interseção decisiva nos momentos chaves da partida. Ofensivamente, a equipa foi guiada por mais uma impressionante demonstração de qualidade de Sagonsen. Nota ainda para a aposta no 7×6 em certos momentos, principalmente nos momentos finais do tempo regulamentar, quando vencia 29-28, sendo que a equipa perdeu a bola e permitiu um golo simples levaria o jogo para o prolongamento num momento em que não era necessário arriscar.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Steffen Weinhold (6)

Patrick Wiencek (6)

Hendrik Pekeler (8)

Niclas Ekberg (10)

Rune Dahmke (8)

Sando Sagosen (6)

Niklas Landin (6)

SUPLENTES UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Dario Quenstedt (5)

Domagoj Duvnjak (6)

Harald Reinkind (5)

Miha Zarabec (5)

ANÁLISE TÁTICA VESZPRÉM

Uma recuperação notável que quase culminou na tão pretendida vitória. No entanto, numa equipa tão repleta de estrelas é impensável a quantidade de erros técnicos cometidos e não conseguir controlar uma vantagem de dois golos contra um adversário com uma rotação muito menos profunda. David Davis tem de repensar algumas questões para a equipa húngara voltar a tentar chegar à final da EHF Champions League em 2021.

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Andreas Nilsson (4)

Vuko Borozan (9)

Kentin Mahe (9)

Petar Nenadic (4)

Jorge Maqueda (4)

Gasper Marguc (9)

Rodrigo Corrales (6)

SUPLENTES UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Vladimir Cupara (-)

Dejan Manaskov (5)

Khaled Yahia (9)

Rogerio Moraes (7)

Blaz Blagotinsek (5)

Mate Lekai (9)

Foto de Capa: THW Kiel

Boavista FC 1-4 SC Braga: Arsenalistas tomam Boavista de relâmpago

A CRÓNICA: LARGURA + PROFUNDIDADE + EFICIÊNCIA = GOLOS

Na última jornada antes do final do ano, Boavista FC e SC Braga encontraram-se no Estádio do Bessa para um duelo que vinha, num passado recente, sorrindo para os axadrezados: três vitórias diante dos arsenalistas nos últimos três jogos.

Jesualdo Ferreira queria começar com o pé direito em casa, mas foi o SC Braga que entrou praticamente a vencer no encontro. Aos 2′, Paulinho falhou um cabeceamento, já na pequena área, após cruzamento de Ricardo Horta, mas, no minuto seguinte, após um mau atraso de Chidozie, Fransérgio intercetou a trajetória da bola, fintou Léo Jardim e entregou a Paulinho, que faturou pelo quarto jogo consecutivo. O avançado português igualou, desta forma, a sua melhor série de jogos a marcar, dado que tinha faturado em quatro jogos seguidos por duas vezes na última temporada.

Em pleno dilúvio, ao minuto 14, Iuri Medeiros pegou de relâmpago a defesa axadrezada. Primeiro, a luz, ao intercetar num ápice um mau passe no meio-campo adversário, e depois o autêntico “estouro”, um remate indefensável para aumentar a vantagem bracarense.

Num jogo rápido, com bastante chegada às balizas, o Braga não tirava o pé do acelerador e, aos 25′, Ricardo Horta, desmarcado por um passe de Sequeira que tinha como destinatário Fransérgio, apareceu nas costas dos centrais boavisteiros e, na cara do guarda-redes brasileiro da casa, não perdoou. Perdoou, sim, cinco minutos depois, após uma tabela com Paulinho, quando apareceu novamente na cara de Léo Jardim, mas não conseguiu ultrapassar o último homem do Boavista.

Já perto do intervalo, surgiu a primeira grande oportunidade do Boavista. Numa transição rápida conduzida por Elis, Angel Gomes recebeu, puxou para o pé predileto, mas Mateus esteve a altura e manteve a baliza arsenalista inviolada até ao meio-tempo. Grande prestação do SC Braga no primeiro tempo, marcado pela velocidade de execução, eficácia, dinamismo e, sobretudo, pela exploração exímia da profundidade e largura da defensiva da casa.

A segunda parte não começou da melhor forma para os arsenalistas, que viram Sequeira sair lesionado logo ao terceiro minuto do segundo tempo. Além da lesão do lateral, os bracarenses festejaram por duas vezes, aos 57′ e aos 62′, golos que viriam a ser anulados por fora de jogo.

O Boavista ia criando perigo sobretudo nas bolas paradas e foi mesmo de canto que marcou. Hamache bateu à direita e Devenish marcou para os homens da casa. No entanto, os homens de Jesualdo Ferreira, quatro minutos depois, iriam sofrer o quarto golo, com Paulinho a assistir Ricardo Horta para um remate colocado que só parou no fundo das redes de Léo Jardim.

O Braga poderia ter chegado à mão cheia de golos aos 71′, depois de um contra-ataque perfeito. Tudo feito ao primeiro toque, Fransérgio desmarcou Paulinho, que, em posição frontal à baliza, atirou para uma soberba intervenção de Léo Jardim. Os arsenalistas podiam ter feito mais um golo aos 87′, mas, novamente Léo Jardim, impediu Ricardo Horta de dilatar ainda mais a vantagem no marcador.

O Boavista, em cima do minuto 90, numa altura em que os axadrezados estavam por cima na partida, podia ter reduzido a desvantagem no marcador, mas Matheus respondeu rápido a um remate forte de Mangas.

O SC Braga sobe, provisoriamente, ao terceiro lugar da Liga, no que foi uma exibição arrebatadora dos homens de Carlos Carvalhal.

 

A FIGURA

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Primeira parte do SC Braga – Os arsenalistas entraram com tudo no jogo e foram incisivos na exploração da largura e profundidade da defesa axadrezada. O conjunto de Carvalhal fez três golos sem resposta em menos de meia hora e podia não ter ficado por aí.

O FORA DE JOGO

Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Defesa do Boavista – Há muito trabalho para Jesualdo Ferreira fazer na sua defesa. Erros na primeira fase de construção, falhas na marcação e constantes bolas na profundidade entre os centrais condenaram o Boavista à derrota neste jogo.

 

ANÁLISE TÁTICA – BOAVISTA FC

O Boavista FC apresentou-se em 4-3-3, com Angel Gomes a fazer de falso 9 e com Elis e Yusupha a partirem em diagonais das alas, de forma a explorarem as costas dos centrais bracarenses. Os “panteras” conseguiram criar oportunidades, mas cometeram erros fulcrais na saída com bola. Há trabalho para Jesualdo Ferreira fazer na primeira fase de construção.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Léo Jardim (5)

Reggie Cannon (5)

Devenish (4)

Chidozie (4)

Hamache (5)

Show (4)

Angel Gomes (6)

Nuno Santos (5)

Paulinho (5)

Elis (6)

Yusupha (5)

SUBS UTILIZADOS

Benguché (5)

Mangas (5)

Nathan (5)

Pérez (-)

Morais (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – SC BRAGA

O SC Braga apresentou-se em 4-4-2, com Fransérgio a aparecer ao lado de Paulinho. Os arsenalistas primaram pela exploração da largura e profundidade, lançando Sequeira e Esgaio nas alas, com Ricardo Horta e Iuri Medeiros a darem apoio mais por dentro. Os homens de Carvalhal saíram muitas vezes em contra-ataque ao primeiro toque, com várias diagonais a confundirem a defesa adversária e a isolarem, quase sempre no centro, Paulinho ou Ricardo Horta.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Matheus (6)

Esgaio (6)

Rolando (6)

Raúl Silva (6)

Sequeira (6)

Fransérgio (7)

João Novais (7)

Al Musrati (6)

Ricardo Horta (8)

Iuri Medeiros (7)

Paulinho (8)

SUBS UTILIZADOS

Zé Carlos (6)

Gaitán (-)

André Horta (-)

Abel Ruíz (-)

Bruno Rodrigues (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Boavista FC

BnR: Esgaio e Sequeira apareceram muitas vezes sozinhos na ala, dando origem a situações perigosas para o Boavista. Cannon e Hamache estavam a fechar demasiado dentro ou houve alguma falta de compromisso defensivo dos restantes jogadores?

Jesualdo Ferreira: Aos 15 minutos, o Braga chegou ao 2-0 e aos 25′ ao 3-0, o que tínhamos planeado para o jogo foi por água a baixo. Acho que a minha equipa foi sempre muito objetiva naquilo que queria. Discutimos o jogo durante 90 minutos, tivemos ocasiões para fazer golo, mas quando se joga contra uma equipa como o Braga tem de haver atenção redobrada, não podemos falhar na saída de bola. Normalmente as outras equipas deixam de estar em campo e nós não deixamos, alteramos a nossa disposição tática. Para mim foi importante sentir que há uma equipa quer quer fazer coisas importantes nesta época. Nesta jornada, o Boavista era uma das equipas mais batidas, isso é o que vamos trabalhar no futuro. Para já tentei incutir-lhes posicionamentos, agora vamos trabalhar durante a semana porque isto não se muda de um dia para o outro. É evidente que temos de lidar com lesões, com menor capacidade, com a falta de confiança. A única questão a retirar do jogo é: fomos capazes de lidar com o insucesso.

SC Braga

BnR: Paulinho igualou a sua melhor série de jogos consecutivos a marcar. São já quatro. Queria perguntar-lhe como tem visto este bom momento do jogador e se teme que haja mais uma janela de transferências atribulada com muitos clubes a querer tirá-lo de Braga.

Carlos Carvalhal: Não estou minimamente preocupado. Ele vai ficar até ao final do ano e não sai em Janeiro, a não ser pela cláusula. Espero que feche o circo na comunicação social, principalmente com uma potencial saída para o Sporting. Esta especulação afeta as equipas e quero então dizer que o Paulinho está de corpo e alma no Braga, vai continuar a fazer muitos golos e, no final da época, vai fazer a transferência que tanto anseia e que nós também tanto queremos, porque também é bom para os cofres do Braga.

Rio Ave FC 1-3 CS Marítimo: O réveillon é na Madeira

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A CRÓNICA: MILTON DESMONTOU O RIO AVE FC E DESPEDE-SE DE 2020 CONFORTÁVEL NA TABELA

Num jogo a contar para a 11ª jornada do campeonato, a equipa da casa procurava desfazer o enguiço da falta de golos, enquanto os madeirenses procuravam respirar melhor na tabela, após uma vitória sofrida diante o Belenenses SAD.

Apesar das temperaturas baixas em Vila do Conde, ambas as equipas rapidamente aqueceram a partida com o olho bem fincado na baliza do adversário. Sem se trancarem, iniciaram o jogo com uma vontade imensa de fazer o primeiro golo. Ora, todavia a chegada fácil de ambas as formações ao último terço contrário, foi a «turma» vilacondense a primeira a chegar ao golo. Diego Lopes, ao minuto 14, aproveitou um excelente cruzamento de Pedro Amaral e de cabeça encostou para o fundo da baliza, sem oferecer qualquer hipótese de defesa ao iraniano Abedzadeh.

Apesar da desvantagem, o Marítimo não conseguiu respirar com bola, ao passo que a pressão do Rio Ave FC simultaneamente intensificou-se, não concedendo grande espaço de manobra para que Irmer ou Bambock cogitassem muito o jogo. Não obstante a primeira meia hora forte do Rio Ave FC, o CS Marítimo subiu, de forma afirmativa, as suas linhas e quer através de combinações entre os dois avançados, quer através da incursão dos extremos, conseguiu colocar em sentido a dupla de centrais experientes do Rio Ave FC. A primeira parte permaneceu inalterada e o 1-0 subsistiu até a ida aos balneários.

O intervalo, em nada arrefeceu as ideias de ambos os lados, e o Marítimo aproveitou uma transição ofensiva para igualar a partida. O golo teve assinatura de Joel Tagueu, contudo foi Rodrigo Pinho o arquiteto da jogada. O brasileiro sentou Aderlan Santos e o ponta de lança camaronês aproveitou as sobras de Kieszek para colocar o jogo na estaca zero.

A partida manteve-se imprevísivel e o desenrolar do jogo não parece ter colocado Mário Silva em sentinela, que não conseguiu manter a equipa estável emocionalmente. Em oposição, Milton Mendes conseguiu executar na perfeição o que pretendia, ao passo que o meio campo maritimista estava a controlar todos os momentos do jogo, com e sem bola. Ora, em paradoxo, com o foco do meio campo madeirense, o do Rio Ave FC sofria com as desatenções individuais e não tardou até que Tagueu efetuasse a «cambalhota» no marcador. No minuto 63, Wink cavalgou à vontade, no setor intermediário vilacondense e assistiu para o «bis» de Tagueu.

A resposta da equipa da casa parecia querer aparecer, contudo, a vida complicou-se ainda mais para Mário Silva. Ora, no minuto 75, Kieszek decidiu oferecer um cabaz de natal atrasado a Marcelo Hermes, que aproveitou para incrementar a vantagem maritimista para 1-3.

Por fim, os últimos 15 minutos ditaram uma procura desesperante do Rio Ave FC pelo golo, não obstante não passou disso, desespero sem grande discernimento. Nem a entrada oportunista de Francisco Geraldes evitou a quarta derrota vilacondense no campeonato. Do outro lado, o CS Marítimo sobe ao oitavo lugar, arrecadando 13 pontos na tabela classificativa.

 

A FIGURA


Milton Mendes- É verdade que a primeira parte foi cinzenta naquilo que foi a finalização, contudo, o treinador brasileiro manteve-se fiel aos seus príncipios de jogo e transformou por completo a partida na segunda parte. Corrigiu as zonas de pressão e impulsionou a equipa para um resultado, que ao intervalo, parecia inverossímil de se concretizar.

 

O FORA DE JOGO


Kieszek- Um pouco inglório definir Kieszek como o pior em campo, contudo a sua incompetência no terceiro golo e a incapacidade de manter a baliza inviolável foi por demais saliente. De destacar ainda Mário Silva que não conseguiu despertar a equipa, tendo sido igualmente um dos principais homens desta derrota do Rio Ave FC, no jogo de hoje.

 

ANÁLISE TÁTICA- RIO AVE FC

A equipa orientada por Mário Silva alinhou num 4-4-2, definindo Dala e André Pereira como os homens de referência na frente de ataque. Priveligiando uma saída curta na primeira fase de construção, os homens do Rio Ave FC facilmente ligavam o meio campo ao ataque, com especial destaque para a deambulação na zona central do meio campo por parte de Diego Lopes, que provocou alguma inquietação no trio defensivo da formação madeirense.

Defensivamente, os “pupilos” de Mário Silva defendiam em 4-3-3, descaindo Mané para junto de Tarantini e Pelé, assegurando em André Pereira, Dala e Diego Lopes a primeira fase de pressão no trio de centrais.

A má segunda parte, seguida de elevada indefinição nos momentos de pressão aos homens do meio campo e a inacapacidade de segurar a transição ofensiva do CS Marítimo ditou a quarta derrota no campeonato para o Rio Ave FC.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kieszek (3)

Ivo Pinto (5)

Borevkovic (6)

Aderlan Santos (6)

Pedro Amaral (7)

Pelé (6)

Tarantini (6)

Diego Lopes (7)

Carlos Mané (6)

André Pereira (4)

Gelson Dala (5)

SUBS UTILIZADOS

Meshino (-)

Jambor (5)

Francisco Geraldes (6)

Gabrielzinho (6)

Bruno Moreira (5)

 

ANÁLISE TÁTICA- CS MARÍTIMO

A equipa comandada por Milton Mendes alinhou num 3-5-2, que várias vezes se mutava para um 3-4-3, alternando a saída na primeira fase de construção, entre uma ligação simples entre os dois médios mais recuados e um jogo mais direto para Tagueu/Rodrigo Pinho, de forma a desiquilibrar a dupla de centrais vilacondenses, visto que estes, eram consequentemente arrastados pelas movimentações dos avançados. A segunda parte, por fim, ditou um controlo imperativo dos insulares sobre os vilacondendeses. De sublinhar a capacidade de execução dos homens da frente e da boa orientação dos médios, definindo com excelência as zonas de pressão, com mérito claro para Milton Mendes que corrigiu estes detalhes ao intervalo.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Abedzadeh (6)

Zainadine (6)

René Santos (6)

Leo Andrade (6)

Marcelo Hermes (7)

Jean Irmer (6)

Bambock (7)

Guitane (6)

Cláudio Winck (6)

Joel Tagueu (9)

Rodrigo Pinho (7)

SUBS UTILIZADOS

Milson (-)

China (-)

Edgar Costa (6)

Áfrico (6)

 

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Rio Ave FC

Bola na Rede (BnR): Boa noite mister, a equipa entra forte e consegue marcar novamente no campeonato, contudo na segunda parte, a equipa parece desligar-se e o meio campo parece se desencontrar. Como justifica os 3 golos sofridos?

Mário Silva: Fomos nós os primeiros a inaugurar o marcador e tivemos oportunidades em que podíamos ter uma maior superioridade. Na segunda parte, não entramos tão bem e sofremos o golo do empate, procedido de falta. São pormenores que fazem a diferença. A partir daí a equipa acusou bastante e a fomos abaixo. Infelizmente a equipa não se encontrou.

 

CS Marítimo

Bola na Rede (BnR): Boa noite mister, gostaria de lhe perguntar qual foi a mensagem transmitida à equipa ao intervalo e o que impulsionou uma segunda parte tão demolidora ofensivamente?

Milton Mendes: No segundo tempo acabamos por transformar o bom futebol que fizemos no primeiro em golos. Importante dizer que não se consegue nada sem a entrega total e absoluta dos jogadores. Os jogadores foram os obreiros, os treinadores são somente facilitadores. Fizemos alguns ajustes ao intervalo, que no segundo tempo fez com que a equipa entrasse muito mais determinada a saber aquilo que poderia ser feito e fez.

Os 5 maiores flops de 2020 no Futebol Internacional

O ano de 2020 foi verdadeiramente implacável, em todos os sentidos e em todas as vertentes, e o futebol não foi exceção. Ainda que sem adeptos, e depois de ter sido suspenso, em março, o desporto-rei voltou, lentamente, aos ecrãs das casas de milhões de fãs, espalhados por todo o mundo. Mas como nem tudo são rosas, o regresso foi, tal como a circunstância exigia, feito em marcha lenta e com os jogadores a tentarem voltar à melhor forma. Alguns deles não conseguiram mesmo fazê-lo e acabaram por não conseguir justificar o investimento feito. Eis uma lista de craques, a quem 2020 não correu especialmente bem.

SL Benfica x Portimonense SC | 4 dados do último jogo de 2020 na Luz

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O SL Benfica recebe o Portimonense SC esta terça-feira, dia 29 de dezembro, pelas 18h no Estádio da Luz.

O HISTÓRICO É CLARAMENTE FAVORÁVEL AOS ENCARNADOS, MAS SERÁ QUE OS ALGARVIOS VÃO CONSEGUIR CONTRARIAR A HISTÓRIA? ACHAS QUE ACERTAS? ENTÃO APOSTA JÁ EM BET.PT!

O jogo será orientado pelo árbitro da AF Lisboa Tiago Martins e terá assistência de Pedro Mota e Hugo Ribeiro como assistentes. O quarto árbitro será Fábio Veríssimo, sendo que Bruno Esteves e Ricardo Santos estarão no VAR na Cidade do Futebol.

Este é um jogo a contar para a 11.ª jornada da Primeira Liga portuguesa, liderada pelo Sporting CP, que alargou a vantagem já nesta jornada, após vencer o Belenenses SAD por 2-1.

FC Barcelona 37-32 Paris Saint-Germain: Catalães avançam para a final!

A CRÓNICA: APESAR DO TALENTO INDIVIDUAL NA EQUIPA DE PARIS, O COLETIVO FALOU MAIS ALTO

Veio com atraso, mas não desiludiu. A primeira meia-final da Final 4 da EHF Champions League 2019/20 teve emoção e intensidade de início ao fim. Tendo em conta o nível de jogo apresentado pelas duas equipas esta época, o FC Barcelona, onde atua o português Luís Frade, entrava como claro favorito. Contudo, numa meia-final, e com a qualidade dos intervenientes, tudo poderia acontecer.

O jogo começou com uma toada muito rápida, com ambas as equipas a imporem bastante velocidade, especialmente nas transições ofensivas e contra-ataques diretos. O regresso do primeira-linha Aron Palmarsson acrescentava muito poder de fogo, mas também qualidade na hora da decisão, uma vez que abria espaços na defesa parisiense para Dika Mem aproveitar.

A defesa mostrava algumas dificuldades, mas no ataque os comandados de Raul Gonzalez iam conseguindo equilibrar a partida. Isto é, até à entrada do guardião dinamarquês, Kevin Møller. O guardião fechou a baliza, e o PSG começou a ser incapaz de encontrar o caminho para a baliza. Os campeões franceses entraram num parcial de sete minutos sem marcar, e o Barcelona aproveitou para criar uma vantagem de quatro golos, diferença com que as duas equipas recolheram para o intervalo (18-14).

O segundo tempo começou com o PSG por cima e Vincent Gerard a mostrar-se em grande plano com dois livres de sete metros consecutivos. No entanto, a resposta francesa foi apenas momentânea. Com a frieza do costume, o Barcelona nunca precisou de acelerar – apenas o fez quando quis – e foi construindo a sua vitória nas “assas” de Dika Mem e Aron Palmarsson.

Até ao final, o PSG tentou esboçar uma tentativa de recuperação, em grande parte graças ao jovem ponta-esquerda, Dylan Nahi, que terminou o jogo com nove golos em dez remates, mas a vitória não fugiu aos catalães, que avançam para a grande final.

A FIGURA

Fonte: EHF

Kevin Møller – Se Gonzalo Perez de Vargas é visto como um dos melhores do mundo. Kevin Møller não lhe ficou atrás neste encontro. O guarda-redes dinamarquês foi uma autêntica muralha e uma das chaves para a vitória dos culés. Terminou o encontro com 14 defesa em 35 remates, uma percentagem de defesa de 40%!

 

O FORA DE JOGO

Dainis Kristopans –  O gigante letão teve uma tarde para esquecer. Terminou o encontro com quatro golos em seis remates, mas foram várias as falhas técnicas ao longo do encontro, tanto em igualdade, como em vantagem numérica.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC BARCELONA

A equipa catalã foi muito fiel aos seus princípios, tanto no plano ofensivo, como defensivo. Com um 6:0 profundo, os campeões espanhóis foram capazes de controlar sempre o ataque adversário, e quando tal não acontecia, o guardião dinamarquês lidava com os remates que seguiam na sua direção. No plano defensivo, a dupla Aron Palmarsson-Luka Cindric mostrou ser letal, tanto quando os dois jogadores assumiam o remate, como quando criavam para os seus colegas.

 

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Gonzalo Perez de Vargas (6)

Aleix Gómez (7)

Aron Pálmarsson (8)

Luka Cindric (7)

Dika Mem (8)

Aitor Ariño (7)

Ludovic Fabregas (8)

 

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Thiagus Petrus (7)

Kevin Møller (9)

Luís Frade (6)

Blaz Janc (7)

Timothey N’guessan (7)

Cedric Sorhaindo (7)

Raul Entrerrios (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – PARIS SAINT-GERMAIN

Sem Luc Steins nem Nikola Karabatic, a equipa francesa teve muitas dificuldades no seu ataque organizado. Nedim Remili assumiu o papel de organizador de jogo, mas os ataques culminavam sempre em jogadas individuais. A defesa catalã entrou com a lição estudada, e nem o 7×6 parisiense – que no Dragão deu muito problemas ao Porto – conseguiu fazer a diferença.

 

SETE INICIAL E PONTUAÇÕES

Vincent Gerard (7)

Dylan Nahi (9)

Mikkel Hansen (8)

Nedim Remili (7)

Dainis Kristopans (5)

Ferran Sole (7)

Luca Karabatic (7)

 

SUBS UTILIZADOS E PONTUAÇÕES

Kamil Syprzak (6)

Elohim Prandi (6)

Mthiew Grebille (6)

 

WWE | Os 12 melhores combates de 2020

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Este ano está finalmente a terminar e, por incrível que pareça, a WWE conseguiu produzir combates fantásticos ao longo da pandemia.

Para além dos combates cinematográficos, houve também excelentes performances dentro do ringue e ainda alguns com público ao vivo, algo que parece cada vez mais distante na nossa memória.

Assim, para nos focarmos nos pontos altos de 2020, o Bola na Rede reuniu uma lista dos melhores combates produzidos pela WWE ao longo deste ano.

Nota: Os combates não estão por nenhuma ordem em particular.

Foto de Capa: WWE

Artigo redigido por Afonso Viana Santos, Filipe Torres, Francisco Daniel Guerra e Martim Rodrigues de Almeida