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Os 5 jogadores mais subvalorizados da Liga Portuguesa

A Liga Portuguesa vai ficando gradualmente mais equilibrado, à medida que os anos passam e a hegemonia dos “três grandes” vai sendo ameaçada. Para isso contribui o desleixo e o “descanso à sombra da bananeira” dos clubes mais habituados a ganhar títulos, mas sobretudo o crescimento de outros clubes, quer através das academias que formam jogadores para as equipas principais, quer por maior poderio financeiro e melhor organização administrativa.

Enquanto vão surgindo jogadores com nível para disputar outros palcos nos clubes que aspiram a ser candidatos ao título, aparecem também talentos não reconhecidos; jogadores que ou levam tempo a afirmar-se e a deixar a sua marca no jogo da equipa ou que desempenham o seu papel tão bem, mas tão discretamente, que mal damos por eles; parecemos apenas dar pela sua ausência, dado que o futebol da equipa não flui quando eles não estão em campo. Assim sendo, fica aqui uma lista dos jogadores mais subvalorizados da Liga Portuguesa.

Rui Pedro: o menino que nunca vingou de dragão ao peito

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O cronómetro apontava para os 94 minutos quando se deu um dos golos mais festejados da história do Estádio do Dragão. Não tenho medo em dizê-lo.

Rui Pedro da Silva e Sousa estreou-se no principal escalão do futebol português em 2016/2017, sob a mão de Nuno Espírito Santo e fez uma delícia das grandes frente ao SC Braga no Estádio do Dragão, ao terminar um jejum de golos que já durava há 520 minutos (1 mês para ainda chocar mais quem está a ler).

A eficácia parecia não simpatizar com este FC Porto e teve de ser um menino de 18 anos, que não era visto como uma das maiores promessas do Olival, a matar um borrego que já era desesperante para todos.

A primeira questão que faço é: Será que foi esta ascensão repentina de Rui Pedro que levou ao desenlace que a história teve? Terá sido um passe maior que a perna?

Mais à frente vamos analisar pormenorizadamente esse desenlace que culminou no fim da ligação contratual de Rui Pedro com o FC Porto.

Antes de mais, a história. A história de uma eterna promessa adiada que de um dia para o outro atingiu uma dimensão que pode ter posto em causa o sucesso desportivo de Rui Pedro. Normalmente diz-se que a pressa é inimiga da perfeição, mas neste caso creio que a fama foi a inimiga para uma perfeição que todos esperavam.

Nascido em Castelo de Paiva, Rui Pedro cumpriu os escalões de formação no FC Porto, passando pelos sub-15, pelos sub-17, mas as verdadeiras amostras estavam guardadas para os sub-19 (a nível europeu ao ser o melhor marcador do FC Porto na UEFA Youth League de 2016/2017 e o terceiro melhor marcador da prova, mesmo tendo os dragões sido eliminados precocemente da competição).

A equipa B não foi o maior palco para o jogador se mostrar a Nuno Espírito Santo, visto que a Primeira Liga Portuguesa é que conseguiu catapultar este jovem ponta de lança para a ribalta.

Depois da inesquecível estreia frente ao SC Braga já se falava em tudo. Uma possível titularidade, um ponta de lança como poucos a sair da formação portista, e até uma chegada à Seleção Nacional… Tudo isto pode pesar de forma negativa na cabeça de um jogador. Bem sabemos o peso mediático que um jovem hoje em dia tem no futebol português e até mundial. Muitos casos acabam mal e este foi apenas mais um. Ainda há solução? Claro que sim, visto que Rui Pedro ainda tem 22 anos.

«Cheguei a ter conversas com o SC Braga, mas foi com Vitória SC que as coisas andaram» – Entrevista BnR com Douglas

Durante 10 anos, os adeptos do futebol português habituaram-se a ver Douglas a defender a baliza do Vitória SC mas, aos 37 anos, o brasileiro retirou-se dos relvados. Na primeira entrevista depois de pendurar as luvas, o antigo guarda-redes falou sobre o começo modesto no futebol brasileiro, o «sonho realizado» de chegar ao Santos FC, a ida para o Vitória SC e as alegrias e tristezas na cidade-berço: desde a conquista da Taça de Portugal, e «aquele» penálti defendido em Chaves que levou os vimaranenses de novo ao Jamor, até à lesão no menisco que colocou a carreira em perigo. Eis Douglas, em exclusivo, no Bola na Rede.

– O pendurar das luvas e os primeiros passos como treinador de guarda-redes –

«Este é o melhor momento para trabalhar com guarda-redes e o melhor clube para começar era o Vitória SC»

Bola na Rede (BnR): Como estão a ser os primeiros tempos longe dos relvados?

Douglas: É uma rotina diferente, mas tem sido bom porque estou sempre em contacto com os guarda-redes da formação, vou para o campo com eles. Essa parte é boa, é uma rotina totalmente diferente mas, aos poucos, vou-me habituando.

BnR: Quais são as tuas funções no Vitória SC?

Douglas: Eu fiquei com a coordenação dos treinadores de guarda-redes, desde a equipa sub-23 até toda a formação. É muito trabalho [risos].

BnR: Na última temporada fizeste 38 jogos. Porque é que decidiste parar agora?

Douglas: Eu já vinha a pensar nisso, mas era uma coisa pessoal, só falava com a minha mulher. Podia ser esta época ou na próxima, mas devido às circunstâncias cheguei à conclusão que, até para iniciar este outro lado de trabalhar com os guarda-redes, este é o melhor momento… E o melhor clube para começar seria o Vitória SC. É um clube onde estou há muito tempo, o presidente deu-me essa oportunidade e decidi aceitar.

Douglas
Douglas vestiu a camisola do Vitória SC em 235 jogos oficiais
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

BnR: Estavas a contar jogar tantos jogos esta temporada? Porque o Jhonatan chegou para, supostamente, ser titular, mas teve problemas físicos…

Douglas: É assim, nas últimas três épocas eu sempre me preparei para jogar muitos jogos. Para dizer a verdade, eu nunca me preparei para não jogar. Sempre fui assim, punha na minha cabeça que podia jogar todos os jogos. A escolha depende sempre do mister, mas como havia muito campeonato, Liga Europa, Taça da Liga, Taça de Portugal, eu não sabia quantos jogos ia fazer, mas tive a felicidade de fazer 38 jogos e foi muito bom. O ritmo de jogo era elevado, deu para trazer cá para fora tudo o que trabalhava no dia-a-dia. Foi gratificante.

BnR: Mas a época não vos correu lá muito bem. O que falhou?

Douglas: O principal foi não ter alcançado os objetivos, que acabou por marcar a época. Claro que, em certos momentos, jogámos um futebol atraente mas faltaram resultados e alcançar o objetivo. É difícil explicar porque foi uma época atípica, teve essa paragem… Lembro-me perfeitamente que até ao jogo com o Paços [Ferreira], o último jogo antes da paragem, vínhamos de uma fase crescente e boa de resultados, mas quando voltámos da paragem o campeonato é outro. Foi muito tempo em casa, o ritmo de jogo que tínhamos já não estava lá, não houve jogos de preparação, tínhamos dez jogos para cumprir a sério sem fazer nenhuma preparação. Se não tivesse acontecido a paragem podia ter sido muito diferente, mas infelizmente aconteceu isto no Mundo e acabou por nos prejudicar.

BnR: Vocês passaram do Luís Castro, que era um treinador com um estilo muito específico, para o Ivo Vieira. Foi complicado adaptar a essa diferença de jogo?

Douglas: É totalmente diferente. É sempre complicado quando estás habituado a uma coisa e depois tens de te habituar a outra em pouco tempo. Quando há mudanças existe sempre o lado bom e o lado mau. Com o Luís Castro fomos felizes porque alcançámos o objetivo final, que é sempre o mais importante, mas infelizmente com o mister Ivo não conseguimos. Mas são dois grandes treinadores com excelentes ideias, uma diferente da outra, mas é bom jogar com os dois. Tenho a certeza que, logo logo, o mister vai fazer um grande trabalho.

BnR: Apesar dos resultados não serem os melhores, as exibições eram sempre interessantes de se acompanhar, basta olhar para a vossa campanha europeia. Porque é que, no final, não conseguiam ter resultados de acordo com aquilo que jogavam?

Douglas: Não é fácil explicar porque todos os jogos contra adversários «top», não fomos massacrados por nenhum, não estivemos só a defender, bem pelo contrário. Estivemos muitas vezes por cima do jogo, mas quem não faz golos está sempre sujeito a ter resultados menos felizes e foi o que nos aconteceu muitas vezes: criávamos mas não conseguíamos marcar, outras vezes marcámos mas depois sofríamos. Não vou dizer sorte porque não acredito muito nisso, mas faltava um pouco mais de experiência de todos para ser diferente.

A grande entrevista de Sérgio Conceição

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Sérgio Conceição concedeu uma grande entrevista ao jornal O JOGO. Sei que por si só não parece grande novidade, mas a verdade é que, só o facto do treinador de um dos três grandes falar com um órgão de comunicação social durante mais que aqueles minutinhos das entrevistas rápidas, já é notícia dentro do paradigma do futebol português.

A relação que os jornalistas e comentadores desportivos têm com os jogadores, treinadores e os clubes em si é, geralmente, má e, sejam as culpas de quem forem, isso torna o ambiente à volta do futebol muito pior do que o que podia e devia ser.

Já se estabeleceu a norma que os jornalistas fazem perguntas excessivamente provocadoras à procura de uma reação que dê um bom título ou um soundbite que vá ficar viral e também já se sabe que a maior parte dos treinadores e jogadores respondem exatamente daquela maneira que todos nós já conhecemos – com aquele discurso completamente formatado que não acrescenta nada.

Para que o nosso futebol possa continuar a crescer, é absolutamente crucial que isto melhore. E isso passa por todos. Passa pelos jornalistas e comentadores falarem mais do jogo em si e que não se foquem tanto em polémicas paralelas. E passa também pela maior recetividade dos departamentos de comunicação dos clubes em relação a propostas vindas da comunicação social.

Sérgio Conceição
Sérgio Conceição vai para a sua quarta temporada ao serviço do FC Porto onde já venceu quatro títulos
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Isto tudo para que possamos ter mais entrevistas como estas, porque também é extremamente importante que as pessoas vejam estas figuras do futebol como pessoas reais, com os seus problemas reais, e não como estrelas inalcançáveis. Porque é isso que elas são, e é isso que Sérgio Conceição é.

Ja Morant, porque não podia existir outro Rookie do Ano

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Foi praticamente consensual. Em 100 votos possíveis para a nomeação de Rookie do Ano, Ja Morant conseguiu 99 deles. Zion Williamson, rookie dos New Orleans Pelicans, arrecadou o voto que faltava para o pleno de Morant.

Morant venceu o prémio de Rookie do Ano e sucedeu a Luka Doncic, base dos Dallas Mavericks.

Temetrius Jamel Morant foi escolhido pelos Memphis Grizzlies, no segundo lugar do Draft, e é totalmente inesquecível o que aconteceu logo depois disso. Na fase das entrevistas após reveladas as escolhas, Morant falou ao lado do seu pai, Tee Morant, e tudo se tornou emocional quando o jovem jogador enalteceu o seu pai, que sacrificou a própria carreira profissional para criar o filho e o ver crescer.

O jovem de 21 anos assumiu-se rapidamente como uma das figuras principais da equipa de Memphis, ao terminar a temporada com uma média de 17.8 pontos, 3.9 ressaltos e 7.3 assistências por jogo.

Nos 67 jogos em que Ja Morant participou, pode dizer-se que muito dificilmente se encontra um jogo em que o jovem norte-americano não tenha brilhado, mas aqui ficam alguns dos melhores jogos e momentos do já proclamado Rookie do Ano.

Foto de capa: NBA

Francisco Chaló: «Quero voltar a treinar em Portugal»

Para todos os treinadores de bancada a espera terminou, porque a grande questão voltou à tona: Mourinho ou Guardiola? Francisco Chaló, antigo treinador do Paradou AC, da Argélia, foi o nosso primeiro convidado no retorno do Mourinhos vs Guardiolas. Com várias passagens por clubes da Primeira e da Segunda Liga Portuguesa, o treinador português falou sobre a sua experiência no continente africano e deu-nos uma verdadeira «aula» de Futebol.

Na Argélia desde 2018, Francisco Chaló contou-nos sobre o futebol praticado no país e tentou, sobretudo, caracterizar o jogador argelino. “Selvagem” e com poucas perceções daquilo que é o jogo foram as qualidades que sobressaíram à primeira vista. Porém, afirmou que o trabalho do treinador é o de dar a possibilidade do jogador compreender o jogo para que tenha sucesso. Uma qualidade que pretende desenvolver o jogador e que dará os atributos necessários para se destacar na Europa – numa «transição mais suave».

Não são muitos quilómetros que separam ambos os continentes – Europa e África – , porém, as diferenças futebolísticas são bem notórias. Em termos logísticos, de treino e de condições atmosféricas, em muitos casos, são uma complicação.

Francisco Chaló revelou-nos ainda que nas competições continentais o Paradou AC demorou três dias até chegar ao país de origem do seu adversário, a Nigéria. Contudo, o momento mais marcante foi mesmo quando a sua equipa esteve “proibida” de pisar o relvado antes da partida com o CI Kamsar, da Guiné Conacri, e o treino de adaptação acabou por ser atrás de uma baliza, à noite.

Do futuro pouco ainda sabe, afirmando mesmo que «hoje, estou livre. Amanhã não sei!». O treinador português encontra-se livre e os contactos já têm chegado. Com quase toda a Europa “ocupada”, resta apenas as opções do Golfo Pérsico e do continente africano. Francisco Chaló afirmou que «foi pena» estar preso ao clube argelino até há pouco tempo, pois o seu regresso a Portugal podia estar iminente. Contudo, acredita que voltará a treinar em terras portuguesas.

Programa com moderação de Diogo Soares Loureiro, participação de Francisco Pinho Sousa e com o convidado Francisco Chaló.

Artigo revisto por Diogo Teixeira

Os 7 pontos fulcrais do Sporting CP 2020/2021

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A época 2020/21 está perto de começar e o Sporting CP vai já preparando o ataque à Liga Portuguesa e também à Liga Europa. Por isso, desde táticas a posições a serem reforçadas destacámos os sete pontos fulcrais na equipa leonina para esta época.

A RETROSPECTIVA E O INÍCIO DE RÚBEN AMORIM

O Sporting CP entra na época 20/21 com a missão de melhorar a performance desportiva obtida na época transata. Rúben Amorim chegou ao clube em março de 2020 onde realizou até à data 11 partidas oficiais – todas elas na Liga Portuguesa. Conseguiu um saldo de seis vitórias, três empates e duas derrotas. Marcou 14 golos e sofreu oito, somando 21 pontos em 33 possíveis. Até começou bem e conseguiu encurtar distâncias alimentando assim a pouca esperança em alcançar o segundo posto, mas a fase final da época fez com que acabasse por se aproximar mais do 4.º lugar – precisamente o lugar onde terminou a época.

Volvidos seis meses de trabalho, o timoneiro leonino tem agora a oportunidade de implementar as suas ideias pela primeira vez na fase inicial da época. Mais do que almejar lutar pelo titulo, a equipa de Alvalade terá obrigatoriamente de apontar as suas energias para o regresso ao pódio pois o terceiro lugar também garante o acesso à pré-eliminatória da Liga dos Campeões – mais do que se pensar no plano desportivo, há que pensar no plano financeiro: poderá trazer numa primeira fase um retorno financeiro significativo e importante para as contas do clube.

AOP: Era uma vez

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PARTE I: A CHEGADA

Era uma vez uma Tag Team que fazia a sua estreia no NXT TakeOver: The End, atacando os American Alpha. Não haviam demonstrado muito, mas devido à sua imagem e por estarem acompanhados por Paul Ellering, possuíam muito potencial.

A dupla de Akam e Rezar, conhecida por Authors of Pain (AOP), dominaria rapidamente o NXT, vencendo o “Dusty Rhodes Tag Team Classic” e os NXT Tag Team Championships, à primeira tentativa, frente à melhor equipa da história da brand, #DIY.

O seu reinado seria longo e marcado por sucessos frente aos Revival e à já mencionada dupla de Johnny Gargano e Tommaso Ciampa. Na realidade, após os derrotarem no main-event do NXT TakeOver: Chicago, Ciampa atacou Gargano, desencadeando a maior rivalidade de sempre do NXT.

Os Authors of Pain perderiam os seus títulos após um reinado de sete meses, no NXT TakeOver: Brooklyn III e após algumas tentativas falhadas para os recuperarem, a sua estadia no NXT terminaria.

O consenso geral sobre esta equipa era de admiração, mas sem deslumbramento. Apesar de ambos serem verdadeiros monstros, notava-se que ainda podiam melhorar certos aspectos do seu wrestling e das suas personagens. Não deixavam, no entanto, de ser uma atracção em qualquer card que estivessem incluídos.

Foto de capa: WWE

As 4 lacunas a reforçar no FC Barcelona

Os últimos anos do FC Barcelona estão longe da perfeição que atingiram noutros tempos, não tão longínquos assim. Seis títulos nos últimos quatro anos pode, à partida, não parecer alarmante, mas se analisarmos a fundo, não pode deixar nenhum adepto culé satisfeito.

No último ano não arrecadaram qualquer título e não chegam a uma final da Liga dos Campeões desde 2014/15, ano em que venceram a prova. Se muitos clubes não se importavam de estar nesta situação, a verdade é que se tratam de anos pouco comuns na Catalunha e as vozes de portesto, que já se faziam ouvir, são agora gritos de ordem e pedidos de demissão de Josep Bartomeu.

São resultados desportivos tímidos que se juntam a desempenhos questionáveis fora das quatro linhas; vendas incompreensíveis, compras inqualificáveis, ventanias intermináveis no comando técnico e o verdadeiro fundo do poço, que foi ter um dos melhores jogadores da história do futebol motivado para deixar o clube.

Neste top, reuni as quatro lacunas com mais urgência em melhorar, ou eliminar, pelo clube catalão. É fácil dizer que o melhor seria revolucionar o plantel, mas tentarei ao máximo ser o mais específico possível em cada sector. Isto, claro está, num mundo perfeito e onde o clube quisesse voltar ao sucesso recente a que nos habituou.

Os 3 melhores jogadores do Stade Rennais FC

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O jogo do último sábado frente ao SL Benfica despertou as atenções para a equipa francesa do Stade Rennais FC, mais conhecida como Rennes, equipa sensação do último campeonato francês que terminou na terceira posição, alcançando, assim, o acesso à tão desejada Liga dos Campeões, pela primeira vez na história.

Ainda assim, o lugar conquistado requeria a disputa da terceira pré-eliminatória da competição, mas o Rennes foi bafejado pela sorte e conseguiu saltar esta etapa: uma vez que o vencedor da Liga Europa já estava apurado para a Liga dos Campeões através da qualificação garantida no seu campeonato nacional, o clube francês beneficiou desta vaga livre e, assim, entrou diretamente na fase de grupos da liga milionária.

No seguimento deste acontecimento memorável, decidimos apontar o Top 3 de jogadores da equipa que terão a oportunidade de se destacar na Liga dos Campeões.