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Sporting CP faz jackPote

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Pedro António Pereira Gonçalves, mais conhecido por Pote, é o mais recente reforço do Sporting CP para a época 2020/2021. O jovem de 22 anos assinou um contrato válido por cinco temporadas e deverá custar uma verba a rondar os 6,5M€ por 50% do seu passe desportivo.

Fazendo praticamente toda a sua formação no SC Braga, saiu ainda como júnior para o Valência CF acabando mais tarde por ingressar no Wolverhampton FC, onde inclusive se estreou na equipa principal. Contudo regressou a Portugal e foi no FC Famalicão que demonstrou todo o seu rendimento e o seu potencial, que despertaram a atenção de vários clubes.

Trata a bola de forma diferenciada e demonstra uma enorme capacidade quer com bola quer sem bola, demonstrado ser inteligente e com bom sentido posicional, boa capacidade de concentração e sempre com intensidade.

Fonte: SofaScore

As suas características fazem de Pote um médio de características mais ofensivas e praticamente um número 10: importante na criação, associado à sua visão de jogo com a qualidade no passe. Pote registou números impressionantes no que toca a passes bem-sucedidos para quebrar a última linha adversária, estando constantemente à procura de alimentar os seus companheiros no último terço do terreno.

No 3x4x3 de Rúben Amorim e olhando para o passado e para o que foi o perfil dos médios leoninos – mais físicos, de equilíbrio, com maior raio de acção e com pouca participação na construção – Pote poderá ser um elemento útil a partir da ala direita sendo que o médio português também se destaca pelo seu perfil associativo e pelo que consegue fazer a jogar entrelinhas e dentro do bloco adversário.

No entanto, no meio-campo com o duplo-pivot poderá ser utilizado na ausência de Wendel, podendo até dar mais qualidade na primeira fase de construção e oferecer maior flexibilidade ao papel dos médios leoninos.

Um jovem com qualidade e potencial que revela ser uma boa aquisição para o Sporting CP e que certamente irá dar muitas alegrias aos sócios e adeptos leoninos.

Bem-vindo, Pote!

Foto de Capa: FC Famalicão

A modernidade líquida segundo Francisco Geraldes (Adaptado)

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Há alguns dias deparei-me com um texto escrito pelo nosso Francisco Geraldes onde fazia uma reflexão sobre a superficialidade e o descarte fácil, apoiando-se numa obra do filósofo e sociólogo Zygmunt Bauman: A modernidade Líquida.

Segundo ele (e eu concordo), vivemos numa sociedade que descarta o que não nos serve, preferindo tornar-nos numa sociedade de consumo do que numa que cuida, trata, recicla.

No seu texto, Francisco Geraldes serviu-se de uma planta doente, e da opção mais fácil que lhe foi proposta. Deitar aquela fora e comprar uma nova. Tenho a certeza de que esta seria a opção de pelo menos 90 por cento dos que estão a ler este texto, não só pelo desejo de consumo, mas também pelas vidas ocupadas que vivemos, sem tempo a perder.

Ao ler este texto, comecei a pensar se ele não estaria a refletir naquele texto a sua própria situação profissional, colocando-se ele no papel da planta e o seu clube e o próprio futebol como a sociedade de consumo.

Segundo a comunicação social, Geraldes será um dos jogadores a dispensar pelo Sporting CP nesta pré-época. A perceber pela utilização e rendimento do mesmo, será fácil acreditar nesses rumores. E esse cenário poderá estar a ser encarado pelo jogador como o descarte fácil do clube que o ajudou a crescer e formar, apesar de nunca apostar muito, cuidar e aproveitar a qualidade que o mesmo apresenta.

Bem sei que muitos já perderam a fé nele, e em muitos outros do plantel do Sporting CP, no entanto, eu, neste caso específico continuo a achar que o Sporting CP, nestes últimos anos apenas não tem demonstrado um futebol seguro, consistente e de posse para que este jogador possa exponenciar a sua forma de jogar.

Por ser um jogador não muito rápido, precisa de um futebol de muita posse, com poucas correrias de passe longo, que tenha ao seu lado quem pressione para deixar para si a função de pensar e decidir o jogo. E o treinador atual fomenta esse tipo de jogo, se não me engano.

Eu continuo a apostar em cuidar deste jogador ao invés de o descartar, porque já o vi a jogar bem noutros clubes. E por que raio não o conseguirá no Sporting CP? Aliás, porque é que tantos jogadores fazem grande temporadas em outros clubes, quando foram dispensados pelo clube leonino? Só não servem no Sporting CP? Ainda se no Sporting CP abundassem jogadores de qualidade…

Geraldes
A primeira titularidade de Geraldes no Sporting CP chegou apenas na época transata, em 2019/20
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Por sempre ter gostado do jogador, nesta situação prefiro ver o copo meio cheio e pensar que talvez não devêssemos descartar os jogadores de uma forma tão fácil e apostar mais em perceber as necessidades que alguns jogadores de qualidade têm para poderem melhorar o seu rendimento.

Eu sei que é bem mais fácil ver alguns jogos, olhar para o rendimento e decidir que não serve, até porque se podem ir comprar mais cinco ou seis para poder pagar comissões chorudas, mas, segundo alguns, o clube não vive uma situação financeira muito abastada. Para andarmos a gastar dinheiro em jogadores com historiais físicos pouco abonatórios com a agravante de estarem parados há um longo período ou outros que, apesar da sua longa experiência, ainda não tenham conseguido comprovar o seu valor por onde passaram, parece-me menos arriscado apostar em tentar retirar maior rendimento dos que temos e sabemos terem qualidade.

Se calhar não é muito difícil e a solução pode até ser simples, desde que paremos e nos concentremos em cuidar dos que temos, em vez de irmos a correr comprar camionetes de jogadores deste ou daquele empresário. Afinal, a planta só precisava de ser borrifada com uma mistura de água e leite. Talvez nos saísse mais barato parar, observar os jogadores que temos, criar um modelo onde eles sejam mais fortes do que contratar, experimentar e dispensar até acertar.

Um dos aspectos que penso estar a falhar no Sporting CP, além de muitos outros, é a questão psico-social. Não sei se a equipa que acompanha os atletas terá o conhecimento de apoio psicológico dos atletas, ouvir as suas necessidades, as suas preocupações, e ajudá-los.

O Olympique Lyonnais, que por acaso até está nos quatro melhores da UEFA Champions League que se disputa, tem alguém que se ocupa exclusivamente de acompanhar o dia-a-dia dos jogadores, das suas necessidades, indo ao extremo de encontrar alguém que lhes repare a máquina de lavar. Porque segundo eles, o jogador profissional tem de se concentrar em jogar e não em chegar a casa e ter de procurar alguém que lhe vá trocar uma lâmpada. Neste caso, acontece principalmente com jogadores que chegam a um país que não conhecem, com uma língua que pouco entendem. O Sporting CP terá este cuidado?

Este cuidado, este carinho, é também uma forma de motivar os jogadores, para que eles se sintam mais identificados com o clube e concentrados a ajudar a vencer. Se a planta não for cuidada e se se desistir dela à primeira folha seca, com certeza não sobreviverá.

Foto de Capa: Sporting CP

5 ascensões meteóricas de jovens jogadores

Portugal descobriu na formação de jovens talentos, uma autêntica galinha dos ovos de ouro. Se há 15 ou 20 anos, surgia um talento excepcional uma vez ao ano, geralmente num dos “três grandes”, hoje em dia surgem seis ou sete, espalhados por vários clubes, de magnitudes diferentes.

Isto deve-se à excepcional organização dos clubes e dos seus escalões jovens, que propiciam aos seus diamantes por lapidar, condições exímias para a vida escolar e profissional, e com a ajuda da Liga Portuguesa de Futebol Profissional e da Federação Portuguesa de Futebol, conseguiram gerar berços de jovens talentos, ao criarem as chamadas “equipas B”, onde misturam jovens jogadores, com jogadores menos utilizados das equipas principais, que competem na Segunda Liga ou no Campeonato de Portugal, dois campeonatos extremamente duros e competitivos, e com a mais recente criação do Campeonato Nacional Sub-23, onde competem equipas formadas exclusivamente por jovens jogadores, que depois, consoante o seu grau de adaptação, ascendem às equipas B, para disputarem jogos com jogadores profissionais, ou mesmo às equipas principais.

Esta hierarquia facilita o crescimento dos jovens talentos que as nossas “canteras” albergam, porque ao subirem estes “degraus”, encontram equipas diferentes, com jogadores e exigências diferentes, que os prepara para disputar a Primeira Liga; é importantíssimo não saltar etapas, de modo a permitir uma evolução mais completa dos jogadores. Assim sendo, todos os anos, há jovens que ascendem às equipas principais e acabam por se destacar, agarrando o seu lugar e  pegando de estaca; este artigo pretende identificar as futuras novas estrelas, que já brilharam nas equipas principais do campeonato que findou.

Os 5 pontos de destaque nas meias finais da Liga dos Campeões

Se por todas as vicissitudes e pela anormal longevidade, este já seria um ano atípico, ainda mais se tornou quando vimos o desfecho dos jogos dos quartos de final, com todas as surpresas e tomba gigantes. Seguem-se as meias finais.

AS MEIAS-FINAIS DA LIGA DOS CAMPEÕES CHEGARAM E TU DECIDES QUEM PASSA… APOSTANDO! FÁ-LO COM A BET.PT!

Temos tido competição a sério, com muita qualidade e com excelentes espetáculos.

Aqui seguem os cinco pontos de especial interesse para seguirmos nesta “final four” da Liga dos Campeões, edição 2019/2020.

Carraça | reforço para a lateral direita ao estilo de Sérgio Conceição

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Rui Filipe Caetano Moura é o seu nome, mas é conhecido como Carraça dentro do mundo do futebol. Apenas pela sua alcunha já conseguimos perceber o tipo de jogador que é. Com raça, lutador, em suma, um jogador à Sérgio Conceição, com o de bom e de menos bom que isso pode trazer.

Atua principalmente pela lateral-direita mas pode também fazer o papel de médio interior. Passou toda a sua carreira profissional ao serviço dos vizinhos Boavista FC, ainda que tenha passado duas épocas emprestado, primeiro com o Tondela e depois com o Santa Clara. Tem um título no seu palmarés, precisamente ao serviço do Tondela quando conquistou a II Liga Portuguesa em 2014/2015.

Chega ao FC Porto aos 27 anos a custo zero, depois de ter acabado contrato com as Panteras. Esta terá sido a principal razão da sua contratação, o baixo custo e consequente risco. Deve também auferir um salário relativamente baixo, especialmente quando comparado com outros jogadores do plantel portista.

O jogador vem para uma posição que tem sido algo problemática para os Dragões nos últimos anos. Depois de ter Ricardo Pereira na sua primeira época como treinador, Sérgio Conceição não encontrou um solução que o agradasse particularmente. São neste momento 6 os laterais-direitos que têm contrato com o clube, contudo, não há nenhum que seja indiscutível ou que tenha o seu lugar no plantel como garantido.

Entre as contratações recentes para a posição, destacam-se pela negativa Saidy Yanko, que nem chegou a jogar, João Pedro, que mostrou ter demasiadas lacunas no seu jogo defensivo, e Saravia, que desiludiu muito tendo em conta o valor da sua transferência. Apenas Manafá tem conseguido ter mais continuidade na equipa. Ainda assim, e por muito útil que seja no plantel pela sua velocidade e versatilidade, não tem convencido por completo adeptos portistas.

Carraça também não será um jogador para “pegar de estaca” na equipa e tornar-se um titular indiscutível. Será um bocado mais como Manafá tem sido. Um jogador de plantel útil, que pode cumprir em várias posições (chegou também a fazer jogos na esquerda pelo Boavista) e que se encaixa no estilo do treinador. Ainda que, na minha opinião, se o FC Porto fosse ao mercado, teria de ser para contratar um titular, aceito que devido aos problemas financeiros que se sentem que esta seja uma contratação que faz algum sentido.

O maior ponto negativo será que a entrada de Carraça pode muito bem significar que Tomás Esteves estará nas portas de saída do Dragão. Tem-se falado muito do interesse do Valência e parece que será mais um jovem formado no Olival que não se irá conseguir afirmar na equipa principal.

Super Rugby Aotearoa: Highlanders brilham no retorno da pandemia

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Depois de mais de cem dias sem registar contágio local de coronavírus, a Nova Zelândia voltou a sentir os efeitos da pandemia. Assim sendo, o desporto também se viu afetado, na medida em que tiveram de ser implementadas diversas medidas para combater o surto da doença, tal como proibir a presença de adeptos nos estádios.

A cidade de Auckland tem sido a mais afetada, levando, deste modo, ao cancelamento do grande jogo da última jornada, aquele que colocaria frente a frente Blues e Crusaders. Para este embate, estavam vendidos 50000 ingressos, que esgotariam por completo o Eden Park. Por outro lado, o encontro entre Highlanders e Hurricanes foi realizado à porta fechada.

Já sob o silêncio do Forsyth Barr Stadium, os Highlanders venceram a franquia de Wellington por expressivos 38-21. Para tal, foi essencial a disciplina dos Landers no processo defensivo, ao conceder poucas penalidades e ao conquistar dez turnovers, número claramente superior à única recuperação de bola conseguida pelo conjunto da capital.

Como tem sido recorrente nesta competição, a equipa de Jason Holland não foi capaz de tirar partido de muitas das oportunidades criadas, ao contrário dos Highlanders, que foram pragmáticos nas suas visitas à área de 22 metros adversária.

Além do mais, a indisciplina e o desfasamento da line speed dos Hurricanes custou muitos pontos e perda de território.

Num jogo jogado a um ritmo elevado, foram muitas as quebras de linha e os offloads, sendo que Mitch Hunt foi umas das grandes figuras, não só nestes aspetos referidos, mas também na capacidade de interpretar a linha defensiva contrária e na tomada de decisão.

Além do defesa, Sio Tomkinson também realizou um jogo de grande qualidade. Tática e defensivamente, tem sido uma das peças mais importantes no 15 de Aaron Mauger, sendo um jogador muito seguro, seja com bola, seja sem a oval em seu poder.

A meu ver, Mitch Hunt foi o jogador da jornada, ao ser capaz de quebrar a linha por três vezes, de bater dois defensores, de percorrer 103 metros com a bola nas mãos e de marcar um ensaio. Ainda para mais, a sua explosão no ataque à linha da vantagem fez do próprio uma constante ameaça para a defesa dos Hurricanes.

Depois de dez semanas recheadas de jogos de grande nível e de estádios cheios, o Super Rugby Aotearoa foi a prova de que o Rugby neozelandês é o melhor do mundo, seja pela velocidade e pela qualidade do jogo, seja pelo ambiente criado em torno do desporto da bola oval.

Foto de Capa: Highlanders

Artigo revisto por Joana Mendes

FC Internazionale Milano 5-0 FC Shakhtar Donetsk: Inter traiçoeiro marca final inédita com o Sevilha

A CRÓNICA: Lição à italiana

A experiência europeia de ambas as equipas é bem distinta e notou-se. O FC Internazionale Milano entrou em campo para jogar a sua 15.ª meia-final europeia, enquanto o FC Shakhtar Donetsk jogou a sua terceira. O conhecimento adquirido em anteriores experiências bem que valeu aos italianos.

O Inter mostrou-se impenetrável, não tivesse sido a melhor defesa da Serie A. Aliás, nesta edição da Liga Europa tinha sofrido apenas dois golos, mantendo esse registo no final deste jogo. O Shakhtar entrou com fé nos seus criativos e na estratégia de Luís Castro.

Um erro de Pyatov levou a que o Inter chegasse ao primeiro golo, por intermédio de Lautaro Martínez. A qualidade técnica que o guarda-redes ucraniano não tem, reside em sobra nos pés dos seus colegas e foi daí que a equipa começou a carburar.

Sempre na lógica do catenaccio, o Inter, sem parecer querer assumir muito o jogo, lá foi criando perigo, sem se desorganizar. A esperança de Luís Castro estava na paciência dos seus baixinhos do meio-campo para encontrar uma nesga por onde atacar, mas estes foram sempre batendo e esbarrando com estrondo no muro italiano.

Luís Castro alertou para o perigo do Inter nos esquemas táticos. Como sempre, somos melhores a dar conselhos do que a cumpri-los. Foi de um canto que o Inter marcou o seu segundo golo, através da cabeça de D’Ambrosio.

Depois começou tudo a desmoronar-se e o sonho a fugir para a equipa ucraniana. Por cada erro que cometeu, sofreu um golo. Lautaro marcou novamente e Lukaku também bisou.

A inédita final entre Sevilha e Inter joga-se na sexta-feira às 20 horas, em Colónia. Os nerazzurri tentarão conquistar o troféu pela quarta vez, a primeira desde que a competição se denomina Liga Europa.

 

A FIGURA


Lautaro Martínez – abriu caminho à construção da vitória e acabou com dois golos e uma assistência. Lukaku fixou os centrais e ele aproveitou os espaços disponíveis. Mortífero.

 

O FORA DE JOGO


Júnior Moraes – o melhor marcador dos Shakhtar não se viu. Esteve sempre bem guardado entre os três centrais do Inter. Esta temporada, sempre que marcou, a equipa não perdeu, no entanto, hoje não foi dia para ele.

 

ANÁLISE TÁTICA – FC Internazionale Milano

Na antevisão à partida, Luís Castro referiu que ambas as equipas tinham o seu modelo de jogo bem definido. Antonio Conte alinhou no discurso e dispôs a sua equipa no habitual 3-5-2.

O Inter arrancou o jogo a pressionar alto a saída de bola recuada do Shakhtar, nomeadamente com o adiantamento de Brozović, sempre com a preocupação de cercar Stepanenko, o médio mais recuado dos ucranianos, que acabou mesmo por errar. Uma vez em organização defensiva, permaneceu sólido e coeso, dificultando a procura dos espaços por parte do adversário.

A equipa de Milão ainda tentou atrair o Shakhtar a pressionar, mas os campeões ucranianos não caíram no engodo.

Barella apareceu como médio mais adiantado e foi por ali, através dos seus rasgos de criatividade, que o Inter se tentou aventurar na frente, sempre tendo Lukaku como referência. Lautaro aproveitou as sobras.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Handanovič (6)

Godín (6)

Gagliardini (5)

de Vrij (6)

Lukaku (8)

Martínez (8)

Young (5)

Barella (7)

D’Ambrosio (6)

Brozović (6)

Bastoni (6)

SUBS UTILIZADOS

Moses (-)

Sensi (-)

Eriksen (-)

Esposito (-)

Biraghi (3)

ANÁLISE TÁTICA – FC Shakhtar Donetsk

O Shakhtar apareceu no tradicional 4-3-3 com Stepanenko destacado no vértice defensivo do meio-campo, acompanhado por Alan Patrick e Marcos Antônio. No centro do terreno juntaram-se os extremos da equipa, Taison e Marlos, que, muitas vezes, trocaram passes entre si naquela zona.

A proatividade defensiva dos italianos não fez com que o Shakhtar desistisse de trabalhar pacientemente a bola.

Os ucranianos permitiram a saída do Inter, recuando, num bloco médio/baixo, e preocupando-se em ocupar os espaços e intercetar linhas de passe, estratégia que foi brutalmente destronada. Para impedir o um para um dos centrais com os avançados, frequentemente, o camisola seis da equipa juntou-se aos seus defesas.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Pyatov (4)

Kryvtsov (4)

Khocholava (4)

Stepanenko (6)

Taison (6)

Antônio (6)

Moraes (4)

Marlos (4)

Patrick (5)

Matviyenko (4)

Dodô (4)

SUBS UTILIZADOS

Konoplyanka (3)

Solomon (3)

Artigo revisto por Joana Mendes

Os 5 melhores emprestados no Sporting CP esta década

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Nos últimos anos, o Sporting CP tem recorrido a empréstimos para reforçar o plantel, algumas vezes já no desfecho dos mercados de transferências. Ainda no final da semana passada, o clube leonino tornou oficial a chegada de Pedro Porro, precisamente, através desta modalidade de negócio.

A verdade, contundo, é que grande parte não deixa boas memórias. Desde 2010/2011, os leões receberam por empréstimo 23 jogadores para a equipa principal. Apresentamos de seguida os cinco mais marcantes:

Hóquei em Patins: Playoff volta a decidir vencedor da Primeira Divisão

O modelo competitivo da Primeira Divisão de Hóquei em Patins vai voltar a alterar na próxima época. O playoff entre os oito primeiros da fase regular regressa para definir o campeão. A última vez que se decidiu o campeonato através de playoff foi em 2009/2010.

Os quartos de final são disputados a três jogos, enquanto meias e final são à melhor de cinco. Quanto à fase regular, vai contar com duas voltas entre as 14 equipas, com as três piores classificadas a serem despromovidas e os oito primeiras a seguir para o playoff. Um aspeto é certo: o número de jogos dos clubes melhor classificados vai aumentar.

O calendário da fase regular já está definido. O início não podia ser mais escaldante com um SL Benfica – FC Porto na primeira jornada. A ronda inaugural está prevista para 26 de setembro. No entanto, ainda há três vagas para definir na Primeira Divisão.

As últimas posições vão ser definidas na prova preliminar entre seis equipas, as três piores colocadas no escalão principal e as primeiras três da Segunda Divisão à data da suspensão. Sporting Clube de Tomar, Paço de Arcos, Hóquei Clube Tigres, Sport Clube Marinhense, Famalicense e Parede Futebol Clube são os clubes que vão disputar apenas uma volta, de 5 a 19 de setembro.

O FC Porto foi o último campeão da Primeira Divisão em 2018/2019 e o vencedor do último campeonato com playoff de campeão.

Uma nova competição, «1947», vai ser criada em 2020/21. O nome evoca o ano do primeiro titulo europeu e mundial conquistado pela seleção portuguesa. O torneio realizado vai decorrer no final da primeira volta do campeonato entre os oito primeiros classificados da altura. Os jogos vão ser realizados por jornadas de forma concentrada em campo neutro.

A Supertaça António Livramento 2020/21 não se vai realizar na sequência da suspensão das competições nacionais do ano anterior. A Taça de Portugal, segunda e terceiras divisões mantêm-se com os mesmos formatos.

Foto de Capa: SL Benfica

Artigo de Pedro Filipe Silva

Artigo revisto por Joana Mendes

5 Jogadores emprestados entre clubes portugueses que se destacaram

Estando numa fase em que o futebol português está um pouco parado, não ao nível dos negócios, mas em termos de bola a rolar, talvez seja uma boa altura para analisar alguns aspetos da época que terminou. Desconheço o tipo de relação do caro leitor com empréstimos, mas fique sabendo que a minha não é especialmente interessante. Ao nível de finanças, os empréstimos não são lá muito excelentes, mas mesmo ao nível da criançada, emprestar brinquedos também não era um projeto propriamente aliciante. Aqui no mundo da bola é que se fazem bons negócios através de empréstimos. Analisemos, portanto, alguns dos jogadores emprestados entre clubes portugueses que melhor desempenho tiveram nesta última época.