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Olheiro BnR: Nuno Mendes

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Nuno Mendes foi a mais recente estreia no Sporting Clube de Portugal. O jovem formado na Academia de Alcochete entrou ao minuto 72 na vitória por 1-0 diante do FC Paços de Ferreira. O jovem lateral-esquerdo cumpriu o sonho de vestir a camisola da equipa principal, num jogo oficial, com apenas 17 anos.

O número 35 dos leões iniciou o seu trajeto no futebol ao serviço do FC Despertar, mas rapidamente deu nas vistas e rumou a Alcochete. Nuno Mendes cumpre a sua nona temporada de leão ao peito, tendo sido destaque na equipa sub-23, contabilizando 17 jogos, um golo e três assistências. O jovem leão é internacional pelas camadas jovens, somando 14 jogos por Portugal, entre o escalão sub-16 e sub-19.

Fonte: Sporting CP

No esquema de 3x4x3, sob a liderança de Rúben Amorim, atua normalmente Marcos Acuña pelo corredor esquerdo. No entanto, Nuno Mendes poderá vir a ter oportunidade de evoluir e ter minutos de competição.

Nuno Mendes é um lateral com bom sentido de posicionamento, forte na marcação e difícil de ultrapassar no um contra um. Incorpora-se bem no processo ofensivo e com qualidade nos seus cruzamentos, tendo ainda na velocidade um dos seus pontos fortes.

O jovem lateral-esquerdo é mais um dos talentos formados em Alcochete, sendo que tem contrato válido até 2021. Por isso, deverá ser um processo prioritário renovar com Nuno Mendes, prolongando o seu vínculo com o clube.

Ao jovem Nuno Mendes o que se pede é Esforço, Dedicação e Devoção, para conquistar a Glória. Aproveitando da melhor forma os minutos e as oportunidades que lhe forem concedidas, para poder evoluir e ajudar o Sporting Clube de Portugal, a conquistar vitórias e títulos.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Rio Ave FC 1-2 SL Benfica: Encarnados vencem contra nove jogadores

 A CRÓNICA: SL BENFICA VENCE QUATRO JOGOS DEPOIS

O Benfica entrou em campo a saber que uma vitória daria, não só um ‘balão de oxigénio’ a Bruno Lage e ao plantel, mas também o primeiro lugar do campeonato. Depois de o FC Porto ter empatado ontem frente ao Desportivo das Aves, os encarnados deslocaram-se hoje ao terreno do Rio Ave.

O jogo começou com o Benfica a ter mais bola e a criar mais lances ofensivos. Ainda que sem grandes oportunidades de golo, a equipa da Luz conseguiu ter quatro cantos e cinco remates nos primeiros 15 minutos. O Rio Ave começou a ‘espalhar-se’ mais pelo campo e a conseguir parar grande parte das jogadas dos encarnados. Na zona lateral direita do campo, Taremi sofreu falta e permitiu à sua equipa ter um livre perigoso. Na sequência do lance, Nuno Santos cruza para a área e o iraniano marca num bom cabeceamento, após uma assistência infeliz de Dyego Sousa.

Até ao fim da primeira parte, o Benfica ia tentando furar a (bem organizada) defesa do Rio Ave e, aos 42 minutos, Rafa vê um golo ser-lhe anulado por fora de jogo de Dyego Sousa, depois de uma grande jogada de Taarabt no lado direito do ataque benfiquista.

A vantagem do Rio Ave manteve-se até ao recomeço da segunda parte, mas a equipa de Bruno Lage sofreu alterações. O técnico encarnado decidiu tirar Dyego Sousa e meter Seferovic. O impacto foi instantâneo: na sequência de um livre, o suíço faz um bom cabeceamento, mas bate com estrondo no poste da baliza defendida por Kieszek.

A primeira contrariedade para Carlos Carvalhal viria a acontecer aos 62 minutos, quando Al Musrati vê o segundo amarelo e consequente vermelho. Dois minutos depois, após um bom cruzamento de Nuno Tavares, Seferovic encosta para o fundo da baliza e reestabelece o empate. Como era expectável, contra dez jogadores, o Benfica foi crescendo e, oito minutos depois do empate, Nuno Santos faz uma entrada violenta sobre Pizzi e vê o vermelho direto.

Com nove jogadores, o Rio Ave baixou as suas linhas e focou-se apenas em defender o empate. O Benfica continuava a pressionar e a três minutos dos noventa, na sequência de um canto marcado por Pizzi, Weigl estreia-se a marcar com a camisola encarnada e coloca o marcador em 1-2, resultado que se manteve até ao apito final.

A FIGURA

Fonte: SL Benfica

Haris Seferovic Teve um enorme impacto na equipa e a forma como entrou no jogo é prova disso: em 15 minutos cabeceia ao poste e marca o golo do empate. Ainda que Bruno Lage tenha optado por Dyego Sousa no onze titular, Seferovic mostrou que também conta para o treinador e promete dar luta aos dois avançados concorrentes (Dyego e Vinícius).

O FORA DE JOGO

Fonte: SL Benfica

Dyego SousaAl Musrati seria um forte candidato a fora de jogo, mas o prémio vai mesmo para Dyego Sousa. Bruno Lage deu-lhe a confiança necessária e colocou-o no onze inicial, mas o avançado brasileiro não aproveitou a ocasião e durante a primeira parte (substituído ao intervalo) pouco ou nada fez no ataque benfiquista.

ANÁLISE TÁTICA – RIO AVE FC

Carlos Carvalhal montou (como é habitual) uma equipa organizada e consciente da ideia de jogo. Apesar de jogar contra o Benfica, o Rio Ave foi, durante a maioria da primeira parte, a melhor equipa em campo e isso traduziu-se na vantagem ao intervalo.

A primeira expulsão e o golo do empate pareciam que não tinha afetado a equipa, que continuava bastante determinada em campo. No entanto, a expulsão de Nuno Santos destabilizou por completo a equipa e permitiu que o Benfica jogasse nos últimos 30 metros do campo e chegasse ao golo da vitória.

O técnico do Rio Ave montou a sua equipa num 4-3-3 bem organizado e com os seus ataques baseados em Taremi e nos dois extremos, Nuno Santos e Diego Lopes. Pelas dificuldades que a equipa de Carlos Carvalhal colocou ao Benfica nos primeiros 45 minutos, era expectável que estas continuassem até ao final do jogo, não fossem as duas expulsões.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Kieszek – 2

Diogo Figueiras – 2

Borevkovic – 2

Aderlan Santos – 2

Matheus Reis – 3

Lucas Piazon – 3

Al Musrati – 1

Filipe Augusto – 2

Nuno Santos – 2

Diego Lopes – 2

Taremi – 4

SUBS UTILIZADOS

Tarantini – 2

Nelson Monte – 1

Bruno Moreira – 1

Carlos Mané – 1

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Bruno Lage voltou ao seu esquema tático mais frequente, com Pizzi e Rafa nas alas e Taarabt no apoio ao ponta-de-lança. A equipa teve uns primeiros dez minutos com um caudal ofensivo, mas o resto da primeira parte mostrou em campo o Benfica dos outros jogos, com fraca construção de jogos, sem passes ‘a rasgar’ e a permitir ocasiões de perigo ao adversário, inclusive com um golo.

O técnico não gostou da exibição de Dyego Sousa e colocou Seferovic no seu lugar que, de facto, teve muito mais impacto no jogo do que o brasileiro. As duas expulsões ajudaram a equipa encarnada, que, a partir da expulsão de Nuno Santos, dominou por completo e deu a volta ao marcador.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Vlachodimos – 2

Tomás Tavares – 2

Ruben Dias – 2

Ferro – 2

Nuno Tavares – 3

Pizzi – 3

Weigl – 3

Gabriel – 2

Rafa – 3

Taarabt – 2

Dyego Sousa1

SUBS UTILIZADOS

Seferovic  – 4

Carlos Vinicius  – 2

Chiquinho – 2

Jota – 1

Samaris – 1

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

Manchester City FC 3-0 Arsenal FC: City superioriza-se aos Gunners com ajuda de David Luiz

A CRÓNICA: MESTRE DERROTA O APRENDIZ TRAÍDO PELO SUPLENTE

17 de junho de 2020 é uma data que ficará nos livros de história da Premier League. Já não se jogava uma partida no escalão máximo do futebol inglês em junho desde 1947. Passaram-se 101 dias desde que se jogou a 29.ª jornada, a última vez que as equipas inglesas jogaram diante dos seus adeptos. Contudo, o clássico entre Manchester City FC e Arsenal FC ia colocar um ponto final na 28.ª jornadaque tinha jogos em atraso. O Etihad foi o grande palco no dia que ditou o regresso da melhor liga do mundo.

Feita a introdução: Cityzens e Gunners defrontaram-se pela 199.ª vez na sua história.

A primeira parte ficou marcada pelo azar do Arsenal, que começou bem cedo: ao quinto minuto de jogo, Granit Xhaka torceu o pé no relvado e o técnico Mikel Arteta viu-se obrigado a mexer na equipa, colocando Dani Ceballos para render o suíço. A infelicidade não ficou por aqui. Aos 20 minutos, o defesa-central espanhol Pablo Marí lesionou-se no tendão de Aquiles depois de fazer um sprint em que tentava acompanhar Kyle Walker. Arteta foi forçado a fazer uma segunda substituição fora dos planos. Fez entrar David Luiz para o lugar do espanhol, uma entrada que acabou por não ter um final feliz.

Nos últimos quinze minutos da primeira parte, o Man. City tentou tudo para inaugurar o marcador, mas Bernd Leno mostrou-se numa grande forma no regresso da Liga inglesa. O primeiro a testar o alemão foi Raheem Sterling que, após passe de Mendy, puxou a bola para dentro e tentou colocar a bola no segundo poste mas acabou por ser negado pelo alemão. No minuto seguinte, David Silva recebeu um belíssimo passe de Gabriel Jesus e obrigou Leno a testar a sua flexibilidade para evitar o golo inaugural.

Golo este que só acontece aos 45+2’, quando os jogadores já pareciam todos prontos para recolher ao balneário. E só acontece por causa de um erro grave de David Luiz na sequência dum passe algo banal de Kevin De Bruyne. O defesa-central brasileiro deixou fugir uma bola fácil porque a tentou controlar com a perna, mas falhou. Depois, Sterling viu-se isolado e teve todo o tempo que quis para fuzilar Leno – não perdoou.

A catástrofe chamada David Luiz não ficou por aqui. No início da segunda parte, aos 48 minutos, o brasileiro é ultrapassado pela velocidade de Riyad Mahrez e só o consegue parar fazendo uma falta disparatada dentro da grande área. O árbitro Anthony Taylor assinala, sem quaisquer dúvidas, penálti e cartão vermelho para David Luiz. Kevin De Bruyne converte o castigo máximo e está feito o 2-0.

O resto do jogo não teve grande história. Contra dez, Pep Guardiola deu instruções para que o jogo fosse encarado como um amigável de pré-época. Mandou a sua equipa abrandar e controlar o jogo, ensaiando jogadas e criando ainda situações de perigo, mas muito esporadicamente.

O jogo acaba dez para dez porque Eric García saiu de maca após ter sofrido uma lesão grave depois de um choque violento com o seu colega de equipa, Ederson. Já em igualdade numérica, Phil Foden ainda faz o gosto ao pé. Numa construção rápida do ataque dos Cityzens, o jovem jogador inglês aproveita o remate de Aguero e, na recarga, marcou o seu primeiro golo nesta edição da Premier League.

Com esta vitória, Manchester City reduz para 22 pontos a desvantagem que leva para o quase campeão Liverpool e segura o segundo lugar com ainda mais força, estando agora sete pontos à frente do Leicester. Já o Arsenal continua a ocupar o nono lugar da tabela classificativa.

A FIGURA

Kevin De Bruyne – Mais um recital de Kevin De Bruyne. Não fazendo o seu melhor jogo da temporada, KDB apresentou-se em muito boa forma e merece o prémio de homem do jogo porque esteve envolvido em quase todos os lances de perigo criados pelo Manchester City. E só não está no terceiro golo porque já não estava em campo. Bastaram 70 minutos de jogo ao belga para resolver a partida com uma assistência e um golo. É sempre fantástico ver como trata a bola. Sempre que joga arrisca-se a ser homem do jogo. E hoje, não foi exceção. Que classe.

O FORA DE JOGO

David Luiz – Uma catástrofe. O Arsenal até estava a olhar para o Manchester City olhos nos olhos e só não o conseguiu voltar a fazer depois da sua entrada. Aos 20 minutos, Arteta perde o jogo quando vê Pablo Marí a lesionar-se e se vê obrigado a colocar David Luiz no seu lugar. Aos 45+2’, falha uma receção fácil e permite o 1-0. Aos 48’, faz um penálti por culpa da sua lentidão e vê o vermelho direto, voltando a oferecer ao adversário um golo de bandeja.

Este foi, talvez, o pior jogo da carreira de David Luiz. Numa altura em que o seu regresso ao Benfica tem sido falado, os dirigentes das águias não deviam deixar de assistir, pelo menos, ao resumo deste jogo. Tão desastroso que pode levantar algumas questões relativamente à contratação do brasileiro.

ANÁLISE TÁTICA – MANCHESTER CITY FC

Para defrontar o seu antigo treinador-adjunto, Pep Guardiola escolheu o já típico 4-3-3 no regresso da Premier League. Sempre cínico, o treinador catalão soube ler todos os momentos da partida. Não teve medo de abdicar da posse de bola nos primeiros vinte minutos, cansando o Arsenal. Isto permitiu aos Cityzens serem donos e senhores do último quarto de hora da primeira parte – onde, de resto, acabam por chegar ao golo.

Jogou a segunda parte quase toda contra dez e confortável com o marcador. Deu para ensaiar jogadas, tentar coisas novas e treinar jogo com bola. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ederson (6)

Kyle Walker (7)

Eric García (6)

Laporte (6)

Benjamin Mendy (6)

David Silva (6)

Gündogan (7)

De Bruyne (8)

Mahrez (6)

Gabriel Jesus (6)

Sterling (8)

SUBS UTILIZADOS

Bernardo Silva (5)

Phil Foden (7)

Fernandinho (-)

Rodri (6)

Aguero (6)

ANÁLISE TÁTICA – ARSENAL FC

Para defrontar o mestre, o aprendiz Mikel Arteta levou uma equipa jovem e uma tática inteligente. Um 4-5-1 nos momentos defensivos, que rapidamente se transformava num ataque com dois pontas de lança ao ver Aubameyang à procura de zonas mais centrais na frente de ataque. Nos primeiros vinte minutos da partida, o Arsenal conseguiu superiorizar-se, trocando a bola com qualidade mas sem nunca ter conseguido criar uma efetiva situação de golo nos 90 minutos de jogo.

A superioridade do Manchester City acaba por se confirmar na falta de profundidade do plantel dos Gunners e no azar que a turma de Mikel Arteta teve com as lesões e com o jogo infeliz de David Luiz. 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Leno (8)

Bellerín (5)

Pablo Marí (5)

Mustafi (5)

Kieran Tierney (6)

Xhaka (-)

Guendouzi (6)

Bukayo Saka (6)

Joe Willock (5)

Aubameyang (5)

Eddie Nketiah (5)

SUBS UTILIZADOS

Dani Ceballos (6)

David Luiz (1)

Lacazette (-)

Reiss-Nelson (-)

Maitland-Niles (-)

SSC Napoli 0-0 Juventus FC (4-2 G.P): Penáltis determinam vencedor

A CRÓNICA: PARTIDA EQUILIBRADA, MAS COM FALTA DE RITMO

Na partida relativa à final da Taça de Itália, que opôs o SSC Napoli á Juventus FC, a vitória sorriu aos “napolitanos”, após um encontro bastante equilibrado, mas sem o ritmo e espetacularidade a que estamos habituados. A partida acabou por ser decidida através de grandes penalidades, sendo que o Napoli não desperdiçou nenhuma das oportunidades.

A primeira parte foi disputada a um ritmo relativamente intenso, mas com escassas ocasiões claras de golo. Nos primeiros vinte minutos de jogo, a Juventus teve supremacia na partida, mas posteriormente, o Napoli foi tendo mais posse de bola e acabou por equilibrar a partida. A melhor oportunidade para a Juventus abrir o marcador surgiu aos 5 minutos de jogo. A pressão alta da Juventus resultou numa bola que sobrou para Ronaldo, que rematou colocado para um defesa segura de Meret. Numa altura em que o Napoli não tinha criado lances de perigo aparente, aos 25’ minutos de jogo, Insigne rematou ao poste direito da baliza de Buffon, através de um livre direto.

O segundo tempo desenrolou-se num ritmo mais lento, com o jogo a estar mais “partido” e muito disputado a meio campo. Ao longo da partida, o cansaço e a falta de competitividade era cada vez mais visível, e sucessivamente iam surgindo erros “básicos” de ambas as partes. Ao cair do pano esteve prestes a acontecer um golpe teatral a favor do Napoli, com uma primeira defesa de Buffon, e posteriormente a bola embateu novamente nos ferros da baliza defendida pelo histórico guarda-redes italiano, levando a partida a penáltis.

 

A FIGURA

Alex Meret- Realizou uma exibição segura e correspondeu da melhor forma sempre que foi chamado a jogo, transmitindo confiança à sua defesa. Nas grandes penalidades foi decisivo, defendendo o primeiro penálti da Juventus. Menção honrosa para Buffon, que adiou a decisão do título para os penáltis.

 

O FORA DE JOGO


Maurizzio Sarri- O técnico italiano não conseguiu manter a superioridade que a sua equipa teve no início da partida, perdendo influência ao longo do encontro. Geriu mal a equipa no desenrolar dos 90’ minutos, sendo infeliz nas alterações táticas realizadas e nas exibições dos jogadores que colocou em campo durante a partida, que em nada influenciaram positivamente a Juventus.

 

ANÁLISE TÁTICA SCC NAPOLI:

O Napoli apresentou-se num 4-3-3, com a linha defensiva baixa, tentando anular as transições rápidas da Juventus. Procurou atacar preferencialmente a partir de contra-ataque, explorando a velocidade e dinâmica do tridente ofensivo. O Napoli mostrou ser uma equipa sólida e bem organizada defensivamente, mas no setor ofensivo dependeu quase exclusivamente de rasgos de génio dos seus avançados, que acabaram por não aparecer.

 

11 INICIAL E PONTUAÇÕES:

Alex Meret (7)

Giovanni Di Lorenzo (6)

Nikola Maksimovic (6)

Kalidou Koulibaly (6)

Mário Rui (6)

Diego Demme (5)

Fabián Ruiz (5)

Piotr Zielenski (6)

José Callejón (5)

Dries Mertens (5)

Lorenzo Insigne (6)

SUBS UTILIZADOS

Matteo Politano (6)

Arkadiusz Milik (6)

Allan (5)

Elseid Hysaj (6)

Eljif Elmas (-)

ANÁLISE TÁTICA JUVENTUS FC:

Maurizio Sarri apostou num sistema tático de 4-3-3 no processo ofensivo, com Ronaldo a descair frequentemente para a ala esquerda, Douglas Costa ocupava a lateral direita do ataque, enquanto Dybala se posicionava mais pela zona interior, quase como um “falso nove”.

Uma equipa bastante pressionante, procurando transições de ataque organizado a partir de trás. A defender, o sistema alterava-se para 4-4-2, com Douglas Costas a recuar para a linha média, mantendo-se na ala direita, Matuidi descaia para a lateral esquerda e o duo atacante foi constituído por Dybala e Ronaldo. Pjanic manteve-se como médio mais recuado, essencial na construção de jogo, posição que Bentancur ocupou após a sua saída.

  

 11 INICIAL E PONTUAÇÕES:

Gianluigi Buffon (7)

Juan Cuadrado (5)

Matthijs De Ligt (5)

Leonardo Bonucci (6)

Alex Sandro (6)

Rodrigo Bentancur (5)

Miralem Pjanic (6)

Blaise Matuidi (5)

Douglas Costa (5)

Paulo Dybala (6)

Cristiano Ronaldo (6)

SUBS UTILIZADOS

Danilo (4)

Federico Bernardeschi (4)

Aaron Ramsey (-)

Os anos que o FC Tirsense quer esquecer

Há momentos ingratos que tornam a nossa história num caso singular de tragédias repetidas, que de tão improváveis quase que merecem ser objeto de estudo. O FC Tirsense insere-se forçosamente nesta descrição, tendo em conta os anos negros que viveu no final dos anos noventa.

Aquele que é considerado o maior clube de Santo Tirso teve a sua primeira grande conquista na época 1967/68, ao alcançar pela primeira vez um lugar na principal divisão do futebol português. Viria a conseguir oito presenças na Primeira Liga (não seguidas), mas a sua última vez neste escalão representou o início de um período trágico no clube: quatro épocas consecutivas a descer de divisão.

Os jesuítas entraram a “todo o gás” na década de 90 sob o leme do Professor Neca, depois de conseguirem a sua terceira subida à Primeira Liga em 1989/1990. Os anos seguintes foram de oscilações entre o primeiro e o segundo escalão do futebol português, num período que, apesar de ligeiramente instável, parecia representar uma consolidação do Tirsense como um emblema destinado a competir nas divisões de elite em Portugal.

Contudo, mal sabiam os fiéis adeptos do clube de Santo Tirso que os piores anos do clube se seguiriam a esta aparente tranquilidade. A temporada de 1995/96 representa o início duma espiral negativa para o Tirsense que parecia não ter fim: com um 18º lugar (o último) na Primeira Liga, vêem-se relegados para o segundo escalão e, desde aí, foi sempre a descer de divisão durante quatro épocas contínuas, acabando por voltar a disputar os campeonatos distritais em 1999/00, mais de 30 anos depois.

Para agravar o registo, o Tirsense terminou mesmo na última posição em quase todo este período fatídico: além do 18º lugar na Primeira Liga em 1995/96, os jesuítas “conquistaram o mesmo feito” na época seguinte com um novo 18º lugar na II Divisão de Honra, assim como em 1997/98 na II Divisão B Zona Norte. Apenas na temporada 1998/99, na Série B da III Divisão, conseguiram fugir ao último lugar – ficaram em 15º -, mas nem assim se livraram de nova descida de escalão.

Esta queda a pique representa mesmo um recorde que nenhum clube quer ter: mais descidas de divisão consecutivas. Ainda assim, o Tirsense partilha esta indesejada “distinção” com dois clubes alemães, SV Lohhof e FC Kempten, mas o emblema português foi o único a ter quatro descidas consecutivas começando este processo na primeira divisão do seu campeonato.

Como seria de esperar, um dos motivos apontados para este rol de acontecimento foi uma grave crise financeira que assolou o clube, motivada por erros de gestão. Na altura, o Tirsense construiu um plantel de luxo, onde passaram nomes como o brasileiro Paredão, que viria a jogar pelo Chelsea, Tueba que veio do SL Benfica, entre outros. O então presidente do clube, Alcindo Reis, atirou as culpas para a arbitragem, ao declarar, no ano de 1999, que “o Tirsense tem sido violentado e prejudicado sistematicamente nas últimas três épocas. O sistema, que, de facto, existe, quis arrumar com o Tirsense. Fomos prejudicados vergonhosamente pelas arbitragens, com coisas incríveis. Por isso, o futebol português é uma vergonha, uma coisa que não é séria”.

20 anos depois deste período negro da sua história, o clube de Santo Tirso – atualmente a competir na distrital – continua a lutar para se esquecer destes anos e não repetir os erros do passado. Tem ainda, sem dúvida, um longo percurso pela frente se quiser voltar à glória de outrora e proporcionar à sua grande comunidade de devotados adeptos a felicidade de voltar a ver o seu clube de coração entre os grandes do futebol português. Já merecem.

O melhor 11 combinado de Tottenham HFC e Manchester United FC

Os spurs recebem no seu reduto a formação dos red devils para um embate cartaz desta semana. Fora do campo, a distância na tabela de quatro pontos traz ainda mais emoção a este jogo, que tem sido pautado pelo equilíbrio nos últimos encontros entre as formações.

É O JOGO GRANDE NESTE REGRESSO DA PREMIER LEAGUE. MOURINHO VS. BRUNO FERNANDES. QUEM LEVA A MELHOR? APOSTA JÁ NA BET.PT!

Se as circunstâncias em torno das quatro linhas fazem esperar um “espetáculo de bola”, na relva vamos ter algumas das principais caras do mundo do futebol. Qualidade, experiência, inteligência e atletas de grande gabarito dos dois lados do meio-campo aquecem o apetite para sexta-feira nos colar ao ecrã. Depois de olhar para os comandados de Solskjaer no Manchester United FC e para a turma de José Mourinho no Tottenham Hotspur FC, lancei um XI que combina os dois plantéis num esquema de 3x1x4x2.

5 jogadores que passaram por Juventus FC e SSC Napoli

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O calcio regressou há menos de uma semana, mas o primeiro título vai ser entregue já esta quarta-feira. O embate entre Juventus FC e SSC Napoli, que terá lugar no habitual e mítico Olímpico de Roma, não terá presentes os fervorosos tiffosi de cada equipa, mas a rivalidade que existe entre os dois conjuntos será fator mais do que suficiente para que tenhamos um jogo bastante agitado.

NUMA FINAL, QUALQUER RESULTADO PODE ACONTECER! POR ISSO MESMO, AS ODDS ESTÃO ALTAS PARA ESTE DUELO ÉPICO ENTRE JUVENTUS E NÁPOLES! EM QUEM APOSTAS? AVANÇA JÁ COM A BET.PT

Ora, falando em agitações, os momentos de maior tensão entre os dois clubes foram sempre aqueles em que atletas trocaram um emblema pelo outro. Com a grande maioria dos futebolistas a seguirem de Nápoles para Turim, aqui ficam elencados os cinco (de um total de 63 jogadores) que mais polémica causaram com a sua mudança.

WWE Backlash: Não foi o Greastest Wrestling Match Ever

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Um evento construído em torno de uma promessa que nunca seria cumprida acabou por não desapontar. Claro que as expetativas ridiculamente altas colocadas em torno do main-event pela WWE não foram atingidas, mas isso já era esperado. No entanto, o resto dos combates foi satisfatório.

Sheamus e Jeff Hardy tiveram o combate da noite e Drew McIntyre e Braun Strowman continuam os seus reinados. Sucintamente foi um bom evento de Wrestling no qual não ocorreu nada de especial.

Nota do evento: 7/10

As 3 contratações do FC Porto que não foram verdadeiros reforços

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O mercado de transferências de 2019 para o FC Porto caraterizou-se por ter sido bastante ativo, uma vez que a equipa sofreu várias saídas, que naturalmente tiveram de ser colmatadas. Desta forma, foram realizados alguns investimentos avultados, que exigiram um grande esforço da direção portista, que por estes tempos não vive uma boa situação económica, como é de conhecimento geral. Porém, isso não foi impedimento para que Sérgio Conceição não recebesse algumas prendas, todavia o que se constata, à data de hoje, é que o critério acentuado na qualidade/preço é bastante desfavorável… Por conseguinte, a finalidade deste artigo será a colocar em olho nu algumas aquisições que ficaram aquém do esperado.

5 dados estatísticos do Rio Ave FC x SL Benfica

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Esta quarta-feira o Rio Ave FC recebe o SL Benfica no Estádio dos Arcos. O Rio Ave FC pretende vencer para continuar na luta por um lugar europeu. Se a equipa de Vila do Conde conseguir a vitória, passam provisoriamente à frente do Famalicão (no quinto lugar). Já os encarnados precisam de vencer, para superar a má fase e igualar o FC Porto (que ontem empatou frente ao CD Aves) no primeiro lugar.

O REGISTO ENCARNADO NÃO É ANIMADOR: NOS ÚLTIMOS 10 JOGOS, APENAS 1 VITÓRIA. A ODD DO RIO AVE FC ESTÁ 5.15. APOSTAS NA BET.PT?

É esperado um jogo equilibrado entre a equipa de Carlos Carvalhal e a do seu ex-discípulo Bruno Lage.

Em jeito de antevisão trago-vos algumas curiosidades e dados estatísticas dos duelos entre Rio Ave FC e SL Benfica.