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As 5 «lendas» que passaram pelos Ralis

Com o Campeonato Mundial de Rali adiado e sem competições a decorrer, resta-nos recordar e procurar o contacto com atividades desportivas através dos meios que nos são permitidos.

É necessário ter em conta que a FIA continua a acompanhar a evolução da situação em torno da pandemia e que a possibilidade do reinício da época é uma preocupação. No entanto, as datas podem sofrer alterações, pois estão dependentes das restrições governamentais de cada país anfitrião da competição. Prevista para Maio deste ano, só em 2021 é que a competição irá passar pelo solo português.

Sempre considerei a classificação “melhor de sempre” um pouco ingrata. É, para mim, difícil atribuir este título, quando os tempos são tão mutáveis. Nunca iremos saber a prestação do melhor de outros tempos, se tivesse ao seu dispor os recursos disponíveis atualmente. Apesar dessa minha consideração, é precisamente isso que venho fazer: apresentar um top de pilotos de rali.

Mas afinal o que define o melhor piloto de todos os tempos? Os títulos mundiais ou as vitórias em ralis? O carácter ou a velocidade? Ou, quem sabe, todas as características juntas? A verdade é que um piloto que se destaque tem um “pacote” mais completo, no qual consegue conciliar diversas características, que incluem a capacidade prática e a capacidade emocional. Esta é uma proposta pessoal. Apesar de estatísticas, existe uma infinita possibilidade de tops de acordo com as preferências de cada um de nós.

A história dos ralis é marcada por grandes pilotos, com conduções diferentes e personalidades distintas. Mas há sempre aqueles, não só nos marcaram, como também marcaram toda a história dos ralis. É complexo escolher os melhores de entre os melhores.

É interessante fazer esta seleção, dias depois de Carlos Sainz ter sido considerado “o maior piloto de todos os tempos”.

Com a suspensão temporária do Campeonato do Mundo deste ano, o promotor do Mundial de Ralis decidiu organizar uma votação online para que o melhor piloto da história do WRC pudesse ser eleito pelos fãs (participaram na votação cerca de 300 mil utilizadores). Carlos Sainz debateu-se com Sébastien Loeb na final e levou o título consigo, com 57,25% dos votos. Sébastien Loeb é, estatisticamente, o piloto de maior sucesso na história do WRC, mas os fãs fizeram a sua escolha, certamente, com base em muitos outros fatores para além de valores estatísticos – muito provavelmente com base na sua carreira e na sua prestação face a outros grandes pilotos.

No entanto, não é o espanhol que conquista o primeiro lugar desta vez. Não vou aplicar o cliché do “melhor fica para o fim”, porque o melhor vem, de facto, em primeiro.

Foto de Capa: WRC

BnR TV: Luís Freire fala sobre continuidade no CD Nacional

Em conversa no programa “Mourinhos vs. Guardiolas”, o treinador do CD Nacional assume que há conversações com o clube insular, mas que ainda não há certezas sobre a continuidade.

«Ainda não sei se continuo no CD Nacional. Estamos a falar e a reunir. Portanto, acabou a época e eu não tenho contrato para o ano. Estamos numa questão de negociação e não há garantia que fique ou que não fique», confidenciou Luís Freire ao Bola na Rede.

Em exclusivo ao BnR TV, Luís Freire assumiu ainda que acreditava no título da Segunda Liga ao serviço do CD Nacional e revelou a sua preferência em relação a José Mourinho ou Pep Guardiola.

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Mourinhos vs. Guardiolas T2/EP2: Com Luís Freire

Nesta edição do Mourinhos vs Guardiolas, recebemos um dos treinadores mais promissores do futebol português. Luís Freire foi o responsável pelo regresso do CD Nacional à I Liga na presente época.

Com Mário Cagica OliveiraFrancisco Pinho Sousa e o convidado-especial, Luís Freire. 🇵🇹

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Artigo revisto por Joana Mendes

Os 5 melhores centrais que vi jogar

Defender é talvez das artes mais difíceis no futebol e por conseguinte das mais desvalorizadas, quer na relevância do adepto comum, quer na atribuição de prémios onde normalmente os avançados são sempre os principais vencedores.

Neste artigo vou debruçar-me sobre os cinco melhores centrais que vi jogar, jogadores de várias gerações, todos eles com atributos diferenciados, mas que me marcaram pela qualidade apresentada!

Uma shortlist muito pessoal e onde os defesas italianos, os meus favoritos, dominam, mas houve outros que fazem parte deste curto cardápio que me encheram as medidas e mostraram que para defender bem não é preciso músculo e agressividade, mas, sim, inteligência e espírito de sacrifício. Podiam estar outros jogadores na lista, mas, como disse, esta é uma escolha pessoal, convido-vos a analisarem esta lista e, no vosso caso, dizerem as vossas escolhas.

Jogadores que Admiro #120 – Aaron Ramsey

Um jogador completo e brilhante, que me faz vibrar a cada movimento ou toque na bola. O seu estilo de jogo é marcado pela inteligência, a forma única como pensa e executa o jogo. É uma mistura entre classe e um espírito guerreiro, como se cada lance fosse uma batalha, e Ramsey liderasse a sua equipa, pensando cada movimento ao pormenor.

É um jogador completo, com qualidade para ser um dos melhores da sua geração de futebolistas a atuar no meio campo, mas ficou sempre a sensação de que faltava algo mais. Ramsey não é muito rápido nem forte fisicamente, apesar de aguentar bem os confrontos “corpo a corpo”. O que diferencia o médio galês é o seu toque de bola, aliada a uma grande visão de jogo e elegância no movimento, com ou sem bola.

Ramsey despontou para o mundo do futebol no maior emblema da capital do seu país, o Cardiff City FC. Em 2008, com apenas 18 anos, foi contratado pelo Arsenal FC, mas demorou algum tempo até se afirmar em definitivo nos “Gunners”. Foi preciso esperar até à época 2011/2012 para o centro campista galês assumir-se como uma peça fundamental no clube do norte de Londres.

Durante este período (2008 a 2011), foi lançado a jogo com alguma regularidade no Arsenal, e até esteve emprestado a Nottingham Forest FC e, de novo, no Cardiff FC. No final da época transata terminou o seu vínculo com os “Gunners” e mudou-se para Turim a custo zero, para representar a Juventus FC. Apesar de ser utilizado com regularidade, ainda não se impôs em definitivo na “Vecchia Signora”.

Ao serviço dos “Gunners” conquistou por três ocasiões a Taça de Inglaterra (2014, 2015, 2017), e venceu a Supertaça inglesa por duas vezes (2015, 2016). Além de ter deixado a sua marca no Arsenal, chegando até a envergar a braçadeira de capitão, Ramsey é também um dos jogadores mais importantes da seleção nacional do País de Gales, na atualidade. Foi uma das principais figuras da chegada da sua seleção às meias finais do Campeonato de Europa de 2016, merecendo até o lugar no “onze ideal” do torneio, e conta com 60 internacionalizações.

Aos 29 anos de idade, Ramsey ainda tem, teoricamente, algumas temporadas para brilhar e deixar o seu nome na história da Juventus FC, clube a que está associado contratualmente até 2023. Apesar da sua qualidade incontestável e de ser um jogador que admiro pela forma como expressa a sua arte dentro das quatro linhas, penso que merecia ter alcançado outro tipo de conquistas, apesar de ainda ser possível de se concretizar.

 

Artigo revisto por Joana Mendes

Reformulação do Futsal à vista?

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Numa altura em que em Espanha se anuncia a conclusão dos dois principais escalões através do sistema da play-offs, a FPF já se pode concentrar na reformulação do Futsal nacional, não em relação às competições deste ano, mas em relação à nova temporada e relativamente a eventuais alterações competitivas – uma vez que o Futebol já viu o capítulo encerrado relativamente às competições seniores, dado que os escalões de formação já haviam sido encerrados sem qualquer título de campeão.

A sobejamente conhecida situação pandémica em todo o Mundo afetou grandemente o decorrer das competições nacionais e continentais de clubes, tendo também o campeonato do Mundo 2020, a decorrer em Setembro na Lituânia, sido largamente afetado e, como tal, previsivelmente adiado. Por cá, apesar de sermos um dos países menos afetados, a regra da precaução indicia que, até não haver uma vacina, o risco inerente ao desenrolar das competições continua a ser bastante elevado.

A melhor medida, no meu entender, é anular esta competição, sem campeão atribuído, tal como muitas outras modalidades de pavilhão, algo que efetivamente se concretizou. É uma medida um pouco extremista, e potencialmente prejudicial para muitos clubes, mas aí a FPF tem que apoiar financeiramente os clubes mais afetados e com isso minorar os efeitos da grave crise financeira que já se começa a fazer sentir.

Em suma, acho que a melhor solução é ignorar esta época e começar já a preparar a próxima temporada de uma forma calma e natural, para tentar recomeçar a temporada 2020/21 da forma mais “normal” possível e com todos os cuidados, esperando que tudo esteja pronto e a própria pandemia já esteja praticamente controlada. Se não for esse ainda o caso, acho que nessa situação teremos que avançar para jogos à porta fechada, esperando que essa situação seja o mais breve possível, para os clubes começarem a receber o essencial valor monetário das transmissões televisivas.

Já todos sentimos saudades de um pavilhão bem composto, mas ainda não poderá ocorrer num futuro próximo
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

A grande essência do Desporto reside no apoio fervoroso dos adeptos e na paixão das pessoas que traz um ambiente festivo aos pavilhões espalhados por todo o país. Eu já sinto bastante falta e saudades de um jogo da nossa Liga, um daqueles repletos de emoção até ao último segundo, da competição feroz, dos pavilhões cheios de adeptos, de ver a bola rolar. Mas, pelo menos até Setembro, acho que não estão reunidas as condições para ver mais Futsal nesta época.

Tudo isto para dizer que a decisão de anular o campeonato em questão pareceu-me a mais sensata e concordo plenamente com ela, sendo este tempo de paragem essencial para uma eventual reformulação das nossas competições, tal como irá suceder com o Futebol. Esperemos serenamente pela decisão oficial a FPF relativamente ao nosso amado Desporto.

Foto de Capa: FPF 

Artigo revisto por Joana Mendes

“Super Sli” | Saudade daquilo que a gente já viveu

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Ao que tudo indica, no verão de 2013, o Sporting CP andava atrás de Ghilas para reforçar o ataque. Aquilo que os adeptos leoninos não sabiam era que o melhor ponta de lança argelino estava a caminho de Alvalade, e que este lhes iria dar muitas alegrias, ao contrário daquele que acabou por ser reforço do FC PortoSlimani chegou a Alvalade por uma quantia de 300 mil euros. Pouco se espera de uma contratação com este tipo de valores, pelo que o desempenho do “Super Sli” e a própria urgência de o pôr em campo não eram problemas maiores.

O internacional argelino começou a temporada 2013/2014 como suplente de Fredy Montero. O avançado colombiano fez uma primeira volta de campeonato bastante positiva, tendo mesmo apontado um total de 13 golos, nessa fase da competição. Já na segunda metade da época, e com a baixa de forma do “Avioncito”, Slimani “saltou” do banco e não desiludiu, tendo marcado 10 golos, nos jogos que restaram da temporada. O plantel do Sporting CP tinha aqui duas opções válidas para o setor ofensivo. Slimani assumia a titularidade na época seguinte, já com Marco Silva ao comando dos leões, mas foi com Jorge Jesus que “deu o salto” para outro patamar.

A passagem do “Super Sli” por Alvalade é capaz de ter sido uma das maiores progressões já vistas no clube leonino. A sua evolução tática e técnica foi estonteante, características estas que valeram ao Sporting um grande aproveitamento desportivo e um encaixe financeiro de 30 milhões de euros, com a transferência do jogador para o Leicester City FC, em 2016.

No início do seu percurso por Portugal, Slimani era um jogador fraco tecnicamente e com pouca cultura tática, pelo que é justificável o seu tempo de adaptação, antes de se afirmar na formação titular do Sporting. Porém, eram visíveis várias qualidades: um jogador possante fisicamente, com um bom alcance aéreo e um cabeceamento colocado e potente. Para além destas (e para mim a sua melhor característica), o antigo camisola 9 do Sporting não dava uma bola por perdida, graças ao seu pulmão inesgotável. Neste golo apontado ao Besiktas JK, consegue-se perceber a importância desta característica na eficácia do jogador:

A célebre época 2015/2016 foi, de longe, a melhor do ponta de lança argelino, visto que apontou 31 golos, em todas as competições. Mas não foram só os golos que fizeram de “Super Sli” um dos grandes avançados dos últimos anos, no campeonato português. O facto de ser uma máquina que pressionava os adversários e os obrigava a jogar mal; a forma como ajudava os colegas na manobra defensiva e ganhava bolas aéreas no meio-campo permitia que estes pudessem iniciar a manobra ofensiva. Basicamente, esta mobilidade que passou a ser sua característica tornou-o num avançado que trabalhava para a equipa, sem descartar a sua veia goleadora.

No 4x4x2 de Jorge Jesus, Slimani era uma grande mais valia, naquela que, apesar de ter sido a época do “quase” para o seio leonino, foi a última em que vimos uma equipa portuguesa a demonstrar uma qualidade superlativa no seu futebol.

Apesar do sucesso que teve em Portugal, com muita pena minha, a carreira do argelino lá fora não correspondeu às expetativas. Desde que saiu do Sporting, Slimani apontou apenas 27 golos nos clubes que representou, quando, em Alvalade, tinha feito 31 numa só temporada.

Um jogador muito querido entre os adeptos, e que demonstrou um carinho enorme na hora da despedida, o “Super Sli” vai sempre ser recordado pelo seu carisma em campo, entrega e pelos 57 golos que cá deixou, muitos dos quais deram grandes alegrias a mim e a todos os sportinguistas.

Foto de Capa: Sporting CP

Artigo revisto por Joana Mendes

Cricket Fever: Mumbai Indians

Nesta série da Netflix podemos acompanhar a época de 2018 dos Mumbai Indians, uma das mais importantes equipas de Cricket do Mundo e na altura (e, curiosamente, ao dia de hoje também) a campeã em título da Indian Premier League, conhecendo por dentro o funcionamento da organização.

Em grande destaque surgem também alguns elementos da família proprietária da equipa, os Ambani, cujo patriarca Mukesh está entre os 25 mais ricos do Mundo, segundo a Forbes, e no qual o filho assume agora maior preponderância na gestão do clube, procurando afirmar a sua capacidade de levar a equipa em diante.

No geral, trata-se de uma série que entretém e com vários momentos em que, através das emoções demonstradas pelos jogadores e de ficarmos a conhecer as suas histórias de vida, nos permite colocar-nos no seu lugar e ficar a compreender melhor estes atletas, que, apesar de pouco conhecidos no nosso país, são das personalidades mais famosas do segundo país mais populoso do mundo, a Índia.

Porém, um pequeno reparo é que a forma como são escolhidos os highlights de cada jogo disputado pelos Indians – praticamente só uma coleção de sixes e de wickets – acaba por não fazer justiça ao que se passou nos mesmos.

No primeiro episódio, desiludiu-me um pouco que praticamente não se falasse de Rohit Sharma, capitão dos Mumbai Indians e uma das grandes estrelas do Cricket, mas isso é corrigido nos episódios subsequentes, em que temos a oportunidade de conhecer um pouco melhor Sharma e de ver como o mesmo lida com uma temporada que não lhe correu de feição, quer a nível coletivo quer individual.

De mencionar também que fica patente algum amadorismo dos Mumbai Indians. É verdade que as equipas têm um calendário muito apertado e pouco trabalho de fundo pode ser desenvolvido. Contudo, mesmo na gestão do dia-a-dia, parece tudo continuar muito old school, não sendo aproveitadas as maravilhas da tecnologia para melhorar tanto o desempenho dos próprios atletas, como o estudo dos adversários. Para uma equipa com tão alto orçamento e investimento, é caricato que assim seja, e uma análise ao modo de funcionamento de equipas de NBA ou NFL seria um bom exercício para a gestão dos Mumbai Indians encontrar detalhes que permitiriam ajudar a equipa a crescer.

Por último, da parte da Fisioterapia transparece uma ideia de que o que importa é colocar os jogadores prontos para o jogo o mais depressa possível, o que acaba por ser um pouco incompatível com uma aplicação moral da medicina desportiva, pensando sempre no bem estar do atleta a longo prazo.

Foto de Capa: Mumbai Indians

Artigo revisto por Joana Mendes

As 5 melhores contratações do SL Benfica que nunca calçaram

A pré-época é um período especial. Espaço temporal de esperanças múltiplas e viveiro de sonhos de criança (todos se lembram de onde estavam quando Pablo Aimar aterrou em Tires para assinar pelo SL Benfica), as contratações de cada Verão dão azo ao esmiuçar obsessivo das bancadas: desenham-se onzes inovadores, pergunta-se como irá a nova peça encaixar no sistema e espera-se ansiosamente pelo rendimento merecedor de Bola de Ouro.

Algumas chegadas confirmam-se como reforços de peso, enquanto outras, pouco expectáveis ou não, ficam-se pela mediania. Outras existem que, de tão grande o engano na avaliação das suas qualidades ou tão más são as circunstâncias à chegada, não chegam sequer a envergar camisola em jogos oficiais – estes são os fantasmas dos corredores, os quais toda a gente sabe o nome, mas nunca os viu sem ser em amigáveis jogados num estádio periférico no meio dos Alpes. Cinco desses casos no Benfica vêm adiante, com o contexto mediático de cada contratação explicado de forma perceptível e que nos ajude a perceber quais as razões para tanto… Desperdício.

EXCLUSIVO BnR TV: Paulo Freitas confirma play-offs no Hóquei em Patins

Muitas dúvidas pairam no ar quanto ao futuro das competições em diversas modalidades, mas se dúvidas houvesse quanto ao sistema de apuramento de campeão no Hóquei em Patins no próximo ano, ficou tudo esclarecido no BnR TV de hoje. Paulo Freitas, treinador do Sporting CP, confirmou que haverá play-offs no final da temporada para se descobrir o campeão nacional de 2020/21.

«Já tive uma ideia diferente e quando mudamos de ideia não é sinónimo de deixarmos de acreditar naquilo que pensamos, mas pelo contrário. Vejo como uma evolução e um processo de aprendizagem. Posso dizer que sou a favor da introdução de play-off e presumo que seja isso que, na próxima época, vai acontecer», confidenciou Paulo Freitas ao Bola na Rede.

O treinador leonino acredita que a introdução dos play-off será mais vantajosa por três grandes motivos: mudará o paradigma atual do Hóquei em Patins; criará uma maior espetacularidade à modalidade; e os clubes poderão rentabilizar de outra forma as suas épocas desportivas.

Pedro Gil, pupilo de Paulo Freitas no Sporting CP, relembrou os momentos duros de uma longa época acabar por ser destruída por um simples “azar” neste tipo de sistema. No entanto, Paulo Freitas rematou a questão desta forma: «Então se calhar na próxima época vais ter de ter essa motivação adicional ou acrescida para ser campeão nacional com play-off. É mais um desafio para ti [Pedro Gil] aos 40 anos».

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão