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Inglaterra 5-0 República Checa: It’s coming…

Foi em Wembley, local da final do Euro 2020, que a Seleção Inglesa iniciou a sua caminhada até à competição. Pela frente, tinha uma ex-campeã, a República Checa (ex-Checoslováquia, nome que tinha quando levantou o troféu). Uma Inglaterra recheada de talentos jovens e entusiasmantes defrontava uma equipa que passa por uma dura fase de transição, após a geração de ouro de Tomas Rosicky e Petr Cech.

E o futebol que se viu espelhou esta diferença geracional. Os britânicos, que hoje largaram o sistema de três de defesas que usaram no Mundial, mostravam-se irreverentes. Gareth Southgate não teve medo e lançou Jadon Sancho no onze inicial. A jogar num 4-3-3 aparentemente ortodoxo, os homens de branco apresentaram uma dinâmica que agradou até aos adeptos ingleses, conhecidos por serem particularmente duros com a sua Seleção Nacional.

Kane atira para o segundo golo da noite                                                                                                Fonte: FA

Hoje, um homem deixou Wembley a vibrar: Raheem Sterling. Foi o jogador do Manchester City, o jogador que é constante alvo de críticas por parte da imprensa britânica, que deu o mote para a vitória. Aos 24 minutos, correspondia a um passe de Sancho e, isolado em frente da baliza, fazia o 1-0. Kane ainda escreveu o seu nome no marcador, marcando uma grande penalidade aos 46 minutos da primeira parte, mas na segunda metade Sterling brilhou novamente. Aos 62 minutos, os defesas checos deram ao homem que é capaz de fazer tudo o tempo para fazer o que quisesse. Recebeu a bola, rodou, rematou e fez o 3-0. Seguir-se-ia outro golo de sua autoria, seis minutos depois: um remate fora da grande área checa desvia em Celutska e engana o guarda redes Pavlenka. Uma República Checa sem identidade, de cabeça perdida, ainda veria o seu capitão, Tomas Kalas, a marcar um auto-golo. O central foi incapaz de aliviar a bola após um remate ao poste e empurrou o esférico para a sua própria baliza. 5-0, resultado final.

A Seleção mais regularmente criticada pelos adeptos ingleses ganha o seu primeiro jogo desta fase, graças ao inglês mais regularmente criticado pelos adeptos ingleses. Numa competição cuja final será em Terras de Sua Majestade, os homens de Gareth Southgate quiseram mostrar que a célebre frase “It’s Coming Home” talvez continue a ter razão de ser.

ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES

Inglaterra: J.Pickford; K. Walker; M. Keane; H. Maguire; B. Chilwell; E. Dier (R. Barkley 17’); J. Henderson; D. Alli (D. Rice 63’); J. Sancho; R. Sterling (C. Hudson-Odoi 70’); H. Kane

República Checa: J. Pavlenka; P. Kaderabek; O. Celutska; T. Kalas; F. Novak; D. Pavelka; T. Soucek; J. Jankto (M. Vydra 46’); V. Darida (L. Masopust 67’); Gebre Selassie; P. Schick (M. Skoda 82’)

Um Leão em França

Rafael Leão tem sido um dos jogadores em destaque esta temporada em França, mais concretamente, no Lille OSC. Formado no Sporting CP, o jovem avançado de 19 anos saiu no verão de 2018 após o ataque à Academia de Alcochete.

O jovem avançado é apontado como um dos melhores jogadores da sua geração e esteve na lista de pré-convocados de Fernando Santos para os jogos de apuramento do Euro 2020.

Na turma francesa não teve um começo fácil: primeiro devido a problemas burocráticos e financeiros que, inclusive, levaram a imprensa a colocá-lo fora do clube; depois, devido a problemas físicos.

Estreou-se a 9 de setembro pelos dogues. Desde aí que o avançado se tem tornado cada vez mais importante na manobra ofensiva da equipa. Na Ligue 1, Rafael já participou em 21 jogos e apontou sete golos. Rápido e forte no um contra um, Leão é um avançado móvel que tem muita facilidade em chegar à baliza contrária e, consequentemente, a zonas de finalização. Assim, em França, há quem já o apelide de “Mbappé português”.

A verdade é que a sua época de estreia na Liga Francesa não está a passar despercebida. Nos últimos tempos, o avançado já foi associado a colossos do Futebol mundial como o FC Barcelona e Paris Saint-Germain (PSG).

Rafael Leão e José Fonte são dois dos jogadores portugueses que jogam na equipa francesa
Fonte: Lille LOSC

Neste momento, o ponta de lança português encontra-se a treinar com a seleção nacional de sub-20. Espera-se que Leão seja um dos destaques da campanha lusa no Mundial da categoria, que se realiza no verão.

Mas Rafael Leão não está sozinho. Na Ligue 1 tem a companhia de mais três portugueses: José Fonte, Rui Fonte e Xeka. Central muito experiente, José Fonte tem sido um dos pilares da defesa do Lille. Aos 35 anos, e depois de uma experiência negativa pela China, aventurou-se pela primeira vez no campeonato francês e a experiência não podia estar a correr melhor. Titular indiscutível, o internacional português tem demonstrado que a idade não é um problema.

Outro português em destaque no Lille OSC e em França é Xeka. Aos 24 anos, e depois de ter estado uma época emprestada ao Dijon FCO, o médio está a assumir-se como figura maior do meio-campo da equipa da cidade de Lille. Com um bom remate de meia distância, o médio natural da Rebordosa conta já com dois golos.

Por fim, Rui Fonte. De todos os portugueses, o avançado de 28 anos é o único que ainda não conseguiu impor o seu futebol. Tem apenas 536 minutos divididos por 13 jogos.

A realizar uma campanha brilhante na liga francesa, o Lille é a equipa sensação e ocupa o segundo lugar do campeonato, atrás do PSG.

 

Foto de Capa: Lille OSC

Artigo revisto por: Jorge Neves

Trofeo Alfredo Binda: Pelas históricas colinas de Cittiglio

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A terceira prova do World Tour vê o pelotão de regresso a terras transalpinas para disputar um acidentado Trofeo Alfredo Binda. Falamos de uma prova histórica, disputada desde 1974. Maria Canins é a recordista com quatro vitórias, apenas mais uma que Marianne Vos.

Num percurso de 131 quilómetros, os primeiros são feitos a rolar, mas após a primeira passagem pela meta há que enfrentar a dificuldade inicial, a subida a Cunardo (3,8 quilómetros a 4,7% de pendente média).

Aos 61 quilómetros de corrida, entramos no circuito final, que as atletas percorrerão quatro vezes, e que inclui uma pequena subida não categorizada e a passagem por Orino (3,4 quilómetros a 4,1% de pendente média). É de esperar que surjam várias ofensivas nesta parte final, mas só a última volta costuma ser decisiva.

Em 2018, após uma prova muito atacada, foi na última volta que Katarzyna Niewiadoma desferiu o ataque decisivo, vencendo em solitário com 23s sobre um grupo perseguidor de nove elementos. No entanto, nem sempre há tantas diferenças e 2017 é um bom exemplo disso, quando Coryn Rivera triunfou ao sprint num grupo com mais de 20 ciclistas.

Niewiadoma volta a estar à partida como uma das favoritas e a Canyon SRAM conta ainda com Cecchini e Amialiusik como boas segundas opções. Marianne Vos também regressa a Cittiglio para tentar igualar o recorde de Canins, partilhando a liderança da CCC-Liv com Ashleigh Moolman-Pasio, que já cimentou o seu lugar entre as melhores do mundo, mas continua em busca de uma icónica vitória.

A última italiana a celebrar aqui foi Elisa Longo Borghini em 2013 e continua a ser uma das grandes candidatas. A sua colega Jollanda Neff também deverá estar debaixo de olho. Especialista do MTB, foi terceira nesta prova na sua primeira passagem pela Estrada e, dois volvidos, está de volta pela Trek-Segafredo.

A líder do World Tour, Marta Bastianneli também quererá dar seguimento à boa forma, mas é a líder por equipas, a Boels-Dolmans, que mais precisa de uma vitória, trazendo para isso Chantal Blaak como chefe-de-fila.

Merino é uma das opções para a Movistar tentar surpreender
Fonte: Vélofocus/Movistar Team

Ainda entre as principais favoritas contam-se Amanda Spratt, que vem bem acompanhada por Lucy Kennedy e Grace Brown, e a Team Sunweb de Coryn Rivera e Leah Kirchmann.

Já como outsiders, há que não esquecer Arlenis Sierra, Cecilie Uttrup Ludwig e as várias opções da Movistar Team.

Na luta pela camisola da Juventude do World Tour, a luta também deverá ser interessante, já que das seis ciclistas que já pontuaram, apenas Amber van der Hurst não deverá estar à partida. Neste particular, será também de acompanhar a estreia na prova de Elites de Georgi Pfeiffer, vencedora do Piccolo Trofeo Alfredo Binda em 2018.

Favoritas

*** Katarzyna Niewiadoma, Chantal Blaak

** Marta Bastianelli, Elisa Longo Borghini

* Marianne Vos, Ashleigh Moolman-Pasio, Coryn Rivera

Foto de Capa: Trofeo Alfredo Binda

Cometa russo passa pelos Açores

Segundo dia do rali dos Açores e estão de regresso as especiais longas e difíceis. Sete Cidades foi o desafio de hoje. A especial do vulcão fez alguns prisioneiros, mas muitos também conseguiram ultrapassá-la. 

Alexey Lukyanuk segue imparável e intocável na frente do FIA ERC. O russo venceu seis das setes classificativas de hoje, acabando o dia 40 segundos à frente do segundo classificado, Ricardo Moura. Lukaz Habaj está nos três primeiros, empurrando o francês Pierre Loubet para a quarta posição. 

Pedro Antunes, no ERC3, acabou o primeiro dia a liderar. No segundo, as dificuldades foram algumas e o português acabou o dia em segundo lugar.

Ricardo Moura, apesar de ter pouco ritmo competitivo, continua a ser o melhor português à geral
Fonte: Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting

Já sabemos que Ricardo Moura lidera o Campeonato de Portugal de Ralis e o Campeonato dos Açores de Ralis. No CPR quem se segue ao tricampeão nacional é Bruno Magalhães que hoje se distanciou do líder do campeonato, Ricardo Teodósio. Teodósio teve tarefa ingrata de ter que abrir a estrada, sendo assim Bruno Magalhães teve essa vantagem. Apesar de estar na segunda posição, o piloto de Lisboa continua a habituar-se ao carro da marca sul coreana. 

Nas duas rodas motrizes do CPR, Gil Antunes lidera com 12 segundos de avanço sobre Paulo Neto.

No Campeonato dos Açores de Ralis, Luis Miguel Rego Jr é segundo e Bernardo Sousa é terceiro, após um dia extremamente difícil, em que teve vários problemas.

Foto de Capa: FIA ERC

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Os 5 melhores golos de João Félix em 18/19 (e um brinde surpresa!)

O futebol está rendido a João Félix! É um craque promissor da sua geração, joga que se farta, desequilibra como ninguém, tem uma leitura e posicionamento de jogo excecional. Daí resultam as inúmeras comparações com os melhores do mundo, os recordes impressionantes e os golos.

A ascensão do n.º 79 permite a identificação destas caraterísticas, apesar de ser o golo mais facilmente percetível para o espetador comum. Nesta que é a temporada de estreia, já totaliza 12 tiros certeiros, como não se esperasse outra coisa do mágico do SL Benfica. Apesar de valioso – no fim de contas, é o que decide jogos! –, um golo é apenas o culminar de um lance, que passa por vários processos: a construção do próprio lance, o posicionamento, e a finalização, que não foram esquecidos nesta difícil e exigente escolha.

Três magos fazem o que melhor sabem: magia (SL Benfica 10-0 CD Nacional) – Que mais posso acrescentar a uma jogada que é perfeita? Mistura o entendimento já conhecido de Pizzi e André Almeida com a criatividade de João Félix, que não fica de fora deste autêntico truque de magia.

A defesa do Nacional não teve uma noite nada fácil, e apesar de este lance não ter dado golo devido a Kalindi se ter antecipado a Seferovic, os três envolvidos na jogada criaram uma sequência de passes e movimentações irrepreensíveis. Por esse motivo, não poderia deixar escapar este momento em claro. Tinha de ser referido especialmente quando falamos de João Félix. Agora sim, passemos aos golos!

Portugal 0-0 Ucrânia: Muita cerimónia e pouca objetividade explicam entrada em falso

No início da caminhada rumo ao Euro 2020, Portugal empatou a zero com a Ucrânia. Num Estádio da Luz bem composto (58 357 espetadores), os comandados de Fernando Santos começaram a defesa do título conquistado em França em falso, muita por culpa própria, ao revelarem pouca objetividade na hora de finalizar.

Havia a expetativa para saber como jogaria de início a “seleção das Quinas” (se em 4-4-2 ou 4-3-3), uma vez que CR7 estava de volta à convocatória, após ter estado ausente dos jogos da Liga das Nações, e ainda por causa das novidades em Dyego Sousa e João Félix – o selecionador nacional optou pelo 4-3-3, com a frente de ataque composta por Ronaldo, Bernardo Silva e André Silva. Do lado ucraniano, o destaque foi para a titularidade de Marlos, que cumpria assim a sua primeira internacionalização, após se ter naturalizado recentemente.

A partida começou com Portugal a querer ter bola, e até conseguiu, embora a defesa ucraniana estivesse bastante compacta, dificultando assim a criação de oportunidades por bola corrida.

Teve de ser um lance de bola parada para a armada lusa conseguir criar o primeiro lance de verdadeiro perigo: ao minuto 16 e na sequência dum canto, Pepe disparou de primeira à entrada da área para uma defesa apertada de Pyatov. No minuto a seguir, William até colocou a bola dentro da baliza, mas o golo foi bem invalidado por fora de jogo do médio.

Portugal voltou a ameaçar a baliza de Pyatov, desta vez pelo suspeito do costume: Ronaldo, numa finta curta já dentro de área, disparou para defesa segura do guardião experiente do Shakhtar Donestk. O capitão da seleção mostrava uma enorme vontade em querer faturar e esteve, de novo, muito perto de abrir o marcador na Luz, aos 27’, mas viu novamente Pyatov a impedir as suas pretensões.

Os atuais campeões europeus até iam tendo mais bola, sobretudo no meio-campo ofensivo, mas a Ucrânia não dava muito espaço aos atacantes portugueses e as tentativas foram todas bem anuladas pela defensiva de Leste, sendo que até ao apito de Clément Turpin para o intervalo, o marcador não se alterou.

Era necessário mais rapidez e inteligência no segundo tempo para quebrar a resistência dos homens de Andriy Schevchenko.

Portugal recomeçou a partida a ameaçar Pyatov, com Ronaldo a amortecer a bola com o peito para André Silva rematar para as mãos do número 12 dos ucranianos. O avançado do Sevilha FC voltou a pôr à prova os reflexos de Pyatov, que respondeu com uma estrondosa defesa, depois de uma jogada bastante trabalhada pela seleção nacional.

Insatisfeito com a produção ofensiva, Fernando Santos sentiu que o jogo pedia um “abanão”, e foi então que chamou Rafa Silva para dentro de campo, tirando um elemento do meio-campo, Rúben Neves.

Contudo, esse tal “abanão” não teve os efeitos desejados e foi preciso dar mais músculo ao ataque: Dyego Sousa rendeu o apagado André Silva, fazendo assim a estreia pela seleção das Quinas. Shevchenko respondeu e também lançou um estreante, Júnior Moraes substituiu Yaremchuk.

Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

O jogo ia caminhando para os minutos finais e Portugal até conseguia chegar com alguma facilidade à área adversária, mas demonstrava uma enorme cerimónia em rematar à baliza. Mais uma vez, tinham de ser as bolas paradas a fazer surgir um lance que pudesse desbloquear o nulo: num canto do lado esquerdo, ao minuto 81, Dyego Sousa cabeceou bem para Pyatov defender novamente. Apesar de ter estado remetida grande parte do jogo no meio-campo defensivo, a Ucrânia arriscou nos últimos minutos e esteve pertíssimo de gelar as bancadas da Luz: Júnior Moraes finalizou por cima, após defesa incompleta de Rui Patrício a remate de Konoplyanka.

Até ao final, os atletas portugueses tentaram de todas as formas fazer o golo da vitória, mas sem qualquer êxito. O jogo acabou com 0-0 no marcador e Portugal começou assim a defesa do título de uma forma que não era a mais desejada. Apesar dos lances criados (suficientes para vencer), a muita cerimónia e boa organização defensiva da Ucrânia impediram que o jogo terminasse com o triunfo luso.

Segunda-feira há mais, desta vez contra a Sérvia, e espera-se que Ronaldo e companhia estejam mais inspirados na altura de finalizar.

ONZES E SUBSTITUIÇÕES:

Portugal: Rui Patrício; João Cancelo; Pepe; Rúben Dias; Raphael Guerreiro; William Carvalho; Rúben Neves (Rafa Silva 62’) ; João Moutinho (João Mário 85’); Bernardo Silva; Cristiano Ronaldo; André Silva (Dyego Sousa 73’)

Ucrânia: Andriy Pyatov; Oleksandr Karavaev; Sergii Kryvtsov; Mykola Matviyenko; Vitaliy Mykolenko; Taras Stepanenko; Ruslan Malinovskyi; Oleksandr Zinchenko; Marlos (Vitaliy Tsygankov 67’); Yevhen Konoplyanka (Vitaliy Buyalskiy 86’); Roman Yaremchuk (Júnior Moraes 76’)

Reportagem BnR: Fases Finais CUL 18/19 – Dia 4

Com tudo a postos para o início do último dia dos Campeonatos Universitários de Lisboa, a AAULHT e a AEFCT entraram na quadra para discutir a final do Andebol. A AEFCT, muito abaixo do normal, permitiu à AAULHT fugir com a vitória e perdeu por 39-29.

No basquetebol feminino, tivemos um jogo altamente equilibrado, com três cambalhotas no marcador. Nos dois períodos finais, a AEFMH foi superior e, com um resultado de 62-53, venceu uma equipa da FAIPL que contou com grandes exibições individuais.

No futsal feminino, tivemos um dos grandes jogos do dia. Depois de uma primeira parte pachorrenta, sem golos, a AEISCTE marcou três golos sem resposta, perante uma AAULHT que até tinha demonstrado mais qualidade. Nos dois minutos finais, a AAULHT ainda conseguiu reduzir a desvantagem para 3-2 e proporcionar-nos uns 30 segundo finais incríveis, mas foi insuficiente, e as mulheres que vestiam o azul do ISCTE levaram a taça.

Também no futsal, mas desta masculino, foi a AEISCSP que conquistou a taça.
No rugby 7’s, a fase final foi jogada pela AEISA, pela AEIST, pela AEISCTE-IUL e pela AAULL. A AEISCTE-IUL sagrou-se campeã, seguida pela AAULL e, em terceiro, a AEIST. As duas primeiras classificadas irão disputar as Fases Finais Nacionais.

Na modalidade de voleibol feminino, a UCP e a AEIST tiveram os mesmos resultados: venceram por 3-0 as suas respectivas oponentes, a AEFEUNL e a AEFML. Na final, foi a AEIST quem conseguiu vencer a campeã UCP. A AEIST, a UCP e a AEFML garantiram o acesso aos CNU’s de Guimarães. A AEFEUNL erá disputar os play-offs desta competição.

Fonte: ADESL

Por sua vez, no voleibol masculino foi discutido entre a AEFMH e a AEISCTE-IUL (3-0) e entre a AEIST e a NOVA (3-2). A AEIST venceu a AEFMH na final, As três primeiras classificadas estão apuradas para os CNU’s e a quarta para os play-offs, tal como no voleibol feminino.

Estrelas azuis de Quinas ao peito

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Com o campeonato ao rubro, com FC Porto e SL Benfica a dividir a liderança e o favoritismo, nada melhor do que uma pausa para acalmar os ânimos. Com os jogos das seleções e com as respetivas chamadas dos jogadores ao seu país, o campeonato pára, mas as contas continuam a ser feitas, numa altura em que a época se aproxima da fase crucial e decisiva.

Na Seleção Nacional Portuguesa, comandados por Fernando Santos, Pepe e Danilo foram os homens do FC Porto chamados à equipa. Dois nomes que habitualmente fazem parte dos eleitos.

Pepe tem sido uma das referências da defesa portuguesa. Titular indiscutível no Euro 2016, ano em que a Seleção Portuguesa fez história ao levantar o troféu, o luso-brasileiro foi considerado por muitos o jogador mais influente. Os anos passam, e apesar do tempo não ser um posto, a verdade é que Pepe continua a ter a mesmo rapidez e inteligência de se antecipar ao adversário. Apesar do temperamento característico, defende as cores nacionais com paixão e é, possivelmente, uma forte hipótese de ser novamente opção no eixo defensivo, independentemente do colega eleito para o acompanhar.

Pepe tem sido uma das referências do centro da defesa
Fonte: FPF

Já Danilo continua a ter alguma dificuldade em “roubar” o lugar a William Carvalho… ainda assim, e apesar de a posição ser a mesma, as características dos jogadores são bem distintas. A rapidez de Danilo diferencia-o e a forma rápida com que recupera a posição são dois pontos favoráveis para ser opção. Ainda assim, há mais jogadores para a mesma posição e a concorrência é cada vez maior. No entanto a qualidade individual de Danilo é incontestável.

Com a seleção nacional a tentar defender a conquista do Europeu, ambos podem ser opção para os dois jogos da fase de qualificação, frente à Ucrânia e Sérvia.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

McGregor – Cerrone: Sim, mas em main event!

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Após a luta contra Floyd Mayweather o regresso de Conor McGregor ao UFC era muito esperado por todos os fãs do desporto. Foi então que decidiu enfrentar Khabib Nurmagomedov, em outubro de 2018, num combate a valer o título mundial de peso-leve. McGregor foi dominado durante toda a luta até ser finalizado com a submissão mata-leão.

Após este evento, os fãs ficaram na dúvida acerca do que o irlandês iria fazer com a sua carreira. As possibilidades eram muitas: voltar ao Boxe, completar a trilogia com Nate Diaz, uma desforra com Khabib ou até lutar contra Tony Ferguson, antigo campeão interino.

Há cerca de um mês e meio surgiram os rumores que Conor McGregor podia enfrentar Donald “Cowboy” Cerrone, que está de regresso à divisão de peso-leve. Esta notícia entusiasmou bastante os fãs e inclusive o presidente do UFC, Dana White. Este admitiu em conferência de imprensa que “se eles querem lutar, e os fãs querem vê-la, é a luta a fazer”.

Cerrone tem 27 finalizações (10 nocautes e 17 submissões) em 35 vitórias na sua carreira. É o lutador com mais vitórias na história do UFC, com 22. É, também, conhecido pelo seu muay-thai letal, e pelo famoso pontapé alto que vitimou Rick Story, Matt Brown, entre outros.
O americano regressou à divisão de peso-leve e venceu a jovem promessa Alex Hernandez por nocaute técnico, com um pontapé na cabeça, na segunda ronda. Foi na entrevista pós-luta que “Cowboy” afirmou que gostaria de lutar com McGregor e que os rumores começaram.

Khabib dominou McGregor no último combate do irlandês
Fonte: MMA Fighting

Apesar de intrigante, a história a envolver estes dois atletas foi-se desvanecendo e perdendo o entusiasmo. No episódio #58 do seu podcast de MMA, Joe Rogan explicou o porquê do combate ainda não se ter materializado. Rogan informou que o UFC pretendia que a luta fosse o “co-main event”, ou seja, não fosse o combate principal, mas sim o anterior a esse. Pelos vistos, o UFC quer que os eventos principais de um PPV (Pay-Per-View) sejam com um combate de título, e não um regular. Essa intenção provocou um descontentamento por parte da equipa McGregor, e até hoje não houve nenhum avanço em relação ao tema.

A ideia de não colocar Conor como o evento principal não faz sentido. A realidade é que atualmente um combate onde McGregor esteja inserido vende mais que qualquer luta de título que o UFC possa organizar. Não há maior estrela que o irlandês, e prova disso são os números. Nos seis eventos com mais compras de PPV do UFC, McGregor foi cabeça de cartaz em cinco, e dois deles não foram combates por título. Trata-se das duas lutas contra o rival Nate Diaz.

O possível combate contra Cerrone vende-se por si só, é uma combinação perfeita de estilos. Ambos têm preferência pela luta em pé, têm um variado leque de habilidades, e instinto finalizador. Para além disso, é a luta perfeita para os dois. Se Cerrone ganha, torna-se imediatamente uma estrela e fica com fortes possibilidades de lutar pelo título. Se Conor vence, é certo que o Khabib-McGregor 2 acontece.

Pensar em colocar a principal atração do UFC em segundo lugar é atirar dinheiro pela janela fora, principalmente numa altura em que a WME-IMG (empresa que comprou o UFC por 4 biliões de dólares) pretende recuperar o investimento e organizar as “super-lutas”. Atualmente, Jon Jones e Khabib Nurmagomedov podem, juntamente com Conor, serem considerados as maiores estrelas da promoção. E mesmo eles não têm combates que se aproximem dos números que McGregor provoca. Só com ele é que faz sentido um evento principal ser uma luta não título. Conor não vende tanto por lutar por títulos. Vende pela emoção, energia e entusiasmo que traz para cada combate.

Concluindo, McGregor-Cerrone só faz sentido como evento principal. Seria uma luta que ia captar a atenção de todos os interessados pelas artes marciais mistas, mesmo sem um título em jogo.

Foto de Capa: UFC

As 3 melhores contratações leoninas no mercado de inverno 18/19

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Foram seis os jogadores que entraram em Alvalade no mercado de inverno. Cerca de 10 milhões de euros em reforços que pouco ou nada acrescentaram num ponto de vista desportivo, visto que o Sporting CP continua bem distante do título, e ainda na luta pelo terceiro lugar, mas terá de esperar que os adversários diretos escorreguem. No entanto, há três nomes que merecem destaque. Dois pelo que já demonstraram e outro pelo valor que tem, reclama uma oportunidade e merece sem dúvida mais minutos.

Quero deixar uma nota ainda a Gonzalo Plata, reforço que chegou mais tarde destes seis, à Academia de Alcochete e que demonstra uma enorme margem de progressão. Apesar de não figurar neste top, é um dos jogadores que mais expectativas cria no reino do Leão.