O ano novo está aí e na NBA haverá muita história para contar, desde o jogo All-Star ao campeão, passando pelo draft e uma free agency carregada de talento. A seguinte lista pretende prever alguns dos acontecimentos da nova temporada, uns mais prováveis que outros, de forma cronológica.
Como foi a última passagem de ano?


Enquanto esperamos pelas 12 badaladas para mastigar as passas e ver o fogo de artifício, vamos fazer uma comparação do Benfica na altura da passagem de ano de 2017 e na passagem de ano de 2018.
No final de 2017, o Benfica estava em terceiro lugar, com 37 pontos. O líder era o FC Porto, que estava a três pontos dos encarnados. Os pontos foram fruto de 11 vitórias, quatro empates e uma derrota – no Bessa, por duas bolas a uma. Tinha já enfrentado o FC Porto no Dragão, onde empatou num jogo sem golos. Na Luz, venceu o Braga por 3-1 logo na abertura na jornada e preparava-se para enfrentar o Sporting CP em casa, logo na abertura do ano.
Nas taças, já tinha sido eliminado da Taça de Portugal, nos oitavos de final, contra o Rio Ave, num jogo com prolongamento. Na Taça da Liga, caiu na fase de grupos ao não conseguir ultrapassar o vencedor do grupo, Vitória FC, na última jornada. Nos jogos anteriores tinha empatado com Braga e Portimonense.
No que toca às competições europeias, o Benfica já se tinha despedido há bastante tempo da Europa ao fazer a pior época de sempre na Liga dos Campeões – zero pontos, seis derrotas, catorze golos sofridos e apenas um golo marcado.
Havia, portanto, um cenário de Benfica ferido. Um Benfica que apenas lutava pelo campeonato que ambicionava vencer e pelo pentacampeonato, de forma a limpar a época miserável até à passagem de ano. No entanto, isso não aconteceu.
Este fim de ano temos um Benfica em mais frentes, mas ainda com pouco brio.
Está em terceiro lugar, com 32 pontos – menos cinco pontos que no ano anterior. Está a quatro pontos do líder FC Porto, que se desloca hoje à Vila das Aves, podendo alargar a vantagem. Estes pontos foram o reflexo de dez vitórias, dois empates e três derrotas – duas consecutivas contra o Belenenses SAD e Moreirense FC, e uma a abrir o ano frente ao Portimonense SC. Já enfrentou o Sporting na Luz, com empate a uma bola; FC Porto, no reduto encarnado, vencendo por uma bola a zero; e o Braga, também na Luz, ao golear os minhotos por 6-2.


Fonte: SL Benfica
Quanto às taças, os encarnados mantêm-se na Taça de Portugal, tendo ultrapassado a custo o CDC Montalegre nos oitavos de final. Irá enfrentar o Vitória SC, em Guimarães, nos quartos de final da prova. Na Taça da Liga, garantiu acesso, também a custo, à ‘final four’ da competição, ao empatar contra o CD Aves na última jornada. Tinha já vencido Rio Ave e Paços de Ferreira.
Por fim, na Liga dos Campeões, houve uma melhoria – também pouco poderia piorar –, terminando em terceiro lugar com sete pontos, e sendo despromovido para a Liga Europa. Irá enfrentar o Galatasaray SK nos 16 avos de final da prova.
Temos um Benfica ainda em todas as competições e também inserido na Liga Europa. Desta forma, os encarnados podem tentar concretizar os pedidos de ano novo de vencer todas as competições caseiras e ambicionar uma vitória europeia. Contudo, as coisas não são assim tão fáceis, pois os encarnados estão com um futebol tão – ou mais – pobre do que aquele que praticavam há um ano.
O treinador é o mesmo, Rui Vitória, mas a contestação dos adeptos quanto à sua saída é maior do que no ano transato. O presidente também se mantém, mas os adeptos apelam ao despedimento do treinador – a resistência de Vieira neste ponto acaba mesmo por colocar a sua posição como presidente do clube em causa, pois muitos adeptos estão a perder a confiança e a paciência para com o atual presidente.
Em suma, o Benfica está melhor nas competições, mas parece que, mesmo estando nelas, é mais difícil vencê-las do que era no ano passado, devido à instabilidade exibicional dos encarnados. O treinador está na corda bamba e a perspetiva de um futuro longe de Rui Vitória ao leme do Benfica é mais pequena do que na última vez em que se ouviram as 12 badaladas.
Pede-se que o novo ano traga novo treinador, novo futebol, melhores exibições e uma maior perspetiva de futuro de sucesso.
Texto revisto por: Mariana Coelho
Foto de Capa: SL Benfica
Portimonense SC 2-0 SL Benfica: Centrais “goleadores”


A partida iniciou-se e muitas foram as dificuldades do coletivo de Rui Vitória em estabelecer-se na partida. A falta de organização e de sucesso nas linhas de passe mostravam um Benfica muito verde contra um Portimonense que trazia a lição bem estudada. Essa lição tinha como pontos importantes a participação do craque da equipa, Nakajima, na construção de lances de contra-ataque ou a procura de desequilíbrio perante os defesas encarnados. O primeiro golo da partida mostrou isso mesmo: uma jogada pelo lado esquerdo do ataque da equipa de Folha, com cruzamento do pé esquerdo de Wilson Manafa, e Rúben Dias, a tentar cortar, faz a bola entrar para o funda da baliza de Odisseas.
Após o golo sofrido, o Benfica continuou com imensas dificuldades em entrar no último terço do terreno e conseguiu apenas duas vezes: a primeira, após cruzamento de pé esquerdo de Zivkovic, Jardel subiu alto e cabeceou o esférico para as mãos de Ricardo Ferreira. O guarda-redes de 29 anos defendeu a dois tempos, mas defendeu. Poucos minutos depois, o Benfica voltou a criar perigo à baliza da equipa de Portimão, com Jonas a rematar de livre e a fazer a bola passar a uns dois palmos a barra da baliza do português.
O segundo golo do Portimonense aconteceu aos trinta e oito minutos, com mais um auto-golo encarnado. Desta vez foi Nakajima a procurar o espaço de Jackson Martinez, mas Jardel, na tentativa do corte, depois de Odisseas falhar a defesa, introduziu a bola para o interior da baliza e reagiu colocando as mãos à cabeça. O Benfica sofria assim o segundo golo, mais um auto-golo.
A restante primeira parte não foi diferente do jogo até ao segundo golo. Continuou a ver-se os jogadores do Benfica sempre atrás da linha da bola e a não conseguirem subir no terreno. Apenas Jonas era o jogador que podia receber a bola em terrenos mais superiores, mas nunca tinha colegas de equipa próximos para o auxiliar.


Fonte: SL BenficaSL Benf
A segunda parte trouxe mudanças no onze da equipa de Rui Vitória. Franco Cervi e Gedson Fernandes sentaram-se no banco de suplentes para dar o lugar a Seferovic e Salvio. Duas mudanças que trouxeram um Benfica diferente para a segunda parte. Um Benfica com mais velocidade, com mais ocasiões no meio-campo da equipa de Portimão. Um Benfica que procurava, com rapidez, reduzir a desvantagem no marcador. A entrada de Seferovic deu mais liberdade a Jonas para aparecer em zonas mais recuadas do terreno deixando o suíço sozinho para finalizar.
Contudo, depois de um amarelo aos 63 minutos, Jonas acabaria expulso da partida por falta sobre o guarda-redes do Portimonense. Num lance no ar, tentando disputar a bola, o pé do avançado brasileiro bateu na face de Ricardo Ferreira, deixando-o a sangrar da cara. Um lance que foi revisto pelo vídeo-árbitro, contribuindo para a decisão final de expulsar o camisola 10 do Benfica.
A ordem de expulsão foi decisiva para a restante segunda parte, com a equipa de Portimão a respirar de alívio pela saída do jogador que mais estava a contribuir para a construção de jogo da parte encarnada. O cartão vermelho tirou o apoio a Seferovic e o Benfica deixou de conseguir jogar pelo meio do terreno, passando a jogar pelas alas, onde se encontravam Zivkovic e Salvio. Uma forçada mudança de estratégia que em nada contribuiu para a aproximação da equipa benfiquista da baliza contrária.
A partir da expulsão, o técnico da equipa da casa, António Folha, iniciou uma série de três substituições para contrariar os possíveis momentos de ataque do Benfica, dando energia ao meio-campo, oferecendo descanso a Jackson Martinez e uma grande salva de palmas ao talento do oriente, Nakajima, jogador que poderá estar de saída do coletivo algarvio.
Na reta final da partida, entrou João Felix e saiu André Almeida. Uma substituição que não foi surpresa, tentando Rui Vitória dar mais unidades para a posição de médio/avançado, nunca chegando a ter o resultado pretendido. O Benfica, além de se ressentir por estar a jogar com menos um, mostrou o cansaço habitual com o aproximar dos noventa minutos.
O Benfica começou o ano com o pé esquerdo, perdendo três importantes pontos num terreno tradicionalmente difícil. A equipa do Portimonense venceu com mérito, jogando com muita inteligência, tapando a dinâmica do corredor do Benfica e aproveitando os contra-ataques com a melhor das eficácias.
E vão 16 vitórias consecutivas!
Sérgio Conceição tem feito um extraordinário trabalho ao comando dos azuis e brancos e a prova disso foi o recorde que recentemente atingiu ao conquistar a 16ª vitória consecutiva.
Ao bater o Belenenses por 2-1, ultrapassou o registo de Artur Jorge, um treinador marcante na história do FC Porto que, na época de 1984/85, tinha o registo de 15 vitórias consecutivas em todas as competições. O próximo objetivo é bater o recorde que está na posse de Jorge Jesus que, na época 2010/11, conduziu o SL Benfica a 18 vitórias consecutivas.
É de salientar que, cinco destas 16 vitórias, foram conseguidas no panorama europeu, algo que fez com que o FC Porto fosse a equipa com mais pontos conquistados nesta fase de grupos da Liga dos Campeões. Sérgio Conceição já demonstrou toda a sua competência mas estes registos são mais um comprovativo da qualidade do seu trabalho.


Fonte: FC Porto
Apesar do nível exibicional desta época ainda não ter atingido a qualidade da época passada, a consistência da equipa, a capacidade de virar resultados, a rotação que é feita sem que a equipa perca qualidade, são alguns dos fatores que demonstram que, neste momento Sérgio Conceição, é o melhor treinador do nosso Campeonato e está, na minha opinião, no top três dos melhores treinadores Portugueses.
Tudo isto é feito em tempo de “vacas magras”, o dinheiro não abunda e o regresso de jogadores emprestados foi uma das soluções encontradas, com o treinador portista a potenciar jogadores que hoje valem milhões quando antes valiam “tostões”. Hoje em dia o FC Porto com a venda de três ou quatro jogadores consegue facilmente fazer 150 milhões de euros.
Conquistar títulos, ajudar o clube a recuperar as suas finanças, melhorar o ranking europeu do clube (neste momento ocupa o nono lugar), melhorar a media de assistências no dragão. Tudo isto apenas num ano e meio de trabalho no comando dos azuis e brancos. Prevejo que os sucessos continuem em 2019!
Foto de Capa: FC Porto
artigo revisto por: Ana Ferreira
CD Santa Clara 1-2 CD Tondela: Uma (Pité)da de eficácia deu a vitória
O Estádio de São Miguel foi palco do primeiro jogo do ano da Primeira Liga, um encontro que opôs a formação da casa, o CD Santa Clara (oitavo classificado) ao CD Tondela (14.º classificado), equipas que se encontravam separadas por oito pontos.
O jogo iniciou com o Tondela a aventurar-se mais no ataque e, consequentemente, a obrigar o guarda-redes Serginho a aliviar para zona perigosa um remate do avançado Tomané. Por seu turno, o Santa Clara, com pouca fluidez no seu jogo, denotou algumas dificuldades ao nível da construção, com o seu trio de médios a falhar vários passes. Por conseguinte, as oportunidades de golo foram escassas para equipa da casa.
O nulo no marcador ao intervalo era um espelho do mau futebol praticado por parte de ambas as formações, ao cabo dos primeiros 45 minutos.
Após o reatar da partida, a equipa visitante voltou a surgir mais agressiva. No minuto seguinte ao início do segundo tempo, Murillo obrigou o guardião Serginho a aplicar-se.
Pese embora a maior agressividade da equipa de Pepa, voltou a assistir-se a um futebol pobre, sem criatividade de parte a parte.
Assim, o desfecho da partida acabou por estar ligado a uma substituição efetuada pela equipa visitante aos 72 minutos, quando Pepa rendeu Murillo por Pité.


Fonte: Liga Portugal
Ora, cinco minutos após ter entrado, o médio, camisola “10” dos forasteiros, inaugurou o marcador, depois de concluir da melhor forma um contra-ataque que derivou de um erro de um jogador do Santa Clara.
No minuto seguinte, o central César foi expulso na equipa da casa. Porém, a formação orientada por João Henriques ripostou e chegou à igualdade, por intermédio de Fernando Andrade, que, a cumprir o seu último jogo com a camisola dos Açorianos, empatou a partida aos 80 minutos, aquando da conversão de uma grande penalidade.
No entanto, o jogo estava destinado a ter um herói e, logo no minuto seguinte, Pité veio a estabelecer o resultado final, com um bom remate de pé esquerdo.
Onzes Iniciais:
CD Santa Clara: Serginho; Fábio Cardoso; César Martins; Kaio Fernando (58 minutos, Pacheco); Bruno Lamas; Chrien (82 minutos, Accioly); Mamadu; Anderson Carvalho (85 minutos, Ukra); Zé Manuel; Patrick; Fernando Andrade;
CD Tondela: Cláudio Ramos; Jaquité; Jhon Murillo (72 minutos, Pité); Delgado (92 minutos, João Mendes); Sergio Peña (64 minutos, Chicho Arango); Fahd Moufi; Tomané; Ricardo Costa; Joãozinho; Bruno Monteiro; Ricardo Alves;
LÊ MAIS: João Henriques – A segunda vida nos Açores
GD Estoril Praia 0-1 FC Penafiel: Inoperância ofensiva deu três pontos ao Penafiel
Em jogo a contar para a décima quarta jornada da Segunda Liga, o Estoril Praia, terceiro classificado à partida para esta jornada, recebeu o então oitavo classificado, o Futebol Clube Penafiel.
Os canarinhos vinham de quatro vitórias consecutivas, todas pela margem mínima (1-0), e com particular destaque para a última: na última jornada do grupo D da Taça da Liga, os homens de Luís Freire venceram o CS Marítimo em pleno estádio dos Barreiros com um golo de Sandro Lima. Os homens da linha estavam, por isso, no melhor momento da temporada até então. O técnico estorilista lançou Thierry para o lugar de Igor Rodrigues, Pedro Queirós para a posição de João Góis e preferiu Gonçalo Santos a Matheus. Isto é, diga-se, em comparação com o último jogo.
Por sua vez, o Penafiel vive um momento algo irregular: em jogos sempre com muitos golos, os homens de Aramando Freitas somam três derrotas e duas vitórias nos últimos cinco jogos. Em relação àquilo que foi o último jogo da equipa nortenha, a derrota frente ao SC Farense por 3-2, o técnico penafidelense operou duas alterações: Ivo e Rafa Sousa substituíram, respetivamente, José Costa e Ronaldo.
O jogo começou e cedo se percebeu as estratégias de ambas as equipas. Os homens da casa quiseram sempre assumir as rédeas da partida, dando primazia à posse de bola e ao jogo ofensivo. Por outro lado, os homens de vermelho mantiveram sempre as linhas defensivas bastante recuadas, ajustando o respetivo jogo ofensivo ao erro do adversário. Por isso, não é de estranhar que a primeira oportunidade de golo tenha sido do Estoril: aos 12 minutos da partida, após um lance ofensivo, Furlan rematou de fora da área e a bola passou pouco ao lado do poste da baliza defendida por Ivo Rodrigues.
Ao contrário do que seria de esperar, o jogo foi sempre pautado por um ritmo bastante reduzido e as oportunidades de golo foram escassas. Os canarinhos foram donos e senhores da bola durante toda a primeira parte, mas nunca criaram lances dignos de registo. Aos 23 minutos, Aylton foi lançando na velocidade pelo lado direito, entrou na grande área e cruzou rasteiro para uma zona onde não apareceu ninguém para a emenda. Sete minutos depois, foi a vez de João Patrão tentar o golo: o médio bateu um livre no lado direito de forma larga e a bola quase traiu o guardião do Penafiel; atento, Ivo Rodrigues sacudiu para canto.


Fonte: Bola na Rede
Quando já tudo apontava para o nulo na primeira parte, os forasteiros chegaram ao golo, na única oportunidade de golo que tiveram. À passagem do minuto 43, num livre batido em zona frontal de forma rasteira, a bola bateu na barreira e acabou por ir ao encontro de Fábio Abreu, que apareceu num local oportuno e fez o primeiro golo da partida. Sem muito fazer e aproveitando a inoperância ofensiva dos homens da casa, o Penafiel estava na frente da partida.
João Pinto, árbitro da partida, apitou para intervalo e terminou assim uma primeira parte em que as oportunidades de golo foram escassas e que o futebol praticado deixou muito a desejar.
Se a primeira parte foi fraca, a segunda foi ainda pior. Numa segunda parte em que o ritmo baixou ainda mais, a qualidade de jogo roçou os limites mínimos.
O Penafiel, confortável no marcador, limitou-se a continuar com a estratégia defensiva já aplicada na primeira parte. A equipa nortenha manteve-se sempre coesa defensivamente e com princípios de jogo concretos e claros.
Se, por um lado, a equipa do Penafiel foi competente, o mesmo não pode ser dito em relação à equipa do Estoril. Os canarinhos demonstraram sempre uma tremenda incapacidade ofensiva e pouco fizeram para chegar ao golo do empate. Ao minuto 74, Sandro Lima rematou do meio da rua, mas muito por cima, e já quase nos noventa, a equipa da linha viu um golo ser anulado por uma alegada falta sofrida pelo guarda-redes contrário.
Para uma equipa que luta pelos lugares cimeiros da tabela classificativa, mais propriamente pela subida de divisão, o Estoril Praia pouco fez para conquistar os três pontos e ficou sempre à mercê dos ataques da equipa do Penafiel.
ONZES INICIAIS E SUBSTITUIÇÕES
Estoril: Thierry, João Góis (Dadashov ,63), Diakhité, João Pedro, Rafael Furlan, Aylton, Gonçalo (Matheus, 46), João Patrão, Filipe (Jonata, 74), Sandro Lima e Roberto.
Penafiel: Ivo, Pedro Lemos, João Paulo, Luís Pedro, Daniel Martins, Vasco Braga (Vini, 90+3), Fábio Abreu, Romeu Ribeiro, Rafa Sousa (Tiago, 78), Pires (José Gomes, 75) e Ludovic.
Olheiro BnR – Luiz Phellype
O mercado de transferências abre no dia 1 de janeiro e o Sporting, para já, apresentou dois reforços – Francisco Geraldes e Luiz Phellype. O ponta de lança brasileiro chega a Alvalade com um contrato válido até 2024, com uma cláusula de rescisão de 60 M€, proveniente do FC Paços de Ferreira.
O mais recente reforço dos leões fez a sua formação no futebol brasileiro, no clube paulista Desportivo Brasil. No entanto, aos 19 anos rumou ao Futebol belga para servir o Standard Liège. Na temporada seguinte, mudou-se para Portugal, onde tem feito praticamente toda a sua carreira, com passagens pelo SC Beira-Mar, GD Estoril Praia, CD Feirense e Paços de Ferreira.
Em 2016, aventurou-se ainda no futebol angolano, vencendo um campeonato e uma Supertaça de Angola, marcando 13 golos em 32 jogos. O número “29” do Sporting representou o Paços de Ferreira nas últimas três temporadas, sendo uma peça importante para os “castores”. No total, somou 57 jogos oficiais e 23 golos, sendo que, na presente temporada, marcou nove golos e fez duas assistências em 15 partidas.


Fonte: Sporting CP
Assim, aos 25 anos, Luiz Phellype dá o maior passo na sua carreira: representar o Sporting Clube de Portugal. O ponta de lança brasileiro chega para ser alternativa a Bas Dost e Fredy Montero, dado que Luc Castaignos está fora das contas de Marcel keizer.
O novo leão é forte no jogo aéreo, beneficiando da sua estatura de 1.88m, tecnicamente evoluído, rápido e letal dentro das áreas adversárias. Com este importante passo que o jovem brasileiro deu na sua carreira, espera-se que possa demonstrar o seu valor e dar o seu contributo para golos, vitórias e títulos, ao serviço do Sporting Clube de Portugal.
Foto de Capa: Sporting CP
A Dama de Gelo
Quando no dia 11 de Agosto passado, Mariya Lasitskene reagia de forma irritada após a sua vitória na prova do Salto em Altura nos Europeus de Berlim, muitos não entenderam a reação pouco própria de alguém que acabava de vencer uma medalha de Ouro num evento com a importância dos Campeonatos Europeus. Acontece que, apesar da vitória na competição, à russa já não lhe chega apenas ser a melhor em prova. A russa quer ser a melhor de sempre. E parece mais preparada do que nunca.
O ano passado foi notícia uma derrota de Lasitskene. E porquê? Era apenas mais um meeting Diamond League, dessa feita em Rabat, mas Lasitskene não venceu a prova, algo que não acontecia há 2 anos, desde que havia perdido em Junho de 2016. Foram 45 vitórias consecutivas e pode-se dizer que em Marrocos perdeu contra si, num dia em que apenas saltou 1.90 metros, o seu registo mais baixo desde 2016. Nada que tenha importunado muito a russa, que depois disso venceu os 9 eventos em que participou, incluindo os Campeonatos Europeus em Berlim, a Continental Cup em Ostrava e a final da Diamond League em Zurique.
Os 12 melhores momentos de 2018


O ano de 2018 trouxe um Sport Lisboa e Benfica de volta à ribalta nos campeonatos da Formação.
Cinco temporadas depois de se ter sagrado campeão de Juniores (Sub-19) pela última vez (em 2012/2013), a equipa comandada por João Tralhão conseguiu superiorizar-se a Sporting CP, FC Porto e SC Braga e terminou no topo da tabela classificativa. Os jovens “encarnados” puderam contar com nomes como Florentino Luís, Gedson Fernandes, Jota e João Félix a acrescentar valor a um plantel que já contava com jogadores de qualidade como Pedro Álvaro, Nuno Tavares, Tiago Dantas, Úmaro Embaló, Nuno Santos ou Luís Lopes e fizeram uma 2.ª Fase de Apuramento do Campeão cheia de qualidade, com momentos ofensivos a fazer brilhar os olhos dos adeptos.
No escalão de Juvenis (Sub-17), as “Águias” também terminaram como Campeões Nacionais e interromperam um ciclo vencedor de duas temporadas do eterno rival, o Sporting CP. Esta equipa liderada por Renato Paiva fez uma temporada absolutamente avassaladora, não dando quaisquer hipóteses aos restantes candidatos. Terminou a 3.ª Fase de Apuramento do Campeão com oito vitórias, dois empates e zero derrotas, bem como com 39 golos apontados e somente oito sofridos. No último jogo da fase (e a jogar no Seixal) bastaria um empate para ser campeão, mas não houve qualquer facilitismo e o SL Benfica cilindrou o FC Porto com um contundente 5-0. Mais do que o título conquistado, esta equipa ficará para sempre marcada pelo brilhante modelo de jogo trabalhado por Renato Paiva, dando todas as oportunidades para que os jovens desenvolvessem todas as suas capacidades.
Finalmente, no escalão de Iniciados (Sub-15), o SL Benfica não conseguiu revalidar o título de Campeão Nacional, caindo aos pés do Sporting CP na última jornada e perdendo assim a hipótese de se tornar tricampeão. Ainda assim, a temporada ficou marcada por uma fase final bastante renhida com os “leões” e houve continuidade ao excelente trabalho desenvolvido por Luís Nascimento neste escalão.
O Ano Verde e Branco
Findado o ano de 2018, é altura de fazer um balanço de todas as conquistas do mesmo. Um ano de repleto de conquistas, das quais se destacam os êxitos europeus do Atletismo (três), Goalball e Judo, sem esquecer a Taça Ibérica conquistada pelo Râguebi, isto em paralelo com o a conquista dos Campeonatos Nacionais das quatro modalidades de Pavilhão (Andebol, Futsal, Hóquei em Patins e Voleibol), mas muito mais há a contar e enumerar, portanto o melhor mesmo é conferir a lista:
Andebol | Campeonato Nacional
Andebol em Cadeira de Rodas | Taça de Portugal ACR6
Atletismo feminino | Taça dos Clubes Campeões Europeus de Pista; Campeonato Nacional de Pista; Campeonato Nacional de Pista Coberta; Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato; Campeonato Nacional de Corta-Mato; Campeonato Nacional de Estrada; Campeonato Regional de Pista
Atletismo masculino | Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato; Campeonato Nacional de Corta-Mato; Campeonato Nacional de Estrada; Campeonato Regional de Pista; Campeonato Regional de Inverno


Fonte: Sporting CP
Bilhar masculino | Campeonato Nacional de Pool; Taça de Portugal de Pool; Campeonato Regional de Pool; Campeonato Regional de Carambola; Campeonato Distrital de Pool Português
Boxe | Regional da Taça de Portugal
Ciclismo masculino | Grande Prémio Abimota
Futebol de Praia feminino | Torneio de Promoção da FPF
Futebol feminino | Campeonato Nacional; Taça de Portugal
Futebol masculino | Taça da Liga
Futsal masculino | Campeonato Nacional; Taça de Portugal; Supertaça
Ginástica feminina | Campeonato Nacional de Duplo-Mini Trampolim; Campeonato Nacional de Trampolim; Campeonato Distrital de Duplo-Mini Trampolim; Taça de Portugal de Duplo-Mini Trampolim
Ginástica masculina | Campeonato Nacional de TeamGym; Campeonato Nacional de Duplo-Mini Trampolim; Campeonato Nacional de Trampolim; Campeonato Distrital de Trampolim
Goalball | Super European Goalball League; Campeonato Nacional; Taça de Portugal; Supertaça
Hóquei em Patins | Campeonato Nacional
Judo masculino | Liga dos Campeões; Campeonato Nacional


Fonte: Sporting CP
Kickboxing | Campeonato Regional de Kick Light
Natação | Campeonato Nacional
Râguebi feminino | Taça Ibérica; Campeonato Nacional de Sevens; Taças de Portugal de Tens (2017/2018 e 2018/2019); Supertaça de Tens; Torneio de Abertura de Tens
Ténis de Mesa masculino | Campeonato Nacional; Taça de Portugal; Supertaça
Tiro | Campeonato de Portugal; Torneio de Abertura; Torneio Dia Olímpico; Campeonato Nacional de C10; Campeonato Regional de C10
Tiro feminino| Campeonato Nacional de C10; Campeonato Regional de C10; Campeonato Regional de P10
Tiro masculino | Campeonato Nacional de P50; Campeonato Nacional de PStd; Campeonato Nacional de P10; Campeonato Regional de PStd; Campeonato Regional de Pistola Livre a 50 metros; Campeonato Regional de P10; Campeonato Nacional de C10; Campeonato Nacional de Carabina a 50 metros
Tiro com Arco feminino | Campeonato Nacional de Sala em Arco Recurvo; Campeonato Nacional de Campo em Arco Recurvo
Tiro com Arco masculino | Campeonato Nacional de Sala em Arco Recurvo; Campeonato Nacional de Campo em Arco Recurvo
Tiro com Arco misto | Campeonato Nacional de Sala em Arco Recurvo; Campeonato Nacional de Campo em Arco Compound; Campeonato Nacional de Campo em Arco Recurvo
Voleibol feminino | Campeonato Nacional da III Divisão
Voleibol masculino | Campeonato Nacional da Divisão de Elite
Nota: Para a construção deste palmarés foram adoptados os seguintes critérios: provas oficiais, de escalões seniores/absolutos e finais, isto é, não foram contabilizadas conquistas de etapas ou “provas intermédias”.
Foto de Capa: Sporting CP




