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Domingo de sonho para Miguel Oliveira

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Aproximava-se o primeiro dia de treinos e a chuva não parava de cair, com alguma intensidade, em Valência. Rapidamente se percebeu que seria um fim-de-semana bastante imprevisível, com aguaceiros previstos para os três dias. Mas Miguel Oliveira (RedBull KTM Ajo) não estava com medo. Sentia-se bem em cima da mota e estava ansioso pela última corrida do ano.

Chegado o primeiro dia de treinos livres, o piloto saiu para a pista com pneus de chuva. A adaptação ao asfalto molhado foi rápida e Miguel Oliveira terminou as duas sessões do dia em terceiro e sexto lugar, respetivamente. Um balanço positivo para o primeiro dia do português em Valência.

No sábado, com a pista um pouco mais seca, o piloto da KTM conseguiu repetir o terceiro lugar da primeira sessão de treinos do dia anterior. As expectativas estavam altas quanto ao desempenho do português na sessão de qualificação que iria decorrer no mesmo dia, da parte da tarde.

Miguel Oliveira começou bem, a ocupar os lugares de topo na tabela dos tempos. No entanto, depois da ida à box, não conseguiu recuperar e bater os tempos dos adversários. Luca Marini (SKY Racing Team VR46) conseguiu o melhor tempo e conquistou assim a pole position para a corrida de domingo. Os pilotos da Dynavolt Intact GP, Xavi Vierge e Marcel Shrotter, ocuparam o segundo e terceiro lugares da grelha de partida, respetivamente. Já Miguel Oliveira foi caindo tabela abaixo até bater no 10º melhor tempo. Apesar de se esperar uma qualificação um pouco mais acima, o português estava a pouco mais de meio segundo do tempo de Marini.

Chegado o dia da corrida, a categoria de Moto3 já tinha corrido à chuva. Antes disso, após Miguel Oliveira ter realizado o aquecimento, a chuva tinha acalmado, mas a pista continuava bastante molhada. Por isso mesmo, todos estavam a utilizar pneus de chuva.

Antes ainda de a corrida começar, o piloto que iria sair em nono, à frente de Oliveira, Fabio Quartararo (Speed UP), teve alguns problemas em conseguir arrancar na sua mota e teve de partir do final da grelha. É dada a partida e Miguel Oliveira tenta imediatamente escapulir-se para os lugares da frente, como já nos tem vindo a habituar. Logo na primeira volta, três dos pilotos que seguiam à sua frente caíram. Entre eles estavam o poleman Luca Marini, Joan Mir (EG 0,0 Marc VDS) e Lorenzo Baldassari (Pons HP40). Estas quedas permitiram que Miguel Oliveira subisse três lugares mais facilmente.

Poucas voltas depois do arranque, seguiam isolados 4 pilotos na frente da corrida: Miguel Oliveira, na liderança, e os espanhóis Xavi Vierge, Alex Marquez (EG 0,0 Marc VDS) e Iker Lecuona (Swiss Innovative Investors).

Alex Marquez, rapidamente se aproximou do português, roubando-lhe o primeiro lugar. O espanhol foi-se afastando e, entretanto, cai Xavi Vierge, que seguia atrás de Miguel Oliveira, deixando o português isolado na segunda posição.

Miguel Oliveira festeja a vitória depois de passar a bandeira de xadrez.
Fonte: Red Bull KTM Ajo

Oliveira parecia seguro em todos os movimentos que executava em cima da mota. Já o caso de Marquez era bem diferente. O piloto espanhol estava com dificuldades e isso notava-se, principalmente nas curvas. Enquanto seguia na liderança teve alguns deslizes e duas situações em que poderia ter caído. Ora, costuma dizer-se que à terceira é de vez e, no caso do espanhol, foi mesmo: sofreu uma queda na curva antes da reta da meta.

Oliveira não precisou de pedir licença e retomou a liderança para nunca mais a largar, fazendo uma corrida solitária até ao final. Sempre focado e concentrado, manteve-se a um ritmo controlado até à última volta.

O segundo classificado foi o espanhol Iker Lecuona, que cortou a meta 13 segundos depois do português. Já Alex Marquez, no meio do azar, ainda teve sorte e conseguiu cortar a meta em terceiro lugar.

Miguel Oliveira a celebrar com a equipa o título de campeões por equipas.
Fonte: Red Bull KTM Ajo

Um fim de semana de sonho no fecho da temporada para o piloto português, que segue já na próxima época para a classe rainha do campeonato. Os fãs que foram a Valência apoiar Miguel Oliveira viram cumprida a promessa do piloto. Quando chegou ao aeroporto de Lisboa, depois do Grande prémio da Malásia, o piloto da KTM disse aos fãs queria vencer em Valência. Miguel cumpriu a promessa e, mesmo com o seu colega de equipa Brad Binder a ficar fora dos pontos, deu à equipa a vitória no campeonato. Oliveira juntou assim o título de vice-campeão de Moto2 ao título de campeão por equipas na mesma categoria.

Revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Red Bull KTM Ajo

Sporting e Lusitano de Vildemoinhos, a Festa da Taça!

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No próximo sábado, o Sporting Clube de Portugal desloca-se ao Estádio do Fontelo, em Viseu, para disputar a quarta eliminatória da Taça de Portugal, diante do Lusitano de Vildemoinhos, num jogo que será especial para as duas equipas, marcado pela estreia de Marcel Keizer no banco dos leões.

O Lusitano de Vildemoinhos disputa a série B do Campeonato de Portugal, ocupando o 10º lugar e somando 20 pontos. O coletivo de Viseu chega a esta partida após ter vencido o Penalva do Castelo, por 5-1, a contar para a 12ª jornada do Campeonato de Portugal.

O Lusitano de Vildemoinhos recebe o Sporting, para a Taça de Portugal, após ter eliminado o Nacional da Madeira
Fonte: Sporting CP

Para atingir esta quarta eliminatória, o Lusitano eliminou o histórico Beira-Mar, que agora ocupa a Divisão de Elite da Associação de Futebol de Aveiro. Na segunda eliminatória, o conjunto de Viseu viria a vencer o Oliveira do Hospital, também do Campeonato de Portugal, com recurso aos pontapés de penálti, após o empate a um golo nos 120 minutos. Viria posteriormente, um dia histórico para o Lusitano, o dia 21 de Outubro, num jogo em que foram o verdadeiro “tomba-gigantes” e na luta entre David e Golias, levaram a melhor sobre o Nacional da Madeira, vencendo por 4-3 após prolongamento, no Estádio dos Trambelos.

O Sporting chega a esta partida após uma vitória para a Liga NOS, no Estádio José Alvalade, por 2-1 diante do Desp. Chaves. Marcel Keizer, que irá fazer a sua estreia enquanto treinador leonino, tem praticamente todo o plantel à sua disposição, com exceção de Rodrigo Battaglia e Fredy Montero devido a problemas físicos. No entanto, o treinador holandês poderá dar minutos aos jogadores menos utilizados esta temporada, tendo em conta que o Sporting tem na próxima semana uma deslocação ao Azerbaijão para defrontar o Qarabag, a contar para a Liga Europa.

Para este encontro da Taça de Portugal há a curiosidade por parte dos sportinguistas, de observar qual o esquema tático e o modelo de jogo utilizado pelo novo treinador, Marcel Keizer.

Nesta que é uma partida inédita entre os leões e o Lusitano, a equipa verde e branca é claramente favorita. O objetivo é apenas um: vencer! A Taça de Portugal é um dos objetivos do Sporting para esta temporada 18/19, os leões querem estar na final do Jamor e para isso têm de provar o seu favoritismo no Estádio do Fontelo. Os leões vencendo este obstáculo, dão mais um passo rumo à conquista da 17ª Taça de Portugal do seu palmarés.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira

Portugal 1-1 Polónia: Serviços mínimos não foram suficientes

O Estádio D.Afonso Henriques, em Guimarães, foi o palco do último jogo do Grupo 3 da Liga A da Liga das Nações da UEFA, entre Portugal, que entrou em campo já apurado para a final four, e a Polónia, já despromovida à Liga B.

Tratando-se de um encontro para cumprir calendário, ambos os treinadores promoveram várias alterações nos seus conjuntos iniciais, em relação à jornada passada. Fernando Santos rodou a sua equipa para dar oportunidades aos menos usados e manteve apenas a aposta em Cancelo, William, Rúben Dias e André Silva e o destaque seguiu diretamente para o estreante em prova, Kévin Rodrigues. Do outro lado, Brzeczk apresentou três novidades no onze inicial: Szczesny, Cionek e Milik.

Como seria de esperar, as duas seleções não entraram em pressão alta, ou a procurar intensamente o golo, pelo que os primeiros instantes foram em parte “um pouco mortos”, mas desde cedo foi notório que a posse de bola seria maioritariamente da seleção portuguesa.

À passagem da meia hora de jogo, e sem fazer muito por merecer, a seleção nacional adiantou-se no marcador por autoria de André Silva, que correspondeu com um excelente cabeceamento ao canto cobrado por Renato Sanches. Desfeito o nulo, a partida ganhou algum encanto, pois a seleção polaca aumentou o ritmo e começou a aventurar-se mais no ataque. A Polónia dispôs inclusivamente de uma grande oportunidade para repor a igualdade, mas na resposta a um livre batido por Grosicki, Tomasz Kędziora cabeceou à trave da baliza de Beto.

Terminavam assim 45 minutos de um futebol muito contido, cuja história se resumiu a uma chance de golo para cada lado. Portugal marcou e a Polónia não.

André Silva marcou o golo de Portugal
Fonte: UEFA

No segundo tempo, a toada do jogo alterou-se: foi a Polónia que se apresentou dominante e, à medida que foi subindo no terreno, aumentava a perceção de que Portugal ia consentir o empate. Primeiro, uma ameaça clara por intermédio de Frankowski, que rematou cruzado e, beneficiando de um ressalto, só não fez golo pois João Cancelo aliviou para canto, já em cima da linha de golo.

A pressão exercida sobre Portugal era cada vez mais evidente e o empate acabou mesmo por surgir, e logo da pior forma. William Carvalho teve uma péssima intervenção, que deixou a equipa das quinas completamente desequilibrada. Isto permitiu que Milik se isolasse e Danilo, na tentativa de cortar a bola, faz penálti e vê o cartão vermelho, numa ação discutível por parte do árbitro. Na conversão da grande penalidade, o próprio Milik bateu Beto e fez o 1-1.

Em inferioridade numérica, Portugal desinvestiu no movimento ofensivo e concentrou-se somente em não sofrer golo. Esta perspetiva de jogo, como é apanágio de Fernando Santos, foi eficaz, mas traduziu-se no completo domínio até ao final por parte dos polacos, que, por duas vezes, estiveram próximos de impor a primeira derrota a Portugal na competição.

O resultado terá de ser considerado justo, sobretudo pelo que a Polónia fez após a expulsão de Danilo, mas para a história fica um jogo com pouco espetáculo e predominantemente enfadonho.

Portugal falha o recorde dos 10 pontos, que tornaria a seleção portuguesa a mais pontuada da fase regular, mas o objetivo principal foi alcançado e, em junho de 2019, os portugueses disputarão o título da Liga das Nações em “casa”.

Onzes iniciais:

Portugal: Beto, João Cancelo,Pepe,Rúben Dias,Raphael Guerreiro ( João Mário, 61′),Kévin Rodrigues,Danilo Pereira,William Carvalho,Renato Sanches,Rafa (Bruma, 70′), André Silva (Éder, 87′).

Polónia: Szczesny; Kedziora,Bereszynski, Cionek, Bednarek, Klich (Goralski, 75′) ,Grzeg Krychowiak, Zielinski,Frankowski,Milik,Grosicki (Kadzior, 79′)

O fim-de-semana verde e branco: Futsal na Elite Europeia e râguebi arrecada Taça!

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Mais uma semana, mais um resumo. Semana muito positiva, com várias modalidades a merecerem destaque: o Futsal masculino assegurou o acesso à final-four da UEFA Futsal Champions League, o Râguebi feminino conquistou a Taça de Portugal pela terceira época consecutiva e o Andebol, Hóquei em Patins e Voleibol masculino acompanharam os Tricampeões Nacionais do Futsal na senda dos triunfos europeus! O sinal menos da semana acaba por ir para o Futsal feminino pela derrota surpreendente em Condeixa-a-Nova. Eis o resumo, o mais completo possível:

Andebol: Os Bicampeões Nacionais venceram o Boa Hora FC por 19-26 (9-13 ao intervalo) na 10.ª jornada da Primeira Fase do Campeonato Nacional e o Chekhovskie Medvedi por 33-31 (14-12 ao intervalo) na oitava jornada do Grupo C da EHF Champions League. Seguem-se a deslocação ao reduto da AA Avanca (20 de Novembro; 21h00) e a recepção ao Besiktas MHT (24 de Novembro; 18h30).

Basquetebol em Cadeira de Rodas: O Sporting CP venceu o GDD Alcoitão por 49-37 na quarta jornada do Campeonato Nacional. O próximo jogos dos Leões será diante da APD Lisboa no dia 15 de Dezembro pelas 14h30 no Pavilhão Municipal do Casal Vistoso.

Carambola: O Sporting CP venceu o CB Amadora por 3-1 e na próxima jornada desloca-se ao reduto do Real SC.

Futebol feminino: As Bicampeões Nacionais venceram o Clube Albergaria por 1-0 na sétima jornada do Campeonato Nacional com golo de Carlyn Baldwin. Segue-se a deslocação ao reduto do Valadares Gaia FC no dia 25 de Novembro, Domingo, pelas 15 horas.

Futsal feminino: A formação orientada por Carlos Reis perdeu na deslocação ao reduto da AR Venda da Luísa por 1-0. Na próxima jornada as Leoas recebem o CR Golpilheira.

Futsal masculino: Os Tricampeões Nacionais carimbaram a presença na final-four da UEFA Futsal Champions League pela terceira época consecutiva (as duas edições anteriores sob a designação de UEFA Futsal Cup)! Inseridos no Grupo C, os Leões venceram os russos do Sibiryak por 4-0 e os croatas do Novo Vrijeme por 6-0, tendo empatado com SL Benfica 1-1, o que permitiu à turma orientada por Nuno Dias terminar no primeiro lugar do grupo com um saldo de 11 golos marcados e apenas um sofrido, enquanto que a turma encarnada que averbou os mesmos sete pontos, mas com um diferencial de 10 golos marcados e três sofridos, o que fez com que ficasse na segunda posição. O Sporting CP irá assim disputar a final-four da prova europeia da modalidade, juntamente com os espanhóis do FC Barcelona e Inter Movistar e os cazaques do Kairat Almaty. Para já segue-se o regresso às provas nacionais com a recepção à AD Fundão pelas 18 horas de 25 de Novembro, Domingo, no Pavilhão João Rocha.

Futsal masculino garante presença na final-four da UEFA Champions League!
Fonte: Sporting CP

Hóquei em Patins: Os Campeões Nacionais venceram o SKG Herringen por 0-5 na segunda jornada do Grupo B da Liga Europeia, isolando-se no primeiro lugar do grupo, com seis pontos averbados. Matías Platero, Gonzalo Romero, Toni Pérez (2) e Caio foram os marcadores de serviço. Seguem-se a deslocação a Turquel (21 de Novembro; 21h00) e a recepção ao FC Porto (25 de Novembro; 12h30) na sexta e sétima jornadas do Campeonato Nacional, respectivamente.

Pólo Aquático:Os Leões conquistaram a primeira vitória no Campeonato Nacional ao baterem o Aminata por 21-14. Na próxima jornada os verde e brancos recebem a AA Coimbra.

Pool masculino: Os Leões venceram o Inferno da Bica “C” por 0-4 e na próxima jornada defrontam o SNKC Lisboa “C”.

Râguebi feminino: As Bicampeãs Nacionais venceram a Taça de Portugal pelo terceiro ano consecutivo após triunfos sobre o AEESA Coimbra (17-0) na meia-final e o SL Benfica (31-0) na final da prova!

Ténis de Mesa feminino: As Leoas perderam na recepção às austríacas do Linz AG Froschberg por 1-3, em jogo a contar para a quarta jornada do Grupo C da European Champions League. Segue-se a recepção ao CTM Mirandela no dia 25 de Novembro pelas 11 horas, naquele que será o duelo pela liderança do Campeonato Nacional.

Ténis de Mesa masculino: Os Tricampeões Nacionais perderam frente ao AS Pontoise Cergy por 3-2 na quarta jornada do Grupo A da Table Tennis Champions League, vendo o duo da frente fugir na tabela classificativa. Segue-se dupla jornada para o Campeonato Nacional com as deslocações aos redutos do CD Maio e AD Galomar a 24 e 25 de Novembro, respectivamente.

Voleibol feminino: Semana agridoce para a formação orientada por Rui Pedro Costa: derrota diante do invicto CD Aves por 3-2, num jogo em que as Leoas conseguiram recuperar de uma desvantagem de 2-0 (25-19; 28-26; 17-25; 25-27), contudo na negra a formação nortenha foi bastante superior, vencendo por 15-4; no Domingo deu-se o regresso aos bons resultados com o triunfo na jornada invertida frente ao Esmoriz GC por 1-3 (16-25; 26-24; 23-25; 17-25). A turma de Alvalade é segunda classificada com 26 pontos somados, menos 2 que o CD Aves. Segue-se a deslocação a Gondomar para defrontar o Ala Nun’Álvares, pelas 17 horas de 25 de Novembro, Domingo.

Voleibol masculino: Semana de triplo triunfo para os Campeões Nacionais: 0-3 (12-25; 15-25; 12-25) na segunda mão da Segunda Ronda da CEV Challenge Cup, selando assim o apuramento para os dezasseis-avos de final da competição, onde irão medir forças com os bielorrusos do Stroitel Minsk; 3-0 (25-17; 25-17; 25-11) na recepção ao Leixões SC em Fiães e 1-3 (25-22; 22-25; 18-25; 18-25) na deslocação ao reduto da AA São Mamede. Segue-se a recepção ao VC Viana no dia 25 de Novembro, Domingo, pelas 15 horas no Pavilhão João Rocha.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira

Portugal 1-3 Polónia (Sub-21): O sonho português termina da pior forma

Foi em Chaves que se decidiu o play-off de apuramento para o Campeonato Europeu de Sub-21. Portugal desperdiçou a vantagem que trazia da primeira mão e quando foi preciso arriscar, não o soube fazer, acabando por jogar sem cabeça e somente com o coração.

Começando pelas equipas iniciais, Rui Jorge decidiu não fazer alterações em relação à primeira mão, pretendendo jogar em 4-4-2 losango, sem um ponta-de-lança “de raiz” em campo. Já o seleccionador polaco queria controlar o meio-campo com a formação de 4-5-1.

No início do jogo, a Polónia tentava controlar o esférico e surpreendeu o público português ao abrir o marcador aos cinco minutos. O central Bielik respondeu da melhor forma a um canto, sem oposição da defesa portuguesa.

E sem dar tempo a Portugal para assentar, aos oito minutos, Kownacki apareceu sozinho na área a cabecear para o fundo das redes. Portugal entrava de maneira terrível e, num instante, via-se a correr atrás do resultado e da eliminatória.

Aos poucos, a nossa Selecção aproximava-se da área adversária, mas nunca criou realmente perigo. Tanto a finalização como o último passe estavam a falhar e parecia necessário mexer na equipa ainda antes do intervalo.

Até que, aos 24 minutos, a Polónia festejou de novo, desta vez por intermédio de Szymański. A jogada começou numa perda de bola a meio campo e a defesa lusa não acertou com as marcações, facilitando assim a tarefa dos polacos.

Os polacos vieram com a sua estratégia bem montada
Fonte: Sportowefakty

A substituição há muito desejada chegou ao minuto 38, com a entrada de Rafael Leão. No entanto, este foi movido para o flanco esquerdo. Confesso que não compreendi esta estratégia, uma vez que Portugal continuava a insistir nos cruzamentos para a área, onde Diogo Jota se encontrava sozinho, perante os centrais polacos.

O intervalo foi uma pequena bênção para os pupilos portugueses. Entraram muito bem na segunda parte, com a intenção de aumentar o ritmo e chegar rapidamente ao golo.

Nos primeiros momentos, valeu o guarda redes Grabara para manter a baliza dos polacos inviolável, mas Portugal finalmente marcou, à passagem do minuto 52. Bom cruzamento de Diogo Gonçalves, na direita, que Diogo Jota aproveitou com um excelente remate de cabeça. A esperança aumentava um pouco.

Após o golo, Portugal tentou manter o mesmo ritmo. No entanto, com o passar do tempo, as oportunidades iam escasseando e a defesa polaca controlava muito bem o resultado.

Não ajudou o facto de a estratégia portuguesa consistir em cruzamentos para a área, onde só estavam Diogo Jota e João Félix. A defesa polaca não dava hipóteses e fazia uso do seu físico para se impor perante os adversários.

Era óbvio o cansaço português e as entradas em campo de Xadas e Heriberto Tavares não surtiram o efeito desejado. Apesar da vontade, a última ocasião de perigo ocorreu após uma boa combinação entre Leão e Jota, quando ainda faltavam vinte minutos para o fim da partida.

Terminou assim o sonho português de chegar ao Europeu. O que devia ter sido um jogo calmo e que evidenciasse as qualidades da equipa, começou da pior maneira e foi impossível para a Seleção recuperar dos erros iniciais.

Onzes iniciais:

Portugal: Joel Pereira; Diogo Gonçalves, Jorge Fernandes, Diogo Leite, Yuri Ribeiro; Stephen Eustáquio, André Horta (Heriberto Tavares 77’), Gedson Fernandes (Xadas 68’), João Carvalho (Rafael Leão 38’); João Félix, Diogo Jota.

Polónia: Grabara; Gummy, Wieteska, Bielik, Pestka; Kapustka, Jagiello (Michalak 55’), Dziczek, Zurkowski, Szymański (Józwiak 68’); Kownacki (Swiderski 90+4’).

Grimaldo, nem tudo é o que parece

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Depois do jogo que diminuiu as esperanças do Benfica na Liga dos Campeões – o empate caseiro frente ao Ajax -, os adeptos mostraram novo descontentamento com a equipa, assobiando e mostrando lenços brancos. Grimaldo, lateral esquerdo do Benfica e bastante acarinhado pelos adeptos (aliado ao estatuto de um dos melhores jogadores do plantel), mostrou o desagrado para com os adeptos quanto ao facto de estes não estarem a apoiar a equipa, mas a demonstrar o seu desagrado.

Grimaldo, como eu compreendo a injustiça que tu sentes ao ouvir a reação negativa de quem te – ou quem vos – levou ao colinho durante tantas temporadas e de quem sentiste tanto carinho e atenção em diversas alturas. Custa sentir que quem gritou por ti e jogou contigo no campo, agora assobia e demonstra o seu desagrado numa altura em que os resultados são menos bons e o apoio é mais necessário do que quando tudo está bem e as vitórias aparecem com naturalidade. Compreendo-te porque até eu próprio me sinto culpado ao criticar a equipa, ao comentar o meu desagrado. Sinto-me culpado porque sei que toda a equipa sofre com isso, quando o descontentamento não é dirigido para aqueles que correm dentro de campo.

Grimaldo, acredita que quando em casa vejo tudo a correr mal, ou no estádio me irrito com a má exibição, não me atiro a nenhum daqueles que veste o manto sagrado e nele deixa cair suor do esforço que faz para que tudo corra bem! O desagrado vai em direção a quem não parece conseguir passar-vos a tática; a quem não consegue bater o pé ao falar para a comunicação social e repete sempre as mesmas lenga lengas que tanto nos fartamos de ouvir ao longo de várias épocas; a quem a maioria via pouca qualidade e capacidade, mas que as coisas até iam bem e festejava as vitórias feitas por quem joga com a bola nos pés. Agora, a paciência está a esgotar porque a maioria que outrora de pé atrás com o treinador e apenas ia com a corrente de vitórias e suspendia a sua desconfiança, agora está com ambos os pés na frente a criticar e a dizer que sempre teve razão de não acreditar que ele fosse capaz.

O Benfica empatou com o Ajax e o mais provável é ser delegado para a Liga Europa
Fonte: SL Benfica

Grimaldo, doeu-me a alma ver o jogo após o qual disseste isso. Doeu ver a equipa a correr, a esforçar-se para chegar ao golo e à glória e não deitar tudo a perder. Doeu ainda mais ver aquele último remate do Gabriel ser defendido por uma força superior que escreveu nas páginas do destino que aquela bola não ia entrar – se calhar porque isso poderia trazer melhores desenlaces no futuro do que a pequena satisfação no presente. Mas o que me doeu ainda mais foi ver a vossa reação a esse falhanço, o desespero da equipa ao encarar mais um jogo sem conseguir a vitória – e por tão pouco. Ver-vos a cair de braços na cabeça, desespero nos olhos e mágoa no coração por não conseguirem dar aos adeptos aquilo que tanto queriam, doeu!

E por isso percebo que fiques triste. Que critiques que os adeptos não estiveram lá para vos levantar da maneira que estás habituado. Mas, acredita novamente em mim. Nem tudo é o que parece e aquele desagrado não é para os jogadores que notoriamente dão o ser melhor e incrivelmente conseguem vencer mesmo estando perdidos em campo. O desagrado é para quem vos faz ficar perdidos. Quando vejo a qualidade da equipa, e o quão perdidos estão devido a quem vos oriente, quero assobios ensurdecedores! Mas depois, sei que o assobio não traz nome e que todos ficam afetados.

Grimaldo, nem tudo é o que parece. O vosso esforço é notado por todos nós.

Foto de Capa: SL Benfica

A luta pelo título na Eredivisie

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12 jornadas disputadas na Eredivisie e são duas as equipas bem destacadas no topo da classificação e na luta pelo título: PSV e Ajax.

A equipa de Eindhoven, comandada por Van Bommel, tem dominado, com 12 vitórias em 12 jogos, inclusive, com uma goleada sobre o rival na corrida ao troféu, o Ajax, por 3-0.

O 4-3-3 montado pelo ex-internacional holandês privilegia o futebol de ataque. Prova disso são os 43 golos marcados no campeonato, até agora.

Na baliza, Jeroen Zoet; o quarteto defensivo é composto por Dumfries, à direita, Nick Viergever, que chegou do Ajax, e Daniel Schwaab no centro, e o espanhol Angeliño Tasende, na esquerda. No meio-campo, o trio é formado por Gastón Pereiro, Rosario e Hendrix. No ataque, Steven Bergwijn, à esquerda, e Hirving Lozano, à direita, dão apoio ao ponta-de-lança infalível Luuk de Jong, melhor marcador da prova, com 21 golos.

Em Amesterdão, a cinco pontos dos rivais líderes, vive o Ajax que, para mal dos pecados do Benfica, tem realizado uma boa campanha na Liga dos Campeões.

Ajax procura contestar o atual campeão holandês, PSV Eindhoven
Fonte: Eredivise

Numa equipa jovem, assente na qualidade da posse de bola e virada para o ataque, bem ao estilo holandês, a equipa de Erik tem Hag procura conquistar a Eredivisie, cinco anos depois, e ‘roubá-la’ à turma de Eindhoven.

Onana é o guarda-redes; Mazraoui o lateral-direito, o precoce líder de Ligt e Daley Blind os centrais, e , na esquerda, Tagliafico toma conta das subidas ao ataque. No setor intermédio, Schöne, de Jong e van de Beek estão atestados de talento e qualidade. Na frente, ainda habitam Ziyech, Tadić e Dolberg… sem esquecer outros nomes que acrescem mais qualidade noutras posições, tais como David Neres, Huntelaar ou Kristensen.

Na minha opinião, e dados os cinco pontos de diferença entre os dois emblemas, a forma como ambos têm ‘passeado’ na competição e deixado o terceiro classificado, Feyenoord, para trás, ainda há dois pontos interessantes a abordar.

O primeiro é a participação nas provas europeias. O PSV está perto de dizer adeus à Europa, já a continuação do Ajax parece certa… Por outro lado, o Ajax-PSV da segunda volta pode ter uma palavra mais ou menos certeira a dizer sobre o vencedor da Eredivisie.

Foto de capa: Eredivise

A época dos Portugueses no Estrangeiro – Tiago Machado

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O famalicense cumpriu mais uma época na Team Katusha – Alpecin e despediu-se do World Tour com uma temporada razoável, marcada pela sua combatividade caraterística.

Tal como em 2017, a maior parte da sua temporada foi despendida ao serviço de colegas, continuando a revelar-se um gregário de bastante qualidade. Ainda assim, teve algumas oportunidades para se mostrar a nível individual e obteve resultados, que, não sendo excelentes, foram bastante positivos.

As principais aventuras internacionais deram-se na Bélgica, onde ocupou o 17.º lugar no Belgium Tour e, mais tarde, 11.º no Wallonie Tour. Representou Portugal nos Europeus e esteve na luta pelos títulos nacionais ao alcançar a medalha de bronze no contrarrelógio e terminando no quarto posto da prova de fundo.

Tiago Machado ao ataque na Vuelta
Fonte: La Vuelta

A parte final do ano viu-o participar na La Vuelta, onde se mostrou bastante aguerrido. Tendo sido um dos mais combativos da prova e tendo integrado várias fugas, ficou a faltar um resultado que lhe conseguisse atribuir mais destaque. Este poderia muito bem ter sido um prémio de combatividade, que, pelo menos numa das etapas, ele bem o merecia, mas a organização atribuiu-o a outro atleta.

Agora, voltará para Portugal depois de nove anos no estrangeiro. Será um dos grandes nomes do Sporting CP/Tavira, onde é apontado como uma das principais armas para, finalmente, derrotar o poderio azul e branco.

Texto revisto por: Mariana Coelho

Foto de Capa: Associação de Ciclismo do Minho

O treinador mais subvalorizado do futebol português

Vítor Pereira voltou recentemente a ser notícia, ao ter conquistado a Superliga Chinesa ao serviço do Shangai SIPG, colocando um ponto final num ciclo de domínio de sete anos do Guanzhou Evergrande.

Este feito voltou a colocar Vítor Pereira no mapa do futebol português, visto que são poucos os treinadores portugueses que já se sagraram campeões em três países diferentes. Apesar disso, a carreira do treinador de 48 anos tem sido marcada por altos e baixos. Nalguns dos clubes onde passou, as circunstâncias com que se deparou não eram favoráveis a desenvolvimento de um bom trabalho, como se sucedeu por exemplo quando treinou o TSV 1860 Munchen.

Mas também não é menos verdade que as provas que deu foram bem dadas. Antes de mais, nas quatro épocas em que se sagrou campeão nacional (três delas completas), as suas equipas sempre tiveram a melhor defesa do campeonato. Em duas épocas ao serviço do FC Porto, a equipa azul e branca teve apenas uma derrota em 60 jogos no campeonato. Registos que mostram que Vítor Pereira é um “apologista” da máxima de que os ataques ganham jogos e as defesas ganham campeonatos.

Vítor Pereira já deixou a sua marca em vários cantos do mundo
Fonte: FC Porto

Aos olhos dos adeptos de futebol mais “românticos”, o futebol implementado por Vítor Pereira talvez não seja o mais bonito de se ver, mas o próprio explicou em várias conferências de imprensa enquanto treinador do FC Porto como gosta de ver a sua equipa jogar: gosta de ver a sua equipa a dominar o jogo com bola, que gosta de jogar no meio-campo adversário, que pressiona a equipa adversária assim que perde a bola.

Vítor Pereira tem a noção de que não joga para o espetáculo. Aliás, não joga nem quer jogar. Porque, apesar do futebol de posse e dominante que implementa, equilibra esse modelo com uma abordagem mais calculista, assente na agressividade defensiva e na consistência táctica.

Dadas as circunstâncias, e apesar do técnico me ter causado alguns amargos de boca, considero Vítor Pereira o treinador mais underrated do futebol português. E para quem acha que a minha abordagem é exagerada, deixem-me lembrar-vos de uma coisa: não é por acaso que a RTP o convida para ser comentador nos Europeus e nos Mundiais.

Foto de Capa: Shangai SIPG 

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

 

A performance de Tiago Fernandes como treinador interino

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Após a demissão de José Peseiro e enquanto o universo sportinguista esperava por notícias do novo técnico, Tiago Fernandes surgiu como treinador interino durante três jogos. O técnico, que fazia parte da equipa técnica do ex-treinador e fora campeão nacional de juniores pelo Sporting CP, tinha assim a oportunidade de mostrar o potencial que alguns já lhe haviam reconhecido.

Num pequeno aparte, esta situação fez-me lembrar o que sucedeu com Paulo Bento. Este era também, na altura, treinador dos juniores, e viria a ficar no clube por quatro épocas, tendo sido um dos treinadores com melhores resultados apresentados neste século no comando do Sporting CP.

Pois bem, Tiago Fernandes já sabia o que podia esperar: uma deslocação difícil aos Açores para enfrentar o surpreendente CD Santa Clara, uma quinta-feira europeia nos Emirates e um jogo em casa frente ao Chaves. O trabalho era árduo para o pouco tempo que teve de treino, e foi preciso arregaçar as mangas.

Deste modo, o treinador apresentou uma surpresa em solo açoriano: a aposta em Lumor. Para além disso, mostrou algumas diferenças em relação ao seu antecessor. Na construção, numa primeira fase, optou por fazer uma linha de três, com Mathieu, Coates e Bruno Gaspar, projetando Lumor para zonas mais avançadas. Apostou em Acuña a extremo, de certa forma para ajudar o lateral esquerdo nas compensações. Também não houve o jogo direto que eu tanto criticava em relação a José Peseiro. Houve uma maior preocupação em chegar às zonas mais avançadas em posse, apesar de nem sempre ter corrido bem.

Assim, num jogo ventoso e difícil, a equipa leonina superou-se e alcançou uma vitória difícil, contra uma equipa que vendeu muito cara a derrota, ora não estivéssemos a falar de um emblema que se encontrava no quinto lugar. Destaque ainda para a estreia de Miguel Luís na Liga e da lesão de Battaglia, jogador que certamente seria muito importante na estratégia contra o Arsenal FC. Deste modo, primeiro jogo, primeira vitória, com o resultado final a fixar-se em 2-1.

Tiago Fernandes alcançou duas vitórias e um empate
Fonte: Sporting CP

O segundo jogo era um grande teste à capacidade do novo treinador. O mais fácil para um treinador interino seria chegar ao Emirates com uma postura descontraída e esperar pelo desfecho do jogo. Contudo, Tiago Fernandes montou de novo uma estratégia que não deu grandes hipóteses para a equipa da casa sair com a vitória. É verdade que em termos ofensivos, o Sporting CP foi praticamente nulo, mas defensivamente foi muito forte, com o meio-campo a tapar bem as linhas de passe e não permitindo o jogo interior. Para além disso, o técnico apostou de novo em Miguel Luís, desta vez a jogar de início, demonstrando não ter receio de apostar na formação de Alcochete. Assim, arrancou um empate a zero num estádio onde nenhuma outra equipa portuguesa tinha conseguido sequer pontuar. Mérito para o treinador? A resposta é afirmativa.

Por último, o embate com o GD Chaves. O treinador já sabia que o seu sucessor ia ser Keizer. Na sua estreia em Alvalade, o Sporting CP, na minha opinião, teve o jogo menos conseguido dos três. Apesar da boa entrada, a equipa foi descendo de produção, e viria a sofrer um golo ao minuto 81. Contudo, pouco tempo depois, Bas Dost colocaria de novo os leões em vantagem, num resultado que não mais se viria a alterar: 2-1 para o conjunto leonino.

Feita a análise dos três jogos, no meu entender, Tiago Fernandes poderia ter sido muito bem a escolha para técnico principal dos leões. Keizer pode até realizar um bom trabalho em Alvalade, mas penso que terá sempre a sombra do técnico português por trás. Para além disso, os resultados alcançados no curto período em que treinou demonstram que tem qualidade para outros voos. Para além disso, apesar da tenra idade, não se inibiu de apostar em Miguel Luís, demonstrando que não tem qualquer receio em apostar em jovens que apresentem qualidade para ingressar na equipa principal.

Concluindo, Tiago Fernandes realizou um bom trabalho como treinador interino. A qualidade de jogo melhorou relativamente ao que vinha a ser o Sporting CP desde o início da época, e penso que, infelizmente, acabará por ir para outro clube como treinador principal. Keizer, até prova em contrário, tem o meu apoio, mas caso não demonstre futebol de qualidade, sabe de antemão que tem um sucessor ali à espreita. Os primeiros jogos irão definir isso.

PS: Os sub-23 para Tiago Fernandes penso já serem muito curtos para a sua qualidade.

Foto de Capa: Sporting CP

artigo revisto por: Ana Ferreira