O relógio aproxima-se dos noventa. O empate persiste. Alguns adeptos, já sem esperança, começam a abandonar os seus lugares. Tudo parece estar perdido. Mas, estará, realmente? O FC Porto, ao longo dos anos, tem provado que não. Testemunhas? Perguntem ao Costinha, ao Bruno Moraes, ao Kelvin ou ao Rui Pedro. Exemplos (felizmente) não faltam. Na era Conceição, este fator tão “à Porto” acabou por ser fundamental em diversas ocasiões. Recordemos alguns desses jogos.
Survivor Series – Raw esmaga SmackDown Live
O Survivor Series deste ano será relembrado pois o Raw destruiu a (suposta) competição que o SmackDown Live apresentou. Todos os combates do evento acabaram em vitória para a brand vermelha, que provou, pelo terceiro ano consecutivo, ser a melhor da WWE.
Em termos de wrestling, foi mais um bom evento, mas que não deslumbrou. Houve bons combates e momentos chocantes que podem resultar em storylines muito interessantes para o futuro.
Nota do evento: 7/10
Invicto há vinte jogos, Palmeiras pode ser campeão brasileiro na próxima rodada
A três rodadas do fim do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras, comandado por Luiz Felipe Scolari, está a cinco pontos do segundo colocado e está muito perto do seu décimo título nacional. Nos 35 jogos do Campeonato, foram 20 vitórias, 11 empates e apenas quatro derrotas. Já são vinte partidas de invencibilidade, maior sequência invicta na era dos pontos corridos no país.
Apesar do empate (1-1) com o lanterna do Campeonato (Paraná) na última jornada, o “verdão” manteve a distância de cinco pontos para o segundo classificado, que, com a derrota do Internacional para o Botafogo por 1-0, é o Flamengo.
Nos três últimos jogos, o Palmeiras enfrentará o América Mineiro, Vasco e Vitória, curiosamente, três equipas que lutam contra o rebaixamento na competição. O Flamengo, por sua vez, ainda sonha com o título do Brasileirão. Para isso, necessita de ganhar todos os seus jogos e que o Palmeiras perca, pelo menos, dois dos três que faltam.
Na próxima jornada, um empate ou derrota do Flamengo, somado a uma vitória do Palmeiras, dá o título do Campeonato Brasileiro ao “verdão” com duas rodadas de antecedência.
Classificados para a Libertadores da América
Já estão quase definidos os clubes brasileiros que irão disputar a Copa Libertadores da América 2019: o Cruzeiro, que garantiu vaga pela Copa do Brasil; Palmeiras, Flamengo, Internacional, Grémio e São Paulo. Ainda há, no entanto, uma vaga em aberto no Campeonato Brasileiro, disputada por Atlético Mineiro, Atlético Paranaense e Botafogo.


Fonte Grêmio FBPA
Com 53 pontos na competição, o Atlético Mineiro é o que está mais próximo da sétima vaga. Já as demais equipas que ainda têm chances, terão de ganhar seus próximos três jogos e torcer para mais de um deslize da equipa mineira.
Vale lembrar que o quinto e o sexto colocado do Brasileirão são classificados para a pré-libertadores, ou seja, não entram diretamente na fase de grupos da competição continental.
Luta contra a Despromoção
Na parte de baixo da tabela, a disputa está ainda mais acirrada. Somente o Paraná Clube está matematicamente rebaixado para Série B. Vitória, Chapecoense, América Mineiro, Ceará, Sport e Vasco estão na luta para escapar à descida de divisão. Três desses, além do Paraná, disputarão a “segundona” no próximo ano.
Corinthians e Fluminense também têm chances de ser despromovidos, apesar de, matematicamente, as possibilidades serem remotas. Já o Vitória, Chapecoense e América Mineiro, que estão na zona de despromoção, além de ganhar as suas partidas, precisam de torcer pela derrota dos rivais para sair da zona de perigo da tabela.
A luta contra a despromoção irá, provavelmente, até o fim do Campeonato e na penúltima jornada haverá um confronto direto entre Chapecoense e Sport. Quem perder esse confronto, será, possivelmente, um dos despromovidos.
Mesmo com o campeão quase definido, o Campeonato Brasileiro ainda guarda fortes emoções para as últimas três jornadas. As vagas de classificação para a Libertadores e de despromoção para a Série B ainda estão em aberto e muita coisa pode acontecer. Para muitos clubes, a partir de agora, cada jogo será uma final.
Foto de capa: SE Palmeiras
O que é preciso fazer para acordar o adormecido?


Existem alguns problemas que podem contribuir para esta baixa forma que o Benfica atravessa atualmente.
O mais facilmente identificável, e provavelmente o principal a nível futebolístico, é a falta de um treinador com ideias frescas. O futebol do Benfica tem sido o mesmo que se vê desde que Rui Vitória é o treinador: é um jogo que procura usar as extremidades do campo, muitas vezes recorrendo aos laterais (que estão em baixa forma) e aos extremos (que não têm uma consistência que se exige para este tipo de futebol), que tentam sempre os cruzamentos para o meio da área à procura de um avançado que tenha sorte na forma como a bola lhe chega. Sorte a qual não tem aparecido. Não existe uma troca de bola e aquela “magia” a que estávamos habituados, porque não existe uma tática bem implementada.
Tática não existente, e falta de confiança do plantel. O segundo problema são os jogadores. Muitos parecem estar a passar por um mau momento da carreira. Jogadores como Grimaldo, Pizzi, Salvio e Cervi (entre outros) parecem estar a adormecer em campo. Passes falhados, posse de bola perdida, e, principalmente, falta de motivação. Parecem ser vários “demónios” a atormentar os jogadores, e provavelmente falta-lhes alguma autoconfiança. É um plantel sem garra, e os reforços não parecem ter chegado para oferecer algo de novo, principalmente Castillo e Ferreyra. Neste momento o Benfica não tem avançados que marquem golos, tirando Jonas que esteve lesionado, e ainda parece estar “tocado” não tendo a mesma eficácia da época passada.


Fonte: SL Benfica
Os adeptos cansaram-se rápido e com razão. Já se viram lenços brancos, e os pedidos para que Rui Vitória deixe de ser o treinador do Benfica chovem conforme a tempestade de maus resultados e más exibições devasta a prestação do clube perante as várias competições em que está inscrito.
Existe assim um tridente que serve como balança para o clube: o treinador, os jogadores, e os adeptos. Quando estamos em boa forma e ganhamos todos os jogos, existe uma boa relação entre os três elementos. Mas quando os maus resultados aparecem, os adeptos fazem-se ouvir, os jogadores cansam-se e o treinador é posto em causa. Será a melhor solução para este mau momento que o clube atravessa a destituição de Rui Vitória?
Se as más exibições perdurarem até janeiro, penso que sim. Não há possibilidade de uma continuação de Rui Vitória no clube depois das exibições embaraçosas do Benfica frente a clubes relativamente mais “pequenos”, e a prestação tanto no campeonato como na Liga dos Campeões tem sido péssima. O Benfica precisa de tática e confiança, algo que um novo treinador bem escolhido pode trazer.
Foto de capa: SL Benfica
Mondo Duplantis: O limite é o céu
O dia 12 de Agosto de 2018 será um dia que poucos amantes do Atletismo esquecerão. Foi o último dia dos Europeus de Berlim e proporcionou a primeira medalha de Ouro dos campeonatos a Nelson Évora no Triplo Salto, comprovou-nos a força britânica na velocidade com duas contundentes vitórias nas Estafetas, mostrou-nos o domínio de Laura Muir e Sifan Hassan na meio fundo e no fundo e deu o quarto Ouro consecutivo a Anita Włodarczyk no Martelo. No entanto, há uma prova em especial que poucos conseguirão tirar da memória: a final do Salto Com Vara. Nesse dia, Armand Duplantis mostrou aos adeptos mais casuais do desporto aquilo que a maioria de nós já tinha dado conta. Ele está destinado a fazer história. Aliás, já a começou a escrever.
Sporting CP pelo terceiro ano seguido na final four
Terminou hoje a ronda de Elite da Liga dos Campeões de Futsal da UEFA. Agora já ficámos a conhecer os quatro emblemas apurados para a final four da competição europeia. Num grupo que significava muito para os adeptos portugueses devido à presença dos nossos dois representantes em prova – o SL Benfica e o Sporting CP -, o grupo C acabou por sorrir ao conjunto leonino. Este terminou no topo do agrupamento após duas vitórias sobre os russos do Sibiryak e os croatas do Novo Vrijeme, e ainda um empate contra o rival Benfica no último jogo.
As duas equipas portuguesas chegaram à derradeira jornada com o pleno de seis pontos. Contudo, os leões chegaram ao jogo final com uma melhor diferença entre golos marcados e sofridos, podendo, nesta partida final, jogar com a vantagem de poder selar o apuramento tanto com um triunfo como com um empate, algo que viria a revelar-se decisivo. Depois de ganhar por quatro golos sem resposta ao Sibiryak e seis golos a zero ao Novo Vrijeme, o Sporting teve a oportunidade de jogar o derby mais intenso do desporto português com um melhor goal-average do que o seu rival Benfica, que “apenas” ganhou aos croatas por cinco bolas sem resposta e aos russos por quatro-dois, significando assim que um eventual empate apurava os comandados de Nuno Dias.
O pavilhão João Rocha esteve lotado e com um ambiente fantástico de apoio, em números díspares, a ambas as equipas. O jogo foi inédito em competições europeias: foi pleno de intensidade e incrível, tendo ambas as equipas a procurar ganhá-lo. O resultado final é um espelho pleno daquilo que foi o jogo jogado na quadra, sendo que acabou por ser uma igualdade muito mais doce para o Sporting, em função daquilo que escrevi anteriormente.


Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede
Observámos dois dos melhores clubes de futsal da Europa a digladiar-se pela vaga na fase final da Liga dos Campeões. Tivemos de tudo um pouco, desde grandes exibições dos guardiões – com especial destaque para Guitta, sempre atento a travar os remates de meia distância dos encarnados -, à incerteza no marcador até aos segundos finais, com destaque para o remate à barra de André Coelho a escassos segundos do final, num golo que, caso tivesse entrado, teria mudado tudo o que diz respeito ao clube apurado. Houve ainda golos de ambas as formações, de Robinho para as águias e de Cardinal para os leões, na marcação de um livre de dez metros.
O que fica para a história é o apuramento leonino, que se junta assim aos outros clubes vencedores dos grupos, nomeadamente o Inter Movistar (A), Barcelona (B) e Kairat Almaty (D), na final four a disputar em local a designar pela UEFA.
Texto revisto por: Mariana Coelho
Foto de Capa: Carlos Silva/Bola na Rede
Pedro Caixinha, o “conquistador” do México
Hoje olhamos para a América Central, mais propriamente para o campeonato mexicano. E perguntam “porquê?”. A resposta é simples: temos um treinador português a fazer belas coisas por lá. Ou melhor, fez história muito recentemente. Pedro Caixinha é o seu nome e foi o primeiro treinador estrangeiro a vencer um título no México. O português que orienta o Cruz Azul FC, da Ciudad de México, conquistou a Taça do México Apertura ao bater o CF Monterrey na final da competição.
O técnico, natural de Beja, está a fazer um excelente trabalho no Cruz Azul. Não só venceu a Taça, como também colocou Los Cementeros no primeiro lugar da tabela, que dá acesso ao play-off da Apertura. Apesar de faltar uma jornada para o fim da fase regular, o Cruz Azul está bem colocado, tem mais três pontos do que o segundo classificado, o CF América, e não deve deixar o topo do campeonato mexicano. Parece que o México é mesmo a “zona de conforto” de Caixinha, visto que o português já conquistou quatro títulos na América Central (uma Taça Apertura, uma Liga MX Clausura, um Troféu Campéon de Campeones, ao serviço do Santos Laguna, e uma Taça Apertura com o Cruz Azul). O português também alcançou a final da maior competição de clubes do continente, a Liga dos Campeões da CONCACAF, em 2012 com o Santos Laguna.


Fonte: Cruz Azul
A carreira do treinador tem sido marcada pelo grau de exigência dos desafios que “abraça”. Recordar que Pedro Caixinha já esteve no Qatar, na Escócia e no México, depois de iniciar a carreira como treinador profissional de futebol em Portugal, no União de Leiria, em 2010. Com 48 anos, Pedro está perto de vencer pela segunda vez o título mexicano (sendo que o primeiro foi Clausura) e de consolidar o estatuto do Cruz Azul, que pode vencer o nono título e confirmar o seu lugar entre os quatros melhores clube do futebol mexicano.
Para quem não está a entender Apertura e Clausura, a primeira liga mexicana é dividida em dois campeonatos. O primeiro, denominado Apertura, realiza-se entre julho e dezembro, sendo que o segundo, Clausura, se disputa entre janeiro e junho. Posto isto, o técnico português já venceu títulos nos dois períodos, quer ao serviço do Santos Laguna, quer agora com o Cruz Azul.
Prova do belo trabalho desenvolvido por Pedro Caixinha no México são as especulações, que afirmam que o técnico português pode ser o próximo comandante da seleção mexicana. Uma coisa é certa: Pedro Caixinha já conquistou algumas coisas no México, por dois clubes diferentes, e pode muito bem chegar mais longe, daí lhe atribuirmos o estatuto de “conquistador”.
Foto de capa: Cruz Azul FC
ATP Finals – Zverev tomba Djokovic
Alexander Zverev conquistou este domingo o título mais importante da sua ainda curta carreira ao derrotar, na final, o número um mundial: Novak Djokovic.
Durante a semana, Djokovic apresentou-se com um nível estratosférico, vencendo facilmente todos os seus adversários sem ceder qualquer set, incluindo ao próprio Zverev, que havia derrotado facilmente quatro dias antes.
O torneio, que reúne os oito melhores tenistas do ranking mundial, este ano não contou com a presença de Rafael Nadal e de Del Potro, nº 2 e nº 4 do mundo, respetivamente. Estes encontram-se a recuperar de lesões e, por isso, viram-se obrigados a desistir, dando lugar a Kei Nishikori e a John Isner.
No Grupo Guga Kuerten ficaram Novak Djokovic, Alexander Zverev, Marin Cilic e John Isner, tendo o sérvio vencido facilmente o grupo ao derrotar todos os seus oponentes sem perder qualquer set, marcando lugar nas meias-finais. Alexander Zverev venceu Cilic e Isner, garantindo assim o segundo lugar do grupo e a consequente passagem às meias-finais. No duelo de gigantes, Cilic derrotou Isner, ficando com o 3º posto do grupo. O norte-americano saiu de Londres com três derrotas em três encontros.
O grupo Lleyton Hewiit foi constituído por Roger Federer, Kevin Anderson, Dominic Thiem e Kei Nishikori. Roger Federer entrou com uma derrota frente a Kei Nishikori, mas posteriormente venceu Anderson e Thiem, confirmando o estatuto de principal favorito. O seu grupo terminou no primeiro posto. Na segunda posição do grupo ficou Kevin Anderson, que perdeu apenas para Federer, tendo vencido confortavelmente Nishikori e Thiem. Apesar da grande vitória sobre Federer, Nishikori não foi capaz de dar seguimento ao excelente nível de ténis apresentado frente ao suíço e acabou por ser “presa” fácil, tanto para Anderson, como para Thiem, o que fez co que o japonês ocupasse o quarto posto do grupo, atrás de Thiem.


Fonte: ATP World Tour
Nas meias-finais, Roger Federer encarou Alexander Zverev num confronto de gerações de onde o alemão saiu vitorioso. Zverev impôs-se em dois sets, com os parciais de 7-5, 7-6(5) e alguma polémica à mistura. Zverev foi apupado pelo público londrino por ter parado uma jogada em que Federer se encontrava claramente por cima no ponto na fase final do encontro. Esta jogada veio-se a revelar decisiva, mas o alemão limitou-se a fazer aquilo que as regras mandam – um apanha bolas deixou cair uma bola, o que implica a repetição do ponto.
Na outra meia-final, Djokovic cilindrou Kevin Anderson por duplo 6-2 e carimbou o passaporte para a sua sétima final de um ATP Finals, com hipótese de igualar o recorde de seis títulos na posse de Federer.
Na final, Djokovic partia como claro favorito à vitória, quer pelo historial na prova, quer pelo nível apresentado durante toda a semana, sendo muitas vezes apelidado de “invencível”. Contudo, o que à partida poderia parecer favas contadas para o sérvio, tornar-se-ia um pesadelo. Djokovic apresentou-se a um nível inferior em relação ao demonstrado durante toda a semana e Zverev apresentou-se a grande nível. Ao contrário do que aconteceu quatro dias antes, apresentou soluções para todo o jogo de Djokovic. O alemão quebrou o sérvio por quatro vezes durante o encontro, tendo vencido por 6-4, 6-3.
Com esta vitória, Zverev conquista o seu décimo título na carreira e mostra o porquê de ser considerado a maior promessa da denominada “Next Gen”. Na próxima atualização do ranking, Zverev vai surgir no 4º posto do ranking mundial, ficando apenas a uma posição do seu melhor ranking de sempre – o 3º lugar.
Novak Djokovic despede-se de 2018 com um sentimento agridoce, tendo falhado a conquista dos dois últimos torneios (ATP Masters 1000 de Paris e ATP Finals) ao ser derrotado, em ambos, na final. Porém, depois de um início de ano para esquecer, Djokovic voltou a encontrar o seu melhor ténis, tendo conquistado dois Grand Slams e dois ATP Masters 1000, para além de ter alcançado o seu maior objetivo: a recuperação do 1º lugar do ranking mundial.
Texto revisto por: Mariana Coelho
Foto de Capa: ATP World Tour
O Holandês Goleador


Era difícil fazer esquecer o argelino Islam Slimani, um jogador que muitos momentos de alegria proporcionou ao Universo Leonino, no entanto o holandês não se ficou atrás e desde muito cedo soube cativar os/as sportinguistas, já vão perceber porquê.
Logo na sua primeira temporada de leão ao peito, Bas Dost mostrou a Jorge Jesus e a todos/as os/as adeptos/as que era o homem golo e que valeu a pena o investimento. Com os 36 golos marcados em 41 partidas arrecadou assim o prémio de melhor marcador da temporada 2016/2017.
Na temporada anterior (2017/2018), Bas Dost não conseguiu repetir o feito apesar dos 34 tentos em 49 jogos. Ficou na segunda posição, atrás do brasileiro Jonas.


Fonte: Sporting CP
A envergar a listada verde e branca pela terceira temporada consecutiva, o holandês continua a mostrar toda a sua aptidão e “faro” para o golo. Em apenas sete partidas realizadas faturou por cinco vezes. Depois de ter bisado na primeira jornada, o holandês sofreu um “acidente” de percurso (lesão) na segunda jornada e ficou afastado dos relvados durante dois meses.
Depois de recuperado fisicamente, não tardou em voltar aos golos. Foi dos seus pés que se iniciou a reviravolta do resultado nos Açores frente ao Santa Clara e foi ele que deu a vitória aos leões contra o Desportivo de Chaves, com mais um bis.
Qualquer equipa precisa de um goleador para lutar pelos seus objetivos, e atualmente na equipa leonina esse papel pertence a Bas Dost. Dotado de uma frieza e capacidade de decisão na cara do guarda-redes adversário acima da média, o holandês apresenta ainda uma estatura física e uma veia goleadora que dificulta a tarefa a todos os adversários. Uma equipa que tem na área um jogador deste calibre está sempre mais próxima de vencer.
É tão bom ouvir/cantar: Na, Na, Na, Na… Na, Na, Na, Na, Bas Dost!
Força Sporting Clube de Portugal!
Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal
artigo revisto por: Ana Ferreira









