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Um caminho para o sucesso

 

“Estão a robotizar o futebol”, “só vem tirar emoção ao jogo”, “não vai servir para nada”, diziam muitos quando, a 4 de maio de 2017, havia sido anunciado que todos os jogos da I Liga 2017/18 teriam vídeo-árbitro.

Ainda assim, era clara noção da maioria de que havia alguma coisa a fazer no futebol português. Era preciso alguma alternativa que permitisse o menor número de erros de arbitragem possível. Alguma alternativa que diminuísse as polémicas sobre arbitragem e que retirasse, simultaneamente, alguma pressão sobre os juízes de jogo. Nesse sentido, o vídeo-árbitro foi aceite como alternativa: estava então a começar uma nova era no futebol português.

Após quase 32 jornadas de VAR, a duas jornadas do final de campeonato, que balanço se pode fazer deste novo método de auxílio aos árbitros?

Se as polémicas de arbitragem acabaram? Nem de perto. Se os insultos dirigidos aos árbitros nos estádios deixaram de se ouvir? Também não. Mas a verdade é que os erros diminuíram consideravelmente.

Como é óbvio não havia de ser no ano de experimentação do VAR que iria estar tudo perfeito e a correr às mil maravilhas. Tal feito era também impossível porque, embora seja utilizado através das mais avançadas tecnologias, a escrutinação dos lances não deixa de ser feita por olho humano e, como é natural, suscetível a algum erro. Para além disto, o facto de o protocolo de atuação do VAR ser muito rígido não ajuda nesta situação: só interfere no jogo se não tiver a mínima dúvida de que haja alguma irregularidade.

Não há dúvidas que o vídeo-árbitro veio para ficar, mas também não há dúvidas que há muitas coisas a limar no que diz respeito ao seu modo de atuação. A articulação entre o árbitro em campo e os do VAR terá de ser melhorada, bem como o tempo de decisão perdido em cada lance. Os critérios de atuação deverão ser também mais claros e concisos, de maneira a não suscitar tantas dúvidas perante os adeptos e até mesmo os próprios árbitros.

1O VAR estreou-se nesta temporada em Portugal Fonte: Federação Portuguesa de Futebol. A verdade é que, apesar de ainda haver algumas lacunas no projeto, o vídeo-árbitro teve bastantes pontos positivos naquele que foi o seu primeiro ano de atuação, e que acredito que vão ser ainda mais num futuro próximo!

Mas há mais: quem acha que o VAR vem tirar emoção ao jogo, desengane-se! Com ele, os adeptos passaram a ter que festejar golos mais do que uma vez, a festejar anulações de golos dos seus adversários e a ficar sempre expectantes pela sua decisão em cada lance dentro das áreas. Os adeptos passaram então a viver cada lance com maior intensidade e a viver o jogo até ao mais ínfimo fôlego. E tudo isto em busca daquilo que qualquer apaixonado por futebol deseja: a verdade desportiva!

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Futebol

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Uma vida dedicada à AD Sanjoanense – Entrevista a Hélder Santiago

Helder Santiago é jogador de Basquetebol. Depois de colocar um fim a 22 anos ao serviço da AD Sanjoanense, o atleta de 28 anos aceitou o convite de ser entrevistado pelo Bola na Rede. Fala brevemente da sua carreira, aborda a sua longa ligação à equipa de São João da Madeira, e, ainda, dá a sua opinião sobre temas importantes do Basquetebol português.

Carreira como Jogador

Bola na Rede: Há quanto anos é que está ligado ao Basquetebol?

Helder Santiago: Eu pratico Basquetebol desde os meus 7 anos de idade, portanto já jogo há 22 anos.

BnR: Como surgiu a paixão pelo Basquetebol?

H.S.: Inicialmente, o Basquetebol foi, para mim, mais um motivo para poder passar mais tempo a brincar com os amigos. A paixão por este desporto surgiu, de verdade, mais tarde quando comecei a competir propriamente, o que me levou a ter outra atitude mais séria nos treinos e jogos.

BnR: Qual era o seu ídolo quando começou a dar os primeiros passos no Basquetebol? E porquê?

H.S.: Para ser sincero, nunca tive propriamente um jogador que idolatrasse mesmo. No entanto, lembro-me que, antes dos meus jogos, costumava inspirar-me com vídeos dos incríveis passes do Jason Williams e das jogadas magníficas do Tracy Mcgrady.

BnR: Qual é a sua posição dentro de campo? Durante um jogo, tem de desempenhar alguma função específica nessa posição?

H.S.: Eu jogo a Base desde que comecei a praticar Basquetebol, pois sempre gostei de ser o organizador e pensador do jogo da minha equipa dentro de campo. Talvez por ter uma personalidade um pouco fria, geralmente gosto de assumir esse papel importante e de poder agir consoante a maré do jogo.

BnR: O seu primeiro e único clube até ao momento foi a A.D. Sanjoanense. Lembra-se do primeiro dia em que veio treinar a este clube? E quem foi a pessoa responsável pela sua ingressão na Sanjoanense?

H.S.: Sim, recordo-me vagamente. Na altura, tinham ido à minha escola incentivar-nos a ir experimentar o Basquetebol, então eu e um amigo decidimos aceitar. Lembro-me de ter combinado com ele, para esperarmos à porta do pavilhão um pelo outro, para entrarmos juntos e não termos vergonha quando entrássemos. Do treino em si, já não me recordo assim tanto.

Entre camadas de formação e equipa sénior, o jogador jogou durante 22 anos com o símbolo da A.D. Sanjoanense ao peito

BnR: O seu primeiro jogo de competição foi disputado quando e onde? Recorda-se como ficou o resultado final?

H.S.: Essa é uma pergunta muito complicada de ser respondida, pois não me recordo mesmo.

BnR: Sei que na época 2004/2005, nos Sub-16 foi chamado para integrar os trabalhos do Centro de Alto Rendimento «Paulo Pinto», da Federação Portuguesa de Basquetebol. Como surgiu essa chamada? E considera que foi uma experiência positiva para a sua evolução como jogador?

H.S.: Sim, é verdade. Esse convite surgiu no Verão, antes de começar a época, em que o meu treinador da época transata ligou-me a dizer que ia abraçar esse projeto exatamente em S. João da Madeira, e que gostaria de contar comigo. Confesso que, no início, me mostrei um pouco receoso com a ideia, pois envolveria alterar muitos comportamentos da minha vida pessoal como morar fora de casa, mudar de escola, ter um horário mais rígido, entre outros, que, com aquela idade, me deixava um pouco de pé atrás. No entanto, decidi embarcar nessa nova aventura e, mais tarde, vim a perceber que foi um dos grandes passos da minha vida, que me fez crescer quer a nível basquetebolístico, quer a nível pessoal. Considero ter sido uma experiência única e extremamente enriquecedora.

O base foi chamado para o Centro de Alto Rendimento «Paulo Pinto», na época 2004/2005. Nesta foto, surge com a camisola número 13

BnR: Desde que joga pela equipa sénior da Sanjoanense, existe algum jogo memorável para si? Se sim, qual foi?

H.S.: Tenho vários, mas entre todos posso destacar um jogo infeliz no ano 2014, em que perdemos contra o Vasco da Gama, no jogo da Final de subida para a Proliga, com um triplo do meio-campo no último segundo. Foi dificílimo digerir este jogo e ganhar forças para começar tudo de novo no ano seguinte, com ainda mais garra e determinação, e lutar pelo mesmo objetivo.

O fim-de-semana verde e branco

Mais uma semana, mais um resumo. Destaque para duas equipas da Ginástica Campeãs Nacionais e também para as do Andebol e do Futebol feminino que colocam ambas as equipas a uma vitória de se sagrarem bicampeãs nacionais! O Voleibol não conseguiu fechar a final no jogo quatro e irá agora disputar a finalíssima no Pavilhão João Rocha. Eis o resumo, o mais completo possível:

Andebol | Os comandados de Hugo Canela venceram o ABC por 30-32 na sexta jornada da fase final do Campeonato Nacional. A primeira parte revestiu-se de grande equilíbrio com a turma de Alvalade a conseguir distanciar-se no marcador já nos últimos dez minutos, chegando ao intervalo a vencer por 14-17. Na etapa complementar o Sporting CP manteve-se sempre na dianteira do marcador, conseguindo chegar por diversas vezes a cinco tentos de vantagem (17-22, 20-25, 21-26 e 22-27), contudo a reacção dos minhotos acabou levou à redução dessa mesma vantagem até à margem mínima (30-31), já bem perto do final do encontro, tendo havido ainda tempo para mais um golo dos campeões nacionais que sentenciou por completo o duelo. Os Leões reforçam assim o primeiro lugar com 56 pontos somados. Na próxima jornada, o Sporting CP recebe o SL Benfica, estando a partida marcada para as vinte horas de Domingo, seis de Maio, no Pavilhão João Rocha. Em caso de triunfo verde e branco, os Leões garantem desde logo a revalidação do ceptro.

Andebol triunfa em Braga e está a uma vitória do título!
Fonte: Sporting Clube de Portugal – Andebol

Carambola | Os verde e brancos venceram o CB Amadora “B” por 2-0, apurando-se assim para os quartos-de-final da Taça de Portugal, onde irão defrontar o CBE “A”.

Ginástica | O Sporting Clube de Portugal sagrou-se Campeão Nacional de Duplo-Mini Trampolim nas categorias de Elite Seniores Masculinos e Seniores Femininos, sendo que no caso dos Leões foi o revalidar do título conquistado na época transacta, enquanto que para as Leoas tratou-se de um feito inédito!

Futebol masculino | A formação orientada por Jorge Jesus venceu o Portimense por 1-2 na 32.ª jornada da Liga NOS, com dois golos de Bruno Fernandes. Na próxima jornada o Sporting CP recebe o SL Benfica, estando o encontro marcado para as 20h30 de cinco de Maio, Sábado, no Estádio José Alvalade.

Futsal feminino | As Leoas de Carlos Reis venceram o CRC Quinta dos Lombos por 2-4 na décima jornada da fase final do Campeonato Nacional. Débora Lavrador, Taninha, Débora Queiroz e Cátia Morgado foram as autoras dos tentos verde e brancos. Na próxima jornada há dérbi, com o Sporting CP a “receber” o SL Benfica no Pavilhão da Escola EB 2/3 da Bobadela pelas dezasseis horas de cinco de Maio, Sábado.

Futsal masculino | Vitória por 4-2 na recepção ao CF Os Belenenses, com golos de Diogo, Dieguinho, Fortino e Cavinato. Os Leões fecham a Fase Regular com uma deslocação a Vila do Conde para defrontar o Rio Ave FC, estando a partida agendada para as dezasseis horas de cinco de Maio, Sábado.

Oitavos-de-Final marcados pela eliminação de Ronnie O’Sullivan

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Mark Selby e Ronnie O’Sullivan eram unanimemente considerados os dois principais favoritos à vitória final mas o Campeonato do Mundo já não conta com a presença de nenhum dos dois à chegada aos Quartos-de-Final.

Depois de passar por muitas dificuldades na primeira ronda, onde chegou a estar a perder por 4-0 e 6-3 frente a Stephen Maguire, Ronnie O’Sullivan até entrou bem melhor nesta ronda dos Oitavos-de-Final, onde tinha pela frente Ali Carter. Os primeiros frames foram bastante divididos e o encontro chegou ao sexto frame com um empate (3-3). Depois disso, o jogo entrou numa fase onde Ronnie voltou a estar muito aquém das suas capacidades e Ali Carter aproveitou para se destacar no marcador, vencendo cinco frames consecutivos e colocando o encontro em 8-3.

Nos seis frames seguintes, Ronnie respondeu e conseguiu vencer cinco, enquanto Carter apenas venceu um (9-8 para Carter). Parecia que se estavam a desenhar os contornos para o Rocket voltar a conseguir uma reviravolta no resultado como havia feito na primeira ronda, mas Carter acabou mesmo por não o permitir, vencendo quatro dos últimos cinco frames e carimbando assim a passagem aos Quartos-de-Final depois de derrotar Ronnie O’Sullivan por 13-9.

O encontro ficou também marcado por um momento caricato onde, os fãs mais pacíficos viram um mero choque casual entre os dois jogadores e os mais efusivos viram um alegado encontrão propositado, uma situação muito pouco vista numa modalidade onde impera o fair play e as boas maneiras. Apenas os jogadores sabem se existiu alguma intenção ou se se tratou de um momento casual. Certo é que na conferência de imprensa após o jogo, ambos optaram por desvalorizar a situação.

Num encontro com alguma polémica, acabou por ser Ali Carter a levar a melhor
Fonte: World Snooker

Ali Carter afirmou que “Ele (Ronnie O’Sullivan) está a sair da mesa e a olhar para baixo, e eu levantei-me da cadeira e ia a olhar para a mesa. E o espaço no Crucible é apertado, só isso. Não houve qualquer intenção.”

Ronnie O’Sullivan foi mais longe e acabou por dirigir algumas críticas aos jornalistas, numa primeira fase por quererem construir um caso à volta do encontrão ocorrido durante o jogo e posteriormente por se sentir demasiado controlado e pressionado por parte da comunicação social. “Preocupem-se, porque eu também me preocupo, é com os bombardeamentos a crianças na Síria. Ou com a vida das pessoas na Síria, Irão ou Iraque. Foi só um jogo, amanhã tenho coisas para fazer, ninguém morreu. Há coisas bem mais graves a acontecer, todos os dias neste Mundo, e que são por vós e pelos vossos editores nos jornais ignoradas. É tudo sobre mim. Pois eu nunca pedi isso. Deram-me, mas não pedi, sabem? Até gostava de voar sempre abaixo do radar, como John Higgins.”

FC Porto: A caminho do título?

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Quando faltam apenas duas jornadas para o final do campeonato o FC Porto encontra-se no auge das suas forças para conseguir, ao fim de quatro épocas em jejum, sagrar-se campeão nacional pela 28ª vez.

Com o jogo em casa com o CD Feirense, teoricamente mais acessível, e com o “clássico” Sporting CP – SL Benfica, os azuis e brancos podem sagrar-se campeões já na próxima jornada, caso os encarnados não saiam vitoriosos de Alvalade.

A equipa azul e branca tem, ao longo dos últimos jogos, apresentado um bom futebol, ofensivo e agressivo, tal como em grande parte da época. O FC Porto apresentou ao longo da temporada um futebol com uma qualidade superior aos seus adversários diretos. O SL Benfica tem feito uma época de baixo nível em relação a anos anteriores; tendo sido eliminado de todos as provas também o campeonato parece agora, depois do desaire com o CD Tondela, um objetivo cada vez mais impossível de alcançar. O Sporting CP, que foi desde o início a equipa que mais investiu no mercado de transferências, tem recuperado o fôlego que vimos no início de época, e para além da final da Taça de Portugal vê ainda o campeonato nacional como uma missão que, embora difícil, também ela ainda está ao alcance dos leões.

O FC Porto está a um pequeno passo de se tornar campeão nacional de futebol
Fonte: FC Porto

O confronto na Madeira com o CS Marítimo adivinhava-se como o encontro com maior grau de dificuldade para o que resta da época, mas os azuis e brancos conseguiram responder da melhor forma com um bom resultado num estádio onde Sérgio Conceição nunca tinha conseguido triunfar.

O jogo no Dragão, com o CD Feirense, pode acabar em festa já no próximo fim de semana e levar o título para a Invicta, algo que não acontece desde a época 2012/2013.

Foto de Capa: FC Porto

artigo revisto por: Ana Ferreira

CD Aves 1-0 GD Estoril Praia: A vila respira de alívio

O CD Aves venceu o GD Estoril Praia por 1-0. Nildo Petrolina marcou o golo que definiu o resultado final.

 

“Queres o Aves na primeira? Vai ao estádio segunda-feira!” e “Com a manutenção o Jamor tem mais sabor”. Era o que se podia ler em faixas expostas pelas ruas da vila do concelho de Santo Tirso. Este era, de facto, um jogo decisivo para os destinos de ambas as equipas.

Na última vez que estas duas equipas se haviam defrontado o GD Estoril Praia venceu por 3-2. Na altura foram Kleber, Allano e Lucas Evangelista os marcadores dos golos para os canarinhos. Do lado dos avenses foi Paulo Machado quem marcou os dois golos.

Desta sem Paulo Machado o Aves tentava vencer e, se possível, ganhar a vantagem no confronto direto. Mas foi o GD Estoril Praia quem entrou com a corda toda, assumindo o jogo perante um CD Aves adormecido. Rapidamente os canarinhos perderam o fôlego e o jogo passou a ser mais dividido, com intensas lutas pela posse na zona central do terreno.

Num jogo de constantes faltas e de pouco tempo útil de jogo foi mesmo de uma bola parada que surgiu a primeira oportunidade de golo. Foi Allano que, no seguimento de um toque de Dankler ao segundo poste, acertou com a bola no poste. Ficou a impressão que o avançado brasileiro podia ter feito melhor.

A bola no ferro avense acordou o jogo que tinha nesta altura um ritmo frenético de contra-ataques constantes, sempre sem grande capacidade de decisão no último terço por parte de ambas as equipas. A única efetiva oportunidade de golo surgiu novamente de bola parada e novamente para os canarinhos: Adriano Facchini foi obrigado a fazer duas grandes intervenções, primeiro defendendo um cabeceamento de Ailton, depois de Halliche. Havia jogo na Vila das Aves!

Ao minuto 33 foi a vez de Allano provocar um arrepio na espinha dos adeptos avenses. Um remate forte de fora da área que tirou tinta à trave da baliza de Adriano Facchini. Tinha tudo para entrar na lista de golos do ano.

À medida que o jogo se aproximava do intervalo voltava o jogo de constantes paragens e de pouco tempo útil. Artur Soares Dias mandou toda a gente para os balneários com o nulo ainda no marcador.

O Aves vence, sai da zona de despromoção e respira de alívio por mais uma jornada
Fonte: Bola na Rede

Com o resultado a não interessar a qualquer uma das equipas, o CD Aves entrou forte na segunda parte, beneficiando de três pontapés de canto consecutivos que levaram perigo à baliza defendida por Renan. Primeiro Guedes de cabeça e depois Tissone a falhar o desvio, não foram capazes de inaugurar o marcador.

O GD Estoril Praia não esperou muito para responder e, aos 52 minutos, Bruno Gomes antecipou-se a Adriano Facchini mas atirou ao lado. O contra-ataque do CD Aves não se fez esperar e, no seguimento do pontapé de baliza, Dankler evitou o golo de Nildo Petrolina, com um corte em cima da linha. Foram minutos frenéticos em Vila das Aves, com o golo a poder cair para qualquer um dos lados.

Dos dois bancos veio a indicação de que era preciso fazer mais na frente e, à passagem do minuto 60, tanto Ivo Vieira como José Mota lançaram jogadores para o ataque: André Claro do lado canarinho, Fariña do lado avense.

O recém-entrado da equipa da casa tentou a sorte com um remate de fora da área, mas Renan, atento, agarrou sem dificuldade. A persistência ia-se vendo nas duas equipas, mas os lances de verdadeiro perigo junto das balizas eram raros.

Nildo Petrolina ia sendo um elemento activo no ataque avense, a surgir pelo lado esquerdo do ataque e a lançar cruzamentos para o coração da área. Ainda assim, ou um passe que saía curto ou a defesa atenta, evitavam que o perigo de golo fosse iminente.

E com o CD Aves completamente instalado no meio campo adversário e perante um Estoril incapaz de chegar à área contrária, Nildo Petrolina acabou mesmo por desfazer a igualdade. Ao minuto 81, Vítor Gomes lançou Nildo que, entre dois jogadores canarinhos, não desperdiçou e fez o 1-0.

José Mota já preparava a última substituição, com Derley a saltar do aquecimento para ir intensificar o ataque, mas o golo fez o técnico voltar atrás e aguardar pelos últimos minutos para lançar Falcão. A resposta do GD Estoril Praia não se fez esperar e a equipa intensificou a pressão junto à baliza de Fachini, na tentativa de recuperar a igualdade e se manter agarrada à luta pela manutenção, mas sem efeitos práticos.

A vitória retirou o CD Aves da zona de despromoção, onde estava à condição desde a vitória do CD Feirense, e deixou a equipa em vantagem no confronto directo com os canarinhos. Apesar do salto na tabela e do balão de oxigénio a duas jornadas do fim, o CD Aves ainda não garantiu a manutenção e, na próxima jornada, deverá ir ao vizinho Moreirense FC na busca de pontos. Já o GD Estoril Praia ficou ainda mais isolado no fundo da tabela e, apesar de ter o confronto com o CD Feirense na última jornada, não deverá escapar à descida.

Como jogou o CD Aves:

Adriano Fachini; Rodrigo Soares, Diego Galo, Ponck e Nelson Lenho; Amilton, Braga Tissone, Vitor Gomes e Nildo Petrolina; Alexandre Guedes

Substituições: Fariña (Braga, 62’), Arango (Guedes, 71’), Falcão (Nildo Petrolina, 88’)

Como jogou o GD Estoril Praia:

Renan Ribeiro; Ailton, Dankler, Halliche e Fernando Fonseca; Lucas Evangelista, Duarte, Pêpê e Allano; Bruno Gomes e Ewandro

Substituições: André Claro (Bruno Gomes, 62’), Eduardo (Lucas Evangelista, 72’), Savio (Ewandro, 81’)

Quem chegará à grande final?

Um dia antes da segunda mão das meias finais da Liga dos Campeões, Liverpool FC e Real
Madrid são as equipas que estão mais perto de garantir um lugar na final, em Kiev, depois das vitórias no primeiro jogo. Hoje antevemos aquilo que poderá acontecer em ambos os encontros que se vão realizar para a liga milionária.

Real Madrid vs Bayern de Munique
Um duelo de titãs

Um jogo onde há muito em jogo: do lado dos “blancos” chegar à final e tentar vencer pela
terceira vez consecutiva o troféu, e mesmo para o português Cristiano Ronaldo, que se vencer a Liga dos Campeões pode vir a vencer a sexta “Ballon d’Or”. Do lado alemão, o Bayern quer voltar a um grande palco europeu, algo que não aconteceu desde 2012, e Jupp Heynckes quer voltar a fazer aquilo que fez no ano em que deixou o comando técnico dos bávaros, vencer tudo aquilo que pode conquistar( Liga, Taça e Liga dos Campeões).

O Real parte em vantagem e como favorito, uma vez que bateu o Bayern no Allianz Arena por 2-1 e tem assim um resultado favorável, e também porque esta segunda mão será disputada em Madrid, na casa do Real. Ronaldo e companhia vão tentar, de certeza, controlar o jogo e o próprio resultado através de um golo. Porque se o Real marcar um golo, “arruma” a eliminatória. Já o Bayern vai correr atrás do prejuízo e jogará de uma forma bastante ofensiva, com o único objetivo de marcar dois golos sem resposta e chegar à tão ambicionada final.

Salah promete fazer estragos por terras romanas
Fonte: Liverpool FC

AS Roma vs Liverpool FC
A história repete-se?

O segundo jogo irá ser entre Liverpool e Roma, que disputam um lugar naquele que é o maior “sonho” esta época para ambas as equipas. Contudo, a equipa de Inglaterra parte com uma vantagem de três golos oriundos da primeira mão. Mas nos quartos a Roma também tinha uma desvantagem de três golos, e ainda assim, conseguiu eliminar de forma inacreditável ( e por isto é que o futebol é o desporto-rei) o FC Barcelona, que tinha vencido por 4-1 os italianos em Camp Nou.

Será uma partida onde os romanos vão entrar a todo o gás para virar o resultado e poder ir à final da maior competição de clubes da Europa. Mas o Liverpool de Jurgen Klopp vai vender
muito cara a vitória, e quer marcar pelo menos um golo para confirmar a presença na final da Liga dos Campeões, realizada em Kiev.

Foto de Capa: FC Bayern Munchen

Estoril Open – Dia 1: Armada portuguesa com sortes distintas

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Dia agridoce para a armada portuguesa em prova no Millennium Estoril Open, o único torneio português na elite do ténis mundial. Pedro Sousa e João Domingues ultrapassaram as longas batalhas que tiveram pela frente, mas, por outro lado, Gastão Elias, Frederico Gil e João Monteiro, ficaram pelo caminho.

O dia começou com um “clássico”. Frederico Gil entrou no court à procura de um lugar no quadro principal deste Estoril Open. O tenista português, que foi finalista na “versão anterior” do torneio, em 2010, até entrou da melhor forma na partida, mas deixou-se trair pelo cansaço.

“Fred” Gil acabou por ceder frente ao norte-americano Tim Smyczek, pelos parciais de 6/4 e 6/2, depois de até ter tido dois pontos de break para 5/3. Infelizmente, e segundo admitiu o próprio na análise ao encontro, a quebra física fez-se notar e Gil foi baixando de rendimento, até acabar mesmo por sair derrotado.

Sorte inversa teve João Domingues, que garantiu um lugar no quadro principal, ao vencer Corentin Moutet, pelos parciais de 6/4, 2/6 e 6/3, ao cabo de 2h30 de encontro. Uma série de quebras de serviço, quer para um lado quer para o outro, fizeram com que o n.º 207 da hierarquia mundial conseguisse passar, pela segunda vez este ano, a fase de qualificação de um torneio ATP 250.

Pedro Sousa foi um dos destaques do dia
Fonte: Estoril Open

Pedro Sousa seguiu uma receita semelhante a João Domingues. No court principal, o tenista português, considerado um dos mais talentosos da sua geração, sofreu a bom sofrer, tendo terminado o encontro em notórias limitações físicas.

Apesar das mazelas, o esforço valeu a pena, com Pedro Sousa a levar de vencida a partida frente a Gilles Simon, ex-n.º 6 mundial, pelos parciais de 6/3, 4/6 e 7/6 com 7-4 no decisivo tie-break, ao cabo de quase 3h de jogo. Com esta vitória, Pedro Sousa aguarda agora na segunda ronda por outro Sousa… o João, que tem ainda que ultrapassar a ronda inaugural, frente a Medvedev.

Pedro Sousa vê esse confronto com bons olhos, “quanto mais não seja por garantir a presença de um Sousa nos quartos-de-final”, disse, já recomposto, na sala de imprensa. O terceiro melhor tenista português da atualidade confessou ainda que, “não esperava chegar vivo ao final do encontro”, admitindo que a tática foi, “apenas sobreviver”.

Ainda no lote da armada lusa,  João Monteiro “lutou”, no court Cascais, frente a Ricardo Ojeda Lara, um tenista espanhol, muito experiente em Portugal, em torneios do nível mais baixo do circuito mundial.

No set inaugural, João Monteiro até conseguiu equilibrar o marcador no inicio, mas acabou por ceder por 6/3, mostrando, no entanto, que a lição estava bem estudada, como se veio a verificar no segundo parcial, onde conseguiu vencer por 6/2. Este foi o primeiro, em quatro encontros entre ambos, em que foi necessário disputar o set decisivo, com o espanhol a sair por cima, com um 6/3.

A encerrar o dia, no que toca ao lote de tenistas portugueses em prova, Gastão Elias pisou o court central para defrontar Alex De Minaur, o jovem australiano de 19 anos, que está em Portugal acompanhado pelo ex-n.º 1 mundial, Lleyton Hewitt e que se apresentou “intratável” em campo. De Minaur não deixou Elias “entrar” em jogo e venceu ao cabo de 90m por 6/3 e 6/1, marcando agora encontro com Kyle Edmund, um dos favoritos à vitória.

João Sousa entra em prova na terça-feira, dia que se encontra já esgotado, a partir das 15h, logo a seguir ao encontro de João Domingues. O Millennium Estoril Open decorre no Estoril até ao dia 6 de maio, no Clube Ténis do Estoril.

Foto de Capa: Estoril Open

SL Benfica: O culminar de uma desgraça premeditada

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A derrota do Benfica na Luz, frente ao Tondela, veio acabar com qualquer réstia de esperança que os adeptos encarnados ainda pudessem ter. Um Benfica pobre e pouco criativo, totalmente dependente de Jonas, veio provar que é também dependente de Fejsa.

Mas desengane-se quem julga que os problemas começaram no jogo frente ao FC Porto. Ainda não havia começado o campeonato e já se previa uma enorme dificuldade no caminho para o penta. Saídas de Nélson Semedo, Ederson e Mitroglou assustaram, mas a vinda de Douglas, Seferovic, Gabriel Barbosa (ainda estou para perceber a alcunha de “Gabigol”) e Bruno Varela geraram o pânico. Isto sem falar de André Horta ou Salvador Agra. E não, não me falem de poucas oportunidades. Não me falem do amor de André à camisola. De ser adepto de um clube a ter qualidade para lá jogar, vai uma longa distância. Se o amor ao clube bastasse, eu assumia o lugar de Fejsa.

A política de desinvestimento ao longo dos últimos dois anos tem sido notória e este momento que se vive haveria de chegar, mais cedo ou mais tarde. Com certeza que o azar também tem sido algum: Krovinovic lesiona-se num momento em que fazia a equipa mexer e perdeu-se muito tempo até que Zivkovic funcionasse como solução. A lesão de Jonas no aquecimento frente ao Vitória premeditou a desgraça, pois, quer se queira quer não, o clube da Luz vive em função de um senhor de 34 anos. Pizzi simplesmente não está a ser Pizzi – o que é normal. Nenhum jogador aguenta 90 sobre 90 sempre no mesmo nível de excelência.

Um clube que fatura 131.12 milhões de euros e apenas gasta 9.35, em jogadores maioritariamente medianos e que vêm para serem automaticamente emprestados, não pode esperar nada (para além de uma redução óbvia, e importante, do passivo). Atenção, se o Benfica precisa de reduzir o passivo, se equilibrar as contas do clube é prioritário, quem sou eu para criticar? Mas uma coisa é certa: não se pode afirmar que o Benfica é candidato ao título, que está na luta pelo penta, se perdemos qualidade futebolística em detrimento de gestão financeira.

O desinvestimento não é, no entanto, o único problema. E é neste momento que chamo Rui Vitória à conversa. Desde o início da temporada que quando o Benfica se encontra em vantagem, o treinador mexe na equipa, tira um avançado e coloca um homem no meio campo, independentemente de tudo – e, como se isto não fosse suficientemente mau, tivemos de lidar com Felipe Augusto durante quase metade da temporada. As coisas correm mal e, a partir daí é tudo ao molho e fé em Deus na frente de ataque. Ao terceiro ano, é inadmissível que Rui Vitória ainda faça experiências táticas durante a época desportiva. E aqui, julgo que o erro foi assumir o trabalho de Jorge Jesus, em vez que traçar o seu próprio plano, no seu típico 4-3-3, tática usada na primeira pré-temporada que fez pelo Benfica.

As exibições dos encarnados têm deixado muito a desejar este ano e, as coisas correrem todas bem, era sorte a mais. Desde as derrotas “parvas” do início da temporada, à desgraça da Champions League. O princípio do fim já havia começado em Agosto, sem ninguém notar. Criticou-se Varela, a derrota com o Boavista. Escondeu-se a cara contra o Basileia e criticou-se RV e Svilar frente ao United. Depois, tudo pareceu animar. Krovinovic fez os olhos de todos brilharem, para depois os fazer chorar. Zivkovic devolveu uma alegria e festejou-se como um título a derrota do FC Porto em Belém. O Benfica, depois de uma época inteira fora da primeira posição, recuperou-a e passou a depender só de si. E, para isso, bastava não perder com o rival na Luz. O Benfica não pode perder com o FC Porto na Luz. Nunca. Mas, ainda assim, a esperança não morreu – afinal, estatisticamente falando, a equipa de Sérgio Conceição teria de ir à Madeira e a Guimarães, onde seria provável perder pontos. O Benfica, teria de ir a Alvalade e jogar para ser campeão.

Se o Benfica tem vindo a conseguir alguma coisa nos últimos anos, é graças à união entre a equipa e entre os adeptos
Fonte: SL Benfica

Deslocação ao Estoril: três pontos e uma derrota. Três pontos tirados a ferro e pouco merecedores. Exibição miserável frente ao clube que é dono da última posição. E recorde-se a dificuldade sentida também no Bonfim.

Receção ao Tondela: Grimaldo, Fejsa, Rúben Dias e Jardel em risco de ficarem de fora frente ao Sporting devido a acumulação de amarelos. Isto claro, porque o jogo do Estoril não permitiu que houvesse espaço para essa gestão. Solução: Fejsa e Jardel de fora frente ao Tondela, para não arriscar a suspensão em Alvalade. Resultado: Tondela eficaz e Benfica sem ideias. Benfica marca cedo e o resto é o habitual, adormecer. Tondela marca e Rui Vitória tira o melhor em campo (Zivkovic) para nos dar um Seferovic que pouco ou nada fez. Isto, sem falar de um Luisão que não era titular (nem tão pouco pisava o relvado) desde o dia 13 de Dezembro.

O tetra-campeão português, assumidamente candidato ao penta, deixou todos com um sentimento de vergonha alheia. É impossível aceitar uma derrota em casa frente ao Tondela.

O Benfica só se pode queixar de si mesmo. Se o penta fugiu, a culpa é do Benfica. E aqui não há isenções. O FC Porto está agora a um ponto de voltar a sagrar-se campeão e, mais importante que isso, Fejsa está a um ponto de não ser campeão pela primeira vez na sua carreira.

E agora, Benfica?

Acabar a época e planear a próxima. Planear, com tempo e calma, com cabeça. E, das duas uma, ou se fazem mudanças, se assentam os pés na terra e se investe, ou se deixa claro que não lutamos pelo primeiro lugar. No entanto, é preciso não esquecer o seguinte: a Champions pode ser e é uma fonte de receitas. Mas para haver lucro, é preciso haver investimento. O “made in Seixal” não é solução para tudo e penso que isso ficou mais que claro. Quanto a Rui Vitória, a saída é quase certa. Resta saber se Luís Filipe Vieira arranja a pessoa certa para o lugar ou se vai continuar a brincar aos clubes.

Quanto ao que falta da época, que todos os benfiquistas acendam uma velinha, rezem um terço e vão a pé a Fátima – pode ser que assim dê para manter o segundo lugar.

Foto de Capa: SL Benfica

Lendas do Universo Sportinguista: Fernando Peyroteo

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Fernando Peyroteo, a máquina de fazer golos! Peyroteo foi o melhor marcador de sempre do futebol português, com 706 golos em 435 jogos. Se contarmos apenas com jogos oficiais, o goleador leonino somou 543 golos em 343 jogos.

O maior goleador de sempre, Fernando Peyroteo, iniciou a sua carreira em Angola, onde representou o Atlético Moçâmedes, o Académico Sá da Bandeira, até chegar ao Sporting de Luanda. Transferiu-se para o Sporting a troco de quinhentos escudos, com um vencimento de setecentos.

O “stradivarius” dos “Cinco Violinos”, chega ao Sporting na época de 1937/1938, durante doze temporadas vestiu de leão ao peito. Nesse período venceu um Campeonato de Portugal, cinco Campeonatos Nacionais, oito Campeonatos de Lisboa e uma Taça do Império, sendo um dos jogadores mais titulados da história do Sporting.

Com a camisola verde e branca, Peyroteo marcou 706 golos em 435 jogos, sendo o melhor marcador do Campeonato Nacional por seis vezes, estabelecendo um recorde de 43 golos em dezanove jogos, que só seria batido em 1974 por Yazalde que marcou 46 golos mas em 29 jogos. Em competições oficiais, Peyroteo deixou vários recordes, num só jogo marcou nove golos ao Leça e oito ao Boavista, conseguindo ainda marcar seis golos numa única partida por quatro vezes, cinco por nove vezes, quatro por dezoito vezes e três por 41 vezes, apenas em competições oficiais.

Peyroteo é uma das maiores referências dos leões
Fonte: Cortina Verde

Outro facto na sua carreira foi ter sido o primeiro jogador a marcar um golo no Estádio Nacional, ao inaugurar o marcador no jogo em que o Sporting derrotou o Benfica por 3-2 com dois golos seus, conquistando a Taça Império.

O eterno número nove dos leões, representou a seleção nacional por vinte ocasiões, tendo também deixado a sua marca, com quinze golos apontados. Além de atleta, foi ainda selecionador nacional, onde orientou a equipa das “quinas” em dois jogos.

No dia 25 de Setembro de 1949, os sportinguistas despediram-se de uma lenda, Fernando Peyroteo retira-se dos relvados. Na sua despedida, conquista a Taça de Preparação, ao vencer o Atlético de Madrid por 2-1.

Uma carreira de títulos, vitórias e golos! O “stradivarius” apoiado por Jesus Correia, Vasques, Travassos e Albano, os “Cinco Violinos”.

Para sempre, ficará na história do desporto nacional, o maior goleador de sempre. Na história do Sporting Clube de Portugal ficarão sempre os golos, as vitórias e os títulos que conquistou de leão ao peito. Para sempre será o sócio número nove do Sporting Clube de Portugal, Fernando Peyroteo.

Foto de Capa: Sporting Com Filtro

artigo revisto por: Ana Ferreira