Diogo Queirós, natural de Matosinhos, internacional português e campeão europeu de sub-17 por Portugal, é uma das promessas dos azuis e brancos para o futuro do clube, um jogador à imagem do eterno capitão Jorge Costa.
O defesa central chegou ao clube em 2010, proveniente do Leixões SC, e joga atualmente pela equipa B dos azuis e brancos tendo sido titular em grande parte dos jogos disputados esta época na Segunda Liga e na Youth League.
Um jogador rápido e seguro, com um bom posicionamento defensivo e muito forte no jogo aéreo, à semelhança dos melhores centrais da atualidade, o defesa central apresenta caraterísticas de um defesa forte e agressivo no um-para-um.
Tendo sido capitão em praticamente todas os escalões portistas nos quais jogou, Queirós apresenta-se como um líder dentro de campo tanto no FC Porto como na Seleção Nacional, na qual conta já com várias internacionalizações, tendo sido ele o capitão no europeu de sub-17, no Azerbaijão.
Avizinha-se um futuro risonho para Diogo Queirós Fonte: Bola na Rede
Imprescindível esta época na equipa de António Folha, o jovem português tem realizado exibições seguras e de qualidade, apresentado uma mentalidade forte e madura para a tenra idade que ainda tem e que hoje em dia é, cada vez menos, um impedimento para a ascensão de jovens talentos.
A recente aposta forte em jogadores da formação, com a chamada de Diogo Dalot e Bruno Costa ao onze de Sérgio Conceição, pode ser visto como um fator de motivação para jogadores como Diogo Queirós, que trabalham para também eles conseguirem estrear-se na equipa principal de dragão ao peito.
Que gozo me dá poder estar a escrever sobre este miúdo! Afinal, se os rumores de Janeiro se tivessem concretizado nada disto estaria a acontecer, e teríamos perdido mais uma hipótese de ver uma promessa da casa, a pisar o relvado da Luz. E no que toca a Úmaro, acho que estamos todos ansiosos por esse momento.
Úmaro, ou “Di Maria Embaló”, como é apelidado, é sem dúvida um dos casos mais promissores da formação encarnada. O jovem de apenas 16 anos vai-se afirmando como uma estrela. Chega ao Benfica em 2015, e na primeira temporada marca 23 golos em 24 partidas. Coisa pouca. De tal forma, que nesse mesmo ano chegou mesmo a ser chamado ao escalão superior, onde registou dois golos em cinco jogos. O ano passado foi a confirmação do potencial deste miúdo, já que apontou 21 golos em 34 partidas.
Quem já o viu jogar sabe que Embaló é realmente um jogador que dá nas vistas. Canhoto, com uma velocidade acima da média, muito forte no um contra um, um desequilibrador puro, que têm muito golo nos pés, e muito futebol para a idade que tem. Tanto que apesar de ter idade de juvenil, joga nos juniores, e já foi falado para a equipa B. Um caso ímpar de entre os muito casos de sucesso que a formação tem dado.
Úmaro Embaló é uma das mais maiores promessas “made in Seixal” Fonte: SL Benfica
Tanta qualidade despertou o interesse de tubarões como o Manchester United, Barcelona, Real Madrid, Inter de Milão e mais recentemente o RB Leipzig, e as propostas já ascenderam aos 15 milhões de euros.
Bem sabemos que estes valores são difíceis de rejeitar, principalmente por um jogador de tão tenra idade, mas estamos todos a fazer figas que o miúdo chegue à equipa principal. Não ter rumado a Leipzig, no último mercado de transferência, foi talvez a melhor notícia, no meio de tanta expectativa quanto a novos jogadores para a equipa principal.
Que assim seja durante mais uns anos, e que mostre toda a sua classe na equipa principal. Se for bem aproveitado, será um jogado de topo, com capacidade de calçar a bota em qualquer tubarão mundial. Mas por agora, que seja nosso!
Realizou-se na passada semana o primeiro de dois ATP Masters 1000 que se disputam em Março em solo dos Estados Unidos. O primeiro, e que já tem fama de ser considerado (de forma oficiosa claro está) o 5º Grand Slam, realizou-se como de costume no Indian Wells Tennis Garden, no deserto da Califórnia. À cabeça estavam praticamente os mesmos dos últimos meses, Roger Federer, Novak Djokovic (que fez o seu regresso à competição), Grigor Dimitrov, Del Potro, Alexander Zverev entre outros, fazendo-se sempre notar a ausência de Rafa Nadal, Murray ou Stan “The Man” Wawrinka – todos afastados devido a lesões.
Numa primeira semana com pouca emoção de uma forma geral, houve um nome a fazer sensação entre os demais: depois de levar de vencido o veterano russo Mikhail Youzhny em três duros sets, o (cada vez mais) imprevisível João Sousa fez o melhor jogo da sua época para, num terceiro set épico, vencer o número 5 do mundo Sascha Zverev (Sousa d. Zverev 7/5, 5/7, 6/4). João Sousa continua a mostrar que, quando tudo indica que o vimaranense está num péssimo momento de forma (Sousa vinha de 4 derrotas consecutivas em primeiras rondas frente a adversários bem mais modestos que o alemão), o português supera-se e é capaz de manter a consistência naquela sua cadência de direitas infernais. No entanto, o estado de graça do Português não durou mais do que dois encontros, graças à boa prestação do canadiano Milos Raonic que conseguiu reproduzir um bom ténis (algo que, nos últimos meses, não tem sido muito frequente) e acabou por confirmar que mesmo assim, o favoritismo tinha razão de existir e eliminou o português ao cabo de 3 sets bem disputados (Raonic d. Sousa 7/5, 4/6, 6/2).
O resto da semana acabou por ocorrer com maior ou menor naturalidade, com Roger Federer a passear pelos courts até à meia-final, e um super-Del Potro (tal como já tínhamos abordado no artigo da semana passada) a superar jogos difíceis frente a David Ferrer (tal como havia acontecido em Acapulco, na semana passada) e Philipp Kohlschreiber que obrigou o gigante de Tandil a disputar 3 sets, tal como o também argentino Leo Mayer. Mas com maior ou menor tranquilidade, Delpo e Federer eram mesmo os melhores em prova. Nas meias-finais, Roger Federer teve a derrota ao virar da esquina, num jogo frente ao mentalmente renovado jovem Borna Coric. O jovem croata de 21 anos apenas fez um torneio absolutamente espetacular, derrotando consecutivamente Bautista Agut, Taylor Fritz e o 8º do ranking Kevin Anderson. E só não juntou a esta lista o nome do Roger Federer porque… é Roger Federer. Num terceiro set atípico, cheio de breaks e surpresas, Coric cedeu quando servia para se manter no encontro, e o suíço “cheirou o sangue” e não perdoou, concluindo a partida com os parciais de 5/7, 6/4, 6/4. Já na conferência de imprensa, o próprio maestro helvético admitiu “Coric foi melhor hoje, eu deveria ter perdido” naquele que foi “o encontro mais difícil do ano”. Mal sabia Federer – que contava então com o melhor arranque de sempre de temporada com 21 vitórias em 21 encontros disputados até então – o que o esperava no Domingo.
Federer mostrou-se permanentemente zangado com o árbitro do encontro Fonte: BNP Paribas Open
Chegou o dia da Final e Juan Martin Del Potro parecia ser o underdog – como é qualquer jogador que defronte Roger Federer, ainda mais na final de um Masters 1000. A somar a esta condição “inevitável”, o argentino afirmou recentemente que “não há dia em que não sinta dores nos pulsos” – o seu “calcanhar de Aquiles”. Não obstante a Torre de Tandil afirmava-se confiante na véspera da Final e disse saber o que ter de fazer para derrotar Federer novamente (recorde-se que em 2009 Delpo venceu Federer para vencer o US Open bem como nos quartos-de-final do mesmo Grand Slam, no ano passado).
As expetativas eram elevadas para este 25º embate entre Federer e Del Potro e os artistas… não defraudaram os fãs. Num encontro épico, ao nível dos melhores embates de sempre entre estes dois craques, o nível raramente abrandou. Se no primeiro set foi um break solitário no 5º jogo a favor de Del Potro que acabou por ditar o 6/4 a favor do argentino, já no segundo set a história foi diferente. Foi um dos sets mais tensos dos últimos anos para Federer, polvilhado aqui e ali com bate-bocas entre o suíço e o árbitro Fergus Murphy e com um comportamento hostil por parte do público americano para com Del Potro (o fanatismo mundial por Federer mostrou novamente que não tem a mesma classe do suíço, de todo). Neste clima, os jogadores mantiveram o equilíbrio e o set desembocou num natural tie-break – e que tie-break que foi! O suíço adiantou-se no marcador e, com 6-5 no marcador a seu favor, o suíço disparou um primeiro serviço que Del Potro não controlou e o suíço festejou com o público. Cedo demais. O resultado do hawk-eye pedido pelo argentino deu bola fora do suíço – segundo serviço. O suíço não queria acreditar, e serviu a segunda bola que caiu quase um metro para lá dos limites. Tensão ao rubro em Indian Wells. Del Potro dispôs depois de um match-point e, com 8-8 no marcador, o suíço voltou a quebrar o serviço de Delpo fechando o segundo set com 10-8 no tie-break. O terceiro set foi mais do mesmo – ténis da mais alta qualidade para brindar os espetadores – e incerteza até ao final. O set decidiu-se mesmo num novo tie-break mas desta feita Del Potro entrou de forma explosiva adiantando-se por 5-0 no marcador e a partir daí foi uma questão de manter o seu serviço e vencer o seu primeiro troféu Masters 1000 da carreira, derrotando o detentor do título até então e colocando um ponto final na sua série invencível.
Juan Martin Del Potro foi o merecido vencedor Fonte: BNP Paribas Open
Del Potro surge hoje então na 6ª posição do ranking ATP, a sua melhor classificação desde Fevereiro de 2014 e, se os pulsos o permitirem, o argentino estará seguramente no top-4 no final do ano. Para já, vem aí o ATP Masters 1000 de Miami, será que Del Potro consegue estender a sua série de 11 vitórias consecutivas? Provavelmente, sim.
Na passada semana foi conhecida a convocatória de Fernando Santos, para os dois jogos amigáveis que se avizinham, frente ao Egipto e à Holanda. Nos 25 convocados constam cinco leões, Rui Patrício, Fábio Coentrão, William Carvalho, Bruno Fernandes e Gelson Martins.
Esta convocatória do selecionador nacional confirma mais uma vez o Sporting com mais jogadores da sua formação, nos 25 convocados. Além disso, o Sporting Clube de Portugal é o clube com mais atletas chamados à seleção.
Infelizmente, o lateral-esquerdo Fábio Coentrão foi dispensado dos trabalhos da seleção “A” devido a problemas físicos. O experiente lateral leonino, já conta com 52 internacionalizações e cinco golos pela equipa das quinas. Numa temporada em que é um dos titulares para Jorge Jesus, tem demonstrado toda a sua qualidade e com certeza que será um dos 23 convocados para o Mundial Rússia 2018.
Os campeões da Europa Rui Patrício e William Carvalho estão também a realizar uma grande temporada, com a camisola verde e branca. Rui Patrício é hoje um dos melhores guarda-redes do mundo, vale pontos e títulos. William Carvalho será novamente aposta de Fernando Santos para o meio-campo, um verdadeiro craque.
Os outros dois leões são claramente dois dos melhores talentos do futebol português, Bruno Fernandes e Gelson Martins. Ambos são fundamentais no Sporting, nomeadamente na sua manobra ofensiva, juntos já marcaram 25 golos esta temporada. Dois enormes talentos, que só podem ser duas certezas nos 23 escolhidos para o Mundial 2018.
Muitos atletas do Sporting estiveram nomeados para a gala Quinas de Ouro, que premeia os melhores do futebol, futsal e futebol de praia nacionais Fonte: Sporting Clube de Portugal
Por fim, há ainda um outro atleta que poderá dar o seu contibuto à seleção de Fernando Santos, André Pinto. Tendo em conta as praticamente certas chamadas e titularidades de Pepe e José Fonte, o defesa-central leonino poderá ser opção em detrimento de Bruno Alves ou Luís Neto. André Pinto, apesar de não ser titular indiscutível para Jorge Jesus, já realizou quinze jogos esta temporada, tendo dado uma boa resposta dentro das quatro linhas.
Estes são apenas os internacionais portugueeses, num plantel repleto de craques. O Sporting tem ainda Bas Dost ao serviço da Holanda, Marcos Acuña pela Argentina, Ristovski pela Macedónia, Bryan Ruíz pela Costa Rica, entre tantos outros, que habitualmente vestem as camisolas das suas respetivas seleções.
Tal como num jogo de Xadrez, num campeonato de futebol, são muitas as jogadas possíveis e possíveis caminhos para a vitória… chegou a hora de estudar as melhores jogadas e caminhos!!!
Jorge Jesus queixou-se do tempo… do tempo que não tinha para conseguir trabalhar os seus jogadores! Agora, vai ter esse tempo para alinhar ideias com aqueles jogadores que acabaram de chegar ou com os menos utilizados no plantel.
Esta paragem pode (e deve) trazer melhorias para a equipa orientada por J.J.
O treinador dos leões por norma faz sempre boas pontas finais de campeonatos e acredito que esta paragem chegou na melhor altura para o plantel leonino. Também é verdade que não vão estar todos os jogadores disponíveis (temos muitos ao serviço das suas selecções), mas chegou a oportunidade de se trabalharem jogadores como Wendel, Misic (que “acabaram” de chegar); Ruben Ribeiro e Montero (para entenderem melhor as ideias do treinador); Petrovic, Palhinha, Ristovski (serem alternativas “efectivas” ao onze titular); Rafael Leão (para poder procurar o seu lugar ao sol no plantel do Sporting).
Rafael Leão terá que ser aproveitado ao máximo nesta ponta final de campeonato para poder dar rotatividade e competitividade à equipa Fonte: Sporting Clube de Portugal
E aliado a isto, a recuperação física do plantel e criação de melhor fio de jogo. Vem aí uma ponta final infernal e todos serão necessários para as duras batalhas que se avizinham.
Jorge Jesus tem razão numa coisa, estamos na luta por todas as frentes e os nossos adversários não irão facilitar em momento algum. Mas não deve ficar o ónus no lado deles, mas sim no nosso. Não são eles que nos irão fazer a vida negra… somos nós que iremos correr mais, querer mais, jogar mais.
As poucas alterações que tivemos de significativas para o campeonato Moto GP de 2018, foi com a segurança que passou a ter a obrigatoriedade dos airbags, e com a regulamentação das bandeiras vermelhas, fazendo com que as corridas só serão reiniciadas se após uma interrupção os pilotos não tiverem completado ¾ da corrida, caso contrario o resultado da última volta será validado como definitivo.
Fonte: Moto GP
Com isto, a equipa da Honda Repsol com cinco títulos nos últimos seis anos, apresenta novamente o campeão Marc Márquez como principal favorito ao título e Dani Pedrosa como seu companheiro. A Ducati com Andrea Dovizioso a querer demonstrar que a luta o ano passado não foi mero acaso, e com Lorenzo a querer finalmente mostrar consistência. A Yamaha, com o eterno Valentino Rossi a mostrar sempre serviço e com Viñales sempre à espreita de algo mais. Sendo que este ano aposto novamente numa época muito boa de Johann Zarco, Petrucci e Iannone.
Com isto, Dovizioso abre o ano com uma vitória, saído vitorioso de uma batalha com Márquez. Ou seja, mais do mesmo, mudou o ano mas continua a batalha entre os dois. Depois de uma pole position fantástica de Zarco em que bateu o recorde da pista que pertencia a Lorenzo desde 2008, e de fazer uma primeira parte de corrida bastante boa, não aguentou o ritmo e foi ultrapassado a cinco voltas do fim por Dovizioso e Márquez, acabando mesmo a corrida em 8.º lugar, ao que parece nada confortável com a escolha dos pneus.
Fonte: Moto GP
Nos momentos finais, Márquez ainda tentou uma ultrapassagem a Dovizioso mas com a Ducati a ser sempre mais rápida na recta da meta, foi praticamente impossível manter a liderança deixando mesmo a vitoria para o italiano. O que perfaz a terceira vitoria na disputa sobre Márquez, 3-0.
Rossi, manteve o ritmo ao longo da corrida e ficou com o terceiro lugar, à frente de Crutchlow e Petrucci que termina o top5.
Fonte: Moto GP
Temos campeonato Moto GP, temos candidatos, temos corridas frenéticas, e ainda bem.
Para a final da Taça de Portugal de Basquetebol, partia como claro favorito o Benfica, que depois de eliminar o FC Porto num jogo equilibradíssimo, havia trucidado o Terceira Basket para confirmar a sua primeira final com José Ricardo ao comando. Mas, já se sabe, final é final e tudo pode acontecer e certamente que acreditavam nisso os homens do Illiabum que para alcançar a sua primeira final em 26 anos tinham passado por uma convincente vitória sobre o CAB Madeira e uma reviravolta contra o Galitos Barreiro só confirmada já no prolongamento.
Com as bancadas cheias de adeptos de parte a parte, a equipa de Ílhavo deixou que o sonho comandasse a sua entrada em campo e, logo nos primeiros minutos, encostou o Benfica às cordas e, antes que os encarnados fizessem sequer o seu primeiro ponto, construiu uma vantagem de nove pontos. Rapidamente se reagiu no banco e José Ricardo pediu o desconto de tempo. A partir daí, o jogo equilibra mais e há uma maior troca de pontos, mas em vez da esperada recuperação das águias, é o Illiabum que continuam a aumentar a vantagem e dobra o resultado (24-12) e não para, continuando até ao parcial de 34-18.
O segundo quarto voltou a ter uma entrada mais forte do Illiabum, que não abrandava e rapidamente se colocou com uma vantagem acima dos 20 pontos. Nos instantes finais o Benfica começa a anular o adversário e consegue colocar a diferença abaixo das duas dezenas, mas 5 pontos de rajada nos segundos finais voltam a dar conforto aos de Ílhavo que vão para o intervalo com um saudável 55-33.
Carlos Andrade tentou liderar a equipa, embora sem sucesso Fonte: Bola na Rede
Com o jogo a entrar na segunda metade nota-se o nervosismo e a tensão de parte a parte. Os jogadores do Illiabum começam a acreditar que é mesmo possível e jogam bem em equipa, dando tudo para alcançar o sonho e o Benfica começa a parecer desesperado com mostram as reações quando vê dois pontos serem invalidados a Pitts por falta técnica. O problema é que há uma razão para certas equipas serem chamadas de grandes e o Benfica se inserir nesse lote. Com um Soares endiabrado, os encarnados finalmente tomam conta da partida e, depois de uma bela troca de afundanços, começam a cortar na diferença. O Illiabum tenta aguentar como pode, mas a pressão aumenta e a vantagem vai caindo bocadinho a bocadinho até chegar aos 8 pontos com que termina o quarto da recuperação benfiquista, 71-63.
Puxados pelos adeptos, todos acreditam que podem levar para casa o troféu, mas com apenas um quarto pela frente está a chegar o tempo da decisão. Há equilíbrio nos primeiros momentos, mas nota-se a crescente do Benfica que vai aproveitando os erros do opositor para se chegar mais perto e colocar-se a meros 5 pontos da liderança. Nota-se a dificuldade do Illiabum em manter a compostura sob tanta pressão e de aguentar a exigência física da partida, mas a vontade é tanta que arranja maneira não deixar descansar o Benfica e aproveitar-se dos erros de quem ainda corre atrás de um jogo que lhe devia ser de feição para voltar a subir no marcador. Chega até aos 12 pontos na frente e começa também a aproveitar o implacável andamento do relógio para se demorar o mais possível e tirar ao adversário o tempo tão precioso para dar a volta. E não deu mesmo para mudar o destino traçado desde o primeiro momento do jogo.
O Illiabum, numa exibição soberba como equipa, agarrou a vantagem desde o primeiro instante e, à equipa grande, fez o jogo todo na frente, e aguentou tudo o que o Benfica tentou para causar surpresa no Pavilhão da Universidade do Minho e vencer a Taça de Portugal por 91-83. Uma tarde emocionante e com um lindo espetáculo na quadra e nas bancadas para culminar um fim-de-semana de bom basquetebol nacional.
Na passada sexta-feira ficámos a saber que jogos teremos para os quartos de final da Liga dos Campeões. O sorteio sorriu claramente ao grandes da Europa sendo que apenas o Real Madrid se pode queixar de alguma falta de sorte pois terá pela frente a Vecchia Senhora, finalista vencida da edição anterior.
Nesta fase da competição não existem jogos fáceis e por isso qualquer um pode e deve ambicionar chegar a Kiev e conquistar a mais prestigiada prova de futebol de clubes.
Entre o sonho de alguns e a obrigação de outros iremos ter com certeza jogos emocionantes e equilibrados mesmo nos encontros do Sevilha e da Roma a tarefa para os seus adversários está longe de ser facilitada.
São as nossas cores, o nosso símbolo, o nosso amor. Falamos de quê? Provavelmente veio-te à cabeça a imagem do teu clube, mas não é disso que falamos. É sim do orgulho universitário, do nome que cada estudante carrega no peito em todos os dias de estudo. Mas e se pudéssemos transportar esse orgulho académico para outro universo e o misturássemos com o amor ao clube de que falámos? É possível. Tão possível que está mesmo aí e tu podes fazer parte disso: as Fases Finais dos Campeonatos Universitários de Lisboa 17/18, organizadas pela ADESL, estão mesmo aí e queremos que não percas nada. Por isso, eis o “Guia BnR: Tudo sobre as Fases Finais dos Campeonatos Universitários de Lisboa”, para que não te falte nada. Boa sorte e bons jogos para a tua equipa!
A 22ª edição da Major League Soccer já começou no início deste mês e ambas as conferências do futebol norte-americano já mexem nas emoções sempre espetaculares de uma competição multimilionariamente brilhante!
Em 2017, o Toronto FC de Jozy Altidore e Sebastian Giovinco tornou-se a primeira equipa canadiana a vencer a MLS, mas o emblema campeão em título não começou da melhor forma este ano, pois o Columbus Crew do nosso Pedro Santos derrotou, em pleno BMO Field, os canadianos, por 2-0, logo na primeira jornada e este sábado voltaram a perder, fora, com o Impact Montréal (1-0). Contudo, o Toronto FC está nas ‘meias’ da Liga dos Campeões da CONCACAF.
Para 2018, outro elemento muito interessante incrementado na Major League Soccer é o investimento em talento jovem, como são os casos de Ezequiel Barco, de 18 anos, do Independiente para o Atlanta United, Diego Rossi, 20 anos, do Penãrol para o Los Angeles FC, Josué Colman, 19 anos, do Cerro Porteño para o Orlando City, Kaku, 23 anos, do Huracán para o New York Red Bulls, Santiago Mosquera, de 23 anos, do Millonarios para o FC Dallas ou Jesús Medina, 20 anos, do Libertad para o New York City FC. Desta forma, a MLS também mostra ter uma predileção especial pelo mercado da América do Sul.
O New York City FC, falando da conferência Este, começou o campeonato com um registo 100% vitorioso, três vitórias em três jogos e procura chegar a um título nunca antes conquistado, fazendo-se valer da sua maior estrela e melhor marcador da edição anterior, o internacional espanhol David Villa, e, no banco de suplentes, esperam que faça a diferença a experiência futebolística do jovem treinador Patrick Vieira.
Aos 36 anos, David Villa começa a sua quarta época ao serviço do New York City FC. Ainda não conseguiu erguer a desejada MLS… Fonte: New York City FC
Atenção também, na conferência Este, ao Atlanta United treinado pelo reconhecido técnico argentino, Tata Martino, que nesta última jornada goleou o Vancouver Whitecaps por 4-1 com um ‘hattrick’ do ponta-de-lança venezuelano, Josef Martínez.
Por fim, uma coisa é certa. Em 22 edições da prova, já houve 13 vencedores diferentes e o clube que mais vezes levantou o troféu – LA Galaxy por cinco ocasiões – foi o último classificado da fase regular da conferência Oeste que é este ano liderada pelo vizinho LA FC.
A MLS continua a ser destino apetecível para muitos e muitos pelo ‘bling bling’ do ‘dollar dollar’, mas a competição está cada vez mais adulta e com olhos visionários de formação futebolística. Ainda bem…Para a saúde do ‘soccer’!