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Cuidado Jesus, eles já sabem!!

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Muito se tem falado do momento menos bom da equipa de futebol do Sporting, e o facto de estarem a jogar menos bonito e bem. Eu acho, no entanto, que o problema não está tanto no facto de o Sporting estar a jogar menos, mas de os adversários terem mudado a forma de nos enfrentar.

De há uns tempos para cá, temos visto todas as equipas que nos enfrentam, e as que têm jogadores com essa capacidade (e por isso resulta melhor com uns que com outros) a pressionar a nossa saída de bola bem alto. Vemos pressão alta em William Carvalho e nos dois centrais, obrigando o Sporting a jogar nos laterais ou a colocar a bola na frente, conseguindo assim retirar qualidade no nosso jogo de meio campo, onde temos os jogadores mais evoluídos técnica e tacticamente.

William Carvalho é o primeiro ponto de pressão dos adversários Fonte: Sporting CP
William Carvalho é o primeiro ponto de pressão dos adversários
Fonte: Sporting CP

Ao obrigarem o Sporting a jogar na frente, retiram do jogo Bruno Fernandes, a quem todos reconhecem qualidade superior, mas que não consegue aguentar um jogo mais físico e de contacto. Retira também as alterações de flanco que William consegue fazer quando tem espaço, obrigando assim os adversários a desgastar-se e desposicionar-se. Com isso, obrigam ainda os laterais a subir mais, passando o jogo em constantes subidas e descidas do corredor, correndo maiores riscos de bolas nas costas, e os centrais a tentarem sair a jogar, perdendo depois a bola em zonas mais subidas.

Essa pressão obriga depois, muitas vezes, Bruno Fernandes a ter que descer para tentar pegar no jogo, deixando menos gente na frente, com Bas Dost entregue aos dois centrais e algumas vezes também ao médio defensivo. Isto desgasta o Bruno, retira-o das zonas de finalização, e quando lá chega vai já muito desgastado, como se tem visto ultimamente, que já nem força nos remates consegue imprimir. Cria-se também o problema de Bas Dost ter que ser muito bom no domínio das bolas bombeadas, para poder segurar e esperar pelos companheiros, algo em que cada vez está melhor.

Ou seja, Bas Dost ainda consegue disfarçar esta dificuldade em sair com jogo jogado de trás, levantando-se maiores problemas quando o holandês não está. E vê-se agora que Doumbia não é muito bom tecnicamente, seja a segurar ou a correr com a bola, destacando-se apenas com bolas lançadas no espaço. Já Montero, apesar da enorme qualidade técnica, está sem ritmo, chegando atrasado a todas as bolas. E como vamos ter que jogar com os que temos até ao fim, e não tendo nenhum jogador parecido com Bas Dost no plantel, porque não chamar Rafael Leão enquanto o holandês não volta, e os outros dois não recuperam ritmo? Tem qualidade técnica e é forte fisicamente. Podem dizer que é novo, no entanto, se precisamos dele agora, é agora que deve jogar.

A Jóia da Coroa Leonina dá (mais) “cartas” na Europa!

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No passado Domingo, o Atletismo do Sporting Clube de Portugal demonstrou mais uma vez porque razão é a Modalidade mais ganhadora do Clube, com mais de duzentos títulos colectivos conquistados, e um dos maiores motivos da projecção europeia leonina! Com grandes valores individuais e colectivos bastante cooperativos e solidários, Leões e Leoas alcançaram os ceptros europeus, atingindo vários marcos históricos de relevo! Depois da Taça dos Clubes Campeões Europeus de Pista conquistado pela equipa feminina de 2016 em Mersin, na Turquia, foi a vez dos êxitos internacionais surgirem nas provas de Crosse!

Começando pelas Senhoras, êxito inédito protagonizado por Jéssica Augusto, Sara Moreira, Inês Monteiro, Svetlana Kudelich (a atleta bielorrussa é especialista nos três mil metros obstáculos), Catarina Ribeiro e Carla Salomé Rocha! As seis atletas verde e brancas classificaram-se nos doze primeiros lugares, somando assim um total de 22 pontos, contra os 31 das espanholas do Bilbao Atletismo Santutxo – nas provas de crosse a classificação é obtida pelo somatório da posição de cada atleta (primeiro classificado=um ponto; segundo classificado= dois pontos e por aí em diante), pelo que a ordenação classificativa é descendente, ou seja a equipa que tiver menos pontos é a vencedora. Este era o único título europeu de Atletismo que faltava ao palmarés do Sporting Clube de Portugal que se torna, assim, no único Clube a já ter vencido as quatro provas do Velho Continente: Taças dos Clubes Campeões Europeus de Pista, masculino e feminino, e Taças dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato, masculino e feminino!

Leoas inéditas conquistam único título Europeu que faltava ao Atletismo do Sporting Clube de Portugal Fonte: Sporting Clube de Portugal
Leoas inéditas conquistam único título Europeu que faltava ao Atletismo do Sporting Clube de Portugal
Fonte: Sporting Clube de Portugal

No sector Masculino os autores do êxito foram o queniano Davis Kiplangat, Campeão Europeu individual, Rui Pedro Silva (sexto classificado), Rui Teixeira (sétimo classificado) e Licínio Pimentel (décimo primeiro classificado), sendo ainda de mencionar os outros dois atletas leoninos Bruno Albuquerque (vigésimo classificado) e Alberto Paulo (não terminou a corrida), que mesmo não contando para a classificação final (para efeitos de classificação colectiva apenas são contabilizadas as posições dos quatro atletas melhores classificados de cada colectivo), foram determinantes para a concretização da estratégia da equipa! Os Leões somaram assim 25 pontos, contra os 40 averbados pelos belgas do Olympic Essenbeek Halle. Com este triunfo, o Sporting Clube de Portugal reforça o estatuto de recordista da prova, agora com quinze títulos conquistados (o penúltimo havia sido em 1994)!

O duplo êxito Europeu permite ao Sporting Clube de Portugal reforçar o status de terceiro Clube com mais Taças europeias conquistadas, apenas atrás de Barcelona e Real Madrid. Neste momento são 27 troféus, conquistados em quatro modalidades distintas:

  • Andebol [2] – Taça Challenge (2)
  • Atletismo [18] – Taça dos Clubes Campeões Europeus de Pista masculino (1); Taça dos Clubes Campeões Europeus de Pista feminino (1); Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato masculino (15); Taça dos Clubes Campeões Europeus de Corta-Mato feminino (1)
  • Futebol [1] – Taça das Taças (1)
  • Hóquei em Patins [6] – Taça dos Clubes Campeões Europeus (1); Taça CERS (2); Taça das Taças (3)
Leões vencem 15.ª Taça dos Clubes Campeões Europeus do seu Palmarés Fonte: Sporting Clube de Portugal
Leões vencem 15.ª Taça dos Clubes Campeões Europeus do seu Palmarés
Fonte: Sporting Clube de Portugal

Começa assim da melhor forma a época para o Atletismo do Sporting Clube de Portugal que, depois da conquista do Campeonato Nacional de Estrada nos dois géneros, soma agora nova conquista dupla, desta feita na Europa do Corta-Mato! Seguem-se duas provas no Expocentro, em Pombal: os Campeonatos de Portugal de Pista Coberta, prova de cariz individual, e o Campeonato Nacional de Clubes, onde o Clube de Alvalade procurará defender o título em ambos os sectores.

Foto de Capa: Federação Portuguesa de Atletismo

Valencia CF 0-2 FC Barcelona: Mais uma taça a caminho?

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Cabeçalho Liga Espanhola

Naquela que foi uma noite de decisões em Valência, no Estádio Mestalla, a equipa da casa recebeu o Barcelona, na segunda mão da Taça de Espanha, ainda sonhando com a presença na final. Tanto o técnico da casa, Marcelino Toral, como Ernesto Valverde não procederam a muitas alterações nos XI’s iniciais em relação ao encontro da primeira mão, no qual os blaugrana venceram por 1-0.

Ao longo de toda a partida assistimos a um grande poderio na posse de bola por parte do Barcelona, como aliás já é hábito no clube da Catalunha. Contudo, na primeira parte, este controlo de jogo não se traduziu em muitas oportunidades de golo ou numa grande superioridade visto que, no fim de contas, o número de oportunidades foi igual. Uma para cada lado, Messi e Rodrigo aos 9 e 14 minutos, respetivamente. A equipa do Barcelona só conseguiu chegar junto da baliza de Domenech por intermédio de Messi, na cobrança de um livre “que era bem à sua medida”, ao qual o guardião espanhol correspondeu com uma bela defesa. Naquele que foi o último lance de perigo do primeiro tempo e, sem dúvida, o mais perigoso, o Valência esteve perto de empatar a eliminatória através de um magnifico cabeceamento de Rodrigo, que a passe da Gaya, enviou a bola à barra.

Até ao final o jogo esteve bastante dividido com a equipa do Valência a inviabilizar o temível poder ofensivo do adversário e, com isso, chegávamos ao intervalo com tudo em aberto.

A história do segundo tempo é simples de se contar; o Barcelona entra da melhor forma ao chegar ao golo por Coutinho, naquele que foi o primeiro golo do brasileiro com a camisola blaugrana. A partir daí, como seria de expectar, Toral incute a ideia de “colocar a carne toda no assador” ao saber que precisava de 3 golos para seguir em frente na competição, o que despoletou um jogo mais aberto, mais rápido, com alguns momentos de parada e resposta, o que foi perfeito para o Barcelona, que com a equipa fortíssima que tem, assim como individualidades de classe mundial, ficava cada vez mais próximo de matar o jogo, dado o maior atrevimento ofensivo dos ches’s .

Surgiram algumas oportunidades de parte a parte, com destaque para uma extraordinária defesa de Cilessen como resposta a uma grande jogada de envolvimento do Valência, naquele que foi o melhor momento futebolístico do jogo.

A verdade é que elas contam lá dentro e a eficácia hoje reinou. O Barcelona, após largos minutos sem fazer uma jogada de perigo, coloca termo ao jogo aos 82 minutos ao aproveitar um erro individual de Gabriel Paulista que resultou num remate exemplar de Rakitic.

O resultado é justo e não merece contestação, pois o Valência conseguiu disputar o jogo mas nunca esteve perto de sair vencedor da eliminatória ao cometer alguns erros que, contra o Barcelona, revelaram-se fatais. Os comandados de Ernesto Valverde vão defrontar na final a equipa do Sevilha e ambicionam conquistar, pela quarta vez consecutiva, a Taça do Rei.

 Foto de capa: FC Barcelona

Portugal 3-2 Rússia: Oito anos depois, estamos na final outra vez!

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Cabeçalho modalidadesO jogo começou como o anterior, frente ao Azerbaijão, isto é, com a vantagem russa nos primeiros minutos do encontro, com um golo do pivot Éder Lima, que não perdoou um erro da equipa nacional na construção de um ataque. Foi uma rápida jogada de contra-ataque conduzida pelo jogador do SL Benfica, Robinho, que ofereceu o golo a um dos melhores jogadores do mundo.

Obviamente que a reação portuguesa não foi tão produtiva como no jogo anterior, até porque a Rússia tem uma qualidade no seu plantel completamente diferente da equipa que afastámos nos quartos-de-final. Mesmo assim, a nossa primeira parte foi bem conseguida, faltando apenas o tento para premia. Houve várias vezes em que conseguimos furar a defesa russa e aparecermos em zona de finalização, através de Tiago Brito ou Pedro Cary, só que o guardião adversário teve muito mérito na forma como “fechou” a baliza perante as nossas investidas nos minutos finais da primeira metade.

O resultado ao intervalo (1-0) refletia aquilo que foi a superioridade russa durante a maior parte do tempo, com algumas sérias ameaças da equipa portuguesa nos minutos finais. A partir desta altura partimos para os últimos 20 minutos a precisar de realizar uma parte fantástica para anular a desvantagem no marcador e foi precisamente isso que aconteceu, mas já lá iremos. Na segunda parte entrámos com a confiança necessária para inverter o rumo dos acontecimentos, com a confiança plena de que o tão desejado golo do empate ia surgir, mais cedo ou mais tarde.

Demorou um pouco, mas finalmente ao minuto 31 os portugueses presentes na Stozice Arena, em Ljubljana puderam fazer a festa, eles que mais uma vez foram sublimes na forma como catapultaram os nossos jogadores rumo à vitória.

Bruno Coelho marcou o terceiro golo de Portugal, aproveitando a baliza deserta dos russos Fonte: UEFA
Bruno Coelho marcou o terceiro golo de Portugal, aproveitando a baliza deserta dos russos
Fonte: UEFA

O jogador do Benfica não se ficou por aqui, uma vez que ao minuto 36 voltaria a fazer o gosto ao pé, num remate muito forte e colocado, sem qualquer hipótese de defesa. O último minuto foi de loucos, pois Bruno Coelho aproveitou a baliza deserta para atirar a contar e fazer o 3-1, que parecia resolver o jogo a nosso favor.Só que no futsal todos os segundos contam e a cerca de 49 segundos do fim Éder Lima bisou e devolveu a esperança aos russos. Com esta nova vida, a equipa do leste europeu tudo tentou para evitar a derrota, mas o cronómetro chegou ao fim e o resultado não mais se alterou.

Com esta grande vitória, Portugal chega a uma final de um Campeonato Europeu pela segunda vez na sua história, depois da edição de 2010 na Hungria. Aguardamos adversário, uma vez que a Espanha e o Cazaquistão ainda vão jogar a outra meia-final mais logo, a partir das 20 horas portuguesas.

Os 10 melhores sul-americanos que passaram pelo FC Porto

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10.

Fonte: FC Porto
Fonte: FC Porto

 

Derlei – A figura mítica que alinhou nos três grandes portugueses. Esteve no FC Porto duas épocas e meia e apontou 39 golos. Conquistou dois campeonatos, uma taça UEFA, uma Liga dos Campeões e uma Taça Intercontinental.

Reforços de Futuro

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Esta semana venho com uma e uma só intenção: ajudar o Benfica. Sim, numa altura em que o clube não atravessa uma boa fase e as exibições da equipa são inconstantes é meu dever, como benfiquista dedicado, colocar-me ao serviço do clube. Não, não iriei falar da situação legal, mas sim daquilo que me parecem ser os reforços necessários para a próxima temporada.

Tendo em conta a atual política do clube (receber muito, não ter a certeza de quanto é que foi recebido devido aos negócios com agentes e gastar pouco) encontrei umas quantas soluções dentro do nosso mercado que me parecem ser de mais-valia para o Benfica.

Comecemos pela baliza. Charles. Guarda-redes do Marítimo que está a realizar uma excelente época ao serviço dos insulares. É verdade que Bruno Varela está a melhorar e que Svilar é um miúdo com futuro, mas não chega. É preciso alguém que transmita segurança e dê uns ares de Ederson. Charles tem isso. Calma, isto não é nenhuma barbaridade. O brasileiro é provavelmente dos guardiões com mais eficácia esta temporada. A cumprir a terceira temporada no nosso campeonato, Charles tem escola no Cruzeiro e no Vasco antes de chegar à Madeira. Dada a capacidade financeira, existente ou inexistente, do Benfica, acredito que por um bom preço possa ser adquirido.

Para a defesa prevejo que sejam necessários dois reforços, um central e um lateral-esquerdo. Para o lado esquerdo Diego Carlos. Este brasileiro foi para França representar o Nantes depois de uma época de estreia o serviço de Sérgio Conceição onde realizou 42 jogos.

Diego Carlos poderá ser uma boa solução para o lado Fonte: FC Nantes
Diego Carlos poderá ser uma boa solução para o lado esquerdo da defensiva encarnada
Fonte: FC Nantes

Esta temporada com Rainieri no comando técnico soma 22 partidas e 2 golos. É regular, consistente e uma das peças daquela que vai sendo uma das revelações na Ligue 1. Também com formação carioca, Diego Carlos tem como ponto a seu favor o facto de conhecer o nosso campeonato. Dada a profundidade e boa capacidade de recuperação, é bom no capítulo defensivo e ofensivo. Não é Grimaldo, mas pode vir a ser.

Zona central é sinónima de Raúl Silva, central que esta temporada tem estado ao serviço de Abel Ferreira no SC Braga. Antes que o digam, não, não estou a formar uma espécie de linha C da selecção brasileira. A verdade é que Raúl Silva, com 28 anos, é perfeito para um Benfica que procura ter uma dupla ao nível de Luisão e David Luiz. Até ver já conta com 7 golos feitos esta temporada, logo, é o clássico central com veia goleadora. Com o crescimento que Rúben Dias tem tido, uma parceria com este brasileiro seria benéfica para o Benfica. Agora, ao contrário de anteriores negócios com o Braga, este não pode custar 15 milhões e ficar no banco.

Um guia para a trade deadline

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Cabeçalho modalidadesEsta época o prazo para as equipas efetuarem trocas surge mais cedo, procurando afastar este do fim de semana do all-star. Assim, depois das 15 horas correspondentes à costa leste americana de quinta-feira, 8 de fevereiro, as manobras em busca de melhores resultados no presente ou de algo melhor para o futuro encontram o seu fim.

Mas, de forma sincera, o que espera desta data limite este ano? Já fomos abalados com a troca de Blake Griffin para os Detroit Pistons e a prova que a lealdade no desporto não passa de meras palavras. Por outro, o ruído em volta de possíveis trades tem sido particularmente intenso esta temporada. Ainda assim, existem alguns pontos de partida para o que pode acontecer até ao fecho do mercado de basquetebol americano. Em primeiro lugar, os Cleveland Cavaliers. Será que a equipa de LeBron James faz alguma manobra relevante? Até que ponto mantém a pick dos Nets procurando salvaguardar um possível futuro sem James após o verão ou, tentados a obter resultados imediatos usam esta como moeda de troca? E J.R. Smith, Isaiah Thomas e Kevin Love? Até que ponto estão seguros no roster de Cleveland? Os Cavaliers são provavelmente a equipa onde surgem mais dúvidas sobre o que se irá passar até quinta-feira.

E em Los Angeles, o que fazem os Clippers? Já trocaram Blake Griffin, avançam para uma reconstrução total do seu plantel? Se assim for, nomes como DeAndre Jordan e Lou Williams, igualmente como o recém-chegado Avery Braddley são elementos importantes e com bastante mercado. Equipas como os Trail-Blazers, os Wizards e os Bucks já olharam várias vezes quer para Jordan como para Williams, e os próprios Cavs podem avançar para uma blockbuster trade. No caso de Braddley, os Thunder procuram um substituto para o lesionado Andre Robertson, sendo o excelente defensor dos Clippers uma opção bastante viável.

Que caminhos seguem os disfuncionais Cleveland Cavaliers? Fonte: NBA
Que caminhos seguem os disfuncionais Cleveland Cavaliers?
Fonte: NBA

Na divisão do Atlântico, surgem igualmente questões à medida que o prazo para trocas se aproxima do fim. O que vão fazer os Boston Celtics? A equipa lidera a conferência mesmo sem Gordon Hayward, que apenas cumpriu alguns minutos nesta temporada antes da grave lesão. Ainda há poucos dias, aproveitaram o buyout que os Suns acordaram com Greg Monroe e assinaram com o poste por uma temporada. A equipa fica mais forte, ganha capacidade de ressalto e pontos vindos do banco, mas ainda há espaço para por exemplo Tyreke Evans. Muito falhado em possíveis trocas, o elemento dos Memphis Grizzlies seriam uma mais-valia para a equipa de Brad Stevens, fortalecendo ainda mais a segunda unidade e procurando garantir a presença nas finais da NBA.

E os rivais Knicks, o que vão fazer? É cada vez mais uma realidade que a equipa não tem argumentos para chegar aos playoffs portanto, seguir o caminho para se tornar uma equipa vendedora e garantir futuras picks e liberdade salarial seria o caminho correto a seguir. Assim, nomes como Courtney Lee, Kyle O’Quinn, Lance Thomas, Jarrett Jack, Michael Beasley e mesmo o jovem Willy Hernangómez podem ser trocados até quinta-feira. Se a equipa se tornar vendedora, o próprio Kanter pode não estar a salvo. Tudo em Nova Iorque pode ser trocado, tirando os nomes de Frank Ntilikina, Tim Hardaway Jr, e a estrela Kristaps Porzingis. Os Knicks ainda têm o grave problema com Joakim Noah, afastadado da equipa depois de um alegado conflito com Jeff Hornacek e uma vontade clara dos Knicks em trocar o center francês, que tem um elevado salário e ainda alguns anos de contrato. Futuras picks podem ter sacrificadas em busca de uma nova casa para Noah.

Até quinta-feira tudo pode acontecer, até mesmo nada disto se concretizar e a montanha parir um rato. Vamos esperar que não e que a trade deadline seja extasiante.

Foto de Capa: NBA

Os 5 melhores da Primeira Liga: Laterais-Esquerdos

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Cabeçalho Futebol Nacional

Terminada a primeira volta, o campeonato aproxima-se a passos largos da reta final onde todas as equipas vão definir a sua classificação.

Sendo certo que nem todas as equipas da Primeira Liga lutam pelos mesmos objetivos e, sobretudo, dispõem dos mesmos orçamentos, o Bola na Rede vai, ao longo das próximas semanas, elaborar um top 5 para cada posição, procurando destacar as figuras do nosso campeonato.

Para o efeito, foram consideradas as qualidades individuais de todos os jogadores da Primeira Liga, mas também o seu tempo de jogo e, sobretudo, o desempenho até ao momento e a forma como contribuíram para o sucesso das suas equipas.

Depois dos guarda-redes, chegou a vez de vermos qual o top 5 de melhores laterais-esquerdos

Carta Aberta a: Bruno de Carvalho

carta aberta cabPresidente Bruno de Carvalho,

Começamos esta carta com um toque de rock’n roll. Um dia, após um encontro com os Rolling Stones, banda de culto, o conhecido artista português João Pedro Pais comentou, com sentido de humor, com Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, “é curioso como este momento foi tão importante para nós… e eles já se esqueceram!”. Sentimos o mesmo quando, após a apresentação da sua segunda candidatura a Presidente do nosso Sporting Clube de Portugal, no Alvaláxia, lhe desejámos a nossa força porque acreditávamos, e acreditamos, convictamente que poderia ser o Homem certo para este cargo.

E, de facto, após vencer as eleições, revelou ser o homem que o Sporting precisava, após os dois anos de presidência de Godinho Lopes, o desfecho de um período absolutamente negro para o clube.

Não foi, portanto, difícil que todos nós, sportinguistas, víssemos em si a solução para tudo aquilo que estava a acontecer. Um homem determinado, sem medos, com objectivos bem definidos, extremamente apaixonado pelo clube e que tinha uma só prioridade, em torno da qual girariam todas as suas acções: o Sporting Clube de Portugal! E era só isto que precisávamos na altura, alguém que nos devolvesse a esperança, que, apesar de característica de um sportinguista, começava a esmorecer, a confiança, o orgulho, a liderança.

Bruno de Carvalho influencia todos com o seu amor pelo clube Fonte: Facebook de Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho influencia todos com o seu amor pelo clube
Fonte: Bruno de Carvalho

Durante os últimos anos, o Presidente, com o apoio dos sócios, assumiu a responsabilidade e comprometeu-se a devolver-nos o Sporting. E foi isso que fez! Criou a Sporting TV, possibilitou a materialização do sonho do Pavilhão João Rocha, aumentou o número de modalidades de 35 para 55, conquistámos vários títulos que nos enchem de alegria e orgulho no ecletismo do clube, começou uma reestruturação financeira e uma gestão que muito contribuíram para tudo o resto, deixou de permitir que jogadores de qualidade saíssem a preço de saldo, fez renascer a força do leão, o respeito dos adversários por um clube que se voltou a afirmar como candidato ao título, lutou incansavelmente pelo VAR, entre tantas outras coisas.

Sim, Presidente, nenhum sportinguista tem memória curta e todos reconhecem que, se hoje o Sporting está como está, muito a si o devemos! E todos valorizam aquilo que fez pelo clube, trouxe-nos a base para sonharmos alto, à altura do Sporting Clube de Portugal, é um presidente e um líder apaixonado e extremamente presente, o que, a princípio, nos parecia perfeito.

O Sporting voltou a ser um clube respeitado. O Sporting voltou a ser um clube eclético. O Sporting voltou a ser um clube vencedor. O Sporting voltou a ser Sporting, um clube tão grande como os maiores da Europa. Haverá cenário mais animador?

Temos a certeza que já o fez muitas vezes, mas oiça a força dos adeptos a cantar O Mundo Sabe Que no estádio ou no pavilhão. Essa força, alicerçada numa esperança de quebrar a sina de mais de uma década e sermos campeões, há uns anos era menor: aumentou também graças a si, Presidente!

O que não perder nos Jogos Olímpicos 2018

Cabeçalho modalidadesAs Olimpíadas de Inverno 2018 em PyeongChang, na Coreia do Sul, estão aí à porta e há certas provas que não vais querer perder. Estes são os grandes destaques do certame e, de veteranos em busca de redenção a novos talentos que tentam quebrar ciclos de domínio, prometem fazer as delícias dos amantes do desporto.

Após anos conturbados com lesões que a fizeram perder Sochi 2014, a figura maior do ski alpino, Lindsey Vonn, está de volta aos bons resultados. Apesar de o seu grande foco ser bater o recorde mais vitórias em provas da Taça do Mundo, leva 81 e está a apenas 5 do número histórico de Ingemar Stenmark, a americana tem-se mostrado em forma e é uma forte candidata a, oito anos depois, voltar a conquistar o Ouro olímpico.

No hockey no gelo, o grande destaque é a ausência de atletas da NHL, já que os russos poderão competir beneficiando do estatuto especial criado pelo Comité Olímpico Internacional (IOC). Assim, espera-se uma competição bem mais equilibrada e propícia a algumas surpresas, dando às seleções europeias maiores possibilidades de lutar pela vitória.

Já no biatlo, há um claro favorito à partida, Martin Fourcade que tem dominado a modalidade nos últimos sete anos. Anton Shipulin, um dos poucos que lhe vai conseguindo fazer frente, foi um dos russos impedidos de participar e, por isso, fica nos ombros do jovem Johannes Thingnes Bo a responsabilidade de rivalizar com o francês, num duelo que será um prelúdio da luta pelo trono da modalidade para os próximos anos.

Stina Nilsson quer afirmar-se como a grande figura do cross country feminino Fonte: FIS
Stina Nilsson quer afirmar-se como a grande figura do cross country feminino
Fonte: FIS

O ski cross country é outra modalidade afetada pela falta de alguns dos campeões russos, neste caso pela ausência de Evgeny Ustyugov, triplo medalhado olímpico. O jovem prodígio Johannes Hosflot Klebo vai estrear-se nos Olímpicos com o favoritismo de liderar a Taça do Mundo, mas com veteranos como Dario Cologna e Martin Sundby à espreita de uma oportunidade para voltar a alcançar as medalhas. No lado feminino, deverá ser uma luta das esquiadores do norte da Europa, com a norueguesa Heidi Weng, a melhor dos últimos anos, a enfrentar como principal concorrência uma dupla sueca. A veterana Charlotte Kalla, que já conta dois ouros e três pratas em Olímpiadas anteriores e a jovem Stina Nilsson que tem tido uma preparação para os Jogos bastante pragmática e que já lhe rendeu três provas da Taça do Mundo esta época.

Nos saltos de ski masculino tem havido um grande equilíbrio durante a época. Kamil Stoch dominou o Torneio dos 4 Trampolins e chega às Olímpiadas como líder da Taça do Mundo, mas os candidatos às medalhas são mais que muitos e até o veterano e quatro vezes medalhado de ouro Simon Ammann, que está na fase descendente da carreira, voltou recentemente aos podiuns em provas da Taça do Mundo com um terceiro lugar em Tauplitz. No lado feminino, Maren Lundby tem sido dominadora esta temporada, em contraste com Sara Takanashi que ainda não venceu nenhuma prova da Taça do Mundo e tem tido desempenhos mais modestos que o habitual, mas a qualidade da japonesa é inegável, demonstrado pelos inúmeros recordes que detém, e esta quererá vingar o 4.º lugar de Sochi e conquistar a sua medalha olímpica.

Entre os russos que estarão na Coreia do Sul, Evgenia Medvedeva é uma das principais figuras e depois de tomar de assalto a patinagem artística nos últimos dois anos, o título olímpico parecia quase uma mera formalidade. No entanto, muito recentemente, a sua parceira de treino Alina Zagitova está a fazer uma transição perfeita dos júniores para os séniores e pode ser a atleta com mais hipóteses de evitar a expectável coroação de Medvedeva.

Na patinagem de velocidade, Sven Kramer entra, pela terceira vez consecutiva, nos Jogos Olímpicos como a principal figura e tentará, finalmente, chegar ao ouro nos 10.000 metros, que lhe escapou nas duas anteriores apesar de ser há longos anos o maior especialista da distância. Na pista curta, Victor An, o coreano naturalizado russo que dominou em Sochi, não terá oportunidade de concretizar a sua despedida de sonho, já que também não será autorizado a competir pelo IOC.

Finalmente, um olhar para duas curiosidades. O combinado nórdico é uma prova com uma inigualável singularidade e bastante interessante de acompanhar, com a originalidade extra de ser a única sem participação feminina. Um olhar também para a equipa nigeriana de bobsleigh, que tem já causado sensação, algo semelhante ao da equipa jamaicana de há algunas anos. As três atletas que compõe a equipa eram do atletismo, mas mudaram-se para o trenó e garantem, pela primeira vez, representação nigeriana nos Jogos de Inverno.

Foto de Capa: IOC