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GD Estoril-Praia 2-0 Sporting CP: Carnaval? Samba canarinho domina leão

sporting cp cabeçalho 1Três pontos. Os três pontos mais importantes da jornada. De um lado, o Estoril Praia precisava da vitória para fugir à zona de despromoção. Por outro, o Sporting viu os seus rivais diretos vencer os respetivos jogos, ficando assim dependente do triunfo para voltar ao primeiro posto da tabela.

A equipa da casa apresentou o mesmo onze comparativamente à receção ao Tondela. Já o adversário surpreendeu com a inclusão de Bruno César em detrimento de Rúben Ribeiro. O técnico leonino lançou ainda o costa-marfinense Doumbia para o lugar do lesionado Bas Dost, que se junta a Gelson Martins e a Daniel Podence, também com problemas físicos.

O Estoril começou muito bem o jogo, sem medo do adversário que estava à sua frente (à semelhança do jogo contra o Porto) e, nos primeiros minutos de jogo, teve mesmo direito a vários cantos. Num destes, batido de forma direta por Eduardo, Rui Patrício é posto à prova e defende por cima da baliza em esforço. Já no seguimento deste Pêpê faz o mesmo.

O primeiro ataque do Sporting foi ainda antes dos dez minutos, com Piccini a recuperar a bola ao meio-campo e a conduzir até perto da linha de fundo, onde cruzou para as mãos de Renan. A equipa da linha entrou muito forte em campo, mas o Sporting parecia começar a controlar o jogo, mostrando que estava para ganhar: os leões beneficiaram de um livre perto da área estorilista, onde Acuña remata rasteiro, com a bola a passar muito perto do poste adversário. De seguida, Lucas Evangelista ameaçou a baliza leonina com um remate com efeito, mas sem direção.

A resposta do Sporting veio dos pés de William Carvalho, com um passe em profundidade para Acuña, que galgou metros até à linha e cruzou para uma defesa de Renan pela linha de fundo.

O balde de água fria para todos os sportinguistas que se deslocaram veio logo a seguir… a duplicar. Depois de um canto batido do lado esquerdo, e de um cabeceamento tirado em cima da linha por Coentrão, Kyriakou dominou de peito e rematou bem colocado ao poste direito. Estava assim feito o primeiro golo do Estoril.

Mas, como dito, não veio sozinho: à meia hora de jogo, o segundo golo aconteceu. Depois de um passe a rasgar para Ewandro, a defesa do Sporting falhou toda, deixando o brasileiro sozinho de frente para Rui Patrício, que picou a bola por cima deste. O golo ainda foi analisado pelo VAR por suposto fora-de-jogo, mas acabou por ser validado.

O Sporting tentava reduzir. Aos 43 minutos, depois de um lançamento lateral, Fábio Coentrão cruzou e apanha a defesa do Estoril em contra-pé. Na área, Coates apareceu isolado frente ao guarda-redes e atira por cima. Logo depois, os leões beneficiaram de grande jogada de contra-ataque e, de novo Coentrão, cruzou rasteiro para o segundo poste e, à boca da baliza, Bruno César falha o remate.

O jogo foi então para intervalo com uma vantagem por dois golos para o Estoril, que tinha assim 45 minutos para cimentar a sua vitória. Por sua vez, apesar dos ataques da equipa leonina, que não estavam a ser fortuitos, a sua falta de coesão defensiva e de linhas de passe, acabou por determinar este resultado.

 

Fazendo alusão à AG de ontem, a Juve Leo exibiu a tarja manifestando-se perante o assunto Fonte: BnR
Fazendo alusão à AG de ontem, a Juve Leo exibiu a tarja manifestando-se perante o assunto
Fonte: BnR

A segunda parte começou com um aparente acordar por parte do Sporting. Coentrão, depois de um alívio da defensiva estorilista, remata forte mas para fora, com a bola a passar muito perto da barra. Pouco depois, Piccini, no meio-campo, mete para a frente, onde Doumbia se afasta da sua marcação e remata para defesa de Renan para a frente. Na recarga, Montero remata novamente contra o corpo de um adversário.

O Sporting continuava a tentar a sua sorte, com Coentrão -o mais esforçado da sua equipa- a cruzar para fora da área, onde está Acuña, mas o remate do argentino desvia num adversário e vai para fora. Já Doumbia, em nova jogada de contra-ataque, colocou no centro para Rúben Ribeiro, que abriu o jogo para Acuña e o argentino, com tudo para fazer o golo, remata ao lado. Noite bastante desinspirada e com pouca sorte para o extremo esquerdo. Os leões, por esta altura, já mereciam o golo.

Apesar da fase ascendente do Sporting, a equipa da linha voltou a fazer das suas: numa jogada de contra-ataque muito rápida pelo corredor direito, a defesa do Sporting fica estática a pedir fora-de-jogo e André Claro, sem oposição, faz o terceiro. Contudo, após nova análise do vídeo-árbitro, o golo é anulado por posição irregular.

O jogo continuava bastante equilibrado e a pender para o Sporting, mas sem qualquer tipo de interferência para o resultado final até então. Apenas com uma exceção aos oitenta minutos, onde houve nova oportunidade de golo para os leões. Na ressaca de uma jogada defensiva, o central Mathieu rematou de fora da área para uma boa defesa de Renan, que apesar das investidas do adversário, teve pouco trabalho.

O VAR, se em outras partidas foi pouco ou nada utilizado, na Amoreira teve pano para mangas: perto do minuto 94, o Sporting introduziu a bola na baliza por intermédio do regressado Fredy Montero, porém foi após uma minuciosa análise.

O Estoril mantém assim a senda de vitórias, afastando-se dos lugares de despromoção e deixa o aviso ao Sport Lisboa e Benfica: está a ganhar ao intervalo ao FC Porto e venceu (e convenceu!) frente aos leões. O Sporting, por sua vez, sofre a primeira derrota do campeonato, comprometendo as contas para a conquista do título.

Estrelas da formação: Diogo Dalot

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fc porto cabeçalho

Voltamos hoje à rubrica dos jovens que mais se destacam na formação do FC Porto para falar sobre aquele que é, talvez, o jogador da cantera portista mais bem posicionado para assumir um lugar na equipa principal a curto/médio prazo. Falo de Diogo Dalot.

Assim que haja paciência por parte dos treinadores, dirigentes e adeptos, e depois da correção de algumas lacunas que naturalmente ainda tem no seu jogo, Dalot pode vir a ser o dono da lateral direita portista num futuro próximo. Este jovem de 18 anos (faz 19 em março próximo), que conta com um já largo percurso pelos vários escalões da seleção nacional, tem vindo a demonstrar, tanto nos sub-19 como na equipa B, ser um jogador de enorme potencial e margem de progressão. Não sendo alto também não é baixo (1,83 m) e é muito competente, quer na vertente defensiva quer na vertente ofensiva do jogo. Sendo cedo para conhecermos com elevado grau de certeza as suas maiores qualidades podemos, para já, notar que Dalot parece ser dono de um enorme sentido posicional e uma excelente velocidade que permite que raramente seja batido na profundidade. Não sendo um malabarista, é dotado de um técnica apurada e vai à linha cruzar com bastante facilidade. Forte a fechar no meio e a dobrar os centrais, vai também com muita facilidade ao chão para desarmar os adversários. É, portanto, um lateral muito completo.

Diogo Dalot é um dos mais promissores jogadores do FC Porto Fonte: FC Porto
Diogo Dalot é um dos mais promissores jogadores do FC Porto
Fonte: FC Porto

Feito o raio-x, é importante salientar que, embora tenha demonstrado qualidades nas diferentes áreas do jogo abordadas, é muito cedo, dada a sua tenra idade, para perceber ao certo onde poderá chegar e se terá a capacidade de confirmar todos estes créditos nos mais altos níveis de competição. No entanto, fica a ideia de que com o apoio certo, a cabeça no lugar e, acima de tudo, com oportunidades, pode vir a ser um caso sério no nosso futebol e mais um talento made in FC Porto lançado com sucesso na equipa principal.

Em suma: com Maxi em final de contrato e em vias de deixar o clube; com Layún emprestado ao Sevilha FC e sem grandes probabilidades de regresso ao Dragão; e com Ricardo a aguçar cada vez mais o apetite dos maiores tubarões europeus, Dalot pode vir a ser a solução ideal para o lado direito da defesa portista dada a sua qualidade e potencial, sendo também uma boa opção face aos constrangimentos financeiros que reduzem a margem de manobra do clube no mercado nos dias que correm. Com uma cláusula de 20 milhões de euros e um contrato apenas até 2019, urge adicionar algumas épocas ao atual contrato.

Foto de Capa: Facebook de Diogo Dalot

Artigo revisto por: Vanda Madeira Pinto

Sporting CP 0–0 SC Braga: Empate justo entre as rainhas da Liga

Cabeçalho modalidadesTarde de sol e algum frio, mas ótima para um bom jogo de futebol: Sporting CP e SC Braga empataram hoje a zero em jogo a contar para a 13ª jornada da Liga de Futebol Feminino. Uma partida quente, por sinal, visto serem os dois primeiros classificados do campeonato. O Estádio de Alvalade abriu portas aos adeptos, com entradas gratuitas, e estes não falharam – quatro mil e seiscentos adeptos compareceram para dar apoio às “leoas”, que estão em primeiro lugar na classificação.

Na equipa leonina destacaram-se as entradas de Inês Pereira e Ana Capeta no onze inicial, em relação ao último encontro da Primeira Liga, frente ao Vilaverdense FC. Do lado minhoto, o treinador Miguel Santos efetuou cinco alterações no onze, em relação à partida com o Futebol Benfica, a contar para a Primeira Liga.

O jogo começou em grande, e com a equipa visitante a entrar a todo o gás: Edite Fernandes, de 38 anos (!), apareceu na cara de Inês Pereira e não fosse a guardiã leonina e o nulo teria sido quebrado logo ao primeiro minuto. Não demorou a resposta leonina e após um primeiro remate fraco de Diana Silva, Ana Borges, antiga jogadora do Chelsea, trabalhou bem na área e abriu espaço para a primeira grande ocasião de perigo para as leoas. Valeu a defesa de Rute Costa.

A partir daqui, o primeiro tempo caiu na monotonia, num duelo mais tático a meio-campo. O remate seguinte, de resto, só apareceu para lá da meia-hora de jogo, com Ana Capeta a rematar dentro da área ao minuto 37, para mais uma grande defesa da internacional portuguesa Rute Costa. As equipas recolheram aos balneários pouco depois indo a partida para intervalo com um resultado justo.

A equipa do SC Braga entrou forte, mas as “leoas” conseguiram equilibrar durante o primeiro tempo Fonte: Bola na Rede
A equipa do SC Braga entrou forte, mas as “leoas” conseguiram equilibrar durante o primeiro tempo
Fonte: Bola na Rede

A segunda parte, porém, foi francamente mais fraca e desinspirada do que a primeira. A verdade é que estamos a falar das duas melhores equipas do campeonato, e com o SC Braga a precisar de uma vitória para encurtar distâncias, já que uma vitória leonina estabeleceria uma vantagem de oito pontos. Contudo, o segundo tempo não mostrou essa emoção: o primeiro remate surgiu ao minuto 58, com Vanessa Marques a atirar muito perto da barra.

Depois desta ocasião, com substituições de ambas as partes, entretanto, teve de se esperar vinte minutos para se ver mais ação, novamente com a equipa visitante a criar perigo na área leonina, com um remate de cabeça da central Jana a sair por cima da baliza de Inês.

A equipa da casa, de resto, só conseguiu criar verdadeiro perigo nos últimos minutos, com um livre-direto marcado de forma exemplar por Carole Costa a ser negado pela guarda-redes Rute, a melhor em campo nesta tarde para o Bola na Rede.

Sporting CP e SC Braga empatam então a zero, num jogo muito calmo e com as duas equipas à espera uma da outra. As “leoas” continuam assim na liderança, com os mesmos cinco pontos de vantagem face às bracarenses, segundas classificadas desta Liga de Futebol Feminino.

Dois títulos europeus para o Sporting CP em Mira

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Cabeçalho modalidadesO dia terminou em glória para o Sporting Clube de Portugal com a vitória coletiva nos Europeus Seniores de Corta-Mato no Masculino e no Feminino, sendo o primeiro clube da história a alcançar os 4 grandes títulos europeus colectivos (de Corta-Mato e Pista). Mas há mais história para contar do evento que se realizou no nosso país, em Mira, e no qual o Bola na Rede marcou presença.

O evento começou pelas provas de juniores (ou sub-20), onde no feminino tínhamos o Sporting como representante nacional, alcançando uma honrosa 6ª posição a nível de clubes. O título esse foi para o Fenerbahçe da Turquia, apesar de que a vencedor individual foi a jovem de apenas 17 anos, Anna Mark Helwigh (atleta do dinamarquês Sparta AM). Numa chegada ao sprint, a jovem dinamarquesa levou a melhor sobre a turca Emine Akbingol por apenas 1 segundo! A melhor portuguesa na prova foi Beatriz Rodrigues no décimo posto, a 19 segundos da vencedora.

No masculino, a presença portuguesa era do SL Benfica que conquistou um importante segundo lugar do pódio a nível de equipas, sagrando-se vice-campeão europeu no corta-mato júnior, a apenas escassos 6 pontos dos espanhóis do Playas Castellon. A nível individual, os espanhóis ficaram mesmo com os dois primeiros lugares, com a vitória a sorrir a Aaron Las Heras, que completou o percurso de 6.26 km em 18 minutos e 40 segundos. O melhor português foi Vasco Vilaça, bem próximo do pódio, no 5º posto, a 12 segundos do vencedor e a apenas 5 do pódio individual.

Seguiriam-se os esperados campeonatos seniores. E aqui só deu Sporting! No feminino, a fortíssima equipa leonina – provavelmente a mais forte da história do clube – já fazia antever que poderiam vir coisas boas daqui e era uma das favoritas. Arrisco a dizer que a secção feminina do Atletismo do Sporting é neste momento aquela que melhores resultados e mais alegrias dá ao clube sediado em Lisboa. No entanto, tinha como grandes rivais as equipas turcas, espanholas e polacas. Jéssica Augusto teve um péssimo arranque da prova e caso isso não tivesse acontecido, arrisco dizer que até poderia ter sido a vencedora a nível individual. Ainda assim, recuperou de forma espectacular e acabou a apenas um segundo da vencedora do evento, a polaca Katarzyna Rutkowska. No top-10, o Sporting ainda teve Sara Moreira (5ª), Inês Monteiro – aos 37 anos de idade! – (7ª) e Sara Catarina Ribeiro (10º), pelo que venceu mesmo o Campeonato Europeu por Equipas, um facto inédito na história do clube e mais um titulo europeu a juntar ao vasto palmarés do clube português.

Para o fim, ficava o evento de seniores no masculino. Por aqui, o Sporting não era apontado como favorito, mas foi uma prestação coletiva fantástica (25 pontos), deixando para trás a equipa belga Olympic Essenbeek Halle no segundo lugar (40 pontos) e a espanhola do Atletismo Bikila no terceiro lugar (74 pontos). O vencedor a nível individual foi Davis Kiplangat (KEN) atleta do Sporting, contratado recentemente e que prepara também a sua presença nos Mundiais de Cross que terminou totalmente à vontade, na prova mais desequilibrado do dia a nível individual. O queniano terminou em 29:44, 18 segundos à frente do segundo classificado, Isaac Kimeli – atleta nascido no Quénia também. O melhor nacional foi Rui Pedro Silva (no 6º lugar), logo seguido por Rui Teixeira no sétimo posto.

Fonte: Rafael Ferreira/Bola na Rede
Fonte: Rafael Ferreira/Bola na Rede

Alguns Factos:

– O Sporting sagra-se a primeira equipa na história a conquistar os Campeonatos Europeus de Corta-Mato por Equipas no Masculino e no Feminino, assim como os Campeonatos Europeus de Pista por Equipas no Masculino e no Feminino;

– A equipa leonina nunca tinha vencido o troféu no sector feminino, pelo que é uma estreia absoluta.

– No masculino, o Sporting conta com um enorme palmarés, sendo este o 15º título. No entanto, os anos de ouro do Sporting são já distantes, sendo que não vencia o troféu há 24 anos, desde 1984.

– Nunca nenhum clube na história havia conquistado os títulos no feminino e no masculino em simultâneo na mesma edição. O primeiro a fazê-lo é o Sporting.

 Foto de Capa: Rafael Ferreira/Bola na Rede

Académica OAF 0-1 CD Santa Clara: Açorianos renascem em jogo ‘chatinho’

Cabeçalho Futebol Nacional

A hipótese de ficar a 10 pontos de um rival na luta pela subida não amedrontou o Santa Clara, que entrou de forma personalizada no Estádio Cidade de Coimbra. Os açorianos, talvez feridos no orgulho pelos resultados recentes, cerraram fileiras e não permitiram que o ataque da Académica fluísse no seu meio-campo.

Isto teve o condão de tornar escassas as oportunidades de perigo na primeira parte. Aliás, a primeira, e única, dos primeiros 45 minutos surgiu na baliza da equipa da casa…. e deu golo. Pacheco, ao segundo poste, correspondeu da melhor maneira ao canto batido por Minhoca e deu vantagem ao Santa Clara.

A Académica tentou libertar-se das amarras táticas impostas pelo Santa Clara com uma entrada forte na segunda parte. Foi para cima do adversário e esteve perto de ser feliz – João Real, em plena pequena àrea, não conseguiu dar o melhor seguimento a canto batido por Nélson Pedroso.

O Santa Clara reconheceu esta subida de rendimento do adversário e arrefeceu-a com uma boa organização defensiva, uma circulação mais lenta da bola e, convenhamos, com algumas lamentáveis perdas de tempo. O jogo foi, assim, caíndo numa toada mais morna com o passar dos minutos, que a Académica, mesmo com o reforço do ataque (Alan Junior e Piqueti, recém-contratados no mercado de Inverno, foram a jogo), não conseguiu evitar.

No fim, a racionalidade levou a melhor. A cabeça (do Santa Clara) venceu o coração (da Académica), e os açorianos ganham nova vida na luta pela subida de divisão.

Pedro Machado

Os 5 melhores da Primeira Liga: Guarda-Redes

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Cabeçalho Futebol Nacional

Depois de um mercado de janeiro repleto de entradas e saídas, com a promessa de deixar os plantéis nacionais mais fortes e equilibrados, o campeonato está prestes a chegar à reta final onde todas as equipas vão definir a sua classificação.

Sendo certo que nem todas as equipas da Primeira Liga lutam pelos mesmos objetivos e, sobretudo, dispõem dos mesmos orçamentos, o Bola na Rede vai, ao longo das próximas semanas, elaborar um top 5 para cada posição, procurando destacar as figuras do nosso campeonato.

Para o efeito, foram consideradas as qualidades individuais de todos os jogadores da Primeira Liga, mas também o seu tempo de jogo e, sobretudo, o desempenho até ao momento e a forma como contribuíram para o sucesso das suas equipas.

Any given sunday

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Cabeçalho modalidadesNo próximo domigo à noite (4 de fevereiro) irá realizar-se a 52ª edição do superbowl. Neste artigo vamos explicar 30 coisas que precisam de saber sobre o superbowl para poderem fazer sucesso com os vossos amigos.

1. O superbowl é realizado anualmente e representa o título de campeão da NFL (National Football League);
2. O superbowl surgiu após a fusão da antiga NFL com a AFL (American Football League), as duas ligas mais importantes a nível de futebol americano até aos anos 60;
3. O primeiro superbowl realizou-se a  15 de janeiro de 1967 entre os Green Bay Packers e os Kansas City Chiefs ,com vitória dos primeiros por 35-10;
4. O superbowl este ano realiza-se em Minneapolis, no estado de Minnesota. Será a segunda vez em 52 edições que a final se realiza nesta cidade;
5. O troféu de campeão chama-se Vince Lombardi em memória do mítico treinador dos Green Bay Packers que conquistou as primeiras duas edições do superbowl;
6. Em 1971 deixou de se considerar o superbowl um jogo entre duas ligas diferentes para passar a ser um jogo entre duas conferências: AFC e NFC;
7. O jogo tem quatro períodos de 15 minutos cada;
8. Enquanto jogo “AFL vs NFL” verificaram-se 2 vitórias para uma das ligas, desde a passagem a conferências a NFC ganhou 24 dos 47 jogos efetuados e a AFC ganhou 23;
9. Em caso de empate no final do tempo regulamentar haverá prolongamento. Se a primeira equipa marcar touchdown termina o jogo (como se fosse golo de ouro); se marcar num pontapé aos postes ou não conseguir marcar pontos a equipa adversária tem uma série para tentar empatar o jogo ou ganhar. Em caso de empate repete-se a lógica até que seja encontrado um vencedor;
10. Este superbowl será jogado entre os Philadelphia Eagles (NFC) e New England Patriots (AFC);
11. Os New England Patriots são a equipa com mais presenças em superbowls (esta será a 10ª participação), tendo ganho cinco e perdido quatro;
12. Atualmente a equipa com mais vitórias são os Pittsburgh Steelers com seis vitórias em oito presenças (quatro das seis vitórias ocorreram entre 1975 e 1980);
13. O intervalo do superbowl é também considerado um evento dentro do evento. Este ano o entretenimento estará a cargo de Justin Timberlake. Outros artistas que já tiveram esta honra incluem: Bruce Springsteen, Lady Gaga, Beyonce, Bon Jovi, Aerosmith, New Kids on the Block, Gloria Estefan, Michael Jackson ou U2;
14. Esta será o terceiro superbowl para os Philadelphia Eagles. Nas edições anteriores perderam com os Oakland Raiders e com os New England Patriots;
15. Em caso de vitória Bill Belichick somará a sua 8ª superbowl (6 como treinador principal dos Patriots e 2 como coordenador da defesa dos New York Giants);

AFC x NFC quem ganhará? Fonte: Wikipedia
AFC x NFC quem ganhará?
Fonte: Wikipedia

16. New England Patriots e Philadelphia Eagles foram os primeiros cabeças-de-série de cada uma das suas conferências no início dos playoffs. Esta será somente a 13ª edição onde chegam à final ambos os cabeças de série;
17. O superbowl é um evento altamente mediático. Estima-se que na final de 2017 terão visto o superbowl 111,3 milhões de espectadores;
18. Devido ao interesse no superbowl as transmissões televisivas são feitas em regime de rotação pelas cadeias principais (Fox, NBC e CBS). Este ano a transmissão estará a cargo da NBC;
19. O valor de cada uma das equipas em 2017 era de 3700 milhões de dólares: no caso dos Patriots (2ª posição), e 2650 milhões no caso dos Eagles (10ª posição);
20. A NFL, como já foi referido, está organizada em duas conferências e cada uma dessas conferências tem quatro divisões (Este, Oeste, Norte e Sul), mas mesmo essa distribuição pode parecer estranha (por exemplo Dallas pertence à NFC Este com os Eagles, Giants e Washington Redskins). O mapa da NFC foi escolhido ao acaso de entre as melhores cinco propostas submetidas de forma a minimizar os custos de deslocação;
21. As duas cidades com mais jogos de superbowl são Miami e Nova Orleães (10)
22. A edição anterior (51ª) foi a primeira a ir a prolongamento, com os Patriots a conseguirem recuperar da maior diferença pontual da história de superbowls (após terem estado a perder por 28-3 a meio do terceiro período);
23. Existem dois jogadores dos Eagles que podem repetir o título de campeão de superbowl depois de o terem conquistado no ano anterior ao serviço dos Patriots: Chris Long e LeGarrett Blount;
24. Por falar de Chris Long, tanto ele como o seu pai (Howie Long) são vencedores do superbowl enquanto jogadores;
25. Tom Brady, dos Patriots, é o quarterback com mais superbowls da história, contanto com cinco;
26. Será o primeiro superbowl enquanto treinador para Doug Pederson (Eagles). Como jogador Pederson ganhou um superbowl enquanto suplente de Brett Favre nos Green Bay Packers… contra os Patriots;
27. A época é longa e como tal alguns jogadores importantes acabam por falhar o grande jogo como é o caso de Carson Wentz, Jason Peters pelos Eagles e do lado dos Patriots Julian Edelman e Dont’a Hightower;
28. Estima-se que durante o domingo de superbowl se consuma mais de 3 milhões de quilos de guacamole;
29. O custo médio de um anúncio de 30 segundos no superbowl passou de 37500 dólares  (1ª edição) para 4,5 milhões de dólares em 2015,
30. Se quiser assistir a isto tudo ao vivo prepare-se para gastar entre 3626 dólares e 175790 dólares.

Uma nota de rodapé: Para os interessados em futebol americano decorrerá em Março, no Algarve, um evento do American Football Without borders.

Finalmente ficam os votos que o jogo de dia 4 seja, pelo menos, tão emocionante como o do ano passado.

Foto de Capa: CreativeCommons

Artigo revisto por: Vanda Madeira Pinto

Ténis masculino: chato ou melhor que nunca? Façamos um ponto de situação

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Cabeçalho modalidadesO novo ano começou como os anos de 2004, 2006, 2007, 2010 e 2017 – com o sorriso aberto de Roger Federer perante dezenas de jornalistas enquanto segura o troféu Norman Brookes, em plena Rod Laver Arena, em Melbourne Park. O maestro suíço mostrou mais uma vez que é (muito) superior à concorrência que, independentemente da idade, do momento de forma ou de qualquer outro fator que pudesse abonar a seu favor, cai encontro após encontro frente ao maestro que já vai a caminho dos 37 anos de idade.

Até mesmo a única pessoa no mundo que se pode gabar de ter mais vitórias frente ao campeoníssimo suíço do que derrotas – Rafael Nadal, de 31 anos – tem vindo, ano após ano, duelo após duelo, a perder a magia que demonstrava frente ao helvético, e que o fez erguer o troféu de Wimbledon em 2008 ou o título na Austrália em 2009. Mas nem por isso o maiorquino deve ser alvo de críticas. Na realidade, Federer e a sua equipa técnica é que merecem (ainda mais) elogios devido à forma genial que descobriram, após aproximadamente 32 encontros disputados entre ambos, que permite ao suíço anular a potência e o topspin colocados em cada golpe de Rafa. É, por isso, preciso recuarmos até à meia-final do Australian Open de 2014 para encontrarmos a última vez que o espanhol derrotou o então 6º classificado no ranking Roger Federer. Desde então, o veterano helvético conta por vitórias todos os 5 duelos que foram disputados desde essa data.

Façamos rapidamente uma afirmação para melhor se entender o que vai ler daqui em diante: o que Roger Federer fez e faz não é natural. O suíço não é um bom exemplo. Com a sua idade ou mais velho, apenas Ken Rosewall (em 1972, com 37 anos) ousou vencer uma prova do Grand Slam – no seu caso, o Australian Open – fazendo dele, à data deste artigo, o atleta mais velho de sempre a conquistar um major. Resta apenas dizer que (também) este “recorde” irá acabar por parar às mãos de Roger Federer. Disso estou seguro. Mas será que tudo isto é bom para a modalidade, e para os seus praticantes?

É inegável que Roger Federer é o ídolo de uma (ou talvez duas) gerações. É por sua causa que muitas crianças pedem aos pais para lhes comprarem a sua primeira raquete, e é também a ele que muitos clubes de ténis espalhados por todo o mundo têm de agradecer o facto de ainda poderem abrir portas e ter alunos. E isso não tem preço, o contributo do suíço para a modalidade bem como a sua postura (mais recente, para quem conheceu o jovem “índio” Federer) dentro e fora do court ficarão para sempre recordados. Lá vai o tempo em que alguns “velhos do Restelo” defendiam que Pete Sampras, John McEnroe, Bjorn Borg ou Rod Laver eram, eles sim, o melhor de todos os tempos. Hoje, Roger Federer é aos olhos de todos uma espécie de Maradona do ténis – praticamente um Deus, intocável, sejamos nós fãs de Rafa, Djokovic, ou qualquer outro.

Rafa Nadal conseguiu intrometer-se na hegemonia de Federer aos 18 anos Fonte: Gannett
Rafa Nadal conseguiu intrometer-se na hegemonia de Federer aos 18 anos
Fonte: Gannett

No entanto não vejo a situação atual do ténis como um mar de rosas. O domínio avassalador do suíço – que teve um “breve” intervalo (se é que lhe podemos chamar assim) por volta de 2013 durando sensivelmente dois anos e meio – tem também um lado negro, a meu ver.

Esse lado mais escuro é o lado que revela a brutal distância de qualidade – avaliando largos períodos de tempo e não efémeros picos de forma – entre um grupo de 3 jogadores – Roger Federer, Rafael Nadal e, talvez, Novak Djokovic – para todos os restantes atletas. Não é, de todo, relevante o facto de Andy Murray ter alcançado o topo do ranking ATP, ou Wawrinka ter até conquistado o mesmo número de majors do que o escocês (3), quando comparados com o volume de títulos e, mais do que isso, com a consistência que estes três fora-de-série têm demonstrado ao longo das últimas 2 décadas.

É bom recordar que, com a idade de Dominic Thiem (24 anos) o sérvio já levava na bagagem 4 majors (conquistados durante a “era” Rafa-Roger), o suíço 6 e o espanhol 9. Se nos adiantarmos para a idade atual de Grigor Dimitrov (26) então os números passam a ser 6, 12 e 11 respetivamente. O que quero dizer com estes números é que a anormal duração do domínio protagonizado por tão poucos tenistas faz com que uma geração tenha sido praticamente apagada dos livros da história: a geração que tem atualmente entre 24 e 29 anos, e que abarca nomes como Del Potro (apesar de o argentino ser um caso especial, devido ao seu historial de lesões), Nishikori, Cilic, Raonic, Goffin, Dimitrov, Thiem ou Sock. Estes nomes eram as promessas quando os “três gigantes” estavam em boa altura de dominar o circuito. O normal e, a meu ver, saudável para a modalidade seria que a passagem de testemunho fosse feita do suíço para Rafa e Djokovic que, por volta de 2016, deveriam já ter alguma dificuldade em bater-se de igual para igual com Nishikori, Dimitrov e companhia, na flor da idade. O mundo do ténis perdeu assim a oportunidade de ver grandes duelos entre o nipónico e o búlgaro, ou mesmo duelos de gigante entre Raonic e Delpo. Culpa dos “machos-alfa” da alcateia? Não na totalidade, mas em grande parte existe uma responsabilidade a eles atribuída. Não que os esteja a criticar. Longe disso. Acho que o que têm feito é do melhor que se pode fazer principalmente a nível psicológico e físico (pois a nível técnico estes grandes atletas já pouco ou nada podem evoluir). Vejo apenas com alguma pena que alguns dos nomes que referi acima neste artigo não pudessem ter oportunidade de deslumbrar os adeptos como fizeram tantas vezes Rafa e Roger, Roger e Novak, Novak e Rafa.

Kyrgios parece ser a esperança de muitos que querem renovação na modalidade Fonte: ATP
Kyrgios parece ser a esperança de muitos que querem renovação na modalidade
Fonte: ATP

Será que Rafa e Novak seguirão os passos do suíço e eliminarão a geração de Kyrgios, Shapovalov, Chung, Kokkinakis e companhia dos livros da História? Neste momento, considero pouco provável – nem um nem outro têm mostrado capacidade física para aguentar mais cinco ou seis ou sete anos em domínio absoluto. Mas, sinceramente, assumo que pensei o mesmo há meia dúzia de anos relativamente ao maestro suíço… O relógio do tempo não pára, e passa por todos. Resta-nos a nós, amantes do ténis, desfrutar do que ele tem para nos oferecer e, no máximo, sonhar com aquilo que o futuro nos trará.

Foto de Capa: Zimbio

FC Porto 3-1 SC Braga: FC Porto de volta ao topo

fc porto cabeçalho

O embate entre FC Porto e SC Braga encabeçava a jornada 21 da Liga Portuguesa e esteve à altura das expectativas dos amantes do desporto-rei. Os números não favoreciam a equipa visitante já que a última vez que tinham vencido o FC Porto no Dragão teria sido em 2005. Sérgio Conceição promoveu duas substituições em relação ao último encontro, entrando para o onze Corona e Sérgio Oliveira, sendo que este último viria a ser o homem do encontro.

As duas equipas entraram em campo e logo de início procuraram discutir o jogo com ambas as partes a dispor de oportunidades nos primeiros 10 minutos do encontro. A primeira ocasião pertenceu ao FC Porto, por intermédio de Marega, que falha por pouco com o esférico a desviar na cara de Matheus. Logo de seguida foi Wilson Eduardo a desperdiçar, com um remate fraco, uma oportunidade depois de ser bem servido por Esgaio.

O FC Porto manteve o pé no acelerador e a carga ofensiva com que entrou no jogo rapidamente deu frutos em cima do minuto 14’. Primeiro por Aboubakar, que de cabeça permite a Matheus uma das defesas da noite. No seguimento da jogada, os dragões viriam mesmo a inaugurar o marcador: golo de Sérgio Oliveira, que recebe completamente sozinho um excelente cruzamento Alex Telles finalizando de cabeça e a acabar com o jejum de 270 minutos que o FC Porto esteve sem marcar. Primeiro golo no campeonato de Sérgio Oliveira que começou o jogo de início.

O SC Braga ressentiu o golo sofrido e os minutos seguintes foram marcados por algum desnorte da defensiva minhota. O FC Porto entrou com grande intensidade no encontro, algo que não acontecia há várias jornadas. A equipa azul e branca alinhou com Sérgio Oliveira e Herrera e a dupla do meio-campo jogou sempre subida e pressionou sempre alto, complicando a construção de jogo da equipa bracarense que sentiu muitas dificuldades em grande parte do primeiro tempo.

A primeira grande oportunidade do SC Braga nasce aos 24’, através de um livre tenso de Jefferson que encontra a cabeça de Paulinho, mas a bola acabou por sair ao lado da baliza de José Sá. Jogo muito intenso no Dragão, dentro e fora do campo, com o árbitro Hugo Miguel a intervir várias vezes tendo chegado, inclusivamente, a expulsar o preparador físico do FC Porto devido a protestos.

Ao minuto 31’, os “Gverreiros do Minho” voltaram a ameaçar através de bola parada e, desta feita, iriam mesmo marcar. Uma vez mais Jefferson, numa bola parada, a cobrar um canto que encontra o central goleador Raúl Silva que, aproveitando a falha de Reyes na marcação, empata o jogo no Dragão. Quatro golos no campeonato do antigo defesa do CS Marítimo, com a bola ainda a bater no poste, indefensável para José Sá.

A resposta do FC Porto demorou apensas oito minutos. A equipa de Sérgio Conceição voltaria a estar em vantagem no encontro também na sequência de um pontapé de canto. Alex Telles assinava a segunda assistência da noite, desta vez a servir Diego Reyes que marca um golo de cabeça fantástico e indefensável para Matheus, que ainda voou para a bola mas não impediu o golo.

Sérgio Oliveira foi o homem do encontro numa partida incansável e coroada com um golo Fonte: Notícias ao Minuto
Sérgio Oliveira foi o homem do encontro numa partida incansável e coroada com um golo
Fonte: Notícias ao Minuto

O intervalo chegava ao Estádio do Dragão numa partida aberta e com uma boa segunda parte em perspetiva. Jogo grande de duas grandes equipas com o encontro a ser decidido na zona central do meio-campo, com os dragões a ganharem a maior parte dos duelos e com Sérgio Oliveira a estar particularmente inspirado.

Sem alterações de ambos os lados, as equipas regressavam ao relvado para mais 45 minutos de bom futebol. O FC Porto novamente a entrar bem no jogo e, logo na primeira jogada do encontro, Marega recebe na área mas remata por cima. A equipa de Abel Ferreira respondeu de imediato e, ao minuto 48’, Danilo rematou forte, fora da área, mas a bola sairia ao lado da baliza adversária.

À imagem do primeiro tempo, também a segunda parte trouxe grande intensidade com “bola cá, bola lá”, com as duas equipas a dispor de oportunidades alternadamente e a proporcionar uma excelente partida aos adeptos do bom futebol. Primeiro o FC Porto, através de uma jogada individual de Ricardo Pereira, que acaba por disparar à figura de Matheus. Na resposta, o SC Braga cria uma situação de ataque de “três para três” e Alex Telles acabaria por ter um papel determinante ao fazer dois cortes sucessivos sobre Wilson Eduardo.

Ao minuto 61’, a turma de Abel cria um dos lances mais perigosos de toda partida através de um cabeceamento de Paulinho que proporcionou a José Sá a defesa da noite numa saída corajosa do guarda-redes portista. Em cima do minuto 73’ o FC Porto consegue o terceiro da noite e deixa a equipa mais confortável e com o destino do jogo na mão. Alex Telles, na terceira assistência da noite, recebe a bola depois de uma excelente jogada de Brahimi e cruza teleguiado para Aboubakar marcar de cabeça o terceiro golo dos azuis e brancos.

Apesar da vantagem de dois golos do FC Porto, a equipa bracarense não se acanhou e tentou reagir nos 10 minutos finais e, aos 85’, Danilo remata forte para mais uma boa intervenção de José Sá que defende para canto. Na sequência do pontapé de canto, Horta remata depois de alguma confusão da área portista e é Marega a conseguir, com um corte decisivo, tirar a bola em cima da linha de golo. Ainda antes do final do encontro, registo para o remate perigoso do reforço de inverno Waris, que remata à figura de Matheus.

O jogo terminava no Estádio do Dragão num grande espetáculo de futebol, com o FC Porto de volta ao seu melhor futebol e a bater um SC Braga guerreiro até ao último suspiro.

SL Benfica 11-2 Juventude de Viana: Benfica goleia Juventude de Viana desfalcada

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Cabeçalho modalidadesNaquele que foi o segundo encontro da 15ª jornada do campeonato nacional de hóquei em patins, o Benfica recebeu e goleou a Juventude de Viana, que se apresentou desfalcada na Luz, não podendo contar com André Azevedo e Francisco Silva, por 11-2.

Antes do início da partida, Benfica e Juventude de Viana prestaram homenagem a André Azevedo que, devido a uma lesão grave sofrida na última jornada, o fará, com quase toda a certeza, perder o resto da temporada.

O Benfica poderia ter de forma excelente, pois, em cima do primeiro minuto do encontro, Diogo Rafael fez mexer as redes da baliza da Juventude, mas o golo acabou por ser anulado. Pouco depois, os encarnados beneficiaram de uma grande penalidade devido a falta de Tó Silva que, pouco antes, havia ficado perto de abrir o ativo. João Rodrigues, um dos principais homens golo das águias, não conseguiu marcar. Primeiro, permitiu a defesa de Jorge Correia e na repetição da bola parada acertou no poste e na recarga também não conseguiu concretizar. A pressão vermelha e branca continuou e após um belo gesto de Nicolia, o argentino serviu Diogo Rafael que, com uma bola enrolada, fez o 1-0.

Os encarnados não tiraram o pé do acelerador e assim que perdiam o esférico pressionavam alto, com o objetivo de recuperar a bola rapidamente. Não dando grandes chances a uma Juventude de Viana limitada para respirar.

Jordi Adroher "molhou a sopa" por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades
Jordi Adroher “molhou a sopa” por duas vezes e ainda assistiu Miguel Rocha para um golo
Fonte: Sport Lisboa e Benfica – Modalidades

Perto da marca dos dez minutos de jogo, Tó Silva fez falta para livre direto sobre Nicolia, mas o número cinco benfiquista não conseguiu superar Jorge Correia. Não muito depois e num lance algo estranho, o “astro” argentino aproveitou o mau posicionamento do guarda-redes visitante para fazer o 2-0. De seguida, João Rodrigues aumentou para 3-0. Pouco depois, João Rodrigues recuperou a bola a meio campo e completamente isolado não falhou, apontando o 4-0 no marcador. O Benfica estava com toda a pujança e logo a seguir, Adroher, também isolado, aumentou para 5-0.

Com menos de três minutos para a pausa, Miguel Rocha combinou com Adroher e colocou o marcador na meia dúzia.

Chegado o intervalo, o Benfica goleava por 6-0. Resultado sem qualquer tipo de contestação, que foi conseguido, na sua maior parte, durante os primeiros quinze minutos de jogo onde foi completamente superior. Ao qual se seguiram dez de gestão e com uma ou outra oportunidade de perigo para cada lado que “obrigaram” Pedro Henriques e Jorge Correia a brilhar.