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Coentrão, o linguisticamente incorreto

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Advertência inicial: Este texto não pretende ser uma justificação de nenhum ato linguístico ou não linguístico que tenha ofendido quem quer que seja. Pretende apenas lançar a reflexão sobre o papel dogmático e algo desmesurado da “linguagem correta” e do “bem falar” nas questões que dizem respeito ao estigma e ao preconceito, algo que, como todos deveríamos saber, vai muito além das palavras ditas.

Vivemos tempos em que o politicamente correto se converteu numa espécie de dogma que invade as nossas vidas a toda a hora e momento. E a mim, que sempre convivi mal com dogmas e verdades absolutas, pensar que há coisas sobre as quais não posso discutir dá-me azia e má-disposição. Uma das formas em que se exerce esse “politicamente correto” tem sido por via da linguagem, ou, melhor dito, pelo uso da palavra. À custa dessa ditadura do polimento das palavras que hoje vivemos, não podemos dizer palavrões nem jargões de qualquer espécie. Isso pode até dar jeito aos pais e educadores em relação às crianças. Acredito que aí tenha uma grande utilidade. Mas no que ao mundo adulto diz respeito, esse “polimento” pode esconder algo de mais profundo, como se sob a aparência ou o manto dessa linguagem limpinha, limpinha, limpinha sobre o que se diz sobre algo ou alguém, se escondesse a cólera e o ódio que se nutre nas nossas profundezas. Mas em vez de olharmos para esses sentimentos vis que se ocultam, ficamo-nos pela crosta: a linguagem, aquilo que dizemos e, por consequência, aquilo que ouvimos.

Querem exemplos do “politicamente correto” na linguagem? Hoje não podemos dizer “prostituta(o)” mas sim “trabalhador(a) do sexo” porque a palavra anterior era instigadora de estigma; não podemos dizer “toxicodependente” mas sim “pessoa utilizadora de drogas”, pois isso inflige uma ferida deveras profunda a quem tem problemas com drogas; não podemos dizer “doente mental” mas sim “pessoa portadora de doença mental” pela mesma ordem de razão. Se me querer alongar neste assunto – pois dava todo ele uma crónica, peça de investigação jornalística ou dissertação académica – também ouvi por aí uns zuns zuns acerca de criminalizar os “piropos”. A pureza da linguagem, a pretexto da “defesa da dignidade humana” vai a este ponto, vejam lá ao que chegámos.

Em todos estes exemplos mudamos a linguagem, mas será que operámos uma mudança na forma como sentimos e percecionamos o problema das prostitutas, dos toxicodependentes e dos doentes mentais? Como estão organizadas as respostas sociais para fazer face aos desafios dos toxicodependentes e dos doentes mentais? Mudam-se os nomes, ficam-se as vontades…

Depois do sucedido com o jogador Moussa Marega do FC do Porto nas Meias-Finais da Taça da Liga, Fábio Coentrão partilhou na sua conta oficial do Facebook uma fotografia abraçado ao “negro” William Carvalho Fonte: Facebook oficial de Fábio Coentrão
Depois do sucedido com Moussa Marega do FC Porto na Taça da Liga, Fábio Coentrão partilhou na sua conta oficial do Facebook uma fotografia abraçado ao “negro” William Carvalho
Fonte: Facebook oficial de Fábio Coentrão

Este relambório todo sobre a linguagem, bem como os seus efeitos e defeitos seria escusado se não estivesse em causa o facto do jogador do Sporting CP Fábio Coentrão ter chamado “Preto do Car****” ao jogador do FC Porto Moussa Marega no jogo das meias-finais da Taça da Liga em Braga. As câmaras apanharam o mover de lábios do caxineiro e pumba! – eis que caiu o Carmo e a Trindade nos jornais, rádios e televisões.

O FC do Porto deu logo um “ar da sua graça” ante tamanho insulto de Coentrão ao seu jogador maliano Moussa Marega. Escreveram assim na edição do passado dia 26 de janeiro de 2018 do Dragões Diário: “O tema é de 1993, mas Fábio Coentrão fez questão de o tornar atual enquanto se dirigia a Moussa Marega nestes termos (remetem para link), durante o Sporting-FC Porto de quarta-feira. Gabriel o Pensador sugere e interpreta “Lavagem Cerebral” (remetem para link), uma espécie de técnica psicológica em verso para mudar crenças e comportamentos, com a punchline “racismo é burrice” a dominar o refrão.”

Ora, estas declarações, vindas de um grande clube como é o FC Porto e para quem está tão preocupado com a linguagem usada pelo caxineiro, incorrem no mesmo registo (para eles tão difamatório) que o jogador do Sporting realizou quando chamou “Preto do Ca****” a Marega. Como? Dizem o seguinte mais à frente dessa edição do Dragões Diário: “Mas se o tratamento e a oxigenação for exterior, aplicados apenas por fora, como parece ser o caso, então aí a música é outra, apesar de igualmente célebre do mesmo rapper e compositor. Sim, é “Lôraburra” (remete para link)”.

Mas a questão parece ter ficado em saber se o Carmo e a Trindade caíram pela palavra “Preto” ou pelo jargão “Car****”. Mas, de uma maneira ou de outra, estamos perante uma encenação através da linguagem: o que ele disse é mais importante do que aquilo que ele fez ou faz. Culpamos o jogador do Sporting por dizer aquilo a Marega quando no Futebol só ouvimos – quer das bancadas, quer de todos os intervenientes do jogo – palavras esbeltas, espúrias e do mais fervoroso requinte linguístico que alguma vez se produziu à face da Terra. Os estádios são, não hajam dúvidas, os santuários plenos da palavra, anfiteatros da palavra bem-dita, dos bem-comportados e dos bem-falantes.

Estou certo que enquanto perdurar esta política do “bem-falante” nos estádios, no futebol, na política, na academia, nas escolas, estamos a ocultar os nossos sentimentos mais hostis e vis, sob o manto da aparência e da capa dos “bons costumes”, das “boas maneiras” e das “boas linguagens”. Um dia, se a moda pega, teremos música clássica nos estádios de futebol e seremos obrigados a ir de fato e gravata ver o “desfile dos cisnes” enquanto soltamos risadas tímidas e dizemos coisas como por exemplo “que esbelto movimento daquele atleta” , “estou entusiasmado com a performance daquele jogador” ou ainda “que pouca educação tem aquele atleta”.

Foto de Capa: Sporting Clube de Portugal

artigo revisto por: Ana Ferreira

10 transferências que aqueceram o mercado de inverno

Cabeçalho Futebol Internacional

A tradição do mundo futebol mantém-se e após o mês de janeiro a questão é sempre a mesma: quais as contratações com mais impacto no mercado de inverno?

Nós damos-te a conhecer as transferências mais sonantes.

Cápsula Lusitana: O Mágico Quinas

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recordar é viver

Antes de começar nesta apaixonante jornada sobre a vida de um dos técnicos mais marcantes do futebol português dos últimos anos, importa elucidar sobre o que trata esta “Cápsula Lusitana. A cápsula lusitana é uma rubrica em que se vão distinguir alguns treinadores e jogadores que estão afastados do mundo do futebol. Será aqui que vamos recordar momentos, feitos históricos destes nossos lusitanos, como que de uma cápsula de tempo se tratasse, uma cápsula capaz de eternizar momentos e figuras.

Quem é?

Quinito, como treinador do vitória SC Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt
Quinito, como treinador do vitória SC
Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt

Joaquim Lucas Duro de Jesus, Quinito, só para os amigos.

Nasceu a 6 de Novembro de 1948, na cidade de Setúbal. Com uma personalidade distinta, tornou-se um apaixonado pelo futebol. Durante a sua vida muitas eram as paixões deste grande homem. Desde a sua passagem como escuteiro, a sua paixão de querer ser toureiro ou pelo curso de medicina em Coimbra aos dezoito anos, acabou por seguir o que o seu coração queria e ingressar numa carreira no futebol. Quinito fez carreira como jogador de futebol, passando por diversos clubes: Belenenses, Braga, Académica e Racing de Santander. Apesar disso foi a partir do banco que o técnico de Setúbal se destacou. Excêntrico, ousado, pouco ortodoxo e pouco conservador mas acima de tudo vibrante e apaixonante, eis as linhas orientadoras do perfil de um dos mais importantes treinadores portugueses dos últimos anos. Foi responsável por ter colocado várias equipas do futebol português a jogar um futebol espetáculo, deixando a sua marca em cada uma delas. Porto, V.Guimarães, Sporting de Braga, Espinho, Rio Ave, Setúbal, Leiria, foram algumas das equipas por onde passou.

Equipa do SC Braga, que Quinito integrava, na época de 1979/80 Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt
Equipa do SC Braga, que Quinito integrava, na época de 1979/80
Fonte: gloriasdopassado.blogspot.pt

Cormier vs Miocic: A UFC a destruir os puristas

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Cabeçalho modalidadesAinda estávamos a recuperar de mais uma vitória de “Jacaré” Souza (esta divisão middleweight é sem dúvida a mais entusiasmante), quando a organização da UFC decide lançar para cima da mesa o cartaz para o evento 226, colocando os campeões das divisões Light Heavyweight e Heavyweight a defrontarem-se pelo título de pesos pesados.

A meu ver, parece-me uma excelente decisão, fruto de uma análise atenta do contexto atual destas duas divisões. Então vejamos:

Cormier bateu Volkan Oezdemir. A vitória categórica de DC não coloca em causa o potencial do suíço, mas a verdade é que Oezdemir foi uma espécie de recrutamento de urgência. Nem o mais criativo promotor de eventos poderia ter pensado numa concorrência à altura do estatuto de DC, visto que esta, na divisão de Light Heavyweight, não existe. Cormier venceu e, assim de repente, acabou com toda a concorrência. Desinteressante, não acham? Portanto, e já que Jones está, até ver, fora do baralho, alguma coisa teria de ser feita.

Stipe Miocic na vitória sobre Francis Ngannou Fonte: Sporting News
Stipe Miocic na vitória sobre Francis Ngannou
Fonte: Sporting News

Já para Mioicic, a questão é ligeiramente diferente. Apesar de ter eliminado a força em ascensão Francis Ngannou, o campeão Heavyweight tem vários pretendentes legítimos ao título, desde Junior dos Santos, Fabrício Werdum e até, porque não, Cain Velasquez. Posto isto, pode parecer contraproducente colocar Cormier frente a Miocic, até porque a relação de amizade entre DC e Cain Velasquez não faria prever que o campeão da divisão de Light Heavyweith se sobrepusesse à possível oportunidade de Cain. Mas, a meu ver, foi genial.

Os puristas, aqueles que se regem quase exclusivamente pelos rankings de cada divisão, não deverão concordar comigo, mas a verdade é que a UFC necessita de rentabilizar as suas maiores estrelas, potencia-las e abalar a estrutura. Os fãs têm os seus preferidos, e é obvio que existem combates obrigatórios, como Khabib vs Tony Fergunson. Mas a surpresa é um efeito maravilhoso, que uma organização desportiva como a UFC tem o condão de produzir. Outras organizações não se podem dar ao luxo de o fazer, estando o fator surpresa diretamente associado aos atletas, a uma bola no poste, a um jogador revelação.

Na minha opinião, a organização da UFC tem tido bastante sucesso com este tipo de decisões. Quem poderia negar o regresso de GSP ou um duelo entre DC e Anderson Silva? Quem não gostaria de ver Amanda Nunes contra Cris Cyborg?
A UFC parece estar apostada em realizar super fights, mesmo que isso abale a visão mais purista, que encara o ranking como batuta do mérito e das oportunidades. Que não se destruam as surpresas.

Foto de Capa: Último Round

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

Confirmo, o Bruno influenciou

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Peço desculpa, mas receio bem que as últimas capas feitas com o presidente do Sporting Clube de Portugal sejam verdadeiras, ou pelo menos tenham alguma razão de ser.

A verdade é que Bruno de Carvalho, desde que assumiu a presidência do clube, não tem feito outra coisa senão influenciar o Sporting, os seus dirigentes, atletas, treinadores, sócios e adeptos. Tem também feito todos os esforços para tentar influenciar os dirigentes de outros clubes e das diversas instituições que gerem o futebol português.

Bruno de Carvalho influencia todos com o seu amor pelo clube Fonte: Facebook de Bruno de Carvalho
Bruno de Carvalho influencia todos com o seu amor pelo clube
Fonte: Facebook de Bruno de Carvalho

A verdade é que, no que ao Sporting diz respeito, já vi este presidente influenciar os adeptos a tornarem-se sócios, e estes a encherem os estádios por todo o país. Vi adeptos e sócios a voltarem a acreditar no clube, a lutarem e a defendê-lo como há muito não se via. E até uma corrida pela tribuna ou os festejos na “roda” de jogadores podem influenciar esse amor pelo clube, assim como a luta constante pelas vitórias.

Vi-o influenciar os dirigentes e técnicos de todas as modalidades a criarem condições para lutarem por todos os títulos que o Sporting disputa. Vi essa mesma ambição nas palavras e exibições dos atletas que representam o clube, e a verdade é que estamos na luta nos vários campeonatos e taças.

Vi a sua equipa de dirigentes deixar-se influenciar pelo seu amor incondicional ao clube, trabalhando incessantemente pela salvação financeira e desportiva do Sporting, que se encontrava totalmente destruído e descredibilizado.

FC Barcelona 1-0 Valencia CF: Barcelona com um pé na final da copa do Rei, após fácil vitória

Cabeçalho Futebol Internacional

O Barcelona, que já tem praticamente o título de campeão espanhol da época 2017/2018, mostrou em campo que pretende também vencer a copa do Rey. A jogar com a qualidade, garra e ânimo a que nos habituou, o Barcelona procurava uma vantagem confortável na primeira mão em Camp Nou frente ao Valência de Gonçalo Guedes. Por falar em Guedes, o internacional português não constou na lista de convocados para este encontro por lesão. Contanto com ele, o Valência apresentou outras baixas de peso como Garay, Murillo ou Kondogbia, mostrando assim que não ia ter uma tarefa fácil frente ao Barcelona de Ernesto Valverde.

Tudo isto acabou por se refletir numa primeira parte de total dominação por parte da equipa da casa: 80% de posse de bola, seis remates, nove cantos … tudo isto na primeira parte. Vimos um Valência apático, sem conseguir sair a jogar, fazendo o primeiro remate apenas aos 45 minutos de jogo. Se as estatísticas fizessem diferença, o Barcelona já estaria a ganhar e não seria pela margem mínima. A defesa do Valência, que contou com o português Rúben Vezo no onze inicial para substituir o lesionado Garay, conseguiu travar a demanda incansável do Barcelona torno ao golo no primeiro tempo, porém as coisas não correram tão bem na segunda parte da partida.

O Valência acordou na segunda parte do encontro com mais dinamismo e vontade de ganhar vantagem em casa do Barcelona: estava finalmente a ser páreo para o grande Barça. Aos 57 minutos uma grande ovação surge no estádio: a entrada de Coutinho por Vidal mostrou que o jogador é adorado pelos fãs do clube. Ao minuto 66 Luís Suárez trouxe justiça ao resultado com um golo de cabeça após uma assistência do suspeito do costume, Lionel Messi, que mais uma vez mostrou pormenores de técnica inqualificável ao conseguir arrastar a defesa toda do Valência consigo e fazer um passe telecomandado para o uruguaio. Não existiram grandes mudanças após o golo: o Barcelona continuou a dominar e “los chés” não conseguiram acompanhar a supremacia futebolística de “los culés”. O jogo terminou com dezassete remates para o Barcelona e somente quatro para o Valência, que teve uma posse de bola de quase um quarto.

Os 5 melhores jogadores brasileiros que representaram o FC Porto

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É longa a história de jogadores brasileiros que representaram o FC Porto, muitos deles com um enorme sucesso. O mercado brasileiro sempre foi uma grande fonte de recrutamento para os azuis e brancos. O talento abunda no “pais irmão” e o jogador brasileiro sempre foi referência no Dragão. Neste artigo voltamos ao passado e falamos de cinco jogadores que deixaram saudades aos adeptos do FC Porto.

Mercado de inverno do FC Porto: Empréstimos, empréstimos e… mais empréstimos

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Fechada a janela de transferências de janeiro, o FC Porto fez pouco mais do que o já esperado: tendo em conta a presença em todas as competições por disputar, reforçou-se cirurgicamente e, sem esquecer a contenção imposta pelo fair play financeiro da UEFA, apostou no reforço com base em empréstimos.

A saída mais significativa terá sido a de Miguel Layún. O mexicano foi emprestado ao Sevilla FC, que tem opção de compra no fim da época. O lateral chegou à Invicta na época de 2015/16 e, de dragão ao peito, disputou 79 partida e marcou 11 golos.

Miguel Layún é o nome da saída mais sonante do plantel do FC Porto Fonte: Twitter de Miguel Layún
Miguel Layún é o nome da saída mais sonante do plantel do FC Porto
Fonte: Twitter de Miguel Layún

João Costa saiu por empréstimo para o Gil Vicente FC, Juan Quintero foi emprestado ao CA River Plate, André Pereira ao Vitória FC, Jorge Fernandes ao CD Tondela e Alberto Bueno ao Málaga CF. Já Rafa Soares foi a título definitivo para o Portimonense. Por outro lado, chegaram à Invicta quatro reforços.

O médio Paulinho, proveniente do Portimonense SC, poderá tornar-se uma peça central na equipa azul e branca agora que o calendário dos dragões começa a adensar-se. Osorio, proveniente do CD Tondela, vem para uma posição com pouco espaço para ele, mas que cujas duas das três atuais opções estão em dúvida para a renovação. Assim, e uma vez que o FC Porto tem opção de compra em junho, o jovem venezuelano deverá ser uma aposta a longo prazo. Para o ataque chegou Majeed Waris e regressou Gonçalo Paciência.

Waris chegou e já se estreou ao serviço do FC Porto Fonte: FC Porto
Waris chegou e já se estreou ao serviço do FC Porto
Fonte: FC Porto

Waris, proveniente do Lorient FC, pouco ou nenhum tempo precisou de esperar para começar a contar minutos e provar o gosto da arbitragem portuguesa. Foi a jogo aos 78’ na meia-final da Taça da Liga frente ao Sporting CP e, na hora de bater a grande penalidade, não falhou. Já em Moreira de Cónegos viu um golo seu ser anulado por fora de jogo.

Gonçalo Paciência traz consigo uma primeira metade da época muito positiva e o sonho de se afirmar no seu clube do coração. De armas (re)carregadas, o FC Porto deverá estar pronto para alcançar o tão desejado título de campeão nacional e chegar o mais longe possível nas restantes competições.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Vanda Madeira Pinto

João Carvalho: o Casula

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Chegou aquela fase da época, típica, quando falamos do Benfica de Rui Vitória. O momento em que salta à vista mais dos mais recentes lançamentos da Benfica Editoras. Neste caso, João Carvalho.

João Carvalho é fruto de mais um bom relacionamento entre o clube e os jovens que são formados na academia do Seixal. Dotado tecnicamente, posicionalmente correcto e com cabeça, João Carvalho tem todas as boas qualidades que se podem pedir a um recém-promovido à equipa A.

Porém, as coisas podem não ser um mar de rosas. Acontece que o “miúdo” foi lançado aos tubarões num jogo complicado e para substituir alguém que é, cada vez mais, uma das peças fundamentais na manobra ofensiva do Benfica – Krovinovic.

As coisas não correrem muito bem. Não fez um jogo à altura das capacidades que possui e, como consequência, foi substituído por Zivkovic. Esperava-se esta mexida, mas também era de esperar que o português tivesse uma prestação melhor.

O jovem encarnado é o mais recente produto das escolas do Seixal a dar nas vistas Fonte: SL Benfica
O jovem encarnado é o mais recente produto das escolas do Seixal a dar nas vistas
Fonte: SL Benfica

Contudo, não é motivo para alarme. Com os rumores de que o Benfica está a ser poupado nas idas ao mercado, tudo pela eventual aposta naquilo que está a ser feito e produzido pela equipa B, é de acreditar que João Carvalho venha a ser das futuras peças importantes no plantel encarnado.

Está naquele lote de jogadores interessantes, tal como João Félix ou Diogo Gonçalves, que, com jeitinho, vão calçar no futuro. Isto se o magnânimo Jorge Mendes não entrar em acção com a habitual taxa de 15 milhões.

É certo, a julgar pela maneira como as coisas correram e estão a correr esta temporada, que muita coisa terá de mudar para 2018/2019. Assim sendo, João Carvalho tem muito espaço e tempo para crescer. Já deu mostras, como no jogo contra o Moreirense, daquilo que é capaz e do que pode trazer à equipa.

Será uma questão de tempo até que, com a limpeza do final da época, ele e os restantes assumam aposição de cativos no onze inicial. Muito honestamente, é um dos caminhos a seguir. Dar espaço a quem merece. E João Carvalho provou que merece para prosperar e crescer aumentando a qualidade da equipa e do nosso campeonato.

Artigo revisto por: Ana Rita Cristóvão

Primeira Liga: O que mudou em Janeiro?

Cabeçalho Futebol NacionalFechado o mercado de inverno, chega a altura de ver o que mudou nos plantéis do campeonato português, sendo que apenas o Boavista FC não sofreu qualquer alteração no seu elenco.

CD Aves

Entradas:

A equipa mais ativa no mercado de verão voltou a reforçar-se no mercado de inverno, e com um nome bem conhecido do público português: Artur Moraes, ex-Braga e Benfica, vem da Chapecoense para rivalizar com Adriano Facchini e Quim.

Os avenses foram ainda à Ucrânia buscar Tissone para reforçar o meio campo, Jorge Filipe (CSA Brasil) chegou para a defesa e de Chaves veio o extremo Hamdou Elhouni.

Tissone e Moraes são duas opções novas para o clube das Aves Fonte: CD Aves
Tissone e Moraes são duas opções novas para o clube das Aves
Fonte: CD Aves

Saídas:

Washington, jogador que chegou a Vila das Aves em julho proveniente do Nacional da Madeira e que jogou por 7 ocasiões com a camisola dos avenses, saiu para reforçar o Panionios da Grécia.

Salvador Agra foi retirado ao Aves pelo Benfica para ser emprestado ao Granada.