Ou pelo menos tinha alguma razão. Alguém disse, há pouco tempo, que iria conseguir ser campeão europeu com jogadores da sua formação.
Olhando para o jogo do Sporting em Madrid, e contando os jogadores “made in Alcochete” que jogaram nesse encontro, parece possível que essa premonição aconteça. A verdade é que fica mais fácil quando temos já na nossa equipa três campeões europeus. Mas do outro lado estava também um campeão europeu, por coincidência também de Alcochete, que decidiu mostrar toda a sua enorme qualidade. Caro sócio 100.000, aquela simulação era escusada.
Mesmo assim não vou ser tão incisivo como o outro, e vou dizer apenas que, com uma equipa baseada na sua formação, o Sporting CP conseguiu lutar de igual para igual com um dos maiores da Europa e do Mundo. Não posso ir mais além disto, até porque, apesar do grande jogo, perdemos.
A realidade é que já alcançámos o que outros ambicionam, ou pelo menos estamos mais perto disso. Ah, e a espinha dorsal da selecção campeã europeia também saiu da nossa formação. Ao que parece é possível, e os resultados vão aparecendo para os lados de Alvalade, porque para um clube que há poucos anos estava falido são estas pequenas vitórias (morais ou não) que nos fazem crescer e ganhar o respeito de qualquer adversário ou possível patrocinador. Tenho a certeza de que, ontem, muita gente de todo o mundo se entusiasmou com o que jogaram os de verde em Madrid. Uns prometem, outros fazem. E ontem viu-se um novo episódio disso mesmo.
O Campeonato Angolano de Futebol, mais conhecido por Girabola, é o campeonato nacional de futebol de Angola, organizado pela Federação Angolana de Futebol (F.A.F.). É um campeonato disputado entre os meses de fevereiro e novembro de cada ano civil entre 16 equipas, que jogam no sistema de todos contra todos a duas voltas, à semelhança do que se verifica nos campeonatos europeus. Atualmente, o Girabola vai na sua 37.ª edição, sendo que a primeira edição realizou-se no ano de 1979 com a equipa do 1.º de Agosto a vencer o troféu. As equipas participantes no campeonato são provenientes de várias partes de Angola, desde a famosa e conhecida capital Luanda, passado por outras províncias como Benguela, Lubango e Huambo, o que, de certa forma, permite ao povo angolano poder vivenciar e celebrar a festa do futebol.
Falando propriamente das 16 equipas que compõem o principal campeonato de Angola, é possível fazer uma divisão das mesmas em três grupos, isto é, uma separação das equipas no que diz respeito aos seus objetivos a atingir no final da época, que são: ser campeão, obter um lugar a meio da tabela e lutar para não descer de divisão. Começando pelo objetivo mais ambicionado por qualquer uma das equipas participantes – ser campeão -, existem sempre 4 equipas que se sobressaem da restante concorrência e são (quase) sempre consideradas favoritas à conquista do título: o Recreativo do Libolo (atual campeão em título), o Kabuscorp, o 1.º de Agosto e o Petro de Luanda.
O 1ºde Agosto vai liderando o Girabola Fonte: Sapo
Estes quatro clubes são os que mais investem no mercado de transferências, com vista ao fortalecimentos dos seus plantéis, e, consequentemente, possuem uma enorme e vasta massa adepta, o que faz com que os confrontos entres quatros candidatos sejam os mais esperados ao longo do decurso do campeonato.
Eu percebo o Kevin Durant: a vontade de ganhar é grande, e só pode ser maior quando se é um dos mais talentosos da liga. O seu currículo diz tudo sobre a sua qualidade, e só falta mesmo o tão ambicionado anel. Em Oklahoma era possível competir: era uma equipa rija, difícil de superar e habituada a dar luta aos melhores. O problema é que isso não chega; a conferência Oeste tem apresentado uma competitividade elevadíssima e, no ano em que OKC se conseguiu impor – chegando à final – , do outro lado estava o Big 3 de Miami, que o superou com naturalidade.
Com a camisola dos Warriors aproxima-se agora bastante da vitória final, e é muito provável que faça a festa já esta época. É claro para quase todos que ter Curry e Durant na mesma equipa é mais do que meio caminho andado para esta ser bem sucedida – são simplesmente dois dos três melhores da NBA – mas, se isso não chegasse, havia ainda Klay e Green para completar um leque fabuloso de All-Stars sedentos de glória. Gerindo de forma inteligente a fase regular, atendendo à agora menor profundidade do seu banco, a turma que contará com os dois últimos MVPs da liga poderá até dominar os PlayOffs com uma facilidade pouco vista na competição. Neste sentido, KD deu um grande passo em frente: ser campeão é mais que um desejo – é um sonho para qualquer um –, e está agora muito perto de se realizar. Saiu para uma equipa que disputou as últimas duas finais e que, mesmo sem ele, teria todas as possibilidades de o voltar a fazer. A lista de grandes estrelas que nunca celebraram um campeonato é extensa e KD, pressionado pela enorme vontade de não pertencer a esse grupo, escolheu ingressar onde mais rapidamente pudesse abrir o champanhe. Sem dúvida um passo em frente! E, afinal um jogador da NBA é apenas um profissional, como qualquer outro, livre de escolher que empresa deseja representar.
Durant mantém o 35 como número Fonte: GSW
OKC ficou pelo caminho e, como é normal nestas situações, a onda de ódio gerada à sua volta foi enorme. O herói da cidade passou agora a ser o maior vilão e não se espera que os fãs, ou melhor, os ex-fãs, o perdoem tão cedo. A traição do filho prodígio ganha ainda maiores proporções quando feita com a equipa que barrou o acesso à final dos Thunder na temporada que passou, numa eliminatória extremamente renhida. Aos olhos de muitos, Durant trocou um candidato por outro ainda mais candidato, e isso é ter falta de mentalidade de guerreiro. Juntar-se aos melhores adversários é a forma mais fácil e óbvia de evitar o confronto. Podemos dizer que KD evitou o choque. Em abono da verdade, se pensarmos nos grandes competidores que a liga teve, não os imaginaríamos a tomar esta opção – o Michael Jordan em Detroit ou em LA para ser campeão? Jamais!
Esta mudança de cidade representa também dois passos atrás para o jogador de 27 anos: a facilidade com que se aproxima do título é inversamente proporcional à possibilidade de ser a lenda que poderia ser. A fasquia agora é bem mais elevada: ganhar não chega, nem arrasar deverá chegar… Se quer ser comparado aos melhores de sempre, Kevin terá de participar em algo histórico e dominador. Uma dinastia, um four-peat, algo que leve os adeptos a odiarem e idolatrarem, quase em simultâneo, a sua nova equipa. Algo digno de uma verdadeira lenda.
Em Oklahoma bastava o título. Depois de fazer parte de toda a história do franchise criado em 2008, liderando as tropas, no primeiro triunfo teria direito a todas as honras, a um lugar eterno na história, e quem sabe uma estátua à porta do pavilhão. Agora já não será o líder da equipa, e o menino bonito da cidade é outro; os holofotes estão bem mais divididos. Durant julga que jogou pelo seguro, mas na verdade tomou uma opção de risco. Mais cedo ou mais tarde o título não lhe fugiria onde estava, e os Warriors nunca serão a sua verdadeira equipa. Poderá conquistar uma prateleira cheia de títulos, mas nenhum tão valioso como seria o primeiro da cidade de Oklahoma. Será lembrado como um dos melhores da sua geração, mas muito dificilmente entrará na galeria das lendas eternas da NBA. Deu um passo rumo à vitória imediata, afastou-se dois da eternidade. Mas eu percebo: o tempo não pára e a cede de vitória urge.
O Sporting Clube de Portugal entrou a perder na Liga dos Campeões 2016/17. Os “leões” estiveram a ganhar até bem perto do fim, mas os espanhóis conseguiram dar a volta nos últimos minutos, sem que tenham feito muito por isso.
Na primeira parte, os “leões” entraram de forma bastante personalizada e segura em campo. Jorge Jesus optou por colocar Bruno César a jogar no apoio a Bas Dost o que contribuiu também para o maior equilíbrio de forças a meio campo, quando o brasileiro descia para apoiar William Carvalho e Adrien Silva. O jogo foi bastante equilibrado, com os portugueses a serem bastante rigorosos nas coberturas e nas saídas para o ataque, tendo cometido muito poucos erros. Jorge Jesus montou uma teia extremamente bem preparada em campo, tendo mostrado mais uma vez que é um dos melhores do mundo na sua profissão. Tanto assim foi que os espanhóis não tiveram nenhuma oportunidade flagrante de golo nos primeiros 45 minutos. Cristiano Ronaldo nunca teve espaço perto da área “verde e branca”, Benzema esteve muito apagado e Gareth Bale foi o avançado “blanco” que mais vezes teve a bola. Contudo, falhou sempre no momento do último passe. Toni Kroos e Modric tiveram muitas dificuldades para se incorporarem no ataque, devido às atuações de Adrien Silva e William Carvalho.
No lado contrário, foi Gelson Martins o principal destaque das investidas leoninas. O português teve um duelo bastante interessante com Marcelo, em que ganhou numas vezes e perdeu noutras. Contudo, teve um remate perigoso para Casilla e ainda fez um cruzamento venenoso que não teve correspondência na pequena área. Pelo meio, Casemiro teve de recorrer várias vezes à falta para parar os ataques do Sporting. Contudo, os “leões” também nunca conseguiram materializar em golo as oportunidades que tiveram.
O golo do “Chuta Chuta” não foi suficiente para a vitória Fonte: Sporting CP
A segunda metade abriu com o golo leonino. Adrien Silva começa a jogada com um pormenor técnico genial sobre Benzema e Bruno César finalizou com precisão, após assistência de Bryan Ruiz. O internacional sub 21 português continuou endiabrado no lado direito do ataque, tendo desenhado mais algumas jogadas de perigo até ser substituído, já exausto, por Lazar Markovic. Os “merengues” começaram depois a sobrecarregar mais no ataque, com as entradas de Morata, Lucas Vázquez e James Rodríguez. Contudo, retirando uma bola de Ronaldo ao poste esquerdo, os espanhóis não tiveram oportunidades gritantes para marcar.
As saídas de Adrien Silva e Gelson Martins penalizaram os “leões”, dado que fizeram bastante falta nos minutos finais, na luta do meio campo e nas saídas para o ataque. O Real continuou a carregar, e Ronaldo empatou o jogo com um livre direto ao ângulo superior da baliza de Rui Patrício. Nos descontos, surgiu o grande balde de água gelada, com Morata a cabecear para o golo após um cruzamento de James.
A invasão verde e branca a Madrid esteve perto de ser totalmente bem sucedida, tendo faltado mais cinco minutos de concentração máxima e sorte ao Sporting. Foi um dos melhores jogos que vi o Sporting fazer na minha vida. Os sportinguistas podem sentir-se bem orgulhosos dos seus jogadores, pois fizeram uma partida fantástica em Madrid. A arbitragem de Paolo Tagliavento, apesar de não ter tido influência direta no resultado, foi bastante caseira, como o provam a expulsão de Jorge Jesus e a forma escandalosa como Casemiro conseguiu acabar o jogo sem ver o cartão amarelo, quando William e Adrien foram amarelados “facilmente” pelo italiano. Ainda assim, a comitiva portuguesa deixou uma grande imagem da equipa que é perante a Europa do futebol. Nada está perdido e estes pontos terão de ser recuperados na receção ao Légia, na segunda jornada. Importante agora é preparar a muito difícil deslocação a Vila do Conde na próxima partida do campeonato. Jorge Jesus terá de recuperar animicamente os seus jogadores, depois de um dos resultados mais injustos que o futebol viu nos últimos anos.
Foi um desfecho completamente inesperado dado o resto do ano que Wawrinka teve; já para não falar dos match points que teve de salvar na terceira ronda contra Daniel Evans. Mas a verdade é que a quinzena nova-iorquina acabou com o Suíço a juntar este título ao Open da Austrália, que ganhou em 2014, e ao Roland Garros, em 2015.
Não foi apenas contra Evans que Wawrinka pareceu mal encaminhado: Nishikori esteve um set e break acima nas meias finais, com inúmeras oportunidades de ganhar o segundo set, e foi quiçá traído pela fadiga de uma dura vitória em 5 sets contra Murray nos quartos de final. Mesmo na final, Djokovic ganhou o primeiro set e esteve perto de ficar 2-1 acima. Tal como Nishikori nas meias finais, o Sérvio desperdiçou imensos pontos de break. Ao fim e ao cabo, a chave para a vitória de Wawrinka acabou por ser a sua capacidade de jogar bem os pontos mais importantes. É essa força mental que lhe dá 3 títulos do Grand Slam em 3 presenças na final.
Apesar da derrota, Djokovic mantém-se como incontestável número 1 mundial, tendo aliás as suas possibilidades de acabar o ano nessa posição aumentado ainda mais com a derrota de Murray nos quartos de final. Na corrida para Londres, o top 8 parece bem definido – Djokovic, Murray, Wawrinka, Raonic, Nishikori, Monfils, Thiem, Nadal –, com Berdych a mais de 700 pontos de Nadal. Salvo surpresas ou desistências, os oito jogadores supracitados deverão estar presentes na arena O2 em Novembro.
João Sousa não conseguiu passar da terceira ronda Fonte: João Sousa
No que toca à participação portuguesa no torneio, João Sousa alcançou a terceira ronda para concluir o seu melhor ano em torneios do Grand Slam; deu alguma réplica a Dimitrov depois de um mau começo, mas ainda não foi desta que chegou aos oitavos do torneio. Gastão Elias serviu para a sua primeira vitória de sempre num torneio do Grand Slam, contra Stakhovsky, mas infelizmente ainda não foi desta. No torneio de pares, Sousa e Elias perderam 7-5 no set decisivo na primeira ronda contra Murray e Suares – a dupla que se viria a sagrar campeã. Foi uma prestação honrosa da dupla portuguesa face a um sorteio madrasto.
Como diz o Pacman, através do projeto “5-30”, «Muito tempo fora/Mas chegou a hora/O momento é agora/Testemunha uma nova aurora». O momento chegou. Finalmente vou ver a minha equipa jogar nesta edição da Liga dos Campeões, num grupo que é mesmo feito disso: de campeões. Apesar de termos já estado presentes na fase de grupos há dois anos, é sempre bom entrar em Alvalade e ouvir o hino da competição mais importante da UEFA.
Estamos num grupo digno desta competição: Real Madrid, Borussia Dortmund e, não menos relevante, Légia de Varsóvia. Os primeiros, donos e senhores desta competição, com a Undécima conquistada na última edição do torneio, são os nossos primeiros adversários, donos de um tipo de jogo aprazível e com craques mundiais a fazer as delícias dos adeptos de futebol. Já o Borussia, para além dos jogadores de grande qualidade que possui, será uma luta característica: para além daquela que irá decorrer durante noventa minutos dentro das quatro linhas, também o duelo entre as claques de ambas as equipas será um dos pontos fortes dos jogos entre os mesmos. Frente ao Légia, teremos que prestar atenção porque, apesar de não se aproximar às qualidades das equipas anteriores, tem mérito por estar presente na Liga dos Campeões e não quer ver as suas aspirações, de ganhar pelo menos um jogo, a serem defraudadas.
No entanto, chegámos. O Sporting chegou e está para mostrar quais são os motivos de estar presente, quais foram os argumentos técnicos e táticos que utilizaram para bater o SL Benfica e o FC Porto, as outras duas equipas presentes nesta competição. Nem sempre é fácil lutar contra certas ideias de outros que pensam que o Sporting não é algo qualquer. Há que mostrar que também merecemos passar à segunda fase do torneio. Apesar disto, há que ter os pés assentes na terra e perceber que os grandes nos irão fazer frente. O objetivo para esta fase deve começar por nunca, mas nunca, olhar para o chão: sermos derrotados mesmo que não haja motivos para isso. São seis jogos, jogos esses que dão para explicar e desfrutar ao máximo do nosso futebol. Vamos conhecendo aos poucos e é isso que precisamos.
O 12º Jogador será fundamental nesta caminhada leonina Fonte: Sporting CP
Os nossos adeptos também têm uma função importante: sejam quantos forem, que mostrem a raça, o querer e a ambição leonina. Somos mais fortes unidos; somos a camisola número doze, o décimo segundo jogador e os últimos a desistir. Seja qual for o desfecho do Sporting nesta sessão da Liga dos Campeões, já estou feliz por saber como são os nossos, por saber que vão dar o litro, tudo o que têm e o que não têm para nos fazer habituar à classe sportinguista, classe que nos mostram semanalmente dentro do país e que agora vão exibir em grandes palcos como o Santiago Bernabéu.
Não sou romântica, não sou louca. Eu sei que não é fácil e que não é tudo um mar de rosas, que a probabilidade de passar para a Liga Europa é maior do que passar aos oitavos de final. Só peço que, façam o que fizerem, orgulhem a camisola que vestem, orgulhem aqueles que vos apoiam. Não estou a pedir os 18 pontos, estou a pedir que não deixem esmorecer a garra leonina. Deixem-nos com vontade de saber o que é o Sporting nos jogos mais importantes. Façam-se respeitar em campo e fora dele. Encham páginas com elogios às exibições europeias. Nada mais. Chegou a hora, e eu quero testemunhar o vosso triunfo.
13 de Setembro de 2016: a data que assinala o inicio da mais importante competição de clubes europeia e uma das mais importante a nível mundial, a Liga dos Campeões. O Real Madrid, actual campeão europeu, procura defender o seu título sendo um natural favorito à conquista da Liga dos Campeões. Outras equipas que correm ao lado dos Merengues, com igual ambição na conquista desta competição são o Barcelona e o Bayern de Munique. Ainda podemos considerar algumas equipas, as chamadas de outsiders como: Manchester City, Juventus, Dortmund e Atlético de Madrid que certamente querem ter uma palavra a dizer nesta competição. Este ano teremos a partipação de três equipas portuguesas na Fase de Grupos da Liga dos Campeões. Sport Lisboa e Benfica, actual campeão nacional. Sporting Clube de Portugal e Futebol Clube do Porto.
O SL Benfica encontra-se no Grupo B com: Napóles (Itália), Dinamo Kiev (Ucrânia) e Besiktas (Turquia). O SL Benfica é a primeira equipa portuguesa a estrear-se nesta edição da Champions League, e quer voltar a fazer um excelente trajecto, à semelhança do que fez na época passada. Recebe esta terça-feira no Estádio da Luz o Besiktas. Jonas, Jimenez, Mitroglou e Rafa são baixas confirmadas no ataque dos ‘encarnados’. O Besiktas começou o seu campeonato da melhor forma, com 2 vitórias e 1 empate, estando em 3º lugar apenas a 2 pontos do 1º classificado. A equipa turca conta com jogadores como Ricardo Quaresma, Aboubakar ou Talisca, todos jogadores bem conhecidos em Portugal. Apesar de existirem baixas de peso, o Benfica é favorito e apesar de ser um jogo complicado, irá tentar tirar partido do factor casa para levar de vencido a equipa turca.
O Sporting tem um grupo muito difícil Fonte: Sporting CP
O Sporting CP encontra-se no Grupo F com: Real Madrid (Espanha), Borussia Dortmund (Alemanha) e Legia Varsovia (Polónia). Após o fracasso do clube de Alvalade na época transata, ao ser eliminado no play-off de acesso à fase de grupos pelo CSKA Moscovo, este ano, a equipa de Jorge Jesus quer fazer melhor figura num grupo que muitos chamam de grupo da morte. Os leões estreiam-se na quarta-feira, na casa do actual campeão europeu, o Real Madrid. Os merengues contam com 3 jogos no campeonato e 3 vitórias, estando isolados no primeiro lugar. Cristiano Ronaldo que já se encontra recuperado da lesão que sofreu no final do Europeu em França, deverá ser titular. O Sporting CP que tem um plantel, face à epoca transata, com mais qualidade e mais experiência, quer surpreender no Barnabeu. Jorge Jesus deverá alterar o sistema táctico para 4-3-3 de forma a garantir maior presença no meio-campo e fechar os caminhos da sua baliza.
Em San Marino, Valentino Rossi é rei. As bancadas do “Misano World Circuit Marco Simoncelli” são bicolores: o amarelo e o azul dominam face a tudo o resto. Mas na história deste grande prémio Rossi não reinou. Não me entendam mal: o italiano é rei fora da pista mas, no asfalto, Dani Pedrosa levou a melhor, tornando-se num vencedor improvável – apesar de o ritmo por si imposto permitir antever esse desfecho.
O piloto espanhol da Honda Repsol tinha alcançado a oitava posição na grelha de partida, liderada por Jorge Lorenzo, com a pole position e o recorde do circuito.
Durante a primeira metade da corrida a luta pela vitória fez-se entre os três habituais pilotos: Valentino Rossi, Jorge Lorenzo e Marc Márquez, e, após muitas ultrapassagens, a vitória parecia sorrir cada vez mais ao piloto da casa, Valentino Rossi. Mas já sabemos que as corridas de Moto GP são imprevisíveis, e a prova disso está nos sete diferentes vencedores dos últimos grandes prémios.
Lá atrás vinha Dani Pedrosa a um ritmo alucinante e decidido a voltar ao lugar mais alto do pódio, já que a última vez que sentira o sabor da vitória fora em 2015, na Malásia. A mota da Honda Repsol com o número 26 passou por Dovizioso, Viñales, Márquez, Lorenzo e Valentino Rossi, a última vítima.
Depois de se ver na primeira posição o piloto espanhol não se deixou intimidar por Rossi, que precisava da vitória para reduzir a diferença para Márquez na luta pelo título mundial. A bandeira de xadrez rodou e selou o renascimento de Dani Pedrosa.
Misano assistiu à vitória improvável de Dani Pedrosa Fonte: Dani Pedrosa
A vitória do piloto espanhol é a prova de que quando o psicológico e a engenharia estão em sintonia, tudo pode ser perfeito. E foi isso que aconteceu a Dani Pedrosa. A mota estava com a afinação correta: o pneu mole na roda dianteira foi uma das chaves para que a remontada fosse possível. E quando o piloto se sente bem a conduzir a sua moto, é capaz de tudo. Até do mais improvável.
As duas rodas voltam daqui a duas semanas para o grande prémio de Aragón. Resta-nos esperar para ver se vai haver um nono vencedor diferente, ou se Dani Pedrosa chegou para ficar nos lugares da frente. E a luta pelo título mundial promete, entre Valentino Rossi e Marc Márquez.
O primeiro PPV da Smackdown não desiludiu. Combates de qualidade, quase todas as decisões foram acertadas e novos campeões. A WWE provou que é possível fazer um bom PPV sem ser de 4 horas ou mais. Que a RAW aprenda esta lição.
O primeiro combate da noite coroou a campeã feminina da Smackdown. Foi um combate onde todas as lutadoras tiveram tempo de se mostrar e provar a qualidade da divisão feminina da marca azul e que teve algumas surpresas. A primeira foi o facto Alexa Bliss ter sido eliminada em primeiro lugar. Alexa é, a par de Becky, a lutadora mais talentosa no roster e merecia ser das ultimas a ser eliminada. A outra surpresa foi o facto de Carmella ter ido até ao fim do combate e ter eliminado Nikky Bella. Carmella é, de todas lutadoras no ringue, aquela que tem mais probabilidade de se perder no roster e este destaque nas ultimas semanas, com o heel-turn, o ataque à Bella e agora o facto de ter sido a ultima a ser eliminada só lhe fazem bem e provam que a WWE não a esquece.
A vitória acabou por sorrir a Becky Lynch, a preferida e a que merecia. É o primeiro titulo da irlandesa na WWE e já vem tarde. Becky não fica atrás das companheiras do NXT em termos de qualidade e tem agora a missão de carregar a divisão feminina. Só mudava uma coisa no combate, colocava Alexa como a ultima a ser eliminada para assim ela e Becky terem uma rivalidade de qualidade pelo título. Carmella podia ficar em feud com Nikki Bella.
Na final de tarde de domingo, dia onze de setembro, reuniram-se para um churrasco seguido de uma peladinha, os plantéis de Sp. Braga e Boavista. O jogo terminou numa clara vitória da equipa minhota, 3-0, que mostrou mais soluções, mais vontade e mais controlo no que a exageros diz respeito. Agora mais a sério, os três pontos ficaram em Braga e os visitantes voltaram a casa com a digestão mais que feita e até já com alguma fome de golos. A meu ver, hoje faltou inspiração dentro das quatro linhas. A tabela classificativa mostra então que o Braga vai em segundo com a mesma pontuação do Benfica, adversário que irá defrontar na próxima jornada do campeonato. O Boavista, perde pela primeira vez na liga este ano, ficando-se pelo décimo posto.
Depois de Artur Soares Dias apitar para o início deste jogo, ambas as equipas mostravam estar algo ansiosas com a parte do «ter a bola no pé». Parecia que dos vinte e dois jogadores em campo, somente Pedro Santos, Hassan e André Pinto estavam com vontade de levar o jogo para a frente. Algo peculiar num jogo de futebol, visto que sem bola é possível jogar, mas não marcar.
A primeira parte não mostrou grande jogo de futebol até aos trinta minutos. Vários erros de parte a parte, onde se incluem ambos os guarda-redes, que pareciam jogar em cima de cascas de banana. Enfim, um «pagode à minhota» sem direito a música… Mas tudo o que é engraçado tem o seu fim, e a atrapalhação na defesa do Boavista foi evidente. Sem que houvesse ninguém que tirasse a bola dali, já que parecia um elemento estratosférico sem qualquer relação com a prática do futebol, apareceu Hassan, que amarrou a pantera pelo cachaço e com um leve safanão colocou o esférico lá dentro. Remate rente a relva e bem juntinho ao poste. Assim foi o primeiro do jogo e da conta de Hassan.
A partir do golo o jogo parecia ganhar um novo ímpeto, quando de repente, a vontade de jogar se resumiu a uma troca de bola intensa passível de cortes bonitos, chegando o intervalo no momento em que o Boavista parecia querer alguma coisa com a bola. É pena, porque começava a jogar-se futebol no municipal de Braga.
Na segunda parte a história foi diferente, mas não muito. Troca de bola rápida e pouco eficaz resumiu-se a um «bate lá na frente» sem rumo. E quando Pedro Santos tinha a bola no pé e entrou pela área, algum dos três boavisteiros mosqueteiros da defesa se esqueceu de «Pédrito»! Chegou tarde o corte e assim sendo é pénalti. «Pédrito» fez então o segundo trazendo ainda mais tranquilidade a um jogo demasiado tranquilo. Se o Paulo Bento viu o jogo entre Braga e Boavista, ficou intranquilo com tanta passividade. Mas vamos ao que interessa. Pouco depois, numa jogada, sim uma jogada, de contra ataque veja-se, Wilson desmarca-se nas costas do adversário e remata para o terceiro da partida. Três golos sem resposta foi o resultado final.
Por fim, resta-me dizer que esta churrasco foi tudo menos gourmet, bem servido sim, mas faltou um pouquinho de sal na carne.