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Morten Hjulmand quer vencer a Taça de Portugal: «Para mim o Jamor é especial»

O Sporting defronta o Torreense na final da Taça de Portugal. Morten Hjulmand disse que, para si, o Jamor é «especial» e apontou objetivo de vencer.

Rui Borges e Morten Hjulmand fizeram a antevisão da final da Taça de Portugal, jogo entre o Sporting e o Torreense. Entre os temas abordados, o capitão dos leões, em conferência de imprensa, falou sobre ser a sua terceira final consecutiva no Jamor e assumiu que quer vencer a competição:

«Para mim o Jamor é especial, apesar de não ser português. Os adeptos vão para lá de manhã, beber cerveja e comer carne, e ficam lá. É uma grande tradição e espero que continue por muito tempo. O objetivo é vencer».

Durante a conferência de imprensa, também perguntaram a Morten Hjulmand sobre o mercado:

«Contratações e saídas no mercado afetam? Acho que é parte de ser profissional de futebol. Em janeiro também houve várias notícias, no verão também. É normal e não afetará o jogo de amanhã. Eu falarei depois do jogo. O Morita e Quenda sairão e querem ter um bom fim no Sporting».

O Sporting x Torreense joga-se este domingo, dia 24 de maio, a partir das 17h15. Lê toda a conferência de imprensa de Rui Borges e Morten Hjulmand.

Santi García elogia Gabri Veiga e admite desejo de jogar com o médio do FC Porto

Santi García confessou que gostaria de jogar com Gabri Veiga. O médio espanhol deixou rasgados elogios ao jogador do FC Porto.


Santi García concedeu uma entrevista ao jornal A Bola e foi questionado sobre o jogador espanhol que mais o impressionou na Primeira Liga. Em resposta, o médio do Gil Vicente destacou Gabri Veiga e admitiu o desejo de vir a partilhar o campo com o jogador do FC Porto:

«Dentro da minha equipa, destaco o Antonio Espigares, um defesa muito jovem que me surpreendeu bastante e que tem um potencial enorme. Olhando para a liga, gostei muito do Víctor Gómez, do SC Braga, pela forma como compete e pela capacidade ofensiva que tem como lateral. Ainda assim, diria que o Gabri Veiga foi o que mais me impressionou — é um jogador diferente, com muita qualidade, inteligente nos movimentos e alguém com quem qualquer jogador gostaria de partilhar o campo. Eu, por exemplo, gostava de o ter ao meu lado», referiu o médio do Gil Vicente em resposta.

Na temporada 2025/26, Santi García apontou seis golos e três assistências em 34 jogos ao serviço do Gil Vicente.

Morten Hjulmand aborda lesão na reta final da época: «Foi muito difícil não conseguir ajudar a equipa»

O Sporting defronta o Torreense na final da Taça de Portugal. Morten Hjulmand falou sobre a lesão sofrida no final da presente época.

Rui Borges e Morten Hjulmand fizeram a antevisão da final da Taça de Portugal. Entre os temas abordados, o capitão dos leões, em conferência de imprensa, falou sobre a lesão sofrida no final da presente época, sendo que falhou quatro jogos e voltou frente ao Gil Vicente:

«Foi muito difícil não conseguir ajudar a equipa. Estava a trabalhar na recuperação. Temos de ser honestos, não foram os melhores jogos do nosso lado. Foi complicado ver em casa os jogos com o AVS e o Tondela, mas recuperámos com Vitória SC e Gil Vicente».

O Sporting x Torreense joga-se este domingo, dia 24 de maio, a partir das 17h15. Lê toda a conferência de imprensa de Rui Borges e Morten Hjulmand.

Morten Hjulmand comenta adeus de Morita ao Sporting: «Vou ter muitas saudades dele»

O Sporting defronta o Torreense na final da Taça de Portugal. Morten Hjulmand falou sobre a despedida de Hidemasa Morita, que está de saída.

Rui Borges e Morten Hjulmand fizeram a antevisão da final da Taça de Portugal. Entre os temas abordados, o capitão dos leões, em conferência de imprensa, confessou que vai ter «muitas saudades» de Hidemasa Morita, colega de equipa que está de saída:

«Aproveitei muito todos os jogos e minutos com o Morita. Ele fala por ele próprio, as suas exibições, a forma como os adeptos se despediram dele em Alvalade foi especial, sentiu-se também que ele também foi tocado por isso. Está cá há cinco anos, os filhos nasceram cá. Não é fácil dizer adeus. Vemo-nos todos o dias há três anos e vou ter muitas saudades dele, de certeza».

O Sporting x Torreense joga-se este domingo, dia 24 de maio, a partir das 17h15. Lê toda a conferência de imprensa de Rui Borges e Morten Hjulmand.

Tony Strata do Vitória SC estreia-se nos convocados da Roménia

Tony Strata estreou-se nos convocados da Roménia para os dois encontros particulares agendados para junho.

Tony Strata foi convocado pelo selecionador Gheorghe Hagi para os compromissos particulares da Roménia agendados para junho. O lateral do Vitória SC estreia-se nos convocados da seleção principal aos 21 anos.

Tony Strata chegou ao Vitória SC proveniente do AC Ajaccio e realizou 26 jogos ao serviço da equipa vimaranense, apontando um golo e uma assistência.

A Roménia vai defrontar a Geórgia no dia 2 de junho e o País de Gales no dia 6, no Estádio Steaua, em Bucareste.

Morten Hjulmand após ter sido associado ao Real Madrid: «É uma grande honra para mim, mas estou focado aqui com muito respeito e amor por este jogo»

O Sporting defronta o Torreense na final da Taça de Portugal. Morten Hjulmand foi questionado sobre o possível interesse do Real Madrid.

Rui Borges e Morten Hjulmand fizeram a antevisão da final da Taça de Portugal, jogo entre o Sporting e o Torreense. Entre os temas abordados, o capitão dos leões reagiu às notícias que o associaram ao Real Madrid e colocou, de seguida, o foco na final da competição:

«Real Madrid? É uma grande honra para mim, mas estou focado aqui, com muito respeito e amor por este jogo. O foco é amanhã, depois da época falarei do futuro».

O Sporting x Torreense joga-se este domingo, dia 24 de maio, a partir das 17h15. Lê toda a conferência de imprensa de Rui Borges e Morten Hjulmand.

O que pode dar Zalazar ao Sporting

Com a época a terminar o Sporting já desenha o plantel para 2026/2027, e garantiu já o primeiro reforço. Rodrigo Zalazar foi contratado ao Braga por 30 milhões de euros, o que faz desta contratação a mais cara de sempre dos leões. O contrato é válido por cinco anos, e a cláusula de rescisão é de 80 milhões de euros. O Benfica chegou mesmo a estar interessado no médio ofensivo de 26 anos, mas o Sporting conseguiu ser mais rápido que o seu eterno rival. O jogador uruguaio vai mesmo mudar-se para Alvalade e promete revolucionar o ataque verde e branco.

Rodrigo Zalazar fez a melhor época da carreira ao serviço do Braga. Marcou 23 golos e fez oito assistências. Números interessantes que convenceram o Sporting a avançar para a sua contratação. E o que pode dar Zalazar ao Sporting? Desde logo a sua versatilidade ofensiva. Tanto pode jogar a meio-campo, a sua posição de raiz, como na direita, o seu lado preferencial, ou então no lado esquerdo, como chegou a acontecer algumas vezes durante a temporada. Mas foi a extremo direito que se destacou mais com a camisola bracarense. Em Alvalade vai ter a concorrência de Geny Catamo, mas esta contratação de Zalazar pode ser já a pensar numa possível saída do extremo moçambicano.

Riccardo Calafiori Arsenal Geny Catamo Sporting
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

E caso Catamo saia mesmo do Sporting, Zalazar será o principal candidato à titularidade no lado direito do ataque dos leões. São dois jogadores que têm algumas coisas em comum. Técnica, velocidade e capacidade de explosão. Já em força física, Zalazar leva ligeira vantagem em relação a Catamo. O jogador uruguaio é mais corpulento e nas bolas divididas pode ser uma mais-valia. Sobretudo em arrancadas em que tenha de usar o corpo para se livrar do seu adversário. E a juntar a isso tem o sangue sul-americano a correr-lhe nas veias, e no Braga mostrou que nunca dava nenhum lance como perdido. E por falar em sangue sul-americano há também a hipótese de Zalazar jogar a extremo esquerdo, e ter a companhia no mesmo lado do seu compatriota Maxi Araújo, defesa lateral. Uma dupla que pode acontecer e, quem sabe, surpreender.

Rodrigo Zalazar Braga
Fonte: Edmilson Monteiro/Bola na Rede

Como já referi anteriormente, a posição onde Zalazar “nasceu” para o futebol foi a médio ofensivo. No esquema tático de Rui Borges, 4-2-3-1, pode jogar à frente dos dois médios mais defensivos, papel que desempenha atualmente Francisco Trincão. Zalazar é um jogador que sabe transportar a bola para a frente e rompe com facilidade para a grande área. Dessa forma pode abrir espaços para os seus colegas ficarem mais perto de finalizar. Possui também um forte remate de meia distância, o que lhe já valeu alguns golos de levantar um estádio. E isso é sempre um ponto extra para qualquer equipa.

A sua polivalência pode dar ao Sporting várias soluções no ataque. As suas características fazem com que seja um misto de extremo com playmaker. E para Rui Borges ter um jogador assim deixa-o mais descansado. Ainda não se sabe qual o número que vai usar na nova camisola, mas no Braga usava o mítico 10. Geny Catamo é o atual 10 dos leões. A saída de Catamo ainda não é certa, apesar dos rumores, mas vai ficando cada vez mais evidente que Rodrigo Zalazar será o principal herdeiro da camisola do extremo moçambicano.

Amar Dedic deixa promessa para a próxima temporada: «No próximo ano vamos atacar o título»

Amar Dedic deixou uma promessa para a próxima temporada ao serviço do Benfica. O lateral foi homenageado no seu país natal.

Amar Dedic foi homenageado em Orahovica, aldeia onde os seus pais, e abordou a temporada do Benfica. O lateral bósnio recordou o dia em que assinou pelas águias e deixou uma promessa para a próxima época:

«Este ano não tivemos sucesso, mas no próximo ano vamos atacar o título. Desde o primeiro dia em que assinei, senti a grandeza do clube, pela quantidade de adeptos que o apoiam. Fiquei realmente surpreendido. Não tinha a noção da dimensão do Benfica».

Amar Dedic garantiu estar agora focado no Mundial 2026 ao serviço da Bósnia e Herzegovina:

«Estou orgulhoso por ter a oportunidade de jogar por um clube como este, mas também trabalhei muito para isso. Estou sempre focado no que vem a seguir, que agora é a seleção. Não penso em mais nada, apenas na Bósnia».

Recorde-se que o Benfica investiu dez milhões de euros para contratar Amar Dedic ao Salzburgo no início da temporada 2025/26.

Tribuna VIP: A preparação da Final da Taça de Portugal sobre os olhares dos treinadores

João Prates está na Tribuna VIP do Bola na Rede. É treinador de futebol, licenciado em Psicologia do Desporto e está no seu espaço de opinião no nosso site. O técnico de 52 anos já orientou o Dziugas da Lituânia, o Vaulen da Noruega e o Naft Maysan, do Iraque, e esteve na formação do Al Batin e Hajer Club da Arábia Saudita.

Quando olhamos para uma final, quase toda a gente fala de táctica, sistemas, qualidade individual ou favoritismo. Mas quem vive o futebol no terreno sabe que uma final começa muito antes do apito inicial, começa durante a semana, no balneário, nas conversas individuais. No silêncio do treinador quando chega a casa depois do treino e começa a pensar em tudo o que pode mexer emocionalmente com a equipa.

E sinceramente, olhando para esta final entre Sporting e Torreense, vejo dois treinadores a viver emoções e responsabilidades completamente diferentes.

Rui Borges chega ao Jamor com aquilo que muitas vezes é o peso mais difícil no futebol, a obrigação de vencer. Quando se treina um clube como o Sporting, chegar à final não chega, há uma exigência natural do clube, dos adeptos, da dimensão da camisola e até dos próprios jogadores. E isso sente-se durante toda a semana, o treinador sente, os jogadores sentem e até a comunicação à volta da equipa muda.

Porque no futebol as finais perigosas são muitas vezes estas, aquelas em que toda a gente já entregou a taça antes do apito inicial. E é aí que entra o verdadeiro trabalho do treinador.

Mais do que táctica, acredito que Rui Borges vai passar grande parte desta semana a tentar proteger emocionalmente a equipa. Controlar ansiedade, evitar excesso de confiança, fazer os jogadores perceberem que finais não se ganham apenas com qualidade individual ou estatuto, ganham-se com equilíbrio emocional nos momentos difíceis.

Porque basta o jogo entrar nos últimos 30 minutos empatado para tudo mudar emocionalmente. O estádio fica nervoso, os jogadores sentem isso, aparece a pressa de resolver rápido e muitas vezes as equipas começam a jogar mais com o coração do que com a cabeça. E nas finais isso paga-se caro.

Do outro lado está Luís Tralhão, mas a viver uma realidade completamente diferente.O Torreense já fez história. E isso muda tudo na preparação emocional da semana, não existe obrigação de vencer, não existe pressão exterior, e sinceramente, Luís Tralhão não precisa de motivar ninguém para este jogo. A motivação já existe naturalmente, o Jamor, a oportunidade de jogar uma final da Taça de Portugal, o ambiente, a possibilidade de ficar para sempre na história do clube… tudo isso já coloca os jogadores num nível emocional altíssimo.

E aqui aparece uma das partes mais interessantes do trabalho do treinador. Por vezes o trabalho não é motivar, é acalmar. É impedir que a emoção consuma a equipa demasiado cedo, é evitar que os jogadores entrem acelerados, desligados da organização colectiva e a querer resolver tudo em 15 minutos.

Acredito que Luís Tralhão vai tentar manter a equipa emocionalmente leve, mas competitiva. Fazer os jogadores acreditarem que podem discutir o jogo sem perderem a identidade que os trouxe até aqui. E depois há detalhes que quase ninguém vê numa semana de final.

As famílias, os bilhetes, os amigos, os telefones que não param, as mensagens, as entrevistas, a dificuldade em dormir, o receio de errar num palco gigante, excesso de adrenalina. Tudo isso faz parte da preparação de uma final.

E muitas vezes fala-se demasiado da táctica e pouco da gestão humana que existe nestes jogos. Mas quem trabalha no futebol sabe que as grandes finais também se ganham aí, na capacidade do treinador sentir o grupo, perceber emoções, controlar ambientes e manter a equipa equilibrada quando o contexto emocional aperta.

No domingo estarão duas equipas dentro de campo, mas também estarão dois treinadores a viver pressões completamente diferentes.

Rui Borges a gerir o peso da obrigação. Luís Tralhão a gerir a emoção de um sonho já histórico. Que seja um grande espetáculo.

5 jogadores que podem decidir a final da Taça de Portugal

Neste domingo (dia 24 de maio), realiza-se mais uma final da Taça de Portugal e desta vez entre Sporting e Torreense. Além de ser sétima final do Jamor entre um clube de primeira e segunda divisões, é a primeira desde 2009/10. A última foi entre FC Porto e GD Chaves, que os dragões venceram por 2-1.

Os dois emblemas já não se cruzavam há 34 anos. A última vez foi para a Liga Portuguesa 1991/92, quando os torreenses foram goleados por 4-0 em Alvalade e ano em que estiveram na primeira divisão pela última vez. O histórico entre os dois clubes é claramente favorável aos leões, mas com algumas surpresas pelo meio. Jogaram por 15 vezes, maioritariamente para a Liga Portuguesa (12), com nove triunfos para o Sporting, três terminaram empatados e nos restantes três com uma vitória da equipa de Torres Vedras. Nos 15 jogos, os leões marcaram 30 golos e os torreenses nove.

Torreense Jogadores Adeptos
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

No entanto, o histórico é marcado pela igualdade total quando se joga para a Taça de Portugal. Nos três jogos a contar para a “prova rainha”, ambas as equipas venceram por uma vez e o restante jogo terminou empatado (primeira mão dos oitavos de final da edição 1957/58). No dia 24 de maio de 2026, será a primeira vez que Sporting e Torreense se encontram em campo neutro e para uma final. Será um jogo para acompanhar com expetativa em relação a ambas as partes e ficam cinco elementos entre os muitos candidatos a ajudar a sua equipa a levantar a Taça no fim do encontro.

5.

Pedro Gonçalves Sporting
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

Pedro Gonçalves – Se há jogador com capacidade de aparecer e se mostrar em jogos decisivos, esse jogador é Pedro Gonçalves. Pote é um jogador eficiente em momentos de decisão, inteligente quanto ao seu posicionamento ideal e forte a finalizar (15 golos em 2025/26).

Num jogo como esta final, em que o Torreense procurará fechar espaços interiores o máximo possível, o número oito do Sporting será uma das chaves da equipa de Rui Borges para os interpretar da melhor forma e acelerar o jogo ofensivo leonino em poucos toques (nove assistências).

4.

Lucas Paes – Para a equipa de Torres Vedras sair de Oeiras com um resultado positivo, é fundamental existir uma máquina defensiva bem oleada para resistir à onda ofensiva verde e branca. O guarda-redes da equipa de Torres Vedras será uma das pedras vitais para que tal se concretize. Lucas Paes é um guardião forte entre os postes, com bons reflexos, seguro no jogo aéreo e também se destaca pela sua concentração e consistência competitiva.

3.

Diadie Mohamed Torreense João Santos Fafe
Fonte: SCU Torreense

Kévin Zohi – Uma final é sempre o momento para os craques de uma equipa aparecerem. Zohi foi um dos melhores marcadores da equipa de Torres Vedras em 2025/26 (nove golos e uma assistência em 36 jogos).

Além da sua capacidade de concretização e de atacar a profundidade, é veloz, forte nos duelos físicos e eficaz quando encontra qualquer espaço vazio. No seu melhor, poderá ser decisivo.

2.

Francisco Trincão Sporting
Fonte: Rui Pereira/Bola na Rede

Francisco Trincão – Um dia bom de Trincão quase sempre significa uma vitória do Sporting. Num jogo como esta final, será fundamental criar desequilíbrios, especialmente no último terço.

Trincão é um dos principais candidatos do Sporting a fazê-lo regularmente. É um jogador forte na condução de bola no espaço interior, na combinação curta com os colegas, criativo e um instinto refinado na decisão final por um remate (13 golos em 2025/26) ou por uma assistência (15).

1.

Luis Suárez
Fonte: Rui Pereira / Bola na Rede

Luis Suárez – O melhor marcador dos leões (37 golos e sete assistências em 52 jogos) e da Liga Portuguesa (28 golos) é logicamente o principal rosto a decidir a final da Taça de Portugal. Embora também seja forte a atacar espaços em profundidade, Suárez é mais um avançado de mobilidade com um perfil mais associativo com os outros jogadores de ataque da equipa na criação de um lance ofensivo, que muitas vezes termina com o remate do colombiano.