Publicidade

CPR 2018 Azores Airline Rally- Segundo Dia: Um russo feliz

David Pacheco · 2 min

Vê mais Bola na Rede no teu Discover Seguir no Google

São Miguel, maior ilha do arquipélago dos Açores, onde se diz que as “vacas são felizes”. Pois hoje o líder do ERC, Alexey Lukyanuk, teve o “prazer” de ver o sorriso das vacas de perto. Foi um dos momentos insólitos do dia que aconteceu na segunda passagem pela histórica especial de Sete Cidades. Outro momento insólito foi o despiste do carro zero, na mesma especial. O mais preocupante foi o despiste do polaco Tomasz Kasperczyk, em Ford Fiesta R5, que saiu ileso.

Tirando estes momentos, o russo controlou a sua vantagem e, após um furo de Ricardo Moura na segunda especial do dia, Feteiras alargou a vantagem acabando o dia com cerca de vinte e dois segundos de avanço. Como tinha dito no artigo anterior, hoje foi dia de Bruno Magalhães entrar mais ao ataque. O português ganhou os dois troços finais do dia e elevou-se para o terceiro lugar da geral. A luta pelo segundo lugar parece estar muito animada, e amanhã vêm as especiais de Tronqueira para “apimentar” as coisas.

Neste segundo dia, destaque para o britânico Chris Ingram, que estreia-se num carro de quatro rodas motorizes (Skoda Fabia R5) e a meio do dia encontrava-se no terceiro lugar do pódio. Acabou o dia em quarto.

Chris Ingram mostra-se cada vez mais com uma grande promessa no automobilismo europeu
Fonte: BnR

No que toca ao Campeonato de Portugal de Ralis, os três primeiros mantiveram a sua posição, sendo que Bernardo Sousa perdeu tempo para Bruno Magalhães, que agora encontra-se a cerca de um minuto. (Sousa encontra-se em sétimo da geral). Destaque para o campeão nacional, Carlos Vieira, que ascendeu a quarto classificado, estando cada vez mais à vontade com o carro da marca sul-coreana. Ricardo Teodósio também passou José Pedro Fontes, e cada vez mais confirma a aposta num carro de última geração (Skoda Fabia R5).

O último dia de rali é já amanhã e conta com passagens pelas difíceis especiais de Tronqueira e Graminhais, no lado norte da ilha de São Miguel.

Foto de Capa: Bola na Rede

Artigo revisto por: Rita Asseiceiro

David Pacheco

Redação Bola na Rede · ver artigos

Continua a ler

as mais recentes
Opinião

Em Portugal, as listas são horizontais, em Espanha, são verticais: o Real Bétis também é uma escola de extremos (e Souleymane Faye passou por lá)

SEVILHA, ESPANHA- Ao pensarmos em escolas de formação, com a sua especialidade em extremos, o nosso cérebro vai pensar automaticamente no Sporting. Cristiano Ronaldo, Nani, Simão Sabrosa e Ricardo Quaresma são o expoente máximo de craques saídos da cantera do emblema do José de Alvalade, capazes de fazer magia a partir da linha, procurando espaços interiores ou dando profundidade nas zonas exteriores, aliando-se ao lateral. Nos últimos anos, Espanha assumiu-se como o país protagonista no futebol, não apenas nos seniores, mas também na formação. As academias ganharam um papel importante no desenvolvimento do desporto rei desde a viragem do século, com vários emblemas a apostarem na manutenção e criação de infraestruturas para que os atletas possam atingir os níveis máximos. As conquistas do Euro 2024 e do Mundial 2026 provam este ponto. São a cereja no topo do bolo de um processo que obviamente não se construiu de um dia para o outro.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica
Opinião

Denílson no Real Bétis: o brasileiro que encantou Manuel Lopera e que chegou a deter o título de jogador mais caro da história

SEVILHA, ESPANHA- Em 1997, o mundo preparava-se já para a viragem do século, com todos os países do mundo ocidental a procurarem a modernização e o protagonismo global. No futebol, não era distinto. Vivíamos os primeiros anos da Premier League, que procurava destronar a Serie A como o campeonato mais poderoso do mundo. Os ingleses tinham dinheiro e queriam a maior audiência possível, proporcionando assim ao espetador os melhores encontros possíveis. Era uma batalha entre poderosos, que hoje em dia é quase inimaginável. Em Espanha, a La Liga tinha uma boa cotação, mas ainda não estava no mesmo patamar que as suas congéneres. No entanto, o caminho traçado era claro. Ainda em 1990, o governo espanhol, farto de ver os clubes a gerarem prejuízos dantescos, criou a Ley del Deporte, que levava a que os clubes profissionais criassem uma Sociedade Anónima Desportiva. A partir desse momento, as instituições também passavam a ser empresas. Os únicos que escaparam a isto (por terem fechado as contas no positivo)? Barcelona, Real Madrid, Athletic e Osasuna. Presentemente, estes quatro emblemas continuam a pertencer aos sócios.

Ricardo João Lopes · 7 min de leitura
Ler a crónica

Newsletter Bola na Rede

Estamos a preparar a newsletter do Bola na Rede. Deixa o teu email e és dos primeiros a recebê-la. Sem spam.

Feito. Ficas na lista e avisamos-te quando arrancar.