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O Girona, o Mallorca, o Osasuna e o Império Otomano

A história de todas as nações fica marcada por altos e baixos. Olhando aos grandes impérios, analisamos que existe um momento de apogeu, seguido de uma queda, que não é imediata. Ao mesmo tempo, um novo protagonista surge no domínio global. Foi o que aconteceu com Portugal, Espanha, Países Baixos ou o Reino Unido. Vivemos um período de transição de liderança mundial dos Estados Unidos da América para a China (se é que a mesma já não finalizou). Certos países já estiveram em lugares de destaque, ditando a lei em regiões sem fim à vista, com líderes a deterem o poder totalitário. Contudo, a ‘fama’ não dura para sempre e as crises aparecem ciclicamente. Nicolau I, czar da Rússia, foi o autor de uma das expressões mais curiosas relativamente a este tema, acusando o Império Otomano de ser o ‘doente da Europa’. E, de facto, a nação vivia uma crise socioeconómica sem precedentes, com várias regiões a procurarem a sua independência. Os séculos de crescimento tinham ficado no passado e o Império Otomano não era um protagonista.

Ricardo João Lopes · 9 min de leitura
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