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Desportos Motorizados

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Opinião

Jeddah E-Prix #1 e #2: Duas corridas e dois vencedores | Fórmula E

Em terras do Médio Oriente, a Fórmula E teve a primeira dupla corrida do ano, com Jeddah a receber essas sessões na sexta e no sábado. Pascal Wehrlein (Porsche) ganhou a primeira corrida, com o pódio constituído por Edoardo Mortara (Mahindra) e Mitch Evans (Jaguar). Já no sábado, “A Portuguesa” ouviu-se lá no alto do primeiro degrau do pódio, depois de António Félix da Costa (Jaguar) vencer a corrida número dois, com Sebastien Buemi (Envision) e Oliver Rowland (Nissan) no segundo e terceiro lugar, respetivamente.

Ana Catarina Ventura · 2 min de leitura
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Opinião

Fórmula 1: Testes Bahrain #1: Muitas voltas, mas poucas certezas

Os primeiros três treinos oficiais de Fórmula 1 no Bahrain chegaram ao fim e depois de vários quilómetros percorridos será que as equipas obtiveram os resultados pretendidos? Nesta fase ainda não há muitas certezas, mas garantidamente que algumas equipas não conseguiram cumprir com o programa planeado. Os carros que as equipas levaram para o deserto do Bahrain apresentavam algumas modificações em comparação com os testes de Barcelona, realizados no final do mês de janeiro. Além de testarem estas novas alterações, os pilotos também estão a ser postos à prova, uma vez que, com os novos regulamentos, o seu papel torna-se ainda mais crucial. Contudo, nem todos os pilotos, até ao momento, mostram-se entusiasmados com esta nova era da Fórmula 1, não pelo motivo anterior, mas por considerarem que os carros têm demasiadas semelhanças com os da Fórmula E.

Gonçalo Carneiro · 7 min de leitura
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Fórmula 1

As novas pinturas para a nova temporada de 2026 | Fórmula 1

Desde meados de janeiro até agora, as 11 equipas de Fórmula 1 foram mostrando os seus novos carros, com as novas pinturas oficiais. Em época de pré-temporada, vamos mostrar as novas (ou mesmas) cores das equipas que estarão presentes nas 24 corridas. Faremos esta apresentação por ordem de campeonato, sendo que as duas últimas serão por ordem alfabética. No final, mostraremos a classificação final.

Ana Catarina Ventura · 5 min de leitura
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Fórmula 1

Análise às equipas #10: McLaren, a consagração do colosso e o preço da liberdade

A temporada de 2025 da McLaren será recordada como o ano em que a “Fénix de Woking” completou finalmente o seu voo. Dezassete anos depois, o título de pilotos regressou a casa pelas mãos de Lando Norris, acompanhado pelo histórico 10.º Campeonato de Construtores. Foi um ano de supremacia técnica clara, mas também de maturidade estratégica colocada à prova até ao último quilómetro. A McLaren não se limitou a vencer. Definiu o padrão competitivo da Fórmula 1 moderna. Ainda assim, por detrás dos troféus, ficou a sensação de que a equipa esteve perigosamente perto de comprometer o seu domínio por fidelidade excessiva a uma filosofia de equidade absoluta.

Maria Sousa Silva · 3 min de leitura
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Opinião

24 horas de Daytona: Porsche começa o ano a vencer

O IMSA começou o seu campeonato com as 24h de Daytona e foi a Porsche, com o carro #7, que venceu a corrida, pela terceira vez. Atrás dele, e a menos de dois segundos, terminou o Cadillac #31 e no último lugar do pódio dos GTP e geral, o BMW #24. Nos LMP2, houve pódio português – António Felix da Costa terminou em segundo lugar com o Inter Europol Competition #43. O vencedor foi o #04 da Crowstrike Racing by APR e no terceiro lugar o #34, também da Inter Europol Competition. Nos GTD Pro, ganhou o BMW #1 da Paul Miller Racing, seguido pelo Mercedes #75 da 75 Express e por fim o Mercedes #48 da Winward Racing; para concluir, na última classe (GTD) venceu o Mercedes #57 da Winward Racing, em segundo acabou o Aston Martin #44 da Magnus Racing finalmente, na terceira posição, o Aston Martin da Heart Of Racing #27.

Ana Catarina Ventura · 4 min de leitura
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Fórmula 1

Análise às equipas #9: Mercedes, a vida depois do “Rei” e a afirmação de uma nova era

A temporada de 2025 da Mercedes foi, acima de tudo, um exercício de libertação e competência. Sob a liderança de Toto Wolff a equipa provou que a saída de Lewis Hamilton não foi o fim de uma era, mas o início de outra. A Mercedes não foi a segunda equipa de forma incontestada durante todo o ano, mas foi, sem dúvida, a que mais tempo se manteve próxima da McLaren. Numa época em que a Red Bull e a Ferrari oscilaram entre o brilhantismo e o caos, a estrutura de Brackley afirmou-se como o exemplo máximo de consistência técnica e operacional.

Maria Sousa Silva · 2 min de leitura
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