Jan Virgili foi recentemente associado ao Benfica. O jogador está a realizar exames médios pelo Mallorca, conjunto da La Liga 2.
Opinião
Mexer corretamente e cedo no mercado para iniciar um novo projeto: O primeiro passo bem dado pelo Cádiz
Uma janela de transferências perfeita é caraterizada por três fatores, que podem coincidir ou não: contratação dos primeiros nomes das equipas sombras, venda de ativos que eram considerados como transferíveis e movimentações realizadas o mais cedo possível, para que as equipas técnicas tenham tempo de trabalhar o elenco remodelado e de modo a que as novas peças se instalem sem qualquer tipo de pressas. É raro vermos isto a acontecer. Os últimos dias do mercado são frenéticos, com centenas de rumores. Os clubes esperam até às últimas horas do dia 31 de agosto (caso a janela encerre nesse dia) para fechar aquisições importantes. Muitas vezes, as mesmas são canceladas devido à não aprovação da inscrição do atleta, uma vez que foi feita fora de horas. Poucos escapam a este ‘vício’ de atuar no limite, algo provocado pelos próprios dirigentes, que querem libertar os excedentários de qualquer maneira. O Sporting foi elogiado nas últimas semanas por ter cumprido o ponto de ter atuado cedo no mercado. A estrutura entendeu que o meio campo seria alvo de uma reformulação, com as saídas certas de Hidemasa Morita e de Morten Hjulmand. Os leões não perderam tempo e contrataram antes da pré-temporada quatro jogadores para as duas posições do duplo pivot: Silas Andersen, Sergi Altimira, Pedro Lima e Issa Doumbia. A fechar a lista de entradas, Rodrigo Zalazar trocou o Minho por Alvalade, batendo o recorde de compra mais cara dos verdee brancos: 30 milhões de euros fresquinhos a entrar nos cofres do Braga.

















