Luis Enrique não marcou presença na gala de prémios da Ligue 1. O espanhol preferiu ficar em casa a analisar o Arsenal.
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Terminado mais um Mundial, é tempo de balanços e de reviver os momentos mais marcantes de uma competição que entrará para os manuais da história do futebol. O Mundial das Américas ficou marcado com excelentes jogos, momentos de futebol coletivo que fez conjuntos nacionais chegarem à vitória, cenas de habilidade individual de um jogador que fez o público regozijar-se de ver e momentos negativos que não deveriam acontecer dentro e fora das quatro linhas. Para começar, além de felicitar pelo triunfo mais que justo, há que mencionar a seleção espanhola. A "La Roja" contou com grupo de jogadores absolutamente único e com um selecionador que conhece o seu ADN como poucos. Uma junção que resultou no melhor rendimento e resultado, além do percurso não ter sido nada fácil (eliminou Portugal, Bélgica, França e Argentina na final). Após um período de quase uma década (2014-2022) em que se assistiu à queda da geração de ouro do futebol espanhol (Xavi, Iniesta, Casillas, Puyol, Xabi Alonso, David Villa, Cesc Fábregas, David Silva ou Fernando Torres) e ao nascimento de novos talentos que ainda precisavam de tempo para crescer e se consolidarem (Rodri, Unai Simón, Pedri, Dani Olmo, Laporte, Marcos Llorente, Ferrán Torres, Nico Williams, Alex Baldé, Fabián Ruiz ou Mikel Oyarzabal), foi necessário passar por uma renovação e reconstrução do futebol de base espanhol.
Atualidade
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Durante mais de uma década, o Paris Saint-Germain perseguiu um objetivo, conquistar a Liga dos Campeões. Para isso, investiu como poucos clubes na história do futebol. Chegaram alguns dos maiores nomes do futebol mundial, Neymar, Messi, manteve Mbappé. Ao mesmo tempo, passaram pelo banco treinadores de enorme reputação internacional sem atingirem o objectivo principal. O talento nunca foi um problema, mas o sucesso europeu continuava a escapar.
Opinião
Paris Saint-Germain e Arsenal defrontaram-se, este sábado, na tão aguardada final da Champions League. Os franceses, campeões em título, procuravam revalidar a sua conquista, enquanto que os ingleses procuravam uma glória nunca antes atingida. Num jogo de pouca baliza e de muita paciência e concentração de lado a lado, apenas as grandes penalidades conseguiram resolver o 1-1 deixado por 120 minutos de futebol. No final das contas, os franceses acabaram por vencer e tornarem-se bicampeões europeus.
Opinião
O impensável aconteceu entre PSG e Arsenal. Em Budapeste, duas equipas entraram na Puskas Arena com duas estratégias bem definidas, diferentes entre si, mas com um único objetivo: sagrar-se vencedor da Champions League. Luis Enrique venceu a batalha contra Mikel Arteta e conquistou a dobradinha ao serviço dos parisienses. Luis Enrique revolucionou, por completo, a estrutura e projeto do PSG numa aposta em jogadores de futuro, sem egos, dispostos a morrer em campo pelo emblema que envergam ao peito. Rescindiu com o estatuto, com o estrelato e com a falta de dedicação. O vídeo viral onde o espanhol confronta Mbappé pela sua falta de esforço em campo é demonstrativo das mudanças impostas no clube. O próprio Luis Enrique admitiu, em entrevista, que conseguia controlar muito mais a equipa com a saída do francês.
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Prefiro ficar em casa, é preciso analisar o Arsenal
Luis Enrique não marcou presença na gala de prémios da Ligue 1. O espanhol preferiu ficar em casa a analisar o Arsenal.
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Atualidade
Foi sem dúvida o melhor jogo em que já participei como treinador
Luis Enrique sublinhou a intensidade do PSG x Bayern Munique. Parisienses ganharam por 5-4 na primeira mão das meias-finais da Champions League.