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Antevisão GP Azerbaijão: Segunda pole seguida para Charles Leclerc

A ANTEVISÃO: BATE FORTE FORTEMENTE, COMO QUEM CHAMA PELA POLE…

O monegasco Charles Leclerc (Ferrari) vai ser o primeiro homem a sair da grelha, ao conseguir a segunda pole position consecutiva, numa sessão de qualificação marcada por três bandeiras vermelhas e demasiada proximidade aos muros.

O piloto da Ferrari consegue este resultado, após um acidente de Yuki Tsunoda (AlphaTauri) e de seguida Carlos Sainz (Ferrari), trazerem a bandeira vermelha nos segundos finais da qualificação, impedindo os outros pilotos de melhorar os seus tempos.

Já anteriormente a sessão tinha sido interrompida por três vezes, ambas na curva 15, onde Lance Stroll (Aston Martin) e Antonio Giovinazzi (Alfa Romeo), chocaram com a barreira exterior ainda antes de executar uma volta, ficando de fora na Q1, e ainda Daniel Ricciardo (McLaren), que vai à barreira na Q2.

Durante o fim-de-semana, a pole parecia estar nas mãos dos RedBull, com Verstappen e Pérez a liderar as tabelas de voltas rápidas e de simulações de corrida. O holandês, inclusive vinha a fazer o melhor tempo do primeiro setor aquando a interrupção da Q3.

Assim, devido à interrupção, Verstappen terá de começar em terceiro lugar, com Pérez em sétimo. Apesar da desilusão na qualificação, Baku não é Mónaco, e o superior ritmo de corrida dos RedBull, poderá fazer a diferença no domingo.

Do lado dos rivais diretos Mercedes, as coisas não pareceram correr tão bem durante os treinos, mas a estrelinha esteve do lado deles na qualificação. No ritmo de qualificação, durante os treinos, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas pareciam em grandes dificuldades de conseguir uma volta a menos de um segundo dos homens da frente, contudo, os dados das simulações de corrida mostram que a diferença é menor ao longo de várias voltas.

Apesar das dificuldades a uma volta, Lewis Hamilton conseguiu beneficiar do final da Q3, e vai começar na segunda posição, o que o poderá colocar em confronto direto com Verstappen. Já do outro lado da garagem, tudo correu pelo pior, com Bottas a não dar a volta aos problemas do carro como Hamilton fez, e a ficar em 10.º, um resultado muito aquém das expectativas do finlandês, cada vez mais sobre pressão.

Quem vai para a corrida cheia de sorrisos é a Ferrari, a mostrar que o ritmo demonstrado no Mónaco veio para ficar. Leclerc consegue a segunda pole do ano, contudo, dificilmente conseguirá segurar Hamilton e Verstappen, devido ao superior ritmo de corrida de ambos. O quinto lugar de Sainz fica a saber a pouco. Durante todas as sessões o espanhol esteve equiparado com Leclerc em ritmo, e podia muito bem ter chegado às primeiras linhas, não fosse o final da Q3. Cheira a mais um pódio para os lados de Maranello.

A fechar um top 4 feito de quatro equipas diferentes, temos os rapidíssimos AlphaTauri, que finalmente mostram um pouco do ritmo prometido no início da temporada. Após liderar o TL 3, Pierre Gasly faz o quarto melhor tempo na qualificação, e se o ritmo de corrida for sólido, pode muito bem começar a incomodar a McLaren no pelotão. Apesar do choque na Q3, Tsunoda realizou um tempo bom o suficiente para começar em oitavo.

Na garagem da McLaren está tudo um pouco mais silencioso, com Lando Norris a conseguir um sólido sexto lugar, no entanto, Daniel Ricciardo continua com dificuldades, tendo saído fora na Q2, após chocar contra as barreiras. Mais uma corrida em que o australiano terá de começar de fora do top 10.

A começar em nono lugar está Fernando Alonso no Alpine, que beneficiou do acidente de Daniel Ricciardo para chegar à Q2, interrompendo a senda de vitórias na qualificação de Esteban Ocon, que começa em 12.º. Sebastian Vettel (Aston Martin) vinha a melhorar o seu tempo, e parecia capaz de entrar na Q3 à frente de Alonso, mas a consequente bandeira vermelha, obrigou a abortar a volta, sendo que o alemão começa em 11.º. Nas últimas posições da grelha, temos o Alfa Romeo de Giovinazzi e o Aston Martin de Stroll.

Devido a uma qualificação caótica, a grelha de partida para amanhã pode criar o caos absoluto. Temos vários pilotos fora de posição, como Bottas e Pérez, e ainda rivais diretos muito próximos um do outro como Max e Hamilton.

A luta entre os líderes do campeonato será aliciante, sendo expectável que ambos sejam capazes de retirar a liderança a Leclerc nas primeiras voltas, deixando a batalha pela liderança para os dois. Nos setores intermédios, o Red Bull parece ter a vantagem, no entanto, na gigantesca reta de Baku, o Mercedes pode criar sérios problemas.

No entanto, estamos a falar de Baku, e só há duas possibilidades, uma corrida calminha como acabei de descrever, ou o caos total como vimos nesta qualificação, que dê origem a um Haas no pódio. É só escolher.

Foto de Capa: Formula 1

FC Porto e Sérgio Conceição dão o nó por mais três anos

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Já vinha a ser noticiado diariamente nas últimas semanas o acordo total entre Jorge Nuno Pinto da Costa e Sérgio Conceição e, no fim da noite desta última sexta-feira, o FC Porto oficializou a renovação do técnico de 46 anos e da respetiva equipa até 2024. Hoje, durante a manhã, deu-se a cerimónia oficial de renovação de contrato e Sérgio Conceição voltou a falar publicamente para dar conta da ambição em continuar com este desafio na equipa portista

Caso cumpra o contrato será o treinador com mais jogos pelo FC Porto. Um feito histórico, sem qualquer dúvida. Sérgio Conceição tornou-se no rosto da equipa portista e dissociar um do outro é uma tarefa quase impossível. Na cerimónia de oficialização, o seu discurso foi igual a si próprio – a paixão pelo clube, a grande exigência e o carinho especial pelos adeptos. De realçar que Sérgio já não falava em público desde abril, aquando da reta final conturbada de campeonato. “Achei por bem não falar, porque ia alimentar algumas coisas e dar pedras aos inimigos. Preferi, de forma silenciosa, continuar o meu trabalho para tentar ganhar ainda o título, o que não foi possível”.

No seu horizonte vê e quer fazer ver títulos pelo FC Porto e pretende fazer da equipa da cidade invicta um clube ganhador: “As vitórias diárias são importantes, mas mais importante são os títulos que queremos e vamos ganhar”. Quando questionado sobre a saía de Moussa Marega, tendo sido criticado por vários adeptos pela aposta no maliano durante a temporada, rematou que acreditava e continua a acreditar na sua qualidade, defendendo uma vez mais o ex-jogador do FC Porto: “Saiu o Marega e certamente sairá mais um ou outro, é inevitável. O Marega não jogava porque era alto ou simpático, até porque não era simpático, mas porque tinha qualidade dentro do que era a nossa forma de jogar.”

Um ponto final importante numa novela que já vinha a durar mais tempo do que o pretendido para os adeptos. Sérgio Conceição, ao longo das últimas épocas, tem sido sinónimo de títulos e excelentes campanhas na Liga dos Campeões, tendo conseguido rentabilizar jogadores que equilibraram as contas do FC Porto. Embora não vejamos uma equipa portista com um domínio hegemónico, como muitos dos adeptos auguram (ainda que possa ser uma utopia nos dias de hoje), conseguimos ver um FC Porto competitivo e que está a reinventar-se aos poucos para combater um período de crise de títulos vivido entre 2014 e 2017.

Sérgio Conceição
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

A simbiose entre Sérgio Conceição e Jorge Nuno Pinto da Costa é extremamente benéfica para o FC Porto, pois reflete a confiança mútua que existe entre direção e equipa técnica e que deverá passar para os jogadores e adeptos. O presidente do clube azul e branco admite ter sido um processo mais fácil do que a primeira assinatura de contrato e garante que Sérgio será o seu treinador até ao final do mandato – “Foi a mais fácil para chegar a acordo, porque quando disse ao Sérgio que queria que ele ficasse, tínhamos de decidir o prazo. (…) Disse que preferia os três anos porque seria até ao fim do mandato, e não seria meu desejo mudar de treinador.”

Com o slogan de “Como nós, um de nós”, o FC Porto apresentou assim a renovação oficial de Sérgio Conceição que começará a trabalhar na preparação da próxima época olhando para o mercado de forma a reforçar as lacunas existentes no plantel. Uma coisa é certa – Conceição quer muito fazer novamente o FC Porto campeão.

De Álvaro Pereira a Fucile: Laxalt, novo lateral uruguaio no FC Porto?

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Ao que tudo indica, o lateral-esquerdo Diego Laxalt, de 28 anos, está a ser sondado pelos dragões. Após ter sido emprestado aos escoceses do Celtic FC durante esta época, 2020/21, o defesa uruguaio está de regresso ao AC Milan, clube que detém os seus direitos. Para além do FC Porto, consigna-se que o Besiktas JK está atento ao lateral do AC Milan, que, aparentemente, não consta nos planos do treinador do clube italiano, Stefano Pioli.

Não é segredo para ninguém, tampouco para os adeptos portistas, que o FC Porto carece de novos laterais no seu plantel. Uma equipa que já contou com grandes nomes nas suas laterais nos últimos anos, não tem acertado nas contratações que efetua para assumir estas posições. João Pedro, Renzo Saraiva e Saidy Janko são alguns dos casos que validam esta afirmação: ao todo, estes três jogadores juntos, somaram nove jogos oficiais pelos dragões, sendo emprestados a outros clubes posteriormente.

Se formos observar o cenário atual do plantel portista, notamos que não temos um lateral que nos “enche os olhos”. Falando especificamente dos nossos laterais esquerdos, Zaidu e Manafá, são jogadores que não agradam à maioria da massa adepta portista, pelo facto de serem jogadores algo limitados para competições de alto nível, como a Liga dos Campeões, e para jogos de alto nível, como os clássicos frente ao SL Benfica e Sporting CP. Como costumamos dizer no bom dicionário futebolístico, “é curto!”. De facto, desde a saída de Alex Telles, existe um grande fosso na lateral esquerda dos dragões, algo que se notou ao longo da época com a inconstância de Zaidu.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Com isto, é importante que o FC Porto analise bem o mercado, tomando assim uma decisão acertada. Diego Laxalt é um lateral raçudo, “à sul-americano”, forte ofensivamente e equilibrado a nível defensivo. Caso Sérgio Conceição permaneça no comando dos azuis e brancos, este é um jogador que possui qualidades e características que, normalmente, costumam agradar ao treinador português.

Todavia, é importante salientar que o lateral uruguaio coleciona diversos empréstimos ao longo da sua carreira, sendo a maioria na Itália. No “velho continente”, Laxalt conta com passagens pelo FC Internazionale, Bologna FC 1909, Empoli FC, Genoa CFC, AC Milan, Torino FC e Celtic FC. O atleta, em oito temporadas, passou por sete clubes! Um número que, certamente, gera incerteza no que concerne à regularidade do jogador.

Não sabemos se o FC Porto deseja contar com Laxalt a título definitivo ou a título de empréstimo. Ainda que os seus números e inúmeras passagens por clubes sejam instáveis, o valor de mercado do atleta situa-se nos quatro milhões de euros, um valor acessível para os cofres dos dragões. Seria um bom reforço para os quadros do FC Porto? Acredito que sim, tendo em vista o nosso panorama atual: poucas opções, e, as que temos, são limitadas.

Espanha 0-0 Portugal: “Hermanos” até no resultado

A CRÓNICA: JOGO POBRE TERMINA COM NULO SEM HISTÓRIA

O jogo amigável entre países vizinhos visava celebrar e promover a candidatura conjunta de Portugal e Espanha à organização do Mundial de 2030, mas nenhuma das seleções vinha em missão de paz. Aliás, como frisou Fernando Santos na antevisão, perder “nem a feijões”.

Aos dez minutos, os espanhóis fizeram questão de o demonstrar; jogada de perfeito entendimento na ala esquerda e Llorente, servido já na pequena área, não fez golo porque Pepe cortou no último instante.

Nesta altura era a Espanha quem comandava os destinos da partida. Mais bola, mais aproximação à baliza contrária, total controlo da partida. Através de saídas rápidas, embora inconsequentes, Portugal aliviava a pressão pouco exigente do adversário.

Contudo, à passagem do minuto 23, foi Portugal a criar o lance de maior perigo na primeira parte. Chegou mesmo a introduzir a bola na baliza de Simón, mas o lance foi anulado – e bem – por falta de José Fonte nas costas de Pau Torres no momento do cabeceamento.

Aos 27 minutos, quando Portugal tentava ter mais bola, José Fonte perdeu a posse ainda na fase de construção e os espanhóis desenharam um ataque rápido sobre a esquerda. Morata cruzou de trivela e Ferrán Torres finalizou de cabeça ao segundo poste, ligeiramente ao lado.

A segunda parte iniciou com o mesmo Portugal sem bola, mas à procura de aproveitar qualquer desatenção contrária. No entanto, foram os espanhóis a estar próximos do golo aos 54 minutos. Morata por duas vezes não conseguiu rematar de forma certeira. Quatro minutos depois, Pepe demorou-se na ação defensiva e Llorente roubou-lhe a bola e assisitu Sarabia, que em posição privilegiada rematou por cima.

Na resposta, Ronaldo conduziu até à linha final, cruzou na medida perfeita e Diogo Jota cabeceou ligeiramente por cima, após uma antecipação astuta a Marcos Llorente. Aos 69 minutos, Ronaldo falhou uma daquelas situações que raramente erra; na resposta a um livre lateral, saltou mais alto que todos e cabeceou para o poste mais distante, mas ao lado.

A partir de então, a partida entrou numa fase de adormecimento mútuo, com abordagens deficientes à zona de finalização, até ao minuto 87. Nessa altura, Koke levantou um livre lateral para o interior da área e o desvio de Ferrán Torres obrigou Rui Patrício à defesa da tarde, com uma palmada essencial para manter o nulo.

Quando Portugal já se preparava para aceitar o empate, um alívio da defesa espanhola isolou Morata, que com tudo para fazer golo, rematou com estrondo à barra. Na resposta, e também através de um livre lateral, Danilo cabeceou fraco para as mãos de Simón, onde morreu o lance e a história do amigável ibérico.

Apito final e ninguém saiu a sorrir. Não houve pontos para repartir, não houve golos para os cerca de 15 mil adeptos permitidos no Wanda Metropolitano. Se este amigável era um trunfo para promover a candidatura conjunta, é justo dizer que a imagem passada não foi a melhor. Fica sobretudo a sensação de que espanhóis e principalmente portugueses terão de fazer muito mais quando os jogos forem a doer. Daqui por uma semana começa o Euro 2020.

A FIGURA

Aymeric Laporte (Espanha) – Estreia para o central do Manchester City FC com a camisola espanhola e com uma exibição acima de tudo segura e eficaz. Depois de “trocar” França por Espanha, Laporte destacou-se num jogo sem grande emoção ao alinhar cerca de 80 minutos e a efetuar mais de 70 passes, 90 porcento deles com êxito, seis recuperações de bola e uma afirmação clara de que está capaz de suprir a ausência de Sérgio Ramos da convocatória final para o Euro 2020.

 

O FORA DE JOGO

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Ataque português – Mesmo sabendo que se trata de um amigável, é preciso ter em conta que o caráter de preparação é para isso mesmo, preparar a equipa para a competição que se inicia na próxima semana. Tanto Jota, como Félix e Ronaldo passaram muito ao lado da partida de hoje. Fruto do adversário e da estratégia portuguesa, é justo dizer que a tarefa não seria fácil, mas das poucas oportunidades de que dispuseram podiam e deviam ter feito melhor. À atenção de Fernando Santos, estava no banco um tal de André Silva. Talvez fosse interessante dar-lhe minutos de preparação.

 

ANÁLISE TÁTICA – ESPANHA

Luis Enrique arrumou a Espanha num tradicional 4-3-3, com Unai Simón novamente titular na baliza. O quarteto defensivo foi composto pela habitual adaptação de Llorente a defesa direito, Laporte e Pau Torres no eixo e Gayà na lateral esquerda.

Busquets foi naturalmente o elemento mais recuado do triângulo do meio campo, completado com a dupla Ruiz/Alcântara, encarregues de pensar o jogo espanhol.

Na frente, Morata atuou como a principal seta apontada à baliza portuguesa, com a companhia de Ferrán Torres e Pablo Sarabia como falsos extremos – intrometeram-se não raras vezes no jogo interior da la roja.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Unai Simón (6)

Marcos Llorente (6)

Aymeric Laporte (7)

Pau Torres (7)

José Gayà (7)

Thiago Alcântara (6)

Sergio Busquets (7)

Fabián Ruiz (6)

Pablo Sarabia (6)

Ferrán Torres (7)

Álvaro Morata (6)

SUBS UTILIZADOS

Rodri Hernández (6)

Pedri González (6)

Eric García (6)

Koke (6)

Gerard Moreno (5)

Diego Llorente (6)

 

ANÁLISE TÁTICA – PORTUGAL

Sem os atletas de Manchester que ainda gozam de algum período de descanso – Bruno Fernandes, Bernardo Silva, João Cancelo e Rúben Dias – Portugal entrou num 4-2-3-1, com José Fonte e Pepe como dupla de centrais a proteger a baliza de Patrício. Guerreiro e Nélson Semedo foram as peças eleitas para as laterais.

Sérgio Oliveira e Danilo formaram a dupla do meio campo encarregue de controlar Fabián Ruiz e Thiago, enquanto Renato Sanches e Diogo Jota ficaram atribuídos às alas, embora passassem a maior parte do tempo por dentro, em missão defensiva.

Cristiano Ronaldo e João Félix foram os homens da frente, sendo que o avançado do Atlético de Madrid atuou mais entre Renato e Jota do que porpriamente na frente. O avançado da Juventus FC esteve mais solto na frente, quase demitido das ações defensivas, e como referência para o passe longo nas saídas rápidas.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Rui Patrício (7)

Nélson Semedo (6)

Pepe (7)

José Fonte (7)

Raphael Guerreiro (7)

Danilo Pereira (7)

Sérgio Oliveira (6)

Renato Sanches (7)

Diogo Jota (6)

João Félix (6)

Cristiano Ronaldo (6)

SUBS UTILIZADOS

Pedro Gonçalves (7)

Bruno Fernandes (6)

William Carvalho (6)

João Palhinha (6)

Rafa Silva (5)

Nuno Mendes (-)

As 11 mascotes de fases finais | Euro 2020

O Campeonato Europeu de Futebol é, atrás do Mundial, a maior competição de futebol do Mundo, atraindo milhões de espetadores ao redor do globo, que procuram assistir a grandes jogos e ver em ação grandes jogadores que compilam um leque de elite do “desporto-rei”.

A competição é também ela gigante pelo marketing e publicidade que são criadas à sua volta, chegando aos vários adeptos, de várias faixas etárias, e é aí que entram as mascotes, uma das grandes marcas de cada edição do torneio.

As mascotes fazem parte da esfera do Campeonato da Europa desde 1980, sendo uma das mais importantes “caras” da competição. Posto isto, com o Euro 2020 aí à porta, convidamos o leitor a fazer uma viagem pelo interessante e, por vezes, estranho mundo das mascotes dos europeus.

Darwin Núñez | Histórico faz soar alarmes na Luz

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Darwin Núñez chegou ao SL Benfica em setembro de 2020. O avançado de apenas 21 anos custou à equipa encarnada 24 milhões de euros, tornando-se assim na contratação mais cara da história do clube e do futebol português. O uruguaio assinou até 2025 e, apesar de ainda só ter cumprido um ano desse contrato, já faz soar os alarmes na Luz. O longo histórico de lesões do jovem avançado parece não ter fim à vista.

Tudo começou quando Darwin tinha apenas 16 anos e representava o CA Penãrol. Num jogo do campeonato do seu escalão, depois de um salto o uruguaio calculou mal a queda, dobrou o joelho e rompeu os ligamentos cruzados. O jogador teve de ser submetido a uma cirurgia e ficou um ano e meio sem jogar. Recuperado da lesão, voltou a trabalhar com a equipa principal, mas quando ia ser lançado na I Divisão, percebeu que não estava totalmente apto – ainda sentia dores.

Em novembro de 2017, foi lançado no jogo frente ao CA River Plate, mas a sua prestação ficou muito aquém do esperado. Deixou o relvado em lágrimas, devido às dores, e foi novamente operado, desta vez à rótula. Em 2018 o ciclo das lesões parecia ter chegado ao fim, tendo, inclusive, sido convocado para a seleção uruguaia de sub-20, pois a Copa Sul- Americana estava à vista. No entanto, as exibições continuavam sem brilho e surgiu outro problema: o psicológico. Darwin não conseguia lidar com as críticas nas redes sociais e começou a receber acompanhamento do psicólogo da seleção.

Em 2019/20, quando representava o UD Almería voltou a ter problemas físicos e teve de parar durante quase uma semana (perdeu dois jogos). No meio deste panorama nada positivo, chegou a boa-nova. A contratação do SL Benfica era a oportunidade perfeita para mostrar o seu valor e, sem dúvida que, foi uma grande motivação que contribuiu para o psicológico.

Tinha um voto de confiança da equipa encarnada, e é certo que a época ao serviço das águias não podia ter começado melhor. Nos primeiros cinco jogos marcou um golo e fez cinco assistências. Para além disso, foi a peça-chave no jogo frente ao Rangers FC: aos 77 minutos assistiu Rafa e, aos 91′, marcou o golo do empate, permitindo, assim, que a equipa continuasse na UEFA Europa League.

Darwin Núñez teve uma primeira época atribulada na Luz
Darwin Núñez teve uma primeira época atribulada na Luz
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Quando parecia que a tempestade das lesões tinha chegado ao fim, o avançado foi forçado a outra paragem, desta vez devido ao surto de Covid-19 que afetou a equipa. A partir desse momento começaram a soar os alertas na Luz. O rendimento do jogador uruguaio já não era o mesmo: os golos, as assistências, a velocidade e a magia estavam cada vez mais escassos. Nos 12 jogos posteriores à infeção, marcou três golos e fez apenas duas assistências.

Se este cenário já era mau, acabou por piorar ainda mais. As lesões voltaram a atormentar o psicológico de Darwin. As paragens para recuperar e a gestão de esforço levaram a que o avançado somasse cada vez menos minutos ao serviço das águias.

A hipótese de ser operado começou a ganhar cada vez mais força e, depois de ser adiada até ao final da temporada, acabou mesmo por acontecer a 24 de maio deste ano. O SL Benfica emitiu um comunicado, onde informou que o atleta tinha sido submetido a uma artroscopia ao joelho direito e que a intervenção cirúrgica tinha decorrido sem intercorrências.

Atualmente, o uruguaio está em processo de recuperação, mas sem tempo de paragem previsto. Esta situação é algo que inquieta e preocupa os benfiquistas. Com apenas 21 anos, tem um historial de lesões maior do que muitos outros.

Para além disso, os adeptos esperavam mais de um jogador que custou tanto ao clube. A fasquia estava elevada, mas o desempenho ficou aquém do esperado, uma vez que, em 44 jogos, marcou apenas 14 golos e fez 11 assistências. A qualidade está lá, resta agora saber se esta recorrente onda de lesões tem um fim à vista.

Alguém consegue parar o Andebol do FC Porto?

Com 30 vitórias em 30 jogos – feito histórico no andebol luso – o FC Porto sagrou-se campeão nacional da época 2020/21, conquistando o bicampeonato.

Não só no andebol, mas diria que em todo o desporto internacional atual, são poucas as equipas que apresentam o nível competitivo e o domínio da formação de andebol dos “dragões”. No contexto europeu, apenas a formação do FC Barcelona tem controlado o panorama interno de forma superior – os culés vencem a Liga ASOBAL desde 2010/11.

O FC Barcelona é, de forma consensual, a melhor equipa da península ibérica. No entanto, o FC Porto pode afirmar, com alguma certeza, que atualmente é a segunda melhor formação.

Com uma média de 36 golos marcados por jogo e apenas 24 sofridos, os “azuis-e-brancos” dominaram as competições internas de forma clara e não perdem um jogo do Campeonato Andebol 1 desde 2018/19.

A palavra-chave do projeto desportivo do andebol dos “dragões” é consistência. A base da equipa do FC Porto mantém-se junta há vários anos e isso permite-lhe abordar cada época, e cada jogo, com um nível superior ao dos seus adversários diretos.

As ligações entre Rui Silva, Miguel Martins, André Gomes, Fábio Magalhães, Djibril Mbengue, António Areia, Miguel Alves, Diogo Branquinho, Leonel Fernandes, Victor Iturriza e Daymaro Salina, consolidadas ao longo dos últimos três/quatro anos pelo clube e pela seleção, leva a que o técnico Magnus Andersson não tenha que perder tempo a integrar atletas novos e a criar novas rotinas, mas sim a preparar os seus jogadores para o elevado número de jogos que têm cada temporada.

A resposta para a pergunta que encabeça este artigo é que não. Apesar das boas indicações que Sporting CP e SL Benfica apresentam, a espaços, ninguém demonstra o mesmo nível de consistência. Tal não quer dizer que não possam surpreender e vencer, por exemplo, a Taça de Portugal que se realiza este fim de semana. Mais ainda, será interessante ver a forma como os “dragões” lidarão com a saída de André Gomes e Miguel Martins, dois dos pilares da formação portista.

Contudo, nos momentos decisivos, e como temos visto até agora, a força psicológica e ritmo competitivo do FC Porto permitem-lhe entrar confiante em todos os encontros, e veremos se se manterá a hegemonia “azul-e-branca”.

Foto de Capa: FC Porto

Guitta: a importante renovação do guardião | Sporting CP

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Guitta renovou contrato com o Sporting CP. O guarda-redes do futsal assinou por mais duas temporadas e promete dar tudo de si até ao último minuto que jogar pela formação leonina. É uma excelente notícia para o desporto do Sporting CP.

A especulação foi muita. Numa conversa através da rede social Instagram, Guita revelava, poucos dias depois da conquista da UEFA Futsal Champions League, que não iria fazer parte dos quadros leoninos na próxima temporada. Entre os adeptos, esta notícia não caiu bem. Rapidamente reagiram às declarações do brasileiro com publicações que incluíam a hashtag #FicaGuitta. Não sei se a mobilização online ajudou à concretização do acordo, mas a vontade dos sportinguistas demonstrou-se bem clara.

O guardião brasileiro aterrou em Lisboa para reforçar o Sporting CP em 2018. Guitta vinha rotulado como um dos melhores guarda-redes do mundo, muito pelo seu invejável palmarés, que conta com um Mundial de seleções e uma Libertadores. Vir para Portugal foi a sua primeira experiência na Europa, pelo que já se pode afirmar que tem sido uma passagem de sucesso.

Há mais de dois anos que Guitta é a muralha do futsal leonino
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede)

Desde a sua chegada, tem sido o habitual e merecedor titular das balizas do João Rocha, dos restantes pavilhões portugueses e um pouco por toda a Europa. Provavelmente o melhor guarda-redes que vi jogar com o leão rampante ao peito, Guitta já conta com duas Ligas dos Campeões, duas Taças de Portugal, uma Supertaça e uma Taça da Liga no seu palmarés enquanto leão. Agora, com mais duas épocas no seu contrato, Guitta pode contribuir para a luta do único título que ainda não conquistou: o campeonato nacional.

O Sporting CP destaca-se pelo seu ecletismo e revela-se um clube vencedor em todas as modalidades. Para continuarmos a ser os melhores de Portugal e um dos maiores clubes da Europa, precisamos também de ter os melhores atletas do mundo nos nossos plantéis. A permanência de Guitta é muito importante, por toda a influência que teve nos feitos alcançados desde a sua chegada, e por tudo aquilo que pode ainda contribuir no tempo em que cá vai ficar.

Espanha x Portugal | Duelo Ibérico marca o inicio da preparação para o Euro 2020

Jogo particular: sexta-feira, 18h30, 4 de junho de 2021

ANTEVISÃO: DUAS SELEÇÕES NA PREPARAÇÃO DE UM EUROPEU QUE AMBICIONAM GANHAR

A seleção portuguesa inicia esta sexta-feira os jogos de preparação para o Campeonato da Europa de 2020. Quando o relógio marcar 18 horas e 30 minutos, a turma orientada por Fernando Santos vai pisar o relvado do estádio Wanda Metropolitano, em Madrid, para defrontar a Espanha.

DEPOIS DO 3-3 NO MUNDIAL DA RÚSSIA, CONSEGUIRÁ RONALDO VOLTAR A BRILHAR FRENTE A NUESTROS HERMANOS? UM GOLO DO CAPITÃO DARÁ UM RETORNO DE 2.30! APOSTA JÁ EM BET.PT!

Em outubro do ano passado, estas mesmas seleções defrontaram-se no Estádio José Alvalade, numa partida com muito significado por representar, na altura, o regresso dos adeptos às bancadas. O resultado final foi de 0-0 mas com oportunidade de golo de parte a parte e incerteza até final.

Para a partida de amanhã, não se espera menos do que isso mesmo. Duas seleções muito fortes, que estão a atravessar um período de renovação. Tanto em Portugal como em Espanha vemos alguns nomes clássicos a sair das convocatórias para dar lugar a jovens talentos. Tratam-se de duas seleções com ambições a vencer o Campeonato da Europa.

O jogo será novamente de carácter particular, contudo, se recuarmos até ao último encontro oficial entre Portugal e Espanha, chegaremos ao primeiro jogo do Mundial 2018, no qual as duas seleções empataram 3-3 num sensacional jogo, e numa exibição fantástica de Cristiano Ronaldo.

Com este historial recente, e tendo em conta as ambições de ambos os conjuntos, é de esperar que seja um fim de tarde muito bem passado.

 

10 DADOS RÁPIDOS

  1. Portugal não vence a Espanha desde 2010, altura em que venceu por 4-0 no Estádio da Luz.
  2. Em relação ao onze inicial do último encontro com a seleção espanhola, apenas Francisco Trincão não foi chamado para o EURO 2020.
  3. Nos últimos 10 jogos, a seleção portuguesa apenas foi derrotada uma vez, pela França.
  4. Pedri (Espanha) é o atleta mais jovem que vai estar presente neste jogo.
  5. Frente a frente vão estar as duas ultimas equipas a vencer Campeonatos da Europa.
  6. Em 37 jogos entre Portugal e Espanha, a “Seleção das Quinas” venceu apenas por seis vezes.
  7. Caso haja um golo neste jogo, será o golo número 120 em jogos entre as duas equipas.
  8. Portugal convocou quatro atletas que alinham no campeonato espanhol: Rui Silva, William Carvalho, João Félix e Gonçalo Guedes.
  9. Manchester City FC é o clube mais representado nas convocatórias finais, com sete atletas a pertencerem aos seus quadros.
  10. Nas últimas três partidas entre Portugal e Espanha, o resultado final foi sempre um empate.

 

JOGADORES A TER EM CONTA

Pedri (Espanha) – Pode talvez nem vir a ter minutos neste encontro. Contudo, o facto de ser o mais jovem jogador entre os convocados faz com que o nível de interesse para ver o jovem talento do FC Barcelona em ação aumente. Com apenas 18 anos, leva já três jogos pela seleção ‘A’ espanhola. Sem dúvida, a ter em conta.

 

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

João Palhinha (Portugal) – Não está ainda muito claro para os adeptos qual o papel que João Palhinha irá ter na Seleção Nacional. O facto de ter feito uma época verdadeiramente sensacional pode contribuir para a sua titularidade. No entanto, a menor experiencia que tem na seleção em relação aos colegas de posição pode dificultar a vida ao médio português. Nesta partida será interessante analisar como se vai comportar João Palhinha, caso jogue.

 

XI’S PROVÁVEIS

Espanha: Sanchez; Llorente, Garcia, Pau Torres e Alba; Koke, Busquets e Pedri; Ferran Torres, Moreno e Oyarzabal

Treinador: Luis Enrique

“Vai ser um jogo complicado, como foi em Portugal, mas vamos tentar fazer o mesmo que fizemos até agora com qualquer adversário”

 

Portugal: Rui Patrício; Nuno Mendes, José Fonte, Rúben Dias e João Cancelo; Rúben Neves, João Moutinho e Bruno Fernandes; Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e João Félix.

Treinador: Fernando Santos

“É uma grande equipa e será um teste ótimo. Podemos perceber o que vamos poder fazer nos vários momentos do jogo. Não será um exame aos jogadores, mas sim à equipa.”

 

PREVISÃO DE RESULTADO: ESPANHA 1-1 PORTUGAL

Sporting CP 3-1 SL Benfica: Primeiro ponto vai para os leões!

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A CRÓNICA: ASCENDENTE LEONINO DITOU UMA VITÓRIA JUSTA

Começou a caminhada para encontrarmos um novo campeão da época 2020/21, com Sporting CP e SL Benfica a tentarem arrancar da melhor maneira, neste jogo discutido no Pavilhão João Rocha. Como esperado, o jogo começou intenso e bem disputado, num ano claramente marcado pela ausência total de público nos quatro primeiros encontros.

Nos primeiros minutos, houve um golo de Pany Varela a finalizar uma brilhante jogada individual e a confirmar a superioridade teórica com que o Sporting partia para este encontro. Um dos principais chavões do desporto é que, em derbies, não há favoritos, mas neste caso o emblema leonino partia como ligeiro favorito, face ao excelente desempenho em todas as frentes nesta temporada, e porque já não perde um encontro oficial desde Janeiro… de 2020.

O jogo foi evoluindo, com mais situações de perigo junto da baliza defendida por Diego Roncaglio, sempre com boa resposta por parte do guardião brasileiro. O Benfica sempre que era possível também ameaçava a baliza de Guitta, mas com pouco discernimento e clarividência.

O Sporting é bem reconhecido como uma das equipas mais fortes do mundo nas bolas paradas, mas neste jogo provou um pouco do seu veneno. Falta junto à área de Zicky sobre Tiago Brito, pausa técnica para as águias e uma jogada preparada no treino, que permitiu a Tayebi surgir sozinho à entrada da área, a finalizar com grande classe e a empatar o jogo a uma bola.

Este golo marcado fez bem aos encarnados, que se tornaram bem mais objetivos e criaram mais perigo junto da baliza leonina, sempre com resposta positiva de Guitta, a demonstrar a razão pela qual é reconhecido como um dos melhores do mundo na sua posição.

No último minuto desta parte, uma perda de bola infantil do Benfica foi superiormente aproveitada por Zicky, autor do golo que desequilibra as contas do marcador ao intervalo a favor do Sporting. Um resultado que acaba por ser o correto, pese embora a excelente réplica dada pelo seu adversário, sobretudo a partir do momento em que marcou o seu golo.

O segundo tempo arrancou com uma tentativa do Benfica ir atrás do resultado, criando um par de boas oportunidades, mas não conseguiu desfeitear o Keeper brasileiro. Mas o primeiro tento desta parte foi do Sporting, com uma jogada excelente do emblema leonino, a culminar com uma assistência brutal de Zicky para uma finalização superior de Cavinato, a dobrar a vantagem dos Leões no marcador.

O jogo partiu um pouco, passando a haver aquilo que os adeptos mais gostam e os treinadores mais detestam, um jogo completamente partido, com boas ocasiões junto de ambas as balizas.

Com o manter do resultado e vendo o resultado inalterado, Joel Rocha atrasou ao máximo a utilização do guarda-redes avançado, pois o Sporting tinha o limite de cinco faltas e a utilização do cinco para quatro dificulta a obtenção de faltas, dado que a superioridade numérica reduz o número de contatos individuais.

Contudo, a cerca de três minutos do final teve que recorrer a essa ferramenta, na tentativa desesperada de voltar a entrar na discussão do resultado, numa altura em que também o Benfica já tinha atingido o limite de faltas. Até ao fim, ainda houve alguns sobressaltos junto da baliza leonina, mas Guiitta esteve enorme.

O resultado não se alterou até ao fim, numa vitória justa do Sporting CP mas que deixa boas expetativas em relação ao desenrolar dos jogos, em princípio teremos mais um conjunto de grandes jogos cheios de emoção. O Sporting CP está, deste modo, em vantagem e no domingo há mais, desta feita no Pavilhão da Luz.

 

A FIGURA
Fonte: SL Benfica Modalidades

Zicky Té – Fez uma exibição muito positiva, e especialmente impressionante tendo em conta a sua tenra idade. O internacional português não acusa a pressão, como se comprova pelo golo marcado na final da Liga dos Campeões, e hoje somou mais um golo e uma assistência e provou a sua importância na equipa leonina.

O FORA DE JOGO

Robinho – Um dos grandes nomes do plantel encarnado, fortíssimo no confronto individual, não conseguiu fazer a diferença no encontro de hoje.

 

ANÁLISE TÁTICA – SPORTING CP

Nuno Dias montou uma estratégia que em muito se assemelhou ao verificado ao longo de toda a temporada, grande segurança defensiva e boa eficácia dos seus jogadores, num jogo muito bem disputado e onde a vitória assenta bem ao Sporting, superior em mais momentos de jogo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Guitta (8)

Erick Mendonça (7)

João Matos (C) (7)

Pany Varela (7)

Alex Merlim(7)

SUBS UTILIZADOS

Tomás Paçó (7)

Mamadú Ture (6)

Diogo Santos (7)

Taynan (6)

Diego Cavinato (7)

Pauleta (6)

Zicky Té (9)

Rocha (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Nem sempre bem jogado, mas em alguns momentos os encarnados estiveram por cima e a exibição não foi má. Há no entanto vários aspetos do jogo que podem e devem ser melhorados, começando pelo jogo de Domingo.

5 INICIAL E PONTUAÇÕES

Diego Roncaglio (7)

Nilson Miguel (6)

Arthur (6)

Robinho (5)

Jacaré (6)

SUBS UTILIZADOS

Afonso Jesus (6)

Silvestre Ferreira (6)

Tiago Brito (6)

Rafael Henmi (6)

Ivan Chishkala (6)

Hossein Tayebi (6)

 

Foto de capa: SL Benfica Modalidades